23/08/2016

CRISTINA BRANCO | "Menina"


O novo disco de Cristina Branco tem tudo para ser soberbo”. Foram estas as palavras do jornalista João Bonifácio (Público) ao escutar as músicas de “Menina” que Cristina Branco apresentou no Festival Bons Sons, no passado dia 13 de Agosto. 

No espectáculo foram apresentados temas como “Boatos” (Jorge Cruz), “A Meio do Caminho” (Peixe e Nuno Prata)“Alvorada” (Luis Severo) e “E às vezes dou por mim” (Filho da Mãe e André Henriques), música que é o primeiro avanço do novo disco, que tem edição agendada para o dia 16 de Setembro.

Kalaf Epalanga (Buraka Som Sistema) descreve o disco como bastante “feminino” no computo geral. O próprio “agitador” também participa no disco com o tema “Luto Mudo”, numa parceria com o produtor musical do disco, Ricardo Cruz. O álbum foi gravado pelo trio de músicos composto por Bernardo Moreira (contrabaixo), Luis Figueiredo (piano) e Bernardo Couto (guitarra portuguesa).

Com apresentações que contemplaram também espectáculos na Grécia, França e Alemanha, o novo disco tem sido desvendado nos mais recentes concertos de Cristina Branco. 

Para território português estão marcadas uma série de apresentações um pouco por todo o país, sendo que o próximo espectáculo acontece já no dia 3 de Setembro, na Festa do Avante. Seguem-se cidades como Vila Real, Matosinhos, Figueira da Foz, Braga, Aveiro e Ponta Delgada. Em Novembro é a vez de França e Espanha contar com apresentações ao vivo de “Menina”.

Alinhamento:

01. “E às vezes dou por mim” (André Henriques / Filho da Mãe)

02. “Alvorada” (Luis Severo)

03. “A meio do caminho” (Nuno Prata / Peixe)

04. “Deus à” (Cachupa Psicadélica)

05. “Não há ponte sem nós” (Pedro da Silva Martins & Luis José Martins)

06. “Luto Mudo” (Kalaf Epalanga / Ricardo Cruz)

07. “O gesta dela” (Ana Bacalhau / Luis Figueiredo)

08. “Boatos” (Jorge Cruz)

09. “Quando eu canto” (Maria do Rosário Pedreira / Mário Laginha)

10. “Saber aqui estar” (Pedro da Silva Martins & Luis José Martins)

11. “Ai esta pena de mim” (Amália Rodrigues / José António Sabrosa)

12. “Quando julgas que me amas” (António Lobo Antunes / Mário Laginha)

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