28/05/2026

ELISA EDITA HOJE O SEGUNDO ÁLBUM DE ORIGINAIS "INCOERENTE"

Elisa edita hoje “Incoerente”, o seu segundo álbum de originais, já disponível em todas as plataformas digitais. O disco reúne dez canções, entre elas os temas já conhecidos “Asas”, “Como é fraco o coração” com Tiago Nogueira, “É a tua vez” e “Conversar”. “Estou Bem” é o novo single que acompanha o lançamento do álbum. 

“Depois de quatro anos de criação, experimentação e silêncio, chega finalmente "Incoerente". Este não é um álbum de fórmulas repetidas ou caminhos previstos. É um trabalho que abraça o caos, a mudança e a liberdade de poder ser tudo ao mesmo tempo”, partilha Elisa. Ao longo de “Incoerente”, as canções aproximam-se e afastam-se constantemente umas das outras. 

Há temas mais contidos e outros mais diretos, momentos mais leves e canções que parecem acontecer quase em suspenso. Em vez de procurar uma fórmula única, Elisa escolhe deixar cada música existir exatamente como precisava. É precisamente nessa liberdade que o disco encontra o seu lugar. Mais do que um exercício de conceito, “Incoerente” vive sobretudo na forma como é interpretado. 

Elisa canta sempre muito perto de quem ouve, sem excesso, mas com uma intensidade rara e difícil de explicar. Há uma contenção na forma como segura cada palavra que acaba por dizer muito mais do que aquilo que é cantado, e é aí que o disco ganha força.

GABRIEL GOMES EM CONCERTO

O acordeonista Gabriel Gomes continua em digressão a apresentar o seu álbum de estreia, "Uma História Assim". 

Depois dos bem sucedidos concertos em Lisboa, Guarda e Porto, o músico vai apresentar-se na Casa do Povo de Santo Estevão, em Tavira, dia 29 de maio, seguindo-se um concerto no Panorama – Multiusos de Alcobaça, dia 10 de junho; na Feira do Livro de Lisboa, dia 12; e na Festa do Avante, no Seixal, dia 5 de setembro, onde Gabriel Gomes terá a participação de Rodrigo Leão – músico convidado no tema "Uma História Assim". 

Disponível em vinil, CD e formato digital, "Uma História Assim" teve como single de apresentação "O Roubo". Produzido por Gabriel Gomes, em parceria com Rodrigo Leão e João Eleutério, é um álbum instrumental que nasce da relação profunda que mantém com o acordeão. A solo – com exceção do tema-título, onde se junta Rodrigo Leão ao piano –, Gabriel Gomes apresenta um conjunto de temas que dão voz a uma história que atribui ao instrumento, mas que é, inevitavelmente, também a sua. 

Acordeonista e membro fundador de projetos marcantes da música portuguesa como Sétima Legião, Madredeus, Os Poetas e Fandango, e músico convidado de artistas como Tim, Jorge Palma e Rodrigo Leão – lança-se, assim, em nome próprio, depois de mais de 40 anos de percurso. Os bilhetes para os concertos encontram-se à venda nos locais habituais.

27/05/2026

MIMICAT E AA BACALHAU LANÇAM O SINGLE "TIPICAMENTE CASADOS"

Mimicat e Ana Bacalhau juntaram-se para uma colaboração inédita, há muito desejada, e lançam o novo single "Tipicamente casados", editado hoje. Dificilmente outras artistas “casariam” tão bem quanto esta dupla neste tema. 

Ambas partilham da experiência de estarem há muitos anos numa relação e, em "Tipicamente casados", falam disso com propriedade, numa canção despretensiosa e bem-humorada que retrata vivências e sentimentos partilhados com os quais muitos vão certamente identificar-se. 

"Tipicamente casados", é um tema para todos os casados, mas também para os que não o sendo também o são.

SÉRGIO ONZE E GISELA JOÃO LANÇAM TEMA INÉDITO "QUE MAR É ESTE"

"Que Mar É Este" é o single que marca o primeiro encontro em canção de Sérgio Onze e Gisela João. Já disponível em todas as plataformas digitais, o tema inédito conta com música de André Santos e Rita Dias e letra de Irina Chitas. "Esta canção nasceu muito longe de casa, em Cabo Verde, quando ouvi uma morna e senti exatamente aquilo que sinto quando ouço Fado: uma espécie de regresso" começa por revelar Sérgio Onze. 

"Foi como se uma música tivesse o poder de nos devolver às nossas raízes, mesmo quando estamos do outro lado do mundo e percebi que a saudade não pertence apenas a um lugar. É uma língua emocional que reconhecemos uns nos outros. Mandei uma mensagem à Irina Chitas apenas com a frase: "O Mar é Irmão da Saudade". 

Não lhe expliquei mais nada e ela devolveu-me o poema que acabou por se transformar em "Que Mar é Este". Sobre a mensagem do tema, o fadista explica que "fala muito dessa dualidade do mar - da forma como tanto nos pode libertar como prender. O mar aparece quase como memória, herança, passado, mas também como possibilidade de futuro". Entre tradição, canção portuguesa e liberdade interpretativa, "Que Mar É Este" aproxima dois universos artísticos que partilham uma relação profundamente emocional com a música. 

Sérgio Onze confessa que "sempre admirei muito a Gisela João e quando comecei a ouvir esta música a ganhar forma, senti imediatamente que a voz dela já habitava aquele lugar. Quando a Gisela aceitou o convite, a música estava finalmente completa. 

O curioso é que ainda passou bastante tempo até a conseguirmos gravar mas essa espera acabou por fazer sentido, porque a canção fala disso: de coisas que ficam suspensas dentro de nós até encontrarem o momento certo para acontecer. Quando nos juntámos para cantar, parecia que a canção já tinha vivido connosco há muito tempo e acho que isso se sente na forma como nos encontramos nela".

26/05/2026

MIA BENITA JUNTA-SE A MURTA NO NOVO SINGLE "DÁ-ME A MÃO"

Foto: Diogo Noversa

Mia Benita continua a revelar o seu universo e identidade artística com o novo single "Dá-me a Mão", uma parceria com Murta, já disponível nas plataformas digitais. Escrito pela dupla com o produtor LEFT. (Fernando Daniel, INÊS APENAS, Diogo Piçarra), o tema Pop e R&B apresenta uma energia leve, descontraída e luminosa e uma narrativa sobre presença, conexão emocional e liberdade. 

"Dá-me a Mão", afirma Mia Benita, "fala sobre viver verdadeiramente o presente sem medo - algo que muitas vezes é difícil. É sobre sentir o momento sem ficar preso ao passado ou ansioso com o futuro. É uma música sobre conexão, liberdade emocional e a importância de simplesmente deixar acontecer.

Gostava que esta canção pudesse ser vista como um hino à reconciliação, à empatia e à importância de estarmos presentes uns para os outros sem condições, sem divisões e sem pensarmos constantemente nas diferenças ou nos conflitos que nos afastam. No final, o que importa é sentir, apoiar e viver o momento com verdade". 

Acompanhado por um videoclipe realizado por Bruno Ferreira com assistência de realização por Thomas Zimmermann, "Dá-me A Mão" dá seguimento ao caminho iniciado com "Malmequer", o single anterior, aprofundando a sonoridade fortemente influenciada pela estética dos anos 2000, mas agora com uma abordagem mais íntima, nostálgica e emocional. A colaboração com Murta surgiu de forma espontânea e rapidamente evoluiu para uma sessão em estúdio.

 

ORQUESTRA POPULAR DAS ALDEIAS DO XISTO

Resultado de mais de uma década de trabalho colaborativo no território, a OPAx – Orquestra Popular das Aldeias do Xisto apresenta-se como um novo projeto artístico e formativo que convida músicos e comunidade a participar ativamente na sua criação ao longo de 2026. 

A OPAx – Orquestra Popular das Aldeias do Xisto nasce como um projeto que cruza criação artística, formação e envolvimento comunitário, afirmando-se simultaneamente como fruto de um percurso consolidado e semente de futuro para o território. 

Com origem nos 14 anos de trabalho desenvolvido no âmbito do Xjazz – Encontros do Jazz nas Aldeias do Xisto, esta nova orquestra propõe-se aprofundar a relação entre a música, as pessoas e o território. Promovida num ecossistema cultivado pela ADXTUR – Agência para o Desenvolvimento Turístico das Aldeias do Xisto e pelo JACC – Jazz ao Centro Clube, a OPAx beneficia ainda do reconhecimento como Projeto de Mérito Cultural pelo Fundo de Fomento Cultural (GEPAC / Ministério da Cultura, Desporto e Juventude), reunindo as condições ideais para o seu desenvolvimento ao longo do próximo biénio. Mais do que uma estrutura musical, a OPAx afirma-se como uma plataforma aberta a compositores e intérpretes da Rede das Aldeias do Xisto. 

Dirigida sobretudo a jovens instrumentistas das filarmónicas locais, valoriza a dimensão intergeracional e incentiva a participação de toda a comunidade, promovendo o encontro entre diferentes experiências, linguagens e percursos musicais. 

É neste contexto que a OPAx lança um convite aberto à participação, chamando a integrar este novo coletivo membros de filarmónicas, bandas e grupos similares das regiões, bem como outros residentes interessados: músicos, curiosos e apaixonados pela música. A participação é gratuita e inclui apoio logístico durante os períodos de formação e concertos, assegurando refeições e, quando necessário, alojamento. A constituição da orquestra decorrerá ao longo de 2026, em três fases distintas. 

O arranque acontece com a realização de quatro bootcamps “Jazz na Filarmónica”, orientados por formadores com vasta experiência no universo das bandas e orquestras. De seguida, terá lugar um estágio de orquestra dirigido pelo futuro maestro da OPAx, acompanhado por uma equipa pedagógica especializada. 

Este percurso formativo culminará nas primeiras apresentações públicas da orquestra, em duas salas de concertos do território das Aldeias do Xisto. As inscrições já se encontram abertas e podem ser efetuadas através do formulário disponível.

EMBYRO | Salão Brazil

Embryo é o projeto do pianista e compositor conimbricense Luís Figueiredo que, ao longo de cinco sessões, sempre nas primeiras terças-feiras de cada mês, promove encontros em formato duo com destacados músicos da área do jazz; em junho, o convidado é Michael Formanek, contrabaixista, compositor e uma das figuras centrais da cena jazzística avant-garde nova-iorquina das últimas cinco décadas. 

Originário de São Francisco, Califórnia, e atualmente residente em Portugal, Formanek construiu um percurso singular marcado por colaborações com nomes como Tony Williams, Joe Henderson, Stan Getz, Fred Hersch, Tim Berne e Mary Halvorson, afirmando-se através de projetos incontornáveis como Bloodcount, Kolossus ou Thumbscrew e de uma abordagem profundamente inventiva à improvisação, onde composição contemporânea, liberdade idiomática e experimentação sonora se cruzam numa obra amplamente reconhecida no universo do jazz contemporâneo e exploratório.

RISLENE ANUNCIA ÁLBUM DE ESTREIA “POI BEAT” PARA 2 DE JUNHO

A cantora e compositora cabo-verdiana Rislene, distinguida como Artista Revelação nos Cabo Verde Music Awards (CVMA) 2025 e novamente nomeada este ano para Intérprete Feminina do Ano, e Hip Hop do ano, anuncia o lançamento do seu álbum de estreia para o próximo dia 2 de junho. 

Intitulado “Poi Beat”, o disco já se encontra disponível para pre-save no Spotify. Resultado de três anos de criação entre Portugal, Cabo Verde e França, “Poi Beat” é composto por quinze temas que atravessam universos de espiritualidade, vulnerabilidade, resistência e identidade, num universo sonoro que cruza o rap, o trap e o afro swing com toda a musicalidade cabo-verdiana. “Poi Beat” será apresentado ao vivo pela primeira vez em Portugal no dia 4 de julho no Sumol Summer Fest.

25/05/2026

EMPALA | Sem Direção

“Sem Direção” é uma balada rock melancólica e cinematográfica da banda brasileira Empala Rock. A faixa aborda sentimentos de vulnerabilidade, perda emocional e procura por conexão, criando uma atmosfera intensa e introspetiva. 

 

ALÊ BALBO | Reverência

Dando sequência à terceira banda sonora do novo álbum do artista brasileiro Alê Balbo, "Mantras in the Chaos", a música “Reverência” traz a presença de flautas nativas, explorando sonoridades celtas e rituais inspirados nos povos da Escandinávia. 

Tempestades e atmosferas frias se misturam a um aconchego sonoro criado pelo toque dos Koshis. É uma composição que, na ancestralidade das frequências e ressonâncias, procura acalmar a mente em meio ao caos contemporâneo: grandes cidades, poluição, conflitos, desigualdades, ruído constante, tensão, tristeza e medo. Mais uma faixa construída inteiramente com instrumentos acústicos, preservando sua essência orgânica, ancestral e percussiva.

 

24/05/2026

FESTIVAL MÊDA+

O Festival Mêda+ regressa entre os dias 22 e 25 de julho para a sua 12.ª edição e anuncia agora o cartaz completo daquele que volta a afirmar-se como um dos projetos mais singulares do circuito nacional de festivais. 

Depois de revelar nas últimas semanas os primeiros nomes confirmados - Da Chick, Mães Solteiras, Mr. Gallini, Três Tristes Tigres, Marquise e Duques do Precariado -, a organização apresenta agora a restante programação da edição deste ano. Entre os destaques desta nova vaga de confirmações encontram-se Expresso Transatlântico e Unsafe Space Garden, integrando um alinhamento distribuído por três palcos e que reúne projetos de diferentes geografias e linguagens da música portuguesa contemporânea. 

Ao longo dos quatro dias de festival passam ainda pelo Mêda+ nomes como Esquerda, Novos Românticos, DJ Tam, Clarisse e os Desviados, Bonança, M.DUSA, Deambula, THEMANDUS, Monch Monch, Senza com a Orquestra do Centro de Formação Musical de Mêda, Ana De Llor, MAGUPI, Traz os Monstros, MALABOOS, Sónia Trópicos, Motherflutters e bbb hairdryer. 

A programação inclui também um concerto especial desenvolvido em residência artística, onde Félix Gambino, Saloio e O Homem que Fugiu do Mundo irão interpretar poemas de Manuel Daniel, figura histórica da cultura e da escrita da Mêda, num momento que reforça a relação do festival com o território, a memória e a criação. 

Mantendo uma linha curatorial centrada na música portuguesa, o Mêda+ continua a afirmar-se como espaço de cruzamento entre propostas emergentes, projetos experimentais e nomes consolidados, privilegiando uma lógica de descoberta e diversidade estética. Ao longo das últimas edições, o festival tem vindo a consolidar uma identidade própria assente na proximidade, na dimensão comunitária e na valorização cultural do interior do país. 

Promovido por uma associação juvenil sem fins lucrativos, o Mêda+ mantém igualmente a sua natureza inclusiva e acessível, com entrada e campismo gratuitos, prolongando um modelo raro no contexto dos festivais de verão em Portugal.

23/05/2026

MATILDA LANÇA ÁLBUM DE ESTREIA "DE CORPO INTEIRO"

A cantora e compositora MATILDA lança o seu álbum de estreia, De Corpo Inteiro disponível em todas as plataformas digitais. Depois de um ano a desvendar, single a single, o universo emocional que a habita, a artista apresenta finalmente o trabalho completo, um álbum de Pop, R&B íntimo, corajoso e profundamente pessoal. O álbum consolida a chegada de uma das vozes mais prometedoras da música portuguesa contemporânea, uma artista que traz consigo uma herança musical única e uma perspetiva genuinamente sua. 

De Corpo Inteiro é um álbum de R&B e Pop com influências portuguesas profundamente enraizadas, construído a partir de letras intimistas e de uma sonoridade envolvente que percorre a vulnerabilidade, a autodescoberta e o crescimento pessoal. O título não poderia ser mais apropriado, MATILDA entrega-se neste disco sem reservas, de corpo inteiro. 

O álbum conta já com quatro singles que foram preparando o terreno para este momento, "Inconstante", que marcou a estreia oficial da artista; "Cem Flores", “Meu Norte” e “Miragem”, o mais recente avanço do projeto, agora também disponível na íntegra. 

MATILDA cresceu rodeada de música e arte, influenciada por uma família com uma ligação profunda à cultura portuguesa. Longe de se deixar paralisar por essa herança, a artista encontrou nela inspiração para construir um caminho radicalmente seu, após uma jornada de autodescoberta e superação de desafios pessoais que se reflete em cada faixa deste álbum. 

"Este álbum de Pop, R&B é íntimo, quase como um diário. É a minha viagem emocional. Cada música revela uma camada, da insegurança à força, da dúvida à aceitação. Na minha música, a vulnerabilidade é vivida de corpo inteiro. Aqui estou a revisitar feridas, desmontar versões antigas de mim e reconstruir-me. 

"De Corpo Inteiro" fala de ser mulher em todas as suas contradições: sensível, intensa, frágil, consciente, mas acima de tudo poderosa. Ao mesmo tempo, ao longo do álbum, existem histórias de amor. Mas há uma que permanece. 

É o meu chão no meio do caos, a linha invisível que liga o início ao fim. É uma carta aberta das minhas vulnerabilidades, ao mesmo tempo que procuro encontrar o meu próprio espaço: emocional, físico e artístico, sem pedir permissão. Sobre transformar o que dói em linguagem e o que é silêncio em voz. Este álbum é sobre existir por inteiro.", partilha MATILDA.

OS RAIZ LANÇAM NOVO SINGLE “RECADO”

OS RAIZ revelam “Recado”, o oitavo single de originais e um momento de viragem artística para o grupo. Nascidos da amizade, da verdade e de uma ligação profunda à música cantada em português, os OS RAIZ apresentam-se como “uma família alentejana, irmãos de diferentes pais e mães, mas netos da música na nossa língua materna.” É nesse lugar de encontro, entre a emoção, os poemas e a sonoridade Pop contemporânea, que a banda tem vindo a construir um percurso singular no panorama nacional. 

Com um registo emotivo e uma identidade musical muito própria, os Os RAIZ cruzam a intensidade das palavras com melodias que vivem da proximidade, da esperança e da verdade que carregam para palco. O grupo tem conquistado públicos de norte a sul do país, destacando-se atuações em importantes palcos nacionais, entre eles o Palco Principal do Festival do Crato. 

Desde o single de estreia “Ou É Ou Não É”, lançado em 2021, os OS RAIZ têm vindo a afirmar uma discografia marcada pela honestidade emocional e pela capacidade de transformar experiências profundas em canções. “Sigo O Meu Caminho”, “Ela Não Quer”, “Recomeçar”, “Vai Passar” e “Vou” revelam diferentes capítulos dessa viagem, da introspeção à superação, da vulnerabilidade ao recomeço. Em 2025, a banda lançou ainda “À Procura”, a primeira colaboração da sua história, ao lado de KIKA. 

O tema trouxe uma nova leveza sonora ao universo da banda, aproximando o POP do R&B. Agora, os OS RAIZ revelam “RECADO” produzido por Johnny Barbosa, o novo tema apresenta-se como uma canção POP fresca, emocional e dançável, onde um poema intenso e honesto se cruza com uma musicalidade contagiante. 

“Recado” fala sobre aquelas pessoas que deixamos “para depois” ao longo da vida, mas que acabam por regressar para ficar. É uma canção sobre reencontros, memória, amor e tempo. O novo single está agora disponível em todas as plataformas digitais.

 

22/05/2026

MARISA LIZ | Relatos de um Coração Confuso

“Relatos de Um Coração Confuso” é o novo álbum de originais de Marisa Liz e chegou hoje às plataformas digitais e lojas físicas. Este é o segundo trabalho a solo da artista e representa um momento particularmente significativo no seu percurso criativo, afirmando uma identidade artística cada vez mais livre, íntima e emocional. 

 O lançamento do novo disco vem acompanhado de um videoclipe oficial para a canção “Vício Difícil”, com realização de André Tentugal. Depois do impacto de temas como “Foi Assim Que Aconteceu”, “Guerra Nuclear” ou “É o Que É”, e do enorme sucesso de “Garota”, colaboração com Maninho distinguida com o Prémio PLAY de Canção do Ano e com milhões de streams acumulados, Marisa Liz regressa agora com aquele que considera ser o seu disco mais pessoal até à data. 

“Relatos de Um Coração Confuso” nasce de uma profunda ligação ao Brasil, país que tem vindo a ocupar um lugar cada vez mais importante no universo criativo da cantora. Foi precisamente numa viagem ao Rio de Janeiro que surgiram algumas das primeiras canções do disco, num trabalho desenvolvido ao lado de nomes como Paulinho Moska, Fred Martins, Jorge Vercillo e Paulo Mendonça, entre outros colaboradores brasileiros e portugueses. 

Produzido por Marisa Liz, Tiago Pais Dias e Gui Salgueiro, o álbum apresenta uma abordagem mais orgânica, centrada na interpretação e na força da palavra. Ao longo do disco, cruzam-se referências da música popular portuguesa e brasileira, num trabalho marcado pela honestidade emocional e pela procura de novas linguagens musicais. 

O álbum conta ainda com participações especiais de Rui Veloso, Camané e Paulinho Moska, reforçando o carácter de encontro e partilha que atravessa todo o projeto.

 

CRISTINA CLARA REGRESSA COM "BONANÇA", UM DUETO COM ANTÓNIO ZAMBUJO

Foto: Ana Voiotti

Cristina Clara está de volta aos lançamentos com "Bonança", o primeiro single do seu próximo disco, cuja edição está prevista para outubro deste ano. Depois do primeiro álbum "Lua Adversa", de 2021, a artista inaugura um novo ciclo criativo, no qual se destaca a forma como pensa a canção enquanto território de memória, circulação e reinvenção. 

Interpretado em dueto com António Zambujo, 'Bonança' tem por base o fado tradicional Alexandrino Antigo e reabre-o num arranjo que recria o ambiente de criação coletiva onde se move, reunindo músicos de Portugal, Brasil e Cabo Verde, revelando um espaço sonoro em que a herança não é matéria fixa, mas impulso vivo - permeável e aberto ao presente. 

"Eu já conseguia imaginar esta história na voz do António Zambujo antes de ela acontecer. Há na forma como ele usa as palavras uma naturalidade refrescante - quase como quem conversa dentro da melodia. Contar esta história com ele foi profundamente inspirador e confirmou uma afinidade poética e musical que eu já intuía", revela Cristina Clara. 

Com letra da autoria da artista, 'Bonança' nasce de um lugar íntimo com que facilmente nos identificamos: o momento em que uma espera prolongada deixa de ser promessa e se transforma em ocupação, desconforto e excesso. A canção fixa, precisamente, esse instante de rutura - quando libertar o espaço da espera se torna condição para que o vazio volte a ser possibilidade, respiração e movimento. 

"Bonança" abre caminho para o próximo longa duração de Cristina Clara, que entende a tradição como matéria viva e a cultura popular como linguagem em permanente transformação. Nesta nova etapa da sua carreira, a artista desenha um universo de escuta sensível e de compromisso, assumindo a direção artística, a seleção do repertório, a construção dos ambientes sonoros, a escolha dos parceiros e também a escrita. 

Mais do que um alinhamento de canções, o novo álbum propõe uma dramaturgia musical e afetiva. A narrativa que sustenta este novo trabalho nasce da vivência de Cristina Clara no meio musical contemporâneo e dos diferentes contextos artísticos e culturais em que se move.

 
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