13/05/2026

MARIANA DIONÍSIO | Mythological Portraits

Mariana Dionísio apresenta o seu mais recente trabalho e o primeiro álbum do ensemble vocal Leida, com edição pela Artway, Mythological Portraits, uma obra singular que expande os limites da voz e da composição contemporânea. Concebido como um instrumento de oito vozes, Leida propõe uma abordagem inovadora à criação musical, onde cada peça se estrutura a partir de premissas rigorosas de parametrização e limitação, dando origem a sub-instrumentos autónomos. 

Nestes sub-instrumentos, intérpretes improvisam ou interpretam as composições, guiados por um gesto que convoca objetos sonoros dentro de um sistema plástico, parametrizado e emancipado. O resultado é uma linguagem musical em constante mutação, onde a estrutura e a liberdade coexistem num equilíbrio delicado. Gravado na Igreja de Santa Clara de Vila do Conde, entre 30 de julho e 3 de agosto de 2024, e na Igreja Matriz de Loures, entre 27 e 29 de janeiro de 2025, Mythological Portraits inspira-se no movimento literário do realismo mágico. 

A obra constrói-se num tempo próprio, moldando-se ao espaço acústico onde é executada, absorvendo as suas características e acolhendo a presença figurativa de entidades imaginárias que habitam o universo sonoro criado. 

O ensemble Leida conta com Mariana Dionísio na voz, composição e direção musical, acompanhada por um ensemble vocal constituído por Mariana Dionísio, Leonor Arnaut, Beatriz Nunes, Filipa Franco, Nazaré da Silva, João Neves, Hugo Henriques, Diogo Ferreira, Henrique Coelho e Beatriz Gomes. Participam ainda João Pereira, Bernardo Tinoco e João Carreiro, responsáveis pelos assobios que enriquecem a paleta sonora da obra. 

Mythological Portraits afirma-se como uma experiência imersiva e sensorial, onde a voz se transforma em matéria viva e o espaço em parte integrante da composição, convidando o público a atravessar um território onde o real e o imaginário se entrelaçam.

 

AFONSO CABRAL LANÇA NOVO SINGLE "DANÇA COMIGO NA ILUSÃO"

O cantautor lisboeta edita um novo single, “Dança Comigo na Ilusão”, uma canção que assinala e dá voz aos atuais tempos de incerteza e agitação social que vivemos. Cantar para espantar os males? Neste caso é mesmo para vivê-los. “Dança Comigo na Ilusão” viaja por uma sonoridade indie pop/rock descontraída, enquanto a letra revela algum desespero quase apocalíptico, com um refrão a garantir que “o pior está para vir”. 

É desta dualidade que vive o novo single a solo do vocalista dos You Can’t Win Charlie Brown, uma espécie de retrato da ansiedade contemporânea e uma tentativa de encontrar normalidade num mundo em tensão e constante ebulição. “Eu não sei se vocês andam com uma sensação de que isto vai tudo de mal a pior e o mundo está prestes a acabar. Eu ando. 

Não digo sempre, mas com alguma frequência - bem mais do que gostaria (que é nunca). Nem me vou alongar sobre as causas das minhas inquietações apocalíticas: acho que todos sabemos quais são - basta ligar a televisão ou pegar no telemóvel para sermos bombardeados com conteúdos ansiogénicos mais do que suficientes para perder alguma fé na humanidade”, refere Afonso Cabral sobre o contexto ao escrever a letra desta nova canção. 

No meio disto tudo, vamos prosseguindo com as nossas vidas: trabalhamos, cantamos, comemos, vamos ao cinema, dançamos... “Dança Comigo na Ilusão” é a resposta a esse sentimento estranho - uma tentativa do artista de se provar a si próprio que o desespero e a alegria podem conviver. Este lançamento é o regresso do artista aos originais depois de lançar em 2024 o seu mais recente disco em nome próprio Demorar, que contou com o selo louva-a-deus, editora e agência criada por Afonso Cabral em conjunto com Francisca Cortesão.

RITA ONOFRE APRESENTA "AINDA RESTA", NOVO SINGLE E VÍDEO DE BRUTA

Foto: Lucas Coellho

Depois da edição de BRUTA, o seu mais recente longa-duração lançado a 18 de março de 2026, Rita Onofre revela agora “ainda resta”, o novo single acompanhado por videoclipe, aprofundando o universo emocional e sonoro que marca esta nova fase da artista. 

BRUTA afirmou-se como um ponto de viragem no percurso de Rita Onofre, trazendo uma abordagem mais densa e texturada ao seu pop, com influências da eletrónica e do rock. Integralmente composto pela artista e com a colaboração de NED FLANGER (alter-ego de António Souto), o disco explora uma linguagem sonora mais crua e imersiva, onde a experimentação e a sensibilidade coexistem sem barreiras. 

O processo de criação e finalização do álbum coincidiu com uma mudança determinante na vida da artista: a sua mudança para Berlim. Este novo contexto trouxe ao disco uma dimensão adicional de deslocamento, reinvenção e procura por novas formas de viver e criar. 

Foi também na capital alemã que se terminaram as gravações vocais e se desenvolveram os conteúdos visuais do projeto, em colaboração com Lucas Coelho e Billy Verdasca, enquanto a identidade gráfica ficou a cargo da agência Desisto. Após a apresentação dos singles “sinto-te tão”, “crescer”, “vai e volta” e “bruta”, “ainda resta” surge agora como um novo capítulo dentro deste universo — mais íntimo, mas igualmente coletivo. 

Sobre o tema, Rita Onofre partilha: “ainda resta é uma tatuagem da amizade que não julga mas que acorda, que celebra e que chora em conjunto, a amizade que faz das semanas difíceis mais leves, e das vitórias, bailes inteiros. É para uma mulher a quem devo o meu mundo criativo, e para o grupo de amigos que nos rodeia. 

O cenário vai da Parede até ao Gerês, noites de copos e tardes de praia. E acompanha primeiros trabalhos, dúvidas sobre o IRS e desejos de um dia comprar uma casa. Espero que seja sobre todas as amizades que sustentam mais um dia, que melhoram uma vida. Sobre os ‘concílios de investigação’.”

 

RITA CORTEZÃO COMPLETA CARTAZ MUSICAL DO BONS SONS

Foto: Vera Marmelo

Rita Cortezão completa o cartaz musical do BONS SONS 2026, por ter vencido a 30.ª edição do Festival Termómetro deste ano, cuja final teve lugar no domingo em Lisboa. O concerto, em Cem Soldos, acontece no dia 7 de agosto, no Palco Giacometti. 

O primeiro registo de originais da artista lisboeta — tudo, um pouco, com o selo Discos Submarinos — foi lançado em novembro de 2025. Composto por dez canções da autoria de Rita Cortezão, o álbum foi co-produzido pela artista e por Benjamim. As composições nasceram no quarto de Rita — apenas com voz e piano — e ganharam nova vida em estúdio, no Louva-a-Deus, em Benfica. 

A final do concurso aconteceu no LAV - Lisboa ao Vivo e contou ainda com MONSTRO e Parque Império, como finalistas. A banda convidada foi Mães Solteiras, que vai também atuar no BONS SONS. Os bilhetes para o BONS SONS estão à venda por 60€ (passe geral - 4 dias com campismo incluído - 3.ª fase, limitado ao stock existente). Estão também disponíveis os bilhetes diários (35€, limitado ao stock existente).

12/05/2026

JORGE RIVOTTI | …As Tias no seu Melhor …O Bestofe em Longue Plei

…As Tias no seu Melhor… O Bestofe em Longue Plei é o novo álbum em Vinil de Jorge Rivotti, com edição marcada para 15 de maio. Esta colectânea — exclusivamente em formato vinil — reúne 10 temas interpretados em dueto com Samuel Úria, Zeca Medeiros, Manuel João Vieira, Donatello Brida e António Rivotti, entre outros músicos instrumentistas que dão vida ao disco. 

O alinhamento inclui Santa Apolónia, Vas’ilha, Vida de Gaveta, Fado do Bebedor, À Procura de um Perfume, Tolok, Fado Emaranhado, Rosinha Vem-te Comigo, Doce História e Dame Una Rosa — canções escolhidas a partir dos dois álbuns anteriores, …e outras canções que não quiseram ficar para Tias, volumes 1 e 2, editados em 2023 e 2025 pela AVM. 

Entre estas, destaca-se “Fado do Bebedor”, originalmente editada em Dias da Publicidade (2001), que regressa agora com um novo arranjo e um lugar de destaque nesta edição. É também o tema escolhido para o primeiro videoclipe da coletânea. Escolher canções para uma coletânea nunca é tarefa simples. Há as mais “queridas”, as que nos representam, e aquelas outras que, embora apaixonantes, ficam a meio caminho da decisão. 

E depois há a realidade prática: custos elevados para um álbum duplo, o editor a protestar porque “os tempos estão difíceis” e “a música não se vende”… enfim, o habitual cenário de bastidores. Ainda assim, foram estas as canções que sobreviveram às intempéries. Lutaram pelo seu espaço, reivindicaram direitos “audiolaborais” e afirmaram a legitimidade de serem ouvidas. 

As restantes aceitarão, com a serenidade possível, o seu lugar na prateleira mais terna do coração do autor. E se o formato é vinil, não é por isso que as canções são de plástico — são em plástico, sim, mas daquele que brilha. Um vinil colorido, pensado para iluminar os audiófilos nas suas emoções mais refinadas. Um verdadeiro bouquet na mediatização da música gravada e editada.

GONÇALO GUINÉ | Vida Num Loop

Gonçalo Guiné apresenta ao vivo Vida num Loop, o seu álbum de estreia, num concerto no Salão Brazil, em Coimbra, a propósito da edição do disco a 15 de maio. Depois do lançamento do primeiro single a 17 de abril, o espetáculo revela, em formato integral, um trabalho que cruza introspeção, intervenção e a energia crua do hip-hop com banda, destacando também o tema "Até Parece", a ser lançado no mesmo dia. 

Resultado de um percurso criativo alargado, o álbum reúne composições desenvolvidas ao longo de vários anos, refletindo diferentes fases do artista enquanto rapper e produtor. O alinhamento percorre temas que exploram uma visão crítica sobre a sociedade, o pensamento individual e o próprio hip-hop, ao mesmo tempo que recupera e reinventa faixas anteriormente editadas no EP Arquivos de um Confinamento. 

Em palco, Gonçalo Guiné faz-se acompanhar por Filipe Furtado, Paulo Silva e Filipe Fidalgo, músicos ligados ao universo do Filipe Furtado Trio, para além do Gonçalo Parreirão. Juntos, constroem uma linguagem híbrida que funde loops e bases eletrónicas com instrumentação acústica, criando uma base dinâmica e orgânica para uma lírica sincopada e interventiva.

ALÊ BALBO | Espiritualidade

Dando sequência à segunda banda sonora do novo álbum de Alê Balbo, Mantras in the Caos, a música “Espiritualidade” traz um convite às frequências sonoras dos tubos harmônicos, somadas a toques de hyoshigis japoneses, despertando a atenção plena para navegar nas nossas energias espirituais. São criações ousadas e autênticas, livres de elementos eletrônicos, valorizando a pureza e a vibração natural dos instrumentos.

 

11/05/2026

PROJECT Z | Coliseu Club

Project Z ao vivo no Coliseu Club dia 13 de junho. Celebremos o Santo António num universo musical entre o jazz e o rock. Formado em 2015, o grupo Project Z explora a interseção entre a liberdade do jazz e a intensidade do rock progressivo, construindo espetáculos vivos, imprevisíveis e profundamente envolventes. 

Composto por Pedro Marques (bateria e voz), Ricardo de Almeida Santos (baixo), Sérgio Silva (teclados), Ulisses Pereira (guitarra e voz), João Heliodoro e Raquel Alexandre (saxofones), o ensemble cria um som simultaneamente cerebral e visceral — uma viagem sonora onde cada performance é única. 

Em 2025, Project Z atuou no festival Freak Me Out, Frank (SMUP, Parede), partilhando o cartaz com o lendário teclista Don Preston, uma das figuras centrais da cena avant-garde internacional. Entre a precisão e o delírio, Project Z convida o público a mergulhar num universo musical onde a improvisação se transforma em experiência e a energia em catarse coletiva.

BUBA ESPINHO ANUNCIA MEO ARENA

Buba Espinho prepara-se para subir ao maior palco do país e anuncia aquele que será o concerto mais marcante da sua carreira: a estreia em nome próprio na MEO Arena. 

Depois de um percurso profundamente ligado ao Cante Alentejano, ao Fado e à música portuguesa, Buba chega agora a uma nova dimensão artística, levando à maior sala do país um espetáculo pensado como uma celebração da sua história, das suas raízes e de todas as pessoas que o têm acompanhado ao longo deste caminho. Numa noite única em Lisboa, o artista promete transformar a MEO Arena numa grande voz coletiva, onde tradição e modernidade se encontram através da emoção das canções e da força do Alentejo. 

O concerto contará com novos arranjos, convidados especiais e vários momentos pensados para surpreender o público, num formato inédito e diferente de tudo o que apresentou até hoje. Mais do que um concerto, este será um verdadeiro marco no percurso de Buba Espinho. 

A confirmação de um artista que soube levar o Cante para novas gerações, aproximando a tradição do presente e criando uma linguagem musical profundamente portuguesa, mas ao mesmo tempo universal. No momento em que prepara o seu próximo álbum, Buba Espinho entra também numa nova fase criativa, assumindo-se não só como intérprete, mas igualmente como autor de vários dos temas que irão compor este novo trabalho. Entre modas tradicionais reinventadas e canções originais, o artista continua a aprofundar a identidade musical que tem vindo a construir nos últimos anos. 

Depois de percorrer o país com a Tour em Cante, iniciada em 2025 e prolongada em 2026, e após esgotar quatro Coliseus dos Recreios e a Super Bock Arena, o artista sente que chegou o momento de dar o próximo passo: levar a celebração da música portuguesa à maior arena nacional. Na MEO Arena,

Buba Espinho promete uma noite inesquecível, uma celebração da memória, da identidade e da emoção portuguesa, onde o país voltará a cantar de coração cheio. O encontro está marcado para o dia 27 de fevereiro de 2027.

SÉRGIO FROES | O Meu Lugar

O artista brasileiro Sérgio Froes lança seu novo single, “O Meu Lugar”, uma canção profundamente pessoal que mistura MPB contemporânea com uma sensibilidade pop cinematográfica. Inspirada na sua própria história, a música nasceu de um momento simples, mas transformador: o primeiro encontro com a sua esposa. 

Com uma sonoridade intimista, quente e envolvente, “O Meu Lugar” traduz a sensação universal de pertença — aquele instante raro em que tudo faz sentido.

 

10/05/2026

PUTO BACOCO EM CONCERTO


Depois dos concertos de apresentação do disco de estreia, o coletivo puto bacoco retoma agora a estrada, iniciando uma nova fase da sua digressão no dia 17 de maio, nas Feiras Francas de Fafe, às 17.00h. Em julho, o grupo regressa com uma série de datas que os levará de norte a sul do país, reforçando a energia e o alcance do seu álbum de estreia, “Uma Noite Muito Estranha”.

CARTAZ | Concerto

09/05/2026

DO CABO DO MUNDO | Foi Por Ela

Depois de “Por Este Rio Acima”, tema interpretado por Nani Medeiros, “Do Cabo do Mundo – um tributo imigrante a Fausto” revela o seu segundo single: “Foi por Ela”, com interpretação de Luca Argel, já disponível nas plataformas digitais. Idealizado por Carlos Cesar Motta e Fred Martins, o projeto parte da obra de Fausto Bordalo Dias, uma das vozes mais singulares e visionárias da música portuguesa, para a aproximar de novas geografias, ritmos e experiências de vida. 

Reunindo exclusivamente músicos imigrantes que vivem e trabalham em Portugal, “Do Cabo do Mundo” cruza as vozes de Luca Argel, Nancy Vieira, Nani Medeiros e Selma Uamusse numa abordagem contemporânea a um cancioneiro profundamente marcado pela viagem, pela memória e pelo Atlântico. 

Em “Foi por Ela”, essa travessia ganha uma nova pulsação. A canção é reinterpretada a partir do ijexá, ritmo afro-brasileiro associado às tradições culturais e religiosas de origem iorubá, muito presente na música popular brasileira e conhecido pela sua cadência envolvente, fluida e circular. 

Ao aproximar a composição de Fausto deste universo rítmico, o tema abre espaço a novas camadas emocionais e reforça as pontes históricas e culturais entre Portugal, África e Brasil. Na voz de Luca Argel, cantor, compositor e escritor luso-brasileiro, “Foi por Ela” ganha uma dimensão simultaneamente íntima e expansiva, onde delicadeza e profundidade convivem com naturalidade. 

Sem perder a essência da escrita de Fausto, a canção desloca-se para outro território sonoro, revelando a impressionante capacidade da sua obra para continuar viva, mutável e aberta ao presente. Mais do que um exercício de homenagem, “Do Cabo do Mundo – um tributo imigrante a Fausto” tem vindo a afirmar-se como um espaço artístico de encontro e transformação, onde diferentes percursos, ritmos e pertenças se cruzam para dar continuidade a uma das obras mais marcantes da música portuguesa. 

Depois dos lançamentos de “Por Este Rio Acima” e “Foi por Ela”, o álbum completo será editado digitalmente a 10 de julho, com edição física prevista para 11 de setembro. Editado de forma independente, com distribuição digital pela Symphonic, o disco conta com a coprodução da Casa Varela e do Teatro-Cine de Pombal.

TRÊSPORCENTO | Já não Posso Ficar Aqui

“Já Não Posso Ficar Aqui”, o quarto disco de originais da banda lisboeta Trêsporcento, chega agora às plataformas de streaming e será apresentado ao vivo na República da Música, em Alvalade (Lisboa), no dia 23 de maio. 

Os bilhetes já estão à venda na Ticketline e locais habituais. "Já Não Posso Ficar Aqui" confronta-nos com uma simples questão "o que fazer com a passagem do tempo?" 

A nostalgia, muito na moda, é uma estratégia possível. Entrar em negação também parece ser uma opção popular. Ou a amargura, tantas vezes mascarada como mero desencanto. Entretanto o tempo passa, sobre nós e sobre os sítios onde estivemos, indiferente aos nossos estados de alma.

 

SARA MEGRE LANÇA NOVO SINGLE “INCENSO”

Com apenas 23 anos, Sara Megre afirma-se como uma das vozes emergentes do pop/R&B nacional, construindo um percurso marcado pela autenticidade, presença e uma relação cada vez mais próxima com o público. Depois do EP de estreia “Ligações”, lançado em 2023 e composto pelos seus primeiros três singles, a artista tem vindo a expandir o seu universo criativo, somando já vários temas originais e colaborações com nomes como Luís Braz Teixeira, LEFT e Xtinto. 

O seu crescimento tem sido acompanhado de perto nas redes sociais, onde reúne uma comunidade sólida, e também em palco, com atuações em nome próprio e participações em salas como o Coliseu, e eventos como Festas do Mar e Festival de Telheiras. Foi back vocal de BISPO durante o ano de 2022, e em 2026, Sara Megre apresenta-se com uma estética mais vincada e uma abordagem assumidamente Pop, onde as influências internacionais se cruzam com referências clássicas portuguesas, como as Doce. É neste contexto que surge “Incenso”, o novo single que marca um ponto de viragem no seu percurso artístico. 

Com uma sonoridade pop/dance, com influências de R&B, a canção assume-se como um convite à libertação, um espaço onde sentir vem antes de pensar. Através de uma linguagem metafórica, “Incenso” explora as dinâmicas emocionais de uma geração marcada pelo desapego e por cicatrizes afetivas, propondo leveza, entrega e a coragem de perder o controlo. “Deixa queimar” torna-se, assim, num “quase” ritual: primeiro viver, depois refletir. 

O lançamento de “Incenso” é acompanhado pelo seu primeiro videoclipe coreográfico, onde o corpo, a imagem e a voz se encontram num registo mais ousado e afirmativo, antecipando uma fase artística centrada na performance e no impacto visual. 

Mais do que um single, “Incenso” abre caminho para um ano de novos lançamentos, todos alinhados com uma mesma intenção: suspender o ruído, esquecer as preocupações e devolver ao pop o seu lugar de liberdade. Este novo tema conta com música e letra de Luís Braz Teixeira, e co-produção de Luís Braz Teixeira e By Cozy. “Incenso” encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.

 
/>