“Chamadas que Ignoras” é o oitavo retrato do "Álbum de Família" de PZ, desta vez com a participação d'Os Azeitonas. Depois das colaborações com Samuel Úria, Joana Espadinha, Retimbrar, Emmy Curl, Mão Morta, Margarida Campelo e Toy, chega agora a canção de Agosto, o mês em que o melhor plano é, simplesmente, "partir para além".
Construída sobre um refrão contagiante — “São tantas chamadas que ignoras” — a música transforma uma crítica ao excesso de disponibilidade permanente num convite simples: desligar o telemóvel e recuperar o tempo para a família e para os amigos. Como canta PZ, “Eu sei que tu chamaste, mas eu não vi, porque eu parti para além…”. Mais do que ignorar chamadas, trata-se de escolher estar verdadeiramente presente, longe das notificações e da sensação de que temos de responder a tudo e a todos, a toda a hora.
A colaboração com Os Azeitonas nasce de uma amizade de longa data entre PZ e João Salcedo, Nena Barbosa e Marlon, o núcleo duro da banda, unidos por uma afinidade artística assente no humor e num olhar atento sobre o quotidiano. Não por acaso, os próprios Azeitonas abordaram recentemente a relação contemporânea com a tecnologia em “Na Palma da Mão”, tornando esta colaboração um encontro natural entre dois universos que, apesar de sonicamente distintos, partilham um olhar atento, bem-humorado e crítico sobre o quotidiano contemporâneo.
Nesta gravação, João Salcedo assina o arranjo de sopros e interpreta o piano Rhodes, enquanto Nena Barbosa e Marlon emprestam as suas vozes inconfundíveis à canção. A acompanhar o grupo, participam ainda a bateria e a secção de sopros que habitualmente integram os concertos dos Azeitonas. PZ gravou o baixo, guitarra acústica e sintetizadores, para além da produção, letra e voz.
Já está disponível para audição no Spotify o novo episódio do Podcast 33 Rotações. Rui Ferreira assinala os 30 anos da Lux Records com a edição de um disco muito especial de John Mercy, "A Date With Lux".
“Nos Baisers” é o novo single do trio Mari An, Nat M e JORGE — uma ode alegre e lúdica
ao afeto do dia a dia. Construída sobre a letra terna e ritmada de Mari An, a canção celebra todos aqueles
beijos espontâneos que moldam uma história de amor: no café da manhã, depois do café, no sofá ou no
cinema.
Com um arranjo melódico fresco, cocomposto por JORGE e Nat M, e os vocais calorosos e primaveris
de Nat M, “Nos Baisers” traz uma atmosfera alegre e moderna de "pop-chanson". O refrão repete-se como
uma batida de coração — “J’adore t’embrasser, toujours envie de t’embrasser” — capturando a irresistível
simplicidade de amar sem medidas.
De 15 a 23 de agosto de 2026, Figueiró dos Vinhos transforma-se num palco multidisciplinar de arte urbana, música, residências artísticas e projetos comunitários sob o mote "As Linhas que nos Vestem". O aclamado festival Fazunchar volta a apostar convictamente na descentralização territorial e no envolvimento ativo dos cidadãos, cruzando o património histórico e cultural local com a criação artística contemporânea. Anabela Santos da Câmara Municipal de Figueiró dos Vinhos é hoje minha convidada em "Discurso Direto" para nos apresentar a edição de 2026 do Fazunchar.
Portugal Rebelde - “As Linhas que nos Vestem” é o mote para mais uma edição do Fazunchar. Quer explicar-
nos um pouco mais deste conceito?
Anabela Santos - Sob o mote “As Linhas que nos Vestem”, a edição de 2026 celebra a identidade cultural local,
inspirando-se fortemente no património, nas memórias e nas texturas industriais e históricas
de Figueiró dos Vinhos. É a partir dessas referências que o festival procura olhar para o
território e perceber de que forma as histórias, os lugares, as pessoas e os saberes que o
constituem continuam a marcar aquilo que somos.
As “linhas” são, neste sentido, uma forma de falar das diferentes camadas que compõem o
território: as linhas que desenham as paisagens, as casas e as ruas, mas também as linhas das
memórias, dos percursos, dos ofícios, dos tecidos e das relações que se foram construindo ao
longo do tempo. E “vestir” é precisamente dar corpo a essa identidade, trazê-la para o
presente e reinterpretá-la através da criação artística.
Ao longo desta edição, essas linhas cruzam-se com diferentes linguagens e disciplinas. Murais,
esculturas, desenho, fotografia, ilustração, têxteis, artesanato, música e criação comunitária
vão ocupar diferentes espaços do concelho, estabelecendo diálogos entre o património e a
contemporaneidade.
Mais do que um tema que se encerra numa imagem ou numa ideia, “As Linhas que nos
Vestem” é um convite a olhar para Figueiró dos Vinhos através das suas múltiplas camadas e a
perceber como a arte pode ajudar a revelar, reinterpretar e valorizar aquilo que nos identifica.
Através de um cartaz rico e multidisciplinar, as ruas e freguesias do município transformam-se,
uma vez mais, num palco de criação, encontro e participação.
PR - O festival volta a apostar convictamente na descentralização territorial e no envolvimento
ativo dos cidadãos. Como é que tudo isto se vai desenvolver?
Essa é uma das dimensões fundamentais desta edição.
Anabela Santos - O FAZUNCHAR quer continuar a levar a
criação artística para diferentes espaços do concelho, fazendo com que o festival seja vivido
para além de um único lugar e chegando também às freguesias.
A descentralização acontece através de diferentes propostas: das intervenções artísticas às
visitas guiadas, passando pelas oficinas, pelo projeto comunitário e pela própria programação
que se distribui pelo território.
Mas é igualmente importante o envolvimento das pessoas. Queremos que os cidadãos possam
participar nos processos, contactar diretamente com os artistas e contribuir para a construção
das experiências que acontecem durante o festival.
Temos, por exemplo, propostas de carácter intergeracional, onde se cruzam artes plásticas,
têxteis e histórias de vida locais, e temos também as residências artísticas, que colocam os
criadores em contacto direto com o território.
A nossa intenção é que a arte não seja apenas algo que se observa, mas algo que se
experimenta, se partilha e se constrói em conjunto.
PR- A música no Fazunchar tem como protagonistas Noiserv, Zarko, DJ Ivo.I.AM e DJs Demi
Johns. Quer falar-nos um pouco destas apostas?
Anabela Santos - A música é mais uma das dimensões que integra esta edição multidisciplinar do FAZUNCHAR e
que ajuda a criar diferentes momentos de encontro ao longo do festival. Também aqui
procurámos cruzar diferentes gerações, percursos e relações com o território.
O regresso de Noiserv representa, de certa forma, uma continuidade: é um artista que já
passou pelo território e que regressa agora ao FAZUNCHAR, reencontrando um público e um
lugar com os quais já existe uma relação.
Por outro lado, Zarko surge como uma das novidades desta edição, trazendo uma geração
mais jovem e um projeto que tem vindo a afirmar-se e a crescer no panorama nacional. É uma
aposta num artista em expansão, que permite também ao festival acompanhar novas
linguagens e novas formas de expressão musical.
A programação cruza ainda estas propostas com DJ Ivo.I.AM e os DJs Demi Johns, artistas com
uma ligação mais próxima ao território, residentes na região. São presenças que reforçam essa
dimensão de proximidade e de valorização de quem cria, trabalha e vive aqui perto.
São, por isso, diferentes formas de relação com o FAZUNCHAR e com o território: o regresso
de quem já cá esteve, a descoberta de novos nomes em crescimento e a presença de artistas
da região. E é precisamente esse cruzamento que procuramos na programação do festival.
A música junta-se assim aos murais, às esculturas, às residências, às oficinas, às exposições, às
visitas e à Roda de Conversas, não como um elemento isolado, mas como parte de uma
programação que procura cruzar linguagens, pessoas e experiências e fazer do território um
espaço de encontro e criação.
PR - Para terminar, três boas razões para não perder a edição de 2026 do Fazunchar.
Anabela Santos - Diria que a primeira razão é a diversidade da programação. Há propostas para diferentes
públicos e diferentes formas de viver a arte: murais, esculturas, residências, workshops,
oficinas, projeto comunitário, exposições, visitas guiadas, mercado de autor, conversas e
música.
A segunda é a possibilidade de descobrir Figueiró dos Vinhos através de outros olhares. Os
artistas vão trabalhar a partir do território, das suas características, memórias e referências, e
isso permite-nos olhar para espaços que conhecemos com uma perspetiva diferente.
E a terceira é a dimensão humana do festival. O FAZUNCHAR constrói-se no encontro entre
artistas, comunidade, visitantes e diferentes gerações. É essa participação e essa troca que dão
sentido a um festival que procura levar a arte para o espaço público e aproximá-la das pessoas.
Por isso, entre 15 e 23 de agosto, há muitas linhas para seguir em Figueiró dos Vinhos.
Algumas já conhecemos. Outras vão ser traçadas durante o próprio festival.
Aláfia – palavra de origem árabe, trazida ao Brasil pela diáspora do povo iorubá: significa
saúde, abertura de caminhos para a paz e bem-aventurança.
Teimando contra o silêncio das nações, em três línguas (português, inglês e árabe
palestino) o canto defende a compaixão, propagando a paz contra um sistema algoz que
tenta vender a vida com crueldade.
É uma declaração em defesa do povo palestino – vítima
do crime mais hediondo de nossa época. E apesar de ser uma denúncia, do refrão
sobressai a esperança ativa e a teimosia capazes de defender a humanidade.
A produção internacional conta: do lado brasileiro, a composição e produção musical são
assinadas por Gabriel Lael, direcionado artisticamente por Luas Olivieri
dentro do projeto Piracema; o produtor e multi-instrumentista Balin Araújo, além de tocar na gravação também assina a engenharia de mix e master; já no
oriente médio; o cantor palestino Ahmed Haddad interpreta a dor de seu
povo, reclamando ao próprio tempo a correção de nossas infelizes decisões; enquanto Ali
Farbod , musicista iraniano adiciona a percussão e sua interpretação em
sopros.
A edição 2026 do Azores Burning Summer regressa à Praia dos Moinhos, no Porto Formoso, nos dias 28 e 29 de agosto. Para além dos concertos já anunciados, o Festival apresenta um conjunto de iniciativas culturais, ambientais e comunitárias de acesso livre, reforçando a sua ligação à Ribeira Grande, à costa norte de São Miguel e às comunidades locais.
A programação musical do Azores Burning Summer 2026 mostra bem aquilo que o Festival tem vindo a construir: um lugar onde se encontram ilhas, cidades, culturas e diferentes formas de fazer música.
De Lura, uma das grandes vozes de Cabo Verde, a Paulo Flores, nome maior da música angolana; dos Tabanka Djaz, vindos da Guiné-Bissau, aos Capitão Fausto, de Lisboa; da sensibilidade brasileira de Zé Ibarra à energia luso-angolana dos Throes + The Shine, o cartaz do Palco Terra Nostra propõe uma viagem sonora pelo Atlântico, feita de raízes, encontros e descoberta.
A esta viagem juntam-se os DJs do Palco KIA Tropical - Keany, Portuga, Zelecta, DJs Improváveis, Herberto Quaresma, Pedro Tenreiro, Mesquita & Laura e Adrian Sherwood, da On-U Sound - para prolongar a celebração, a descoberta e o espírito tropical que fazem parte da identidade do Festival.
Com um percurso de mais de uma década marcado por distinções nacionais e internacionais, o Azores Burning Summer continua a afirmar-se como um dos projetos culturais mais relevantes dos Açores, cruzando música, natureza, sustentabilidade e comunidade num dos cenários mais emblemáticos da ilha de São Miguel.
A edição de 2026 conta com um maior apoio da Câmara Municipal da Ribeira Grande, traduzindo o reconhecimento da Autarquia pelo percurso, pela missão e pelo impacto do Festival na valorização cultural, ambiental, educativa e comunitária do concelho.
Este reforço contribui para consolidar o Festival como projeto estratégico para a descentralização da oferta cultural, a dinamização da costa norte de São Miguel e a afirmação da Ribeira Grande como território de criação, encontro e participação.
Fica hoje disponível a “Canção da Revolta”, o segundo tema do novo álbum de Janeiro, “Reticências”, com edição ainda este ano.
Esta canção é um dueto com a artista Meta_, lançada em dia de eclipse do sol e foi escrita também num dia de eclipse, há três anos.
“Canção da Revolta” representando uma reflexão sobre o ciclo inevitável entre fim e o recomeço. A revolta surge aqui, não apenas como um gesto de oposição, mas como uma força transformadora: um impulso vital que rompe a inércia e devolve movimento ao que parecia condenado à espera.
A colaboração orgânica com Meta_ acrescenta uma dimensão nova e contemporânea, que reforça o caráter atmosférico da composição, fazendo da revolta não um grito de destruição, mas um espaço de reconstrução.
A imagem do eclipse atravessa toda a canção como metáfora de um momento de suspensão, em que a luz desaparece temporariamente para dar lugar a uma nova perspetiva. A órbita solar representa esse movimento contínuo da vida, onde tudo regressa, tudo gira e tudo se transforma. A frase “A vida é onde a morte reverbera” sintetiza esta ideia de que a vida carrega sempre a memória dos seus próprios fins, e que cada renascimento nasce inevitavelmente de uma perda.
Musicalmente, “Canção da Revolta” procura traduzir esse estado hipnótico e circular através da repetição, criando uma sensação de gravidade e expansão, quase ritualística.
Integrada novo álbum de Janeiro, “Reticências”, esta canção, segundo single, representa um dos seus momentos mais contemplativos, explorando a tensão entre permanecer e partir, aceitar e transformar, deixando em aberto – como o próprio título do disco sugere – aquilo que nunca termina verdadeiramente e fica em suspenso no espaço-tempo.
A canção tem letra e música de Janeiro, Meta_, Daniela Gandra, Madalena Martins e Natalia Valle. Conta com Daniel Lima ao piano, guitarra acústica nylon de janeiro e vozes de janeiro e Meta_. Foi produzida por janeiro e gravada por Nuno Simões nos estúdios de Vale de Lobos/Slow Studios.
“Canção da Revolta” já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais.
Depois do primeiro single "Quero e não quero”, Meu General revela "Se Esperas", outra das canções do novo álbum da banda.
Assente numa sonoridade de rock clássico, o tema conta com a participação especial de João Cabeleira, histórico guitarrista dos Xutos & Pontapés, numa colaboração que surge de forma natural e reforça a identidade musical da canção.
Meu General mantém-se fiel à sua identidade, cruzando a força dos riffs, a intensidade da secção rítmica e uma escrita direta, onde o rock é entendido como uma linguagem de intervenção, e autenticidade.
A participação de João Cabeleira acrescenta uma dimensão simbólica ao tema, aproximando diferentes gerações de músicos unidos pela mesma paixão: o rock feito em português.
Mais do que um simples avanço para o novo disco, "Se Esperas" representa o espírito de "A Programação Segue Dentro de Momentos": um álbum que procura afirmar uma voz própria, sem concessões a tendências ou fórmulas, privilegiando a honestidade artística e a força das canções.
Com este lançamento, Meu General reforça o seu percurso no panorama do rock nacional, apresentando um tema intenso, frontal e actual, onde a atitude continua a ser o elemento central.
Mika e UB40 são os cabeças de cartaz da primeira edição do festival ROCK & DÃO, com atuações a 18 e 19 de setembro, respetivamente, no Parque de Santiago, em Viseu. David Bruno, Delfins, Samuel Úria, Cassete Pirata, Ganso e Os Pontos Negros completam o alinhamento musical do evento, que une a música de artistas nacionais e internacionais à gastronomia tradicional e à excelência dos Vinhos do Dão, uma das mais prestigiadas regiões vinícolas portuguesas.
O ROCK & DÃO nasce com a ambição de afirmar esta zona do país como um destino de referência para eventos culturais. Contando com o apoio institucional do Município de Viseu, da Comissão Vitivinícola Regional do Dão e do Turismo do Centro, o evento apresenta-se através da valorização da qualidade da oferta, do ambiente envolvente e da ligação ao território.
Numa experiência diferenciadora e sensorial, o ROCK & DÃO propõe uma celebração do estilo de vida contemporâneo, integrando espaços gastronómicos, zonas de convívio e experiências dedicadas à promoção dos Vinhos do Dão.
"O ROCK & DÃO é feito por nós, enquanto promotores do evento, mas pertence verdadeiramente a esta cidade. Este festival é uma celebração conjunta, e o nosso grande objetivo é continuar a trazer dinamismo, orgulho e momentos inesquecíveis que valorizem a nossa comunidade e coloquem a nossa região no mapa", afirma Pedro Morais Leitão, Diretor do Festival.
No próximo 22 de agosto, o Banho da Cobra regressa ao Recinto Desportivo do Bairro da Lomba, no Porto, para a sua terceira edição. Com entrada livre e início marcado para as 17.00h, o encontro promovido pela Lovers & Lollypops e pelos Cobrafuma volta a transformar o bairro numa paragem obrigatória do verão.
O cartaz cruza diferentes gerações e linguagens da música independente portuguesa. A tarde arranca com Unsafe Space Garden (17.00h), seguem-se Capela Mortuária (18..00h) e Cobrafuma (19.00h). A fechar, Ana Pacheco e DJ Lynce encontram-se nos decks para um set B2B (20.00h).
Ao longo da tarde será também possível adquirir "Droga Total", o novo álbum dos Cobrafuma, editado pela Lovers & Lollypops e com lançamento marcado para este mês de agosto.
Chegou recentemente às plataformas digitais o novo single de ÁTOA, “112”, que conta com a participação de D.A.M.A.. Esta é a primeira colaboração entre duas das bandas mais importantes da pop portuguesa da atualidade, muito sonhada pela banda mais jovem.
“112” fala sobre um amor que promete tudo e a dada altura não entrega. A canção tem presentes várias metáforas muito portuguesas ligadas à emergência, como uma chamada para o 112, ou até mesmo um fenómeno bastante improvável como chuva e tempestade no mês de agosto. Esta canção aborda metaforicamente o caos e a intensidade que um amor nos pode trazer.
Com uma energia fresca e leve, este tema é o resultado de uma grande amizade entre as duas bandas, que se juntam ao fim de vários anos de admiração mútua.
A canção tem letra de João Direitinho, David Mendonça, Aurora Pinto, Kasha, Miguel Cristovinho e Miguel Coimbra e música de João Direitinho, Aurora Pinto, David e Luís “Twins” Pereira.
Conta com João Direitinho, Kasha, Miguel Cristovinho, Miguel Coimbra, Catarina Vital e Mário Monginho nas vozes, João Direitinho e Catarina Vital na guitarra acústica, Mário Monginho e Luís “Twins” Pereira no baixo, Luís “Twins” Pereira nos teclados e programações, pandeiro e caixa de Wilton Vieira, tantan de Vinicius Lemos, Cícero Mateus no surdo, ganzá e tamborim, Derek Viana no violão, Lucas Sousa no cavaquinho e Bruno Nery no banjo.
Foi produzida e gravada por Luís “Twins” Pereira, com pós produção de Miguel Coimbra e assistência à produção de Joana Feu.
Depois de receber Carolina Deslandes na Bapcave, bapcat transforma o encontro criativo entre os dois artistas num novo lançamento. “Ouro” já está disponível nas plataformas digitais, com letra de Carolina Deslandes e produção, mistura e masterização de bapcat.
Mais do que uma colaboração, “Ouro” representa o cruzamento de duas identidades artísticas muito vincadas. De um lado, a escrita direta e emocional de Carolina Deslandes.
Do outro, a assinatura de bapcat, que encontra na produção uma forma de construir narrativas, criar universos e aproximar artistas que dificilmente se encontrariam noutro contexto.
A canção fala sobre a coragem de intervir, defender aquilo em que se acredita e assumir uma posição perante o futuro. Uma mensagem que Carolina Deslandes relaciona diretamente com um dos princípios que orientam a sua vida, a vontade de construir um futuro para os filhos.
“Quando recebi este convite fiquei tão feliz que tive vontade de contar a toda a gente. O bapcat e a equipa dele construíram um dos meus projetos preferidos dos últimos tempos, e fazer parte foi uma honra. Esta canção fala sobre intervir, não ter medo de dizer aquilo que pensamos e sobre o mantra da minha vida, construir um futuro para os meus filhos”, afirma Carolina Deslandes.
"Renascimento" é a primeira faixa e o ponto de partida do visual EP "299" de Don Kchino. Uma mensagem crua sobre resiliência, a verdadeira essência do rap com conteúdo e o compromisso inabalável com a cultura, o lirismo e a voz de protesto.