19/09/2026

VIZINHOS ESGOTAM COLISEU DOS RECREIOS EM LISBOA

Os Vizinhos esgotaram o Coliseu dos Recreios, em Lisboa, para o concerto marcado para 28 de novembro, acrescentando um novo marco a um percurso que, em pouco tempo, os transformou num dos maiores fenómenos da música portuguesa. 

A lotação esgotada de uma das salas mais emblemáticas do país confirma também a dimensão que o projeto alcançou ao vivo, depois de um verão em que a banda percorreu Portugal de norte a sul, atuando perante milhares de pessoas. Uma semana antes de Lisboa, no dia 21 de novembro, os Vizinhos chegam ao Coliseu do Porto para outro dos concertos mais importantes da sua carreira. Os últimos bilhetes encontram-se ainda disponíveis. 

Os dois Coliseus surgem no final de um ano absolutamente marcante para a banda, feito de sucessivas conquistas dentro e fora da música. Depois de vencerem o Prémio PLAY para Música do Ano, os Vizinhos viram “Pôr do Sol” consolidar-se como um dos maiores sucessos recentes da música portuguesa. O tema está prestes a alcançar os 30 milhões de streams só no Spotify, mantém-se de forma consistente no Top 10 das músicas mais ouvidas da plataforma em Portugal e conquistou já o galardão de Sétima Platina.

ANGÚSTIA ADOLESCENTE | Xadrez

Angústia Adolescente, liderada por Mateus Ottoni Kania, um estudante brasileiro de 19 anos que se encontrou em Portugal, tem como objetivo trazer em cada álbum uma história diferente. O álbum de estreia “Bartender” passa por todas as nuances do abuso em um relacionamento, desde o começo até seu término, sem deixar de fora a dificuldade de seguir em frente após vivenciar algo assim. 

Diante disso, o single "Xadrez" abre a nova era e espaço para um momento muito mais otimista e feliz. A música retrata a liberdade após um momento traumático e o início do processo de cura, sem deixar de lado a ansiedade que vem junto com isso. 

Xadrez veio para mim num momento em que eu tinha acabado de me mudar para outro país e me encontrei com mil caminhos para seguir. Embora estivesse bastante entusiasmado com isso, também fiquei ansioso com a possibilidade de ter escolhido o caminho errado. Queria mostrar justamente esse sentimento no videoclipe, usando os lugares onde parei para refletir sobre essas escolhas. Gravamos o vídeo em pontos turísticos da cidade porque queria passar essa sensação de estar meio solto da realidade", explica o artista.

Escrita e produzida por Mateus Ottoni Kania e inspirada por um texto de Pietra Scremin Steudel, a faixa traz influências do pop rock dos anos 90 para passar a euforia que a letra demanda. A mixagem e masterização, realizadas por Madrug Mateus, fazem com que a voz e os instrumentos possam respirar sem se interpolar.

 

18/09/2026

TÓ TRIPS & FAKE LATINOS SELECIONADOS PARA WOMEX 2026

Tó Trips & Fake Latinos foi o projeto selecionado para atuar na WOMEX – Worldwide Music Expo 2026, uma das mais importantes plataformas internacionais dedicadas à música global e de raiz. O concerto terá lugar no Atlantic Connections Stage, no Auditório Alfredo Kraus, em Las Palmas de Gran Canária, Espanha, durante a edição que decorre de 21 a 25 de outubro de 2026. 

Em Las Palmas, Tó Trips apresentará ao vivo o universo do aclamado álbum Dissidente, acompanhado pelos músicos que integram esta formação: Helena Espvall (violoncelo), Alexandre Frazão (bateria) e António Quintino (contrabaixo). 

A presença na WOMEX representa uma oportunidade para o projeto se apresentar perante uma audiência internacional de profissionais da indústria musical. Anualmente, a feira reúne milhares de participantes de mais de 90 países, entre programadores de festivais, agentes, editoras, distribuidores, gravadoras e meios de comunicação, funcionando como um importante ponto de encontro para a criação de novas oportunidades de circulação, colaboração e intercâmbio cultural. 

A seleção de Tó Trips & Fake Latinos para o Atlantic Connections Stage coloca assim a música portuguesa no centro de um dos principais encontros internacionais do setor, levando a singularidade de Dissidente a uma audiência profissional e artística de escala global. 

A participação do projeto conta com o apoio da WHY Portugal, plataforma de exportação da música portuguesa, que regressa à WOMEX com a organização do stand nacional português e com o objetivo de reforçar a presença e a projeção internacional do setor musical português.

 

JACA | Queixume

Foto: Diogo Sousa

A elegância das teclas de um piano Rhodes serve de introdução ao mais recente universo criado por Jaca. Soam assim os segundos iniciais de “Queixume”, o tema de avanço de Crescendo, o segundo EP do músico e produtor de 24 anos, com lançamento apontado para Novembro. 

Depois de apresentar Licor de Jaca (2022) e os singles “Pinky” (2024) e “D¡RTY T@LK” (2025), o artista do Porto assinala uma nova etapa, ao mesmo tempo que encerra um ciclo, distinguindo a metamorfose artística e a maturação sentidas no trajeto até aqui, ao cruzar o seu vocabulário musical com o ato de crescer. 

“Queixume”, a canção que conhecemos agora, reflete o primeiro embate dessa revolução. De coração partido e “com o mundo ao contrário/sem chão”, existe um lamento profundo nas palavras elevadas por um beat inspirado no UK Garage, cortesia de ZOO, que assina a produção do tema a meias com Jaca. 

O piano elétrico de André Areias e os assertivos apontamentos de guitarra de Mike11 oferecem o doce contraponto à amargura do compositor, dividido “entre o sentir e o pesar de uma relação que se julgava ser para sempre, entretanto terminada, e a procura de uma alternativa no acolhimento da vida mundana”, uma dualidade muito presente em Crescendo. 

Na fusão de r&b com sonoridades tradicionais, “Queixume” é “um admitir que as coisas não correram bem”, explica ainda o cantor. Mas, mesmo destroçado, a lamber as feridas, reconhece que “há mais coisas para viver”. Este amadurecimento pessoal, de braço dado com a entrada na vida adulta, fica também eternizado no vídeo que acompanha o single, realizado por Enzo Sinai e Ivo Cardoso, igualmente responsáveis, com Jaca, pela direção criativa. Sobre o resultado, o artista diz que “a maior preocupação foi trazer uma estética clean, porque o som já é messy o suficiente”. 

Disponível nas habituais plataformas digitais, “Queixume” inaugura a história dedicada a várias dimensões do amor contada em Crescendo – uma obra autorreflexiva que sublinha uma identidade poética e sonora própria. 

Das relações pessoais ao lugar ocupado na indústria da música, passando por um inevitável desencanto sobre o que um dia acreditou ser o mundo, são estas as dores de crescimento de um jovem em confronto com a realidade, que também abrem a porta para o abraçar de novos hábitos e de novas aprendizagens.

 

TIAGO VILHENA REGRESSA COM SALATRANO

Depois de uma viagem musical que começou nos Savanna, passou pelo pop em inglês de George Marvinson e amadureceu na canção portuguesa com os discos Portugal 2018 e Canções Mundanas, Tiago Vilhena está de volta. O cantautor regressa com Salatrano no dia 25 de Setembro, antecipado pelo single “Mau Mau Bem Bem”. 

Fiel ao seu hábito de fazer caber o mundo numa canção, Tiago volta a criar uma atmosfera sem nação que, ainda assim, respira costumes portugueses. No primeiro single, Tiago apresenta-nos uma canção sobre sermões e a vontade de contrariar a autoridade ao som de um ritmo popular. Numa música onde o tema é repreensão, liberdade, infância e autoridade, revisitamos memórias com uma letra brincalhona com a boa disposição já conhecida do artista. 

Já no título, um jogo de contrários, do "Mau Mau", "Bem Bem", revela-se a sua marca, o seu gosto pela palavra. Chega-nos com um título de dois opostos que nada mais nada menos querem dizer exatamente a mesma coisa: está o caldo entornado. O single (e todo o disco que virá em setembro) foi gravado nos estúdios Cuca Monga com o Domingos Coimbra e o Manuel Palha, e misturado em “casa”, nos estúdios Pontiaq do irmão Miguel Vilhena com quem já tem um passado colaborativo vasto. 

Quatro anos depois do último disco, Tiago Vilhena prepara-se para lançar um trabalho novo, fresco e onde o estilo já conhecido do artista continua a estar presente, mas abre espaço a elementos inéditos na sua discografia. Desde o habitual folclore português, ao indie das suas raízes, cruzam-se influências improváveis de uma forma elegante sempre com a já conhecida vontade de trazer ligeireza a qualquer tema. 

Em dez canções, Tiago Vilhena acrescenta um novo capítulo a um percurso marcado pela curiosidade, pela diversidade e pela recusa de ficar preso a um único estilo. E, no fim de contas, resta a dúvida: o que é Salatrano?

WESLEY NÓOG LANÇA "RAINHA GEORGIA"

Dando continuidade ao aclamado processo de lançamentos mensais que antecipam o seu 8º álbum de estúdio, o cantor, compositor, instrumentista e escritor Wesley Nóog, o Rei do Sambasoul, apresenta ao público o seu mais novo manifesto em forma de música: "Rainha Georgia". 

A faixa chega às plataformas digitais (incluindo o Spotify) como uma obra central do projeto "Mãe África", costurando o balanço característico do artista com uma poesia afiada sobre emancipação, território e ocupação de espaços. 

Longe de ser apenas uma canção romântica ou contemplativa, "Rainha Georgia" é um poema em movimento que alerta para a urgência da autonomia e da consciência preta no espaço social. Para Nóog, o topo, as lideranças e as estruturas da sociedade não são locais de mera passagem, mas sim lugares de pertencimento por direito — cenários onde a população negra deve estar e, acima de tudo, marcar firme a sua posição. 

"A música é um espelho desse novo tempo. 'Rainha Georgia' canta a soberania da mente e do corpo preto. O estado da Geórgia mudou os rumos da história americana pela força de sua organização social e política. Trazer essa energia para o nosso Sambasoul é lembrar que o mundo mudou, a nova era chegou e nós precisamos ocupar o nosso terreiro de cabeça erguida, ditando o nosso próprio ritmo", afirma Wesley Nóog.

MAFALDA MINNOZZI | A Felicidade

Mafalda Minnozzi acaba de apresentar "A Felicidade" — obra-prima da bossa nova de Jobim. 

"É a minha interpretação, com um trecho do célebre "Consolação". Um arranjo que entrelaça a melancolia da bossa nova com a energia do samba, em um diálogo entre piano e violão que deixa espaço para a respiração da canção", refere a artista. 

Gravada em Nova York, coração do jazz mundial, com músicos de exceção: Art Hirahara ao piano, Rogério Boccato na percussão, Harvie S no contrabaixo acústico — lenda que já tocou com Stan Getz, Chick Corea e Pat Metheny — e Paul Ricci na guitarra.

 

DIOGO ZAMBUJO ANUNCIA O SEU ÁLBUM DE ESTREIA, "VIR A SER"

Diogo Zambujo anuncia oficialmente Vir a Ser, o seu álbum de estreia, com lançamento marcado para 24 de setembro em todas as plataformas digitais, assinalando um momento decisivo no percurso de um dos nomes mais promissores da nova geração da música em língua portuguesa. 

O disco em vinil já se encontra disponível em pré-venda, numa edição limitada autografada, em exclusivo na loja online da Universal Music Portugal. Vir a Ser reúne os quatro singles que Diogo Zambujo tem vindo a apresentar ao longo dos últimos meses — “O Mundo Sou Eu”, “Amor Sem Nome”, “Pisa a Poça”, em colaboração com Tainá, e o mais recente “Contramão” — e dá continuidade a um percurso marcado por uma identidade artística cada vez mais definida. 

 Ao longo destes lançamentos, Diogo tem construído uma linguagem musical própria, onde a canção portuguesa encontra referências da música brasileira, do jazz e de uma abordagem pop contemporânea. 

Em Vir a Ser, essas diferentes influências cruzam-se com uma escrita pessoal e uma interpretação marcada pela proximidade e pela autenticidade. O álbum foi gravado entre Vale de Lobos, o Audivibe e o estúdio Roma 49, com produção de André Santos. A mistura e a masterização ficaram também, na sua grande maioria, a cargo de Bernardo Barata. 

Vir a Ser representa assim o culminar desta primeira etapa e, simultaneamente, o início de um novo capítulo na carreira de Diogo Zambujo, que continua a consolidar a sua presença na música portuguesa e que também já deixou um marco no panorama brasileiro. 

O álbum de estreia de Diogo Zambujo, Vir a Ser, já se encontra disponível em pré-venda, numa edição limitada autografada na loja online da Universal Music Portugal

MARIA MENDONÇA | Período Experimental

Depois de se dar a conhecer ao público no The Voice em 2020 e com o tema original “8 ou 80”, Maria Mendonça chega agora a um momento decisivo do seu percurso: o lançamento de “Período Experimental”, o seu EP de estreia. 

Mais do que uma estreia, “Período Experimental” é o retrato de um processo. Com produção de Twins, Maria entrega um conjunto de cinco canções construídas ao longo de um percurso feito de tentativa, erro, descoberta e, sobretudo, liberdade para experimentar. Sem procurar responder a uma fórmula ou encaixar-se num género específico, a artista deixa que cada canção encontre o seu próprio caminho, numa procura pela identidade que quer construir enquanto compositora e intérprete. 

O próprio título do EP encerra essa ideia de procura. “Período Experimental” é uma expressão familiar ao universo jurídico, com o qual Maria convive profissionalmente, mas é também uma definição particularmente feliz para o momento que atravessa enquanto artista. 

As canções foram surgindo muitas vezes depois de longos dias de trabalho, num processo que se foi construindo entre diferentes referências e linguagens. Rosalía, Rita Vian, Franco Battiato, Chico Buarque, Mayra Andrade e Garota Não são algumas das influências que acompanham este percurso e que ajudam a desenhar um universo onde tradição e contemporaneidade convivem sem necessidade de fronteiras muito definidas. 

É num equilíbrio entre a nostalgia da infância e da inocência, a construção da identidade, o julgamento, a liberdade e as questões sociais que “Período Experimental” encontra a sua coerência. Um EP que não procura apresentar respostas definitivas, mas que assume a própria procura como parte essencial do caminho. 

Depois de dar a conhecer “Aurora” no início de 2026, o foco agora é na “Estrada” que este EP escreve no caminho de Maria. Para Maria Mendonça, esta é uma primeira fotografia de um percurso ainda em construção. Um trabalho onde diferentes sonoridades, referências e formas de escrever se encontram para dar lugar a uma voz que começa agora a afirmar-se, sem pressa de se definir, mas com vontade de descobrir até onde pode ir. “Período Experimental” está agora disponível em todas as plataformas digitais.

17/09/2026

RITA REDSHOES | Fala Bem

Rita Redshoes lançou esta quinta-feira, 17 de setembro, o terceiro single de avanço do novo álbum – disco que será composto exclusivamente por canções escritas por autoras portuguesas. O tema “Fala Bem” foi escrito por A garota não e já está disponível em todas as plataformas digitais Rita Redshoes regressa às edições discográficas para apresentar, ao seu sétimo álbum, um novo capítulo na sua carreira e no panorama musical português. 

Dando seguimento ao espetáculo The Other Women (2012), em que homenageava compositoras de todo o mundo, surge agora a vontade de trazer de novo esta ideia, desta vez celebrando exclusivamente autoras nacionais. O novo longa duração irá chamar-se FALA e será lançado a 25 de setembro. Sob o mote das múltiplas facetas do universo feminino, Rita convidou algumas das cantautoras mais relevantes do nosso país a criarem canções e letras inéditas sobre as diversas perspetivas do que é ser-se mulher no mundo atual. 

Para este trabalho, contribuíram com temas originais: A garota não, Amélia Muge, Ana Bacalhau, Cláudia Pascoal, Marília Miranda Lopes (Mãe de Emmy Curl), Francisca Cortesão (aka Minta), Joana Espadinha, Mafalda Veiga, Márcia e Margarida Campelo com Ana Cláudia. 

Nas palavras de Cátia Mazari Oliveira (A garota não): “Ainda hoje as mães não falam. As raparigas chegam à vida íntima sem que as mães tivessem tido a clarividência de conversar um pouco sobre sexo, intimidade e prazer. Sobre assédio, sobre o direito e o dever de dizer não quando não queremos. E de ir se temos vontade, sem que isso nos meta um rótulo só por sermos mulheres. Sem saberem, as mães perpetuam mais umas quantas décadas de obscurantismo íntimo, ignorando os danos físicos e emocionais que resultam de uma profunda ignorância mascarada pela infinita informação veiculada pela internet. E os pais, já falaram disto às suas filhas? Aos seus filhos?” 

Para Rita Redshoes: "Quando recebi a canção da Cátia fui de imediato conduzida para uma memória antiga, de mim enquanto menina criança que fui, e para uma inquietação enquanto mãe de uma menina em crescimento. O processo de nos tornarmos mulheres e homens adultos não é fácil, nunca foi. O diálogo é essencial para que temas tão sensíveis, e muitas vezes perpetuados como tabus, não representem riscos reais. Para que as meninas possam crescer em liberdade, com respeito e protegidas. E os meninos não estão excluídos deste processo, são essenciais. Acredito que seremos seres humanos mais saudáveis, harmoniosos e felizes quanto mais despertos e sensíveis estivermos às questões que se atravessam no processo de amadurecimento físico e emocional da vida.” 

O videoclipe, realizado pelo olhar e sensibilidade do Aurélio Vasques, procura transmitir aquilo que nos apela a mensagem da letra. A ideia de uma consciência de que mães, pais, adultos, cuidadores, devem ter sobre as fragilidades no crescimento de uma menina. E os meninos não estão excluídos deste processo, são essenciais. Por isso, a presença destemida do elenco (meninas e meninos) impõe ainda mais força às palavras e torna mais presente e urgente este cuidado.

 

ANA LUA CAIANO LANÇA NOVO SINGLE "UM MAIS UM"

Ana Lua Caiano caminha de passo cada vez mais acelerado para o seu próximo longa-duração. Depois de "Uma Vida A Menos" chega-nos "Um Mais Um", canção que reflete sobre a morte através de uma sonoridade carregada de energia, uma dicotomia que se transforma em catarse. 

Já está disponível em todas as plataformas digitais A canção “Um Mais Um” é densa na sua abordagem temática, explora o tema da inevitabilidade da morte — a ideia de que “o pé que anda no chão cava cova”. Mas é também um tema rítmico e energético, profundamente enraizado em sons tradicionais portugueses e em sons eletrónicos. A ideia da canção é de uma certa forma, através do ritmo e da música, exorcizar as partes mais sombrias da vida. 

O videoclip que estreia em conjunto com o single, serve para dar imagem e retratar a letra de Ana Lua Caiano. Uma representação muito marcante das fortes (quase sinistras) palavras que vamos ouvindo ao longo da canção: um círculo desenhado em areia que se vai entrincheirando; um dominó humano que não pára de cair até chegar à nossa própria queda. 

No meio, um interlúdio "Ai, oh meu senhor / Se nos salvasses, meu senhor?" respondido com a inviabilidade do fim. O vídeo procura assim refletir sobre essa dimensão inevitável de todas as vidas: “Ai, da vida a morte, a morte é noiva. E todos que estão em pé têm véu branco.

 

16/09/2026

RODRIGO LEÃO | Misty FEST

O regresso de Rodrigo Leão a Alma Mater, no Misty Fest, conta agora com duas convidadas ligadas à história deste registo marcante na carreira do compositor português: Adriana Calcanhotto, que deu voz ao tema “A Casa”, e Lula Pena, que interpretou “Pasión”. Com ensemble, coro e estas grandes convidadas, a celebração de Alma Mater passa por quatro concertos. No Porto, os espetáculos têm lugar nos dias 23 e 24 de novembro, na Casa da Música. 

Em Lisboa, à sessão das 21.00h, já anunciada, junta-se uma nova sessão às 18.00h do dia 18 de dezembro, no Coliseu dos Recreios. Editado há 26 anos, Alma Mater é revisitado ao vivo e na íntegra na 17.ª edição do Festival.

15/09/2026

PMDS ANUNCIAM "REDENÇÃO" - NOVO ÁLBUM É ANTECIPADO PELOS SINGLES "INOCÊNCIA" e "REDENÇÃO"

Os PMDS estão de regresso aos discos com ‘Redenção’, o seu quarto álbum de estúdio, que tem lançamento marcado para o dia 1 de outubro. Para antecipar o novo trabalho, o duo açoriano formado por Pedro Sousa e Filipe Caetano lança hoje "Inocência" e "Redenção", dois singles que expõem diferentes faces do seu universo sonoro e que já se encontram disponíveis nas plataformas digitais.

Nascidos e formados na ilha de São Miguel, Açores durante as décadas de 1980 e 1990, os PMDS transportam para o presente a memória de crescer numa ilha, entre a imensidão do Atlântico e as limitações de um território com regras próprias. "Redenção" revisita essa experiência e transforma-a em matéria sonora, através de uma abordagem que cruza eletrónica contemplativa e atmosférica com a memória e a identidade insulares. 

"Redenção" chega também aos palcos a partir de Outubro, com a primeira apresentação em Lisboa, no BOTA, no dia 15, seguindo-se os Maus Hábitos, no Porto, no dia 16. A 24 de janeiro de 2027, o álbum regressa às origens, com uma apresentação nos Açores, no Arquipélago – Centro de Artes. Os bilhetes estão já disponíveis nos locais habituais.

 

CARTAZ | Concerto

14/09/2026

PODCAST 33 ROTAÇÕES

Foto: Filipa Yue

Já está disponível para audição no Spotify o novo episódio do Podcast 33 Rotações. ÏNIA apresenta na primeira pessoa o EP Tudo no Meu Peito.

/>