17/10/2026

THE MOONLIT WALK | Better Times

“Better Times” é o single de estreia de The Moonlit Walk, carrega o conceito de “The Beginning from the End”. 

“Better Times” conta com Gianfranco Cacciola (vocal principal), Karla da Silva (backing vocal), Bartolo (violão de aço, guitarras e baixo), Zé Ruivo (teclados/sintetizadores) e Marcelo Callado (bateria), com produção musical de Bartolo e Gianfranco Cacciola.

JORGE | Un Blues Sans Fin

O artista franco-português JORGE revela O seu novo single, “Un Blues sans fin”,uma balada íntima que explora a falta e a espera. Com a flauta transversal de MariAn e a guitarra elétrica de Bruno, a faixa mescla suavidade e tensão emocional em um diálogo musical único.

 

16/10/2026

SALVADOR SOBRAL LANÇA “A FLOR DO RECOMEÇO”, O NOVO ÁLBUM DEDICADO À RIQUEZA E POESIA DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA

Salvador Sobral edita hoje A Flor Do Recomeço, um álbum concebido como uma viagem musical e emocional ao coração do Brasil, com onze canções inéditas escritas por alguns dos maiores nomes da cena brasileira clássica e contemporânea. 

Antes mesmo de se tornar cantor, antes dos palcos e da Eurovisão, antes de a sua voz encontrar um lugar próprio, ouviam-se Maria Bethânia no carro da mãe e Chico César no do pai. Dessa memória de infância nasce A Flor do Recomeço, um disco que representa para Salvador Sobral um regresso às fontes essenciais da sua formação musical, longe de qualquer exercício de nostalgia ou aproximação turística. 

O projeto nasce da necessidade de cruzar uma tradição rica com a voz singular de um intérprete português. Concebido em conjunto com o diretor artístico Marcus Preto, o álbum reúne composições inéditas de nomes como Marcelo Camelo e Mallu Magalhães, Joyce Moreno e Paulo César Pinheiro, Chico César e Eveline Sin, Adriana Calcanhotto, Céu, Arnaldo Antunes e Hyldon (com a participação lendária de Ney Matogrosso), Marcos Valle e Tim Bernardes (com Dora Morelenbaum), entre outros. Gravado em São Paulo, no estúdio Dá Pá Virada, o disco contou com a produção musical de Tó Brandileone e um núcleo instrumental composto por Tiago Costa (piano e arranjos de sopros), Fábio Sá (contrabaixo), Conrado Goys (guitarra), Sérgio Machado (bateria) e Felipe Roseno (percussão). 

A meta principal foi evitar clichês: “A ideia não era fazer um ‘disco brasileiro’, mas sim um disco de compositores brasileiros interpretados por músicos brasileiros e cantados por um artista português”, explica Sobral. Essa busca por autenticidade atravessa todo o álbum. O desafio consistia em encontrar uma sonoridade diferente, mas ao mesmo tempo coerente; respeitar a natureza de cada composição sem perder a personalidade do conjunto. Após os ensaios e as sessões de gravação, Sobral e a sua equipa sentiram que tinham finalmente encontrado “o fato adequado” para cada canção. 

Disponível em edição digital, CD e vinil, o álbum transita entre a homenagem e a exploração de novas dimensões artísticas. Após o lançamento, a digressão arranca a 25 de outubro no Teatro Arriaga, em Bilbau, passando por Espanha, Países Baixos, Lituânia e Reino Unido. 

Em Portugal, atua a 2 de março no CCB, 5 de março no Casa da Cultura de Ílhavo e a 6 de março na Casa da Música, no Porto, acompanhado por uma banda europeia formada por Katerina L’Dokova, André Rosinha, Eva Fernández, Joel Silva e Sebastià Gris. Mais datas a anunciar, em breve. 

A Flor do Recomeço não é apenas o título de um álbum. É também uma declaração artística: a constatação de que voltar às origens não significa necessariamente olhar para trás. Às vezes significa encontrar ali a semente original para poder avançar. Salvador Sobral faz isso regressando ao Brasil, às canções que ouviu em criança, aos compositores que admira e a uma tradição musical que acompanha a sua trajetória desde muito antes de o público conhecer o seu nome.

THE MOULDY CAVE SOCIETY | Jake, The Snake

Jake, The Snake é o mais recente single da banda The Mouldy Cave Society, projeto que tem como vocalista Rafael Xavier.

 

LEO MIDDEA | Carnaval

"Carnaval" é o novo single de Leo Middea, um artista brasileiro que tem raízes em Portugal. "Carnaval" é uma faixa calorosa e contagiante.

 

ALÊ BALBO | Clareza

Dando sequência ao álbum Mantras in the Chaos, Alê Balbo apresenta “Clareza”, uma composição que convida o ouvinte a desacelerar, silenciar a mente e mergulhar em um estado de presença e contemplação. 

A faixa tem como uma de suas características marcantes o zumbidor, que traz o som e o movimento do ar, evocando liberdade e espiritualidade. As cascas de jatobá acrescentam texturas que remetem à água e às profundezas, conduzindo o ouvinte a um mergulho interior — um convite à reflexão e ao enfrentamento dos próprios medos. 

As frequências mais altas são preenchidas pelas vibrações dos pratos, ampliando a sensação de expansão, enquanto os tambores nos conectam à terra, ao aterramento e à proteção. “Clareza” une ar, água e terra; profundidade e expansão; liberdade e proteção. Um caminho sonoro para olhar para dentro e, a partir desse mergulho, ver com mais clareza.

 

15/10/2026

MESA | Amor de Papel

Depois do regresso aos palcos em 2025 com dois concertos memoráveis, na Casa da Música, no Porto, e no Lux Frágil, em Lisboa, onde revisitaram os temas mais emblemáticos dos seus 20 anos de carreira, os MESA regressam agora aos originais com «Amor de Papel», a primeira canção inédita da dupla Mónica Ferraz e JP Coimbra desde o álbum «Automático» (2011). 

Com letra e música de JP Coimbra e a voz quente e inconfundível de Mónica Ferraz, «Amor de Papel» cruza uma declaração de amor com a realidade da guerra. A sua sonoridade luminosa contrasta com a gravidade do tema, transformando a distância em desejo de reencontro e o afeto num gesto de resistência.

 

14/10/2026

LINDA MARTINI CELEBRAM 20 ANOS DE "OLHOS DE MONGOL" NO SUPER BOCK SUPER ROCK

Foi em 2006 que os Linda Martini se aventuraram no primeiro disco. Após o EP homónimo de 2004, o grupo arrancou para uma aventura de estúdio com um alinhamento de 9 músicas que ainda hoje constam no imaginário dos seguidores do grupo e que persistem nos alinhamentos dos concertos da banda. 

Reconhecidamente como uma das bandas mais potentes ao vivo do panorama nacional, os Linda Martini distinguem-se por apresentar uma evolução numa sonoridade que começaram a desenhar nas últimas duas décadas e que já os levaram para os grandes palcos em Portugal mas também com apresentações internacionais. 

André Henriques (voz e guitarra), Cláudia Guerreiro (baixo), Hélio Morais (bateria) e Rui Carvalho (guitarra) apontam para que a noite de 6 novembro seja absolutamente especial no sentido em que os Linda Martini tocam todo o álbum conforme ele foi dado a conhecer ao mundo. As celebrações dos 20 anos de “Olhos de Mongol” continuam com mais ações em 2026, que a banda pretende divulgar muito em breve.

13/10/2026

MANUEL JUSTO DOS SENSIBLE SOCCERS APRESENTA "CAMMINANDO DI NOTTE" NO PODCAST 33 ROTAÇÕES

Foto: Carlos Lobo

Já está disponível para aududição no Spotify o novo episódio do Podcas 33 Rotações. Manuel Justo dos Sensible Soccers apresenta na primeira pessoa o álbum "Camminando di Notte", o quinto disco da banda.
 

COELHO RADIACTIVO | Minhas Mãos

Foto: Paula Yubero

Depois de “Fogo Artifício”, Coelho Radioactivo apresenta “Minhas Mãos”, segundo single de antecipação ao quarto álbum do projeto de João Sarnadas, intitulado “Anti-Ontem”, com lançamento agendado para o dia 27 de outubro. 

Construída a partir de duas faces aparentemente opostas, a canção parte de um sentimento de incapacidade perante as pressões do presente para encontrar, num segundo momento, uma possibilidade de resposta através da empatia, do cuidado e da relação com os outros. O lançamento é acompanhado por um videoclipe realizado pela cineasta Tânia Dinis. 

Se “Fogo Artifício” colocava em confronto a luminosidade da música com a incerteza de um presente onde o passado parece cada vez mais distante e o futuro difícil de antecipar, “Minhas Mãos” dirige o olhar para a capacidade — ou incapacidade — individual de agir perante aquilo que acontece em redor. A imagem das mãos assume, por isso, um duplo significado ao longo da canção. Num primeiro momento, representam a falta: de sustento, de agência e de poder perante forças que parecem demasiado grandes para poderem ser contrariadas individualmente. 

Coelho Radioactivo observa um contexto onde aquilo que nos rodeia parece ruir e onde as estruturas do próprio sistema contribuem para aprofundar a miséria, o isolamento e o egoísmo. É a partir desse lugar mais escuro que “Minhas Mãos” encontra a sua segunda face. As mesmas mãos que parecem incapazes de alterar aquilo que as ultrapassa são também aquelas através das quais se torna possível estabelecer uma ligação com o outro. 

Sem transformar essa mudança numa resposta definitiva ou numa visão ingenuamente otimista, a canção encontra nos gestos individuais uma possibilidade de resistência à sensação inicial de impotência. Dar carinho, abraçar, amparar ou simplesmente segurar alguém tornam-se, assim, ações concretas perante uma realidade que frequentemente parece impossível de controlar. Se uma mão traduz a incapacidade de responder ao todo, a outra aponta para aquilo que permanece ao alcance de cada pessoa: cuidar, criar proximidade e procurar um lugar mais empático através da relação com quem está à volta. 

O novo trabalho dá continuidade a um percurso iniciado por João Sarnadas em 2007, quando criou Coelho Radioactivo enquanto projeto de cantautor. Desde então, editou trabalhos como “Canções Mortas” e um disco com a sua banda de apoio, Os Plutónios, além de vários singles e EP, e realizou mais de 150 concertos em Portugal. 

Paralelamente, João Sarnadas tem desenvolvido atividade em diferentes territórios da criação musical. Faz parte de Flamingos, Well e Montanha e é um dos fundadores de José Pinhal Post-Mortem Experience. O seu percurso cruza ainda a música experimental e improvisada através da Favela Discos, coletivo no qual participou na criação de projetos como Milteto, Vive Les Cônes e Xula Velhos, assim como na programação e desenvolvimento de residências artísticas.

 

CARTAZ | Concerto

12/10/2026

HOLUZAM REEDITA EM VINIL "SHOWTIME" DE SEI MIGUEL

"Em 1996 Sei Miguel oferecia "Showtime", editado originalmente pela Fábrica de Sons, com a típica formação de geometria variável, desta vez em sexteto: Sei Miguel no trompete, Fala Mariam no trombone, Rafael Toral na guitarra, Pedro "Chuva" Bretes no baixo, Luís San Payo na tarola e Menina do Tambor no gongo. 

Gravado em estúdio, no Angel 2 em Lisboa, a 8 de Julho de 1994, "Showtime" apresentou-se ao mundo um pouco diferente do inicialmente planeado, com uma outra capa e uma divisão em três partes para facilitar a divulgação da música na rádio. 

Trata-se de um momento seminal na obra do jazzman, "Showtime" é a primeira grande partitura de Sei Miguel, o primeiro gravado em estúdio com um som hi-fi. Trinta anos depois é reeditado pela primeira vez em LP, com Sei na capa e contracapa como originalmente planeado e a peça apresentada com a ideia de um todo - e não virtualmente quebrada -, dividida apenas por causa das implicações do formato. 

Lindíssimo diálogo fluído a seis, com um contínuo charme e apreço pelo tempo e o som. "Showtime" ouve-se como o álbum de um jazzman, talvez a peça que coloca essa ideia mais próxima daqueles que têm resistência em aproximar-se da música de Sei Miguel. A dedicatória - para Chet e Cage - é simples e clarividente na peça, "Showtime" invoca romantismo com naturalidade, o trompete de Sei fala, entre sons de paixão e lamento, enquanto o baixo exalta cada um desses sentimentos, com uma pontualidade extrema, sem interrupção. 

Em simultâneo, o trombone de Fala Mariam eleva cada um desses momentos, enquanto a guitarra de Rafael Toral se vai sobrepondo - sem interromper - criando uma sensação oscilante, permitindo que "Showtime" divague livremente, sem prender o ouvinte numa qualquer narrativa. A forma como San Payo toca na tarola sugere uma constante limpeza, uma renovação permanente do que se ouve, do que se fala. 

"Showtime" é um corredor de som, romântico, apaixonado, disponível para nos convidar a apaixonar. Pelo jazz, por estes quarenta e poucos minutos, por Sei. Um show em 2026, apresentado como desejado, masterizado por Taylor Deupree, pleno e revigorante. Trinta anos depois tudo isto é emoção."

Com o selo da Holuzam, "Showtime" fica disponível a partir do próximo dia 16 de outubro

PIPA DE MA$$A APRESENTA "PIPA$TAR" AO VIVO NA MUSA DE MARVILA

PIPA DE MA$$A prepara-se para a primeira apresentação ao vivo do álbum de estreia "PIPA$TAR". O concerto, integrado no festival Oktober Festa 2026, terá lugar a 17 de outubro, este sábado, pelas 00.00h, na Musa de Marvila, em Lisboa, com entrada livre. 

Após o sucesso dos singles 'papagaio loiro' - viral na rede social TikTok - 'sonhos cor-de-rosa' e 'pop/rock', o primeiro disco de PIPA DE MA$$A apresenta-a ao público português com temas Pop efervescentes, letras singulares e uma colaboração surpreendente com João Borsch e o palhaço Batatinha, conhecido do grande público pelo programa infantil "Batatoon". 

Sobre "PIPA$TAR", a artista e DJ conta que "é um álbum pop, mas a minha versão daquilo que um álbum pop pode ser. Nunca pensei vir a ser uma artista pop mas decidi, pela primeira vez, tentar fazer pop comercial de rádio. Falhei redondamente, mas pelo menos fi-lo com alguma falta de respeito pelas regras do género". O título "PIPA$TAR" refere-se à sua "vida imaginária de popstar" e também às "relações, emoções e pequenas situações do quotidiano que, na minha cabeça, com as quais quem me ouve se pode identificar", explica PIPA DE MA$$A. 

Em termos sonoros, o álbum apresenta passagens pelo rock, punk, hyperpop, música electrónica, "club music" e "música de circo". A artista mostra "o resultado do que me dá vontade de criar no momento e acho que é essa mistura que dá identidade ao disco. É um álbum para quem gosta de sorrir, dançar e não tem vergonha alheia".

11/10/2026

"TOUR MARESIA": BÁRBARA BANDEIRA LEVA O UNIVERSO DE LUSA A UM FORMATO ÍNTIMO E ACÚSTICO

Bárbara Bandeira anuncia a Tour Maresia, a sua primeira digressão acústica de auditórios de Lusa. Pensado para uma relação mais próxima com o público, este novo formato transforma o palco numa casa íntima, luminosa e sensível, onde cada canção ganha espaço para ser ouvida de outra forma. 

A digressão arranca a 18 de dezembro, em Leiria, e passa por Chaves, Santa Maria da Feira, Espinho, Coimbra, Braga, Algarve e Sintra, percorrendo o país de norte a sul até abril. No centro deste universo está "Maresia", uma instalação inédita assinada por Joana Vasconcelos, criada especialmente para esta digressão. 

A instalação da artista plástica portuguesa convoca o mar, o croché, os bordados e os canutilhos típicos do norte de Portugal, cruzando memória, artesanato, identidade e fantasia e dá nome a toda a digressão. A Tour Maresia chega no seguimento de "Lusa", o projeto musical e visual em que Bárbara Bandeira tem vindo a explorar as suas raízes. 

Pensado em quatro atos, Lusa arrancou em 2025 com "Lusa: Ato I", o EP que deu a conhecer a introdução ao universo Lusa com influências brasileiras, e teve continuidade em "Lusa: Ato II", que celebra a portugalidade e inclui um dueto inédito com Amália Rodrigues. 

Ao longo deste percurso, Bárbara Bandeira tem cruzado a tradição com o pop moderno, construindo uma ponte entre o passado e o presente. Antes da venda geral, a Tour Maresia abre uma pré-venda exclusiva de 48 horas, que decorre até 15 de outubro, às 08.59h, para os concertos de St.ª Maria da Feira, Coimbra e Braga. 

Durante este período, quem já faz parte do universo de Bárbara Bandeira pode garantir os bilhetes em primeira mão, escolhendo os melhores lugares antes de todos. O acesso a esta pré-venda, bem como as novidades reveladas em exclusivo sobre a digressão, está reservado a quem se inscrever no website oficial da Tour Maresia. A partir das 09.00h de 15 de outubro, abre a venda geral, disponível para todo o público.

10/10/2026

MARCELO DOS REIS APRESENTA "LOW BIRDS" NO PODCAST 33 ROTAÇÕES

Já está disponível para audição no Spotify o novo episódio do Podcast 33 Rotações. Marcelo dos Reis apresenta na primeira pesoa o álbum "Low Birds", um disco que conta com a colaboração do músico italiano Salvoandrea Lucifora.
 
/>