13/07/2026

MARTA LIMA ANUNCIA DIGRESSÃO POR FRANÇA E ESPANHA

Depois de lançar "Maré Cheia", o mais recente single que antecipa o seu aguardado álbum de estreia, com edição prevista para 2027, Marta Lima prepara-se para um dos momentos mais marcantes da sua carreira ao anunciar a sua primeira digressão internacional. Durante o mês de agosto, a cantautora portuguesa levará a sua música até França e Espanha, num percurso que representa um novo capítulo da sua afirmação artística além-fronteiras. 

 Ao longo de dez concertos, Marta Lima acompanhará a cantora e compositora francesa Daphné Chenel, numa viagem que passará por várias cidades francesas, entre elas Paris, terminando em Madrid. Um encontro artístico que aproxima duas compositoras de universos distintos, mas unidas pela mesma sensibilidade na escrita, pela intimidade das suas canções e por uma abordagem profundamente emocional à música. 

Com dois EPs editados, Marta Lima tem vindo a afirmar-se como uma das vozes emergentes da nova canção portuguesa. Depois de passar por palcos de referência como o NOS Alive, Vodafone Paredes de Coura e Festival F, leva agora as suas canções, bem como alguns inéditos do seu primeiro disco, a novos públicos europeus, reforçando uma identidade artística que cruza delicadeza e autenticidade. Do lado francês, Daphné Chenel prepara também um momento decisivo da sua carreira. 

Depois da edição do seu primeiro EP, a cantora encontra-se a finalizar o seu álbum de estreia, com lançamento previsto para o final de 2026, cujas novas canções serão apresentadas em primeira mão ao longo desta digressão. Mais do que uma sucessão de concertos, esta tour simboliza um passo importante no percurso das duas artistas. 

Ao cruzarem fronteiras e partilharem palco durante um mês, Marta Lima e Daphné Chenel dão início a um diálogo artístico entre Portugal e França, levando a sua música a novas geografias e conquistando novos públicos através de um espetáculo onde a proximidade, a emoção e a canção de autor ocupam o centro da narrativa. 

Agosto marca, assim, o início de uma nova etapa para Marta Lima, que continua a construir um percurso sólido e cada vez mais internacional, levando consigo a nova geração da música portuguesa para além das suas fronteiras.

CARTAZ | Concerto

12/07/2026

TIAGO VILHENA | Mau Mau Bem Bem

Depois de uma viagem musical que começou nos Savanna, passou pelo pop em inglês de George Marvinson e amadureceu na canção portuguesa com os discos Portugal 2018 e Canções Mundanas, Tiago Vilhena está de volta. O cantautor regressa com Salatrano no dia 25 de Setembro, antecipado pelo single “Mau Mau Bem Bem”. Fiel ao seu hábito de fazer caber o mundo numa canção, Tiago volta a criar uma atmosfera sem nação que, ainda assim, respira costumes portugueses. 

No primeiro single, Tiago apresenta-nos uma canção sobre sermões e a vontade de contrariar a autoridade ao som de um ritmo popular. Numa música onde o tema é repreensão, liberdade, infância e autoridade, revisitamos memórias com uma letra brincalhona com a boa disposição já conhecida do artista. Já no título, um jogo de contrários, do "Mau Mau", "Bem Bem", revela-se a sua marca, o seu gosto pela palavra. Chega-nos com um título de dois opostos que nada mais nada menos querem dizer exatamente a mesma coisa: está o caldo entornado. 

O single (e todo o disco que virá em setembro) foi gravado nos estúdios Cuca Monga com o Domingos Coimbra e o Manuel Palha, e misturado em “casa”, nos estúdios Pontiaq do irmão Miguel Vilhena com quem já tem um passado colaborativo vasto. Quatro anos depois do último disco, Tiago Vilhena prepara-se para lançar um trabalho novo, fresco e onde o estilo já conhecido do artista continua a estar presente, mas abre espaço a elementos inéditos na sua discografia. 

Desde o habitual folclore português, ao indie das suas raízes, cruzam-se influências improváveis de uma forma elegante sempre com a já conhecida vontade de trazer ligeireza a qualquer tema. Em dez canções, Tiago Vilhena acrescenta um novo capítulo a um percurso marcado pela curiosidade, pela diversidade e pela recusa de ficar preso a um único estilo. E, no fim de contas, resta a dúvida: o que é Salatrano?

11/07/2026

SMARTINI | Rush Mirror

"Rush Mirror'" primeiro single que marca o regresso dos smartini​. 

"Rush Mirror é, no fundo, um espelho com duas faces. Ambas se misturam e, no fundo, tornam tudo numa manta de retalhos, onde se perde o foco e a identidade. Hoje em dia, há uma crescente tendência ao crescimento precoce e desproporcional das novas gerações sempre mergulhados em tecnologia e imagem, abandonando os brinquedos e as brincadeiras de um tempo mais longínquo. 

Convencem-se, assim, que são dotados de força e de aptidões. Enquanto uns enfrentam realidades duras, numa juventude precoce, outros percorrem vidas fúteis, num desperdiçar de toda a essência da nossa existência. 

É urgente voltar a abraçar o que importa na humanidade e deixar para trás este fast food diário onde aquilo que se absorver, rapidamente desaparece e é automaticamente substituído. Há que voltar a conhecer-nos enquanto indivíduo e não a ser uma projeção daquilo que a sociedade nos dá."

 

10/07/2026

ANTÓNIO BASTOS | You Are Amazing

O produtor António Bastos regressa aos lançamentos com o single "You Are Amazing", uma faixa que cruza o dinamismo da eletrónica com uma história de vida digna de filme. 

O embrião da música nasceu no ano passado, após um reencontro inesperado. Dois amigos que estudaram juntos no Conservatório de Música de Aveiro e partilharam palcos numa Big Band reencontram-se anos mais tarde, depois de um deles ter emigrado para os EUA sem nada e ter alcançado o "sonho americano".

"O convite para tocar no casamento desse amigo, nos EUA, foi o ponto de partida para a criação de "You Are Amazing". Sonoramente, a faixa é uma lufada de ar fresco que viaja pelo Synth-Pop e Nu-Disco dos anos 80, mas que se destaca pela sua riqueza orgânica: a melodia une a tradição brilhante da guitarra portuguesa a um solo rasgado de saxofone ao vivo. 

A faixa abre com uma introdução nostálgica em português ('No Conservatório dois a sonhar"), desaguando num refrão energético cantado em inglês que promete agarrar os ouvintes."

09/07/2026

PODCAST 33 ROTAÇÕES

Já está disponível para audição no Spotify o novo episódio do Podcast 33 Rotações. Manuel Linhares apresenta na primeira pessoa o álbum "Atlântico".
 

FUTURE3 | Despite The Rumbling

Future3 são Irina (teclas/sintetizadores), Miguel (baixo/sintetizador) e Rodrigo (bateria), um trio de Berlim que parte do jazz sem o tratar como território fixo. Teclas, sintetizadores, baixo e bateria são as principais coordenadas, mas a música raramente permanece no mesmo lugar durante muito tempo: tanto pode aproximar-se da densidade harmónica da tradição jazzística, como atravessar o futurismo dos sintetizadores e do sampling. O seu primeiro álbum Despite the Rumbling é editado pela Jazzego Records a 25 de julho. 

O título não é decorativo. Nasce de uma sensação bastante concreta: o mundo está ruidoso, instável, difícil de ignorar, e ainda assim a banda escolhe encontrar-se numa sala para fazer música em conjunto. Não há aqui qualquer tentativa de fingir que esse ruído de fundo não existe. 

O disco carrega consigo parte dessa pressão, tocando em ideias de comunidade, capitalismo, inteligência artificial, streaming e no estranho esforço de tentar manter uma vida artística enquanto tudo à volta se torna mais complicado. Gravado no Butterama Recording Center em Berlim por Daniel Nentwig e Freddy Corazzini, Despite the Rumbling preserva a energia de músicos a tocar juntos no mesmo espaço. 

Os Future3 procuravam algo antiquado no melhor sentido: o som de pessoas a escutarem-se, a tomarem decisões em tempo real, a deixarem que a sala e o dia marcassem a música. Algumas coisas ficam soltas. Algumas arestas permanecem visíveis. A intenção nunca foi corrigir o disco até o deixar no sítio. 

Ao mesmo tempo, este não é um álbum nostálgico. Fender Rhodes, piano acústico, Minimoog, Korg MS-20, cadeias de pedais, amostragem digital, síntese granular e resampling entram todos em cena. O grupo aponta Esbjörn Svensson Trio, Sun Ra, o afrofuturismo dos anos 70, jazz progressivo, jazz psicadélico e future jazz como referências. 

As peças atravessam partes, estados de espírito e texturas com uma paciência que vem de quase dois anos a tocar e a viver com algum deste material. Há também convidados, e não entram apenas como ornamento. Jamichael Frazier surge na flauta em "Breeze on the Menu", Kelly O'Donohue acrescenta trompete a "Grace" e "Flares", e Kota No Uta junta-se a "Mystic Sheep", uma faixa que mudou tanto de forma durante a sessão que o seu papel se aproximou da co-escrita e da coprodução. Estas colaborações alargam o som do trio sem desviar o álbum da sua força central: a conversa instável e generosa entre três músicos. 

O single "Breeze on the Menu" está já disponível nas plataformas digitais desde o passado dia 7 de julho. A capa, criada a partir de uma tapeçaria de Koen Taselaar com design de Simone Trum, oferece ao disco outra imagem útil. Remete para o longo hábito humano de prever o apocalipse e falhar. Essa ideia assenta naturalmente na música: há ansiedade, mas também humor, calor e uma recusa em parar de avançar. 

Depois do EP Places e do single "No Slip", os Future3 já construíram uma vida ao vivo em torno da sua música, com concertos na Alemanha, Áustria, Dinamarca, Portugal, Eslováquia, Chéquia e Polónia. Despite the Rumbling soa ao momento em que essa experiência de palco, o estúdio e o conjunto mais amplo de influências da banda começam a assentar numa linguagem mais clara. 

É música feita com o mundo exterior audível nas paredes, mas também com a crença teimosa de que uma sala partilhada ainda pode produzir algo a que vale a pena agarrarmo-nos.

JOÃO FARINHA & ORQUESTRA CLÁSSICA DO CENTRO | Coimbra

Já se encontra disponível em todas as plataformas digitais "Coimbra", o novo tema de João Farinha, inspirado na identidade única da cidade e na profunda ligação que gerações de estudantes, artistas e visitantes mantêm com Coimbra. 

O videoclipe oficial teve a sua estreia absoluta no passado 4 de julho, no âmbito da Cerimónia Comemorativa do Dia da Cidade de Coimbra, realizada na Antiga Igreja do Convento São Francisco, tendo assinalado, por convite da Câmara Municipal de Coimbra, a abertura da cerimónia oficial. Mais do que um lugar, Coimbra é uma memória coletiva, um património vivo construído por gerações que nela estudaram, viveram, sonharam e cantaram. 

Cidade de conhecimento, cultura e tradição, continua a afirmar-se como um espaço de encontro entre passado e futuro, onde a história se cruza diariamente com a criação artística. Com letra e música de João Farinha e arranjos de Pedro Carvalho, o tema une a tradição do Fado de Coimbra a uma dimensão orquestral contemporânea, numa interpretação que reúne João Farinha, Hugo Gamboias (guitarra portuguesa), Diogo Passos (guitarra clássica) e a Orquestra Clássica do Centro, sob direção do maestro Sérgio Alapont. 

 Gravado no Cineteatro Messias, na Mealhada, "Coimbra" presta homenagem ao espírito coimbrão através de uma linguagem musical que aproxima a tradição do Fado de Coimbra da sonoridade da Orquestra Clássica do Centro.

 

08/07/2026

SARAH NEGRA | Gira

Foto: Vera Marmelo

Depois do concerto de lançamento de Amor e Magia na Casa Capitão, Sarah Negra revela "Gira", um dos temas mais luminosos e libertadores do álbum. A canção nasce da convicção de que o corpo guarda uma sabedoria própria e de que o movimento é uma das formas mais poderosas de transformação. Mais do que uma canção sobre dançar, "Gira" é um convite a regressar ao corpo como lugar de presença, liberdade e regeneração. 

Através do ritmo, da repetição e da entrega ao movimento, o tema explora a forma como a dança pode dissolver tensões, desbloquear emoções e alterar a nossa energia. Cada volta, cada passo e cada gesto tornam-se uma possibilidade de libertação, lembrando que o corpo possui uma inteligência capaz de nos reconectar com a nossa essência. 

"Gira" ocupa um lugar especial enquanto manifesto de liberdade corporal e emocional. É uma canção que convida cada pessoa a abandonar o controlo, a escutar o próprio corpo e a descobrir, no movimento, uma forma de cura, renovação e transformação. Sarah Negra (Sara Ribeiro) é uma criadora multidisciplinar, poeta, cantora. Criadora e atriz, a sua afirma-se pela intensidade, pelo risco e por uma presença artística profundamente magnética. 

O seu trabalho atravessa música, artes performativas e visuais, construindo um universo onde o corpo, a palavra e a emoção se tornam ferramentas de transformação e confronto e libertação direta com o público. Entre palco e estúdio, Sarah Negra afirma-se como uma artista total — uma mulher que escreve, interpreta e transforma, criando experiências que rompem e questionam os formatos tradicionais dos encontros entre artistas e públicos, e se aproximam de um território onde arte, corpo magia e presença se fundem. 

Na música, desenvolve um percurso autoral onde a canção se cruza com a poesia e a performance. Fundadora de projetos como Los Negros e, mais recentemente, Sarah Negra, assume a escrita, composição, voz e direção artística, construindo uma linguagem própria que escapa a géneros e convenções. 

No universo de Sarah Negra, cada canção é um ato de presença — um espaço de libertação, tensão e transcendência, aqui ao lado dos músicos Ricardo Martins e Alexandre Bernardo a liberdade é matéria de ascensão. 

O seu primeiro álbum de originais, Amor E Magia, consolida a sua identidade enquanto uma das vozes mais singulares da nova criação contemporânea portuguesa e expande o seu universo artístico, cruzando música, ritual, política e espiritualidade numa proposta estética intensa, atual e profundamente envolvente.

 

ALEX LIBERALLI | Braga

07/07/2026

ANTÓNIO ADOLFO | Zatumtum

António Adolfo acaba de lançar o seu mais recente single, "Zatumtum". 

"Zatumtum" é um "samba-funk" no estilo tocado (e dançado) pelos moradores das favelas do Rio de Janeiro, misturando funk e samba. Aqui, a música é interpretada por um grupo de nove instrumentistas, incluindo metais e seção rítmica (com contrabaixo acústico). 

A faixa remete ao famoso álbum "Viralata", do artista Anónio Adolfo — vencedor e indicado a múltiplos prémios Grammy —, lançado originalmente no final da década de 1970. 

Para este projeto, Adolfo conta novamente com um grupo extraordinário de músicos brasileiros: Jesse Sadoc (trompete, flugelhorn), Danilo Sinna (sax alto), Marcelo Martins (sax tenor
, flauta), Rafael Rocha (trombone), Lula Galvão (guitarra e violão), Jorge Helder (contrabaixo acústico), Rafael Barata (bateria, percussão) e André Siqueira (percussão).

TILDE & MARI | Too Close The sun

Too Close to the Sun”, o single de estreia de Tilde & Mari, marca o auge de meses de exploração criativa e apresenta oficialmente a dupla à cena musical. Como uma poderosa declaração inicial, a faixa captura a própria essência do projeto: composições carregadas de emoção, melodias cativantes e uma produção cinematográfica que une, com perfeição, intimidade e grandiosidade. 

Explorando temas como ambição, vulnerabilidade e o equilíbrio delicado entre desejo e autopreservação, “Too Close to the Sun” convida o ouvinte a um universo sonoro rico, onde letras sinceras se encontram com arranjos evocativos. 

O resultado é uma canção que soa profundamente pessoal e, ao mesmo tempo, universal, dialogando diretamente com as emoções que nos conectam. 

Com este lançamento de estreia, Tilde & Mari estabelecem uma identidade artística singular — que combina autenticidade, profundidade emocional e uma sensibilidade pop atemporal com um toque cinematográfico.

MEU GENERAL | Cinfães

06/07/2026

CARLOS ALBERTO MONIZ CELEBRA 55 ANOS DE CARREIRA NO TEATRO MICAELENSE

No próximo dia 25 de julho, o palco do Teatro Micaelense recebe um dos momentos mais aguardados da programação da PDL 26 - Ponta Delgada Capital Portuguesa da Cultura. O emblemático cantautor Carlos Alberto Moniz une-se ao talentoso pianista Gabriel Pinto para o espetáculo "Na Primeira Pessoa", uma viagem musical que cruza memórias, poesia e a alma açoriana. 

Um dos poucos cantores e autores que viveram e cantaram a revolução antes do próprio dia 25 de Abril de 1974, Carlos Alberto Moniz traz ao palco um concerto que é o espelho exato do seu percurso de vida. Aos 76 anos de idade e com 55 anos de uma rica carreira artística, o músico convida o público a navegar por um mar de influências, cumplicidades e vivências. Tendo como pano de fundo as suas raízes, o Mar e os Açores, o espetáculo terá um foco muito especial na palavra. 

Carlos Alberto Moniz irá interpretar temas que imortalizam a beleza e a força da música açoriana, prestando uma sentida homenagem aos poetas açorianos e aos grandes vultos da nossa língua, numa viagem musical que cruza os Açores com as marés de todo o Portugal.

FESTIVAL MÊDA+

O Festival Mêda+ acaba de revelar a distribuição diária da programação da sua 12.ª edição, que regressa à cidade da Mêda entre os dias 22 e 25 de julho. Com entrada e campismo gratuitos, o festival volta a afirmar-se como um dos projetos mais singulares do circuito nacional, distribuindo a sua programação pelos palcos Pé em Triste, Mercado e Mêda+. 

 A edição de 2026 arranca no dia 22 de julho com o tradicional warm-up, que terá lugar no palco Pé em Triste. A noite de abertura contará com o concerto de Novos Românticos, às 22.00h, e DJ Tam, às 23.30h, antecipando três dias de programação dedicada à música portuguesa contemporânea. 

No dia 23 de julho, o festival inicia-se com atuações de Themandus e MALABOOS no palco Pé em Triste. Seguem-se Bonança e o espetáculo especial que reúne Félix Gambino, Saloio e O Homem que Fugiu do Mundo, resultado de uma residência artística centrada na interpretação de poemas de Manuel Daniel, figura maior da cultura e da escrita da Mêda. A programação principal prossegue com Esquerda, Mr. Gallini e Mães Solteiras, encerrando a noite com Sónia Trópicos. 

A 24 de julho, sobem aos palcos Clarisse e os Desviados, bbb hairdryer, Ana de Llor e Duques do Precariado. No palco principal, a noite será marcada pelos concertos de Marquise, Da Chick e Unsafe Space Garden, terminando com Magupi no palco Mercado. 

O último dia do festival, 25 de julho, recebe Deambula, Traz os Monstros, Monch Monch e o concerto especial de Senza com a Orquestra do Centro de Formação Musical de Mêda. O encerramento da edição ficará a cargo de Três Tristes Tigres, Expresso Transatlântico e Motherflutters, seguindo-se M.Dusa para a última atuação da noite. 

Ao longo de quatro dias, o Mêda+ mantém a aposta numa programação que cruza propostas emergentes, projetos experimentais e artistas já consolidados, preservando uma identidade construída em torno da descoberta musical, da proximidade com o público e da valorização cultural do interior do país.
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