05/07/2026

ANNA TORRES | Cabo Verde

A artista brasileira Anna Torres acaba de apresentar o EP Chamamento. "Cabo Verde" é o mais recente single deste disco. 

"Chamamento é a realização de um sonho, que só foi possível graças ao financiamento coletivo que fiz em 2025 pela Plataforma Benfeitoria. O EP Chamamento surge da reflexão sobre o meu lugar no mundo, enquanto mulher, latina, brasileira e artista. O disco tem um enfoque temático maior sobre identidade latina e união entre as mulheres", afirma a artista.

"O próprio nome do EP convoca um diálogo com o outro, principalmente com o feminino, sobre aquilo que precisamos reconhecer em nós mesmos para conseguir um futuro melhor, seja olhando para as cicatrizes do que foi o Brasil, seja se permitindo encontrar o amor, ou seja reconhecendo em nós uma identidade latina que se constrói com hibridismos e diversas vozes", conclui.

"Cabo Verde: é uma música sobre a minha trisavó Emília (conhecida como vovó Marreca), que veio de Cabo Verde para o Brasil. Nesta canção, falo sobre a construção do Brasil, do racismo e da ancestralidade feminina. É uma morna estilizada (género musical típico desta ilha africana que traz a saudade como um elemento muito comum em suas letras), conclui.

A partir de um senso crítico, a música mostra justamente, este lugar conflituoso em que Anna se encontra, de reconhecer e exaltar parte da sua herança africana e, ao mesmo tempo, se dar conta do seu lugar de privilégio e de que também carrega, no seu sangue, a ancestralidade dos povos que escravizaram e exploraram o continente Africano.

FESTIVAL FOLK CELTA | Ponte da Barca

BANDUA | Teatro de Vila Real

04/07/2026

RODRIGO TEÍSTA | Bem-Vindos à Minha Vida

"Bem-vindos à Minha Vida" é o aguardado novo álbum do cantor, compositor e guitarrista brasileiro Rodrigo Teísta. Composto por 9 faixas autorais inéditas, o projeto consolida a identidade do artista na sua fase mais vigorosa e multifacetada. 

A produção musical repete a parceria com Bruno Benzaquem, que já tinha assinado o bem sucedido EP "No Jardim dos Girassóis" (2025). Juntos, Teísta e Benzaquem lapidaram um repertório que transita com naturalidade entre a MPB contemporânea, o pop sensual e o reggae de arranjos refinados, criando uma atmosfera envolvente e de forte apelo comercial.
    

ALÊ BALBO | Honra

Dando sequência à quinta faixa do novo álbum, Mantras in the Chaos, Alê Balbo apresenta a música “Honra”. 

A jornada sonora inicia-se com o som das chakapas, instrumento tradicional utilizado por xamãs e curandeiros da Amazônia em cerimônias ligadas à medicina indígena. O seu movimento evoca o vento da floresta, criando uma atmosfera de conexão, presença e espiritualidade. 

“Honra” é um convite para olhar para dentro, refletir sobre nossos valores e fortalecer a honra nas nossas relações humanas.

 

03/07/2026

PEDRO ABRUNHOSA, BÁRBARA BANDEIRA E T-REX ENTRE OS NOMES DAS NOITES DOS JARDINS DO PALÁCIO

Pedro Abrunhosa, Tiago Nacarato, Rita Rocha, T-Rex, Bárbara Bandeira e Nenny sobem ao palco das Noites dos Jardins do Palácio, num cartaz que junta alguns dos nomes mais marcantes da música nacional. Na sua 2.ª edição, o festival regressa aos Jardins do Palácio de Cristal, no Porto, para duas noites que se assumem como uma celebração vibrante da música e cultura portuguesa. 

A primeira noite, a 11 de setembro, conta com a presença dos artistas Pedro Abrunhosa, Tiago Nacarato e Rita Rocha, três nomes que prometem dar o mote a esta edição. 

No dia seguinte, 12 de setembro, o palco recebe T-Rex, Bárbara Bandeira e Nenny, num alinhamento que percorre diferentes universos da música feita em Portugal. Dois serões que prometem juntar públicos distintos em torno de um mesmo cenário. 

Como palco de eleição para viver a música ao ar livre, os Jardins do Palácio de Cristal voltam a afirmar-se como um dos cenários mais especiais da cidade, num ambiente que une a beleza do espaço à proximidade entre artistas e público. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.

TIAGO BETTENCOURT ANUNCIA AS PRIMEIRAS DATAS DA DIGRESSÃO DOS 25 ANOS DE CARREIRA

Em 2027, Tiago Bettencourt assinala 25 anos de carreira com uma digressão especial que celebra um percurso singular na música portuguesa. Ao longo de 25 anos, Tiago Bettencourt construiu uma obra profundamente autoral, marcada por canções que atravessaram gerações e consolidaram o seu lugar como um dos mais relevantes songwriters nacionais. 

Em novembro de 2025, Tiago Bettencourt lançou o seu mais recente álbum, Foz, o oitavo da sua carreira. Nascido de um processo criativo longo e profundamente imersivo, entre períodos de recolhimento, experimentação sonora e uma residência artística em Bruson, na Suíça, Foz afirmou-se como mais um passo de reinvenção no percurso do artista. 

Co-produzido com Fred Ferreira, o disco reflete a inquietação criativa que tem marcado o seu trajeto: a procura constante de novos caminhos, sem nunca perder a identidade singular da sua escrita. A digressão de 2027 será uma celebração desse percurso, revisitando diferentes momentos da sua carreira, desde os primeiros passos com os Toranja até ao trabalho a solo que tem vindo a desenvolver ao longo das últimas duas décadas. 

Como parte desta celebração, dois concertos da digressão contarão com convidados muito especiais: os Toranja subirão ao palco com Tiago Bettencourt em dois momentos únicos. Estas participações especiais acontecerão em duas datas exclusivas, nos maiores palcos da tour: no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, e na Super Bock Arena, no Porto. 

Mais do que um reencontro em palco, estes serão dois momentos exclusivos de celebração de uma história comum e de canções que marcaram uma geração. Para além destas datas especiais, a digressão incluirá também vários concertos de Tiago Bettencourt, levando a celebração dos seus 25 anos de carreira a diferentes salas e cidades do país.

02/07/2026

TSUNAMIZ | Justin Sayin´

Tsunamiz acaba de apresentar Just Sayin’, uma faixa de rock alternativo e música eletrónica — com uma sonoridade crua, psicadélica e influências de shoegaze. 

A música combina guitarras cruas com texturas atmosféricas e ganchos melódicos marcantes, evidenciando uma abordagem que transita entre géneros fundamenta-se numa composição emocionalmente intensa. 

A canção explora a solidão masculina, a obsessão emocional e a dificuldade de expressar vulnerabilidade. Inspirada por reflexões sobre o filme "Obsession".

 

FELIPE XALÁ | Escolha

O músico brasileiro Felipe Xalá acaba de apresentar o seu novo single, "Escolha", uma faixa de Indie Pop com atmosfera leve, positiva e emocional. 

A música fala sobre escolher a paz, viver relações verdadeiras e aproveitar a vida com intensidade, trazendo uma energia feel-good e radiofónica. Inspirada em artistas como Vitor Kley, Lagum e Tiago Iorc, a faixa combina refrão forte, sonoridade orgânica e clima de liberdade.

30/06/2026

FESTIVAL QUE JAZZ É ESTE? | Viseu

Está fechado o cartaz da 14.ª edição do Festival Que Jazz É Este?, que decorre de 8 a 19 de julho em Viseu. Depois de duas semanas em que o jazz percorre hospitais, lares, um estabelecimento prisional, aldeias, ruas, museus e outros espaços da cidade, o festival concentra o seu momento mais intenso nos dias 18 e 19 de julho, transformando o Parque Aquilino Ribeiro, no coração de Viseu, no principal ponto de encontro entre artistas, públicos e comunidade. 

Fiel à identidade que tem vindo a afirmar ao longo de catorze edições, o Que Jazz É Este? continua a cruzar diferentes linguagens musicais e artísticas, reunindo nomes consagrados, projetos emergentes e criação local numa programação de entrada livre que volta a desafiar as fronteiras do jazz. 

No sábado, 18 de julho às 17h30 ouve-se Songsayer, o projeto de Rita Maria e Nuno Costa, que também orientam este ano o 18.º Workshop de Jazz de Viseu. Amigos e colaboradores de longa data, apresentam um concerto intimista onde voz, guitarra, eletrónica e improvisação reinventam canções que marcaram o percurso de ambos, criando um espaço de escuta sensível, experimental e profundamente pessoal. 

Às 19h00, sobe ao palco Azul Piscina, o mais recente projeto liderado pelo baterista viseense Miguel Rodrigues, onde composição e improvisação convivem numa criação coletiva em permanente transformação. A noite prossegue, às 21h30, com um dos concertos mais aguardados desta edição: Maria Luiza Jobim, que apresenta em Viseu uma música onde a MPB, a eletrónica subtil e a linguagem do jazz se encontram numa escrita delicada e contemporânea. 

O primeiro dia termina de forma diferente. A partir das 23h00, o festival junta-se à DANCETERIA, projeto da companhia Mochos no Telhado, para uma sessão especial Que Jazz É Este?. que transforma o parque numa pista de dança aberta a todos, começando com uma aula de Giant Steps, orientada por Maria Antunes, seguida de um momento de convívio e partilha que convida o público a permanecer no festival para lá dos concertos. 

No domingo, 19 de julho, a música regressa ao Parque Aquilino Ribeiro com o Hugo Santos Quintet, que às 17h30 apresenta composições originais do jovem baterista, vencedor do Concurso Internacional de Jazz da Universidade de Aveiro nas categorias de Melhor Ensemble e Melhor Composição Original, afirmando uma linguagem onde jazz, rock e funk convivem naturalmente. 

Às 19h o encerramento da 14.ª edição acontece com um encontro verdadeiramente especial: Omar, uma das vozes maiores da soul britânica, sobe ao palco acompanhado pela Gira Big Band, coletivo de jovens músicos da região de Viseu dirigido por João Martins e desenvolvido no âmbito do trabalho contínuo da Gira Sol Azul. 

Com uma carreira de mais de quatro décadas e colaborações com artistas como Stevie Wonder, Erykah Badu ou Angie Stone, Omar protagoniza um concerto inédito que simboliza o espírito do festival: promover encontros improváveis entre artistas internacionais e a criação musical local. 

Ao longo das tardes de sábado e domingo, o Parque Aquilino Ribeiro acolhe ainda emissões especiais de rádio ao vivo conduzidas por Sandra Rodrigues, Filipa Fróis e a dupla Daniela Madaleno e Pedro Coutinho, a apresentação do novo livro do guitarrista viseense Luís Lapa, ‘Chave Mestra’, além de um mercado de livros e discos, reforçando a dimensão multidisciplinar e participativa do festival. 

A programação completa integra ainda o Jazz ao Domicílio, que leva a música ao Departamento de Psiquiatria do Hospital de Viseu, ao Internato Dr. Vítor Fontes e ao Estabelecimento Prisional de Viseu; o Jazz na Rua, que atravessa a feira semanal da cidade; a programação em Várzea de Calde; o 18.º Workshop de Jazz de Viseu; as jam sessions no Carmo'81; e a oficina Cartazes Animados, orientada pela artista plástica Beatriz Rodrigues, que decorre no dia 11 de julho, às 15h00, na nova sede da Gira Sol Azul, na histórica Rua Direita. 

Nesta oficina, os participantes serão convidados a criar composições visuais e pequenas animações inspiradas nos artistas que integram o cartaz desta edição. Todas as atividades mantêm entrada livre, mediante donativo consciente, um contributo voluntário que ajuda a tornar possível um festival acessível sem desvalorizar o trabalho dos artistas e de toda a equipa envolvida. 

A realização da 14.ª edição conta com o apoio do Município de Viseu, parceiro fundamental para que o Que Jazz É Este? continue a afirmar-se como um projeto cultural de proximidade, criação e serviço público. 

De 8 a 19 de julho, o Que Jazz É Este? volta a ocupar Viseu com música, encontros e experiências que ultrapassam o palco. Mais do que um festival, continua a ser um lugar onde a cidade se escuta a si própria - e onde o jazz continua a encontrar novas formas de acontecer.

FESTIVAL MATOSINHOS EM JAZZ 2026

A edição de 2026 do Matosinhos em Jazz tem o cartaz fechado oficialmente. No dia 23 de julho, o palco da Praça Guilhermina Suggia recebe a Orquestra Jazz de Matosinhos & Cristina Branco. No dia seguinte (24), o festival recebe Jazz Nómada Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música convida OBOA NOMADE. Os espectáculos são às 22.00h e de entrada livre. 

“É uma edição realmente muito forte. O cartaz é muito impactante e o resultado do trabalho que temos feito com o Matosinhos em Jazz é cada vez mais evidente. As pessoas de Matosinhos respondem muito bem ao festival e temos notado cada vez mais a chegada de público de outras áreas fora de Matosinhos. É muito importante.” (Fernando Rocha, Vereador da Cultura da CM Matosinhos) 

O Matosinhos em Jazz começa já este sábado (dia 4 de julho) com o trompetista norte-americano Theo Crocker. A reputada saxofonista Nubya Garcia é quem toma conta do Coreto do Jardim Basílio Teles no dia 5 de julho. Na semana seguinte, chega de Berlim o Moses Yooffe Trio (dia 11) e do outro lado do Atlântico (Estados Unidos da América) é a vez de Lakecia Benjamin (12). 

Para o dia 18 de julho está programada a francesa Gabi Hartmann e no dia seguinte (19) o português Máximo com o seu trio. Todos os espectáculos realizam-se sempre às 18.00h. No mesmo espaço do Jardim Basílio Teles, em Matosinhos, está patente desde o dia 1 de julho a exposição do Matosinhos em Jazz. 

O conceito passa por convidar designers, ilustradores e artistas de outras áreas para recriarem capas de álbuns icónicos da história do jazz mundial. O alinhamento 100% feminino de 2026 conta com Wasted Rita, Susa Monteiro, Inês Marques Lucas, Filipa Beleza e Maria Imaginário.

VITORINO | Teatro de Vila Real

29/06/2026

ALICE BOAVISTA | Boa Nova

Alice Boavista apresenta “Boa Nova”, o seu primeiro single em nome próprio, tema que dá igualmente título ao EP de estreia atualmente em preparação. A canção surge como ponto de partida para um projeto que procura estabelecer um diálogo entre a música tradicional portuguesa e uma abordagem autoral contemporânea, afirmando uma linguagem assente na palavra, na memória e na ligação às raízes culturais. 

Em “Boa Nova”, Alice Boavista parte da ideia de regresso e saudade para construir uma narrativa centrada na relação com um lugar que permanece vivo na memória. Através da forma de uma carta imaginária, o sujeito lírico dirige-se a esse espaço ausente, alimentando a esperança de um reencontro futuro e da possibilidade de voltar a sentir pertença, acolhimento e reconhecimento. A canção desenvolve-se em torno da forma como os lugares moldam a identidade individual e emocional. 

Mais do que uma reflexão sobre distância física, “Boa Nova” explora a permanência das memórias, dos rituais e dos símbolos que acompanham cada percurso pessoal. Entre ausência e desejo de regresso, o tema propõe uma leitura da saudade enquanto força de ligação e construção identitária. Musicalmente, o single reflete algumas das linhas orientadoras do futuro EP. 

A composição e letra são assinadas por Alice Boavista, com arranjo de Francisco Ribeiro. A artista assume a voz, o adufe e o piano, acompanhada por Carlos Barreto no contrabaixo, Eva Senra na flauta transversal e Isabel Sixel no pandeiro e voz. 

A gravação foi realizada no I Am Studio, sob direção de Artur Silva. “Boa Nova” integra um projeto que cruza referências da música tradicional portuguesa com elementos da música popular portuguesa e brasileira, incorporando ainda influências da música erudita e do jazz. A utilização de instrumentos associados às tradições musicais de diferentes territórios lusófonos contribui para uma linguagem que procura simultaneamente preservar e reinventar heranças culturais, aproximando tradição e criação contemporânea. 

O futuro EP homónimo surge como a primeira edição discográfica de Alice Boavista enquanto autora e intérprete a solo. Concebido como um manifesto artístico e pessoal, o trabalho propõe uma reflexão sobre pertença, memória, identidade e transmissão cultural. O título “Boa Nova” assume-se como metáfora de nascimento artístico e revelação, mas também como mensagem de esperança e continuidade. 

Nascida em Marco de Canaveses em 2001, Alice Boavista é cantora, pianista, maestrina, adufeira, arranjadora e compositora. Formou-se em Direção, Teoria e Formação Musical pela Universidade de Aveiro, depois de estudos no Conservatório do Vale de Sousa, desenvolvendo desde cedo um percurso marcado pela diversidade de experiências musicais e performativas.

CARTAZ | Concerto

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