As artistas brasileiras Christine Valença e Caetana unem forças no
lançamento do single “Coco do Recado”, que chegou oficialmente às plataformas digitais no passado dia 6 de fevereiro. A faixa é um coco carnavalesco eletrificado que reverbera o Recife e
evidencia o vigor contemporâneo da cultura nordestina.
Mais do que uma colaboração
musical, o trabalho materializa uma ponte afetiva e criativa entre Rio de Janeiro e Recife,
construída ao longo de mais de cinco anos de trocas artísticas, vivências e escutas.
A conexão entre as artistas nasceu no universo da dança, durante uma residência de
Danças Pernambucanas no Rio de Janeiro, quando Caetana compartilhava sua arte antes
mesmo de lançar seu primeiro single.
Da admiração mútua e do desejo de aprofundar
autorias próprias, surgiu uma parceria potente, enraizada em histórias pessoais e
referências culturais comuns. “Coco do Recado” é fruto dessa ligação: um coco autoral
povoado por personagens, memórias e universos complementares.
A produção musical é assinada por Bruno Danton, da banda El Efecto, e ganha camadas
sofisticadas com as participações especiais de Aline Gonçalves — que já tocou com
Roberta Sá e Hermeto Pascoal — nos sopros, e de Ná Chuva na percussão. Christine
Valença, além de intérprete e coautora, imprime sua assinatura sonora no órgão Hammond.
A sonoridade percorre um mapa afetivo que vai do coco tradicional de Selma do Coco e
Jackson do Pandeiro, passando por repentes e emboladas, dialogando com o
Manguebeat e chegando ao soul de influência gospel de Ray Charles.
A narrativa da música se constrói como uma transmissão de memória: trata-se de um coco/
embolada sem autoria definida, que chegou a Christine por meio de sua avó recifense,
bailarina e apaixonada por frevo. “Talvez fosse mesmo de sua avó. Nunca saberemos. Mas
agora poderemos nos lembrar”, refletem as artistas, sublinhando o caráter de herança
cultural, escuta e permanência que atravessa a obra.
Essa dimensão simbólica ganha corpo no videoclipe, dirigido pela produtora baiana
Espelho Lunar, sob a direção de Clara Campos e Bianca Bomfim. Filmado em película
16mm, o clipe dialoga com o cinema nordestino contemporâneo e evoca atmosferas de
suspense e sonho, em referências que remetem a O Agente Secreto.
O imaginário do
Nordeste ancestral e do carnaval de Olinda se materializa em figuras como o Homem da
Meia-Noite, Caboclos de Lança, La Ursa e Boizinhos, criando uma paisagem onírica para o
“recado” que a canção propõe.
Maria León regressa em 2026 com o seu terceiro álbum a solo intitulado Brumas do
Luar – Lisboa, Mar e Alma, com uma sonoridade dentro da esfera da World Music
(Músicas do Mundo), dando ênfase aos instrumentos acústicos nela inseridos. Um
trabalho que surge no seguimento da expressão da sua maturidade artística e procura
da autenticidade. Maria León é hoje minha convidada em "Discurso Direto".
Portugal Rebelde - A que se fica a dever a escolha de “Brumas do Luar – Lisboa, Mar e Alma” para título deste novo disco?
Maria León - Este título nasce muito do meu imaginário noturno, dado que a maior parte das canções foram compostas à noite. As “brumas” representam precisamente essas músicas, que vivem na sombra, num lugar mais interior e contemplativo.
Lisboa tem a ver com as minhas origens, ao lugar onde nasci, e também a esse romantismo literário tão próprio da cidade.
Independentemente de onde vivamos, o lugar onde nascemos marca-nos profundamente e faz parte da nossa identidade.O mar surge como um elemento central; fascina-me pela sua força enquanto metáfora poética que nos atravessa ao longo dos séculos. É uma presença ligada à contemplação interior e simboliza não só a nossa nacionalidade, mas também a nossa totalidade enquanto portugueses, num movimento permanente entre o sonho, a saudade e o imaginário coletivo que herdámos da nossa história e das descobertas feitas através do mar.
A alma, é essa identidade mais profunda a que nos acompanha também ao longo dos séculos, esse sentir puramente português que oscila entre a melancolia, a tristeza e a alegria, emoldurada pela saudade, fé e inquietação, ilustrando também essa insatisfação permanente, como uma esperança lírica quase onírica, sobre quem somos afinal na realidade atual e quem seremos no futuro enquanto nação.
Daí que quis trazer todos esses estados emocionais para o disco como pequenas histórias, quase como personagens literárias, onde o amor, em sentido figurado, é sempre o centro da poesia cantada.
PR - No alinhamento do álbum destacam-se colaborações com Carlos Maria Trindade e Rodrigo Leão. Quer falar-nos um pouco mais dessas participações?
Maria León - Estas participações não surgem ao acaso. Nasceram de uma vontade muito consciente de trabalhar com artistas e criadores de exceção, pessoas que conheço há muitos anos e com quem partilho afinidades humanas e artísticas. Sempre senti que compreenderiam naturalmente a linguagem estética e emocional que queria dar a este disco. O Carlos Maria Trindade assumiu a responsabilidade da maioria dos arranjos e participou também como autor/compositor de dois temas. Sou grande admiradora do seu percurso, e quis trazer para este trabalho o seu lado mais clássico e contemplativo, um lado autoral menos conhecido, mas que se encaixa perfeitamente neste universo feminino e de “alma portuguesa” que atravessa o disco. Houve uma grande sintonia emocional na forma como estas canções foram trabalhadas.
Dai que nesta sequência de cumplicidades de longa data, convidei Rão Kyao, um ícone da nossa portugalidade mais tradicional, para dar um encanto especial também a um dos temas de Carlos Maria Trindade” E tão imóvel me deixo “ trazendo uma dimensão poética e intemporal acrescentando uma respiração ilustrativa muito própria no universo deste tema, assim como a participação especial de Pedro Jóia, dando uma sonoridade clássica e ibérica ao segundo tema autoral de Carlos Maria Trindade, “Ao Deus Dará”. Com o Rodrigo Leão foi, de facto, um sonho realizado. É um artista profundamente conceptual, um condensador de universos estéticos intemporais, sempre com uma portugalidade muito presente, desde a mitológica, clássica e urbana. Inicialmente eu queria interpretar um tema seu, mas acabou por surgir a oportunidade de trabalharmos juntos em coautoria, o que tornou tudo ainda mais especial, onde surgiu o tema “ Miragem” . Trabalhar dentro do seu universo, foi muito livre e inspirador, e os arranjos do Carlos Maria Trindade, criaram sem dúvida, uma belíssima simbiose artística entre estes dois mundos.
PR - Neste álbum apresenta também temas em parceria com o seu irmão Pedro León. De que nos falam essas canções?
Maria León - Estes dois temas escritos com o meu irmão Pedro León, canções são um pequeno espaço no disco que eu reservei ao mundo da MPB, chamado Lisboa Bossa, como regressando um pouco às origens, representando os tempos em que eu e o meu irmão vivíamos em Lisboa, em casa dos meus pais e onde ouvíamos muita música diversa, e onde um dos géneros era MPB. O meu irmão sempre teve uma ligação muito especial a esse universo, continuando, ainda hoje, a tocar muitos dos clássicos.
Os dois temas falam de um amor frágil de quem se sente num estado mais frágil, quando parece que um ama mais que o outro, amores não correspondidos na mesma medida. São quase pequenos poemas narrativos, como capítulos de um livro que se têm de fechar, onde coexistem saudade, desamor e despedida.
PR - Este disco é apresentado ao vivo no Coliseu Club, no próximo dia 15 de abril. O que é que o público pode esperar deste concerto?
Maria León - Neste concerto quero, acima de tudo, reproduzir o espírito do disco: as emoções, os sentimentos e uma ligação direta e próxima com o público.
Será um concerto intimista, onde a palavra é cantada como poesia e cada frase tem um peso emocional.
Quero que o público sinta que estas histórias também poderiam ser suas, como quando se lê um livro ou se bebe um café no seu espaço privado.
É um disco português, para portugueses, pensado num sentir português genuíno, sem grandes artifícios, onde os instrumentos soam de forma orgânica e natural, sem excessos de produção, privilegiando a autenticidade da nossa realidade. A sonoridade assenta na naturalidade da voz e dos instrumentos, tendo o piano clássico e o violoncelo como principais motes estéticos e instrumentais deste trabalho.
Acompanham-me em concerto:
Emanuel de Andrade ( Piano e direção musical) Carlos Tony Gomes ( Violoncelo) Thomas Zellner ( Guitarra Acústica) Leopoldo Gouveia ( Baixo) Sebastian Scheriff ( Percussões) -
Convidados confirmados para este concerto: Carlos Maria Trindade, Pedro Jóia e Pedro León.
Fate of Destiny é um projeto de metal híbrido que mescla poder sonoro bruto com profundidade
narrativa emocional e tecnologia de ponta. A banda é formada por
a vocalista portuguesa Miriam Dias e o produtor belga Jeroen Decorte, cujo
a colaboração une continentes e disciplinas musicais.
Fate of Destiny explora temas de luta interior, transformação, saudade e o
tensão eterna entre escuridão e luz. A música mistura preto melódico
metal, grão nu-metal e power metal sinfônico, enriquecido com elementos cinematográficos
arranjos e atmosferas assustadoras. Mas é mais do que música – é um
experiência artística.
Ao integrar recursos visuais gerados por IA, coleções NFT e projeção de vídeo ao vivo, Fate
of Destiny convida o público a uma jornada totalmente envolvente que transcende
gêneros tradicionais.
Cada faixa é combinada com arte exclusiva cunhada como NFTs –
portais simbólicos para o núcleo emocional de cada música.
Através desta fusão em camadas de som, imagem e história, o projeto visa conectar
com os ouvintes em um nível profundo, ao mesmo tempo em que mostra o potencial criativo de novos
tecnologias na música.
Depois de editarem “Outra Vez Arroz” no passado dia 12 de fevereiro, os Baleia Baleia Baleia anunciam agora as primeiras datas de apresentação ao vivo do novo disco. A digressão arranca já a 19 de fevereiro, no Porto, e prolonga-se até abril, com concertos um pouco por todo o país.
Editado com selo da Saliva Diva e o apoio da Fundação GDA, “Outra Vez Arroz” marca o quinto lançamento do duo portuense - e o terceiro longa-duração, depois de “Baleia Baleia Baleia” (2018) e “Suicídio Comercial” (2022).
A dupla formada por Manuel Molarinho (baixo e voz) e Ricardo Cabral (bateria e voz) mantém o espírito DIY que sempre os definiu, num disco que nasce da sua assinatura particular: baixo, bateria e voz como motor criativo.
No alinhamento do disco, o tema de abertura, “ANTIFA AO CONTRÁRIO É OTÁRIO” (que conta com participações de Scúru Fitchádu [Marcus Veiga], EVAYA [Beatriz Bronze] e do Coro Informal Antifa), estabelece desde o início o carácter crítico e provocatório do álbum. Em “AUTO-EXTINÇÃO” e “SUPER-AGROBETO”, a banda assume o humor como arma afiada. Já “NPC”, o single previamente lançado, explora o niilismo contemporâneo estimulado pelo pára-arranca típico do duo.
Entre estas tensões surgem ainda temas como “DEIXA O FRIO ENTRAR” e “HEDONINHO”, onde a banda polvilha um horizonte duro com fragilidade, prazer e pequenas aberturas de luz. “SOBRESTIMULADOS” e “VAI CHAMAR-SE OVERTHINKING, OU SE CALHAR NÃO, TALVEZ SEJA MELHOR UM TÍTULO EM PORTUGUÊS” refletem sobre a vida sem descanso, e a faixa que dá nome ao álbum, “OUTRA VEZ ARROZ”, oferece uma pequena pausa instrumental para respirar feedbacks e outros barulhos.
Reconhecido pela intensidade e pela relação direta com o público, o espetáculo dos BALEIA BALEIA BALEIA regressa à estrada para apresentar ao vivo este novo capítulo.
Biografias do Amor chega agora, pela primeira vez, em formato vinil, numa edição revista em 2026 que recupera e celebra uma das compilações mais emblemáticas da obra de Sérgio Godinho.
Reconhecido como o “Escritor de Canções”, Godinho construiu ao longo de décadas um repertório singular na música portuguesa, onde as palavras, a sensibilidade e a humanidade se cruzam em canções que atravessam gerações.
Esta compilação reúne alguns dos seus mais marcantes temas dedicados ao amor — nas suas diferentes formas, contradições e intensidades — oferecendo um panorama profundo da sua escrita e da sua música.
A edição de 2026 inclui ainda uma gravação inédita de “Tudo no Amor”, captada ao vivo, que acrescenta um novo capítulo a este percurso.
Nesta versão, a canção revela-se crua e emotiva, sublinhando a força da composição e a presença genuína do artista no momento de performance.
O lançamento em vinil acontece em paralelo com dois concertos, onde Sérgio Godinho apresenta o espetáculo “As Canções de Amor de Sérgio Godinho”. O artista estará em palco no Porto no dia 15 de fevereiro, para um concerto que celebra este repertório e a sua ligação duradoura ao público.
Com esta edição em vinil, Biografias do Amor assume uma nova presença enquanto objeto físico, destacando um clássico contemporâneo e reafirmando a relevância de um dos mais importantes criadores da música portuguesa.
Treze anos depois de “Alvorada da Alma”, Dealema, o pentágono composto por Expeão, Fuse, Maze, Mundo Segundo e DJ Guze regressou ao estúdio e trouxe consigo uma mão cheia de convidados. “96 ao Infinito” já está disponível para escuta nas plataformas de streaming.
A partir de 21 de Fevereiro é possível encomendar o álbum em dealema.pt
Em contagem decrescente para o concerto de celebração dos 30 anos no Coliseu do Porto, a 20 de Fevereiro - já esgotado - “96 ao Infinito” apresenta-se não só como herança e retrospetiva de uma existência mas principalmente como um portal para o futuro.
David Fonseca edita hoje "Nada a perder" o primeiro single do seu décimo álbum de originais, que será apresentado ao vivo em Lisboa, no Sagres Campo Pequeno, no dia 28 de novembro e no Porto, na Super Bock Arena, no dia 21 de novembro.
O single, que já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, antecipa um disco inteiramente cantado em português, onde a música surge como espaço de liberdade, aventura e risco, e revela a energia criativa que acompanha o cantor desde a adolescência.
O tema nasceu do encontro inesperado com uma cassete antiga, gravada em casa dos pais, onde a curiosidade e o entusiasmo de um adolescente se fizeram ouvir. Essa descoberta inspira um single que é, ao mesmo tempo, uma homenagem à essência de quem começou a escrever música por impulso e uma celebração da ideia de seguir caminhos sem garantias, de arriscar antes de medir.
Estas novidades surgem depois de um ano histórico para David Fonseca, que celebrou 25 anos de carreira a solo, com uma digressão que percorreu o país de norte a sul.
Ao longo de mais de duas décadas e meia, editou 14 álbuns de estúdio e inúmeros singles que se tornaram referência, como “Kiss Me, Oh Kiss Me”, “Deixa Ser” ou “Someone That Cannot Love”, mantendo uma presença sólida, consistente e profundamente ligada ao público.
O último ano ficou ainda marcado com o regresso aos palcos dos Silence 4, com a banda a percorrer o país e a encher as maiores salas de espetáculos do país, incluindo quatro concertos na Super Bock Arena e dois na MEO Arena.
Cada concerto reforçou a força duradoura de um repertório que atravessa gerações e mostrou a ligação única da banda com o público.
Este novo single prepara o terreno para o álbum de originais previsto para 2026. Entre memória, descoberta e inovação, David Fonseca reafirma-se como um artista que transforma a música em experiência, onde passado e futuro se cruzam e cada canção é uma porta aberta à possibilidade.
Trevo de Cordas é um projeto de quatro
barcelenses que se reuniram para formar
uma banda com influência folk.
O seu álbum de estreia é lançado hoje, dia 13 de fevereiro nas
plataformas digitais.
Munidos de vários instrumentos de cordas, percussão variada,
flauta e voz, Beatriz, Gabriela, Sara e Tiago animam o público,
envolvendo-o em lendas tradicionais, contos e histórias
“do arco
da velha”
, sendo ainda reconhecidos pelos seus instrumentais
etéreos e verdadeiramente épicos.
Trevo de Cordas é um álbum de conceito onde as raízes e
influências musicais dos quatro amigos se unem. Dessa união
resulta a composição perfeita de um estilo único, combinando
o folk, a música celta, a influência medieval, a música popular
portuguesa, uma abordagem neoclássica, improvisação, e
referências às músicas do mundo.
Simultaneamente, este álbum apresenta melodias inspiradas
em figuras emblemáticas da cultura popular regional
(pescadores, almocreves, peregrinos), lendas de Barcelos e
indivíduos cujo quotidiano passa pelas antigas estradas das
freguesias do concelho. É ainda fortemente caracterizado pelo
mundo de fantasia, contando histórias
“
corriqueiras” em que
personagens fictícias vivem aventuras fantásticas.
Depois de lançar o single “Ícaro desce e vamos falar do sol” a 16 de janeiro, O Homem que Fugiu do Mundo acaba de editar o seu álbum de estreia, “Sílfio”, um trabalho conceptual que parte da metáfora de uma planta extinta para refletir sobre a condição humana contemporânea. O álbum conta com o Apoio Fundação GDA.
O Homem que Fugiu do Mundo é o projeto a solo de Vítor Pinto, músico, compositor e mente criativa ligada aos Malibu Gas Station.
Embora exista há mais de uma década, o projeto manteve-se durante anos num registo íntimo e reservado, ganhando agora corpo público através de uma abordagem assumidamente DIY. Em “Sílfio”, tal como nos lançamentos anteriores, Vítor Pinto assina todas as etapas do processo criativo - da composição à produção, gravação e edição visual - afirmando uma linguagem autoral marcada pela introspeção, pela recusa de fórmulas e pela construção de um imaginário próprio.
Blaya, artista do famoso hit “Faz Gostoso”, regressa aos palcos com “ARRAIÁ.L” – um novo espetáculo que celebra a sua identidade luso-brasileira e a ligação cultural entre Portugal e Brasil. A primeira apresentação será no B.Leza no próximo dia 26 de março
O espetáculo cruza a energia dos arraiais populares portugueses com a alegria vibrante das festas juninas brasileiras, criando uma experiência única onde música, dança e emoção se encontram.
Como antecipação e ponto de partida deste arraial que está prestes a subir ao palco, Blaya apresenta uma nova versão da canção “Caixa de Correio”, tema originalmente incluído no álbum Lado B.
Para esta reinterpretação, a artista convidou o grupo Viva o Samba, reforçando a ligação ao Brasil que corre no seu sangue e às raízes rítmicas que influenciam o seu percurso artístico.
A harpista e artista portuense Frederica Vieira Campos atua no auditório do Passos Manuel no próximo Sábado
(14 de fevereiro) num concerto puramente improvisado onde a mesa de mistura manipulada pela instrumentista nos desvenda as potencialidades eletrónicas de uma harpa emancipada.
“Conta-me Uma Canção” termina na próxima terça-feira, dia 17 de Fevereiro, com a dupla Samuel Úria + Rui Reininho, cujos bilhetes esgotaram em poucas horas. A canção está viva e recomenda-se, tal como se recomenda uma longa vida a estes concertos especiais que juntam música, letra e histórias inesquecíveis.