21/08/2026

PODCAST 33 ROTAÇÕES

Já está disponível para audição no Spotify o novo episódio do Podcast 33 Rotações. Carlos Vieira e André Carneiro da editora Pós-80s apresentam o álbum Retalhos dos portuenses Bramma.
 

A GAROTA NÃO | O Testamento do tigre

Com um verão marcado por concertos memoráveis e mais datas anunciadas, A Garota Não regressa às edições com quatro novas versões de O Testamento do Tigre, já disponíveis em todas as plataformas digitais. 

O EP O Testamento do Tigre, que partilha a mesma letra base, escrita por Cátia Mazari Oliveira (A garota não), foi dividido em quatro versões musicais no formato físico do último disco Ferry Gold. 

O alinhamento conta com o tema original e três reinterpretações de Sérgio Miendes, Diogo Arranja e João Mota (seus parceiros musicais). Estas versões, que contam ainda com a parceria de Judite Canha Fernandes e Selma Uamusse, chegaram agora às diferentes plataformas digitais.

COBRAFUMA | Droga Total

Já está disponível, em formato vinil e nas plataformas digitais (Bandcamp, Apple Music e Tidal) o novo LP dos Cobrafuma, "Droga Total". 

"A "Droga Total" de Cobrafuma é um conjunto de belas analogias que não se perdem na verve com que o quarteto de metal total vocifera as suas palavras de ordem. No novo álbum da banda do Porto, o metal é apenas o seu meio e não o fim; este fim é o êxtase que vem da velocidade e do furor das guitarras cada vez mais rápidas, cada vez mais intensas. A droga é o riff, é total por funcionar como um ouroboros: a cobra fuma-se a si mesma numa corrida pirotécnica em sete atos. 

O novo conjunto de sete músicas, na forja há dois anos, funde uma urgência catastrofista com o humor negro de quem encara a explosão nuclear de frente, usando a temperatura ascendente do apocalipse para acender o cigarro. Droga Total é mais duro e mais bravo, e também mais sarcástico e mordaz, mais incisivo e perspicaz — se o disco homónimo começou ao balcão da tasca a intoxicar-se com a revolta do contemporâneo, este novo capítulo começa na recolha de garrafas para a reciclagem furibunda do cocktail molotov. A violência com que identificam inimigos é catalisada pelo andamento desgovernado de cada música, mas a sua maior arma de destruição é o ridículo em que os cobrem, de escárnio virolento e venenoso. 

Os “Meninos das Tochas” mais não são do que meninos, as tochas são maiores do que eles e a cobra acende o fumo com elas. “Quem é Este Man” é resposta à reação, com a pergunta que destrói os egos dos heróis das teclas. “Trabalho” é o hino sindicalista da siderurgia, a espalhar a mensagem contra a jornada, e “Droga Total” é tanto sobre uma espécie de Soilent Green como sobre as migalhas que sobram a quem não é trilionário, bilionário, ou vive no privilégio dos 1%. 

O choro de distorção de “Tiro No Escuro” é o clamor da rua e da possibilidade de mudança que esta guarda, uma sequência perfeita para a tensão pré-revolução de “Hoje é o dia” e a preparação certa para o alucinante sprint de guitarras rasgadas e inebriadas pela substância mais dura, o riff, que é a derradeira “Humildade”. 

Cobrafuma desmonta todos os inimigos com a melhor e mais nortenha raiva lírica, numa estética inaugurada por José Mário Branco em FMI: furioso, belicoso, incendiário e gozão, sarcástico, com o desespero camuflado e inflamado no humor. É idiomático, é do Norte, é a língua da tasca vociferada; o cardápio serve Droga Total em pratos de metal e talheres de aço. 

A fúria de Cobrafuma em "Droga Total" não é simplesmente metálica, porque respira a decadência do rock, na ginga e no groove com que recorta cada riff, cada linha de baixo, cada galope da percussão. O d-beat na bateria alimenta bem o thrash na guitarra e o groove stoner do baixo, com todos os elementos a trocar rapidamente, passando o sludge e o punk pelas cordas, com a percussão a carregar o instinto mais belicoso do death, que pisca dengosamente o olho ao groove do roll. 

A totalidade é geográfica, temporal e visceral. Ao contrário da prototípica banda dos géneros extremos, a Cobrafuma serpenteia por todo o extremo das guitarras livremente, sem se dedicar religiosamente a nenhum subgénero em particular. 

O seu credo não é a distorção, mas sim a adrenalina. O escárnio em que mergulham cada música, com um cuidado lírico mais próximo das tradições do rock, é o mesmo que usa as texturas abrasivas da música pesada em nome da sensação, do êxtase, da raiva e da toxina. Este álbum não é sobre o que se ouve, mas sobre o que se sente." (André Forte)

DUBAQUITO | Nunca Nada é Bem Assim

Dubaquito, banda rock alternativo oriunda de Viana do Castelo, lançou no passado dia 7 de agosto "Nunca nada é bem assim". Este é o primeiro single de uma nova fase e o primeiro de duas faixas que irão preceder o lançamento do álbum de estreia da banda. O tema está disponível nas principais plataformas de streaming.

 

ERCAVOX | Higher, Lift Me Higher

ErcavoX acaba deapresentar o seu mais recente single. “Higher, Lift Me Higher” é uma faixa de dance-pop vibrante.

 

SORAIA RAMOS | Pilon di Pikena

Soraia Ramos apresenta hoje o seu novo single "Pilon di Pikena", através da sua editora SR Entertainment, com distribuição da Universal Music. "Pilon di Pikena" é uma celebração da mulher através dos olhos de um homem profundamente apaixonado. 

Ao longo da canção, a voz masculina enaltece não apenas a sua beleza, mas também a sua luz, a sua personalidade e a energia positiva que leva consigo por onde passa. Para ele, ela é uma mulher rara, capaz de transformar qualquer ambiente apenas com a sua presença. Com uma sonoridade leve, romântica e envolvente, "Pilon di Pikena" retrata um amor construído sobre admiração, respeito e valorização. 

A letra mostra um homem que faz questão de expressar o quanto a mulher que ama é extraordinária, fazendo-a sentir-se vista, reconhecida e especial em cada detalhe. Mais do que palavras bonitas, é um amor que escolhe elogiar, apoiar e lembrar todos os dias o valor da pessoa que tem ao seu lado. 

Mais do que uma canção de amor, "Pilon di Pikena" é uma homenagem a todas as mulheres que brilham pela sua essência. Celebra aquelas que carregam luz, atitude e autenticidade, lembrando que o verdadeiro amor também se demonstra através das palavras, da admiração e da capacidade de reconhecer a grandeza de quem está ao nosso lado. 

Num mundo onde tantas canções falam sobre conquistar uma mulher, "Pilon di Pikena" escolhe celebrá-la. A música deixa uma mensagem simples, mas poderosa: amar também é reconhecer, elogiar e fazer a outra pessoa sentir-se importante. É um convite para que mais homens valorizem a mulher que têm ao seu lado, lhe recordem a sua luz e nunca deixem de lhe dizer o quão extraordinária ela é. Porque, por vezes, um elogio sincero tem o poder de fortalecer um coração, uma relação e um amor para a vida inteira.

20/08/2026

BLAYA e MANGA LIMÃO LANÇAM “PAU SANTO”

Blaya junta-se aos Manga Limão para lançar o quarto single do próximo álbum Gingado Misturado. Um tema quente e dançante que cruza o universo provocador da artista com o groove tropical afro-pop da banda, num ritual de purificação feito de música, movimento e boas energias. 

Depois de “No Meu Tempo de Escola”, “Biri Bam Bam” e “Bate o Pé no Chão”, Blaya apresenta “Pau Santo”, o seu novo single e mais um capítulo de Gingado Misturado, o álbum que irá reunir diferentes fases, memórias e experiências da artista numa espécie de autobiografia cantada. Se os primeiros temas começaram por revisitar a infância, a família e o crescimento, “Bate o Pé no Chão” abriu a porta para uma dimensão mais energética e libertadora. 

Agora, “Pau Santo” dá continuidade a esse ritual de limpeza, mas fá-lo através de um groove tropical afro-pop, quente, envolvente e irresistivelmente dançante. O nome do tema parte de uma referência real: o pau santo, conhecido como “madeira sagrada”, é uma árvore nativa da América do Sul cuja madeira aromática é tradicionalmente utilizada em rituais de purificação, associado à limpeza energética e à criação de um ambiente de tranquilidade e bem-estar. É precisamente este imaginário de renovação que Blaya transporta para “Pau Santo”. 

No fundo é um convite à purificação do prazer, a deixar para trás as más energias, a permitir que o corpo ganhe o seu espaço para se mexer e o “pau santo” torna-se pretexto para esta celebração e libertação.

EXTRAMURALHAS 2026 | Leiria

Leiria volta a vestir-se de negro para receber mais uma edição do Extramuralhas, o festival gótico que continua a transformar a capital de distrito num ponto de encontro singular dentro do estilo e a sublinhar a cidade como uma referência europeia da cultura alternativa. 

A partir de hoje, 20 de Agosto, e até sábado, em vários locais emblemáticos e com mais de metade dos espetáculos de acesso gratuito, a edição de 2026 convoca nomes históricos e propostas emergentes que desenham um mapa fértil de diferentes geografias e linguagens musicais. 

Entre o Teatro José Lúcio da Silva, o Teatro Miguel Franco, a Igreja da Misericórdia, o Jardim Luís de Camões e o bar Paddock, escutam-se sonoridades que viajam desde o pós-punk ao darkwave, passando por subgéneros como coldwave, industrial, techno, synthpop, electrónica experimental e neofolk, de onde sobressaem os veteranos Chameleons, Moonspell ou IAMX, e os contemporâneos Selofan, Moaan Exis ou Dina Summer. 

Esta quinta-feira, o 15.º Extramuralhas arranca às 16.00h, no Teatro Miguel Franco, com a italiana Lili Refrain, que deixou lastro na edição de 2023, depois de ter enfeitiçado o público com a sua música e performance ritualística. À noite, pelas 21.00h, os Moonspell, a banda portuguesa mais internacional de sempre, apresenta o novo álbum Far From God – um trabalho no qual regressam ao universo gótico que definiu alguns dos momentos mais icónicos da sua vasta discografia – no Teatro José Lúcio da Silva.

SOFIA CAMARA | Best Friend

Sofia Camara, artista pop nomeada para um JUNO Award, lançou recentemente a sua canção mais devastadora até à data com “Best Friend”, um novo e poderoso single sobre a dor que surge quando o amor transforma para sempre uma amizade. 

“Best Friend” surge na sequência da sua estreia ao vivo no Rock in Rio Lisboa e no All Things Go, nos EUA, no início deste verão, onde rapidamente se tornou num dos momentos mais marcantes da atuação de Sofia. Em “Best Friend”, Camara explora uma dimensão do desgosto amoroso de que raramente se fala: a perda da amizade que existia antes de o amor complicar tudo. 

Coescrita com o cantor e compositor JP Saxe, juntamente com Ryan Marrone, Alex Sutton e TJ Whitelaw, e produzida pelo seu colaborador de longa data Mike Wise, a canção aborda a ideia impossível de que, por vezes, amar alguém significa aprender a deixá-lo partir. Sustentada pela interpretação vocal arrebatadora de Sofia e pelo arranjo de cordas de Will L’amoureux, “Best Friend” encontra uma beleza extraordinária na contenção. 

É sobre perceber que amar alguém significa querer o melhor para essa pessoa, mesmo quando já não fazemos parte da sua história”, afirma Camara. “Há pessoas pelas quais nunca deixaremos de estar gratos por termos conhecido, independentemente da forma como tudo termina”, refere a artista.

Enquanto Sofia continua a levar a sua música a públicos de toda a América do Norte e da Europa neste verão, “Best Friend” chega num ano marcante da sua carreira. Depois de atuações no All Things Go, Rock in Rio Lisboa, Pinkpop, Montreux Jazz Festival, Lollapalooza Berlin e ao lado dos Bastille no Cardiff Castle, a canção tornou-se já num dos momentos mais emotivos dos seus espetáculos ao vivo.

SARA CORREIA ESGOTA CONCERTO EM PARIS

2026 continua a ser um ano de grandes palcos e salas lotadas para Sara Correia. Depois de ter esgotado a MEO Arena, em março, na estreia da Tour Tempestade, agora um novo sold out internacional, em Paris, onde atua no icónico Folies Bergère, no próximo dia 19 de setembro. 

O concerto marca a estreia de Sara Correia em nome próprio no Folies Bergère e reforça a crescente dimensão internacional da artista, que este ano passou já por cidades como Londres e Madrid, com concertos no Barbican e no Teatro Real, e continuará a levar a Tour Tempestade a vários palcos internacionais. Em Portugal, a resposta do público mantém a mesma força. 

Sara Correia estreia-se em nome próprio na Super Bock Arena, no Porto, nos dias 7 e 8 de dezembro, com a primeira data já muito próxima de esgotar. Os dois concertos no Porto encerram um ano particularmente marcante para Sara Correia, depois de uma digressão que tem atravessado alguns dos principais palcos e eventos nacionais e internacionais. 

A artista editou Tempestade, o seu quarto álbum de estúdio, no final de fevereiro. Um disco que abriu um novo capítulo na carreira da fadista e que dá nome à tour que, ao longo de 2026, tem confirmado a crescente dimensão nacional e internacional de Sara Correia.

19/08/2026

QUE JAZZ É ESTE? ENCERRA 14ª EDIÇÃO COM CASA CHEIA E DE OLHOS NA NOVA GERAÇÃO

Foto: Luís Belo

Terminou a 14.ª edição do Festival Que Jazz É Este?, que de 8 a 19 de julho voltou a espalhar música por Viseu. De hospitais, lares e um estabelecimento prisional às ruas, aldeias e museus, culminando no grande fim de semana no Parque Aquilino Ribeiro. Fecha-se mais um capítulo de um festival que, ano após ano, continua a provar por que faz sentido existir: como projeto cultural de proximidade, criação e serviço público. Esta foi uma edição de públicos em crescimento. 

O parque encheu-se, as tardes de rádio ao vivo, mercado e conversas juntaram gente de todas as idades, e os concertos confirmaram aquilo que o festival tem vindo a construir: que há em Viseu um público disponível para o risco, para a descoberta e para o jazz nas suas formas menos previsíveis. Se há imagem que resume esta edição, é a do encerramento: Omar, uma das grandes vozes da soul britânica, a subir ao palco acompanhado pela Gira Big Band. Um artista de mais de quatro décadas de carreira e colaborações com nomes como Stevie Wonder ou Erykah Badu, ao alcance de todos, num concerto raro, o tipo de encontro improvável que só um festival como este proporciona, e uma oportunidade incomum de o ver passar por Viseu. 

Ficam também olhos postos na nova e promissora geração da cena jazz em Portugal e também passou pelo festival: jovens músicos da Gira Big Band, oriundos das filarmónicas e conservatórios da região, que cresceram dentro do festival ao longo de sucessivas edições e ocupam hoje o palco com uma maturidade impressionante; o baterista viseense Miguel Rodrigues e o seu Azul Piscina; o Hugo Santos Quintet, liderado por outro jovem baterista premiado que veio afirmar a sua própria linguagem; nos mais de vinte jovens participantes no 18º. workshop de jazz de Viseu vindos de várias escolas parceiras das regiões centro e norte. 

Uma geração que revela um espírito que é, ele próprio, a marca da casa: companheirismo, entreajuda e a vontade de descobrir e explorar em conjunto. É esta uma aposta que dá sentido a tudo o resto: formar, acompanhar e dar palco a quem faz a música acontecer. Todas as atividades mantiveram entrada livre, com apelo ao donativo consciente, por se acreditar que a cultura deve ser acessível, mas não gratuita por defeito. 

A realização da 14.ª edição contou com o apoio do Município de Viseu, parceiro fundamental para que o festival continue a afirmar-se, e de todos os que acreditam neste projeto.

 

ALEX LIBERALLI APRESENTA O ÁLBUM "MONTANHA RUSSA 33" NO PODCAST 33 ROTAÇÕES

Já está disponível para audição no Spotify o novo episódio do Podcast 33 Rotações. Alex Liberalli apresenta na primeira pessoa o seu disco de estreia a solo, "Montanha Russa 33", um álbum que celebra 33 anos de carreira da artista.
 

“HÁ MÚSICA NA CASA DA CERCA” 2026

O segundo concerto do ciclo Concertos ao Pôr do Sol é protagonizado pelo Ensemble do Hot Clube de Portugal e assinala a celebração dos 100 anos do nascimento de Miles Davis. O álbum “Kind of Blue” (1959) é unanimemente considerado como um dos mais importantes e influentes discos da história do jazz, continuando a ser um recordista de vendas até aos dias de hoje. 

Gravado em apenas duas sessões, em 1959, o álbum reúne um sexteto de músicos extraordinários e marcou uma nova era na evolução do jazz - em que Miles Davis abandonou a vertigem da velocidade e a complexidade harmónica do bebop e abriu a porta ao jazz modal, uma linguagem mais lírica, espaçada e com mais liberdade na exploração melódica. 

Reunindo cinco temas, todos da autoria de Miles Davis (dois deles em colaboração com o pianista Bill Evans), este conjunto de composições aparentemente simples são veículos perfeitos para o desenvolvimento de uma nova linguagem de improvisação. 

Este será um concerto de um sexteto de jovens talentos do jazz português associados ao Hot Clube, que se têm apresentado em vários projetos recentes. O espetáculo será comentado, o grupo irá executar as peças deste disco, mas também explicar um pouco a sua importância na história do Jazz. 

Maria Fonseca | trompete 

Mateus Oliveira | saxofone alto 

Vasco Pereira | saxofone tenor 

Rita Caravaca | piano 

Juliana Mendonça | contrabaixo 

Maria Carvalho | bateria

29 de agosto | Anfiteatro do Jardim Botânico (21.30h)

STONE DEAD | Alcobaça

Os Stone Dead regressam à cidade onde nasceram para apresentar, pela primeira vez em Alcobaça, o seu novo álbum “Milk”. O concerto acontece no próximo 29 de agosto (sábado), pelas 21.30h, no Anfiteatro do Jardim do Tribunal de Alcobaça, com entrada livre, e marca também o arranque da tour de apresentação deste novo disco. 

Editado pela Suburbia, editora alcobacense, “Milk” marca uma nova fase no percurso dos Stone Dead, afirmando uma evolução clara na forma como a banda escreve, constrói e apresenta as suas canções. 

Ao longo do álbum, os Stone Dead cruzam peso e subtileza, tensão e contenção, criando um equilíbrio entre impulso e reflexão. As canções revelam uma abordagem mais refinada e madura, sem perder intensidade, e percorrem temas como desejo, vulnerabilidade e desgaste, refletindo um lado mais exposto e introspectivo da banda. 

O resultado é um disco coeso e envolvente, simultaneamente denso, cinematográfico e inquieto. A apresentação em Alcobaça será o primeiro momento da tour de “Milk”, dando início a um percurso que levará os Stone Dead a diferentes palcos nacionais ao longo dos próximos meses, com destaque para cidades como Lisboa, Porto e Coimbra. Depois da passagem pela sua cidade de origem, a banda seguirá viagem para apresentar ao vivo este novo capítulo, levando consigo um álbum que representa uma nova etapa na sua história.

CARTAZ | Concerto

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