19/09/2019

LOLA LOLA | Discurso Direto


Com raízes no sempre pulsante e inovador movimento criativo da cidade do Porto, os LOLA LOLA formaram-se em 2014, fruto da junção de um trio já muito experimentado nas lides musicais: Tiago Gil (Guitarra), Miguel Lourenço (Baixo) e Hélder Coelho (Bateria), todos ex-Os Tornados, ao qual se acrescentou a desconcertante voz de Carla Capela, conhecida da noite portuense como DJ Just Honey e um pujante sax barítono, atualmente nas mãos do mestre Rui Teixeira. Numa edição Chaputa! Records, os LOLA LOLA editam amanhã 7' "Killed a Man in a Field", um pedaço da história da banda que querem partilhar.. Hoje em "Discurso Ditreto" recebemos os portuenses LOLA LOLA.

Portugal Rebelde - “Killed a Man in a Field” é a canção-titulo deste novo 7´. Que viagem é esta com que nos brindam neste quarto registo fonográfico?

LOLA LOLA - É uma viagem por uma larga paisagem de cor e infinito, desde as montanhas sagradas do Oriente ao deserto do Mojave, a pedir uma jornada pelo interior de cada um. “Killed a Man in a Field” é uma canção sobre a efemeridade da vida e a eternidade da paisagem. É uma história de amor trágico, de quem decide matar e mata, com a certeza de que vai morrer a seguir.

PR - Do outro lado disco oferecem-nos uma interpretação fulminante do indiscutível “Somebody’s always trying” de Joy Byers. Dança, será sempre a palavra que não nos sai da cabeça?

LOLA LOLA - “Somebody's Always Trying” de Joy Byers fez parte de muitas sessões noturnas de partilhas musicais, surgindo espontaneamente nas desgarradas dos ensaios, tornando-se repetente. Com pulsação para mexer a pista de dança, é a nossa homenagem à enorme compositora americana, mais conhecida pelo seu trabalho com Elvis Presley, tendo assinado sucessos, tais como "Please Don´t Stop Loving Me" do filme Frankie and Johnny de 1966, "C'mon Everybody" do musical Viva Las Vegas de 1963 e "Let Yourself Go" do filme Speedway de 1968.

PR - O universo musical das décadas de 50 e 60 continua a ser a grande inspiração para os LOLA LOLA?

LOLA LOLA - Sim, sem dúvida que são duas décadas que nos inspiram, principalmente pela música que normalmente consumimos, refletindo-se nas nossas composições musicais, no modo como gravamos os discos e na forma como nos expressamos artisticamente.

PR - As vossas canções têm sido destacadas um pouco por todo o mundo por djs de culto, rádios e blogosfera musical. Acreditavam que ia ser assim?

LOLA LOLA - Apesar de nunca termos pensado na exposição que os LOLA LOLA pudessem ter, a nossa missão é fazer música e depois, consequentemente, tentar divulgá-la o melhor que sabemos. O pacto que nos uniu passa por tocarmos o que gostamos, enquanto nos der prazer. Gravar as músicas que nos fazem vibrar, editando-as em vinil de sete polegadas. O que se mantém até aos dias de hoje. Quanto à exposição que temos conseguido, pensamos que se deve, também, ao facto de sermos suficientemente exigentes e bastante criteriosos com o que apresentamos, acompanhados em todos os processos por pessoas que admiramos, mas tomando as decisões sempre de forma independente e genuína.

PR -  “No próximo dia 18 e 19 de outubro apresentam “Killed a man in a field” respetivamente no Sabotage Club (Lisboa) e no Barracuda Clube de Roque (Porto). O que é que o público pode esperar destes concertos?

LOLA LOLA - Tanto em Lisboa como no Porto iremos celebrar o lançamento do nosso quarto single com um alinhamento dirigido à pista de dança, com calor, suor e rock ‘n’ roll. Serão duas noites que irão durar até o sol raiar, uma vez que no Sabotage estaremos na festa atómica “Chills & Fever” e no Barracuda com os djs da Chaputa! Records (Esgar Acelerado e Themoteo Suspiro).

PR - Numa frase como caracterizariam este ““Killed a Man in a Field”?

LOLA LOLA - É mais um pedaço da nossa história que queremos muito partilhar.


MARTA CARVALHO | "Deslizes"


Depois de semanas de espera, chega finalmente ao fim o silêncio e Marta Carvalho revela todo o seu talento em nome próprio. Uma das vozes mais promissoras do r&b/pop cantado em português, Marta Carvalho, que se tem destacado como compositora e letrista para artistas, lança finalmente o seu single, intitulado “Deslizes”.


18/09/2019

SOPAS DE CHAVALO CANSADO | Discurso Direto


A poucos dias de se apresentarem na Sociedade Harmonia Eborense, recebemos hoje em "Discurso Direto" a banda de rock progressivo Sopas de Chavalo Cansado, 

Portugal Rebelde - Mais que uma banda, os Sopas de Chavalo Cansado são um colectivo artístico. Querem explicar um pouco melhor esta ideia?

Sopas de Chavalo Cansado - A ideia de colectivo artístico prende-se com o facto de estarmos abertos a colaborar com artistas de outras áreas para enriquecer o nosso projeto. Dessa abertura surgiram colaborações ao nível da escrita (letras), realização de vídeos, fotografia, trabalho de estúdio, ou até mesmo pintura e desenho aplicados ao nosso merchandising. Basta pesquisar online para identificar os artistas do colectivo e ouvir o nosso trabalho para perceber a sua influência.

PR - A banda sofreu nos últimos anos algumas mudanças com a saída e entrada de novos elementos. De alguma forma isto abalou o processo criativo da banda?

Sopas de Chavalo Cansado - Abalou sim, mas positivamente. Se por um lado, estas mudanças abrandaram o desenvolvimento de novos temas, por outro, ajudaram a refinar o nosso som, a reflectir sobre os temas já feitos, elevando-nos para outro patamar. Hoje já nem pensamos nisso, estamos juntos há mais de 3 anos, já gravámos um álbum e só pensamos em gravar outro no próximo ano.

PR - Depois do álbum “Forte” lançado em 2018, já estão a preparar em novas canções?

Sopas de Chavalo Cansado - Sim, canções que preencherão o nosso próximo álbum. Com o “Forte", criámos uma identidade, agora estamos mais soltos e podemos compor mais livremente, o que nos tem dado bastante gozo. A amizade também tem aumentado e esse fertilizante só dá bons frutos. Em Évora, juntamente com o “Forte”, vamos apresentar três temas novos.

PR - Sentem que os Sopas estão mais maduros musicalmente?

Sopas de Chavalo Cansado - Acreditamos que sim. Ao longo destes anos temos vindo a aprimorar aquilo que apelidamos de “som Sopas”: uma sonoridade audaz e irreverente que, tendo como base estruturas musicais semelhantes à do rock progressivo, vai buscar influências às mais diversas derivações do rock, seja ele punk, post ou alternativo. Em cada música procuramos abordar assuntos e sensações diferentes, de forma, a que cada uma seja singular, tentando ao mesmo tempo que todas elas façam sentido dentro do mesmo universo musical. Por essa razão, tanto os instrumentais como as letras são pensados ao pormenor.

PR - “No próximo dia 21 de Setembro apresentam na Sociedade Harmonia Eborense (Évora), o álbum “Forte”. O que é que o público pode esperar deste concerto?

Sopas de Chavalo Cansado - Quem assiste a um concerto de Sopas vai sentir. Vai sentir que viaja, que é rápido mas apetece dançar, vai sentir letras que derretem aparências, vai sentir irreverência, vai sentir cumplicidade. Sabemos que Évora sempre foi um lugar de Cultura, por isso estamos bastante ansiosos por mostrar lá o nosso trabalho, ainda mais numa sala como a S.H.E. A somar a tudo isto ainda há aquele gostinho especial que sentimos sempre que tocamos fora da grande Lisboa. Resumindo, tem todos os ingredientes para ser muito bom.




TIM BERNARDES INICIA HOJE DIGRESSÃO QUE PASSA POR LOULÉ, LISBOA, SANTARÉM, AVEIRO, PORTO E BRAGA


O músico brasileiro Tim Bernardes começa hoje, em Loulé, a sua primeira grande digressão a solo em Portugal, com o concerto agendado para amanhã, quinta-feira, no Grande Auditório do CCB, em Lisboa, prestes a esgotar. Loulé, Lisboa, Santarém, Aveiro, Porto e Braga são as 6 cidades que recebem a apresentação ao vivo do álbum “Recomeçar”. 

Tim Bernardes é músico, compositor, produtor musical e multi-instrumentista. Já trabalhou com nomes como Tom Zé ou David Byrne e com a sua banda, O Terno. tem quatro discos e um EP lançados, todos com composições da sua autoria. 

A solo estreou-se em Setembro de 2017 com “Recomeçar”, que integrou as principais listas de melhores álbuns desse ano no Brasil, incluindo a Rolling Stone que não só destacou o LP como também dois temas, consolidando Tim Bernardes como um dos grandes compositores brasileiros da sua geração. 

Fora do Brasil o trabalho também recebeu reconhecimento, com a nomeação para o Grammy Latino de 2018 na categoria de Melhor Álbum de Música Alternativa em Língua Portuguesa.


TIM BERNARDES & CAPITÃO FAUSTO | "Recomeçar"


Em Novembro de 2018, os Capitão Fausto e Tim Bernardes encontraram-se no estúdio da Cuca Monga, em Alvalade. Desse encontro resultou a gravação de uma versão da "Recomeçar", a canção-título do disco que Tim Bernardes estava a apresentar a Portugal.

Nos meses decorrentes, as versões provisórias atravessaram o Atlântico várias vezes no processo de mistura, até se cristalizar na versão final que é hoje apresentada em teledisco, fruto do registo e compilação das imagens deste encontro do atento Gonçalo Perestrelo.

Neste Outono voltam a encontrar-se, desta feita no Rio de Janeiro e com os restantes membros d’O Terno, onde irão preparar um concerto em conjunto que irá acontecer no Rock in Rio Brasil, no dia 6 de Outubro.


KATIA GUERREIRO JUNTA-SE AO CONCERTO DOS ANAQUIM NO FERROVIÁRIO


Os Anaquim, que recentemente apresentaram a nova versão de "O Fado Fugiu de Casa" num dueto com Katia Guerreiro, apresentam-se ao vivo em três concertos até ao fim do mês de Setembro: São João da Madeira, Lisboa e Espinho.

Katia Guerreiro, fadista que se junta a José Rebola para dar voz à nova versão de "O Fado Fugiu de Casa" vai fazer parte do concerto no Ferroviário em Lisboa, agendado para o dia 26 de Setembro pelas 19.00h. Esta será a primeira vez que o dueto será cantado ao vivo.

O concerto em São João da Madeira acontece já amanha (19 de Setembro), pelas 21.30h na Casa da Criatividade e em Espinho a 28 de Setembro pelas 17.30h no Museu Municipal do Espinho, com entrada gratuita.


CAPITÃO FAUSTO E LUÍS SEVERO | Plano B

17/09/2019

MARIA MENDES | Misty Fest


O jazz e o fado partilham, antes de mais, a noite, alguns estados de alma e uma certa solenidade. Maria Mendes entende isso. A cantora portuense prepara-se para lançar um novo álbum, que será o seu terceiro, em que conta com o famoso produtor e pianista americano John Beasley e com os préstimos da maior orquestra sinfónica de jazz do mundo, detentora de 3 Grammys, a Metropole Orkest.

Partindo de um reportório especial escolhido sobretudo entre alguns clássicos maiores de Amália Rodrigues ("Tudo Isto é Fado", "Foi Deus", "Asas Fechadas" ou "Barco Negro"), mas também de Carlos Paredes ("Verdes Anos") e ainda Mariza ("Há Uma Música do Povo") ou Mafalda Arnauth ("E Se Não For Fado"). Maria Mendes junta também ao alinhamento três originais da sua lavra e um fado que lhe foi oferecido por Hermeto Pascoal, verdadeiro gigante da música brasileira que um dia Miles Davis descreveu como "o músico mais impressionante do mundo".

Será este o ponto principal da viagem que Maria Mendes assinará no Misty Fest, acompanhada de um trio que lidera com alma, estilo e saber, tal como fez no seu álbum. Maria Mendes não tem apenas visão, tem igualmente os mais calorosos elogios de grandes nomes da música, como Quincy Jones que no Festival de Jazz de Montreux vaticinou: "Vejo um futuro brilhante e promissor para esta jovem cantora”. A crítica europeia está de acordo e tem apontado Maria Mendes como uma das mais sólidas promessas musicais do nosso continente.

DAVID FONSECA | “Radio Gemini_Closer”


Depois de um Verão passado nos palcos nas festas, festividades e festivais um pouco por todo o país, David Fonseca regressa este mês às apresentações da produção “Radio Gemini_Closer”, especialmente concebida para os concertos em recintos fechados.

Já no final desta semana, David Fonseca apresentará “Radio Gemini_Closer” em Braga, no magnífico Theatro Circo, seguindo no dia seguinte, dia 21, para o Cosmopolite em Olso, sala que o receberá pela segunda vez depois de lá ter actuado há quatro anos. Apresentações, a par de outras que antecedem a passagem por Lisboa e Porto, no Teatro Tivoli e na Casa da Música, respectivamente, a 20 e 27 de Novembro.

“Radio Gemini_Closer” é um espectáculo em que David Fonseca cruza o universo do cinema e das imagens com a sua música. Na companhia exclusivamente do músico Paulo Pereira, David Fonseca propõe-se a levar o público numa viagem intimista através do seu imaginário peculiar numa oportunidade única de descoberta de muitos dos caminhos secretos que percorre através das suas composições e dos seus olhos, um filme interactivo em tempo real para acompanhar em conjunto com a sua performance ao vivo.

THE RAMBLERS | Espanha

16/09/2019

VÍDEOCLIP | "Killed a Man In a Field" - LOLA LOLA


Os LOLA LOLA, na sua edição de estreia pela soberana Chaputa! Records, são aposta forte do selo luso de culto no qual se estrearão dia 20 de Setembro com o lançamento de "Killed a man in a field", seu quarto registo fonográfico.

Para essa estreia, no lado A escolhem uma canção que nos leva a viajar por uma larga paisagem de cor e infinito, desde as montanhas sagradas do Oriente ao deserto do Mojave. “Killed a Man in a Field”, canção-título, é um rasgo de primordial simplicidade, com uma melodia assente numa base densa e segura, a pedir uma jornada pelo interior de cada um.

Como se não bastasse, no lado B oferecem-nos uma interpretação fulminante do indiscutível “Somebody’s always trying” de Joy Byers, para epicentro das pistas de dança, com o qual ninguém consegue ficar parado.

Apresentado num distinto desenho do ilustrador Rui Ricardo, este quarto sete polegadas da banda do Porto conta, uma vez mais, com a dupla Nuno Riviera, na áspera produção e criativa mistura e Mike Mariconda, que o masteriza de uma forma exemplar.

Com raízes no sempre pulsante e inovador movimento criativo da cidade do Porto, os LOLA LOLA formaram-se em 2014, fruto da junção de um trio já muito experimentado nas lides musicais: Tiago Gil (Guitarra), Miguel Lourenço (Baixo) e Hélder Coelho (Bateria), todos ex-Os Tornados, ao qual se acrescentou a desconcertante voz de Carla Capela, conhecida da noite portuense como DJ Just Honey e um pujante sax barítono, atualmente nas mãos do mestre Rui Teixeira.

JOSÉ CAMILO | "Piruetas de Glória"


José Camilo volta em força com novo disco e single debaixo do braço. “Piruetas de Glória” é o primeiro single retirado do novo trabalho de José Camilo, “Subterrâneo”, que tem data de lançamento prevista para dia 25 de Outubro com o selo Flor Caveira.

Lembrar tanto o rock pisgado dos Rádio Macau como o ronco letrado dos Mão Morta pode ser bênção ou maldição. Bênção será para quem não faça o rock refém de letras ágeis e subtis, óptimas para digestão fácil.

Maldição será, certamente, para quem se assuste com palavras que fazem questão de ser elas a montar o ritmo rápido da batida, e não o contrário. Há até quem chame José Camilo um punkautor.

A música de José Camilo é feita sob muita pressão. O que sai cá para fora é a custo, contra tudo e contra todos. Nada é harmonioso ou agradável.

Os discos de José Camilo são fundamentalmente o registo sonoro continuado das suas insistências, teimosias e, nos seus melhores momentos, pragas rogadas aos ouvintes (como esquecer “Cala-te e Sangra”?).

É a partir deste tom agreste que nos fulmina agora com “Subterrâneo”, um disco devotado à nobre e esquecida arte de confiar mais nos desastres do que nas delícias. Afinal, cantará “Mãe, consigo sentir os anos a fugirem-me das mãos”. E mais.

“Não há alternativa à história já antes vivida”, rappa em “Não Há Alternativa”, segunda faixa após a speedada entrada com “Piruetas de Glória”, como se fosse um Carlão com um segredo que o impede das boas disposições dos Da Weasel,

aqui bem evocados. “Quem não pode, não promete; quem nunca soube, não esquece”, acrescenta à terceira canção (“Até Tenho Amigos Que São”), num queixume incessante que nos recorda que o bom rock português que tivemos na década de oitenta sabia que a melhor cena era aquela em que alguém desmancha prazeres.

Em “O Rio”, anuncia que “Agora que gelas o rio o barco não pode passar”, e de esperanças vãs o disco fica definitivamente vacinado – quando ainda há outra metade de apocalipse sonoro para anunciar!

Num cenário que nos soa familiar, junto às margens das águas, talvez não seja exagerado confessar que, com tantas caravelas em regressos gloriosos à pátria,

já nos fazia falta um álbum novo de um genuíno velho do Restelo. José Camilo é homem para isso.” - (Tiago Guillul)


GANSO | "Os Meus Vizinhos"


Depois da edição do single "Não Te Aborreças", em Abril deste ano, os Ganso estão oficialmente de regresso. "Os Meus Vizinhos" é o segundo single que antecipa o segundo longa-duração. "Não Tarda", editado pela Cuca Monga/Sony Music, tem data de lançamento agendada para 27 de Setembro. A edição física do disco servirá também como ingresso para assistir à sua apresentação ao vivo:

05 de Outubro - Hard Club | Porto

10 de Outubro - B.Leza | Lisboa

Produzido nos estúdios da Cuca Monga este novo trabalho denota uma maior maturidade no processo de composição da jovem banda, afastando-se dos riffs rasgados que marcavam os dois trabalhos anteriores, deixando espaço para uma abordagem mais contemplativa, assente em cadências mais relaxadas e ambientes mais complexos.

TIAGO NACARATO | "Lugar Comum"


O disco de estreia do portuense Tiago Nacarato, intitulado "Lugar Comum", está disponível a partir de hoje nas diversas plataformas digitais. Dia 18 de Outubro chegará às lojas em edição limitada.

A assinatura da capa do disco por parte do artista Tony Cassanelli, surge como uma continuidade natural na parceria entre os dois. No vídeo de "Tempo", segundo single deste trabalho, o italiano surge contando a sua história através do quadro que pinta no decorrer da música.

De "Lugar Comum" são já conhecidos também os singles "A Dança", "Sol de Inverno" (com Paulinho Moska) e "Só Me Apetece Dançar" (com Ana Bacalhau).

Alinhamento:

01. Distraído

02. Lugar Comum

03. Xiquinha

04. Segredo

05. A Dança

06. Só Me Apetece Dançar

07. Pequeno Gigante

08. Sol de Inverno

09. Tempo

10. Sideral

11. Abraço

12. Desaguar

JOANA ESPADINHA | "O Material Tem Sempre Razão"


O Teatro Villaret em Lisboa, foi o palco escolhido para a celebração de "O Material Tem Sempre Razão", o último trabalho da Joana Espadinha que foi publicado precisamente há um ano e que tem motivado rasgados elogios à cantautora.

Com participação especial na festa, os amigos Benjamim, Luísa Sobral e Samuel Úria juntar-se-ão a Joana e banda num concerto que promete uma visita exemplar ao melhor do léxico da pop produzida em Portugal. Se os convidados são insuspeitos que declarar sobre de "O Material Tem Sempre Razão" e conjunto de canções que Joana Espadinha criou?

No ano transacto fez um convite aos nossos corpos e corações com a canção “Leva-me a dançar”. E levou-nos de imediato - a abanar a anca mas também a activar a circulação das emoções ao som da sua voz forte e cristalina, emancipada e sedutora.

De declaração romântica, esta canção passou a um dos mais profundos marcos da música nacional de 2018.

30 de Outubro - Teatro Villaret | Lisboa

STEREOSSAURO | Évora Urban Village

15/09/2019

CARLOS LEITÃO | "Casa Vazia"


Em 2019, Carlos Leitão grava aquele que é assumidamente o resultado prático de um trabalho feito com amor. “Casa Vazia” é o nome de um disco que prolonga a essência do que é e do que sente.

O Fado é a matriz desta viagem que é feita com a cumplicidade de nomes como Júlio Machado Vaz, Marco Horário, Tozé Brito, Jorge Benvinda, Júlio Resende, Vitorino, Salvador Sobral e João Só, entre outros que se juntam ao caminho.

Numa “Casa Vazia” de acessórios, permanecem as emoções, os afectos e os sonhos. Tudo o resto fica para trás. Para si, o essencial é, afinal, o amor enquanto elo de ligação. E curioso é o facto de todos os nomes que escreveram ou compuseram para esta “Casa Vazia” o terem feito (sem pedidos ou requisitos prévios) sob a temática do “amor”. (Coincidências - dizem - não existem...)

CUCA ROSETA | Agenda

CARTAZ | Concerto

14/09/2019

MARTA HUGON | "Coração na Boca"


Marta Hugon regressa aos discos com “Coração na Boca” que vem dar corpo a palavras suas e de autores como José Eduardo Agualusa, Afonso Cabral ou Nádia Schilling. O novo trabalho conta, ainda, com as composições de Mário Laginha, Sara Tavares, Joana Espadinha, Maria Villanueva, Francisca Cortesão e André Fernandes.

Depois de apresentar o primeiro single, “Tudo Pode Acontecer”, nas comemorações do Dia de Portugal, Marta Hugon apresenta o seu quinto disco que nasce da vontade profunda de fazer música e poesia. “Para mim, cantar é arriscar a vida em palco. Demorei muito tempo a chegar a esta certeza. Foi um percurso de descoberta emocional e sonora e quis escrever sobre isso”, explica a cantora.

O título do disco surge de um verso do “Praia”, um dos temas que Marta Hugon escreveu. “Sou apaixonada pela poesia na música e nas palavras, mas também gosto de sentir - e fazer sentir - o seu lado mais visceral”, continua. A convite da cantora, Luís Figueiredo cou responsável pela produção e arranjos de “Coração na Boca”.

Cantado exclusivamente em português, o novo repertório conta com várias participações e colaborações entre autores, músicos e artistas: “cada compositor foi escolhido com uma intenção especíFca e diversa. Acho que não há verdadeiramente criação sem risco e este “Coração na Boca” nasce de uma profunda necessidade de criar um novo som e, de certa forma, uma nova voz”, conclui a artista.

Marta Hugon tem vindo a estabelecer uma identidade cada vez mais sólida dentro do universo dos singer-songwriters portugueses. Tendo como sua primeira casa o jazz – ensina na escola do Hot Clube de Portugal e foi solista da respetiva Big Band – a cantora lançou o seu primeiro disco em 2005, dando assim início a uma carreira que se destaca pela consistência mas também por uma constante necessidade de se reinventar musicalmente.

Alinhamento:

01. Fugaz (Marta Hugon/Joana Espadinha)

02. Nascer Outra vez (José Eduardo Agualusa/Luis Figueiredo)

03. As tuas fraquezas (Maria Villanueva)

04. Praia (Marta Hugon/Sara Tavares)

05. Beija Flor (Marta Hugon/Filipe Melo)

06. Combustão (Marta Hugon/Luis Figueiredo)

07. Sicília (Marta Hugon/Mário Laginha)

08. Espantar o Medo (Marta Hugon/André Fernandes)

09. A Voz (Joana Espadinha)

10. Pressa (Afonso Cabral/Francisca Cortesão)

11.Tudo pode acontecer (Marta Hugon/Luis Figueiredo)

12. Longe (Nadia Schilling)

BONS SONS PROGRAMA NOITES LONGAS DO FESTIVAL MATERIAIS DIVERSOS


O Bons Sons, que este mês celebrou a 10.ª edição, é, mais uma vez, responsável pela programação musical do Festival Materiais Diversos, que este ano também comemora as 10 edições e acontece de 27 de Setembro a 5 de Outubro, em Minde, Cartaxo e Alcanena. No âmbito desta parceria, realizam-se dois concertos e dois DJ sets, nas Noites Longas – programa dedicado à música - do Festival Materiais Diversos.

Manel Cruz, o músico portuense que lançou recentemente o álbum "Vida Nova", dá um concerto intimista no dia 28 de Setembro, às 23.30H, na Fábrica de Cultura de Minde. Conhecido por projetos como Ornatos Violeta, Foge Foge Bandido, Pluto ou Supernada, Manel Cruz anima esta noite do festival com algumas das músicas mais célebres e com singles que fazem parte deste seu novo disco.

No dia 4 de Outubro, às 23.30h, a banda They Must Be Crazy sobe ao palco do Mercado Municipal do Cartaxo. Tendo como base da sua origem a grande paixão pelo afrobeat, esta banda, criada em Lisboa, junta músicos com experiências muito diversificadas, que procuram transmitir o calor e o groove dos sons africanos. Fortemente inspirada em Fela Kuti, Tony Allen, Mulatu Astatke, entre outros, traz aos palcos sons originais, marcados pela dança, ritmo e sonoridades viajantes que fazem parte do seu primeiro álbum de originais, "Mother Nature", lançado em 2017.

Além destes concertos, realizam-se uma festa de abertura no dia 27 de setembro, a partir das 23.00h, no Espaço Jazz - Edifício António Alves Raposo, em Minde, com a dupla SoulFlow DJs – que nasce do coletivo feminino ButterflieSoulFlow, formado em 2006, ligado à cultura hip hop e clubbing – apresentando, nesta noite sonoridades hip hop, breakbeat, funk, disco, soul e house, e uma festa de encerramento no dia 5 de Outubro com DJ Maboku, também a partir das 23.00H, no Mercado Municipal do Cartaxo. Nascido em Angola, Maboku viveu desde criança no Bairro do Pendão, em Queluz, onde começou a desenvolver o seu estilo musical. Fez parte dos Piquenos DJs do Gueto (com Lilocox, Liofox, Dadifox, Firmeza), com quem editou o EP B.N.M. / P.D.D.G. (editora Príncipe, 2013), seguindo-se, em 2015, o EP Malucos de Raiz (C.D.M. - Casa da Mãe Produções, pela Príncipe).

A entrada nas festas de abertura e de encerramento é gratuita e os bilhetes para os concertos de Manel Cruz e They Must Be Crazy custam 6,00€ (ou 3,00€ com descontos).

SAM THE KID | Coliseus de Lisboa e Porto

13/09/2019

PEDRO GALHÓZ | Discurso Direto


A poucos dias do arranque da primeira edição do Lisbon Connection Fest, recebemos hoje em "Discurso Dierto" Pedro Gallhóz, um dos elementos da organização deste Festival, que se realiza nos próximos dias 27 e 28 de Setembro, no Palácio Baldaya em Lisboa.

Portugal Rebelde - O  Lisboa Connection Fest é um Festival pensado para um público que se revê no espírito dos Blues, que aprecia songwriters e Folk Music?

Pedro Galhóz - O LCF nasce da necessidade de dar resposta a um público que tem vindo a perguntar o porquê de haver festivais de Blues & Folk em tantos locais e Lisboa não ter ainda o seu Festival. Com abertura de portas pelas 16.00h e concertos das 17.00h ás 23.50h, está criado um festival que dará certamente resposta a este publico.

PR - Para além dos artistas nacionais, o Lisboa Connection Fest conta com alguns talentos internacionais. Quer falar-nos um pouco dos artistas em destaque neste Festival?

Pedro Galhóz - Gostaria de começar por apresentar o Martin Harley que é atualmente considerado um dos melhores artistas de Acoustic Blues, tenho a certeza que será uma das grande surpresas do festival. O Chino & The Big Bet, já é conhecido de uma grande parte do publico de blues, pois já marcou presença em grande parte do circuito de festivais nacionais e internacionais de Blues, é sempre uma aposta ganha. Os Bayou Moonshiners trazem de Itália o espírito de New Orleans e tenho a certeza que vão meter toda a gente a cantar e dançar.

PR - Este evento, de alguma maneira faz a ponte para as celebrações do Dia Mundial da Música que acontecem no dia 1 de Outubro. As datas escolhidas tiveram este facto em conta?

Pedro Galhóz - Sem dúvida que sim, pretendemos aqui acima de tudo valorizar a música enquanto arte e os músicos enquanto artistas e protagonistas deste festival. O dia mundial da música é um símbolo importante para a arte de uma forma geral e poder celebrar este dia com um evento tão especial é um orgulho


PR - Os concertos do Lisboa Connection Fest vão acontecer no Palácio Baldaya. Este é o espaço perfeito para um evento desta dimensão?

Pedro Galhóz - Pretendemos que este seja um festival com ambiente familiar, e o jardim do palácio Baldaya é sem dúvida um dos locais mais apelativos de Lisboa para este tipo de evento. Não pretendemos tornar este festival num festival de grande dimensão e em conjunto com a Junta de Freguesia de Benfica elegemos este como o espaço ideal para os nossos objetivos.

PR - Para terminar, peço-lhe que me dê 3 boas razões para que ninguém falte ao Lisbon Connection Fest nos dias 27 e 28 de Setembro.

Pedro Galhóz - O facto de ser a primeira edição e simultaneamente uma resposta a uma lacuna que havia numa grande capital europeia. O cartaz artístico, que consegue fazer coabitar artistas consagrados, novos talentos nacionais e internacionais. O Bairro de Benfica assume-se como “O Bairro da Música”, portanto, para nós não existe melhor lugar para um festival que também celebra a música acima de tudo. O conforto e a singularidade do palácio Baldaya são sem dúvida um grande convite para todos virem viver a música e passar um bom bocado.




S. PEDRO | "Mais Um"


"Mais Um" é o novo disco de S. Pedro, que confirma tudo o que pensávamos sobre ele e acrescenta mais algumas pistas sobre a consolidação e projecção da sua carreira. Este trabalho sucede a "O fim" que, na verdade, marcava o início da carreira a solo deste cantautor.

Pedro Pode, ou S.Pedro, é um tipo honesto e criativo, uma espécie de vizinho do lado que conhecemos, cumprimentamos e com quem damos duas de letra para depois descobrir, com orgulho, que um gajo tão simples e porreiro é afinal o autor de uma mão cheia de canções que já entraram por direito próprio para o cancioneiro nacional. Porque este exímio compositor e letrista não embarca em modas e faz música genuína, que nasce do binómio inspiração-transpiração, em doses variáveis, mas que assenta sobretudo na vida de todos os dias. Na sua, que também poderia ser a nossa.

Canta-nos pequenas histórias, invariavelmente atravessadas por uma ponta de ironia e humor, mas sempre com princípio, meio e fim. E olha a meios para chegar a finais felizes que, invariavelmente, nos remetem para novas escutas, para saborear melhor o que ouvimos, perceber melhor o que nos quer dizer, descobrir novos pormenores ­— nas melodias que nos enlaçam, nos diálogos instrumentais que tanto nos transportam para sítios melancólicos como para lugares de sonho, nos fazem bater o pé ou dançar, nas referências que não apanhamos à primeira (porque este é um homem do Norte e usa o Andante) — e, eventualmente, esboçar mais um sorriso, desencantar mais um sentido, e partilhar tudo com quem gostamos. Partilhar mesmo, porque é uma música de partilha. Não da partilha bacoca e imediata em busca de um like (para quê...?) mas daquela que leva agarrada um pedaço de nós. Uma música que nos toca, e que temos para a troca.

Como diz em “Apanhar Sol”, o single que marcou o Verão de 2018, «tens de ir lá mexer, tens de ir lá tocar». O contacto e os olhos nos olhos ao invés da mediação digital e do ecrã como espelho fosco da alma, no fundo, o conhecimento adquirido pela prática, pela tentativa e erro, é uma das temáticas caras a S. Pedro. «O mundo é onde eu calcar o chão», ouve-se em “Mundo”. E até mesmo num outro mundo, na incursão sci-fi (X-Files encontram-se com “Era uma vez o espaço”), há que «confirmar as tretas sobre o espaço que há tanto tempo» ouve. No fundo, aconselha a meter as mãos à massa, à obra, à vida, não protelar nem fugir ao amor, nem à realidade com que somos confrontados. Em “Todos os meus amigos” faz-se esse elogio da normalidade, envolto em crítica mordaz, com balanço soalheiro e alegre, e já o imaginamos a discorrer sobre a temática em modo churrasco e jola. Com os amigos, naturalmente. Em “Música do outro”, reforça o seu código de vida apontando o dedo à música enquanto mero entretenimento e produto pré-fabricado, ao invés de forma de expressão e veículo de mudança.

Há muito amor e desamor, paixão e ciúme, oportunidades perdidas (umas quase de propósito outras porque sim, num certo culto do falhado…), canções para todos os (bons) gostos que funcionam isoladamente e enquanto tijolos de um disco sólido e inteligente, de um artista que continua a crescer e a conquistar por direito próprio um lugar de relevo e destaque entre os maiores.

Luminoso e inspirado, abençoadamente pop, "Mais Um" é o novo disco de S. Pedro e chegou hoje às lojas em CD, streaming e download. Disponível aqui.

UIVO BASTARDO | "Ignífero"


Os Uivo Bastardo divulgaram hoje um novo vídeoclip para o tema "Ignífero", que faz parte do alinhamento do álbum de estreia "Clepsydra".

As filmagens do vídeo realizado por Miguel Cipriano tiveram lugar na sala de ensaios da banda e numa fábrica de tijolo abandonada na zona de Sintra. 

MICHELE RIBEIRO CONVIDA SALVADOR SOBRAL PARA O SEU DISCO DE ESTREIA


Michele Ribeiro, pianista e compositora, apresenta o seu primeiro projeto autoral, "Luz de Outono", a ser editado no próximo dia 20 de Setembro. O seu primeiro single, "Rising Blue", foi editado no passado dia 6 e esta sexta-feira a artista lança “Luz de Outono”, a música que dá nome ao álbum e que conta com a colaboração de um convidado especial, Salvador Sobral.

O álbum apresenta a face instrumental da compositora e conta com a participação de dois convidados especiais, Salvador Sobral no tema "Luz de Outono" e Luanda Cozetti no tema "Um ser Matriz", poesia de Tatiana Cobbetti que assina também a direção do projeto. A artista esteve em estúdio com a sua formação preferida, um trio de Brazilian Jazz - Piano (Michele Ribeiro), Contrabaixo (Romulo Duarte) e Bateria (Rogério Pitomba).

Natural do Brasil, mas há 13 anos a viver em Portugal, Michele Ribeiro fez parte de diversos projetos musicais ligados ao jazz e a música ligeira, tendo acompanhado intérpretes portugueses bastante conhecidos como Paulo de Carvalho, Carlos Mendes, Vitorino, Luís Represas, Jacinta, Dora, Anabela, Carlos Coincas entre outros.

O concerto de apresentação do novo álbum tem data marcada para o dia 21 de Setembro, na Fábrica do Braço de Prata, Lisboa.

SLIMMY | "I’m Not Crazy, I’m In Love"


Slimmy aka Paulo Fernandes está de volta em 2019 com o novo álbum "I’m not crazy, I’m in love", o 4º disco de originais que contém 10 temas em Inglês e 5 em português, com edição da INDEPENDENTrecords.

O novo álbum vai ser um dos destaques no aniversário da Scratch Magazine no próximo dia 20 de Setembro no Hard Club, no Porto. O disco com a produção de Rodolfo Cardoso, foi escrito e gravado entre 2016 e 2018, e conta também com a estreia de Slimmy na pré-produção das suas próprias músicas.

"I’m not crazy, I’m in love" é uma resposta emotiva e positiva de Slimmy a uma depressão que o afastou durante alguns anos, cujas marcas deixadas se reflectem nas histórias das canções, com destaque para uma aposta forte no português e numa sonoridade mais pop.

Slimmy prepara-se agora para uma digressão pelo país para apresentar o novo álbum "I'm not crazy, I'm in love", com a banda composta por Slimmy (voz, guitarras, teclados), Pico Moreira (bateria/vozes), José Carlos Nogueira (baixo, synths, guitarra), Cláudia Billie (vozes e guitarra) e Miguel Oliveira (guitarra).

RUI DAVID | "Contraluz"

Depois de “Sem Medo”, tema da autoria de Jorge Palma com que Rui David se destacou no Festival da Canção 2018, e do single “Homem Novo”, com letra e música de Carlos Tê, segue-se “Sol da Primavera”, composto e interpretado em dueto por Manel Cruz. Este é o novo single que fará parte do concerto de apresentação agendado para 12 de Outubro no Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, e que vai contar com a participação especial de Jorge Palma. Os bilhetes para o concerto custam 10€ e já estão à venda nos locais habituais e online.

“Contraluz” é uma edição de autor com distribuição da Sony Music e estará disponível a partir de dia 20 em formato CD e nas plataformas digitais.


SAMUEL ÚRIA | Agenda

12/09/2019

THE BLACK MAMBA | “Still I Am Alive”


A menos de um mês de regressarem aos coliseus de Lisboa e Porto, The Black Mamba apresentam mais um single retirado do mais recente álbum de originais, “The Mamba King”, editado em outubro do ano passado.

“Still I Am Alive” é assim o quarto single de “The Mamba King”, depois de “I Wanna Be With You”, “Stronger” e “Believe”, e um dos temas que mais sucesso tem nos concertos da banda, sempre bastante entusiasmo por parte do público.

O terceiro longa duração do grupo The Mamba King”, sucessor de “Dirty Little Brother” (2014) e de “The Black Mamba” (2012), traz uma nova roupagem, mantendo o blues e o soul de corpo e alma. O amor e a consciência social vivem bem presentes neste disco, que ao longo de nove temas levam os fãs numa viagem honesta, apaixonada e intensa.

Nos dias 5 e 11 de outubro vai ser possível testemunhar ao vivo nos Coliseus este novo trabalho do grupo, com dois concertos que prometem ser magníficos. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.

RITA REDSHOES REVELA HINO PARA CAMPANHA INTERNACIONAL NESTE DIA EUROPEU DA ENXAQUECA


No Dia Europeu da Enxaqueca que se assinala hoje, 12 de Setembro, Rita Redshoes contribui para uma campanha mundial de sensibilização com o tema “Migraine (What Can't You See?)”, alertando para uma doença que afecta 1 em cada 7 pessoas no planeta, começando frequentemente na infância e revelando-se a primeira causa mundial de sofrimento nas pessoas com menos de 50 anos de idade.

Com composição e interpretação de Rita Redshoes, a música foi produzida pela artista em parceria com Mikkel Solnado para a Sociedade Portuguesa de Cefaleias mas será lançada em simultâneo com a MIGRA - Associação Portuguesa de Doentes com Enxaqueca e Cefaleias -, numa campanha que vai muito para além das fronteiras nacionais, uma vez que será divulgada pelas várias associações de doentes de cefaleia e enxaqueca a nível mundial.


JOSÉ PINHAL POST MORTEM EXPERIENCE | Porto


Comecemos pelo fim. José Pinhal era um cantor praticamente desconhecido até ao dia em que, um grupo de embaixadores, motivados pela descoberta de duas cassetes (José Pinhal Vol. 1 e 2) num antigo gabinete do agente do músico, assume a função informal de disseminar o material num grupo restrito de amigos. Conta a história que as cassetes originais se haveriam de perder, mas que em 2016, Joaquim Gomes (outro ilustre desconhecido) haveria de revelar no YouTube o Vol. 3 do trabalho do cantor romântico nortenho. 

Os temas assumiram-se como a novidade viral da música portuguesa, espalharam-se pelos computadores de Norte a Sul do país para encontrarem na Favela Discos no Porto uma espécie de casa da ressurreição. José Pinhal Post Mortem Experience mais do que uma banda é uma homenagem a José Pinhal, feita pelas mãos de músicos da Favela Discos e dos Equations, e que recria, com especial destreza e músculo, o repertório do cantor.

11/09/2019

CENTRO CULTURAL VILA FLOR OFERECE CONCERTO AO PÚBLICO PARA CELEBRAR 14º ANIVERSÁRIO


A 17 de Setembro, dia em que assinala os seus 14 anos, o Centro Cultural Vila Flor (Guimarães) abre as portas e convida o público a celebrar com o espetáculo “At the still point of the turning world”, peça musical criada em 2017 por Joana Gama e Luís Fernandes para o Westway Lab, com José Alberto Gomes e a Orquestra de Guimarães – que nesta reposição é apresentada com um ensemble de músicos clássicos e com componente vídeo de Miguel C. Tavares. 

“At the still point of the turning world” põe a descoberto o potencial criativo da música e a mestria de quem tenta dominar este universo de possibilidades infindáveis e surpreendentes. Com carimbo vimaranense, esta criação já percorreu diversas salas nacionais e junta-se agora à celebração do 14º aniversário do CCVF. As cortinas do Grande Auditório abrem-se às 21.30h para mais um momento de celebração, em conjunto.

APRIL MARMARA | "New Home"


April Marmara é o nome com que Beatriz Diniz assina canções que carregam elegância na voz e um tom onírico, contador de epopeias imaginadas e romances vividos e prima por demonstrar um dom natural - e por isso muito honesto - na composição.

As canções de "New Home", o LP de estreia, são construídas pelo mistério por trás da voz que se encontra com as letras e com o universo que evoca, juntando-se ora ao mais delicado dedilhar, ora ao mais furioso riff, de modo mais acústico ou mais eléctrico. 

April Marmara consegue assim entregar uma identidade segura e reveladora: comunica uma essência melódica inusitada, evitando lugares comuns ou caminhos previsíveis e ainda assim criando elo suficiente para estabelecer uma certa familiaridade.

CANCRO | "Plástico"


"Plástico" é o tema que antecipa o disco de estreia dos Cancro. A ser editado em Outubro, o longa duração será o primeiro tomo no universo do novo projecto nascido da Haus e que junta Tiago Lopes, José Penacho (Marvel Lima e Riding Pânico) e Fabio Jevelim (Paus e Riding Pânico). A apresentação já tem data marcada para o dia 19 de Outubro no Sabotage Club em Lisboa.

Cancro são a banda nascida das cinzas das fogueiras de cantautores e vieram para lhes queimar as violas, punk feito de 0's e 1's aos berros pelo ser humano em cima de guitarras sujas e chorosas.

10/09/2019

MATHILDA | "I Don't Like Tea"


Depois da primeira amostra "Small Fish Lilac Skies", pode a partir de hoje ser ouvido mais um tema do disco de estreia da Mathilda, que acompanha o seu lançamento. "I Don't Like Tea" é um tema que navega entre o dream pop e o indie folk, e que serve como convite a que, com a Mathilda, embarquemos nesta viagem pelo sonho e realidade. O restante disco está reservado para quem adquirir o objeto físico, qual diário deixado em aberto que apresenta rasgos genuínos das cores que pintaram a infância e adolescência da cantautora. 

Produzido por Diogo Alves Pinto - mais conhecido pela sua one-man band Gobi Bear -, com quem compõe e se apresenta ao vivo, o disco inclui ainda a participação da violoncelista e compositora Joana Guerra nos temas "Lost Between (...)" e "Two Words". A capa é da autoria da Kate Leppert.

O primeiro single "Small Fish Lilac Skies" foi mostrado em Fevereiro e pode ser ouvido aqui.

FORMA PERDIDA | Novos Sons


Forma Perdida é um duo formado em 2016 por músicos fascinados pelo intercâmbio artístico e com muita vontade de criar um espectáculo criativo, interessante e, ao mesmo tempo, pedagógico. Com um mundo de contrastes culturais como pano de fundo, captam as impressões sonoras da identidade de várias culturas e transformam-nas. Um saxofone, uma guitarra, percussão, improvisação, sons eletrónicos e loops juntam-se numa grande viagem pelo mundo.

RETIMBRAR | "Viva"


Estreou recentemente o novo videoclip do coletivo Retimbrar - "Viva", realizado por Augusto Lado “1/2 Pirata Mau”. "Viva" é um grito de vida, que exalta a identificação pessoal e colectiva para com um espaço, um habitat, uma cidade – o Porto. É um hino ao nosso pedaço de terra, mas também um incentivo à viagem, à descoberta do mundo.

Este tema fará parte do segundo álbum do grupo, ao qual foi atribuído o apoio à edição fonográfica da Fundação GDA, com lançamento marcado para 2020. Este disco é uma compilação de canções nunca oficialmente registadas, oriundas de diferentes projectos realizados desde 2012, entre eles, parcerias com grupos de música popular e peças de teatro.

Ainda em 2019, os Retimbrar regressam aos concertos com temas novos, formação renovada e, como seria de esperar, com uma energia transbordante.

Agenda:

14 de Setembro . Feira do Capão | Freamunde

15 de Setembro - Feira de São Mateus | Viseu

28 de Setembro - Festa do Outono de Serralves | Porto


MÁRCIA | Auditório do Centro Cultural de Chaves

09/09/2019

JOÃO SÓ | Digressão Só 10 Anos


Só 10 anos, que passaram a correr. Quero festejá-los como deve ser em palco, com a minha banda, amigos e algumas surpresas. Está na altura de passar um pente fino nestes 10 anos de canções e escolher uma ementa musical verdadeiramente gourmet, para que a festa seja rija e o cliente saia satisfeito e de sorriso na cara. Para quem viu e ouviu e para quem chegou agora, foram Só os primeiros 10 anos.

É assim que João Só apresenta a digressão “Só 10 anos”, que celebra os seus 10 anos de carreira e que irá passar por vários teatros do país.

Nestes concertos está já confirmada a participação de Bárbara Tinoco, que ficará responsável por fazer a primeira parte de todos os concertos.

Garantida está também a presença de convidados especiais no concerto no TAGV, em Coimbra: Os Quatro e Meia (com quem gravou uma nova versão de “Sofia Por Ela Própria”) e André Sardet.

Agenda:

01 de Outubro - Marinha Grande | Teatro Stephens

17 de Outubro - Lisboa | Capitólio

18 de Outubro - Braga | Theatro Circo

31 de Outubro - Coimbra | TAGV

16 de Novembro - Alenquer | Teatro Ana Pereira

21 de Novembro - Porto | Casa da Música

MILTON GULLI | "Jogador"


Milton Gulli não é nenhum novato neste campeonato. Tem lançado, com sucesso, muita boa música em Lisboa com projectos como Cacique´97, Philharmonic Weed, Cool Hipnoise, The Grasspoppers, entre outros, e tem produzido discos para vários artistas em Moçambique como Azagaia, Simba, Deltino Guerreiro, onde reside há já 8 anos. 

O seu primeiro projeto a solo está quase aí e o EP vai-se chamar "Quotidiano". Antes do lançamento do primeiro single "Jogador", Milton brinda-nos com uma versão acústica do mesmo tema, gravada por uns amigos e entre amigos, numa lenta tarde de Janeiro na praia do Tofinho, em Moçambique. Cheka também a sua versão do tema de Jorge Ben Errare Humanum Est.

HAPPY KIDS FEST | Lisboa

08/09/2019

XENIA FRANÇA PREPARA TOUR EM PORTUGAL


Xenia França é uma cantora baiana. Foi nomeada nos Latin Grammy 2018 pelo seu álbum de estreia Xenia, e também pela música “Pra que me chamas?” a qual se tornou mais conhecida do público com o videoclip realizado por Fred Ouro Preto e lançado no seu canal de YouTube.

O disco "Xenia", seu primeiro disco a solo, foi produzido por Lourenço Rebetez, Pipo Pegoraro com co-produção da própria artista. Xenia reverencia o som que vem da diáspora negra, numa sonoridade essencialmente pop com pitadas de música eletrónica, jazz, samba-reggae, rock e R&B. O disco foi lançado no Japão e em vinil pela Noize Record Club.

Inserida num cenário artístico de resgate e propagação da cultura Afro-Brasileira, a cantora transformou-se numa referência de empoderamento e comportamento feminino, principalmente para as mulheres negras.

Integrou durante 7 anos a banda paulistana Aláfia. Xenia já se apresentou nos principais festivais brasileiros como Recbeat, Coala, Coma, Queremos, entre outros. Em 2018 subiu ao palco do Summerstage no Central Park, em Nova York, um dos mais importantes festivais dos Estados Unidos. Apresentou-se também na Philadelphia e no Teatro Pablo Toblón em Medellín, na Colombia. Foi nomeada no Women Music Award 2018 nas categorias Melhor Videoclip e também Melhor Show. Em Setembro de 2019, fará um duo com o cantor inglês Seal no palco Sunset do Rock in Rio.

A artista encontra-se a preparar a sua tour por Portugal e as datas serão divulgadas em breve.


YOU CAN´T WIN, CHARLIE BROWN | 10 Anos 13 Concertos

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