30/10/2026

JOANA ALEGRE LANÇA O NOVO SINGLE “OCO” ESTA SEXTA-FEIRA

Joana Alegre lança hoje o novo single “OCO”, uma fusão singular de pop alternativo com atitude rock e espírito de intervenção. “OCO” sucede a “Na Minha Concha” e ambos farão parte do próximo álbum de originais da cantora e compositora, intitulado “NÉCTAR”, que tem data de edição prevista para o início de 2027. 

A nova música de Joana Alegre cruza uma forte identidade melódica com a energia crua das guitarras elétricas e a sonoridade ancestral da viola campaniça. Mordaz e provocadora, a canção desafia os falsos ídolos, as aparências vazias e a apatia coletiva, numa sociedade de poses e artifícios, onde a fachada se sobrepõe à substância e o poder se alimenta da indiferença. 

Com melodia, letra e voz de Joana Alegre, música e co-produção de Joana Alegre e Tozé Bexiga, a canção nasceu no início de 2026, durante uma residência artística da Rewilding Portugal, em Foz Côa, onde foi apresentada ao vivo pela primeira vez. 

A gravação conta ainda com a participação do músico dinamarquês Patricio Fraile, nas guitarras e ambientes, Xumiga, no baixo, Pedro Almeida, na bateria, e Nuno Saraiva na guitarra elétrica. “OCO” foi gravada, misturada e masterizada nos Estúdios Canoa, por Nelson Canoa. 

O videoclipe de “OCO”, realizado por Pedro Estêvão Semedo, que volta a colaborar com Joana Alegre depois de “Na Minha Concha”, prolonga a dimensão simbólica e misteriosa da canção. Filmado entre o Studyou, no Barreiro, e o Sítio do Ninho Globo, em Salvaterra do Extremo, junto à fronteira com Espanha, apresenta a artista no interior de uma estrutura oca, numa presença oracular. 

A instalação artística em xisto, concebida pelo atelier francês YokYok, transforma-se num elemento central da narrativa visual, num diálogo entre arquitetura, paisagem e expressão artística.

29/10/2026

JOÃO GIL | Inteiro

Chega amanhã (30 de outubro) às lojas e às plataformas digitais o novo álbum do João Gil, “Inteiro”. Este trabalho é constituído por 25 canções que fazem parte da carreira do artista e de alguns dos projetos mais marcantes da música portuguesa. Está dividido em dois discos, Parte 1 e Parte 2, o primeiro com banda completa e o segundo com voz e guitarra. 

“Inteiro” conta com várias colaborações, como Tatanka em “Eu Não Sou Deus”, Ana Bacalhau em "Coração Ansioso", Prichia em “Mon Père”, Rodrigo Oliveira e Clara Gonzales em “Os Namorados” e Manuel Rebelo em “Soneto do Prazer Maior”. 

 "1976 o ano do arranque, Sagres o local de partida. Muita água já correu na minha vida musical, muitas experiências e todas elas muito enriquecedoras. Foram anos de partilha com muitas almas e vozes diferentes, que ajudaram a eternizar algumas canções que ficaram na memória colectiva. A todos eles o meu enorme abraço e agradecimento. 

Decidi chamar a este Álbum constituído por 25 canções o nome de “Inteiro” porque sintetiza e junta quase todas as franjas do meu tecido. Originais a solo, originais em duo, originais noutras vozes e alguns clássicos do meu cancioneiro. 

Sinto que estou a fazer um ponto de situação na minha vida e também a homenagear aqueles que desapareceram nos últimos tempos com os quais tenho uma história em comum. Setenta anos de vida e cinquenta anos de actividade. Respiro fundo e vou em frente. São muitas histórias para contar e quero partilha-las com todos." (João Gil)

28/10/2026

GNR: CONCERTOS “IN VIVO” COM DATA EXTRA EM LISBOA A 4 DE DEZEMBRO

Menos de uma semana após o anúncio dos concertos comemorativos de "In Vivo", um dos discos mais marcantes da música portuguesa, os GNR anunciam uma data extra em Lisboa: dia 4 de dezembro, no Centro Cultural de Belém Esta nova data junta-se à atuação de dia 3 de dezembro, cujos bilhetes se encontram prestes a esgotar. Mas também às datas no Porto, dias 15 e 16 na Casa da Música e em Viseu, dia 23, no Pavilhão Multiusos. 

Álbum duplo lançado em 1990, “In Vivo” foi o primeiro registo dos GNR ao vivo e um dos maiores sucessos de vendas da música portuguesa. Em dezembro, Tóli César Machado, Rui Reininho e Jorge Romão prometem reviver a energia contagiante e a atmosfera única que os distingue nestes 46 anos intensos de percurso. 

Editado originalmente pela EMI – Valentim de Carvalho, “In Vivo” captou a força eletrizante dos GNR nas noites históricas de 30 de abril e 1 de maio de 1990, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. Com um percurso lendário que culminou na atribuição do galardão de Disco de Platina, a obra ficou também associada à memória coletiva da edição que integrou o intemporal "Homens Temporariamente Sós". 

Mais do que uma viagem no tempo, estes cinco espetáculos comemorativos dos 36 anos da edição de “In Vivo”, em Lisboa, no Porto e em Viseu, celebram a cumplicidade de gerações com os GNR, num alinhamento pensado para honrar o repertório vibrante de um disco que definiu uma era e continua a somar fãs. Os bilhetes já estão disponíveis nos locais habituais e on-line.

26/10/2026

UM CORPO ESTRANHO | Fábulas Mundanas e Outros Contos de Cantar

Entre o que acontece todos os dias e as histórias que fazemos disso, nasce Fábulas Mundanas e outros Contos de Cantar, o novo álbum de Um Corpo Estranho, editado hoje pela Malafamado Records. Ao longo de doze temas, o duo Setubalense cruza realidade e imaginação para falar de guerra, poder, tempo, amor, esperança e da condição humana. 

As “fábulas mundanas” do título são precisamente essas histórias que habitam o quotidiano, transformadas em canções onde o real e o imaginado se confundem. Partindo de situações, personagens e acontecimentos que fazem parte do mundo que nos rodeia, Pedro Franco e João Mota encontram na observação do quotidiano um ponto de partida para as suas canções. Entre o que é vivido, imaginado ou simplesmente observado, surgem histórias que procuram olhar para o presente através de diferentes perspectivas. 

Esta ideia prolonga-se também na identidade visual do álbum, com colagens digitais de Pedro Franco, tratamento de imagem de Andreia Reisinho Costa, fotografia de Rui David Luís e design de Raul Reis, estabelecendo uma ligação entre a música e a imagem. 

O disco conta com as participações de Adolfo Luxúria Canibal, Cátia Mazari Oliveira (A Garota Não), Diogo Sousa e Paulo Cavaco. Fábulas Mundanas e outros Contos de Cantar foi produzido por João Mota e Pedro Franco, misturado e masterizado por Sérgio Mendes. O álbum contou com o apoio da Fundação GDA.

 

NATIVO APRESENTA-SE NA CASA DA MÚSICA E PARTE EM DIGRESSÃO NACIONAL

Foto: Estelle Valente

Com mais de duas décadas dedicadas ao estudo e à prática da música tradicional, o percussionista Tiago Manuel Soares dá a conhecer o seu mais recente projeto: Nativo. Com apresentação marcada para o dia 31 de outubro, na Casa da Música, o trabalho do músico coloca a percussão tradicional portuguesa no centro do palco, aliando a riqueza da música de raiz popular a uma abordagem musical erudita. 

O projeto apresenta, assim, composições originais e a criação de partituras para instrumentos tipicamente associados à transmissão oral, como os adufes, trancanholas, triângulos e tambores tradicionais. Ao longo dos últimos anos, Tiago Manuel Soares tem vindo a investigar as técnicas destes instrumentos, procurando documentar e explorar novas linguagens e possibilidades de execução. 

O resultado é uma visão contemporânea sobre o património sonoro português, procurando valorizar as suas raízes históricas e influências multiculturais na forma como o projeta para os palcos. Este trabalho está, assim, na génese de Nativo, um projeto em que a música assume um papel central e serve de ponto de partida para as diferentes dimensões que o constituem. 

A partir da percussão tradicional portuguesa, o músico desenvolve novas peças, explora outras possibilidades de execução e articula a criação musical com a investigação, o livro e o documentário. “Este projeto surge da necessidade de preservar, valorizar e projetar o património musical português associado aos instrumentos tradicionais de percussão e às suas práticas performativas”, explica o músico, sublinhando ainda que “este trabalho dedica-se à exploração, inovação e documentação das técnicas de execução dos reportórios tradicionais e da sua integração em contextos musicais contemporâneos”. 

Digressão de concertos arranca no dia 7 de novembro Partindo deste núcleo musical, Nativo propõe também uma reflexão sobre a própria identidade cultural portuguesa e as suas ligações a outras geografias. 

Em torno da dimensão performativa, o projeto constrói um universo multidisciplinar que integra, para além de um espetáculo a solo, um documentário e a publicação de um livro documental. Além da apresentação do projeto, no último dia de outubro, às 16.00h, Tiago Manuel Soares lança também o seu livro e documentário. Segue-se uma digressão de concertos por várias salas do país, que começa no dia 7 de novembro, no Teatro do Bolhão, e que se prolonga nos primeiros meses de 2027, com datas ainda a anunciar.

CAPITÃO FAUSTO | 10 anos de "Capitão Fausto Têm Os Dias Contados"

Os Capitão Fausto são, indiscutivelmente, uma das maiores referências da música nacional contemporânea, sendo o álbum “Capitão Fausto Têm Os Dias Contados” um dos grandes marcos da sua carreira. Esse trabalho cumpre agora 10 anos, e para o celebrar a banda anuncia dois concertos especiais, começando no Coliseu Porto Ageas dia 27 de fevereiro de 2027 e seguindo para o Coliseu de Lisboa a 18 de março. 

Os bilhetes encontram-se à venda. Depois de encherem o MEO Arena no passado mês de janeiro, os Capitão Fausto regressam aos palcos míticos como são os Coliseus, locais onde a banda viveu algumas das noites mais inesquecíveis. 

«Para nós há definitivamente um antes e um depois deste álbum. Como banda, vimos finalmente os nossos sonhos de um dia sermos músicos a tempo inteiro a ganharem forma. Em estúdio vivemos uma espécie de lua-de-mel criativa. Foi também nessa altura em que nos mudámos para o bairro de Alvalade, onde ainda hoje permanecemos.» partilham os Capitão Fausto. 

Os bilhetes para o concerto no Coliseu Porto Ageas estão à venda na Ticketline e para o Coliseu de Lisboa na BOL. Duas noites imperdíveis para todos os fãs e curiosos, que prometem inscrever o seu lugar na história da música portuguesa.

BENJAMIM | Salão Brazil

25/10/2026

BANDUA APRESENTA NO PODCAST 33 ROTAÇÕES O ÁLBUM "BANDUA II"

Foto: Alessandra Peviani

Já está disponível para audição no Spotify o novo programa do Podcast 33 Rotações. Bernardo D’Addario e Edgar Valente dupla dos Bandua, apresenta na primeira pessoa o álbum Bandua II.
 

24/10/2026

CABRITA | Partytime

Cabrita apresenta “partytime”, o seu terceiro álbum a solo, acompanhado pelo novo single e videoclipe “Take me out”, realizado por Richard F. Coelho. O disco encerra uma trilogia iniciada com “Cabrita” (2020) e continuada em “Umbra” (2023), desta vez com uma abordagem centrada na celebração da vida, na amizade e na importância das experiências partilhadas. 

Com uma identidade musical próxima do funk, da soul e da disco dos anos 70, o novo trabalho de João Cabrita procura recuperar a dimensão coletiva da música e da dança, num momento em que o individualismo ocupa um lugar cada vez mais presente na sociedade. 

Se o primeiro álbum a solo, “Cabrita”, olhava para o passado e para três décadas de colaborações musicais, “Umbra” dirigia a atenção para o presente e para as perdas que acompanham a passagem do tempo e a chegada à meia-idade. Com “partytime”, João Cabrita completa esse percurso voltando-se para o futuro, através de um disco que procura contrariar a negatividade e encontrar na festa, nos afetos e na convivência uma possibilidade de renovação. 

A escolha de uma linguagem musical assente no groove e na dança acompanha essa mudança de perspetiva. Em vez de abordar a festa apenas enquanto espaço de entretenimento, Cabrita coloca-a no centro de uma reflexão sobre a necessidade de partilhar experiências e de construir relações através da música. 

A pista de dança e o palco surgem como lugares de encontro, onde a relação entre músicos e público pode contrariar, ainda que temporariamente, as formas de isolamento e individualismo que atravessam o quotidiano. 

A inspiração para o álbum começou a ganhar forma em 2024, quando João Cabrita foi convidado a reunir uma secção de sopros portuguesa para acompanhar os norte-americanos The Temptations durante a sua passagem por Portugal, num evento realizado no Casino Estoril. O contacto com o universo musical do grupo, uma das referências históricas da soul, contribuiu para a aproximação às sonoridades que viriam a orientar “partytime”. 

A partir dessa experiência, Cabrita reuniu um conjunto de músicos com quem mantém relações artísticas e pessoais construídas ao longo de vários anos. Ivo Costa e Rui Alves, na bateria, Iuri Oliveira, na percussão, Francisco Rebelo e Renato Chantre de Almeida, no baixo, João Gomes, nos teclados, e David Pessoa e Milton Gulli, nas vozes e guitarras, integram o universo musical do disco. Mais do que reunir diferentes instrumentistas, a escolha reflete a importância atribuída às relações de confiança, à experiência coletiva e à partilha de uma linguagem musical comum. 

Essa dimensão colaborativa encontra-se também na forma como “partytime” foi concebido. João Cabrita assumiu a direção musical, partilhando a produção com Guilherme Gonçalves, responsável pela vertente sonora, mistura e masterização. O álbum foi gravado por Cabrita no NTP Studio, em 2025, com exceção de algumas sessões de bateria e baixo realizadas no Barulho Estúdio e no Nascer do Som Studio. 

O disco desenvolve-se a partir de uma narrativa associada aos diferentes momentos de uma noite de festa, explorando tanto o entusiasmo e a liberdade que acompanham a experiência como os excessos e as consequências que podem surgir quando a noite termina. 

Essa abordagem começou a ser revelada através de “Good Morning”, primeiro single, que apresentava precisamente o despertar depois da festa, invertendo a ordem habitual de uma história que, em vez de começar pela preparação para a noite, se iniciava no seu desfecho.

23/10/2026

JOÃO GIL EDITA "INTEIRO" A 30 DE OUTUBRO

Chegam hoje às plataformas digitais quatro canções de João Gil, que constituem o primeiro avanço do novo álbum do consagrado artista, “Inteiro”, que celebra os seus 50 anos de carreira. Este trabalho será constituído por 25 temas, dos quais ficamos hoje a conhecer “Mar Português”, “Regresso à Infância”, “Eu Não Sou Deus” com a participação de Tatanka e “O Cheiro dos Livros”. 

“Mar Português“ 

É uma “vaca sagrada“ da Poesia em Língua Portuguesa, pela mão de Fernando Pessoa. Tentei contrariar a heroicidade e a demagogia patrioteira ao procurar o interior de cada um de nós que habita o Planeta da nossa Língua. O Mar nunca foi manso para os Portugueses. Autoria - Fernando Pessoa/João Gil, voz e guitarra - João Gil, piano - Ruben Alves, bateria - Alexandre Frazão, contrabaixo - Nelson Cascais, guitarra elétrica - Mário Delgado, coros - Sofia David. 

“Regresso à Infância“ 

Regressamos sempre à infância e às pequenas dores dos primeiros amores, aqui pela letra sensível e inspirada da Maria do Rosário Pedreira. Autoria - Maria do Rosário Pedreira/João Gil, voz e guitarra - João Gil, piano - Ruben Alves, bateria - Alexandre Frazão, contrabaixo - Nelson Cascais, dobro - Mário Delgado, coros - Sofia David. 

“O Cheiro dos Livros “ 

Retirada do clássico álbum "Cabeças No Ar", esta canção tem letra do Carlos Tê numa homenagem ao professor de português que nos ensinou a amar a nossa Língua. O professor que tive no Passos Manuel dizia-nos: escutem o barulho que há na poesia. Autoria - Carlos Tê/João Gil, voz e guitarra - João Gil, saxofone - Tomás Marques. 

“Eu Não Sou Deus“ 

A letra única e singular do João Monge e num exercício de partilha com o Tatanka. Autoria - João Monge/João Gil, voz e guitarra - João Gil, voz e guitarra eléctrica - Tatanka, bateria - Alexandra Frazão, baixo - Rui Pedro Pity, piano - Ruben Alves, trompete - Luís Cunha e saxofone - Tomás Marques.

JASMIM DESPEDE-SE DE “DIAS EM BRANCO” COM CONCERTOS ESPECIAIS EM LISBOA E NO PORTO

A 20 e 21 de novembro Jasmim sobe ao palco da Casa Capitão e do RCA, respetivamente. São concertos que pretendem fechar o ciclo associado ao lançamento do seu mais recente álbum Dias em Branco, que foi editado em abril de 2025 e que conta com “Verdes Campos”, “Aprender a Ver” e “À Tua Vontade”. 

Neste concerto, e em palco, Jasmim será acompanhado por Diogo Rodrigues e David Vistas na banda, como também por vários convidados especiais que se tornaram obrigatórios no universo musical do artista, como Bia Maria, Miguel Marôco, Castilho e Violeta. Estes dois espetáculos acontecem no caminho do fim de 2026, anunciando e prevendo novidades musicais de Jasmim para muito em breve. 

Os bilhetes ainda se encontram disponíveis para ambas as datas. Jasmim é o nome artístico de Martim Braz Teixeira, virtuoso artista em várias vertentes, que neste álbum se debruça num cruzamento de influências que tocam no psicadelismo, na folk americana e na música popular portuguesa, tratando-se de uma paleta enriquecedora e multi-instrumentalista.

LABLIB | Ledger Signal

LabLib é um laboratório sonoro onde o Hip Hop se cruza com a consciência, a memória e a experimentação. Cada batida é uma experiência, cada ruído uma hipótese e cada frequência um fragmento de história. Entre máquinas, fios e vozes perdidas, o projeto transforma a realidade social em matéria sonora. A rua encontra a ciência, a arte confronta o esquecimento e o ritmo torna-se uma forma de resistência. 

Sem certezas fabricadas, LabLib explora novas linguagens, questiona estruturas e desafia o pensamento adormecido. Mais do que música, é um espaço de criação livre onde o conhecimento e a humanidade se encontram. LabLib — a frequência que resiste ao silêncio e transforma o som numa experiência de liberdade.

 

22/10/2026

FINGERTIPS | Beautiful Souls

Os Fingertips lançam amanhã, 23 de outubro, Beautiful Souls, o novo álbum de originais, editado pela Metrosonic Records. 

Ao longo de dez canções, a banda explora as contradições da condição humana, entre o amor e a perda, a ansiedade e a esperança, a nostalgia e a vontade de recomeçar. “People Like You” é o novo single de Beautiful Souls, já disponível nas plataformas digitais. Com uma sonoridade fresca, enérgica e upbeat, a canção contrasta a leveza musical com uma mensagem sobre relações tóxicas, julgamentos e desequilíbrios emocionais. 

Uma reflexão sobre a importância de reconhecer quem nos faz mal, estabelecer limites e seguir em frente sem alimentar o ódio ou o ressentimento. O tema terá também um videoclipe especial, que conta com a participação de quase 300 alunos de escolas de dança, cuja estreia está marcada precisamente para 6 de novembro, no Super Bock Arena, no Porto, durante o concerto de apresentação do novo álbum. 

O novo álbum reúne dez canções sobre amor, ansiedade, liberdade e esperança. Edição especial limitada a 1.000 exemplares numerados e autografados. Apresentação ao vivo a 6 de novembro, no Super Bock Arena, no Porto.

21/10/2026

PAULO DE CARVALHO CELEBRA 80 ANOS DE VIDA E 65 DE CARREIRA COM O SEU PRIMEIRO COLISEU DOS RECREIOS

Paulo de Carvalho sobe pela primeira vez em nome próprio, ao palco do Coliseu dos Recreios. É a 15 de maio de 2027 que um dos maiores nomes da música portuguesa assinala o seu 80.º aniversário, no mesmo ano em que comemora 65 anos de uma das mais notáveis carreiras do país. Nesta noite única, que dá o mote à Tour PC80, o artista reúne as canções que marcaram o público português, numa viagem no tempo conduzida pela sua voz inconfundível. 

No repertório estarão temas como "Lisboa, Menina e Moça", "Flor Sem Tempo", "Nini" e a incontornável "E Depois do Adeus", num concerto que promete ficar para a história. Mais do que um espetáculo, esta é uma noite de reencontro. Entre canções que fazem parte da memória de várias gerações, Paulo de Carvalho convida o público a percorrer consigo uma vida inteira de música, desde as primeiras às mais recentes. 

Ao longo de mais de seis décadas, Paulo de Carvalho deu voz a algumas das melhores canções de sempre e assinou, enquanto compositor, verdadeiros clássicos da nossa música. Antes deste espetáculo, Paulo de Carvalho sobe ao palco com AGIR para um concerto que reúne pai e filho. 

"Bernardo e Manuel Paulo" tem datas marcadas para 19 de fevereiro de 2027, no Convento São Francisco, em Coimbra, e 26 de fevereiro de 2027, no Coliseu Porto Ageas, no Porto. 80 anos de vida e 65 de carreira reúnem-se no Coliseu dos Recreios, para uma celebração de um dos maiores intérpretes da música portuguesa.
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