O músico, produtor e compositor brasileiro Pupillo, em conjunto com a editora Amor in Sound – liderada por Mario Caldato (Beastie Boys) e Samantha Caldato – anuncia a versão em vinil do seu primeiro álbum homónimo, lançado em março de 2026.
O LP, distribuído pela Rush Hour, já se encontra disponível no site oficial da empresa e também em lojas localizadas na Austrália, Bélgica, Canadá, Suíça, Alemanha, Espanha, França, Grã-Bretanha, Geórgia, Ilhas Canárias, Indonésia, Itália, Japão, Holanda, Noruega, Nova Zelândia, Polônia, Portugal e Taiwan.
Depois de produzir álbuns de artistas como Gal Costa, Erasmo Carlos, Nando Reis e Otto, este é o primeiro em que Pupillo assina como artista principal. Baterista e percussionista com um percurso marcante na banda Nação Zumbi – além de ter acompanhado inúmeros artistas brasileiros ao longo da sua carreira –, foi a partir dos ritmos que Pupillo começou a construir as composições do álbum, cruzando géneros como o forró, o jazz e o hip hop.
Para a criação dos temas, Pupillo contou com a colaboração de artistas e músicos como Céu, Rodrigo Amarante, Agnes Nunes, Amaro Freitas, Davi Moraes, Alberto Continentino, Pedro Martins, Carminho, Gaslamp Killer, Loren Oden, Adrian Younge, Cut Chemist, Hervé Salters, Jeremy Gustin e Roberto Schilling. Reunindo esta diversidade de propostas sonoras, a produção do álbum é assinada por Mario Caldato (em conjunto com o artista), que, para além do seu trabalho de referência com os Beastie Boys, já produziu álbuns de artistas como Seu Jorge, Marisa Monte, Marcelo D2, entre muitos outros.
Num mercado onde a maior parte das canções de amor gira em torno do primeiro
encontro ou da despedida, Sérgio Froes escolhe contar uma história menos comum: a
de um amor que permaneceu.
“Onze Janeiros, O Soneto de Bárbara” nasceu como um presente para sua esposa,
Bárbara, em celebração aos onze anos de casamento.
A música, porém, evita
transformar essa experiência em algo exclusivo. Ao contrário, parte de uma lembrança
íntima para falar de algo universal: a beleza de continuar escolhendo a mesma pessoa
com o passar do tempo.
O título carrega um simbolismo discreto. Cada janeiro representa mais do que a
mudança do calendário; representa um novo capítulo escrito a dois. Em vez de medir o
amor pela intensidade de um instante, a composição mede-o pelas estações
atravessadas, pelas dificuldades vencidas e pelas pequenas fidelidades do cotidiano.
Essa mesma elegância aparece na produção musical. Violões acústicos, texturas
orquestrais delicadas e uma interpretação contida criam espaço para que a letra
conduza a experiência. Nada procura impressionar pelo excesso.
A emoção nasce
justamente da sinceridade.
Influenciado pela tradição da MPB e pela canção de autor, Sérgio Froes constrói uma
obra em que a poesia vem antes do espetáculo. A sua escrita dialoga com a maturidade
emocional de compositores que enxergam o tempo não como ameaça ao amor, mas
como a sua maior testemunha.
Mais do que uma homenagem à própria esposa, “Onze Janeiros, O Soneto de Bárbara”
convida cada ouvinte a revisitar a própria história. Porque todos guardam um lugar, um
gesto ou uma memória capaz de resumir uma vida inteira.
Os SAIA apresentam o videoclipe oficial de “Tempo”. O lançamento recupera uma canção particularmente significativa no percurso do grupo, por ter assinalado o início da criação de temas originais e um momento determinante na definição da sua identidade musical.
Editado originalmente em 2021, “Tempo” parte das marcas deixadas pelo fim de uma relação para acompanhar um processo gradual de superação.
A canção desenvolve-se entre a dor da perda, a reconstrução emocional e a possibilidade de recomeçar, transformando a passagem do tempo numa força capaz de alterar a forma como se olha para aquilo que terminou.
“O tempo passa, o tempo não pára por ninguém e cura as minhas feridas” resume a ideia central do tema, no qual a ausência e o sofrimento dão progressivamente lugar à libertação e à vontade de continuar. A interpretação cresce em intensidade ao longo da canção, acompanhando esse movimento interior e convertendo a fragilidade inicial numa afirmação de resistência.
Acaba de ser lançado em todas as plataformas digitais "They Know My Name", o novo single de Extrazen e o segundo lançamento do artista em apenas um mês. O tema já está disponível em streaming e cruza produção eletrónica, ambient e influências da EDM dos anos 2010, um território sonoro que acompanha Extrazen desde sempre e que hoje assume como uma das maiores referências no seu percurso enquanto produtor e artista.
"É, sem dúvida, a minha faixa preferida até hoje", partilha Extrazen sobre "They Know My Name". A canção fala das forças internas que nos acompanham diariamente, medos, impulsos e pensamentos que parecem conhecer cada passo antes de o darmos.
Fala das forças internas que nos acompanham diariamente, medos, impulsos e pensamentos que parecem conhecer cada passo antes de o darmos, optando por encará-los e reconhecer essa presença como forma de lhes retirar o controlo", explica o artista.
A faixa estabelece leves analogias com "Prometheus Unbound" de Percy Bysshe Shelley. O primeiro verso da música nasce, aliás, de uma adaptação de uma das passagens iniciais da obra, um gesto que revela a ambição literária por detrás de um som que continua, ainda assim, profundamente pessoal.
Depois de mais de 20 anos como vocalista, compositor e produtor d’Os Azeitonas, Marlon edita hoje “Mudar”, com a participação de Presto, o primeiro single do álbum que será a sua estreia a solo.
«Foi a primeira música gravada e curiosamente será a primeira a sair. Fala sobre o início do processo de mudança interna que me propus fazer neste último ano e meio, logo depois de um final de relação que me “impôs” uma óbvia mudança nas coisas mais práticas da vida.
Só uma certeza - a mudança. “Como é que eu faço?” já é mais difícil saber, “mas vou tentando”.
O Presto já é amigo de longa data desde os tempos da faculdade e para além da amizade sou fã do trabalho dele nos Mind da Gap e por isso quando pensei num rap para esta música a escolha foi fácil.» partilha Marlon.
O álbum de estreia de Marlon, com edição no primeiro trimestre do próximo ano, dá o mote para o início da da carreira a solo do artista, numa altura de transição pessoal e profissional. São, por isso, canções autobiográficas onde Marlon explora a intimidade e a sua consequente fragilidade, explorando situações vividas e outras que pretende viver.
O disco viaja das alegrias às tristezas, passando por tudo o que existe neste intervalo, explorando uma sonoridade distinta da da banda que lidera há mais de 20 anos.
“Mudar” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.
Pedro Moita Ferreira acaba de lançar o single "Tantas vezes eu tentei".
“Tantas vezes eu tentei é uma letra que traduz o caminho que tenho efetuado ao longo da vida.
Tento ser melhor todos os dias.
Os obstáculos nem sempre são fáceis, os desafios são constantes. O facto de tentar é a razão de
acreditar que hoje sou melhor que ontem, ontem já não importa e amanha só o destino conhece", regere o artista.
Fiji, é este o nome do mais recente single de Paz Santos.
"Este single é um som de Verão e mistura o Pop Rock e o Trap. A música tem o objetivo de transmitir liberdade, descontração e boa vibe neste Verão mas também superação", revela o artista.
Os Birds Are Indie acabam de lançar o terceiro single do já bastante elogiado The Stone of Madness.
Em “Useless Effort”, o trio conimbricense explora a profundidade que o seu mais recente trabalho carrega, com a melancolia a espreitar por detrás dos ombros de um synthpop eficaz e da eletricidade contagiante das guitarras. Ao leme deste remoinho interno, a voz de Ricardo Jerónimo ouve-se entre a distopia e a convulsão, adocicada por uma melodia que vícia instantaneamente.
“Vemos este disco como uma espécie de irmão siamês do anterior, ‘Ones & Zeros’, onde as narrativas eram muito colocadas na perspetiva de personagens ou de figuras algo difusas, que não o autor/intérprete. Isso originou letras que nos sugerem imagens umas vezes algo cinematográficas, outras um pouco surreais e outras ainda ligeiramente abstratas. Esta “Useless Effort” segue um pouco essa linha.”
“Useless Effort” encerra também uma trilogia de videoclipes realizada pelo habitual colaborador da banda Tiago Cerveira, composta ainda pelos singles “Not Today” e “I Could Laugh”. O autor do vídeo-álbum de Ones & Zeros (2023) completa, assim, o tríptico visual pensado como extensão conceptual de The Stone of Madness.
O cantor e compositor brasileiro Lucas Felix apresenta o álbum “Todas as Canções",
projeto autoral que reúne oito faixas compostas ao longo dos últimos anos e
guiadas por um eixo temático centrado no amor e no papel da música como
elemento de conexão no cotidiano. Quem produz o disco é Dadi Carvalho,
músico com trajetória ligada a grupos como Novos Baianos e Barão Vermelho,
além de trabalhos com artistas como Caetano Veloso, Marisa Monte e
Tribalistas, e coprodução do próprio artista.
O trabalho transita por sonoridades
ligadas à MPB, com influências que passam pelo pop e pelo folk. A narrativa do álbum parte de uma dimensão íntima e expande-se ao longo do
repertório, começando com em “Em Casa”, canção que aborda a valorização
dos vínculos construídos no ambiente familiar e afetivo. Em “Cada Passo”, o
artista trata de temas relacionados à retomada de perspetiva e continuidade
de projetos pessoais, enquanto “Lugar e Tempo” aborda reencontros amorosos
atravessados pela maturidade.
A faixa foco, “Todas as Canções”, sintetiza o conceito do álbum ao refletir sobre
a música como elemento capaz de oferecer acolhimento e estimular novos
olhares sobre a realidade. Já “Deleite” conta com participação de Gabi
Monteiro, cantora que foi destaque no The Voice Brasil 2025.
A faixa apresenta
uma abordagem ligada ao universo dos encontros e do desejo, incorporando a
interpretação da artista, que também participa de vocais adicionais em outras
músicas do disco. Em “Vamos Juntos”, a ansiedade é tratada como personagem
por meio de figura de linguagem, trazendo uma perspetiva de diálogo com
questões emocionais contemporâneas.
O disco encerra-se com “Avenidas”,
faixa que amplia o olhar sobre o afeto para além do campo individual, propondo
uma reflexão sobre convivência e coletividade.
Gravado no icônico estúdio Nas Nuvens, no Rio de Janeiro, idealizado pelo
produtor musical Liminha, o projeto reúne músicos atuantes na cena nacional,
como Marcelo Costa, Alberto Continentino, Rodrigo Tavares e Canequinha, além
de arranjos de metais assinados por Antonio Neves.
O processo de gravação
priorizou a interação entre os músicos em estúdio, resultando em registros com
caráter orgânico, como em “Vamos Juntos”, captada maioritariamente ao vivo.
Dando sequência à sexta faixa do novo álbum de Alê Balbo, Mantras in the Chaos, chega “Existência”.
Um convite para despertar nossa consciência espiritual em meio ao plano material. Feche os olhos, permita que o corpo flutue, libere as tensões do dia a dia, deixe a vida seguir seu curso e navegue, em imaginação, pelos rios da floresta.
A composição une frequências produzidas por cristais, um trio de congas com reverb e delay, sons do ar e a flauta Abuelita, um instrumento tradicional dos Andes, especialmente associado à Bolívia, criando uma atmosfera profunda de contemplação, paz e conexão interior.
“Cantamanhanas“ é a primeira canção que A Trouxa Mouxa avança do seu EP de estreia - “ Título Provisório “ e já está disponível no YouTube.
A palavra cantamanhanas designa alguém que gosta de contar histórias, exagerar acontecimentos ou alimentar conversas com casos mais ou menos verdadeiros.
A canção apresenta um narrador que assume esse papel de forma divertida, transformando-o quase numa virtude comunitária. A letra começa por retratar uma família marcada pela pobreza e pelo vinho, criando um ambiente popular e rural.
Depois, o narrador dirige-se ao padre pedindo absolvição, não por algum pecado grave, mas simplesmente porque gosta de contar histórias.
A parte final é particularmente humorística: sempre que alguém o acusa de ser cantamanhanas, ele devolve a responsabilidade a outra pessoa, revelando segredos e situações embaraçosas da comunidade.
Esta música celebra a oralidade das aldeias, onde as histórias, os mexericos e os relatos exagerados fazem parte da vida social. Não há uma condenação moral; pelo contrário, o contador de histórias surge como uma figura indispensável para animar a comunidade.
A produção deste primeiro registo é da responsabilidade d'A Trouxa Mouxa, foi gravado na Hàdiégua e a capa é da autoria de Paulo Araújo.
Rosemary é uma cantora e compositora que procura criar música sem
fronteiras, combinando influências do pop contemporâneo com diferentes sub-estilos e
referências nacionais e internacionais.
Através das suas canções, explora as emoções de
forma honesta, sempre com uma identidade artística própria e uma forte preocupação
estética e musical.
A ‘’Solidão’’ desafia aquilo que o próprio título sugere.
Longe de retratar apenas a tristeza
da ausência, mergulha na intensidade do amor, de uma forma esperançosa e com uma
sonoridade dançável e envolvente, inspirada nas vibrações quentes do verão.
O novo single promete integrar as playlists de verão e acompanhar quem procura uma
banda sonora para dias de praia, viagens ao pôr do sol e noites quentes.
A "Solidão" já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Anitta acaba de editar o seu mais recente álbum, EQUILIBRIVM II, continuação do projeto iniciado em abril deste ano e o nono disco de estúdio da artista. O novo trabalho aprofunda as reflexões sobre o amor, a espiritualidade, a ancestralidade e a identidade cultural apresentadas no primeiro volume, reunindo algumas das vozes mais emblemáticas da música brasileira contemporânea, entre as quais Maria Bethânia, Alceu Valença, Mart'nália, MC Tha, Alexandre Carlo, Mestrinho, King Saints, Katú Mirim, Letícia Fialho, Brô MC's, Kbrum, Grupo Ofá e o duo de produtores Los Brasileros.
O lançamento é acompanhado por uma curta-metragem musical que transforma as novas temas numa narrativa visual cinematográfica, aprofundando o universo artístico de EQUILIBRIVM. O filme estreou no Brasil através do programa especial TVZ Esquenta – Especial Equilibrium II e fica igualmente disponível no canal oficial de YouTube da artista.
"Entreguei-me completamente a este disco. Quem o ouvir vai perceber isso. São faixas que refletem muito da minha espiritualidade, da minha visão do mundo, das brasilidades que me inspiram e também algumas dimensões autobiográficas. Cada escolha, musical e visual, foi feita com uma intenção muito clara. Tenho muito orgulho daquilo que estamos a apresentar", afirma Anitta.
Tal como o primeiro volume, EQUILIBRIVM II celebra a riqueza da música brasileira através de uma fusão de estilos como a bossa nova, o samba, o reggae, o funk e o forró, cruzando diferentes gerações e tradições musicais. Ao mesmo tempo, reúne alguns dos maiores nomes da Música Popular Brasileira com artistas que representam a nova geração criativa do país, reforçando a diversidade artística que define o projeto.
O lançamento acontece poucos dias depois de Anitta ter protagonizado um dos momentos mais marcantes deste verão em Portugal. No passado dia 18 de julho, a artista apresentou, pela primeira vez fora do Brasil, o espetáculo Ensaios da Anitta – Cosmos, no Passeio Marítimo de Algés. A estreia europeia do projeto reuniu milhares de fãs numa celebração da música, da dança e da cultura brasileira, confirmando a forte ligação de Anitta ao público de Portugal.
Ao longo dos 17 temas que compõem o álbum, Anitta constrói uma viagem profundamente pessoal, onde espiritualidade, fé, sensualidade, ancestralidade, natureza e autoconhecimento convivem com a liberdade criativa que sempre caracterizou o seu percurso artístico. Mais do que um disco, EQUILIBRIVM II afirma-se como um manifesto artístico que procura celebrar as raízes culturais brasileiras enquanto projeta essa identidade para um público global.
Ao longo de EQUILIBRIVM II, Anitta percorre diferentes paisagens sonoras e emocionais para explorar o conceito de equilíbrio através da espiritualidade, da identidade brasileira e das relações humanas.
O álbum alterna momentos de contemplação e introspeção com temas de celebração, sensualidade e liberdade, mantendo sempre presente a ideia de que todas estas dimensões coexistem naturalmente.
Entre os momentos de maior simbolismo encontra-se "Ogum Me Rodeia", interpretada com Maria Bethânia e Letícia Fialho. Inspirada pela força do orixá Ogum, a faixa celebra a proteção espiritual, a coragem e a resiliência. Já "Contemplação", com o Grupo Ofá, presta homenagem a Oxum, apresentando a cura e o autoconhecimento como um caminho de transformação interior.
A espiritualidade assume igualmente um papel central em "Feitiço", parceria com Mart'nália, que celebra as forças invisíveis presentes na cultura afro-brasileira, enquanto "Abre Caminho", com Alexandre Carlo, inspira-se na tradição dos Erês e no imaginário popular brasileiro para retratar a inocência, a esperança e a renovação.
Já está disponível para audição o novo programa do Podcast Portugal Rebelde Plus. Este mês a nossa seleção inclui as propostas de Inês Vaz, Rodrigo Leão, António Adolfo, Hermeto Pascoal e Future3.