20/04/2026

INÊS CONDEÇO | The Space Between Birds

Foto Capa do Disco: Catarina Rosa

Inês Condeço apresenta o seu segundo disco “The Space Between Birds”. Através do piano, sintetizadores e voz, a artista guia-nos numa viagem por entre ambientes angelicais e obscuros, partindo de uma reflexão sobre o lugar de esperança e luz num mundo distópico, desumanizado e veloz, onde olhar para cima e ouvir os pássaros se tornou um ato de resistência. 

Este disco percorre sonoridades dentro da música ambient, eletrónica e experimental, dando continuidade ao trabalho desenvolvido no seu primeiro disco “Lacuna”, considerado um dos 50 melhores álbuns nacionais de 2024 pela Blitz/Expresso. 

A pianista e compositora iniciou os seus estudos musicais em Leiria, licenciou-se em Música (Piano - Música Clássica) na Universidade de Évora e concluiu a Pós-Graduação em Arte Sonora: Processos Experimentais na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. 

Durante o seu percurso tem vindo a participar em vários projetos multidisciplinares e composto música para performance, teatro e filme. Tem vindo a apresentar-se em palcos por todo o país e também noutras cidades europeias, integrando festivais, residências artísticas e colaborando com vários artistas.

TATANKA REVELA CONVIVADOS ESPECIASIS NOS CONCERTOS DO PORTO E LISBOA

Tatanka revela hoje os convidados especiais dos seus concertos: primeiro recebe Os Azeitonas e David Pessoa no Porto, a 6 de maio, no Teatro Sá da Bandeira; seguem-se Marisa Liz e Janeiro em Lisboa, a 13 de maio, no Teatro Tivoli BBVA. 

Quatro participações que acrescentam uma outra dimensão a estes espetáculos e reforçam esta nova fase artística, marcada por um registo mais íntimo, autoral e colaborativo. Os bilhetes estão à venda na Ticketline. 

Após várias ocasiões em que Tatanka se juntou à banda em palco, Os Azeitonas integram agora o seu espetáculo no Porto, reinterpretando temas do seu repertório num encontro entre pop, rock e muita festa. A noite conta ainda com David Pessoa, músico, compositor e cantor, membro dos Fogo-Fogo, com um percurso marcado pelo cruzamento de influências que vão do fado à morna, passando pelo blues e pela soul. 

Em Lisboa, Tatanka recebe Marisa Liz para um dueto concebido de raiz para este espetáculo. O encontro entre duas das vozes mais carismáticas e emotivas da música portuguesa antecipa-se como um dos momentos de maior intensidade da noite. 

Tatanka convida também Janeiro, cantor, compositor e multi-instrumentista que tem vindo a afirmar um percurso singular na música portuguesa, cruzando a canção com influências de MPB, jazz e eletrónica, num universo sonoro marcado pela experimentação. Em paralelo ao seu percurso com The Black Mamba, Tatanka tem continuado a construir a sua carreira a solo. 

Este novo ciclo foi recentemente inaugurado com a edição dos singles “Balada de um Gajo Invisível” e “O Barco”, dois temas que revelam uma escrita mais pessoal e um registo despojado, centrado na voz e na palavra. Até à edição do novo álbum, prevista para este ano, serão ainda revelados novos singles. 

Tatanka tem vindo a aprofundar também a sua dimensão de intervenção social. Regressou recentemente de Moçambique, que visitou com a ONG portuguesa Helpo, a convite da sua presidente, a artista Selma Uamusse. Numa missão que cruza criação artística e impacto social, o Tatanka esteve no norte do país a trabalhar com comunidades locais, contribuindo para a criação de um novo hino da organização, que desenvolve projetos nas áreas da educação, nutrição e saúde materno-infantil junto de populações vulneráveis. 

A canção nasce de uma recolha de sons - entre tambores, cânticos e expressões do quotidiano - que Tatanka integra numa composição original, refletindo um processo colaborativo enraizado no território e nas suas pessoas. 

Com novas canções, já reveladas e outras a caminho, colaborações inéditas em palco e histórias do que sentiu e aprendeu em Moçambique para partilhar, Tatanka convida o público a descobrir ao vivo este novo capítulo da sua vida e carreira, em dois concertos únicos no Porto e em Lisboa.

MÃO VERDE | Disco-livro "Mão Verde III" Chega Hoje às Lojas e Plataformas Digitais

Foto: Kitato

Já está disponível o disco-livro "Mão Verde III”. O álbum é composto por 12 faixas que abordam temas como a ecologia, a natureza e questões sociais - como as desigualdades, a importância da democracia, a diversidade e a solidariedade humana. O áudio pode ser encontrado em todas as plataformas e a publicação (ilustrada por Bernardo Carvalho) pode ser adquirida nas livrarias. 

São dez canções e dois poemas novos, letras, ilustrações e notas informativas que ajudam a contextualizar os temas abordados. Com mais um trabalho que junta poesia e música para verdes e maduros, a banda (de Capicua, Francisca Cortesão, António Serginho e Pedro Geraldes) celebrou dez anos de concertos pelo País com a apresentação do novo repertório numa Casa da Música cheia de famílias felizes e dançantes. 

Para assinalar a edição e em semana de celebrar o 25 de Abril, destaca-se o tema "Vira do Reviralho" com lançamento de um vídeo feito por Macedo&Cannatà e a dupla de videastas Juno (com base nas ilustrações de Bernardo Carvalho). 

Esta canção é uma espécie de "antes e depois" da nossa democracia e serve de lembrete do quanto devemos em liberdade e desenvolvimento à Revolução dos Cravos. Este terceiro disco da Mão Verde alarga o projeto do ponto de vista temático, acrescentando às temáticas da ecologia outras questões importantes, como a desigualdade social e de género, o capacitismo e outras formas de preconceito, a democracia, a crise da habitação e a importância da empatia e do sentido de comunidade. 

Assim, promete ser mais um contributo lúdico, poético e musical, para grandes conversas em família e muitos trabalhos escolares. “Mão Verde III” já pode ser ouvido em todas as plataformas digitais, adquirido nas livrarias e no site de Mão Verde.

 

19/04/2026

A SUL APRESENTA “QUER QUER QUER” AO VIVO NA CASA CAPITÃO

Depois de revelar ao mundo Quer Quer Quer, o seu aguardado álbum de estreia, A SUL, projeto musical de Cláudia Sul, prepara-se para dar corpo e voz a este universo num concerto especial de apresentação, marcado para o dia 22 de abril, na Casa Capitão, em Lisboa. 

Mais do que um espetáculo, este será um momento de partilha íntima, onde o disco ganha uma nova dimensão em palco. Em formato banda, Cláudia Sul faz-se acompanhar por Catarina Branco nas teclas, Inóspita na guitarra elétrica, Gonçalo Bicudo no baixo, Pedro Almeida na bateria e Marta Fonseca na guitarra clássica, construindo um espaço sonoro onde a vulnerabilidade e a intensidade emocional do disco se tornam realidade. 

O concerto abre com um momento inesperado: uma primeira parte de stand-up por Pedro Rodrigues, pensada em diálogo com o tema central do álbum, o luto, expandindo desde o início o território sensível que Quer Quer Quer habita. 

Ao longo do espetáculo, a narrativa será ainda atravessada por duas participações especiais: Alice Artur, artista plástica, junta-se em palco para a leitura de um poema que integra o universo do concerto, e o pai de Cláudia Sul surge num dos momentos mais íntimos da noite, num dueto único. 

Quer Quer Quer apresenta-se como um exercício de aceitação e confronto que, nas palavras da própria artista, “mais do que um disco sobre a morte, é uma celebração da vida na sua forma mais crua”. Em palco, essa matéria ganha corpo, entre canções, silêncios e gestos partilhados, num encontro onde as dores e as memórias se reconhecem como universais, através de várias artes. 

Os bilhetes para o concerto já se encontram disponíveis na DICE. Depois desta apresentação, A SUL levará Quer Quer Quer a outros palcos, incluindo o festival Bons Sons, onde atuará a 9 de agosto. e o festival MEO Kalorama, onde atuará a 28 de agosto.

INÊS APENAS AO VIVO COM HOMENAGEM A JOSÉ AFONSO, NA CASA CAPITÃO

18/04/2026

BULCÂNICOS | 9700 (Ao Vivo)

Bulcânicos são uma formação de cinco elementos da ilha Terceira, Açores, que se tem afirmado no panorama independente português pela sua fusão distintiva de pop, rock e folk. 

Composto por Henrique Bulcão (voz e composição), Vítor Costa (guitarra acústica), Antero Ferreira (baixo), Dário Ferreira (guitarra elétrica) e Bruno Ferreira (bateria), o projeto destaca-se pela força das suas melodias e pelo peso poético das suas letras. 

O álbum de estreia “Estrada da Solidão” é um trabalho conceptual com músicas que narram uma viagem interior. Da caminhada solitária que abre o disco à celebração coletiva em “Terra Molhada” a obra explora a dualidade entre o isolamento e a comunhão.

 

PRACTICANTE | Fora do Acordo

Chama-se Fora do Acordo e é o mais recente lançamento do músico Practicante.

 

8TMZ | Absinthe

No seu novo lançamento, "Absinthe", 8TMZ explora uma sonoridade elegante e calorosa, combinando folk, jazz acústico e gypsy jazz numa faixa marcada por violões no estilo Selmer, ritmo la pompe e uma interpretação delicada e envolvente. O resultado é uma canção orgânica, refinada e cheia de sutilezas, que convida o ouvinte a desacelerar e mergulhar em um espaço de proximidade emocional e beleza simples. 

A música constrói-se a partir de uma atmosfera acústica sofisticada, com referências claras ao universo do gypsy jazz, mas filtradas por uma sensibilidade contemporânea e acessível. O balanço suave dos violões, a leveza melódica e a interpretação vocal criam um ambiente íntimo, quase suspenso no tempo, em que o afeto ganha o centro da cena.

17/04/2026

ANTÓNIO OLAIO APRESENTA DOIS NOVOS DISCOS

António Olaio apresenta dois novos trabalhos discográficos editados pela Lux Records — If My Heart Had a Brain, em colaboração com Victor Torpedo, e Next Stop is Yesterday, com Manuel Guimarães. Dois álbuns, duas linguagens, dois diálogos artísticos que confirmam a singularidade de um criador que continua a cruzar música, artes visuais e performance.

LUSTRO | Anjos ou Vilões

A assinalar uma década de carreira, a banda de rock lisboeta apresenta “Anjos ou Vilões”, o primeiro single do seu novo trabalho de estúdio, com edição prevista para outubro deste ano. 

Depois de três álbuns — Nu Ar (2017), O Diabo Também Chora (2022) e Esquecimento Global (2023) — e de uma presença consistente em palcos de norte a sul do país, o quarteto regressa agora com uma renovada energia e novas histórias para contar. 

Produzido por David Jerónimo no estúdio MalwareSound, “Anjos ou Vilões” marca o arranque oficial das celebrações do 10.º Aniversário da banda. Paulo Pereira, Rui Gomes, Mike Ferreira e Pedro Costa são os Lustro — rock sem limites.

 

16/04/2026

COLISEU PORTO AGEAS CELEBRA 90 ANOS DE ARY DOS SANTOS

A 25 de setembro, o Coliseu Porto Ageas organiza um concerto de homenagem a Ary dos Santos. “Cantar Ary” junta em palco a Banda Sinfónica Portuguesa e algumas das maiores vozes da música nacional, de diferentes gerações: Ana Lua Caiano, Camané, Carolina Deslandes, Fernando Tordo e Paulo de Carvalho. 

Para assinalar os 90 anos do nascimento do poeta que ajudou a renovar a música portuguesa, o Coliseu desafiou a Banda Sinfónica Portuguesa a orquestrar uma seleção de canções entre as cerca de 600 que escreveu. José Carlos Ary dos Santos é autor de algumas das mais célebres músicas do cancioneiro nacional, como “A Desfolhada”, “Os Putos”, “Cavalo à Solta”, “Lisboa, Menina e Moça”, “Estrela da Tarde”, “Um Homem na Cidade” ou “Meu Amigo Está Longe”. 

Nesta viagem pelas canções e poemas de Ary, celebra-se o rasgo, o talento e a luta pela liberdade que marcaram a sua vida, com novos arranjos interpretados ao vivo pela Banda Sinfónica Portuguesa. Em palco vão estar também Paulo de Carvalho, Fernando Tordo, Carolina Deslandes, Camané e Ana Lua Caiano, algumas das melhores vozes de cada geração da música portuguesa, o que permite aos fãs redescobrirem as canções. 

José Carlos Pereira Ary dos Santos faleceu aos 46 anos, em 1984, 10 anos após o 25 de Abril, que trouxe ao país a liberdade com que sonhou e pela qual lutou, política e artisticamente. Venceu quatro vezes o Festival RTP da Canção, com as canções "Desfolhada" (Simone de Oliveira, 1969), "Menina do alto da serra", (Tonicha, 1971), "Tourada", (Fernando Tordo, 1973) e "Portugal no Coração" (grupo Os Amigos, 1977). Colaborou com vários compositores, como Nuno Nazareth Fernandes, Alain Oulman, José Mário Branco, Paulo de Carvalho ou António Victorino de Almeida. 

Escreveu ativamente para vários fadistas, em especial para Amália Rodrigues e Carlos do Carmo. Em 2004, foi condecorado pela Presidência da República com o título de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique. Mais do que um exercício de memória, o concerto “Cantar Ary” reafirma a importância e a força intemporal da poesia na música, ao mesmo tempo que dá a descobrir a novas gerações o legado de um dos maiores poetas da cultura portuguesa, voz inquieta da nossa história coletiva.

CASSETE PIRATA CELEBRAM 10 ANOS COM FESTA DE ANIVERSÁRIO E LANÇAMENTO DE "CASSETE PIRATA LIVE TAPE"

Em abril de 2026, os Cassete Pirata assinalam uma década desde o seu primeiro concerto, que teve lugar em 2016 no saudoso Popular Alvalade, em Lisboa. Dez anos depois, a banda celebra este percurso com o lançamento de uma edição especial - “CASSETE PIRATA LIVE TAPE” - e uma festa de aniversário no dia 18 de abril, no Musa de Marvila, convidando o público a brindar à sua história e a fazer parte do que ainda está por vir. 

A noite arranca às 22.00h com um brinde que assinala simbolicamente estes dez anos de canções, palcos e cumplicidade com o público. Logo de seguida, terá lugar a Listening Party de “CASSETE PIRATA LIVE TAPE”, uma edição especial que responde a um desejo antigo dos fãs: o lançamento em formato cassete. Seguem-se os DJ sets dos amigos Nino da Lágrima e Benjamim, para nos lembrar o movimento contínuo da celebração, até que a madrugada se renda à noite.

MÃO LANÇA ÁLBUM HOMÓNIMO

A aliança entre DJ Vibe e Paulo Pedro Gonçalves está pronta para bater às portas do mundo. Hoje, 16 de Abril, Mão lança o seu álbum de estreia homónimo exclusivamente em vinil: oito temas instrumentais que traçam uma rota pelo mundo, da América à Ásia, partindo da eletrónica para trilhar um leque de géneros como a pop, os blues, o ambient ou o rock. Tó Pereira e Paulo Pedro Gonçalves são dois iconoclastas que, desde a década de 1980, continuam a escrever a narrativa da música portuguesa. 

O primeiro é DJ Vibe, um dos pioneiros da cultura de dança e da eletrónica, na linha da frente da house music, dono de um culto que ultrapassa as fronteiras. 

Quanto ao segundo, conhecemo-lo como um dos fundadores da instituição pop chamada Heróis do Mar, fonte inesgotável de êxitos que ainda hoje acendem as almas de tantas gerações. Antes, fez parte de uma das incursões inaugurais em Portugal do punk, Os Faíscas, e da new wave, Corpo Diplomático, e, depois, do glam dance rock dos LX-90, para onde convida Tó Pereira. 

Mão é o projeto que volta a juntar os dois, agora no primeiro quarto do século XXI. Desta vez, surge por iniciativa de DJ Vibe, fruto da sua constante vontade de criar e, sobretudo, de explorar musicalmente outras áreas. O resultado cristaliza-se em oito viagens sonoras que traçam uma rota pelo mundo, com vénias às geografias e à música de cada lugar.

 

15/04/2026

CATARINA BRANCO EM CONCERTO

Catarina Branco apresenta ao vivo o seu mais recente álbum, “Acordava cansada”, no próximo dia 2 de maio, na BOTA Anjos, em Lisboa. As reservas para o concerto já se encontram disponíveis através do formulário disponibilizado pelo espaço. 

Depois da edição do disco, lançado recentemente em formato digital e vinil, a cantautora leva agora para palco um trabalho que marca um novo momento no seu percurso artístico, aprofundando uma linguagem mais densa, introspetiva e minimal. 

“Acordava cansada” surge como o reverso de uma discografia anteriormente marcada por canções luminosas, afirmando-se como um território onde o silêncio, a melancolia e o esvaziamento ganham forma musical. É a partir desse lugar que o concerto se constrói, propondo uma transposição ao vivo de um universo onde cada canção funciona como a materialização de um estado emocional em processo de descoberta. 

Do ponto de vista sonoro, o disco aproxima-se de uma estética folk minimalista, privilegiando a captação de instrumentos acústicos e a redução dos elementos ao essencial. Este princípio estende-se à apresentação ao vivo, que se antecipa como um momento de proximidade e escuta atenta, centrado na palavra, na voz e na contenção. Integralmente composto, produzido, captado e misturado por Catarina Branco, “Acordava cansada” reflete um processo profundamente pessoal, desenvolvido ao longo de vários anos e consolidado em residência artística na Casa de Gigante, no Vale do Pereiro. 

Para a concretização do disco, a artista contou com a colaboração de músicos como Sara Gonçalves, Leonor Orca, Mariana Camacho, Catarina Valadas, Rodrigo Nogueira e Bá Álvares, contribuindo para uma paleta sónica diversa, mas sempre contida na sua intenção minimal.

MARIA LEÓN | Fnac Faro

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