13/03/2026

RICARDO RIBEIRO | A Alma Só Está Bem Onde Não Cabe

“A Alma Só Está Bem Onde Não Cabe” é o muito aguardado álbum do fadista, e cantor do Mundo, Ricardo Ribeiro, um dos mais prestigiados de sempre em Portugal. O álbum traz-nos as suas influências ibéricas e não só, sempre com o Fado presente, um universo musical riquíssimo que nos faz comover a cada canção. Deste álbum fazem parte os dois singles lançados em 2025, "Má Sorte" e "Maré", este último com participação de Ana Moura e mais nove canções inéditas. 

Sobre o seu novo trabalho de estúdio Ricardo Ribeiro conta-nos: "Este disco parte de uma canção de mim mesmo, que se ergue como um palácio na sombra. Pode ser um Fado, um chamamento de Muezin, um lamento de escravo, súplica dum condenado, uma voz apaixonada desejosa de instantes ou grito de um cante escrito do outro lado do canto. 

Sou um português da Ibéria oriunda dos mares, rica e profunda, sozinha e grande como o oceano que a fez. Aqui há cantigas minhas e d’outros que fazem com que a alma em nós não caiba. Assim num canto vivo e revelado Vos ofereço: “Alma só está bem onde não cabe” 

E não cabe em parte nenhuma, porque quer voar para a casa deserta de passos, está em toda a parte e é igualmente passageira como a direção da sua caminhada. Há neste caminho meu uma espécie de contentamento consciente de que não me posso resumir a uma só coisa, a uma só intenção, a uma só vontade. 

Preciso cantar o sonho, a beleza, a miséria dourada que me pertence, as aparições do amor em toda a música em toda a suprema poesia. Espero que se comovam e alegrem com este bocado de mim que vos dou com todo o coração."

MARISA LIZ | Fim

Marisa Liz acaba de lançar “Fim”, o seu mais recente single e mais um avanço para o segundo álbum de originais da artista, com edição prevista para o segundo trimestre de 2026. Depois de “É o que É”, editado em junho de 2025, a nova canção reforça um novo caminho na linguagem musical da cantora. 

A canção é acompanha por um videoclipe oficial, realizado por André Tentugal, que já se encontra disponível no YouTube. 

Descrita pela própria Marisa Liz como “a canção sobre morte mais feliz que eu já ouvi”, “Fim” parte de uma reflexão luminosa sobre o encerramento de ciclos e a aceitação da impermanência. 

A composição é assinada por Fred Martins e ganha uma abordagem marcada por influências da música tradicional, numa produção que valoriza a expressividade da voz e uma sonoridade orgânica. Com uma interpretação emotiva e direta, Marisa Liz conduz a narrativa da canção com a intensidade que tem marcado o seu percurso enquanto uma das vozes mais reconhecíveis da música portuguesa contemporânea. 

“Fim” apresenta-se assim como um novo capítulo na construção artística da cantora, apontando para um álbum que promete aprofundar esta nova fase criativa.

 

BRUNO CELTA | La Vendetta

Com a força de quem domina a composição e a produção, Bruno Celta acaba de lançar 'La Vendetta', um single magnético que promete marcar o ritmo das playlists nacionais. 

O tema revela uma sonoridade madura, onde o carisma do artista se funde com uma produção audaz e contagiante. "La Vendetta" não é apenas uma canção mas uma afirmação de intenções, pronta para prender os ouvintes desde o primeiro acorde. 

Este lançament levanta a cortina para o álbum (AD ASTRA PER ASPERA) a ser lançado em Outubro.

MARIA LEÓN EM CONCERTO

12/03/2026

DINGOBANDINGO | Vejo Algo Novo

Os Dingobandingo são um trio de indie rock do Porto, formado no final de 2025 por amigos de longa data. O projeto nasce dessa ligação antiga e assume a música como território de expressão adulta e honesta. 

Com um som cru e direto, assente em guitarras intensas e ambiências emocionais, a banda constrói canções nostálgicas e narrativas, cantadas em português. A influência da alternativa nacional dos anos 90 cruza-se com uma abordagem contemporânea e intimista.

 

LEVIMUSIC | Dead Inside Still Online

“Dead Inside Still Online” explora o entorpecimento emocional na era hiperconectada – estar constantemente presente na internet enquanto se sente ausente da vida real. A pista combina isolamento, identidade digital e colapso interno silencioso, refletindo o tom mais sombrio que define a visão artística da LEVIMUSIC. 

Produção mínima e assustadora. Texturas frias. Mistura orientada para o espaço. A música é intencionalmente contida para espelhar o distanciamento emocional, criando uma sensação de deriva.

 

FILIPE SAMBADO | Agenda

11/03/2026

GISELA MABEL | Ageas Cooljazz

Gisela Mabel faz parte da história que tem sido escrita pelo Ageas Cooljazz. Estreou-se no festival no palco Cascais Jazz Sessions by Smooth FM, na edição de 2024, e o seu talento fez com que surgisse agora o convite para integrar o alinhamento do palco maior do festival. 

“Álbum de Retratos” constitui o nome do EP de estreia que atraiu muitos ouvidos para o talento da pianista, compositora e intérprete. As solicitações e premiações chegam um pouco de toda a parte, incluindo o galardão internacional de Melhor Álbum de Jazz nos SoloPiano Awards, bem como o convite para integrar a coletânea “Piano Day” (em 2025), que conta com a chancela do pianista e compositor alemão Nils Frahm.

10/03/2026

MARA | Emergir

Chegou às plataformas digitais o novo tema de Mara, “Emergir”, coescrita com A Garota Não. Este chega em antecipação do álbum da artista, com edição no segundo semestre deste ano. 

“Emergir” é um mergulho profundo na travessia entre a perda e a libertação, uma canção que se constrói a partir de imagens intensas de errância, exposição e resistência, dando voz a um corpo e a um coração que recusam permanecer em silêncio. 

«Emergir é uma canção sobre o caminho íntimo de regressar a si própria. Nasce do fundo, desse lugar onde o silêncio pesa, onde o medo habita e onde, ainda assim, começa a transformação. É sobre amor-próprio como ato de resistência, sobre empoderamento pessoal, sobre a decisão de integrar as sombras transformando-as em força, para poder surgir inteira, livre e autêntica. 

Em Emergir , a vulnerabilidade não é fraqueza, é renascimento. A canção afirma a força de quem escolhe levantar-se, escutar o próprio coração e ocupar plenamente o seu lugar no mundo. É um gesto de coragem: o de emergir, inteira.» partilha a artista. 

A canção tem letra de Mara e Cátia Oliveira (A Garota Não), música de Mara arranjos e produção de Sérgio Mendes e Mara. Conta com Mara na voz, sintetizador e piano, Sérgio Mendes na guitarra, Diogo Sousa na bateria, Carlos Menezes no contrabaixo, Samuel Santos no violoncelo e Andreia Vaz no violino.

 

MIKE EL NITE | Braga

09/03/2026

JORGE APRESENTA "ECHOES INSIDE" E "MAIS UM BEIJO"

"Echoes Inside" e "Mais um beijo" são os mais recentes singles do músico Jorge.

 

YA VOLTAGEM | Entre Montanhas e Mar

A Ya Voltagem é uma banda incomum no panorama musical português. A Patty, de Trás-os-Montes, dá corpo às letras e transmite a sua voz; o Leu, de Alcobaça, desenha melodias com um toque sonoro incomum; o Afonso, do Ribatejo, traz um timbre único da sua guitarra; e o Mauro, da Nazaré, une todos estes talentos com a sua produção magnética e inovadora. Juntos, criam músicas que desbravam géneros e fronteiras, fiéis a um espírito original e livre. 

O novo álbum da Ya Voltagem, "Entre Montanhas e Mar", é uma viagem sonora inédita que atravessa fronteiras musicais e geográficas. Inspirado pela distância que separa os membros da banda — este projeto une géneros desde o reggae, house, afrobeat, hip-hop, ritmos cinemáticos, uk garage/uk bass e indietrónica num só universo. 

O álbum lançado integralmente a 16 de janeiro, mostra o melhor da fusão de estilos e da essência única da Ya Voltagem.

LUÍS SEQUEIRA | Não Vás

Não Vás é o mais recente single de Luís Sequeira.

08/03/2026

RÁDIO MACAU ANUNCIAM NOVA DATA NO COLISEU DOS RECREIOS

Após esgotarem o concerto de 2 de outubro, no Coliseu dos Recreios, em apenas 48 horas, os Rádio Macau confirmam a realização de um segundo concerto em Lisboa, a 30 de setembro. Os bilhetes para esta nova data e os últimos bilhetes para o concerto de 15 de outubro, no Coliseu Porto Ageas, encontram-se à venda nos locais habituais. 

Depois de mais de uma década de pausa, a banda volta a subir aos palcos com a formação que consolidou uma das discografias mais singulares do pop-rock português, prometendo um alinhamento que atravessa várias fases do seu percurso. 

Surgidos no contexto da segunda vaga do pop-rock português, os Rádio Macau afirmaram-se desde cedo como um projeto que cruza a tensão do pós-punk com a sofisticação da new wave e uma forte dimensão literária. Mais do que acompanhar uma tendência, construíram um território próprio, guiado pela palavra e por uma atmosfera urbana em que guitarras e eletrónica dialogam com a experiência quotidiana de Lisboa e dos seus subúrbios. 

A voz de Xana, entre o canto e a declamação, tornou-se um dos timbres mais marcantes da música portuguesa. Ao lado de Flak, na guitarra, de Alex Cortez, no baixo, de Filipe Valentim, nos teclados, e de Samuel Palitos, na bateria, a banda desenvolveu uma arquitetura sonora que conheceu sucessivos momentos de afirmação ao longo das décadas de 80 e 90. O álbum de estreia, Rádio Macau (1984), apresentou temas como “Bom Dia Lisboa” e “A Noite”, fixando uma escrita marcada pela observação urbana e pela introspeção. 

O reconhecimento mais alargado chegaria com A Vida Num Só Dia (1985), que expandiu o alcance da banda sem diluir a sua identidade. Seguiram-se discos como Spleen (1986), conceptual e atmosférico, e O Elevador da Glória (1987), que inclui “O Anzol”, um dos seus temas mais populares. Já “Amanhã É Sempre Longe Demais”, de O Rapaz do Trapézio Voador (1989), tornou-se outro marco geracional. 

Ao longo das décadas, os Rádio Macau oscilaram entre momentos de maior visibilidade e fases de reinvenção, explorando linguagens eletrónicas e modelos de produção autónomos. Nunca plenamente integrados no mainstream nem confinados ao underground, ocuparam um lugar intermédio e singular na música portuguesa: o de uma banda que fez da melancolia matéria pop e da literatura canção. 

O anúncio da reunião dos Rádio Macau para estes concertos nos Coliseus não surge por isso como um exercício de nostalgia, mas como reencontro com um repertório intemporal, que atravessa gerações.

07/03/2026

MARTA LANÇA “DE GAIA AMARTE”, PRIMEIRO AVANÇO DO EP “MARTA VAI AMARTE”

MARTA revela “De Gaia aMarte”, novo single em colaboração com LCN Soundsystem, primeiro avanço do EP “MARTA vai aMarte”, um trabalho pleno de colaborações que começa agora a ganhar vida com este tema que conta com a participação de Licínio, o hilariante “guna de Gaia”, personagem criada por Francisco Menezes. 

“De Gaia aMarte” afirma-se como uma ode à terra natal, território pleno de personagens icónicas e referências incontornáveis. É de Gaia que MARTA parte pra’Marte: da claustrofobia para o universo, da falta de espaço para o Espaço todo. A cantora revela a origem e partilha a nave com Licínio, figura que representa os lugares mais genuínos e a autenticidade que lhes está associada. 

A ligação entre MARTA e Francisco Menezes construiu-se de fã para ídolo e foi cimentada em noites lendárias de jam sessions que ficaram para a história. Depois de dar a cara e a voz pelos The Acoustic Foundation e de colaborar em estúdio e em palco com projetos como AWSUM, Imagina ou Leopardskin, entre outros, MARTA lançou-se em nome próprio com o muito elogiado “Montebello” (2022). 

Nesse álbum de estreia, a intimidade refletiu-se nas letras e o estado de espírito surgiu numa abordagem mais crua do que alguma vez revelara, cruzando influências neo-soul, R&B e hip-hop com o funk que já lhe era reconhecido. 

Agora, MARTA abre um universo paralelo e dá espaço a um EP pleno de colaborações. Ao esgotar o Planetário de Espinho para um concerto diferente do habitual, percebeu que a viagem a Marte merecia ser registada em disco. Na nave segue um convidado por tema, entre consagrados e emergentes que serão revelados capítulo a capítulo, sempre acompanhados pela arte de Margarida Tangerina, que já havia trabalhado com MARTA em “Give It To Me”. 

O produtor francês Colin Girod - com colaborações com Thundercat, The Cinematic Orchestra, Nick Mulvey, Gileno Santana, S.Pedro ou Rui Massena - volta a assumir um papel importante, bem como os músicos que acompanham MARTA em palco. Todos os temas do EP nascem de beats de Disca Riscos, posteriormente trabalhados em banda.
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