09/10/2026

GUIMARÃES JAZZ EM LIVRO

O livro “Guimarães Jazz 35 Anos”, uma edição comemorativa dedicada à história e ao percurso de internacionalização do festival, será apresentado na sexta-feira, 16 de outubro, às 18h00, no Foyer do Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. 

Num lançamento que celebra mais de três décadas de história de um festival que, desde o início dos anos 1990, tem afirmado Guimarães como um lugar de encontro entre diferentes gerações, geografias e linguagens do jazz, esta publicação debruça-se numa retrospetiva das últimas dez edições, dando continuidade ao trabalho iniciado com "Novembro", livro que documentou os primeiros 25 anos do festival. 

 A sessão de apresentação do livro constitui um primeiro momento público de celebração dos 35 anos do Guimarães Jazz, cuja próxima edição decorrerá de 12 a 21 de novembro. O programa reúne novas criações, estreias no festival e nomes como Toninho Horta, Kurt Elling, Peter Evans, Kurt Rosenwinkel e ARTEMIS, mantendo igualmente as parcerias, as Jam Sessions e a componente pedagógica que o caracterizam.

ALCEU VALENÇA | 80 Girassóis

Foto: Leo Aversa

Alceu Valença regressa a Portugal… e - uma vez mais - promete voltar a surpreender os milhares de fãs que tem no país. Desta vez traz um espetáculo “aditivado”, que junta uma seleção dos temas mais icónicos de sempre num palco especialmente desenhado para esta celebração histórica, cheio de luz e de cor e de movimento… que vai fazer magia e meter toda a gente a saltar e a dançar. 

Portugal surge depois de percorrer dez cidades brasileiras e, a seguir a Lisboa (30 de outubro, Coliseu de Lisboa), vai a Coimbra (31 outubro, Convento S. Francisco) e ao Porto (1 novembro - Coliseu do Porto). Daqui, parte para nove cidades europeias: Dublin, Bruxelas, Amsterdão, Londres, Paris, Zurique, Genebra, Berlim e Oslo. 

80 Girassóis mostra Alceu no auge da forma, com todo o seu impressionante vigor em cena. O cantor sobrevoa a sua trajetória artística, desde a década de 1970 até os dias atuais. Alceu celebra oito décadas de vida, e mostra uma vitalidade invejável, ligado em infinitos volts de energia limpa, renovada e solar. 

Dos primeiros tempos, o artista recria temas seminais como “Agalopado” e “Espelho Cristalino”, onde a química que aglutina elementos do Brasil profundo com sonoridades contemporâneas já se fazia presente. A política e a ecologia dão o tom do discurso do Valença inicial. Pela luz que incendeia seu ofício, cabe ao poeta alertar que “essa rua, sem céu sem horizontes, foi um rio de águas cristalinas”. 

Alceu percorre as vias do Brasil profundo em “Cabelo no Pente” e “Cavalo de Pau”, entre ruas do passado e ondas de puro éter espalhadas pelo milharal. O rei do baião, Luiz Gonzaga, foi quem deu a definição certeira do som de Alceu, ainda nos anos 80: “uma banda de pífanos elétrica”. 

O legado de Gonzaga faz-se presente nas recriações de “Pagode Russo” e “Sabiá”, esta, com leve sotaque lusitano, a provar que o fado português e a toada nordestina sempre deram um piscar de olhos entre si. E por falar em fado, o cantor possui uma estreita relação com Portugal. 

Há dez anos que se divide entre Rio, Olinda e Lisboa, cidades onde estabeleceu morada. É do alto do Castelo de São Jorge, onde se instala em Portugal, que Alceu busca inspiração para outros projetos, um livro de poemas - O já publicado Poeta da Madrugada, concebido no apartamento lisboeta-, outro de crónicas, além de um documentário autobiográfico, ao qual se dedica entre um e outro espetáculo. 

Por ruas, estradas e caminhos ensolarados, o cantor leva-nos de volta ao Recife, tema de “Pelas ruas que Andei” e “Belle de Jour”, recentemente revisitada em dueto com a cantora francesa Zaz. Só mesmo Alceu para desembarcar a musa da nouvelle vague em plena praia da Boa Viagem numa tarde de domingo azul. Dizem que até a garota de Ipanema tem uma pontinha de ciúmes da Belle de Jour. Do Recife ao Carnaval de Olinda, o frevo, o maracatu e as cirandas disseminam sua vibração avassaladora. A cada Carnaval, Alceu comanda o bloco “Bicho Maluco Beleza” para cerca de um milhão de felizes foliões. 

Parte dessa atmosfera e do ritmo pode ser confirmada no espírito desta turnê, que integra um módulo dedicado ao Alceu folião. Ao longo de toda a carreira, Alceu Valença notabiliza-se por cultivar as sonoridades do Brasil e do nordeste, em linguagem contemporânea, urbana, e com irresistível apelo para as massas. Dentre os maiores sucessos de Alceu, canções como “Anunciação”, “Tropicana”, “Belle de Jour”, “Como Dois Animais”, “Coração Bobo”, atravessam o tempo e reciclam fãs a cada geração. 

Com 200 milhões de acessos no Spotify, “Anunciação” é cantada em estádios dentro e fora do Brasil, enquanto “Belle de Jour” possui mais de 300 milhões de visualizações no YouTube. “Tropicana” ultrapassa a marca de 100 milhões de ouvintes no Spotify.

08/10/2026

MARA | Depois do Amor

Depois de dar a conhecer as canções “Emergir” e “Só Gente”, Mara anuncia a edição do seu novo álbum de originais, “Depois do Amor”, no dia 30 de Outubro. Este será apresentado no dia 14 de novembro no Teatro Garcia de Resende, em Évora, cidade da qual Mara é oriunda e onde vive, e no Teatro Ibérico, em Lisboa, dia 23 de janeiro.

07/10/2026

PORTUGAL JUNTA-SE À CELEBRAÇÃO DO DIA DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA

Nos dias 17 e 18 de outubro, pela primeira vez, Portugal junta-se à festa e - no Porto - assinala a comemoração do Dia da MPB (Dia Música Popular Brasileira), uma iniciativa dedicada à celebração da diversidade, da força criativa e do património da música brasileira. 

O momento aproveita também para reforçar as relações culturais que há décadas aproximam o Brasil e Portugal. Com entrada gratuita, o evento acontece no Instituto Pernambuco - Porto Brasil e oferece concertos, conversas, cinema, oficinas e experiências para diferentes gerações, apostando numa celebração que não reduz a música popular brasileira a um género, período ou território, mas procura revelar a diversidade de artistas, repertórios, ritmos, linguagens e gerações que a compõem. 

Mais do que uma celebração musical, o Dia da MPB propõe um espaço de encontro entre diferentes linguagens e gerações. Como resume Ivan Lima, curador do evento do Porto, “… o Dia da MPB nasce de uma vontade antiga de celebrar o dia como mais uma data comemorativa, para além dos feriados habituais – Dia da Criança, Natal, etc. Mais do que trazer música brasileira para Portugal, queremos abrir espaços para diálogos e encontros, entre artistas, públicos, gerações, memórias e as muitas relações que Brasil e Portugal já construíram através da música.” 

A programação reúne nomes da música brasileira e portuguesa, entre eles,Almério, Zé Renato, Sérgio Godinho, Samuel Úria e Tiago Nacarato, além da participação de Mayra Andrade e outros convidados. No cinema, serão apresentados os documentários Fernanda Abreu – Da Lata, A Noite de Alaíde Costa, Eu Vou Tirar Você Desse Lugar e Os Filhos do Caos, propondo diferentes olhares sobre artistas, repertórios e movimentos da música brasileira. 

O programa inclui ainda momentos dedicados à educação musical, às crianças e às famílias, assim como espaços de reflexão sobre a história, o presente e o futuro da música brasileira e as suas ligações com a canção portuguesa. 

O Dia da MBP (Dia Nacional da Música Popular Brasileira) celebra a história, os artistas e a influência cultural de um dos géneros mais importantes do país. A data foi instituída em 2012, pela então presidente Dilma Rousseff, e a data - 17 de outubro - foi escolhida em homenagem ao nascimento de Chiquinha Gonzaga - compositora, pianista e maestrina pioneira da música popular brasileira - cujo aniversário se celebra neste dia.

06/10/2026

ESTORIL FOLK FEST

O Estoril Folk Fest regressa no próximo dia 28 de novembro de 2026 para a sua terceira edição, consolidando-se como um dos palcos fundamentais na valorização e divulgação da música de raiz tradicional em Portugal. Dedicado este ano às Polifonias, o festival foca a sua atenção numa das expressões mais ancestrais do património cultural nacional, precisamente num momento em que decorre a candidatura do Canto Polifónico Feminino a Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. 

Todo o destaque concedido a esta forma secular de cantar em grupo pretende ser um atestado de credibilidade e rigor em torno de uma prática que define a identidade de várias regiões do país. Mantendo a tradição de convidar um território de forte herança etnomusical, o evento elegeu Arouca como a região convidada de 2026. 

A programação arranca com uma exposição sobre o Convento de Arouca e a Rainha Santa Mafalda, figura central na construção histórica daquela região, seguida do colóquio de abertura intitulado "Arouca a botar Cantas", focado no estudo e celebração do canto polifónico local. 

No plano musical, o prestigiado palco do Salão Preto e Prata acolherá momentos únicos representativos de várias geografias. A tradição viva de Arouca estará simbolizada nas 40 vozes femininas do coro polifónico Vozes da Terra. Por sua vez, o património sonoro do Sul será evocado num concerto exclusivo criado especificamente para esta edição: o coletivo Moçoilas — que desde 1994 resgata as canções e memórias escondidas da Serra do Caldeirão pelas vozes de Margarida Guerreiro, Inês Rosa e Teresa da Silva — junta-se à cantora Ana Laíns, figura maior na difusão da Portugalidade através da recriação do cancioneiro tradicional e do fado. 

O grande cabeça de cartaz do Estoril Folk Fest 2026 será Vitorino, nome incontornável, que sobe ao palco ao lado dos Cantadores do Redondo no espetáculo "Moda Impura". Este concerto integra-se nas comemorações dos 50 anos sobre o lançamento do seu álbum de estreia, "Semear Salsa ao Reguinho", editado originalmente em 1975 e recentemente reeditado com convidados como Ana Bacalhau, Buba Espinho, Cuca Roseta e Rui Veloso. 

Pela sua inquestionável importância, Vitorino será o galardoado da IIIª edição do Prémio Armando Carvalheda, criado em 2024 com a intenção de homenagear e salientar o mérito de figuras fundamentais na história da Música Tradicional Portuguesa. O festival encerra assim com uma verdadeira exaltação da música popular e da memória coletiva portuguesa, reunindo gerações em torno da voz e da tradição.

MIMICAT EM CONCERTO

05/10/2026

CARLOS BICA & AZUL | Teatro de Vila Real

Com Carlos Bica (Portugal) no contrabaixo, a liderar, Frank Möbus (Alemanha) na guitarra e Jim Black (Estados Unidos) na bateria, o trio AZUL celebra 30 anos. Foi com Frank e Jim que Carlos Bica criou a montra ideal para as suas composições. 

A formação manteve-se e amadureceu uma identidade musical, que se confunde já com a do próprio Bica. Esta empatia musical entre os músicos é uma das características mais fascinantes de AZUL. Neste concerto, o trio celebra 30 anos de liberdade e criatividade.

BASH CO. | Velvet

O músico e compositor Bash Co. continua a expandir o seu catálogo solo na cena musical independente. Nascido no Porto e atualmente residente em Vila Nova de Gaia, o artista reflete a maturidade de uma trajetória criativa centrada na gravação e na partilha de composições que abrangem mais de duas décadas de dedicação silenciosa ao ofício. Conhecido por manter uma identidade artística distinta paralelamente à sua carreira no ensino, Bash Co. vem desenvolvendo o seu trabalho solo de forma estritamente independente desde 1999. 

O projeto ganhou novo fôlego com o lançamento do aclamado single "Velvet" — uma composição fluida que mescla afeto romântico e referências históricas —, seguido por faixas cativantes como "In Your Eyes", que explora temas de atração e vulnerabilidade dentro de uma estética "alt-pop". 

As produções de Bash Co. destacam-se por não seguirem fórmulas comerciais óbvias, concentrando-se, em vez disso, na criação de atmosferas sonoras imersivas, arranjos instrumentais detalhados e letras de profunda carga poética.

PODCAST 33 ROTAÇÕES

Já está disponível para audição o novo episódio do Podcast 33 Rotações. Teago Oliveira, vocalista da banda brasileira Maglore, apresenta na primeira pessoa o sexto álbum de estúdio da banda, "Fluxo Natural".
 

04/10/2026

RÁDIO FUTURA CELEBRA 5º ANIVERSÁRIO NA CASA CAPITÃO

Depois da comemoração do ano passado que encheu a Casa Capitão de alegria, a Futura - Rádio de Autor aumenta a parada e celebra o seu 5.º Aniversário com um takeover em todos os espaços da Casa Capitão: Terraço, Rés do Chão, Primeiro Andar e Sótão acolhem um Grandioso Baile com 8 concertos e 18 DJ sets dia 17 de outubro das, 16.00h às 06.00h. 

Nomes como Rui Reininho, Glockenwise, Femme Falafel, Capitão Fausto e Xinobi fazem parte do cartaz A tarde começa no Terraço com o ecletismo de Claudette, Bordel Pinheiro, Mão na Anca, o mítico Pedrinho Xalé e o seu teclado mágico em concerto, Capitão Fausto em modo DJ Set e um duelo muy caliente entre Joana Barrios e Bruno Ferreira. O Sótão pertence a quem não tem medo das guitarras: os punks Frame representam a Escola Artística António Arroio, os novatos Felizes Para Sempre mostram-nos as doces canções do EP de estreia e The Youths prometem stage diving, suor e muito rock & roll. 

O Rés do Chão transforma-se em Palco Futura e recebe concertos de Femme Falafel a solo, a infinita elegância de Best Youth, Rui Reininho num concerto especial acompanhado por Rui Maia e ainda um momento único e irrepetível: “Discovery”, dos Daft Punk, interpretado ao vivo pelos Ditch Days, celebrando 25 anos do clássico álbum dos robots franceses. 

No Clubbing, para além de nomes da Futura como Pedro Ramos, Inês Meneses, Duarte Pinto Coelho,Francês Para Principiantes (Inês Reis & Sofia Moser Leitão, chegadas de Paris), Tom Barman (dEUS) e um desfilar de clássicos 8 Bit pelo Ambientador de José Crespo & José Penacho, há também um raro DJ set de Glockenwise, a mestria de Xinobi ou um duelo entre Benjamim & La Flama Blanca, que muitos juram ser a mesma pessoa. Especial destaque ao comeback de Mr. Mitsuhirato, alter ego de Hugo Moutinho, num raríssimo regresso aos pratos. 

A noite encerra em tributo ao Lounge e Passos Manuel com os seus ex-programadores, as lendas Mário Valente e MVRIA numa ponte bonita entre Lisboa e Porto. Das 15.30h às 23.30h, a entrada é gratuita no Terraço e no Sótão, e custa 22€ para acesso aos concertos e DJ sets no Rés do Chão. A partir da meia-noite, o bilhete para o Clubbing custa 15€.

03/10/2026

MÁRIO BARREIROS QUARTETO | Na Pele da Terra

Mário Barreiros acaba de lançar  o novo álbum, Na Pele da Terra (edição de autor). Mais do que um disco de jazz contemporâneo, o projeto assume-se como uma reflexão sobre o lugar que ocupamos no planeta, cruzando composição orgânica, improvisação e síntese eletrónica em tempo real. 

Gravado ao vivo no Cine-Teatro de Estarreja por Nelson Carvalho, o álbum reúne um quarteto transgeracional de luxo: Mário Barreiros (bateria e guitarra), Ricardo Toscano (saxofone alto), Carlos Barretto (contrabaixo) e Leonardo Pinto (eletrónica e sound design). 

O quarteto desconstrói os limites entre o acústico e o digital, o orgânico e o tecnológico. Aqui, a música não acompanha a paisagem — torna-se a própria paisagem. “Se observarmos a Terra à escala do Universo, descobrimos que toda a vida que conhecemos existe numa camada surpreendentemente fina. Uma superfície frágil que sustenta as florestas, os oceanos, as cidades e a memória da nossa passagem. É aí que esta música começa”, assinala Mário Barreiros. 

Na Pele da Terra está dividido em quatro movimentos basilares — Goal 14, Na Pele da Terra, Sol e uma reinterpretação de Naima de John Coltrane —, o repertório navega entre a urgência ecológica e a contemplação. 

O ecossistema acústico e o processamento digital fundem-se sem hierarquias, criando um organismo sonoro vivo onde o tempo parece suspenso. Na Pele da Terra é um disco apoiado pela Fundação GDA e estará disponível em formato Vinil LP, numa edição física cuidada, pensada para quem procura habitar o tempo com outra profundidade.

UM CORPO ESTRANHO | Grifo

O duo setubalense Um Corpo Estranho apresenta “Grifo”, primeiro single de Fábulas Mundanas e outros Contos de Cantar, novo disco a sair já no final de Outubro “Grifo” parte de uma figura mitológica para construir uma alegoria sobre a ganância, o exercício do poder e a exploração dos recursos. 

imagens de abundância e escassez, a canção antecipa algumas das inquietações que atravessam o novo trabalho de Um Corpo Estranho. A canção ganha também uma dimensão visual num vídeo realizado por Mário Guilherme, que transporta “Grifo” para a imagem e prolonga o universo criado pelo tema.

 

BANDUA | Bandua II

Há barcos que não navegam sozinhos. Há memórias que não ficam no lugar onde nasceram. E há identidades que se fazem precisamente do movimento. 

É a partir destas ideias que os Bandua chegam a BANDUA II, o segundo álbum da dupla formada por Bernardo D’Addario e Edgar Valente, que encerra um primeiro ciclo do projeto e abre caminho a uma nova etapa, centrada na circulação entre memória, território e futuro. O disco tem edição física e digital no Bandcamp e em CD e vinil, pela Ajabu! Records, de Berlim, chegando às restantes plataformas digitais a 9 de outubro. 

A apresentação ao vivo está marcada para os dias 24 e 25 de outubro, na Sala Estúdio Valentim de Barros, nos Jardins do Bombarda, em Lisboa, dando início à tRAVEssia, digressão de lançamento de BANDUA II. O lançamento sucede a “Flor do Rosário”, editada em maio e a “Barquinho” em junho. Se o primeiro álbum, Bandua I, construía um mito de origem ancorado em Berlim e na Beira Baixa, BANDUA II desloca-se desse mito para o presente. O eixo deixa de estar na procura de uma identidade e passa a estar naquilo que acontece quando diferentes identidades, memórias e geografias se encontram.

 

ERCAVOX | Fade To Black

ErcavoX acaba de apresentar o seu mais recente single, Fade To Black. "Inspirada pela minha paixão pelo cinema clássico em preto e branco e pela atmosfera do "film noir", a canção narra o fim de uma história de amor como se fosse a cena final de um filme. Dois amantes tornam-se personagens de um filme que um dia escreveram juntos", explica o artista.

 

02/10/2026

ELISA | A Saudade Aperta (feat. Tiago Ngueira)

Elisa e Tiago Nogueira, vocalista d’Os Quatro e Meia, lançam hoje “A Saudade Aperta”, o novo tema que volta a juntar as duas vozes. Já está disponível em todas as plataformas digitais e chega com videoclipe. A canção sucede a “Como É Fraco o Coração”, o dueto que os juntou pela primeira vez em disco e um dos temas portugueses mais tocados nas rádios nacionais. 

A canção antecipa o EP que será editado no início de 2027e vai ser apresentada ao vivo em 2027, em Ovar, Lisboa, Bragança e Coimbra. E se “A Saudade Aperta” ganhasse uma nova vida nas vozes de Elisa e Tiago Nogueira? Escrita por Tiago Nogueira e Carlos Moisés e conhecida primeiro na voz dos Quinta do Bill, a canção regressa agora numa leitura a dois, com produção de João Só e João André. 

No centro está um sentimento que acaba por ser universal. Entre a nostalgia, a distância e a falta de alguém, esta é a saudade que não desaparece, que cresce devagar até se transformar num momento de partilha. Uma canção sobre ausência e distância, mas sobretudo sobre aquilo que continua connosco, mesmo quando já não está. É na interpretação que o tema encontra a sua força. De um lado, a estética inconfundível de Tiago Nogueira, a escrita próxima e sem artifícios que o público lhe reconhece há muito. 

Do outro, a voz de Elisa, intensa e delicada ao mesmo tempo, sempre mais interessada em guardar do que em mostrar. Juntas, as duas vozes não se sobrepõem, respondem-se. É nesse diálogo que a saudade deixa de ser um lamento solitário e passa a ser qualquer coisa que se divide. O reencontro acontece num momento particular para a dupla. 

Editado em novembro de 2025, “Como É Fraco o Coração” tornou-se um dos temas mais ouvidos da rádio portuguesa: chegou por diversas vezes ao 1.º lugar do airplay nacional e mantém-se, semana após semana, no top 3 das canções mais tocadas nas rádios. Seguiram-se a revisitação de “Este Meu Jeito” e a versão acústica de “Como É Fraco o Coração”, passos que foram consolidando uma afinidade inesperada, que o público abraçou desde a primeira hora.

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