O anúncio da segunda data no Porto acontece em plena tour europeia dos Moonspell, tendo a banda já atuado na Bélgica, Finlândia, Polónia e Alemanha, a que se seguirão passagens pela Turquia e Inglaterra.
No próximo dia 20, estreiam-se no maior festival gótico de Portugal, o Extramuralhas.
No final do Verão, os Moonsspell atravessam o Atlântico, como banda convidada dos Cradle of Filth, na tournée norte-americana que a banda inglesa vai realizar nos EUA e no Canadá, entre 29 de setembro e 28 de outubro, num total de 23 datas!
Estas novidades, incluindo esgotar o concerto de apresentação de "Far From God" em Sintra, não são alheias à forma positiva como público e crítica têm recebido o 14º álbum de estúdio da banda, uma afirmação ousadamente bela e trágica do Metal Gótico na sua forma mais pura: obscuro, romântico, dramático e assumidamente pesado. "Far From God" está disponível em formato digital, CD, Vinil e Mediabook na Rastilho.
Está a chegar mais uma edição do Festival do Crato. Entre 25 e 29 de agosto, a vila alentejana volta a receber milhares de visitantes para cinco dias que juntam música, cultura, artesanato e gastronomia, num dos eventos de referência do calendário de verão nacional.
Bispo, Slow J, Dub Inc, Veigh, Papillon, Soraia Ramos, Sara Correia, Delfins, Calema, Buba Espinho e Calum Scott estão entre os nomes que passam pelo palco do Festival do Crato em 2026.
A programação prolonga-se pela madrugada com vários nomes da música eletrónica, entre os quais Kura, Karetus, Breyth e Zanova.
As atividades arrancam já a 25 de agosto, com entrada gratuita, numa noite que antecede os quatro dias principais do Festival.
Nástio Mosquito assinala hoje o seu regresso às edições discográficas com o lançamento de “Hilário”, o primeiro single do seu novo álbum de estúdio, um "mixtape" intitulado “No Capital”.
O tema já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, acompanhado por um vídeo oficial disponível com legendas em português e inglês.
A apresentação do projeto prossegue a 21 de agosto com o lançamento de “Mapa Cor de Rosa”, o segundo single do álbum e o primeiro deste novo trabalho a surgir em língua portuguesa.
O álbum completo chega no dia 15 de outubro, com edição confirmada em formato digital e em vinil gatefold.
O arquiteto cultural Nástio Mosquito trabalha entre performance, cinema, música e linguagem, criando condições artísticas para o autorreconhecimentos institucional e público.
A artista brasileira Salma Jô estreia a sua carreira a solo com o single “Hotel”, que chega às plataformas digitais no dia 18 de agosto. A faixa é o primeiro lançamento oficial após o encerramento das atividades da Carne Doce, banda que ela fundou e liderou por mais de uma década ao lado de Macloys Aquino, seu companheiro, que assina a produção da nova música.
“Hotel” é uma canção debochada que usa clichês do pop (o prazer, o luxo e a ostentação) para fazer de um hotel de centro um cenário de fantasia e desejo. Na letra, Salma retoma seu estilo confessional e irônico, agora de forma ainda mais direta e despojada, com influência da música eletrónica.
O instrumental, com guitarra, drum machine e sintetizador, tem clima dançante e soturno, flertando com o pós-punk, à deriva pela noite goianiense. Na faixa (e nos concertos), Salma assume synth e beats. Mac cuida das guitarras e da produção.
O single foi gravado na casa do casal por Gabriela Charleaux, mixado por Guigo Berger e masterizado por Mauricio Gargel.
Na capa, a artista em close sob o neon do Goiânia Palace Hotel, prédio histórico com arquitetura art déco no Centro de Goiânia, na entrada da Rua 8, ponto mais pulsante da vida noturna e cultural do centro da cidade.
“Hotel” é o ponto de partida de uma nova fase de Salma Jô, igualmente potente.
A banda brasileira Maglore edita Fluxo Natural, seu sexto álbum de estúdio. Com uma estética mais moderna do que a dos lançamentos anteriores e influenciado principalmente pela sonoridade dos anos 80, com apontamentos da década de 70, o álbum mantém o compromisso central da banda com a canção. Ao mesmo tempo, alarga as influências do seu universo sonoro característico, que cruza indie, rock brasileiro, folk e MPB.
Com lançamento pelo selo LOCO Records, os temas começaram a ganhar forma em 2024 em intervalos das digressões, com o trabalho sendo gravado entre maio e abril deste ano no Estúdio Kapa, na casa de Teago Oliveira, vocalista e guitarrista do grupo que é formado também por Lelo Brandão (guitarra e teclado), Lucas Gonçalves (baixo e voz) e Felipe Dieder (bateria).
"O título do álbum explica um pouco o caminho filosófico que ele percorre: Fluxo Natural significa que os obstáculos da vida são matéria-prima para algo maior. Não se trata apenas de aceitação, mas também de escolhas", argumenta Teago Oliveira.
"A mensagem mais profunda do disco é a do amor como algo que permanece. Não apenas num sentido romântico e, mesmo perante imagens densas – impérios caindo, corpos modificados, chuva de concreto, pesadelos – o amor surge como âncora, como elo central."
"É um disco de rock brasileiro", explica Teago. "Tem uma forte dimensão sensorial, tanto física como geográfica: fala-se muito de rios, mar, luar, outono, chuva e sol. Mas fala-se também de sonho, fé, infância, de um futuro possível, de malandragem e da capacidade de transformar a lama em banquete. Existe um microuniverso do pensamento brasileiro que talvez estejamos a perder, mas que escolhemos trazer para este disco", conclui.
Já está disponível para audição no Spotify o novo episódio do Podcast 33 Rotações. Gilberto Pinto, mentor do projeto Meu General, apresenta na primeira pessoa o álbum "A programação segue dentro de momentos".
Após 33 anos de trajetória na música, a artista aos 56 anos lança seu primeiro álbum a solo intitulado “Montanha Russa 33″, comemorando 33 anos de carreira mostrando que a música e um artista não têm idade e nem limites na sua arte e que o sonho de ser feliz com o que faz, é uma verdade.
O seu percurso vocal atravessa corpos sonoros diversos, é atualmente vocalista das bandas Trio Pagú e Pela Estrada Com Elis Project e, foi a voz das bandas; Big Fat Mamma, Monstro Mau e Dona Carioca, deixando em cada projeto um traço próprio, inconfundível.
Na discografia, são seis álbuns, um DVD, nove participações como convidada Especial e presença em vinte e dois álbuns de coletâneas musicais, números que não pesam, mas testemunham uma travessia constante.
Com tantas obras e participações em obras diversas, nunca teve um álbum a solo, “Montanha Russa 33” será o primeiro, uma mescla da maioria dos seus álbuns já editados.
O Funk Rock foi o género escolhido para este primeiro álbum a solo.
O Álbum “Montanha Russa 33” nome este, inspirado nos altos e baixos da sua própria vida já está disponível em todas as plataformas de música digital.
Depois de anunciar uma tour pela Europa, Marta Lima continua a revelar datas especiais e regressa agora à sua cidade natal para um concerto no Centro Cultural de Lagos, no dia 19 de setembro.
Este será um momento particularmente especial para a artista, que apresenta ao público de Lagos, em primeira mão, alguns dos caminhos do seu álbum de estreia, atualmente em preparação e com lançamento previsto para o início de 2027. Para esta noite especial, Marta Lima convida ainda Joana Alegre, que se junta à cantautora em palco como convidada especial do concerto.
Anna Joyce junta-se a Paulo Flores em “O Pai”, um dueto marcado pela emoção e pela celebração de um dos vínculos mais profundos e intemporais: o amor entre um pai e uma filha. O novo single, já disponível em todas as plataformas digitais, acompanha um momento de transformação na vida de uma família, quando uma filha se prepara para casar e iniciar uma nova vida ao lado de outra pessoa.
Com uma sonoridade luminosa e um instrumental cativante, “O Pai” equilibra ternura, emoção e esperança, dando voz aos sentimentos que acompanham a passagem do tempo e a inevitabilidade de ver uma filha crescer.
Para Anna Joyce, este novo lançamento surge depois de um período particularmente marcante na sua trajetória, que incluiu um concerto esgotado no Sagres Campo Pequeno, em Lisboa, e que tem vindo a reforçar o seu lugar entre as vozes de maior destaque da música lusófona contemporânea, ao qual se seguiu o single “Carta de Despejo”, cujo vídeo soma mais de 1,3 milhões de visualizações no YouTube.
Através de uma interpretação particularmente emotiva, Anna Joyce dá corpo à perspetiva de uma filha perante uma nova etapa, enquanto a presença de Paulo Flores acrescenta ao tema a experiência e a dimensão intemporal de uma das vozes incontornáveis da música angolana.
“O Pai” é, acima de tudo, um tema sobre família, legado e novos começos. Entre a emoção de deixar para trás uma determinada fase da vida e a esperança perante tudo o que está por vir, a faixa reconhece a beleza de crescer sem que isso signifique deixar para trás os laços que nos definem.
“Chamadas que Ignoras” é o oitavo retrato do "Álbum de Família" de PZ, desta vez com a participação d'Os Azeitonas. Depois das colaborações com Samuel Úria, Joana Espadinha, Retimbrar, Emmy Curl, Mão Morta, Margarida Campelo e Toy, chega agora a canção de Agosto, o mês em que o melhor plano é, simplesmente, "partir para além".
Construída sobre um refrão contagiante — “São tantas chamadas que ignoras” — a música transforma uma crítica ao excesso de disponibilidade permanente num convite simples: desligar o telemóvel e recuperar o tempo para a família e para os amigos. Como canta PZ, “Eu sei que tu chamaste, mas eu não vi, porque eu parti para além…”. Mais do que ignorar chamadas, trata-se de escolher estar verdadeiramente presente, longe das notificações e da sensação de que temos de responder a tudo e a todos, a toda a hora.
A colaboração com Os Azeitonas nasce de uma amizade de longa data entre PZ e João Salcedo, Nena Barbosa e Marlon, o núcleo duro da banda, unidos por uma afinidade artística assente no humor e num olhar atento sobre o quotidiano. Não por acaso, os próprios Azeitonas abordaram recentemente a relação contemporânea com a tecnologia em “Na Palma da Mão”, tornando esta colaboração um encontro natural entre dois universos que, apesar de sonicamente distintos, partilham um olhar atento, bem-humorado e crítico sobre o quotidiano contemporâneo.
Nesta gravação, João Salcedo assina o arranjo de sopros e interpreta o piano Rhodes, enquanto Nena Barbosa e Marlon emprestam as suas vozes inconfundíveis à canção. A acompanhar o grupo, participam ainda a bateria e a secção de sopros que habitualmente integram os concertos dos Azeitonas. PZ gravou o baixo, guitarra acústica e sintetizadores, para além da produção, letra e voz.
Já está disponível para audição no Spotify o novo episódio do Podcast 33 Rotações. Rui Ferreira assinala os 30 anos da Lux Records com a edição de um disco muito especial de John Mercy, "A Date With Lux".
“Nos Baisers” é o novo single do trio Mari An, Nat M e JORGE — uma ode alegre e lúdica
ao afeto do dia a dia. Construída sobre a letra terna e ritmada de Mari An, a canção celebra todos aqueles
beijos espontâneos que moldam uma história de amor: no café da manhã, depois do café, no sofá ou no
cinema.
Com um arranjo melódico fresco, cocomposto por JORGE e Nat M, e os vocais calorosos e primaveris
de Nat M, “Nos Baisers” traz uma atmosfera alegre e moderna de "pop-chanson". O refrão repete-se como
uma batida de coração — “J’adore t’embrasser, toujours envie de t’embrasser” — capturando a irresistível
simplicidade de amar sem medidas.
De 15 a 23 de agosto de 2026, Figueiró dos Vinhos transforma-se num palco multidisciplinar de arte urbana, música, residências artísticas e projetos comunitários sob o mote "As Linhas que nos Vestem". O aclamado festival Fazunchar volta a apostar convictamente na descentralização territorial e no envolvimento ativo dos cidadãos, cruzando o património histórico e cultural local com a criação artística contemporânea. Anabela Santos da Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos é hoje minha convidada em "Discurso Direto" para nos apresentar a edição de 2026 do Fazunchar.
Portugal Rebelde - “As Linhas que nos Vestem” é o mote para mais uma edição do Fazunchar. Quer explicar-
nos um pouco mais deste conceito?
Anabela Santos - Sob o mote “As Linhas que nos Vestem”, a edição de 2026 celebra a identidade cultural local,
inspirando-se fortemente no património, nas memórias e nas texturas industriais e históricas
de Figueiró dos Vinhos. É a partir dessas referências que o festival procura olhar para o
território e perceber de que forma as histórias, os lugares, as pessoas e os saberes que o
constituem continuam a marcar aquilo que somos.
As “linhas” são, neste sentido, uma forma de falar das diferentes camadas que compõem o
território: as linhas que desenham as paisagens, as casas e as ruas, mas também as linhas das
memórias, dos percursos, dos ofícios, dos tecidos e das relações que se foram construindo ao
longo do tempo. E “vestir” é precisamente dar corpo a essa identidade, trazê-la para o
presente e reinterpretá-la através da criação artística.
Ao longo desta edição, essas linhas cruzam-se com diferentes linguagens e disciplinas. Murais,
esculturas, desenho, fotografia, ilustração, têxteis, artesanato, música e criação comunitária
vão ocupar diferentes espaços do concelho, estabelecendo diálogos entre o património e a
contemporaneidade.
Mais do que um tema que se encerra numa imagem ou numa ideia, “As Linhas que nos
Vestem” é um convite a olhar para Figueiró dos Vinhos através das suas múltiplas camadas e a
perceber como a arte pode ajudar a revelar, reinterpretar e valorizar aquilo que nos identifica.
Através de um cartaz rico e multidisciplinar, as ruas e freguesias do município transformam-se,
uma vez mais, num palco de criação, encontro e participação.
PR - O festival volta a apostar convictamente na descentralização territorial e no envolvimento
ativo dos cidadãos. Como é que tudo isto se vai desenvolver?
Essa é uma das dimensões fundamentais desta edição.
Anabela Santos - O FAZUNCHAR quer continuar a levar a
criação artística para diferentes espaços do concelho, fazendo com que o festival seja vivido
para além de um único lugar e chegando também às freguesias.
A descentralização acontece através de diferentes propostas: das intervenções artísticas às
visitas guiadas, passando pelas oficinas, pelo projeto comunitário e pela própria programação
que se distribui pelo território.
Mas é igualmente importante o envolvimento das pessoas. Queremos que os cidadãos possam
participar nos processos, contactar diretamente com os artistas e contribuir para a construção
das experiências que acontecem durante o festival.
Temos, por exemplo, propostas de carácter intergeracional, onde se cruzam artes plásticas,
têxteis e histórias de vida locais, e temos também as residências artísticas, que colocam os
criadores em contacto direto com o território.
A nossa intenção é que a arte não seja apenas algo que se observa, mas algo que se
experimenta, se partilha e se constrói em conjunto.
PR- A música no Fazunchar tem como protagonistas Noiserv, Zarko, DJ Ivo.I.AM e DJs Demi
Johns. Quer falar-nos um pouco destas apostas?
Anabela Santos - A música é mais uma das dimensões que integra esta edição multidisciplinar do FAZUNCHAR e
que ajuda a criar diferentes momentos de encontro ao longo do festival. Também aqui
procurámos cruzar diferentes gerações, percursos e relações com o território.
O regresso de Noiserv representa, de certa forma, uma continuidade: é um artista que já
passou pelo território e que regressa agora ao FAZUNCHAR, reencontrando um público e um
lugar com os quais já existe uma relação.
Por outro lado, Zarko surge como uma das novidades desta edição, trazendo uma geração
mais jovem e um projeto que tem vindo a afirmar-se e a crescer no panorama nacional. É uma
aposta num artista em expansão, que permite também ao festival acompanhar novas
linguagens e novas formas de expressão musical.
A programação cruza ainda estas propostas com DJ Ivo.I.AM e os DJs Demi Johns, artistas com
uma ligação mais próxima ao território, residentes na região. São presenças que reforçam essa
dimensão de proximidade e de valorização de quem cria, trabalha e vive aqui perto.
São, por isso, diferentes formas de relação com o FAZUNCHAR e com o território: o regresso
de quem já cá esteve, a descoberta de novos nomes em crescimento e a presença de artistas
da região. E é precisamente esse cruzamento que procuramos na programação do festival.
A música junta-se assim aos murais, às esculturas, às residências, às oficinas, às exposições, às
visitas e à Roda de Conversas, não como um elemento isolado, mas como parte de uma
programação que procura cruzar linguagens, pessoas e experiências e fazer do território um
espaço de encontro e criação.
PR - Para terminar, três boas razões para não perder a edição de 2026 do Fazunchar.
Anabela Santos - Diria que a primeira razão é a diversidade da programação. Há propostas para diferentes
públicos e diferentes formas de viver a arte: murais, esculturas, residências, workshops,
oficinas, projeto comunitário, exposições, visitas guiadas, mercado de autor, conversas e
música.
A segunda é a possibilidade de descobrir Figueiró dos Vinhos através de outros olhares. Os
artistas vão trabalhar a partir do território, das suas características, memórias e referências, e
isso permite-nos olhar para espaços que conhecemos com uma perspetiva diferente.
E a terceira é a dimensão humana do festival. O FAZUNCHAR constrói-se no encontro entre
artistas, comunidade, visitantes e diferentes gerações. É essa participação e essa troca que dão
sentido a um festival que procura levar a arte para o espaço público e aproximá-la das pessoas.
Por isso, entre 15 e 23 de agosto, há muitas linhas para seguir em Figueiró dos Vinhos.
Algumas já conhecemos. Outras vão ser traçadas durante o próprio festival.
Aláfia – palavra de origem árabe, trazida ao Brasil pela diáspora do povo iorubá: significa
saúde, abertura de caminhos para a paz e bem-aventurança.
Teimando contra o silêncio das nações, em três línguas (português, inglês e árabe
palestino) o canto defende a compaixão, propagando a paz contra um sistema algoz que
tenta vender a vida com crueldade.
É uma declaração em defesa do povo palestino – vítima
do crime mais hediondo de nossa época. E apesar de ser uma denúncia, do refrão
sobressai a esperança ativa e a teimosia capazes de defender a humanidade.
A produção internacional conta: do lado brasileiro, a composição e produção musical são
assinadas por Gabriel Lael, direcionado artisticamente por Luas Olivieri
dentro do projeto Piracema; o produtor e multi-instrumentista Balin Araújo, além de tocar na gravação também assina a engenharia de mix e master; já no
oriente médio; o cantor palestino Ahmed Haddad interpreta a dor de seu
povo, reclamando ao próprio tempo a correção de nossas infelizes decisões; enquanto Ali
Farbod , musicista iraniano adiciona a percussão e sua interpretação em
sopros.