14/07/2026

FESTIVAL F | Faro

O Festival F regressa à Vila Adentro para celebrar a sua 11.ª edição e reafirmar Faro como um dos grandes pontos de encontro da música e da cultura em Portugal. Entre 03 e 05 de setembro, o Último Grande Festival de Verão volta a ocupar ruas, praças e largos entre muralhas na cidade velha, com uma programação que cruza artistas consagrados, novos talentos, artes performativas, exposições, tertúlias, espaços para crianças e mercados de autor, pensado para públicos de todas as gerações. 

Ao longo de mais de uma década, o Festival F afirmou-se como uma celebração da música portuguesa e da criação artística nacional. Em 2026, mantém-se fiel a essa identidade, apresentando um cartaz que acompanha a evolução natural da música e dos seus cruzamentos culturais. 

Da pop ao hip hop, da eletrónica ao rock, do fado ao jazz, diferentes estilos convivem num programa que espelha a riqueza da criação musical contemporânea. Slow J, Carminho e Orquestra do Algarve, Bárbara Tinoco, Wet Bed Gang, Tz da Coronel, Papillon, HMB, Clã, Moonspell, Branko, D.A.M.A, Nelson Freitas, The Gift, Chico da Tina, ÁTOA, Ricardo Ribeiro com a Orquestra de Jazz do Algarve, Maninho, Mind da Gap e Danni Gato são alguns dos nomes que compõem um cartaz que atravessa diferentes gerações, estilos e sensibilidades musicais. 

Ao lado dos artistas mais consagrados, o Festival F continua a afirmar-se como uma plataforma de descoberta, reunindo projetos em diferentes momentos do seu percurso artístico. Entre novas vozes, carreiras em afirmação e nomes já incontornáveis da música portuguesa, PAUS, Irina Barros, Bizarra Locomotiva, Aragão, Camaleão Azul, Peculiar, TRAVO, Joana Almeirante, Diana Vilarinho, Afonso Rodrigues, Jasmim, Elisa, Rafael Toral, Rita Cortezão, Peixe e Ana Tereza distribuem-se pelos vários palcos da cidade, enriquecendo uma programação que espelha toda a diversidade do Festival F. 

A presença de artistas brasileiros, entre os quais Tz da Coronel, volta a reforçar a histórica ligação entre Portugal e o Brasil. O cartaz integra ainda Nelson Freitas, um dos maiores nomes da música cabo-verdiana contemporânea, consolidando o diálogo do Festival F com diferentes geografias do espaço lusófono. A esta diversidade junta-se uma forte representação regional, com cerca de 30% do cartaz composto por artistas algarvios, uma presença que não resulta de uma lógica de quota, mas do mérito, da qualidade e da vitalidade da criação musical que nasce na região. 

A edição de 2026 marca ainda o regresso do Palco Fábrica, reforçando os espaços dedicados à descoberta de novos projetos. O Palco Castelo assume uma nova configuração e passa a receber a Silent Party, enquanto o antigo Palco Magistério deixa de integrar o circuito de concertos. Ao longo das suas onze edições, o Festival F expandiu-se de 5.000 m² para 38.500 m², acolheu 560 concertos e recebeu mais de 350 mil visitantes. 

Um percurso que acompanha o crescimento do próprio festival e consolida Faro como um dos mais relevantes destinos culturais do país. Durante três dias, o Festival F convida o público a descobrir Faro para lá dos palcos. Entre ruas históricas, praças, muralhas e edifícios emblemáticos da Vila Adentro, a cidade transforma-se num palco vivo, onde a música se cruza com o património e a proximidade entre artistas e público cria uma experiência verdadeiramente única. 

A Ria Formosa, que abraça toda a cidade, uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal e um dos mais importantes santuários de biodiversidade da Europa, completa um convite para viver Faro em toda a sua riqueza cultural, histórica e natural. Organizado pela Câmara Municipal de Faro, Ambifaro e Teatro das Figuras, o Festival F continua a crescer e a reforçar a sua missão: valorizar a criação artística, apoiar novos talentos e contribuir para o desenvolvimento cultural e social da cidade de Faro, do Algarve e do país.

GONÇALO SANTANA | Paraíso

O cantor, compositor e produtor luso-suíço Gonçalo Santana apresenta o seu novo single, "Paraíso", já disponível em todas as plataformas digitais.

Com uma sonoridade Pop contemporânea, influenciada por ritmos Afro-Pop e guitarras envolventes, "Paraíso" retrata aquela sensação rara de encontrar alguém que transforme qualquer lugar em casa.

A música transmite a ideia de que o verdadeiro Paraíso não á um destino, mas sim a pessoa certa.

ALINE PAES | Coimbra

13/07/2026

MARTA LIMA ANUNCIA DIGRESSÃO POR FRANÇA E ESPANHA

Depois de lançar "Maré Cheia", o mais recente single que antecipa o seu aguardado álbum de estreia, com edição prevista para 2027, Marta Lima prepara-se para um dos momentos mais marcantes da sua carreira ao anunciar a sua primeira digressão internacional. Durante o mês de agosto, a cantautora portuguesa levará a sua música até França e Espanha, num percurso que representa um novo capítulo da sua afirmação artística além-fronteiras. 

 Ao longo de dez concertos, Marta Lima acompanhará a cantora e compositora francesa Daphné Chenel, numa viagem que passará por várias cidades francesas, entre elas Paris, terminando em Madrid. Um encontro artístico que aproxima duas compositoras de universos distintos, mas unidas pela mesma sensibilidade na escrita, pela intimidade das suas canções e por uma abordagem profundamente emocional à música. 

Com dois EPs editados, Marta Lima tem vindo a afirmar-se como uma das vozes emergentes da nova canção portuguesa. Depois de passar por palcos de referência como o NOS Alive, Vodafone Paredes de Coura e Festival F, leva agora as suas canções, bem como alguns inéditos do seu primeiro disco, a novos públicos europeus, reforçando uma identidade artística que cruza delicadeza e autenticidade. Do lado francês, Daphné Chenel prepara também um momento decisivo da sua carreira. 

Depois da edição do seu primeiro EP, a cantora encontra-se a finalizar o seu álbum de estreia, com lançamento previsto para o final de 2026, cujas novas canções serão apresentadas em primeira mão ao longo desta digressão. Mais do que uma sucessão de concertos, esta tour simboliza um passo importante no percurso das duas artistas. 

Ao cruzarem fronteiras e partilharem palco durante um mês, Marta Lima e Daphné Chenel dão início a um diálogo artístico entre Portugal e França, levando a sua música a novas geografias e conquistando novos públicos através de um espetáculo onde a proximidade, a emoção e a canção de autor ocupam o centro da narrativa. 

Agosto marca, assim, o início de uma nova etapa para Marta Lima, que continua a construir um percurso sólido e cada vez mais internacional, levando consigo a nova geração da música portuguesa para além das suas fronteiras.

CARTAZ | Concerto

12/07/2026

TIAGO VILHENA | Mau Mau Bem Bem

Depois de uma viagem musical que começou nos Savanna, passou pelo pop em inglês de George Marvinson e amadureceu na canção portuguesa com os discos Portugal 2018 e Canções Mundanas, Tiago Vilhena está de volta. O cantautor regressa com Salatrano no dia 25 de Setembro, antecipado pelo single “Mau Mau Bem Bem”. Fiel ao seu hábito de fazer caber o mundo numa canção, Tiago volta a criar uma atmosfera sem nação que, ainda assim, respira costumes portugueses. 

No primeiro single, Tiago apresenta-nos uma canção sobre sermões e a vontade de contrariar a autoridade ao som de um ritmo popular. Numa música onde o tema é repreensão, liberdade, infância e autoridade, revisitamos memórias com uma letra brincalhona com a boa disposição já conhecida do artista. Já no título, um jogo de contrários, do "Mau Mau", "Bem Bem", revela-se a sua marca, o seu gosto pela palavra. Chega-nos com um título de dois opostos que nada mais nada menos querem dizer exatamente a mesma coisa: está o caldo entornado. 

O single (e todo o disco que virá em setembro) foi gravado nos estúdios Cuca Monga com o Domingos Coimbra e o Manuel Palha, e misturado em “casa”, nos estúdios Pontiaq do irmão Miguel Vilhena com quem já tem um passado colaborativo vasto. Quatro anos depois do último disco, Tiago Vilhena prepara-se para lançar um trabalho novo, fresco e onde o estilo já conhecido do artista continua a estar presente, mas abre espaço a elementos inéditos na sua discografia. 

Desde o habitual folclore português, ao indie das suas raízes, cruzam-se influências improváveis de uma forma elegante sempre com a já conhecida vontade de trazer ligeireza a qualquer tema. Em dez canções, Tiago Vilhena acrescenta um novo capítulo a um percurso marcado pela curiosidade, pela diversidade e pela recusa de ficar preso a um único estilo. E, no fim de contas, resta a dúvida: o que é Salatrano?

11/07/2026

SMARTINI | Rush Mirror

"Rush Mirror'" primeiro single que marca o regresso dos smartini​. 

"Rush Mirror é, no fundo, um espelho com duas faces. Ambas se misturam e, no fundo, tornam tudo numa manta de retalhos, onde se perde o foco e a identidade. Hoje em dia, há uma crescente tendência ao crescimento precoce e desproporcional das novas gerações sempre mergulhados em tecnologia e imagem, abandonando os brinquedos e as brincadeiras de um tempo mais longínquo. 

Convencem-se, assim, que são dotados de força e de aptidões. Enquanto uns enfrentam realidades duras, numa juventude precoce, outros percorrem vidas fúteis, num desperdiçar de toda a essência da nossa existência. 

É urgente voltar a abraçar o que importa na humanidade e deixar para trás este fast food diário onde aquilo que se absorver, rapidamente desaparece e é automaticamente substituído. Há que voltar a conhecer-nos enquanto indivíduo e não a ser uma projeção daquilo que a sociedade nos dá."

 

10/07/2026

ANTÓNIO BASTOS | You Are Amazing

O produtor António Bastos regressa aos lançamentos com o single "You Are Amazing", uma faixa que cruza o dinamismo da eletrónica com uma história de vida digna de filme. 

O embrião da música nasceu no ano passado, após um reencontro inesperado. Dois amigos que estudaram juntos no Conservatório de Música de Aveiro e partilharam palcos numa Big Band reencontram-se anos mais tarde, depois de um deles ter emigrado para os EUA sem nada e ter alcançado o "sonho americano".

"O convite para tocar no casamento desse amigo, nos EUA, foi o ponto de partida para a criação de "You Are Amazing". Sonoramente, a faixa é uma lufada de ar fresco que viaja pelo Synth-Pop e Nu-Disco dos anos 80, mas que se destaca pela sua riqueza orgânica: a melodia une a tradição brilhante da guitarra portuguesa a um solo rasgado de saxofone ao vivo. 

A faixa abre com uma introdução nostálgica em português ('No Conservatório dois a sonhar"), desaguando num refrão energético cantado em inglês que promete agarrar os ouvintes."

09/07/2026

PODCAST 33 ROTAÇÕES

Já está disponível para audição no Spotify o novo episódio do Podcast 33 Rotações. Manuel Linhares apresenta na primeira pessoa o álbum "Atlântico".
 

FUTURE3 | Despite The Rumbling

Future3 são Irina (teclas/sintetizadores), Miguel (baixo/sintetizador) e Rodrigo (bateria), um trio de Berlim que parte do jazz sem o tratar como território fixo. Teclas, sintetizadores, baixo e bateria são as principais coordenadas, mas a música raramente permanece no mesmo lugar durante muito tempo: tanto pode aproximar-se da densidade harmónica da tradição jazzística, como atravessar o futurismo dos sintetizadores e do sampling. O seu primeiro álbum Despite the Rumbling é editado pela Jazzego Records a 25 de julho. 

O título não é decorativo. Nasce de uma sensação bastante concreta: o mundo está ruidoso, instável, difícil de ignorar, e ainda assim a banda escolhe encontrar-se numa sala para fazer música em conjunto. Não há aqui qualquer tentativa de fingir que esse ruído de fundo não existe. 

O disco carrega consigo parte dessa pressão, tocando em ideias de comunidade, capitalismo, inteligência artificial, streaming e no estranho esforço de tentar manter uma vida artística enquanto tudo à volta se torna mais complicado. Gravado no Butterama Recording Center em Berlim por Daniel Nentwig e Freddy Corazzini, Despite the Rumbling preserva a energia de músicos a tocar juntos no mesmo espaço. 

Os Future3 procuravam algo antiquado no melhor sentido: o som de pessoas a escutarem-se, a tomarem decisões em tempo real, a deixarem que a sala e o dia marcassem a música. Algumas coisas ficam soltas. Algumas arestas permanecem visíveis. A intenção nunca foi corrigir o disco até o deixar no sítio. 

Ao mesmo tempo, este não é um álbum nostálgico. Fender Rhodes, piano acústico, Minimoog, Korg MS-20, cadeias de pedais, amostragem digital, síntese granular e resampling entram todos em cena. O grupo aponta Esbjörn Svensson Trio, Sun Ra, o afrofuturismo dos anos 70, jazz progressivo, jazz psicadélico e future jazz como referências. 

As peças atravessam partes, estados de espírito e texturas com uma paciência que vem de quase dois anos a tocar e a viver com algum deste material. Há também convidados, e não entram apenas como ornamento. Jamichael Frazier surge na flauta em "Breeze on the Menu", Kelly O'Donohue acrescenta trompete a "Grace" e "Flares", e Kota No Uta junta-se a "Mystic Sheep", uma faixa que mudou tanto de forma durante a sessão que o seu papel se aproximou da co-escrita e da coprodução. Estas colaborações alargam o som do trio sem desviar o álbum da sua força central: a conversa instável e generosa entre três músicos. 

O single "Breeze on the Menu" está já disponível nas plataformas digitais desde o passado dia 7 de julho. A capa, criada a partir de uma tapeçaria de Koen Taselaar com design de Simone Trum, oferece ao disco outra imagem útil. Remete para o longo hábito humano de prever o apocalipse e falhar. Essa ideia assenta naturalmente na música: há ansiedade, mas também humor, calor e uma recusa em parar de avançar. 

Depois do EP Places e do single "No Slip", os Future3 já construíram uma vida ao vivo em torno da sua música, com concertos na Alemanha, Áustria, Dinamarca, Portugal, Eslováquia, Chéquia e Polónia. Despite the Rumbling soa ao momento em que essa experiência de palco, o estúdio e o conjunto mais amplo de influências da banda começam a assentar numa linguagem mais clara. 

É música feita com o mundo exterior audível nas paredes, mas também com a crença teimosa de que uma sala partilhada ainda pode produzir algo a que vale a pena agarrarmo-nos.

JOÃO FARINHA & ORQUESTRA CLÁSSICA DO CENTRO | Coimbra

Já se encontra disponível em todas as plataformas digitais "Coimbra", o novo tema de João Farinha, inspirado na identidade única da cidade e na profunda ligação que gerações de estudantes, artistas e visitantes mantêm com Coimbra. 

O videoclipe oficial teve a sua estreia absoluta no passado 4 de julho, no âmbito da Cerimónia Comemorativa do Dia da Cidade de Coimbra, realizada na Antiga Igreja do Convento São Francisco, tendo assinalado, por convite da Câmara Municipal de Coimbra, a abertura da cerimónia oficial. Mais do que um lugar, Coimbra é uma memória coletiva, um património vivo construído por gerações que nela estudaram, viveram, sonharam e cantaram. 

Cidade de conhecimento, cultura e tradição, continua a afirmar-se como um espaço de encontro entre passado e futuro, onde a história se cruza diariamente com a criação artística. Com letra e música de João Farinha e arranjos de Pedro Carvalho, o tema une a tradição do Fado de Coimbra a uma dimensão orquestral contemporânea, numa interpretação que reúne João Farinha, Hugo Gamboias (guitarra portuguesa), Diogo Passos (guitarra clássica) e a Orquestra Clássica do Centro, sob direção do maestro Sérgio Alapont. 

 Gravado no Cineteatro Messias, na Mealhada, "Coimbra" presta homenagem ao espírito coimbrão através de uma linguagem musical que aproxima a tradição do Fado de Coimbra da sonoridade da Orquestra Clássica do Centro.

 

08/07/2026

SARAH NEGRA | Gira

Foto: Vera Marmelo

Depois do concerto de lançamento de Amor e Magia na Casa Capitão, Sarah Negra revela "Gira", um dos temas mais luminosos e libertadores do álbum. A canção nasce da convicção de que o corpo guarda uma sabedoria própria e de que o movimento é uma das formas mais poderosas de transformação. Mais do que uma canção sobre dançar, "Gira" é um convite a regressar ao corpo como lugar de presença, liberdade e regeneração. 

Através do ritmo, da repetição e da entrega ao movimento, o tema explora a forma como a dança pode dissolver tensões, desbloquear emoções e alterar a nossa energia. Cada volta, cada passo e cada gesto tornam-se uma possibilidade de libertação, lembrando que o corpo possui uma inteligência capaz de nos reconectar com a nossa essência. 

"Gira" ocupa um lugar especial enquanto manifesto de liberdade corporal e emocional. É uma canção que convida cada pessoa a abandonar o controlo, a escutar o próprio corpo e a descobrir, no movimento, uma forma de cura, renovação e transformação. Sarah Negra (Sara Ribeiro) é uma criadora multidisciplinar, poeta, cantora. Criadora e atriz, a sua afirma-se pela intensidade, pelo risco e por uma presença artística profundamente magnética. 

O seu trabalho atravessa música, artes performativas e visuais, construindo um universo onde o corpo, a palavra e a emoção se tornam ferramentas de transformação e confronto e libertação direta com o público. Entre palco e estúdio, Sarah Negra afirma-se como uma artista total — uma mulher que escreve, interpreta e transforma, criando experiências que rompem e questionam os formatos tradicionais dos encontros entre artistas e públicos, e se aproximam de um território onde arte, corpo magia e presença se fundem. 

Na música, desenvolve um percurso autoral onde a canção se cruza com a poesia e a performance. Fundadora de projetos como Los Negros e, mais recentemente, Sarah Negra, assume a escrita, composição, voz e direção artística, construindo uma linguagem própria que escapa a géneros e convenções. 

No universo de Sarah Negra, cada canção é um ato de presença — um espaço de libertação, tensão e transcendência, aqui ao lado dos músicos Ricardo Martins e Alexandre Bernardo a liberdade é matéria de ascensão. 

O seu primeiro álbum de originais, Amor E Magia, consolida a sua identidade enquanto uma das vozes mais singulares da nova criação contemporânea portuguesa e expande o seu universo artístico, cruzando música, ritual, política e espiritualidade numa proposta estética intensa, atual e profundamente envolvente.

 

ALEX LIBERALLI | Braga

07/07/2026

ANTÓNIO ADOLFO | Zatumtum

António Adolfo acaba de lançar o seu mais recente single, "Zatumtum". 

"Zatumtum" é um "samba-funk" no estilo tocado (e dançado) pelos moradores das favelas do Rio de Janeiro, misturando funk e samba. Aqui, a música é interpretada por um grupo de nove instrumentistas, incluindo metais e seção rítmica (com contrabaixo acústico). 

A faixa remete ao famoso álbum "Viralata", do artista Anónio Adolfo — vencedor e indicado a múltiplos prémios Grammy —, lançado originalmente no final da década de 1970. 

Para este projeto, Adolfo conta novamente com um grupo extraordinário de músicos brasileiros: Jesse Sadoc (trompete, flugelhorn), Danilo Sinna (sax alto), Marcelo Martins (sax tenor
, flauta), Rafael Rocha (trombone), Lula Galvão (guitarra e violão), Jorge Helder (contrabaixo acústico), Rafael Barata (bateria, percussão) e André Siqueira (percussão).

TILDE & MARI | Too Close The sun

Too Close to the Sun”, o single de estreia de Tilde & Mari, marca o auge de meses de exploração criativa e apresenta oficialmente a dupla à cena musical. Como uma poderosa declaração inicial, a faixa captura a própria essência do projeto: composições carregadas de emoção, melodias cativantes e uma produção cinematográfica que une, com perfeição, intimidade e grandiosidade. 

Explorando temas como ambição, vulnerabilidade e o equilíbrio delicado entre desejo e autopreservação, “Too Close to the Sun” convida o ouvinte a um universo sonoro rico, onde letras sinceras se encontram com arranjos evocativos. 

O resultado é uma canção que soa profundamente pessoal e, ao mesmo tempo, universal, dialogando diretamente com as emoções que nos conectam. 

Com este lançamento de estreia, Tilde & Mari estabelecem uma identidade artística singular — que combina autenticidade, profundidade emocional e uma sensibilidade pop atemporal com um toque cinematográfico.
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