20/08/2018

OLD JERUSALEM | "Chapels"


“Chapels”, o 7º álbum de Old Jerusalem, é uma colecção de canções imediatas e sem adornos. O que se ouve é praticamente a primeira fixação gravada de cada um dos 10 temas que compõem o disco, em interpretações ainda intimamente associadas ao processo da sua escrita e deixando a nu os alinhavos de arranjos e as primeiras sugestões de caminhos melódicos e harmónicos. Pretendeu-se que cada canção veiculasse assim o seu primeiro ímpeto criativo e a urgência da sua comunicação.

Ante a impraticabilidade de construir "catedrais", escolhemos com este disco erigir e apresentar canções que são como "capelas" - coisas modestas e imperfeitas, mas construídas para a interioridade, evocando, reflectindo e celebrando as grandes fragilidades e pequenas alegrias – e bem assim as pequenas fragilidades e grandes alegrias – de que todos comungamos por sermos pessoas que hoje vivem.

“Black pool of water and sky”, a canção que serve de cartão de visita para o álbum, é disto um exemplo: uma canção simples e quotidiana que encontra o seu significado na citação de uma outra que afirma que “nada significa nada”; e uma canção que evoca a verdade eterna que todos reconhecemos de que tudo é passageiro. O videoclip é realizado por André Tentúgal.

“Chapels” é uma edição de autor que chega às lojas dia 12 de Outubro com distribuição pela Sony Music.


OUTEIRO METAL FEST 2018 | Chaves


A primeira edição do Outeiro Metal Fest tem data marcada para 15 de Setembro com um cartaz composto por 5 bandas portuguesas, onde a aposta no produto da região Transmontana é o ponto principal das confirmações do Festival.

A freguesia de Outeiro Seco, que se encontra nos arredores de Chaves, irá receber desta forma um festival focado num género que tem sido esquecido ao longo dos anos na região Flaviense e também em toda a zona Transmontana, um evento que terá entrada entrada totalmente grátis.

O cartaz da primeira edição do Outeiro Metal Fest é composto por Vurdalak (Chaves), Nematomorphos (Peso da Régua), RUINA (Chaves), Witch Sin (Mirandela) e Sotz’ (Porto), um cartaz que consegue trazer um pouco de vários géneros mais pesados ao norte de Trás Os Montes.


DANGER CITY | "Anticore!"


A preparar a sua mudança para a cidade do Porto, o músico brasileiro Pedro Gesualdi, - responsável pelo projeto/banda Danger City, dá a conhecer hoje no Portugal Rebelde o seu novo disco.

Danger City está de regresso com um novo álbum, "Anticore!" (2018) – já disponível nas principais plataformas de streaming e no Bandcamp. "Acho que a gente quis negar essa despretensão oficial do rock independente.", explica o produtor paulistano Pedro Gesualdi sobre as 20 participações de integrantes de mais de 30 bandas no trabalho. "Daí a ideia de chamar todo o pessoal pra montar uma coisa grande, ambiciosa. É por isso que o disco tem tantas vozes, perspectivas".

Foram mais de 70 horas de preparação e gravações ao longo de 7 meses e 18 sessões no Estúdio Aurora, em São Paulo. A base das canções foi gravada ao vivo com Gutemberg Almeida (Zefirina Bomba, Orange Disaster) na bateria e Carlos Eduardo Freitas (Combover, Orange Disaster, Dercy) no baixo. Depois, sob a supervisão de Aecio de Souza (Cat Vids, Bloodbuzz), foram produzidas camadas e mais camadas de texturas e sonoridades ao lado de diversos talentos da cena alternativa.

Sobre o título "Anticore!": "Se hardcore é o «caroço», o murro em ponta de faca, procuramos um caminho igualmente provocador, mas talvez menos cabeça dura." O resultado é uma coleção de músicas de incontáveis inspirações, estilos e riscos assumidos. 

JAZZ, SUNSET E MEIA | Aveiro


Agendado para os dias 7 e 8 de Setembro, Jazz, Sunset e Meia é o novo evento da época dos Festivais de Verão em Portugal. Depois da confirmação de Maria João Trio Ogre, Lokomotiv, Elisa Rodrigues e João Hasselberg & Pedro Branco, o Festival revela mais um pouco da sua programação.

Um dos objetivos do Jazz, Sunset e Meia é a sensibilização do seu público para a música jazz feita em Portugal e fazê-lo de uma forma descontraída com uma vista privilegiada sobre os canais de Aveiro. Para isto surgem as "Conversas de Esplanada", tertúlias sobre temas relacionados com música em que profissionais da indústria e entendidos na área falam à vontade, sem filtros.

As "Conversas de Esplanada" acontecem nos dois dias do Festival, no primeiro dia a "Música, Inpiração e/ou Transpiração" é o tema de conversa, e no segundo dia é a "Música, Arte e/ou Negócios". José Pedro Leitão participa na tertúlia de dia 7 de Setembro - ainda com mais nomes a confirmar -, e José Pina, Vasco Sacramento e Ricardo Fino no dia 8.

Jazz, Sunset e Meia é organizado em parceria pela Aveiro com Paixão, CM Aveiro e Teatro Aveirense e produzido pela PARIR | Produção e Agenciamento. É de entrada gratuita e esta primeira edição é na Escadaria do Edifício Fernando Távora.

ALINE FRAZÃO | "Dentro da Chuva"


Com edição prevista para 21 de Setembro, “Dentro da Chuva”, o quarto álbum de originais da cantora e compositora angolana Aline Frazão, tem estreia ao vivo agendada no Porto e em Lisboa, respectivamente a 9 de Novembro na Casa da Música e a 29 de Novembro, no São Luiz Teatro Municipal. Os bilhetes para estes espectáculos de lançamento já se encontram à venda nos locais habituais.

“Dentro da Chuva” foi gravado no início do ano, ao sul do mundo, no Rio de Janeiro, uma cidade de significativas influências e cumplicidades musicais. Aline Frazão é autora da maioria dos temas, assina a produção musical e, ao vivo, tal como acontece no álbum, apresenta-se a solo, num quase “voz e violão” minimalista e poético.

Num formato despojado que evoca a intimidade, “Dentro da Chuva” conta com o contributo valioso de músicos convidados, como o violoncelista Jaques Morelenbaum, a cantora e compositora baiana Luedji Luna e o músico português João Pires (dos Cordel), com quem Aline partilha a autoria de uma das canções. O percussionista Zero Telles e o músico Gabriel Muzak que, além de ter gravado e misturado o álbum, participa como guitarrista numa das músicas e co-produz outras duas, fecham a lista de participações especiais.

Do sucessor de “Insular” já se conhece o primeiro single, “Peit Ta Segura”, cujo vídeo oficial está disponível. Cantado em crioulo de Cabo Verde, “Peit Ta Segura” foi composto por Danilo Lopes da Silva, cantor e compositor cabo-verdiano, e cumpre, segundo Aline Frazão, “um desejo antigo de cantar em crioulo. O meu avô materno é de Cabo Verde e sempre vi a música desse país como uma das minhas referências. "Peit Ta Segura", que em português seria algo como "O Peito Carrega", é uma canção de uma beleza essencial. Fala sobre esse jogo de forças da natureza que seguram o céu, o mar e os corações apertados deste mundo.


ANDARILHOS | Baião


O folk dos Andarilhos marca presença amanhã (21 de Agosto) nas Festas de S. Bartolomeu, em Baião. O espetáculo tem inicio às 22.00h na Praça Eça de Queiroz.

18/08/2018

ALMA MENOR | Discurso Direto


"Em Tons de Aguarela" (2018), é este o título da primeira aventura musical que junta Tiago Morais (gaita de foles) e Tiago Marques (acordeão), dois músicos que procuram a sua inspiração na mais variada música do mundo, desafiando os limites da imaginação, não raras vezes, numa contradição surpreendente e emocionante. Hoje em "Discurso Direto" destaque para o projeto Alma Menor.

Portugal Rebelde - Antes de mais, quando é que começaram as “experimentações” do Alma Menor?

Alma Menor - Em Setembro de 2014, no entanto já nos conhecíamos há algum tempo atrás, por termos participado em alguns eventos previamente e partilhado a nossa musica acabando por tocar juntos em ambiente informal, nessa altura ficou o bichinho de uma linguagem muito próxima que queríamos explorar. Passado pouco tempo começámos a ensaiar. Numa primeira fase, o projeto contava com outros instrumentos: guitarra, cavaquinho e percussões, e também tínhamos vontade de incluir a sanfona. Porém, e em virtude da riqueza harmónica e melódica do acordeão, optou-se por este em detrimento dos cordofones. Gradualmente, as composições foram ganhando forma e tornaram-se de tal forma complexas que já considerámos o acordeão e a gaita-de-foles como os elementos basilares do nosso projeto, tentando levar os instrumentos para novos patamares em termos de abordagem estilística e de execução técnica, em especial no que diz respeito à gaita-de-fole.

PR - Onde é que vão beber as vossas influências musicais?

Tiago Marques - As nossas influências são muito variadas, desde o nuevo tango do Piazzola, música clássica Barroca, diversos músicos das regiões dos balcãs e da música Klezmer, sem deixar de lado alguns nomes do acordeão na música Portuguesa, tais como Eugénia Lima, do acordeão jazz, como Richard Galliano, ou ainda do jazz modal, como John Coltrane.

Tiago Morais - É notório que existem influências comuns entre os dois, desde logo no novo tango do Piazzola e na magia do acordeão do Galliano. No entanto é curioso realçar que pessoalmente descobri Piazzola através de uma versão de sanfona de um músico que considero único, German Diaz num dos seus projectos, Rao Trio. Sem esquecer também a belíssima versão do Libertango do meu professor e grande referência para mim, Daniel Bellón, e lá está, gaiteiro que é gaiteiro tem que admirar nomes como Gaiteiros de Lisboa, Carlos Nunez etc. Aparte disso, existem outros géneros que me têm influenciado ao longo dos tempos, apesar de considerar que isso não é uma coisa estanque nem fundamental no processo criativo. Interessante sim é constatar a riqueza que acontece quando uma ideia que é pessoal e está fechada em si, de pronto descobre outra percepção e se transforma drasticamente sob nuances inusitadas e que de repente nos surpreendem pela sua riqueza harmónica e melódica, como se estivessem à espera de ser descobertas.

PR - Este disco conta com a participação de Luís Peixoto, Hugo Correia, e Rúben Monteiro entre outros. Querem falar-nos um pouco destes “encontros”?

Alma Menor - Tínhamos bem definido que o nosso disco não se iria resumir exclusivamente a nós e nesse sentido apostámos no Hugo Correia para o produzir e acrescentar também os seus atributos técnicos que deram uma dimensão muito grande ao disco, o Hugo Correio é um daqueles músicos que toda a gente deveria conhecer, pois respira música por todos os poros, nos mais distintos processos. Por sorte temos a felicidade de ter como amigos todos os que participaram neste disco, alguns deles até são promessas antigas como no caso do Luís Peixoto ou do Tiago Pereira. Depois nos casos do Rúben Monteiro e do Léo Santos assim como do David acho que foi natural. As músicas já chamavam por eles à partida e foi só encaixar as peças. Com isto o que quisemos fazer foi também acrescentar outros timbres e tornar este disco especial, não apenas um registo do nosso trabalho mas sim um trabalho digno de registo.

PR - Já tiveram a oportunidade de apresentar ao vivo este disco. Qual tem sido o “feedback” do público?

Alma Menor - Tem sido curioso constatar a admiração com que as pessoas nos recebem, como se de verdade não esperassem que um acordeão e uma gaita de foles pudessem funcionar e “encher” uma sala. Acima de tudo temos sido surpreendidos com a quantidade de feedbacks honestos e super positivos, as pessoas de verdade ouvem o nosso disco, e não o revisam apenas. Temos gente que já conhece as músicas de cor, e aliás, temos histórias de pessoas, amigos que até sonham com as nossas músicas, o que não deixa de ser muito engraçado e revela que de facto há qualquer coisa que realmente fica. Sentimos claramente que esta sonoridade é para ser ouvida e vivida em ambiente intimista, e é ai onde nos sentimos realmente mais confortáveis e em casa.

PR - Numa frase como caracterizariam este “Em Tons de Aguarela”?

Alma Menor - Uma palete de sensações e sabores que bebe de várias fontes, é música com alma!

PR - Para terminar, estão felizes com o resultado final deste disco de estreia?

Tiago Marques - Enquanto músico, olhando sempre numa perspetiva de evolução, haverá sempre algo que faríamos de forma diferente. Também assumimos que este disco foi o culminar de uma etapa de encontro, descoberta e de experimentação entre dois instrumentos diferentes. Estou muito satisfeito e orgulhoso deste trabalho, mas já estou de olhos postos no próximo!

Tiago Morais - Normalmente não gosto de ouvir os trabalhos onde participo e acho que muitos músicas têm a mesma psicose, no entanto posso dizer que já ouvi este disco inúmeras vezes, o que representa para mim uma novidade, claro, mas acima de tudo um grande orgulho e realização pessoal com este trabalho. No entanto e como o Tiago Marques diz, já estamos a olhar ao próximo e a tentar perceber o que podemos fazer de diferente e de melhor.


CLÁUDIA LEAL E ANDRÉ VAZ | Casino Estoril


O Casino Estoril propõe, na próxima Quarta-Feira, 22 de Agosto, a partir das 22.00h, mais um espectáculo de fado. Claudia Leal e André Vaz sobem ao palco do Lounge D, sendo acompanhados por Diogo Lucena Quadros e Francisco Gaspar, nas guitarras, e Luís Roquette, na viola. A entrada é livre.

Recorde-se que, o ciclo de noites de fados continua em destaque, às quartas-feiras, no Lounge D do Casino Estoril. Teresa Siqueira e José da Câmara serão os protagonistas no dia 29 de Agosto.

FADO AO CENTRO | Agenda


Agenda:

18 de Agosto - Termas de São Pedro do Sul, 21.30h

19 de Agosto - São Pedro de Alva, 13.00h

19 de Agosto - Vila de Rei, (Castelo Branco), 17.00h

21 de Agosto - Cervejaria Praxis (Coimbra), 22.00h

22 de Agosto - Largo Paço do Conde (Coimbra), 22.00h

LUÍS SEVERO | Vila Nova de Famalicão

17/08/2018

MAGAFEST 2018 | Lisboa


O MagaFest volta à Casa Independente para um dia de festa que será um pouco diferente das edições anteriores. Quatro concertos que têm como ponto de partida o foco nos três compositores e nos seus diversos projectos que se entrecruzam.

Por um dia, as MagaSessions transformam-se em MagaFest! É assim que se celebram as MagaSessions, sessões musicais que acontecem no Saldanha desde 2012, na casa de Inês Magalhães. Um espaço invulgar de concertos únicos e íntimos onde se divulgam e promovem músicos já estabelecidos no panorama musical português, bem como novos talentos que fazem a sua estreia na casa, por onde já passaram uma variedade de autores ao longo destes 6 anos apresentando aos convidados as mais diversas experimentações sonoras.

Norberto Lobo apresenta o seu mais recente álbum, “Estrela”, fruto da residência que fez em 2017 na Galeria Zé dos Bois, com Marco Franco, Ricardo Jacinto e Jaw Tembe. Com um grupo de músicos que facilitam a visita a outras paisagens e tomando como centro a sua guitarra, “Estrela” é uma exaltação fresca e misteriosa da música pelo seu instrumento de eleição.

Bruno Pernadas, acompanhado por António Quintino, Diogo Duque, Luís Candeias e Francisco Andrade, acontece no MagaFest com “Worst Summer Ever”, que aborda diversos estilos tais como música improvisada, jazz, rock e música erudita. Na conjunção destes estilos procura aquilo que se assume como identitário de cada um, combinando as diferentes linguagens harmónicas, rítmicas e texturais.

Marco Franco, auto-didacta das teclas e um nome familiar no imaginário pop português, apresenta “Mudra” o seu novo álbum, ao piano, que existe numa tensão minimalista com um universo colorido de notas. Com passagens por projectos como Mikado Lab, Peste e Sida e colaborações com Dead Combo, Carlos Bica e Memória de Peixe, Marco Franco apresenta-se sozinho ao piano.

O grand finale que dá o mote ao MagaFest é o concerto de Montanhas Azuis, onde os três compositores se juntam num projecto que é uma das grandes surpresas de 2018. Rodeados de sintetizadores, piano e guitarra, os músicos fazem nascer um mundo tropical que desliza pela eletrónica dos seus universos pessoais.

Dia 6 de Outubro, das 18.00h às 02.0'h, quatro concertos juntam três grandes nomes da música nacional, que agora se encontram e se misturam nos projectos de cada um.

Por tudo isto, desde 2012, o MagaFest é casa! Os bilhetes custam 15€ e estão à venda na Ticketline e nas MagaSessions.


SUNFLOWERS ANUNCIAM TOUR EUROPEIA


Depois de esgotarem as cidades para tocar em Portugal com a tour "Sunflowers e a conquista do Castelo até ao Verão", os Sunflowers anunciam agora a sua tour Europeia de 2018. Esta tour é constituída por 42 concertos em 52 dias, entre 5 de Setembro e 27 de Outubro. Tal loucura foi tornada realidade pela Basement Bookings que abraçaram os bichinhos carpinteiros da banda.

Os Sunflowers irão apresentar o seu segundo álbum "Castle Spell" lançado em Fevereiro em vinil duplo e CD pelas editoras Stolen Body Records (UK) e Only Lovers Records (FR), e em cassete pel’O Cão da Garagem.

BIRDS ARE INDIE | Tour 2018

16/08/2018

MARTA PENEDA | "Turistas"


Marta Peneda prepara um novo disco de originais, a editar em 2019. O primeiro single, “Turistas”, foi escrito e composto pela artista e está a partir de hoje disponível em todas as plataformas digitais. O vídeo, que ilustra o tema tendo Lisboa e a relação dos dois protagonistas por cenário, foi realizado por David P. P. Alves e conta com a participação do actor Rodrigo Trindade.

“Turistas” é uma canção pop, com um registo intimista e influências country e folk, que cativa à primeira escuta. Marca a chegada da artista à maioridade, representando o seu crescimento e conquista da independência. 

O álbum, que chega em 2019, assinala a estreia de Marta Peneda na escrita e composição, que assume como referências maiores os músicos António Zambujo, Caetano Veloso, Maria Gadú, Miguel Araújo, Beach Boys ou The Beatles.


RAFAEL CARVALHO E A VIOLA DA TERRA NO FESTIVAL CORDAS


Rafael Carvalho é o maior dinamizador da Viola da Terra, a viola de arame dos Açores, ou viola dos dois corações, como também é conhecida. O músico virtuoso volta ao Festival Cordas, como cabeça de cartaz, liderando vários eventos. E cabeça de cartaz não é só forma de falar, pois é a imagem do micaelense, com coração matrimonial no Pico, que ocupa o cartaz de promoção da terceira edição do Festival Cordas, a acontecer de 12 a 16 de Setembro 2018, na ilha do Pico.

O mestre Rafael Carvalho lidera o concerto de encerramento, Violas dos Açores, no Auditório da Madalena. Este é um programa da Associação de Juventude Viola da Terra que abraça músicos e tocadores da viola de várias ilhas. Os participantes agendados, além de Carvalho, são o terceirense Bruno Bettencourt, o graciosense José João Mendonça, o picuense José Canarinho e o jorgense Renato Bettencourt.

Rafael Carvalho também apresentará o seu novo CD, 9 Ilhas 2 Corações, que inclui a viola em 80 músicas tradicionais das 9 ilhas dos Açores. Uma exposição do trabalho de escrita de Rafael Carvalho vai estar patente na Galeria "A Brasa", onde haverá, também, sábado à noite, um momento íntimo de conversa com o músico. 

Na tarde de domingo, as audiências aventureiras vão se deliciar com uma apresentação especial onde o habilidoso artista leva a viola para o meio da floresta musical, na MiratecArts Galeria Costa, num dos palcos mais únicos que faz do Festival Cordas um dos mais cobiçados: os currais das vinhas da ilha do Pico.

O Festival Cordas, organizado pelo diretor artístico da MiratecArts, Terry Costa, foi construído para elevar a visibilidade da Viola da Terra, não só nos Açores mas além fronteiras. Na primeira edição do festival, o construtor Raimundo Leonardes deu luz à Viola da Terra do Cordas, o instrumento que todos os músicos locais e estrangeiros visitantes ao festival têm a oportunidade de experimentar. Para a programação, que inclui 14 concertos, além de encontros, eventos paralelos e ações nas escolas, visite www.festivalcordas.com.

ORQUESTRA BAMBA SOCIAL | "Cadê Cascais?"


A paixão pelo samba juntou este coletivo de músicos luso-brasileiros e deu origem à Orquestra Bamba Social, que revisita os variados clássicos da música brasileira desde os anos 30 até aos dias de hoje, recriando-os e acrescentando novas sonoridades.

Acabam de apresentar o primeiro single, um tema original, "Cadê Cascais?" que conta com a participação especial de um dos mais reconhecidos artistas brasileiros: Marcelo D2.

Na sequência do concerto inédito que juntou em palco Marcelo D2 e Orquestra Bamba Social, na Expofacic, em Cantanhede, dá-se a conhecer este tema, composto por Luca Argel (um dos vocalistas da banda) e com interpretação de Ângelo Barbosa e Marcelo D2.

No próximo sábado, dia 18, apresentam-se no festival "O Sol da Caparica", com Tiago Nacarato.


CARTAZ | Concerto

15/08/2018

JORGE FERRAZ | Discurso Direto


Hoje em "Discurso Direto" é meu convidado Jorge Ferraz. Músico-guitarrista (embora trabalhe com muito equipamento electrónico e digital, a guitarra e a guitartrónica são a sua grande obsessão), compositor e produtor, fundou e liderou algumas bandas portuguesas underground desde 1983, com destaque para Santa Maria, Gasolina em Teu Ventre! (cujo primeiro disco foi considerado em 1998, num trabalho conjunto do Público e da Fnac, um dos melhores discos da música popular portuguesa de 1960 a 1997), Ezra Pound e a Loucura, ou Fatimah X. Em 2006 passou a trabalhar em nome próprio, tendo publicado, desde então, dois álbuns (2008 e 2010). "Machines dor Don Quixote ...et... viva la muerte?" (2018) marca o regresso do músico às edições discográficas.

O que posso dizer sobre “Machines for Don Quixote ... et viva la muerte?” e as suas 16 músicas?

1º: olhar para os títulos do álbum e dos temas. São frases & slogans poéticos que indicam o imaginário e os assuntos por detrás desta edição e aparecem como uma espécie de letras das músicas que, à excepção de duas, são todas instrumentais.

2º ver quais as quatro partes em que se arrumam as músicas. Exprimem uma viagem pelo imaginário do álbum, bem como pelas suas influências estético-musicais.

3º o que é unificador, qual é o meu objectivo criativo principal? O que eu chamo de guitartrónica pessoal desenvolvida em formas variadas de músicas de adeus com ritmos saltitantes e ruídos lá dentro.

Nota: Os sons ouvidos (com excepção das percussões, programadas) foram quase todos tocados e gravados usando guitarra eléctrica (por vezes recorrendo a tecnologia audio-to-midi).

Tema a tema:

Intro:

“Beirut, the policeman said”

Este tema, que tanto caberia no capítulo rock como jazz, é uma versão de uma música de uma antiga banda que fundei (os “Santa Maria, Gasolina em teu Ventre!”) que nunca tinha sido editada e gravada em estúdio. Nela, podem ouvir solos de guitarra - a lembrar escalas orientais - e suaves sonoridades de guitarra noisy a jogarem entre si num tempo de valsa sobre o qual assenta um ritmo híbrido de jazz-funk. A serenidade perante o tumulto.

Parte 1: Up and down electronic orchestral music invaded by a not so gentle electric guitar

“Pasolini loves sci-fi”~

Exprime uma paixão pelo cinema lo-fi de Pasolini, quando este tratava temas e épocas da antiguidade clássica. Como? Com uma simples linha melódica assente num conjunto de falsas cordas e assomos de guitarra+delay que bebe inspiração nas peças de sinfonias de música clássica tratadas herética mas carinhosamente pelo uso de manipulações electrónicas e de falsas fitas magnéticas que aceleram e desaceleram.



“Industrial bruja”

Entram bruxas servidas por órgão e percussão de orquestra. A cena acaba muito rapidamente.

“Laser beam”

Assenta numa melodia de mistério que introduz o ambiente a bordo de uma nave espacial às voltas, sem rumo. Apresenta-se sob a capa de um falso quarteto de cordas e serve-se de percussão esparsa, ruídos à solta e teremim enganador.

Parte 2: Free-rock songs for losers and romantics

“There is no second time and I feel fine”

Este tema, um dos dois que é vocalizado, começa por ser um power-rock inspirado nos Stooges, pois, além de adorar o grupo, penso que é das formas mais eficazes de encarnar em música popular urbana as manifestações de violência absurda e subterrânea: aqui, o inaceitável fenómeno dos meninos-soldado. O texto traduz também isso, um poema semi-fonético, servido por uma voz com um timbre digitalmente adulterado e vagamente gótico.



“Cocteau ne me quitte pas”

Esta música está sob a influência do princípio da diversidade do onírico e de um vago surrealismo (daí, Jean Cocteau). É um tríptico construído por “escrita” automática de guitarra, em pedaços avulso que poderiam ser reunidas numa só casa: guitarras noisy e bateria em solo frenético; riff de guitarra em modo surf-music para climas frios e sem qualquer acompanhamento; uma balada de amor e adeus com batida que bebe num Sun Ra adulterado (que me encanta).

“Joy rock”

Como diz o título, uma canção que brinca livremente com um pop-rock, onde se misturam alegria e nostalgia, servido por um ritmo de dançante e juvenil.

“Disney empire”

É um tema que gravei há alguns anos como banda sonora para uma luta entre dois insectos de plástico, enquanto a branca de neve assiste impávida. Apresenta-se como espécie de mashup de originais que recombina, em várias sequências e camadas, loops de guitarras e de bateria.

“Swing phase there is no space”

Apareceu por volta da mesma altura que o tema “Disney empire” e respira muito do seu imaginário temático e musical (embora menos mashup e mais progressivo e on the road do que aquele). É uma banda sonora para a chegada do pistoleiro sem nome à cidade, o duelo com o inimigo e, por fim, a partida a caminho do sol poente, tudo em ambiente western lo-fi.

Parte 3: Slow electronic guitar conquered by irresponsible dreams

“Happy fairy inside the iron maiden”

Uma guitarra eléctrica suave, um discreto delay, um arpejo de harpa e os ruídos de almas escondidas sob a forma de animais graves e coros angelicais. Banda sonora para um imaginário filme de terror sic-fi de baixo orçamento, baseado num videojogo inacabado. Romantismo destemperado, certamente.

“Organizational behaviour to reengineering”

Como se trucidam os românticos e os trabalhadores hoje em dia? Taylorismo musical com contemporâneo palavreado bonito de gestão. Vozes, sons e pequenas melodias sufocadas por uma manto ambiental baço e por glitches súbitos e curtos.

“The bitch has flowed to die on the beach”

Compus este tema num dia de invernia em que fui para a praia e me pus a filmar as ondas cinzentas e a chuva monótona, indiferentes à minha presença. O inexorável ciclo do nada. Loops de suave sequência de guitarra avançando sempre por entre os aleatórios ruídos improvisados vindos do espaço que a tentam incomodar. Inútil lutar contra os moinhos, diria um Don Quixote mais recente que, mesmo assim, não desiste.

Parte 4: fake-Jazzy adventures with alien breakdowns and broken instruments

“Sax bitch”

Há uma secção de sopros de género jazz big band que nos apresenta uma provocadora e subversiva marcha fúnebre acompanhada pelos seus irmãos robôs e ladeada por moinhos ventosos que fazem o papel de cortejo furioso.

“Jacques Brel in the middle”

Pura e simplesmente não sei o que dizer sobre esta musica. Surgiu-me, impôs-se-me. Avança, recua, acelera, desnorteia-se. Há pequenas malhas de guitarra que se diria bonitas. Riffs curtos e límpidos. Digital editing. E, percussão, que julgo é capaz de ser influenciada pelo o que subliminarmente adoro em baterias jazzísticas.

“April as a wasteland”

Um jogo de avanços e recuos entre: acordes de guitarra eléctrica em staccato; uma percussão saltitante e endiabrada. Bom para acompanhar a leitura de poesia. Apesar do titulo evocar eventualmente T. S. Eliot, a verdade é que a vocalização metalizada e nasalada da parte 2 casa melhor com o mundo da poesia concreta.

“Blank woman”

Simplesmente, música para acompanhar a viagem de uma mulher em fuga, esvaziada. Pára, arranca, é abordada por transeuntes intrometidos, por gente que a quer fazer regressar a casa, sempre perseguida de perto por monstros que, vindos de trás, não desistem. É mais suave ao ouvido do que parece ao ser falada. Música criada sobre quatro acordes de guitarra que aparecem lentos, construindo um freeze em vibrato que parece um sintetizador em modo pad, e sobre uma bateria que percute um swing alquebrado, soluçante. A mulher, tal como a música, avança, cai, levanta-se, suspira, não grita, nunca desiste. Recomeça...

Como diria uma máquina de Don Quixote: se algo te parecer estranho ou errado, não te preocupes, confia no teu coração.

DIABO NA CRUZ EM CONCERTO

GNR AO SOL DA CAPARICA

14/08/2018

FESTIVAL CORDAS | Açores


A terceira edição do Festival Cordas, músicas do mundo, recebe apoio internacional. Investimento das Canárias e da Finlândia programam duas noites de música no Auditório da Madalena.

A abertura do festival dá as boas vindas ao regresso de Beselch Rodriguez e Marco del Castillo, que participaram na primeira edição do festival. Desta vez, os músicos das Canárias vêm acompanhados por Germán López que vem reforçar a presença do Timple, o instrumento típico originário do arquipélago espanhol. Maija Kauhanen estreia em Portugal apresentando um típico e antigo instrumento de cordas do folclore finlandês, o Kantele, para o concerto de sábado à noite. Maija foi um dos sucessos musicais do Womex 2017, a maior feira de músicas do mundo.

O encerramento desta terceira edição é dedicado aos músicos dos Açores, que desde já estão todos convidados para o convívio, domingo à tarde, na MiratecArts Galeria Costa. O concerto final será no Auditório da Madalena e abraça as Violas dos Açores, um programa da Associação de Juventude Violas da Terra, liderado pelo mestre Rafael Carvalho. A viola de arame dos Açores, Viola da Terra, continua a ser o destaque e razão da criação deste festival que já ocupa lugar nas listas de festivais de músicas do mundo.

Com eventos marcados em localidades como o "Santuário dos Dragoeiros", no Museu do Vinho, e ainda apresentações no "centro da terra" na Gruta das Torres, o Festival Cordas recebeu nomeações para Melhor Pequeno Festival, Melhor Programação e ainda Melhor Promoção Turística nos Prémios Ibéricos 2018, depois de ter conseguido ficar na lista dos TOP10 Melhores Novos Festivais na edição anterior.

O Festival Cordas é um projeto da associação MiratecArts e acontece de 12 a 16 de Setembro, na ilha do Pico, Açores, com vários parceiros e apoio da Direção Regional do Turismo. Marta Guerreiro, Secretária Regional da Energia, Ambiente e Turismo do Governo dos Açores, diz que "não se trata apenas de receber o mundo, mas de fazer dos Açores o centro do mundo, neste caso particular, a partir da ilha montanha e através da Miratecarts." 

 Para o programa que inclui 14 eventos musicais, eventos paralelos que visitam as escolas locais e ainda artista em residência, visite www.festivalcordas.com.

RODRIGO SERRÃO | Dois Novos Discos Em Setembro


Autor de intenso ritmo criativo, Rodrigo Serrão prepara para Setembro o lançamento em simultâneo de dois albúms: "Meditando", disco exclusivamente instrumental em que explora os limites da transcendentalidade do seu Chapman Stick e "Trovador: As Outras Histórias", onde se torna a revelar nas suas múltiplas dimensões: do músico ao poeta ao cantor.

Músico, Compositor, Poeta e Cantador de histórias, Rodrigo Serrão lançou no início de 2017 o seu album de estreia, "Stick to the Music", revelando-se então ao grande público, em particular com o poema "Hei-de Amar-te a Vida Inteira", um stickista virtuoso, dotado de particular sensibilidade e de musicalidade refinada.


GAITEIROS DE LISBOA | Agenda


Agenda:

28 de Agosto - Festas da cidade de Ferrol, Espanha (22.00h)

08 de Setembro - Festa do Avante, Seixal (18.00h)

09 de Setembro - Festival de Música D´Ponte, Braga

www.facebook.com/gaiteirosdelisboa

DUQUESA | Vila Real

13/08/2018

FESTIVAL BONS SONS | O Maior Amor de Sempre


O "nosso" amor de verão foi memorável e terminou de coração cheio! Foram apresentados 52 espetáculos programados nos 8 palcos e no auditório, distribuídos por vários pontos da aldeia, num total de 202 artistas. 

A este balanço, soma-se 57 atividades paralelas, 8 concertos inesperados e 1 pedido de casamento, numa edição que registou o maior número de visitantes de sempre, durante quatro dias memoráveis, passaram pelo Bons Sons 38.500 visitantes, ultrapassando os 38.000 visitantes da última edição bienal do festival, em 2014.

PALAS | "Saltar à Corda"


"Conhecido pelas interpretações em Smix Smox Smux e Máquina del Amor, Filipe Palas, vocalista e guitarrista, despe-se e dá a conhecer o seu novo projeto, desta feita, a solo.

Fruto da necessidade de expressão, o projeto Palas assemelha-se a um diário privado ou a uma sessão de psicoterapia; uma mistura de memórias e delírios que fazem do projeto Palas um espelho de Filipe Palas.

O intenso humor e sarcasmo são acompanhados de ironia e deboche, perfeitamente embebidos de rock n’ roll por todos os lados. Antes, porém, uma introdução conceptual que dá o mote para o restante disco: vai sair da pele, vai ser pessoal e intenso. 

As guitarras sónicas dão origem a clarinetes, em devaneios onde as portas da percepção são propositadamente difusas, como se estivéssemos num sonho alcoólico, num orgasmo de sensações e de memórias.

Neste disco fala-se de “paus mandados”, de prazeres imundos, de mágoas e saliva, crianças que saltam à corda, numa parafernália de sensações, um mundo deliciosamente disforme, belo e hilário de Filipe Palas". (Márcio Alfama Freitas)

O primeiro single de apresentação, “Saltar à corda”, é um misto de diversão e mistério. Passa por um mundo imaginário da criança, das aventuras, da criatividade emocional, da bondade e pureza que tanto têm, até às pessoas que se aproveitam desse espírito tão autêntico e inocente. 

Um palhaço atrás de sorrisos. O vídeo gravado por Tiago da Cunha nas festas do S. João em Braga com caracterização de Diana Machado trata disso mesmo: um palhaço maquiavélico à procura da inocência das crianças.


L PERTUÉS | Vila Real


Inserido na animação cultural do Município de Vila Real, L Pertués apresenta-se nos concertos "Sons ao Largo" no próximo dia 30 de Agosto.

L Pertués - é um músico transmontano, autodidata e multi-instrumentista. Desde cedo, por influência de uma família numerosa e voltada para as artes, teve sempre contacto com a música iniciando a sua participação em bandas aos 17 anos numa banda de rock entre amigos.

"Crónicas De Um Pássaro Antes De Partir" é o primeiro disco a solo do artista que se apresenta como L Pertués (tradução do mirandês para " O Português " ). O disco tem aproximadamente 45 minutos e conta com treze faixas, embora como todas elas estejam ligadas entre si.

GRANDFATHER´S HOUSE | Vodafone Paredes de Coura

TIAGO NACARATO | Tour Brasil 2018

12/08/2018

CICLO EUROPEU DE JAZZ | Lisboa


No âmbito da Conferência Europeia de Jazz, que se realiza pela primeira vez em Portugal, o Grande Auditório do CCB abrirá as suas portas ao público com três concertos marcantes que visam mostrar o melhor jazz que se faz atualmente na Europa. 

Assim, no dia 13 de Setembro atua naquele palco a Orquestra Jazz de Matosinhos com a participação especial de Maria João, João Paulo Esteves da Silva, João Barradas e João Mortágua.

No dia seguinte, dia 14 de Setembro, será a vez do trio norueguês Espen Eriksen juntar-se ao famoso saxofonista britânico Andy Sheppard e, por fim, no dia 15 de Setembro sobe ao palco do Grande Auditório o projecto New Conception of Jazz do pianista e compositor norueguês Bugge Wesseltoft. Três concertos absolutamente a não perder num acontecimento único para os amantes do jazz


RAQUEL TAVARES COM SINFONIETTA DE LISBOA NOS COLISEUS DO PORTO E LISBOA


Raquel Tavares apresenta-se ao vivo nos Coliseus do Porto e Lisboa nos próximos dias 31 de Outubro e 03 de Novembro respetivamente, para dois momentos únicos e irrepetíveis com a presença da Sinfonietta de Lisboa.

Após o estrondoso sucesso do último álbum "Roberto Carlos por Raquel Tavares" que atingiu galardão de platina em menos de 4 meses, só faltava a realização destas duas datas onde Raquel interpretará temas do último disco “Roberto Carlos por Raquel Tavares” e revisitará temas dos discos anteriores que a consagraram como uma figura incontornável do fado.

Autêntica e genuína, Raquel Tavares preparou estes dois concertos com toda a dedicação e detalhe para nos fazer viajar pelos fados tradicionais que tanto gosta, por vários dos seus grandes êxitos, como "Meu Amor de Longe" ou "Não me esperes de volta" e ainda pelos temas de Roberto Carlos do seu mais recente álbum.

FESTIVAL BONS SONS | Cem Soldos


Sábado foi quente a todos os níveis, dia de verão, muito concorrido, com concertos escaldantes e atividades refrescantes.

Quase, quase, a chegar ao fim, o Bons Sons dá, este domingo, uma última oportunidade ao amor de verão. No último dia do festival, as setas musicais são disparadas por Linda Martini, Dead Combo, Lena d’Água e Primeira Dama com a Banda Xita, Luís Severo, entre muitos outros concertos que vão ficar gravados no coração.

Domingo 12 de Agosto:

14:00 - Orquestra de Foles MPAGDP

15:30 - Douradas Espigas MPAGDP

16:30 - Monday Giacometti

17:30 - Peltzer Zeca Afonso

18:00 - Susana Domingos Gaspar Auditório Agostinho da Silva

18:30 - Luís Severo Giacometti

19:45 - Rodrigo Amado Motion Trio Amália

21:00 - Dead Combo Lopes-Graça

22:15 - Moonshiners Amália

23:30 - Lena D’Água e Primeira Dama com a Banda Xita Lopes-Graça

00:45 - Linda Martini Zeca Afonso

02:00 - FOQUE + GODOT Aguardela

JAMESON URBAN ROUTES | Musicbox


Brodinski, Mike El Nite (dj set) e Darksunn juntam-se ao alinhamento do Jameson Urban Routes. Os três artistas actuam no dia 27 de Outubro, na sessão que encerra a 12ª edição do festival que acontece no Musicbox (Lisboa). Os bilhetes têm um custo de 12€ e já se encontram à venda em bol.pt e nos locais habituais.

Brodinski, Mike El Nite e Darksunn juntam-se aos já anunciados Damien Jurado e Sean Riley (23/10), Mão Morta e Author & Punisher (24/10), Ata Kak (26/10) e Iceage (27/10).

ANAQUIM | "O Quarto de Anaquim"


Optimista" é o primeiro single de "O Quarto de Anaquim", o regresso da banda Anaquim aos discos de originais a ser editado no último trimestre deste ano. Os primeiros concertos de apresentação serão em Lisboa e no Porto e os bilhetes já se encontram disponíveis.

Agenda:

08 de Novembro - Casa da Música, Porto

01 de Dezembro - Teatro Ibérico, Lisboa


TRIO PAGÚ | "Amor"


Cheios de “Amor” para dar, o Trio Pagú assume-se como uma banda despida de preconceitos musicais, respeitando o prazer de serem felizes.

Intitulado “Amor” , o novo álbum do Trio Pagú é pensado no amor em todas as formas, feitios, cores, raças ou coisas em que nos apegamos. No groove pulsa sempre a batida da bossa nova.

Este trabalho de temas originais conta com as participações especiais dos músicos , Edú Miranda (Brasil), Mirri Lobo (Cabo Verde), e os portugueses Nico Guedes, Juan Pestana e Firmino Neiva.



Agenda:

13 de Agosto - Festival #Sai Pra Rua, Póvoa de Varzim (22.15h)

18 de Agosto - Festival Brasil em Braga (21.30h)

VAARWELL EM CONCERTO

11/08/2018

FESTIVAL F | Faro


A três semanas do início da sua 5.ª edição, o Festival F, o último grande festival de Verão, anuncia a programação completa. 

No dia 30 de Agosto, Salvador Sobral, Diogo Piçarra e D.A.M.A actuam no palco Ria, o principal; no dia seguinte, 31, é a vez de Sérgio Godinho, Aurea e Piruka subirem ao palco Ria; seguem-se The Gift e o encerramento em tom de festa a cargo de Revenge of the 90’s, no dia 1 de Setembro. 

Ao longo dos 3 dias, artistas dos mais variados quadrantes musicais actuam nos restantes palcos do Festival F - do fado de Cristina Branco e Raquel Tavares, passando pelo indie de Luís Severo e Surma, ao rock de Dead Combo, The Legendary Tigerman e Moonspell *1755 ou o hip hop de Holly Hood e Slow J. 

No total serão 7 palcos a receber uma programação pensada para os mais diversos tipos de público, residente ou em férias no Algarve, e que integra, além da música, workshops, exposições, animação de rua, teatro, humor, tertúlias e street food. 

O alinhamento por dias, horários e palcos, assim como a programação complementar, já podem ser consultados na íntegra aqui. Os bilhetes diários e passes de 3 dias estão disponíveis nos locais habituais.

VÍDEOCLIP | "Pela Calada (feat. Mundo Segundo e DJ Score) - Birro


"Pela Calada”, é este o mais recente single/vídeoclip de Birro. O tema conta com a participação do Mundo Segundo Xm & Dj Score, a produção ficou a cargo de Madkutz. O Video foi realizado pelo André Bernardino.

O INCRÍVEL HOMEM BOMBA | "Mutação"


Depois de "El Sindicato", O Incrível Homem Bomba (OIHB) apresenta agora “Mutação“, o segundo single retirado do álbum de estreia com o mesmo nome.

"Mutação" narra a história da "identidade" desconhecida dos membros de um corrupto mas socialmente aceite El Sindicato.

É o outro lado do espelho, repulsa e medo, são vidas paralelas, é dom e praga, sufoco e raiva, doença e sentimento, é inconformismo conformado... Somos nós.


10/08/2018

X-WIFE | Paredes de Coura


Os X-Wife editaram a 6 de Abril o seu álbum homónimo e apresentam-no agora ao vivo no Vodafone Paredes de Coura a 16 de Agosto.

João Vieira, Fernando Sousa e Rui Maia têm uma identidade muito própria quando trabalham juntos e podemos perceber isso no conjunto de canções que compõem “X-Wife”, disco homónimo acabado de lançar que tem recebido rasgados elogios e críticas muito positivas. 10 canções trabalhadas ao mais ínfimo pormenor que são agora apresentadas nesta digressão de verão ainda com datas a anunciar.

Neste espetáculo o público pode esperar por uma festa de celebração dedicada a "X-Wife", o novo disco, mas sem esquecer alguns dos temas mais importantes e memoráveis da carreira da banda.

O concerto começa às 18.30H e inaugura o Palco Vodafone no segundo dia do Festival em Paredes de Coura.

BLIND ZERO | Lisboa


Em digressão com o mais recente "Often Trees”, estreado na Casa da Música do Porto, os Blind Zero anunciam a apresentação do oitavo disco em Lisboa no dia 8 de Novembro, no renovado Cineteatro Capitólio, em Lisboa.

DAGUIDA | "Fico Louco"


Os daguida lançam ao mundo “Fico Louco”, uma música de Verão com ritmo dançável e energia bem-disposta. Depois de terem editado o seu primeiro single “Passageiro” em Março passado, “Fico Louco” está disponível nas plataformas de streaming e no Youtube em formato vídeo-letra. Pode também ser descarregada gratuitamente no Bandcamp da banda https://daguida.bandcamp.com.

Na música “Fico Louco”, os daguida brincam com referências ligadas ao universo do futebol e às táticas de engate para reforçar ideias como a confiança e a determinação de quem “vai a jogo”. Musicalmente, presta-se homenagem à vivacidade e à pulsação de África.

Nasceram a 19 de Janeiro de 2000 num telhado de Santa Maria de Lamas. Em Março de 2018 lançaram a sua primeira publicação oficial nas redes digitais, a música e o vídeo “Passageiro”. Aguarda-se uma edição em vinil de 7” para os próximos tempos. Espera-se assim uma carreira longa e saudável, plena de batalhas para superar com virtude.

O núcleo dos daguida é composto por Yuran, João Pedro e António Serginho, mas a família que gravita à sua volta é grande. Nesta música contaram com o baixo de Nico Tricot (Manel Cruz, Bruta, Red Wings Mosquito Stings), a percussão de Paulo Cavernas (Terrakota) e o trombone de Ricardo Resende.

“Fico Louco” é uma edição de autor com o apoio da Revolução d’Alegria Associação. A produção da música esteve nas mãos de Nuno Mendes, e foi gravada no El Estúdio, no Centro Comercial Stop, Porto.

A sátira, a ironia, a alegria transmitida nas atuações, representam a vontade de quebrar barreiras e preconceitos. 2018 tem levado os daguida a atuar em eventos tais como “Sons & Ruralidades” em S. Joanico - Vimioso, “Aldeia Viva” em Landeira - S. Pedro do Sul, “Há Festa na Aldeia” em Burgo – Felgueiras ou estival “Byonritmos” em Baião.


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