08/08/2026

BAPCAT JUNTA-SE A CAROLINA DESLANDES EM “OURO”

Depois de receber Carolina Deslandes na Bapcave, bapcat transforma o encontro criativo entre os dois artistas num novo lançamento. “Ouro” já está disponível nas plataformas digitais, com letra de Carolina Deslandes e produção, mistura e masterização de bapcat. Mais do que uma colaboração, “Ouro” representa o cruzamento de duas identidades artísticas muito vincadas. De um lado, a escrita direta e emocional de Carolina Deslandes. 

Do outro, a assinatura de bapcat, que encontra na produção uma forma de construir narrativas, criar universos e aproximar artistas que dificilmente se encontrariam noutro contexto. A canção fala sobre a coragem de intervir, defender aquilo em que se acredita e assumir uma posição perante o futuro. Uma mensagem que Carolina Deslandes relaciona diretamente com um dos princípios que orientam a sua vida, a vontade de construir um futuro para os filhos. 

Quando recebi este convite fiquei tão feliz que tive vontade de contar a toda a gente. O bapcat e a equipa dele construíram um dos meus projetos preferidos dos últimos tempos, e fazer parte foi uma honra. Esta canção fala sobre intervir, não ter medo de dizer aquilo que pensamos e sobre o mantra da minha vida, construir um futuro para os meus filhos”, afirma Carolina Deslandes.

 

DON KCHINO | Renascimento

"Renascimento" é a primeira faixa e o ponto de partida do visual EP "299" de Don Kchino. Uma mensagem crua sobre resiliência, a verdadeira essência do rap com conteúdo e o compromisso inabalável com a cultura, o lirismo e a voz de protesto.

 

07/08/2026

RODRIGO AMADO E DAVID MARANHA | Desolation Row

Rodrigo Amado apresenta hoje, 7 de agosto, "Desolation Row", o seu segundo álbum em duo com David Maranha. O disco está disponível no Bandcamp do músico nos formatos digital, CD de edição limitada (European Echoes) e LP (Comets Coming). 

Quando os dois finalmente colaboraram pela primeira vez em 'Wrecks' (2025), a surpresa de vê-los tocar juntos deu lugar à constatação de quão impressionante foi aquele primeiro encontro. Eles não apenas começaram com força total, mantendo a intensidade por 44 minutos, como também o design inteligente por trás de sua paixão manteve a ação envolvente do início ao fim. Em 'Desolation Row', o duo não tenta replicar o impacto repentino de 'Wrecks'. Embora a ascensão seja mais gradual, as explosões sonoras do duo acabam atingindo uma temperatura ainda mais alta do que em 'Wrecks'.” (Stuart Broomer)

06/08/2026

JASMIM | Caracol

Jasmim lança Caracol, uma canção para um verão sereno. Depois do seu aclamado álbum Dias em Branco, Caracol surge num novo gesto: lento e contemplativo. Numa altura frenética, convida-nos à calma. A canção é acompanhada por um vídeo realizado pelo próprio. 

Nas palavras de Jasmim: “Era uma vez um caracol que vivia na Serra da Arrábida. Um dia encontrou uma casa e apaixonou-se pela paz que aquele lugar lhe trazia. Desde então, sonha mudar-se para lá. A inspiração desta história surgiu de um azulejo à entrada da casa da minha avó, onde se lê um verso do poeta Pedro Tamen: "Baba-se o caracol de gozo e vida." Nos últimos anos, comecei a refugiar-me nessa casa para escrever e compor. É um lugar rodeado de silêncio e natureza. Convidei a Madalena Tamen, neta do Pedro, para cantar comigo os coros desta canção” 

O tema conta com a produção e mistura de Diogo “Horse” Rodrigues e masterização de Diego Reis. Na bateria toca Francisco Santos, no baixo Pedro Castilho, nos coros Madalena Tamen e os restantes instrumentos são tocados pelo próprio. 

Jasmim continua em digressão apresentando esta e outras canções, num ano que culminará em dois concertos especiais de despedida do Dias em Branco, em Lisboa (Casa Capitão) e no Porto (RCA). ­

05/08/2026

SÉRGIO GODINHO | Vodafone Paredes de Coura

Mesmo no final do mês, a 31 de Agosto, Sérgio Godinho celebrará o seu 81º aniversário, com mais de cinco décadas de atividade criativa. Mas desenganem-se, as celebrações acontecerão um pouco antes, a meio do mês, altura em que se juntará aos seus Assessores e a alguns amigos para um espetáculo exclusivo no Vodafone Paredes de Coura (14 de agosto), naquela que será sua estreia no evento nortenho. 

Os milhares que comporão a audiência do anfiteatro natural junto ao rio terão a oportunidade de assistir a algo que, adivinhamos, juntará emoção e história à experiência já de si única, de escutar e ver Sérgio Godinho. 

Adjetivar as suas canções seria um esforço inglório já que a sua grande maioria habita o nosso subconsciente coletivo, já escutá-las quando em palco se reúnem alguns dos talentos mais destacados da música produzida em Portugal, será algo que antecipamos de memorável.

04/08/2026

LUÍS REPRESAS 50 ANOS

Estavam marcados, e vão mesmo cumprir-se os concertos que assinalam os 50 anos de carreira de Luís Represas. A 10 e a 17 de Abril de 2027, nos Coliseus de Lisboa e do Porto, deitando mão às canções em nome próprio e às que dividiu com o Trovante. 

Porque, entenderam os amigos, os próximos, os cúmplices do percurso ou de partes dele, os parceiros e aqueles que descobriram em Luís Represas uma fonte de inspiração, que estes espetáculos não perdem sentido nem alcance, pelo contrário: o mapa musical continua a ser o mesmo, as visitas serão guiadas por aqueles que fazem questão de pegar no testemunho e, assim, respeitar o propósito destas noites em duas salas mágicas e marcantes. 

Concretizam-se, desta forma, um desejo e um princípio muito repetidos nas últimas semanas: o de não deixar silenciar, não permitir que se remeta para o esquecimento, uma obra singular, que mudou e moldou os caminhos da Música Portuguesa. 

E esse sinal será dado em palco, como Luís Represas gostaria. Há garantias que podem ser avançadas desde já. Com destaque para a produção destes serões, a cargo de Flávio Serpa, e com a direção musical entregue a Manuel Faria, presente e ativo no Trovante e no caminho a solo de Represas, com os apoios de Carlos Garcia, nuclear nos tempos mais recentes do cantor, e de Miguel Nuñez, o pianista cubano que também andou várias vezes lado a lado com o Luís. 

Quanto aos músicos, sabe-se já que os integrantes do Trovante não faltarão à chamada, bem como a banda que atualmente tocava com Represas. O elenco das vozes chamadas a este desafio único, será revelado em breve, porque é preciso manter o critério da integridade e a bitola da exigência que Luís Represas sempre personificou. 

Todas e todos estarão certamente empenhados em fazer justiça e dar brilho às canções que nos acompanham, a todos, há 50 anos – muito mais do que em corporizar “homenagens” ou “tributos”, conceitos e expressões de que o próprio Luís Represas não era grande adepto. Aqui, é de música que se trata, daquela erguida e mostrada por um homem, ou ao seu redor. 

Ficam as agendas abertas e alerta para quando o próximo Abril chegar. Sem prejuízo da possibilidade de entre os muitos que já tinham bilhetes comprados, antes de 22 de Julho, e/ou dos que os adquiriram já depois disso, haver quem possa optar por eventuais devoluções e reembolsos, naturalmente assegurados. 

Mas, sobretudo pela disponibilidade, pelo interesse, pelos votos de confiança que vêm sendo recebidos de muita gente, dos conhecidos de Luís Represas aos seus fiéis frequentadores anónimos, essa não parece ser uma tendência. O que vale, desde logo, desde já, como um incentivo a estes concertos, pelo Luís e para o Luís. 

03/08/2026

CARA DE ESPELHO | Montijo

A 29 de agosto, os Cara de Espelho atuam no Largo da Igreja de Santo Isidro de Pegões, para um concerto que reúne as canções mais marcantes do seu repertório, tanto do novo álbum "B", como do disco de estreia. Ao ar livre, o coletivo assina um espetáculo onde a crítica social, a modernidade e a tradição se cruzam de forma única.

GUSTAVITO | Arara de Ouro

"Arara de Ouro" é o primeiro single de "Miração", o novo álbum de Gustavito Amaral, que leva sua "Medicine Music" a um território refinado e de grande autenticidade. Composição original, a faixa combina o movimento rítmico da música brasileira com uma atmosfera mística, melodia inventiva e uma pulsação forte e dançante. 

A mistura singular de contrabaixo acústico tocado com arco, violinos e instrumentação orgânica cria uma sonoridade distinta, difícil de enquadrar num género específico — uma característica marcante do trabalho de Gustavito, que transita livremente entre a música brasileira, o jazz, a "world music".

 

ERCAVOX | Saint Corentin Square

Ercavox acaba de apresentar o seu mais recente single, "Saint Corentin Square". 

"Inspirada pela minha infância em Quimper, na Bretanha, a canção revisita as ruas, o rio Odet e a atmosfera atemporal da Praça Saint-Corentin, onde cada esquina guarda um fragmento do passado. Fala sobre crescer, sair de casa e descobrir que, embora a vida siga em frente, alguns lugares nunca deixam de viver dentro de nós", afirma o artista 

"Musicalmente, "Saint-Corentin Square" reflete a essência do meu universo musical. Paisagens sonoras etéreas, harmonias ricas e texturas cinematográficas entrelaçam-se com o espírito celta das minhas raízes familiares", conclui o músico.

02/08/2026

SANDRINO | Se Me Quiseres Contigo

Depois de conquistar o público como um dos finalistas do Festival da Canção 2026 com "Disposto a Tudo", Sandrino regressa com "Se Me Quiseres Contigo", um novo single que prolonga os ritmos quentes e a identidade sonora que apresentou em palco, mas que aprofunda agora uma escrita ainda mais íntima e vulnerável. 

Produzida por Francesco Meoli e escrita pelo próprio artista, "Se Me Quiseres Contigo" marca o início de um novo ciclo de lançamentos e abre caminho para uma nova fase criativa de Sandrino, onde a honestidade emocional se torna o centro das canções. 

Neste novo tema, o cantor reflete sobre a forma como a infância e as experiências que nos moldam permanecem presentes nas relações que construímos em adultos. Mesmo quando reconhecemos a irracionalidade de muitos dos nossos medos e reações, há partes de nós que insistem em surgir sem aviso, lembrando-nos que o passado nunca desaparece verdadeiramente. 

A canção fala precisamente dessa necessidade de reconhecer essas feridas, de lhes dar nome e de as partilhar com quem escolhemos amar. Mais do que uma canção sobre o amor, "Se Me Quiseres Contigo" é um convite à vulnerabilidade. É sobre ter a coragem de dizer "é daqui que eu venho" não como uma desculpa, mas como um gesto de confiança. 

Sobre mostrar ao outro as partes menos luminosas de nós próprios, na esperança de sermos vistos e aceites por inteiro. E é também sobre encontrar alguém que se transforma em abrigo, não por ser perfeito, mas por ser um lugar seguro onde as tempestades podem existir sem medo.

MESA PARA DOIS | Tangerina

Os Mesa Para 2 são uma banda independente de Lisboa, formada no início de 2025 por Mateus, Tommy, Mike e Tiago. Com influências do rock e do pop português, o grupo apresenta um repertório inteiramente composto por temas originais, onde retrata, de forma íntima e pessoal, experiências, emoções e vivências que marcam o percurso dos seus elementos. Desde a sua formação, os Mesa Para 2 têm vindo a afirmar-se no panorama musical nacional através da sua identidade própria, da energia em palco e da autenticidade das suas composições. 

Com diversos concertos realizados e uma base de seguidores em constante crescimento, a banda continua a conquistar o público com músicas originais que refletem a sua essência e paixão pela criação artística, consolidando o seu espaço na nova geração da música portuguesa. “Tangerina” é o single de estreia dos Mesa Para 2, lançado a 26 de junho de 2026. 

O tema apresenta a identidade da banda lisboeta, cruzando influências do rock e do pop português e internacional com uma abordagem íntima e pessoal, onde experiências e sentimentos ganham forma através de uma composição totalmente original. 

Já disponível nas principais plataformas digitais, incluindo Spotify, Apple Music, TIDAL, YouTube e outras plataformas de streaming, “Tangerina” marca o primeiro capítulo de um projeto que procura afirmar-se pela autenticidade, pela energia da banda e pela ligação com o público.

01/08/2026

ÁLBUM DE ESTREIA DE PUPILLO EDITADO EM VINIL

O músico, produtor e compositor brasileiro Pupillo, em conjunto com a editora Amor in Sound – liderada por Mario Caldato (Beastie Boys) e Samantha Caldato – anuncia a versão em vinil do seu primeiro álbum homónimo, lançado em março de 2026. 

O LP, distribuído pela Rush Hour, já se encontra disponível no site oficial da empresa e também em lojas localizadas na Austrália, Bélgica, Canadá, Suíça, Alemanha, Espanha, França, Grã-Bretanha, Geórgia, Ilhas Canárias, Indonésia, Itália, Japão, Holanda, Noruega, Nova Zelândia, Polônia, Portugal e Taiwan. 

Depois de produzir álbuns de artistas como Gal Costa, Erasmo Carlos, Nando Reis e Otto, este é o primeiro em que Pupillo assina como artista principal. Baterista e percussionista com um percurso marcante na banda Nação Zumbi – além de ter acompanhado inúmeros artistas brasileiros ao longo da sua carreira –, foi a partir dos ritmos que Pupillo começou a construir as composições do álbum, cruzando géneros como o forró, o jazz e o hip hop. 

Para a criação dos temas, Pupillo contou com a colaboração de artistas e músicos como Céu, Rodrigo Amarante, Agnes Nunes, Amaro Freitas, Davi Moraes, Alberto Continentino, Pedro Martins, Carminho, Gaslamp Killer, Loren Oden, Adrian Younge, Cut Chemist, Hervé Salters, Jeremy Gustin e Roberto Schilling. Reunindo esta diversidade de propostas sonoras, a produção do álbum é assinada por Mario Caldato (em conjunto com o artista), que, para além do seu trabalho de referência com os Beastie Boys, já produziu álbuns de artistas como Seu Jorge, Marisa Monte, Marcelo D2, entre muitos outros.

ELCEBOLA | Iron and Salt

 Elcebola acaba de apresentar o seu mais recente single, "Iron and Salt".

SERGIO FROES | Onze Janeiros, o Soneto de Bárbara

Num mercado onde a maior parte das canções de amor gira em torno do primeiro encontro ou da despedida, Sérgio Froes escolhe contar uma história menos comum: a de um amor que permaneceu. “Onze Janeiros, O Soneto de Bárbara” nasceu como um presente para sua esposa, Bárbara, em celebração aos onze anos de casamento. 

A música, porém, evita transformar essa experiência em algo exclusivo. Ao contrário, parte de uma lembrança íntima para falar de algo universal: a beleza de continuar escolhendo a mesma pessoa com o passar do tempo. 

O título carrega um simbolismo discreto. Cada janeiro representa mais do que a mudança do calendário; representa um novo capítulo escrito a dois. Em vez de medir o amor pela intensidade de um instante, a composição mede-o pelas estações atravessadas, pelas dificuldades vencidas e pelas pequenas fidelidades do cotidiano. Essa mesma elegância aparece na produção musical. Violões acústicos, texturas orquestrais delicadas e uma interpretação contida criam espaço para que a letra conduza a experiência. Nada procura impressionar pelo excesso. 

A emoção nasce justamente da sinceridade. Influenciado pela tradição da MPB e pela canção de autor, Sérgio Froes constrói uma obra em que a poesia vem antes do espetáculo. A sua escrita dialoga com a maturidade emocional de compositores que enxergam o tempo não como ameaça ao amor, mas como a sua maior testemunha. 

Mais do que uma homenagem à própria esposa, “Onze Janeiros, O Soneto de Bárbara” convida cada ouvinte a revisitar a própria história. Porque todos guardam um lugar, um gesto ou uma memória capaz de resumir uma vida inteira.

 

31/07/2026

SAIA | Tempo

Os SAIA apresentam o videoclipe oficial de “Tempo”. O lançamento recupera uma canção particularmente significativa no percurso do grupo, por ter assinalado o início da criação de temas originais e um momento determinante na definição da sua identidade musical. Editado originalmente em 2021, “Tempo” parte das marcas deixadas pelo fim de uma relação para acompanhar um processo gradual de superação. 

A canção desenvolve-se entre a dor da perda, a reconstrução emocional e a possibilidade de recomeçar, transformando a passagem do tempo numa força capaz de alterar a forma como se olha para aquilo que terminou. 

“O tempo passa, o tempo não pára por ninguém e cura as minhas feridas” resume a ideia central do tema, no qual a ausência e o sofrimento dão progressivamente lugar à libertação e à vontade de continuar. A interpretação cresce em intensidade ao longo da canção, acompanhando esse movimento interior e convertendo a fragilidade inicial numa afirmação de resistência.

 
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