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10/09/2019

FORMA PERDIDA | Novos Sons


Forma Perdida é um duo formado em 2016 por músicos fascinados pelo intercâmbio artístico e com muita vontade de criar um espectáculo criativo, interessante e, ao mesmo tempo, pedagógico. Com um mundo de contrastes culturais como pano de fundo, captam as impressões sonoras da identidade de várias culturas e transformam-nas. Um saxofone, uma guitarra, percussão, improvisação, sons eletrónicos e loops juntam-se numa grande viagem pelo mundo.

19/05/2018

B´RBICACHO | Novos Sons


Unem-se numa noite fria de Dezembro, e de uma partilha quente de histórias culmina um grande B'rbicacho

B'rbicacho para aqui, B'rbicacho para acolá, e nasce a cumplicidade e a amizade que se transparece na música. Como juntar uma viola da gamba, um clarinete, uma guitarra e três vozes femininas? Partindo da época medieval e viajando até ao presente, passando sobretudo pela música de raiz lusófona, as B'rbicacho propõem um baile, onde é possível saborear desde o malhão mais incôndito à mais doce das mazurkas.

Ana Sousa - Viola da Gamba, Voz e Percussão

Joana Guiné - Clarinete, Flauta de Bisel, Voz e Percussão

Stela Silva - Guitarra, Cavaquinho, Voz e Percussão


LAPANTIM | Novos Sons


Lapantim é o nome de um projeto musical brigantino, constituído por Cristiano Ramos, Tãnia Pires e Rúben Santos, que se dedica a recolher músicas tradicionais nas aldeias da região de Bragança, com o intuito de lhes dar uma nova roupagem. A aventura musical deste grupo começou nas aldeias de Parada e Gimonde do concelho de Bragança.

«Chamam-me Lapantim, talvez por ter sido sempre uma criança irrequieta, a quem, amiúde, perguntavam “tu não paras, rapaz?”. Naquele tempo, como agora, a resposta comum é “não consigo estar quieto e até tenho uma nova ideia, quereis ouvi-la?”.

Fazendo jus ao epíteto, consegui juntar à volta da lareira uma considerável e considerada audiência. Presumo que mais vencidos pelo cansaço do que genuinamente interessados, aceitaram a ser ouvintes e cobaias desta tal ideia ou, como eles diziam inicialmente, “deste novo devaneio do Lapantim”.

A desconfiança inicial desvaneceu-se quando proferi a mágica frase “estive a rever o trabalho do Michel Giacometti em Parada e Gimonde…”. Nesse momento, houve olhos arregalados, ouvidos bem abertos e aquele franzir de testa que demonstra um misto de interesse e inquietude.

Embora confiante com a reação, avancei cautelosamente. Comecei por explicar que o projeto tem inspiração na obra de Giacometti mas que era mais do que uma mera mimetização. Que pretendia valorizar, através da música, a memória e a grandeza biográfica e estética das comunidades rurais de Parada e Gimonde."

22/03/2018

SORE-FI | Novos Sons


Os Sore-Fi, um projeto de Carlos Santos (Vocalista e Fundador dos The Melancholic Youth Of Jesus), acabam de disponibilizar o seu EP promocional ("Sore-Fi") para streaming no site da banda;

Neste trabalho, Carlos Santos contou com a participação de Gabriel Maia (Ex The Melancholic Youth Of Jesus) nas guitarras. Para este ano está agendada a edição de um EP ou Mini-LP, havendo ainda o convite para uma compilação com edição prevista para o verão de 2018. 

Os Sore-fi reservam este ano para trabalho de estúdio, contando transpor o seu trabalho para os palcos em finais de 2018 e durante 2019.

27/12/2016

NEGRA | Novos Sons


A história dos Negra poderia ter sido escrita em qualquer outra década, em qualquer outra realidade e mesmo com nomes diferentes, mas aquilo que liga esta banda a todos esses pontos está também presente na origem daquilo que une os seus membros entre si.

Com um passado e presente ligados à música pesada nas suas diferentes vertentes, com presenças em diversas outras bandas, juntando influências que vão desde o Punk-Rock ao Black-Metal, passando pelo Hardcore e com óbvias inclinações ao Crust e ao Thrash-Metal.

Os membros de Negra juntam-se em Março de 2016 com a intenção de construir, desenvolver e mostrar aquilo que essas influências lhes transmitem e utilizando-as também como um veículo para verbalizar a sua própria visão do mundo e da sociedade atual.

As palavras alimentadas pelo debitar de temas Crust/Metal/Punk são o motor desta banda e Negra é a mensagem a ser espalhada.

Samu - voz (ex-The Hope Named Despair)

Tocha - guitarra (ex-Nine Fingers Left, ex-One Step Down)

Sandro -  guitarra (Safe Keeper, Nine Thirty Illusion)

China - bateria (Konad, ex-Lost Soil)

Marujo - baixo (Speedemon, Baktheria)

14/10/2016

WE FIND YOU | Novos Sons


We Find You é um projeto que se inicia em 2015, em Braga, com David Dias (voz) e Miguel Faria (guitarra e coros). Com influências que vão desde Radiohead ou Coldplay a Ray Lamontagne, Patrick Watson ou Matt Corby, a banda apresenta uma sonoridade folk anglo-saxónica, com linhas melódicas simples, bem presentes em "Be With You" e "I AM", temas com que o projeto se deu a conhecer no seu canal de Youtube.

As viagens, as histórias, o gosto pelo desconhecido, os momentos entre amigos, e o conhecer de novas pessoas inspiram o nomeWeFindYou, ou seja, o desejo de levar música ao público, seja numa sala de espetáculos ou em sua casa.

A banda fez a sua estreia ao vivo na Casa do Livro, no Porto, em Julho, tendo já marcado presença no Indie Music Fest e na Feira do Livro do Porto.

Confirmadas estão já datas na Casa da Música (Café-concerto), a 22 de Outubro, no Theatro Circo, na primeira parte do concerto dos The Black Mamba, a 2 de Dezembro e no Vadia BrewPub, em Oliveira de Azeméis, a 14 de Janeiro.



14/07/2016

OS QUATRO MEIA | "P´rá Frente é que é Lisboa"


Em Maio de 2013, cinco amigos com gosto pela música juntavam-se para uma pequena atuação num Sarau de Gala no TAGV, em Coimbra. Estava assim realizada a primeira reunião d’Os Quatro e Meia.

Atualmente com seis elementos – João Cristóvão Rodrigues (violino e bandolim), Mário Ferreira (acordeão e voz), Pedro Figueiredo (Percussão), Ricardo Liz Almeida (guitarra e voz), Rui Marques (contrabaixo) e Tiago Nogueira (guitarra e voz), Os Quatro e Meia procuram, de uma forma descontraída e bem-disposta, conferir novos olhares e sonoridades na composição de canções feitas na língua de Camões.

Como afirmam os próprios, "todos os dias são dias bons, simplesmente, uns dão mais trabalho para o ser do que outros". Com base nesta ideologia, a banda apropriou-se de uma expressão recorrente do nosso quotidiano, “P'ra Frente é Que É Lisboa”, para criar a sua primeira composição, e assim baptizar o seu single de apresentação.

Este é o primeiro passo da parceria d’Os Quatro e Meia com a Primeira Linha, que em conjunto pretendem levar "p'ra frente" e bem longe, a música deste projeto emergente.

25/06/2016

POPULI MUSICA | Teatro Municipal da Guarda


Populi musica (música do povo) é o novo  projeto de César Prata, que casa a tradição com a modernidade e o velho com o novo, fundindo-se ambos em momentos musicais de descontração, ritmo e dança.

As recolhas da nossa música de tradição oral saem à rua e encontram os ritmos e os sons do nosso tempo. Olham-se, dão as mãos e começam a bailar. Primeiro, hesitantes; depois, com confiança, abraçam-se para uma dança que durará a noite inteira.

O Teatro Municipal da Guarda recebe a estreia de Populi musica no próximo dia 30 de Junho!


23/01/2016

DALLA MARTA | "Esboço"


Os Dalla Marta, são uma banda de originais, residente em Cantanhede, constituídos por Rita Silva (voz e percussão), Thomas Fresco (baixo), Rafael Castilho (bateria) e Francisco Freire (guitarra elétrica e sintetizador).

"Esboço" é o primeiro registo da banda com 5 músicas originais, no qual pretendem mostrar ao público um pouco daquilo que são. No dia 20 de Fevereiro, "Esboço" será apresentado na cidade natal da banda.



www.facebook.com/dallamartamusic/timeline

20/12/2015

M+ | Novos Sons


M+ é um projecto Synthpop/Electrónica constituído por Márcio Paranhos na bateria e sintetizadores e Mónica Dias na guitarra e voz.

Uma videógrafa com anteriores ligações a bandas de rock e blues e um artista multimédia, cujas influências sonoras abrangem o mundo da electrónica, uniram-se pela enorme vontade de envolver estes dois universos.

As primeiras sonoridades de M+ começaram a ganhar forma em outubro de 2014: uma guitarra elétrica num ambiente dotado de texturas sintetizadas, uma voz penetrante e um ritmo envolvente, dão vida ao duo M+.

25/11/2015

GRANADA | Novos Sons


Há 3 pessoas juntas, com um propósito. É uma banda, chama-se Granada e é do Porto. São o Gualter, o Hélder e o Davide. Às vezes parecem mais mas são só 3.

Há guitarra, sintetizadores, guitarra - que é baixo e guitarra e sons, bateria - que é percussão de sons digitais e acústicos. Há voz. Há canções que são dogmas.

22/11/2015

PADRÃO VAZIO | Novos Sons


Padrão Vazio, é um projecto de som e palavra onde se trabalham textos de vários poetas portugueses como António Lobo Antunes, Jorge de Sousa Braga, Gonçalo Martins, Manuel de Freitas, Adília Lopes, José Carlos Ary dos Santos, Maria Fernandes, Pedro Oom, Vítor Sousa, entre outros. "Padrão Vazio, pretende apresentar um produto de produção e execução regional, mostrando assim a qualidade de quem trabalha nesta área de intervenção, dignificando a cultura da Madeira."

Assim reúnem-se em palco as sinergias de personalidades tão diferentes como Nuno Morna (Fat Mephisto), voz e efeitos, Rodolfo Sousa (El Rod), guitarra e samplers e Paulo Gouveia (Valter Ego), bateria e samplers.

07/11/2015

NORMADIZER | "Think About"


Normadizer é o novo projecto solo do compositor multi-instrumentista e produtor André G. Mendes, mais conhecido pelo seu trabalho em Andycode e algumas bandas sonoras originais para filmes e campanhas publicitárias.

Autodidacta, começou o seu percurso no início dos anos 90, inspirado pelo boom musical de Seattle e por bandas Brit-Pop e Rock Alternativo na altura. Entre alguns albums que influenciaram o músico, destacam-se Mellon Collie and the Infinite Sadness (Smashing Pumpkins), Nevermind (Nirvana), Dirt (Alice in Chains), OK Computer (Radiohead), Mezzanine (Massive Attack), Dummy (Portishead), What's the Story Morning Glory (Oasis), Grace (Jeff Buckley).

Forma a sua primeira banda de rock alternativo em 1996, data em que surgem os primeiros temas com música e letra original. Vocalista e guitarrista na altura, a curiosidade por explorar outros instrumentos começa a fazer-se sentir desde logo.

Em finais dos anos 90 começa a nascer o interesse pela musica electrónica nos seus mais diversos estilos e fusões entre os quais downtempo, trip-hop, nujazz, breakbeat e industrial. Entre inúmeras referências destacam-se Thievery Corporation, Kruder and Dorfmeister, Kid Loco, St. Germain, Jazzanova, Télépopmusik, Röyksopp, Air, Amon Tobin, Unkle, Dj Shadow, Aphex Twin, NIN.

Em meados de 2005, submerso num universo já bastante eclético, forma o primeiro projecto colectivo de electrónica e rock alternativo, que acabará por traçar um novo horizonte no percurso do músico.

Muda-se para Lisboa em 2007 e começa a focar mais a sua atenção na música de dança, em particular o techno minimal, ambiente, electro, glitch. Extrawelt, Simian Mobile Disco, Soulwax, Boys Noize, Teenage Bad Girl, Digitalism...

Posteriormente por consequência de proximidade sonora, Modeselektor, Apparat, Four Tet, The Eraser, Squarepusher, Monolake, são exemplos de algumas influências que começam também a delinear o caminho do músico produtor.

Em 2010 começa a idealizar um projecto electrónico em formato banda, que sem desvirtuar as raízes no rock alternativo, faça uma ligação entre todos estes estilos e que ao mesmo tempo traga algo novo, denso, etéreo, sónico e impactante. É então que absorvido pela sonoridade de bandas como Explosions in the Sky, This will destroy you, Sigur Rós, Mogwai, encontra no post-rock a linguagem e o fio condutor que procurava.

Em 2011 dá início a Andycode e é a partir desta altura que se começa a sentir já uma identidade musical própria resultante de uma simbiose de estilos musicais diferentes mas que encontram nas produções de André um lugar comum onde se fundem e complementam. 

Desde então a estética musical dos seus temas continua em constante processo de exploração e transformação. O universo eclético em todas as suas composições e produções é hoje uma assinatura muito pessoal e o álbum "Karman Line" de Andycode, lançado em 2014, uma prova recente disso mesmo.

21/09/2015

MÁQUINA DEL AMOR | "Má Onda, Parte I"


Miguel Macieira, José Figueiredo, Filipe Palas e Ronaldo Fonseca, são velhos amigos que se repartem entre duas bandas (Peixe:Avião e Smix Smox Smux). Dotados de armas cabais, decidiram juntar-se para formar a Máquina del Amor.

Zedes (Carrazeda de Ansiães) foi a capital escolhida para a gravação do primeiro disco. O Padre cedeu a casa e o pecado aconteceu. "Má Onda, Parte I" é o primeiro single e o nome do mais belo início de carreira.

Sábado, 26 de Setembro, será possível sentir as ondas sísmicas da banda no festival "Braga Music Week", mas não esqueçamos o que está para vir: o disco e as suas oito faixas. Esse "monstro" adormecido será editado com o selo da Azul de Tróia, em Novembro de 2015.



www.facebook.com/maquinadelamor.pt

12/09/2015

MOVING TREES | Novos Sons


Moving Trees é o projecto musical de Luís Couto direccionado para sonoridades indie/pós-punk/pós-rock. Foi criado em 1998 como Vapour Trail, tendo um ano depois passado a chamar-se Moving Coil. Em 2003, com Mara Neves (a.k.a. Ladybug) como única vocalista, deu-se a alteração do nome para aquarelle.

Em 2004, com a mudança de interesses musicais do seu criador e a desilusão de nunca conseguir a edição de um disco, encerrou actividades, para voltar em 2015, onze anos depois, quando o único objectivo consiste em continuar a criar a música de que gosta e dá-la a conhecer.

Tanto Moving Coil como aquarelle foram, por diversas vezes, considerados promessas da música portuguesa mas, devido essencialmente ao facto de o seu mentor residir nos Açores, nunca tiveram oportunidades de evoluir como seria desejado.

Moving Coil saiu por três vezes no CD que acompanhava a revista Promúsica (numa das vezes, porque foi considerado um dos melhores projectos do ano), foi eleito como um dos artistas do ano pela 123Som (tendo incluído um tema na compilação “Offline”, distribuída pela Fnac e percursora das compilações de novos talentos que esta continua a editar), ficou em 6.º lugar (entre cerca de 100 bandas) nos primeiros prémios maqueta organizados pelo jornal Blitz. Fez também parte do catálogo da mítica indie portuguesa “Bor Land”, tendo participado com três temas na primeira edição desta editora – “Looking for Something” e, posteriormente, na compilação “Your Imagination”.

Em 2015 reaparece com o nome Moving Trees apenas porque, entretanto, outros artistas se apropriaram dos nomes anteriores. Mas, além do novo nome, surge com uma sonoridade diferente, em virtude da evolução dos músicos envolvidos. O seu primeiro EP intitula-se “a thousand leaves falling” e encontra-se editado apenas através do Bandcamp. Em breve, incluirá uma versão de “Exercise One” no tributo a Joy Division “Day of The Lords”.

Ao mesmo tempo que foi editado o EP, foi também lançada, através do Bandcamp, uma antologia de aquarelle, Moving Coil e Vapour Trails, com o título “how i miss the teenager i once was”.

Além de Moving Trees, Luís Couto é ainda o mentor do projecto musical The Joy of Nature, com discos em CD e vinil editados por editoras da Áustria, Polónia e E.U.A., dedicando-se também a tocar ao vivo música experimental improvisada, tendo actuado com músicos como Gianna de Toni, Ernesto Rodrigues ou Carlos Santos.

www.facebook.com/movingtrees1

12/08/2015

JOHN TITOR | "Steins Gate Mixtape"


Com uma mixtape e álbum lançados, John Titor é um viajnte do tempo que gosta de juntar sons antigos (as vezes usando samples outras vezes não) com o que há de mais fresco na actualidade. John Titor é uma viajem entre o passado e futuro.

20/07/2015

TIME SHIFTER | "Even Dolls Can Wake Up From Their Porcelain"


O projecto Time Shifter nasceu no Porto em Junho de 2014 quando Sónia Vicente e Raquel Devesa decidiram fundir a sua paixão pela música dentro de uma caixa que viaja no tempo. Até que ponto um violoncelo, sons electrónicos e voz conseguem encontrar-se no espaço-tempo das emoções para criar essa atmosfera musical?

Para além da viajem sonora entre o trip hop e o experimental, há uma preocupação constante em exprimir vários ambientes, quer seja com os cenários, quer seja com a teatralização da própria performance em palco.

Apenas um ano passou, desde que começaram esta aventura musical e o EP é um reflexo disso mesmo. Repleto de significados ambíguos, melodias agridoces e trilhos secretos comandados por fios invisíveis que por sua vez estão presos às engrenagens mecânicas da alma. Seremos meros fantoches do nosso próprio destino?

Para além de estar disponível para download e audição gratuitos através do Bandcamp, "Even Dolls Can Wake Up From Their Porcelain" é um disco completamente diferente do que se produz em Portugal neste momento e aliado ao conceito enquanto projecto, que também é inovador, confere-lhe uma áurea de mistério e ingenuidade próprias do experimentalismo.



www.facebook.com/timeshiftermusic

14/03/2015

THE GREYHOUND JAME´S BAND


Pó, amor e ruído. A música de Greyhound James nasce de uma mente descontinuada. Como um galgo que “apregoa”, corre por lugares e momentos rodados em fita, sem no entanto, neles permanecer por muito tempo.

Perseguido pela rudeza do Rock Clássico, propaga-se com o vigor de um cowboy renegado, que chora os seus pesares, montado nos Blues, adormecendo à luz do lume brando mas perpétuo do Soul.

The Greyhound James’s Band, recrutada em Portugal, forma-se nos despojos de "Candy Mountain", o duplo álbum de estreia, do qual é retirado o EP "Feed Your Hound". Fortalece, como uma boa quadrilha (hammond/guitarra/bateria/baixo), o registo fonográfico, melhorando-o de forma natural e intuitiva.



www.facebook.com/thegreyhoundjames

02/02/2015

LEVIATÃ| "I"


Leviatã é um novo projecto que nos chega de entre Braga e Barcelos, que une Bernardo Barbosa (Ermo) e Marco Duarte, respectivamente. Apresentam-nos o seu primeiro EP "I".

Música na teoria, desconcetualizada na prática, desenha paisagens sonoras em colagens de sons, distribui elementos como um chef coloca ingredientes e ergue estruturas que, quais vigas de Leviatã, assumem o protagonismo do projecto que abraça o esgotar de possibilidades de composição de disco para disco.

Comprometem-se então a abordar novas personalidades de Leviatã de registo em registo. É música de olhos vendados e elogio à razão.



www.facebook.com/leviatapt

04/01/2015

JACKETX | “SeaFuzz”


“SeaFuzz” é o mais recente trabalho de Jacketx. Esta curta metragem é a junção duma guitarra distorcida e a eletrónica de um computador, alcançando o experimentalismo resultante dessa junção.

Após o lançamento do álbum “Psychography”, Jacketx já partilhou palco com nomes como Spacin’ (Philadelphia,USA), Killimanjaro, Jibóia, Funkatomic, entre outros, participando também em concertos organizados pela Covilhete na mão (Vila Real), no Caldas Late Night (Caldas da Rainha), no Indie Music Fest (Baltar, Porto) e Mercado Negro (Aveiro).

O projeto nasceu nas mãos de Francisco Lima, jovem de Vila Real. O objetivo era conseguir fazer música sozinho, através de improvisações e experimentalismo de vários elementos ao mesmo tempo. As suas músicas vão desde a Eletrónica, passando pelo Psicadélico e acabam no que o próprio chama de Rock Pirata Psicadélico.




www.facebook.com/pages/Jacketx/484117831624497
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