05/06/2020

JORGE PALMA AGRADECE TODO O RECONHECIMENTO RECEBIDO NO DIA DO 70.º ANIVERSÁRIO


O dia do 70.º aniversário do Jorge Palma foi intenso, cheio de amor e gratidão. Ao grupo de mais de 50 amigos que tomaram conta das redes sociais de Jorge Palma juntaram-se muitos outros, num abraço coletivo que contagiou o País nesta quinta-feira. Família, amigos, companheiros de estrada, comunicação social e o Presidente da República, ninguém quis passar o dia 4 de Junho de 2020 sem saudar o aniversariante que completou 70 voltas ao Sol.

Jorge Palma agradece todo o carinho que recebeu, oferecendo a todos esta mensagem que termina com uma surpresa apontando para o futuro porque "enquanto houver estrada para andar, a gente vai continuar".

PAULO GONZO | "Está Tudo Bem"


Paulo Gonzo acaba de estrear um novo single e vídeo "Está tudo bem", já disponível nas plataformas digitais. O novo tema é um dos originais retirado do álbum "Essencial", a ser editado entre Setembro e Outubro.

Só mesmo as canções parecem dispor do sortilégio que lhes permite adaptarem-se a ocasiões especiais das nossas vidas. Olhemos, ouvindo, o inédito que Paulo Gonzo nos oferece agora “Está Tudo Bem”, a frase que tanto procurámos, fosse qual fosse a origem. Órgão e guitarra em tensão, à maneira do artista, conduzem-nos aonde queríamos: “Parece um espanta-medos a falar e a dizer – está tudo bem, eu já cheguei”. 

É inevitável que, por agora, ouçamos este “Está Tudo Bem” de uma forma particular. Não é menos seguro que, quando os ventos e as marés voltarem a uma passada normal, estas cantigas ganhem outros contornos, sinais, lugares, sentidos. Como acontece sempre com o património artístico acumulado por Paulo Gonzo.

FERNANDO FERREIRA | "Mantenhas"


Fernando Ferreira edita hoje o álbum "Mantenhas".

"Na canção que abre “Mantenhas”, último álbum do surpreendente Fernando Ferreira, ouvimos o som de uma percussão. É um som que existe como porta de entrada para uma viagem que não sabemos onde nos leva, um som que nos habitua à estranheza de um caminho mesmo antes de sabermos se é sequer um caminho.

Tudo neste trabalho é um apelo.

À tolerância – porque cada uma das canções vive do enorme desafio de unir continentes, culturas e pele.

À liberdade – porque é um trabalho aberto ao mundo e à sua diversidade. Com a extraordinária capacidade de nos permitir alargar o mundo como apenas os africanos conseguem. Mas também com o talento de juntar às origens uma influência cosmopolita europeia.

A África de Fernando Ferreira, a que ouvimos nestas canções que agora apresenta ao mundo, é um continente quase metafísico. Vive da memória de si e de um lugar de felicidade, mas que não é um lugar exato, um bocadinho como se fosse uma refeição de infância, irrepetível, única e pura. De alguma maneira, “Mantenhas”, o mesmo que dizer “Saudação”, corresponde a uma procura mítica de uma pureza perdida, a procura de um mundo em que exista luz, campos abertos e uma ideia de felicidade – seja isso o que for.

Nestas magníficas canções estão as mornas e a coladeira, mas também a música dos portos do mediterrâneo ou o jazz. Estão a MPB e um fado que dificilmente é reconhecido sem escavação, trabalho para arqueólogos, viajantes ou sonhadores.

É um álbum de um homem sem pátria, mas que nunca será apátrida. Fernando Ferreira é o contrário disso, alguém que deseja carregar todas as pátrias que em si conseguirem caber. Ele próprio canta que “não amou por desejar o mundo inteiro”, num dos versos mais bonitos de “Mantenhas” da autoria do João Afonso.

Se na primeira canção uma porta se abre, na última exalta-se a vida com um final de festa que nos apela a que sejamos maiores, que nos chama para uma dança que, como o amor, nos poderá salvar das cinzas de um tempo cinzento e obscuro.

Para ouvir.

E guardar sempre que precisarmos de viajar sem bagagem, livres como as crianças. Desamparados num amparo de liberdade." (Luis Osório)


MAURA AIREZ | "Meu Amor é Marinheiro"


Depois da interpretação do tema “ Dois Corações”, dos Melim, Maura Airez, interpreta agora o fado da maior fadista portuguesa. Meu Amor é Marinheiro” é um dos temas de maior sucesso de Amália Rodrigues, com melodia de Alain Oulman. Um poema inspirador de Manuel Alegre que fala de liberdade e da ânsia de a conquistar, composto num período em que se vivia a claustrofobia da censura e que, por essas razões, muitas das vezes, foi proibido de ser cantado e escutado. Agora, Maura Airez, a princesa do fado, canta este belíssimo tema com a sua voz encantadora que transmite toda a liberdade que a música precisa expressar.

No ano em que a diva do fado, falecida em 1999, faria cem anos, esta é a forma de Maura homenagear a artista, que não conheceu, mas cujas lições de fado tem seguido desde sempre.

E agora, “Silêncio que vai se cantar o Fado”.

04/06/2020

JORGE PALMA | 70 Anos de Vida


Jorge Palma faz 70 anos e é um dos poucos artistas portugueses que escreve, toca, compõe, canta, arranja e produz. Tem uma longa carreira recheada de discos marcantes e canções que sabemos de cor, e que constituem capítulos relevantes da história da pop portuguesa. É um artista transversal e intemporal, um clássico, uma referência, uma instituição. Já podia ter nome de rua ou estátua na praça, mas garantidamente é um dos nomes de que todos, unanimemente, nos orgulhamos por ser dos nossos.

Jorge Palma aprendeu piano no conservatório e tocou nas ruas e no metro. Foi ao Festival da Canção e fez o tema título da mítica série de televisão “Zé Gato”. Teve bandas como os Sindicato (com Rão Kyao, entre outros) ou o Palma’s Gang (supergrupo com Flak e Alex Cortez dos Rádio Macau e Zé Pedro e Kalú dos Xutos). Cruzou-se com artistas tão diferentes como Amália Rodrigues, Tonicha, Censurados, Sérgio Godinho, Amélia Muge, José Barata Moura ou João Pedro Pais.

Estreou-se na Valentim de Carvalho a solo em 1975 com “Com uma viagem na palma da mão”. O disco composto em Copenhaga, enquanto exilado político. Um disco de libertação (ou não tivesse acontecido o 25 de Abril há poucos meses...), dores de crescimento e de procura de uma voz, já com os primeiros esboços daquilo que viria a ser a canção à Palma, povoada de histórias longas de poesia narrativa e sem espartilhos métricos. Uma busca extensível à música e aos arranjos, sob influências várias, do rock progressivo ao jazz, passando pelo musical e pela música psicadélica, com espaço para momentos mais intimistas ao piano.

Parabéns Jorge Palma!


COLISEU DOS RECREIOS REABRE A 13 JUNHO, COM RUA DAS PRETAS


Pierre Aderne e os músicos da Rua das Pretas foram convidados pelo Coliseu para o espetáculo que na noite de 13 de Junho, às 21.30, vai marcar a reabertura do Coliseu dos Recreios em Lisboa, depois de três meses encerrado devido à pandemia provocada pelo coronavírus.

Será um evento muito especial já que músicos e espetadores, estarão todos em palco, com uma lotação muito reduzida, para celebrar o Santo António e o lançamento do single duplo, "Lisboa de janeiro“ e “A sombra do meu chapéu“ do novo álbum da Rua das Pretas.

O público estará como se estivesse em sua própria casa para voltar a vivenciar a música, o vinho e a partilha numa das mais emblemáticas salas da Europa, que antes recebia até 4.000 pessoas por concerto e por onde já passaram muitos dos maiores artistas mundiais.

Todos os espetadores serão recebidos à porta pelos organizadores, sendo depois encaminhados para os lugares marcados no palco do Coliseu, que estão de acordo com o espaçamento sugerido pela DGS. Cada pessoa receberá à entrada como oferta um copo de vinho com o seu nome para poder desfrutar em segurança do concerto e beber os vinhos selecionados pelos “ wine roommates “ da Rua das Pretas.

03/06/2020

BIZARRA LOCOMOTIVA EDITAM “ÁLBUM NEGRO” E “MORTUÁRIO” EM CASSETE


Os históricos Bizarra Locomotiva lançam pela primeira vez os discos "Álbum Negro" (2009) e "Mortuário" (2015) no formato Cassete Tape. Enquanto preparam o seu sétimo álbum de estúdio (com data de edição inicialmente prevista para 2020), os Bizarra Locomotiva oferecem assim aos seus fãs mais 2 objectos de culto.

SEQUIN | "Milvus"


Sequin lançou esta segunda-feira, 01 de Junho, um novo vídeo para o tema "Milvus", em jeito de celebração do Dia da Criança.

"Milvus" é uma das músicas de "Born Backwards", álbum produzido por Xinobi, editado em 2018 e do qual também fazem parte os singles "Honey Bun", "Queen", "Loveless" e "Borderline".

Entretanto, Sequin já se encontra a trabalhar no seu próximo disco, o quarto registo de originais, que contará com o apoio à edição fonográfica da Fundação GDA.

L-BLUES | "Luz"


A banda L-Blues lançou a 1 de Junho o seu terceiro disco que se chama “Luz”, com distribuição mundial em todas plataformas digitais.

O disco foi produzido por Paulo Miranda no Amp Studio em Viana do Castelo e contou com a participação especial de David Martins nas teclas no tema "Ausência" e da vocalista Vera Fernandes da banda Barcelense Demure.

O conceito poético para este disco é baseado na “Esperança” e na certeza de haver sempre a esperança de encontrar a luz no fundo do túnel!

"Luz" é um disco bastante eclético, mais polido na sonoridade e conceito estético da banda, mas mantem a visão artística de juntar o Blues, o Rock, folk com a poesia em português.

02/06/2020

FESTIVAL ARTES À VILA | Mosteiro da Batalha


As Capelas Imperfeitas e o Claustro Real do Mosteiro Santa Maria da Vitória, recebem no sábado 27 de Junho, concertos do músico portuense Manel Cruz e do antigo vocalista dos Jafumega - Luís Portugal, o Gajo e o rancho folclórico Rosas do Lena. O Artes à Vila será apresentado pelo oVo Mau a partir das 20.30h.

Com uma edição dedicada à música nacional o Artes à Vila estará disponível nas plataformas online do festival e pode assistir sem sair de casa aos concertos.

Neste contexto excecional e imprevisível, o Artes à Vila realiza-se sem público e em direto do Mosteiro da Batalha, apoiando a economia da cultura a manter a música bonita a tocar e, celebrar com os portugueses a cultura e o património nacional.

LUTA LIVRE | "O Problema é o Sistema"


LUTA LIVRE é o novo projecto do músico Luís Varatojo que resulta de um olhar interventivo sobre a sociedade e a actualidade. Nas palavras do jornalista Manuel Halpern:

É música de intervenção alicerçada na melhor tradição de Zeca Afonso, José Mário Branco, Clash ou Gil Scott-Heron, mas com uma linguagem estética aplicada à vida contemporânea, feita de ecrãs, redes sociais, frases curtas, movimentos rápidos. Musicalmente, também responde a essa nova essência mesclada, algures entre o jazz, o pop e o hip-hop, mas sem nunca se dispersar ao ponto de pôr em causa a clareza da mensagem. Mudam-se os tempos mudam-se as canções. Mas a Luta continua.

O escritor José Luís Peixoto acrescenta: “Desde há 46 anos que, em Abril, regressa a memória daquilo que o sonho de liberdade é capaz. Precisamos muito de quem nos avive essa memória. Ainda bem que continua a haver quem não tenha medo de dizer certas palavras, de cantá-las.”

Depois de dar a conhecer canções como “Política” (com a colaboração de Ricardo Toscano no saxofone e do coro Gospel Collective), “Ninguém Quer Saber” (com Kika Santos) e “Iniquidade” (com o saxofonista Edgar Caramelo), é altura de revelar um novo tema, “O Problema é o Sistema”, que volta a contar com a participação de Kika Santos.

SEAN RILEY | Teatro José Lúcio da Silva


Sean Riley atua (a solo) na reabertura ao público do Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, no dia 5 de Junho, sexta feira, pelas 2130h.

Seguindo todas as medidas de segurança definidas pela DGS os fã poderão assistir ao espectáculo (de 30 minutos) mediante a compra de bilhete aqui ou, em alternativa, no facebook do Teatro.

01/06/2020

THE MIAMI FLU | "New Season"


"New Season" é o single de avanço do novo disco dos The Miami Flu que se apresentam com nova sonoridade e nova formação - Pedro Ledo, Luís Matos e Tiago Sales. É nítido o amadurecimento da banda em relação ao trabalho anterior ‘Too Much Flu Will Kill You’ editado em 2016. ‘Quisemos com este disco uma coisa super hi-fi, hiper realista e polida para contrastar com o lo-fi que fazíamos no disco anterior’.

Com um refrão synth rock - sem guitarras - e uns versos mais "laidback" esta "New Season" é a primeira música do álbum e fala essencialmente de mudança e adaptação a novas realidades, presentes e futuras. Em termos sonoros percebemos que a banda mantém o rock psicadélico mas olham-no de uma forma diferente, mais polida. Um elogio da técnica que metamorfoseia a realidade, também ela em constante evolução, irrepetível como o passado e contínuo como o futuro. Nada nunca mais será igual.

A capa do single ficou a cargo de Serafim Mendes, artista portuense, que trabalha o conceito estético de 3D hiper realista e sensorial "que encaixou exatamente no que procurávamos - o foco nas texturas e luz".

O disco foi gravado e produzido pelo Zé Nando Pimenta dos Estúdios Meifumado e chega ao mercado em Outubro do presente ano com selo da editora portuense Saliva Diva focada na cena underground portuguesa. Até lá aproveitemos a "New Season".

AMÍLCAR CABRAL HOMENAGEADO POR BANDÉ-GAMBOA


Bandé-Gamboa é um projeto que envolve duas bandas all-star, criado para reinterpretar temas extremamente raros da Guiné-Bissau e Cabo Verde, dedicados à memória de Amílcar Cabral, a força intelectual e estratégica por detrás da independência dos dois países, cujo sonho era que eles permanecessem um só.

Bandé-Gamboa tem direção artística do conhecido DJ, beat digger e produtor francês de hip-hop e funk, Guts, que coleciona no seu repertório colaborações com nomes como Patrice, Coddy ChesnuTT, Grand Puba ou Masta Ace.

O conceito e produção executiva ficaram a cargo do DJ e investigador português Francisco “Fininho” Sousa, ex-membro e cofundador dos Celeste/Mariposa que construíram uma coleção reconhecida de discos, cassetes e CD’s de música esquecida dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP). O disco “Horizonte” é editado mundialmente a 12 de Junho pela editora parisiense Heavenly Sweetness.

Nas palavras de Francisco “Fininho” Sousa a missão deste projeto é “dar ao Gumbé e ao Funaná visibilidade internacional partindo da tradição para uma sonoridade mais urbana, contando com alguns dos maiores talentos dos dois países”.

31/05/2020

CUCA ROSETA | "Amália Por Cuca Roseta"


A morte só mata quando deixamos. Enquanto celebrarmos a vida que a antecedeu, pode ser contrariada e menorizada. A vida enquanto percurso, enquanto afirmação, enquanto legado e enquanto força capaz de inspirar outros a fazerem o seu próprio caminho. De certa forma, é isso que está por detrás do disco “Amália por Cuca Roseta”.

Mais do que uma homenagem de Cuca Roseta à maior voz do fado, trata-se sobretudo de um agradecimento pessoal a uma mulher e a uma obra que, desde o primeiro momento, se tornaram um alicerce fundamental para o seu crescimento artístico enquanto fadista.

Alinhamento:

01. Vagamundo

02. Lágrima

03. Marcha do Centenário

04. Ai Mouraria

05. Fado Malhoa

06. Fadista Louco

07. Marcha da Mouraria

08. Com que Voz

09. Estranha Forma de Vida

10. Barco Negro

30/05/2020

POP DELL´ARTE | "Transgressio Global"


10 anos depois do último disco de originais, os Pop Dell'Arte estão de regresso, com um álbum novo: "Transgressio Global". O disco contém 20 gravações inéditas da banda e uma versão do clássico "El Derecho de Vivir en Paz" de Vitor Jara.

Entre as surpresas, conta-se também o facto de, pela primeira vez num disco dos Pop Dell'Arte, existirem temas construídos a partir de poemas de outros autores: "Cá, Nesta Babilónia" de Luís Vaz de Camões, "Mellitos Oculos Tuos, Iuuenti", em latim clássico, de Gaio Valério Catulo e ainda "Egô Desóptron Eien (Eγὼ δ’ ἔσοπτρον εἴην )", em grego antigo, um poema anacreôntico de autor e data desconhecidos do final do Império Romano



CLÃ | "Tudo No Amor"


[Véspera em Casa] é uma pequena série de vídeos em que os Clã, cada um no seu canto, tocam versões minimais de alguns temas do álbum "Véspera".

JORGE BENVINDA | "Por Ti"


Jorge Benvinda estreia-se a solo. Na base do seu processo de criação podemos encontrar o amor por tudo e por todos o que o rodeiam. "Por Ti" é o single de avanço deste trabalho.

TIM INAUGURA LIVE@ACASINHA

29/05/2020

SURMA | “Sybille


Surma edita esta sexta-feira, dia 29 de Maio, um tema inédito totalmente feito no período de quarentena. “Sybille” foi a maneira da artista se expressar durante os tempos atípicos que vivemos.

Esta foi uma canção que não estava no planeamento de Surma para 2020, a preparar o seu segundo disco de originais, a artista dividia-se entre a estrada e o estúdio antes da implementação do Estado de Emergência em Portugal devido à pandemia da Covid-19. No entanto, e como muitas outras pessoas, em arço também se confinou em casa e viu toda a sua agenda em pausa e planos em suspenso.

Foi neste contexto de isolamento e nas viagens ao seu subconsciente que surgiu “Sybille”, uma canção que reflete tanto uma exploração do interior de Surma enquanto pessoa e artista, como um escape à realidade que a rodeou durante esse período.

Já sobre o vídeo, gravado, coreografado e protagonizado pela própria em isolamento, Surma explica que a ideia surgiu de ser "uma amante de teatro, performance e de toda e qualquer expressão artística. Dançar não é o termo mais correcto que possa dar a este vídeo, já que não sou lá grande bailarina, mas sim o assumir dessa minha descoordenação. Assumir a estranheza, o que flui naturalmente sem qualquer guião e/ou restrição, seres tu e assumires essa mesma essência! Influenciada por Miranda July meets Kate Bush meets Kabuki Theater!"

“Sybille” não é ainda um tema de avanço do novo disco, mas antes uma resposta de Surma a 2020.

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