04/01/2020

TRIO PAGÚ | "Na Minha Avenida"


Com letra de Alex Liberalli e música de Budda Guedes, "Na Minha Avenida" é um Sambinha com uma sonoridade vintage, namorando os anos 70, com cheiro a praias do Brasil e Stevie Wonder. Uma declaração de amor concretizado e um agradecimento ao universo pelo amor concedido.

Alex Liberalli canta na primeira pessoa , dedicando esta música ao seu amor.


03/01/2020

ANA MOURA JUNTA-SE A BRANKO E A CONAN OSIRIS NO SINGLE “VINTE VINTE”


Tudo começou com um desafio colocado pelo estilista Luís Carvalho à fadista Ana Moura. O objetivo era criar um tema para encerrar o desfile da edição de 2019 do Moda Lisboa, o que a levou a convidar Branko e Conan Osiris a fecharem-se no estúdio durante uma tarde inspirada para criar esta ode ao novo ano.

"Vinte Vinte" celebra os ritmos da música tradicional portuguesa, revisitando os padrões rítmicos da chula que são atualizados e trazidos para 2020 através da produção de Branko (com produção adicional de PEDRO). A letra de autoria de Conan Osiris – naquela que é a sua primeira colaboração musical – e as batidas saídas do estúdio da Enchufada oferecem a Ana Moura e Conan Osiris a base para uma prestação vocal que olha para o futuro com visão 20/20.

FESTIVAL MICRO CLIMA | Parede

02/01/2020

MIGUEL ANGELO | Nova(pop) em 2020


A 10 de Janeiro tem início a digressão NOVA(tour), onde Miguel Angelo contará sempre que possível com um dos seus convidados. Nesse dia 10, no Teatro Diogo Bernardes em Ponte de Lima, Filipe Sambado e Chinaskee serão os artistas convidados e na semana seguinte, a 18, em Aveiro, Alex D'Alva Teixeira e Ben Monteiro (D'Alva) subirão também ao palco do Teatro Aveirense.

NOVA(tour) vai levar mais longe a ideia por trás de NOVA(pop): a comunicação e colaboração aprofundada entre artistas de diferentes gerações da música pop nacional, quer em estúdio quer agora em palco. E a criação de novos caminhos musicais para todos eles, pelo meio de nós.

2020 será também o ano em que os Delfins, a convite da produtora e agência Gigs on Mars e em pleno modo de Celebração, realizam 5 datas em território Nacional com a sua formação emblemática. Estes espectáculos ocorrerão 10 anos depois do grupo ter encerrado a sua carreira activa, a 31 de Dezembro de 2009 na Baía de Cascais. Mas isso é uma outra História Natural...


GALGO | "Garras Dadas"


“Garras Dadas” é o segundo single de "Parte Chão", terceiro trabalho de originais da banda lisboeta Galgo. O disco terá edição em 2020, com data a anunciar. Para já, este novo tema revela um lado mais electrónico de Galgo onde os sintetizadores ganham novo protagonismo.

O tema, que saiu no primeiro minuto de 2020, em jeito de “bebé do ano”, é o primeiro lançamento nacional numa forma celebratória e festiva de dar o pontapé de saída de 2020.

Para ajudar à festa, Xinobi (produtor e artista português de renome na electrónica internacional e co-fundador da editora Discotexas) entregou o seu talento na fase de mistura da faixa.

Apesar desta nova sonoridade mais digital, com nuances mais electrónicas e sintéticas, a banda garante: “A exploração de sintetizadores em troca de guitarras não significa no entanto, a perda de vista da construção musical e energia dançável de Galgo.”


THE CITYZENS | "For The Lost Souls"


Os The CityZens começam o ano de 2020 com nova música. Apresentam hoje o novo single Blues "For The Lost Souls".

31/12/2019

KATIA GUEERREIRO | "Sempre"


O álbum “Sempre”, da fadista Katia Guerreiro, integra a lista dos melhores álbuns editados em França durante o ano de 2019, segundo os jornalistas do prestigiado e histórico jornal “LeMonde”.

Editado em Portugal em 2018, através da KG Produções, “Sempre” teve edição em França já este ano pela ViaVox/L’Autre Distribution. O disco é destacado no “Le Monde” na lista de cinco melhores álbuns deste ano para o jornalista Patrick Labesse.

Produzido por José Mário Branco, recentemente falecido, “Sempre” está e continuará a ser apresentado por Katia Guerreiro em inúmeros concertos em Portugal… e no Mundo.


VÍDEOCLIP | "Dream to Dust" - Dream People


Depois de abrirem o icónico festival Vodafone Paredes de Coura (Sobe à Vila), tocarem no Super Bock em Stock e apresentarem o seu disco de estreia numa noite memorável no Musicbox, os Dream People regressam com "Dreams to Dust", uma música bowiesca sobre a juventude perdida.

Conduzidos por uma orquestra melancólica de synths e guitarras, somos convidados a lembrar lugares esquecidos, velhos amigos e a resgatar memórias que vão teimando em desaparecer na espuma dos dias.

Dreams to Dust é, enfim, uma música sobre a perda de nós mesmos e sobre a inexorável, e por vezes dolorosa, passagem do tempo.

O teledisco - realizado por Francisco Taveira (vocalista) - que assenta numa compilação de stock footage de arquivo dos anos sessenta, visa mostrar essa dor. A dor de crescer.


30/12/2019

THE BLACK MAMBA | Casino Estoril


Considerada uma das mais enérgicas e entusiasmantes bandas portuguesas, os The Black Mamba estreiam-se, no próximo dia 10 de Janeiro, pelas 22 horas, no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. A completar 10 anos de carreira, os The Black Mamba apresentam a “Good Times Tour”, prometendo reviver os seus primeiros tempos de percurso artístico.

Os The Black Mamba tornaram-se já numa referência da música portuguesa. Em “Good Times Tour”, irão, tal como no início, apresentar-se em trio e focar-se nos temas que compunham o alinhamento dos seus primeiros concertos, com originais e versões que interpretavam habitualmente na altura da sua formação. Um autêntico (e imperdível) regresso às origens!

CARTAZ | Concerto

29/12/2019

BADWEATHER | "Bairro"


O projeto de música alternativa badweather acaba de partilhar um cover de um tema que para muitos pode ser considerada a música do ano do coletivo de Hip Hop Wet Bed Gang.

"Bairro" foi a faixa escolhida pelo grupo originado no Algarve, dando uma nova estética a faixa que se liga aos universos da musica Alternativa e ao Ambient Rock que já caracteriza a banda.

FILARMÓNICA DE MAGUEIJA & BERG | Lamego

27/12/2019

SOLAR CORONA | "Saint-Jean-de-Luz"


Quatro paisagens sobre os Pirenéus que revelam não só um novo fulgor criativo em produzir, “conversar” musicalmente, mas principalmente uma serenidade e uma resolução firme num caminho que está pacificamente a ser construído. Com cada um dos quatro músicos, pois é notório que cada instrumento respira a nota certa. Nada fica para trás, nenhum elemento serve como escudeiro. Cruzado entre Espanha e França, sinónimo de internacionalização e da vontade que uma geração portuguesa demonstra na exportação da sua música, Saint-Jean-de-Luz destes Solar Corona é uma afirmação, uma exclamação e uma negação em simultâneo.

Uma afirmação que a banda se reformou condignamente, uma exclamação de surpresa para que os tenhamos em conta, daqui para a frente, e uma negação que “não, não é necessário andar às voltas no cenário português.” (Manuel A. Fernandes)

"Saint-Jean-de-Luz" está à venda numa edição limitada em CD no bandcamp e até ao final do ano o download do disco é gratuito.

MIGUEL ANGELO | Agenda

26/12/2019

LUÍS SEVERO AO "PIANINHO" E À "GUITARRINHA"


Em 2017, Luís Severo adaptou para os palcos um formato a solo no qual apenas soava a sua voz e um piano de cauda, celebrados no disco ao vivo "Pianinho", editado no Natal de 2017. Só tinha visto a luz do dia no Bandcamp e, mais tarde, no YouTube.

Entretanto, já depois de editado O Sol Voltou, Luís Severo quis que as suas músicas tivessem também um registo menos solene do que um piano de cauda impõe em salas de teatro. Fez então uma série de concertos para dar lugar à calorosa proximidade de uma guitarra numa sala pequena. Sem surpresas "Guitarrinha", nome que evidencia a parelha de voz e guitarra.

O "Pianinho" foi gravado no Teatro Tivoli, remisturado pelo Luís Severo e pelo Eduardo Vinhas, que também o remasterizou e o "Guitarrinha", em estreia absoluta, foi  gravado no Art Room, misturado pelos supracitados e masterizado pelos mesmos e pelo Diogo Rodrigues. Ambas as capas foram ilustradas pelo João Sobral.

Podem agora ser ouvidos em todo lado, com a devida ajuda da Cuca Monga e da Sony Music.

WHITE HAUS | Body Electric 2020 Tour


White Haus, projeto musical de João Vieira (X-Wife, DJ Kitten) editou recentemente o novo disco, "Body Electric", que é agora apresentado ao vivo pela primeira vez na "Body Electric 2020 Tour".

Ainda com mais datas a anunciar, os primeiros 3 concertos já estão confirmados: 9 de Janeiro no Teatro Aveirense (Aveiro), 22 de Fevereiro no CCOP (Porto) e a 29 de Fevereiro no Stereogun (Leiria).

"Bodies" é o novo single de apresentação do disco, contando com um teledisco da autoria de André Tentugal, Vasco Mendes, Angela Bismarck e João Vieira. "My lips are sealed" foi o primeiro single a ser retirado deste novo disco e conta também com um visualizer da autoria de André Tentugal.

25/12/2019

CATARINA BRANCO | "Clitóris [Conan Osiris Remix]"


O ano da Catarina Branco começou com o seu EP de estreia “Tá Sol”. “Clitoris”, a música de abertura, chega agora no fim do ano com uma roupagem nova, vestida por Conan Osiris. 

Se a Catarina Branco já tinha vestido as canções de Conan Osiris nalgumas ocasiões, agora os papéis invertem-se, assinalando a sua amizade e mútua admiração ainda a tempo do Natal.

ALDINA DUARTE | Lux Frágil

24/12/2019

JIMMY P | “Slow Motion”


“Slow Motion” é o 5º single oficial daquele que será o 4º álbum de originais do artista Jimmy P, a ser editado em 2020 e de nome "Abensonhado". Surge após lançamento de "Até Voltares", tema com a colaboração de Fernando Daniel, “Vais Alinhar“ com participação de Djodje e Nelson Freitas, “Contigo” com a participação de Carolina Deslandes e “Ano Novo” com a participação de Deejay Télio.

Este single irá integrar, também, o alinhamento do concerto de celebração dos 10 Anos de Carreira de Jimmy P que se realiza a 22 de Fevereiro de 2020 no Coliseu Porto Ageas.

LINDA MARTINI EM CONCERTO

23/12/2019

OURO, INCENSO E BIRRA | Marvila


Começa a ser já tradição em Marvila. No arranque do Janeiro o Lisbon Beer Department abre as portas às suas fábricas para receber o bairro e a cidade numa tarde longa de cantares das janeiras. Em 2020, o Ouro, Incenso e Birra acontece a dia 11, transformando o eixo entre a Rua do Açúcar, Capitão Leitão e Pereira Henriques, no palco para um circuito de showcases com alguns dos mais interessantes nomes da nova música portuguesa. 

Confirmados para a terceira edição desta peculiar forma de reinterpretar as janeiras estão Afonso Cabral, Cassete Pirata, Catarinha Munhá, Éme, Esteves, Joana Espadinha, Luís Severo e Marinho. As despesas da dança estarão entregues às escolhas musicais, de João Vaz Silva, Benjamim e Bruno Pernadas.

10º FESTIVAL PORTA JAZZ | Teatro Rivoli

22/12/2019

WHOSPUTO | "Purple Vests"


Os Whosputo preparam-se para lançar o seu primeiro longa duração em 2020 intitulado "Art of Decay".

"Purple Vests" é uma viagem melancólica, ao ritmo de texturas electrónicas e num balanço mais hip hop, em busca de uma cura e de um lugar para o "eu". Música composta por Raimundo Carvalho, produzida por Filipe Paes e masterizada por Hugo Valverde.

O vídeo foi idealizado e realizado por Raimundo Carvalho, Produção de Videolotion, Edição de Joana Peralta, Direcção de Arte por Maquilharte.


WICKED YOUTH | "Wysis"


Os Wicked Youth acabam de revelar "Wysis", o segundo single de avanço para o álbum a editar em finais de Fevereiro de 2010. Este tema teve direito a videoclip.

Wicked Youth é uma banda de Paredes de Coura que não tem medo de assumir a sua influência rock. Depois de algumas mudanças, o quarteto é agora composto por Sérgio Sousa na bateria, Vasco Ferreira na guitarra e na voz, Ricardo Fernandes na guitarra e Miguel Carvalho no baixo.

21/12/2019

ANDRÉ RITO | Discurso Direto


Quando passam dois anos sobre a morte do guitarrista dos Xutos & Pontapés, foi lançado recentemente "Zé Pedro - Uma Biografia", escrito pelo jornalista André Rito e ilustrado por Pedro Lourenço e que se junta a outros títulos que a editora Suma de Letras tem publicado. Hoje em "Discurso Direto" é meu convidado André Rito.

Portugal Rebelde - A primeira biografia do guitarrista Zé Pedro é ilustrada e pensada para um publico jovem?

André Rito - Julgo que esta biografia abrange um espectro alargado de leitores. Sendo um livro ilustrado, essa componente torna, eventualmente, a leitura mais simples para os mais novos, embora não creio que se destine exclusivamente a estas faixas etárias. O livro procura contar uma história possível entre muitas que o Zé Pedro viveu. Neste caso, tentando mostrar um lado menos conhecido da vida do guitarrista, através de pequenas histórias e episódios laterais que nos ajudam a compreender as suas múltiplas facetas, do músico de rock ao divulgador de cultura, na radio, televisão e nos jornais, do seu lado mais boémio na época do Johnny Guitar à pessoa generosa e sensível que tocou tanta gente em Portugal.

PR - Como é que foi pensada e organizada esta biografia?

André Rito - A ideia foi recolher testemunhos de quem privou com o Zé Pedro, em diferentes momentos da sua vida. Foram dez entrevistas feitas a familiares, amigos, músicos, colegas de banda, e jornalistas. Houve uma ideia que sobrou de todas estas conversas: o Zé Pedro era genuinamente uma pessoa boa, generosa, preocupada com toda a gente. Há dias li uma frase muito certeira que alguém escreveu a propósito do Zé Pedro: ele tinha a capacidade de fazer os outros sentirem-se importantes. E isto diz muito sobre a personalidade de uma pessoa tão consensual na sociedade portuguesa.


PR - A família, a paixão pela rádio, os ídolos e a fundação dos Xutos & Pontapés são alguns dos temas abordados nesta obra. Há aqui alguma “história” que merece ser destacada?

André Rito - O Zé Pedro teve uma vida sempre muito intensa. Fruto das suas vivências e dos muitos contextos em que viveu: destacaria talvez o dia em que ele chegou do seu primeiro interrail, em 1977, durante o qual assistiu a um festival punk com Sex Pistols e The Clash. Como era Verão, viajou directamente até ao Algarve, onde a família passava férias, e fechou-se na casa de banho assim que entrou em casa. Saiu de lá com o cabelo rapado, algo a que os avós não acharam grande piada, e, para mim, este foi o momento em que nasceu o Zé Pedro dos Xutos & Pontapés. Apesar de não saber ainda tocar, de estar longe de uma banda de rock, essa viagem teve uma influência decisiva no desejo de formar uma banda. Estava totalmente no espírito do punk desses tempos: do it yourself, fazer acontecer. E assim foi. Os Xutos começaram pouco depois.

PR - No prefácio deste livro, Tó Trips afirma que o Zé Pedro “era uma pessoa atenta ao que se passava ao seu redor, atenta ao mundo e atenta aos outros.” Foi um pouco de tudo isto que fez do Zé Pedro um ser humano tão amado por todos?

André Rito - Sim, o Zé Pedro era uma pessoa muito atenta e verdadeiramente preocupada com os outros. E isso notava-se até na forma como falava ao telfone com os amigos, sempre carinhoso. Num dos meus encontros com ele, numa altura em que fiz um artigo sobre a história do punk em Portugal, estávamos a almoçar e ele ligou ao Ribas, dos Censurados, para me dar uma entrevista, e esse carinho que ele tinha pelos amigos notava-se até no tom de voz. Sempre com uma enorme disponibilidade para ajudar. Costumava dizer que para falar de rock’n’roll tinha sempre tempo.

PR - Para terminar, o “segredo” da longevidade dos Xutos & Pontapés passa muito pela figura do Zé Pedro, enquanto elemento fundador da banda?

André Rito - Eu diria que os Xutos & Pontapés são fruto persistência do Zé Pedro. Foi ele o elemento agregador de todos os restantes, além de ter sido o fundador, juntamente com Zé Leonel, quando a banda tinha o nome de “Delirium Tremens”. O Zé Pedro, não sendo um músico de excepção, no sentido técnico, tinha uma visão muito realista do que era fazer uma banda, do que estava para além da música. Foi ele que entregou a cassete do “Sémen” ao António Sérgio, numa madrugada em frente à Renascença, que daria origem ao primeiro disco. E persistiu muito: se no início teve de aprender a tocar, depois acabou por desenvolver um estilo próprio, inconfundível, muito em jogo com a bateria, e sempre imprevisível. Essa característica era, na minha opinião, fundamental no som que os Xutos faziam ao vivo com o Zé Pedro. Mesmo assim, acho que a banda continua a ter um som poderoso ao vivo, com o Gui a fazer as vezes do Zé Pedro, no sax.

DAVID FONSECA | "White Chritmas"


É já uma tradição, a chegada do vídeo com a canção de Natal com que há largos anos David Fonseca presenteia os seus fãs e o público em geral. Para 2019, a canção escolhida foi "White Chritmas", um clássico desta época do ano escrito por Irving Berlin no início da década de 40 do século passado.

Com a versão original cantada por Bing Crosby, a recriação de David aposta numa sonoridade contemporânea aliando-se a um vídeo bem disposto. Captado num só take, as renas e o trenó foram substituídos por uma "moderna" bicicleta”, um objecto fétiche de David Fonseca presente noutros videoclips do artista e que, curiosamente, usa regularmente nas suas deslocações pessoais.

WHITE HAUS, MEERA E WHALES SÃO OS PRIMEIROS NOMES DAS NOVAS QUINTAS DO TEATRO AVEIRENSE EM 2020


Os primeiros meses do início da década nas Novas Quintas do Teatro Aveirense ficam a cargo do artista White Haus (9 Janeiro), da bandas Meera (6 Fevereiro) e Whales (12 Março).

A Sala Estúdio tem sido ao longo de três anos um “tubo de ensaio" para apresentações ao vivo de vários artistas, com estilos muito diferentes, como Benjamim, Mai Kino, Luís Severo, Filipe Sambado, Sensible Soccers, entre outros. Tornou-se inclusive num ponto obrigatório do circuito nacional de artistas emergentes.

A primeira sessão está entregue a João Vieira é White Haus (dj, músico e produtor), a 9 de Janeiro. Editou 5 álbuns com X­Wife, banda que fundou e da qual é vocalista, guitarrista e co­produtor. Com o alter­ego White Haus, deu início à aventura da composição e produção eletrónica. O resultado deste processo foi a edição de um ep em 2013 e três álbuns: “White Haus album” em 2014, "Modern Dancing" em 2016 e “Body Electric”, o novo disco editado em Outubro de 2019.

MEERA é um trio de música eletrónica, que sobem ao palco da Sala Estúdio dia 6 de Fevereiro. Estes músicos encontraram na cidade do Porto a energia certa para estas canções. Contam com uma eletricidade contagiante capaz de fazer o público danlar toda a noite. Encontraram o seu conforto na exploração do escapismo, na procura incessante de amor e reconhecimento, mesmo que isso implique alguns desgostos amorosos.

Em 2018 lançam o seu primeiro álbum “Whales”, do qual saíram singles como “Ghost”, nomeado para categoria Low Budget do Berlin Music Video Awards e “Twerp” que estreou na revista online britânica Clash Magazine. Em 2019, os Whales decidem lançar um conjunto de remisturas feitas por esses mesmos artistas, que trazem uma nova perspetiva às suas músicas. “Ghost” foi remisturada pelo artista Francês “Fragrance.”, com quem se cruzaram aquando do Festival Monitor (organizado pela Fade-in) em Leiria. 

“How Long” foi remisturada pela dupla eletrónica da Indónesia “Bottlesmoker”, apresentados por amigos que foram estudar durante um ano para a Indonésia. Dia 12 de Março, actuam nas Novas Quintas do Teatro Aveirense, na Sala Estúdio.

20/12/2019

CAPITÃO FAUSTO & ORQUESTRA FILARMONIA DAS BEIRAS | Campo Pequeno


Com os olhos postos no futuro, os Capitão Fausto terminam o ano com o anúncio de um concerto especial a 7 de Março de 2020, no Campo Pequeno, em Lisboa, que contará com a participação da Orquestra Filarmonia das Beiras. A data, para a qual já se podem adquirir bilhetes, sucede a 11 concertos, em teatros e com a formação tradicional da banda, durante os meses de Janeiro e Fevereiro.

O ambicioso formato que os Capitão Fausto levam ao Campo Pequeno marca também a passagem de um ano sobre a edição do seu quarto álbum de originais, “A Invenção do Dia Claro”, que consta das principais listas dos melhores discos nacionais para a imprensa especializada. Em 2019 o reconhecimento traduziu-se igualmente na atribuição do Globo de Ouro na categoria de Melhor Intérprete, nos mais de 50 concertos de norte a sul do país, com passagem pelo Rock In Rio Brasil, e na celebração dos seus 10 anos de existência.

Quatro discos depois, a carismática personalidade musical de Tomás, Salvador, Francisco, Manuel e Domingos junta-se à Orquestra Filarmonia das Beiras, composta por 48 músicos de cordas, sopros e percussão - de diversas nacionalidades e com uma média etária bastante jovem -, cuja direcção artística e arranjos para este espectáculo é da responsabilidade do Maestro Martim Sousa Tavares e da banda.

No dia 25 de Dezembro encontra-se já esgotada a lotação do Musicbox, em Lisboa, que acolhe pela terceira vez um concerto dos Capitão Fausto no dia de Natal.

VALETE EM CONCERTO


Valete atuou novamente perante um Capitólio esgotado, esta quarta-feira, dia 18 de Dezembro, tal como já tinha acontecido nos dias 14 e 15. Depois de 3 noites de celebração na emblemática sala do Parque Mayer, em Lisboa, o rapper actua este sábado, dia 21, no igualmente lotado Hard Club, no Porto.

Nestes concertos Valete propõe uma visita guiada à sua obra, apresentando temas mais recentes como “Rap Consciente”, “Samuel Mira” ou “Colete Amarelo” e alguns dos clássicos, dos seus 2 primeiros álbuns, “Educação Visual” e “Serviço Público”. Os espectáculos encerram um ciclo na sua carreira e marcam o início de outro, uma vez que se encontra a preparar o próximo álbum, "Em Movimento", sem abandonar a estrada e os concertos ao longo de 2020.

No Porto, tal como em Lisboa, a primeira parte fica a cargo de DJ Ride, que terá como convidados os rappers Phoenix Rdc, Xeg e Chippie. Mais do que um concerto será um evento de celebração da cultura Hip Hop.

OS QUATRO E MEIA | Porto


O tempo é o nosso bem mais precioso. Todos queremos tempo, todos precisamos de mais tempo, todos gostávamos que o tempo parasse. No entanto, mesmo quando o tempo se detém e colabora connosco, queremos “só mais um instante”. Esse instante representa a ideia de que podíamos sempre fazer algo mais com uns segundos, uns minutos, umas horas adicionais. Mas será que faríamos mais? Faríamos melhor? Faríamos, sequer, o que queríamos fazer?

“Só Mais Um Instante” é um espectáculo ímpar de uma banda de 6 músicos que correm ao lado do tempo, respeitando o seu poder e tentando ganhar o seu respeito, mergulhando em momentos e emoldurando memórias.

Pela primeira vez na Super Bock Arena - Pavilhão Rosa Mota, dia 24 de Outubro de 2020, Os Quatro e Meia regressam à cidade invicta após passagem pelo Festival MEO Marés Vivas (2019) e consecutivas enchentes no Coliseu do Porto (2018) e Casa da Música (2017 e 2016).

GOBI BEAR | Hard Club

19/12/2019

EM DIA DE ANIVERSÁRIO CAPICUA APRESENTA NOVO SINGLE


Depois de na passada terça-feira ter apresentado ao vivo, em primeira mão, os temas que integram o seu próximo disco “Madrepérola”, no Teatro da Trindade INATEL, em Lisboa, Capicua revela hoje o seu novo e muito doce single “Planetário”. E o dia é muito especial, já que é o dia de aniversário da própria Capicua!

A rapper foi recebida de braços abertos e com uma ovação em pé no Teatro da Trindade, que encheu para ouvir “Madrepérola”, o novo álbum que chega às lojas no dia 17 de Janeiro.

“Planetário”, o single que agora é revelado, foi escrito por Capicua com Mallu Magalhães, que também toca guitarra no tema. O beat ficou a cargo de Stereossauro e a produção é de D-One.

Tal como no single anterior, “Último Mergulho”, o vídeo deste “Planetário”, que retrata com delicadeza e simplicidade corpos de mulheres como esculturas vivas, também foi realizado por André Tentúgal.

A «Planetário» é a mais cor-de-rosa das músicas do novo disco. Acho que não escrevia um tema tão doce desde a ‘Casa no Campo’. E tratando-se de doçura, a Mallu era a parceria perfeita. Que privilégio poder contar com a sua alegria! O beat é do Sterreossauro, com arranjo de D-One, baixo de Pedro Geraldes e guitarra da Mallu. É um tema romântico em todos os sentidos. E um bom exemplo de três coisas que tentei explorar neste disco: o lado solar da minha escrita e da minha música, a ligação ao Brasil e a mistura de instrumentos tocados com beats sample-based, num equilíbrio entre um método de composição mais típico do hip hop e a organicidade dos instrumentos. 

O vídeo é novamente de André Tentúgal, com quem tenho desenvolvido os conteúdos visuais do disco. A ideia é retratar corpos de mulheres como esculturas vivas, mostrando os detalhes da pele com cuidado e deixando revelar as constelações que se desenham entre sinais, como quem une os pontos. Delicadeza e simplicidade. Sendo que, num mundo em que tudo é carregado de estímulos e saturado de informação, pode dizer-se que estes quatro minutos de vídeo abrem espaço à poesia e à contemplação.


JOANA CARRIÇO | "Lumina"


"Lumina" é o primeiro livro da fotógrafa Joana Marçal Carriço. Esta obra reúne uma selecção de fotografias ao vivo de mais de 50 bandas nacionais e internacionais que passaram pela lente de Joana Marçal Carriço, quer em salas pequenas, quer nos principais auditórios nacionais: Moonspell, Dark Tranquillity, Thy Antichrist, Karbonsoul, Mastodon, Abbath, Septicflesh, Miss Lava, ROTTING CHRIST, We Are Killing Ourselves, Obituary, Flesggod Appoocalypse, são apenas algumas dessas bandas.

A nota prévia de Lumina tem a pena do ilustre Seth Siro Anton, artista gráfico de renome e vocalista da banda Septicflesh. Para o prefácio foram escolhidos António Melão (Cameraman Metálico), considerado o "pai" da fotografia de concertos de metal em Portugal e Pedro Pedra, vocalista da banda de Death Grind "GROG".

[A Joana] tem fotografias de tal forma pujantes, com cores dinâmicas e focadas intensamente na expressão, que somos instantaneamente encaminhados para a principal personalidade e identidade única de cada artista.”  - Seth Siro Anton (Septicflesh)

MEU GENERAL | Porto

BRANKO | Teatro Tivoli BBVA

18/12/2019

MELHORES DO ANO 2019

Em tempo de balanço, o Portugal Rebelde revela hoje os 20 melhores discos nacionais de 2019.



1º Sensible Soccers - Aurora

2º Miramar - Miramar

3º Mão Morta - No fim era o frio

4º Capitão Fausto - A invenção do dia claro

5º Manel Cruz - Vida Nova

6º Glockenwise - Plástico

7º Stereossauro - Bairro da Ponte

8º Montanhas Azuis - Ilha de Plástico

9º Aldina Duarte - Roubados 

10º Luís Severo - O Sol voltou

11º Salvador Sobral - Paris, Lisboa

12º Ricardo Ribeiro - Respeitosa Mente

13º Camané e Mário Laginha - Aqui está-se sossegado

14º Gaiteiros de Lisboa - Bestiário

15º Maria Reis - Chove na sala, água nos olhos

16º Afonso Cabral - Morada

17º Marinho - Marinho 

18º Dada Garbeck - The ever coming

19º Little Friend - A substitute for sadness

20º Emmy Curl -  ØPorto

FILIPE SAMBADO | "Jóia da Rotina"


Filipe Sambado está de regresso com "Jóia da Rotina", single com teledisco realizado por Miguel Afonso, que antecipa "Revezo", o terceiro longa-duração a ser editado nas lojas físicas e digitais dia 24 de Janeiro de 2020 pela Valentim de Carvalho.

"A ideia de novos lares, novas formas de amar e novas tradições, parecem-me ser o que salta à vista do vídeo. Xs santinhxs, os ícones kitsch e esta estética religiosa, traduzem bastante bem e introduzem a sensação de estarmos a viver num souvenir. Temos um casaco edredão, que nos protege de todos os males e nos traz todo o conforto e proteção divina. Um sofá no meio da selva ou um quarto numa loja de ímans religiosos e de traços em vias de extinção ou com novas identidades." (Filipe Sambado)

17/12/2019

MARTA REN | Porto


É já no próximo dia 28 de Dezembro que Marta Ren concretiza um sonho: cantar as suas músicas "acompanhada de uma orquestra: a incrível Orquestra Jazz de Matosinhos”.

Com formação em canto jazz, a cantora realiza agora um desejo antigo: “inundar” a Avenida dos Aliados no Porto com uma onda de groove ao lado de uma das suas orquestras favoritas, recriando, com novos arranjos, o seu primeiro disco a solo, "Stop, Look, Listen" e revisitando alguns dos seus clássicos favoritos do cancioneiro americano.

"A primeira palavra que me vem à cabeça quando penso neste concerto é: Maravilhoso! Será no coração da minha cidade, na Avenida dos Aliados, e o meu quase rebenta ao pensar nisto tudo junto.“

TOCA NA BAIXA | Hard Club

16/12/2019

THE LEGENDARY TIGERMAN ANUNCIA DIGRESSÃO EM FORMATO ONE MAN BAND


Inspirado no velho formato de one-man-band nascido nas margens do Delta do Mississipi.

É assim que começa a biografia oficial de The Legendary Tigerman. E assim tem sido nos últimos 20 anos. A primeira frase sempre foi o mote, a fundação de tudo, quase como um mantra que ecoaria em cada canção de Paulo Furtado. Mas o homem tigre vestiu muitas peles, galgou terreno nos 5 continentes, abraçou cada um de nós, fosse na sala mais pequena do Japão ou no maior festival da Europa.

Tigerman fez-se de muitas formações, muitos formatos para entregar o Rock n’ Roll como só ele sabe... em doses desmedidas de turbulência e agitação, exactamente como tem de ser. 20 anos depois da estreia a solo, The Legendary Tigerman regressa ao palco novamente sozinho, acompanhado apenas da sua guitarra, um kit de bateria e um kazoo.

Serão 11 cidades, 11 celebrações do mais puro Rock n’ Roll e blues. Únicas e irrepetíveis. Únicas e apetecíveis.

Queria começar um projecto que fosse lendário logo à partida, como uma provocação” dizia, altivo e sagaz, The Legendary Tigerman no início da sua carreira.

Pois então que se celebrem as provocações no tempo do politicamente correcto. Celebre-se o amor às causa Celebre-se o Rock n’ Roll lendário... em cada noite, em cada cidade, como se fosse a última vez.

CARTAZ | Concerto

/>