22/06/2026

RAQUEL TAVARES | Centro de Artes de Águeda

A cantar desde os 7 anos, Raquel lançou o seu álbum de estreia homónimo em 2006, que lhe valeu o Prémio Amália Rodrigues para “Revelação Feminina”. Dois anos mais tarde, edita Bairro (2008), um trabalho muito aclamado pela crítica e pelo público. 

Em 2016 apresenta Raquel – do qual faz parte o sucesso “Meu Amor de Longe” (que conta com mais de 14 milhões de visualizações no YouTube) – e, logo no ano seguinte, lança Roberto Carlos por Raquel Tavares, que atingiu em poucos meses o galardão de platina e lhe deu um Globo de Ouro de “Melhor Intérprete” em 2017. 

Em 2023, a saudade dos palcos falou mais alto e aceitou o desafio do prestigiado Festival Internacional de Fado – onde já havia estado em edições anteriores ao lado de nomes como Carlos do Carmo, Camané, entre outros – atuando em Madrid, Barcelona e Sevilha. No ano passado voltou ao ritmo de concertos e, para além de Portugal, Raquel Tavares esteve em tour pela América Latina. 

27 de junho | Centro de Artes de Águeda (21.30h)

LÖBO APRESENTA VIOLÊNCIA CANSADA

Os LÖBO lançaram no passado dia 19 de Junho Violência Cansada, uma composição instrumental de 11 minutos e 39 segundos que assinala o novo capítulo da série Matéria Negra. Depois de explorar a descoberta, a expansão e o fascínio pelo desconhecido nos volumes anteriores, a banda mergulha agora num território mais sombrio e introspetivo. 

Inspirado por temas como o conflito humano, o existencialismo e a desilusão, Violência Cansada retrata o desgaste provocado pela procura incessante de significado, num percurso onde a promessa da exploração dá lugar ao cansaço, ao desencanto e ao afastamento progressivo de tudo o que antes parecia essencial. Musicalmente, o tema aprofunda a identidade sonora dos LÖBO, cruzando a intensidade do pós-metal com paisagens eletrónicas envolventes e uma forte dimensão cinematográfica. 

Entre sintetizadores atmosféricos, guitarras densas, linhas de baixo Moog pulsantes e uma secção rítmica hipnótica, a banda constrói uma narrativa instrumental marcada pela tensão, pela imensidão e pela inevitabilidade do colapso emocional.

KUMPANIA ALGAZARRA | Agenda

21/06/2026

RUI VELOSO, GNR E PEDRO ABRUNHOSA JUNTOS NA AVENIDAD DOS ALIADOS

Depois de semanas de expectativa, é revelado, finalmente, o nome do artista surpresa que se juntará aos GNR e a Pedro Abrunhosa num dos momentos mais aguardados da programação do BABELL. No próximo dia 25 de junho, sobe ao palco da Av. Dos Aliados uma das maiores referências da música portuense e portuguesa: Rui Veloso. 

Cantor, compositor e guitarrista de incontornável importância, Rui Veloso é uma figura profundamente ligada ao Porto e à sua identidade cultural. Com uma carreira ímpar, construiu uma obra que atravessa gerações e ajudou a definir o panorama da música portuguesa contemporânea. 

Com temas que celebram a cidade, as suas histórias e o seu espírito, é também um dos artistas que melhor soube transformar o Porto em canção. A presença de Rui Veloso completa um alinhamento de excelência, juntando em palco três dos maiores nomes da música nacional. Um encontro único de talentos, unidos por uma forte ligação à cidade invicta e por um legado artístico que marcou várias décadas da cultura musical portuguesa. 

À semelhança de outros momentos da programação BABELL, os leitores que adquirirem um livro-bilhete através da rede de livrarias aderentes terão acesso a uma área reservada junto ao palco. Esta opção permite associar a descoberta de novos livros à participação em alguns dos momentos mais especiais da programação, reforçando a ligação entre literatura, pensamento e criação artística que está na génese do BABELL. 

O espetáculo promete ser um dos pontos altos da programação do BABELL. Mais do que um concerto, esta será uma celebração da música, da criatividade e da relação profunda entre o Porto e alguns dos artistas que melhor o souberam interpretar ao longo das últimas décadas. 

Ao mesmo tempo, será também um momento aberto à cidade, permitindo que milhares de pessoas acompanhem gratuitamente os concertos a partir da Avenida dos Aliados, num encontro raro entre música, literatura e espaço público. A noite arranca às 21.30H com os GNR, dando depois lugar a Pedro Abrunhosa, às 22.15h. 

O encerramento deste grande palco caberá a Rui Veloso, que irá atuar a partir das 23h00. Acarinhados pela cidade onde se afirmaram, os GNR e Pedro Abrunhosa vão partilhar o palco em duas canções (uma dos GNR e outra de Abrunhosa), entre as respetivas atuações. Irão ainda apresentar um tema novo, composto especialmente para o BABELL, a partir de textos de grandes poetas portuenses. Tudo isto a juntar, naturalmente, aos clássicos incontornáveis dos respetivos reportórios. 

Idêntica interação acontecerá entre Abrunhosa e Rui Veloso, aquando da passagem de testemunho. Também Veloso apresentará um tema inédito, composto especialmente para o BABELL, 21 anos depois do último álbum de originais, A Espuma das Canções. 

Promovido pela Fundação Livraria Lello, em coprodução com a Câmara Municipal do Porto, o BABELL reúne alguns dos mais relevantes escritores, pensadores e artistas contemporâneos nacionais e internacionais. Destacam-se Olga Tokarczuk, László Krasznahorkai, Margaret Atwood, Salman Rushdie, Julian Barnes, Conceição Evaristo, Javier Cercas e Héctor Abad Faciolince, além dos mais destacados escritores portugueses, como Lídia Jorge, Gonçalo M. Tavares ou Valter Hugo Mãe.

20/06/2026

PODCAST 33 ROTAÇÕES

Editado originalmente em 1984, Off Off, o disco mais marcante dos Telectu acaba  de ser reeditado pela Holuzam. A reedição em vinil replica a edição original com uma serigrafia de António Palolo.

José Moura da editora Holuzam destaca hoje no Podcast 33 Rotações a importância da reedição do duplo álbum dos Telectu.

ÁGUA BRUTA | Vendaval

Praia Bela é o segundo álbum de Água Bruta. Como em todos os textos do projeto, é importante começar dizendo: Água Bruta não é uma banda, mas sim um universo construído por Dancan, artista multimídia nordestino de João Pessoa, Paraíba. 

Ao longo de mais de duas décadas, ele desenvolveu linguagens visuais para outros artistas criando animações, videoclipes, cartazes de shows e filmes, capas de discos e de livros. Água Bruta é o ponto em que tudo isso converge: poesia, fotografia, vídeo e música nascendo de uma mesma fonte e de uma mesma visão. 

O primeiro disco foi bem mais longe do que podia se imaginar: já soma mais de 95 mil visualizações no YouTube, sem selo e sem estrutura tradicional de divulgação. Em Praia Bela, o projeto aprofunda a sua identidade com nove faixas que atravessam MPB, bossa nova, rock progressivo, indie pop, lo-fi, samba e outras influências reunidas em uma produção marcada por levadas brasileiras, ambiências litorâneas, samples, efeitos sonoros e experimentação de timbres e arranjos. 

Violões e guitarras sincopadas convivem com baixos melódicos, flautas, sopros, percussões discretas e baterias reverberadas, sempre em busca de uma atmosfera sensorial. O disco absorve com naturalidade a lógica do Nordeste, sua relação com o tempo, com a natureza, com o mangue, o mar e as falésias, transitando entre descanso e pulsação, entre intimidade e cultura popular. 

 

BRUNO RK | Certeza de Nada (Acordar dos Sonhos)

Conhecido por sua forte atuação na cena musical independente de Sorocaba (São Paulo) cidade onde também é vocalista e guitarrista do trio de rock alternativo Véu Sublime, o artista e produtor Bruno Rk dá um novo e intimista passo em sua trajetória solo com o lançamento de seu segundo álbum, “Volta Volta”. 

O lançamento foi antecedido pelo single "Certeza de Nada (Acordar dos Sonhos)". Neste novo trabalho, Bruno Rk deixa um pouco de lado o groove e a psicadélica brasileira presentes nos seus trabalhos em grupo para mergulhar de cabeça nas texturas densas do shoegaze e na atmosfera crua do bedroom pop.

O disco foi concebido, gravado, mixado e masterizado inteiramente no quarto do artista, abraçando a essência do "faça-você-mesmo" (DIY) em sua forma mais pura. Sonoramente, a "parede de som" e a distorção das guitarras servem de pano de fundo para um diário catártico e extremamente vulnerável sobre o violento choque de realidade ao entrar na vida adulta. 

O disco aborda as frustrações da juventude atual enfrentando o fim da faculdade, a asfixia financeira, o impacto esmagador de uma demissão e as crises de identidade. 

O título Volta Volta é ancorado na figura de um gato: o felino que escapa de casa, perde-se pelo caos do mundo, mas invariavelmente encontra o caminho do lar. 

 

19/06/2026

JANEIRO | Cor Lá Fora (feat. Valter Lobo)

Janeiro edita o novo single “Cor Lá Fora”, que conta com a participação de Valter Lobo. Este é o primeiro avanço do novo álbum do artista, que será editado este ano. Musicalmente, o tema habita um território intimista e contemplativo, onde a canção de autor portuguesa se cruza com uma produção delicada, atmosférica e emocional. 

A temática centra-se na capacidade de reencontrar beleza, esperança e significado para além dos momentos de dúvida ou encerramento interior, explorando a importância de voltar a olhar para o mundo com curiosidade e abertura. 

A faixa conta com a participação especial de Valter Lobo, uma das vozes mais singulares da música portuguesa contemporânea, resultando este encontro dos dois artistas numa interpretação sensível e complementar, reforçando o carácter intimista e poético da canção. 

 «“Cor Lá Fora” aprofunda e prepara o caminho para o universo emocional do álbum. A canção surge como um convite à reconexão com aquilo que permanece luminoso mesmo nos períodos de maior incerteza, reforçando uma escrita cada vez mais direta, humana e madura.» partilha Janeiro. 

A canção tem letra de Janeiro e Valter Lobo e música de Janeiro. Conta com Janeiro na guitarra acústica e vozes, Daniel Lima no piano acústico e Valter Lobo nas vozes. A produção é de Janeiro, a gravação, captação, mistura e masterização são de Nuno Simões. 

O videoclipe foi realizado por Gigo Cabral, Janeiro e Valter Lobo, com direção de fotografia e de arte de Gigo Cabral e produção de Janeiro.

 

VIRGEM SUTA | Bárbara e Ken

Os Virgem Suta regressam com uma versão acústica do tema “Bárbara e Ken” e levantam o véu sobre o seu próximo álbum "Sala de Estar". O disco reunirá dez canções da banda em formato acústico, revisitando alguns dos momentos mais marcantes da sua discografia, como “Linhas Cruzadas”, “Dança de Balcão” e “Tomo Conta Desta Tua Casa”. 

Este novo trabalho assinala o início de um novo ciclo criativo, que ganhará vida em palco numa digressão nacional com arranque previsto para outubro. “Bárbara e Ken” é um retrato agridoce sobre o amor, o desgaste do tempo e as pequenas ironias da vida a dois. 

Entre humor, ternura e o quotidiano, a canção acompanha a transformação de um casal aparentemente perfeito, do encanto juvenil às rotinas domésticas, dos serões de verão ao sofá partilhado em silêncio. Com a sensibilidade melódica e lírica que os caracteriza, os Virgem Suta voltam a afirmar-se como cronistas singulares das relações humanas, capazes de encontrar poesia tanto no romance como nas imperfeições da vida real. 

Esta canção marca o início de uma viagem à essência dos Virgem Suta. Entre temas bem conhecidos e outros que soarão quase a inéditos, a banda convida o público a descobrir as suas canções no estado mais puro: apenas guitarra, vozes e emoção. 

Como curiosidade, os Virgem Suta recordam que, no início da carreira, chamavam aos registos dos ensaios “o sumo da Virgem Suta”, uma metáfora para a procura da essência e da substância original das músicas. Um princípio que continua hoje a orientar esta nova fase e a identidade desta digressão acústica, que terá início em Outubro, com a digressão “Sala de Estar”. 

 Os Virgem Suta surgiram em 2009 com o álbum homónimo e, desde então, editaram “Doce Lar”, em 2012, e “Limbo”, em 2015. Em 2010 foram nomeados para os Globos de Ouro na categoria de Melhor Banda e, em 2013, na categoria de Melhor Álbum.

 

MAYA BLANDY | I Don´t Need

Entre o jazz, soul e alt-pop, Maya Blandy afirma uma nova voz de independência e atitude A cantora e compositora Maya Blandy regressa com o novo single “I Don’t Need”, uma afirmação elegante de independência, confiança e identidade artística. 

Com uma fusão sofisticada de jazz, soul e pop contemporâneo, “I Don’t Need” destaca-se pela interpretação vocal ousada de Maya Blandy e por uma produção moderna e refinada, onde atitude e musicalidade coexistem de forma natural. 

Coescrita com Jack Critchlow, a canção apresenta uma energia atrevida, emocionalmente direta e estilisticamente distinta. Liricamente, o tema aborda o empoderamento feminino, a autoconfiança e a independência emocional através de uma abordagem simultaneamente divertida e assertiva. Musicalmente, posiciona-se entre o alt-pop britânico, o neo-soul e o pop com influência jazzística, aproximando-se de um universo sonoro sofisticado e contemporâneo. 

“I Don’t Need” surge também num momento particularmente relevante para a artista, que participou recentemente no mais recente álbum de Bruno Pernadas, reforçando a sua presença numa nova geração de músicos que cruzam géneros e influências com naturalidade. Nascida na Austrália, com raízes inglesas e alemãs, Maya Blandy cresceu na Madeira e vive atualmente entre Portugal e Inglaterra. 

A diversidade cultural da sua infância moldou uma identidade musical singular, onde convivem influências de jazz, soul, funk e música portuguesa. Com uma identidade vocal marcante e uma abordagem artística cada vez mais afirmada, Maya Blandy continua a construir um percurso internacional que combina sofisticação, autenticidade e forte personalidade criativa.

NAPA APRESENTAM NOVO SINGLE, "SORTUDO"

Os NAPA estão de volta com "Sortudo", o novo single que chega agora a todas as plataformas digitais e que é acompanhado por um videoclipe oficial. Entre balanços inspirados pela música brasileira, nuances psicadélicas e a identidade indie-pop que tem marcado o percurso da banda, "Sortudo" apresenta-se como uma canção luminosa sobre gratidão, pertença e amizade. 

Num tempo em que é fácil sentirmo-nos desencontrados, os NAPA encontram beleza nas pessoas e nos lugares que servem de porto seguro. Assente num refrão contagiante — "eu sou tão sortudo, tenho amigos pelo mundo, tenho um porto seguro" —, a canção transforma pequenos gestos e afetos + numa celebração coletiva. 

"Sortudo" fala da sorte que existe para lá do acaso: a sorte de ter quem nos acompanhe, quem nos compreenda e quem nos ajude a encontrar o caminho quando tudo parece incerto. Ao longo da música, convivem sentimentos de inquietação e esperança. 

Versos como "malparado só me apetece fugir, sinto-me sem um lugar" contrastam com a confiança serena de quem reconhece que "tenho a sorte à minha cabeceira", construindo uma narrativa emocional onde a procura de um lugar no mundo acaba por encontrar resposta nos vínculos que criamos. O single foi produzido por Lucas Nunes e contou com a coprodução de André Santos. A gravação de “Sortudo” aconteceu entre Portugal e Brasil, mas também em Madrid, Espanha. 

O videoclipe que acompanha o lançamento foi realizado por João Morgado, criador que tem vindo a afirmar-se em trabalhos com artistas como João Borsch, Extrazen e Luís Franco-Bastos. O vídeo é protagonizado por Filipe Tavares e conta também com a participação dos próprios NAPA.

 

18/06/2026

DOURO & PORTO WINE FESTIVAL | Lamego

Está completo o cartaz da edição deste ano do Douro & Porto Wine Festival, que une música à nobre herança vinícola e gastronómica da região. 

A quinta edição reforça a dimensão internacional do evento e regressa a Lamego e à região do Douro nos dias 3 e 4 de julho, com atuações internacionais de Ronan Keating, Natalie Imbruglia e Eagle-Eye Cherry e dos portugueses Aurea, Lena D'Água e Olavo Bilac. Haverá, ainda, DJ Sets de Rui Pregal da Cunha e Raquel Loureiro, assim como apresentações com diversos chefs de renome. 

Os bilhetes para a edição de 2026 do Douro & Porto Wine Festival já se encontram à venda nos locais habituais, com um preço diário de 35 euros e um passe para os dois dias disponível por 50 euros. 

As portas abrem às 18.00h e o festival prolonga-se até às 02.00h, com entrada permitida a maiores de 3 anos e gratuita até aos 6 anos. Na edição de 2026, o Douro & Porto Wine Festival reforça a aposta numa experiência única transversal a todo o recinto, disponibilizando ao público um único tipo de bilhete de acesso ao festival. 

Mantêm-se, contudo, os camarotes corporativos destinados a empresas e parceiros, concebidos para proporcionar momentos de convívio e relacionamento num ambiente privilegiado, com acesso a serviços dedicados.

SALVADOR SOBRAL | A Flor do Recomeço

Salvador Sobral apresenta o seu primeiro álbum com composições exclusivamente brasileiras. Intitulado "A Flor do Recomeço", o álbum foi gravado em São Paulo e produzido pelos brasileiros, vencedores de Grammys, Marcus Preto e Tó Brandileone, com lançamento previsto para 16 de outubro de 2026. 

O disco inclui uma seleção estelar de canções inéditas e exclusivas para este álbum, compostas por reconhecidos artistas como Adriana Calcanhotto, Arnaldo Antunes, Chico César, Céu, Marcelo Camelo, Mallu Magalhães, Marcos Valle e Tim Bernardes. O título provém de um poema da escritora Eveline Sin, com música de Chico César. 

Hoje é lançado "A Flor do Recomeço", o primeiro avanço que dá título ao álbum. O vídeo oficial, com realização de Jep Jorba, já se encontra disponível. Para Sobral, este projeto representa uma viagem profundamente pessoal de regresso às suas raízes musicais: 

"Estou absolutamente convencido de que a música nasceu no Brasil. Cresci a ouvir Maria Bethânia no carro da minha mãe e Chico César no do meu pai. Este álbum surge da necessidade de ir à origem suprema para aprofundar e descobrir os sons intemporais deste outro lado do Atlântico". 

Acompanhado por uma banda de músicos brasileiros de primeiro nível — Tiago Costa (piano), Fábio Sá (contrabaixo), Conrado Goys (guitarra), Sergio Machado (bateria) e Felipe Roseno (percussão) —, Sobral enfatiza que o objetivo era a autenticidade acima da imitação: "A ideia não era fazer um 'disco brasileiro', mas um disco de compositores brasileiros interpretados por músicos brasileiros e cantados por um artista português. 

Caso contrário, poderíamos cair na armadilha de soar como uma caricatura da música brasileira com um sotaque estranho". Após um intenso período de ensaios e gravação no Brasil, Salvador Sobral descreve o trabalho final como um som "coerente na sua totalidade, que faz justiça a cada composição única".

 

RACHEL BANGS | Bright Eyes

Rachel Bangs é o alter ego de Raquel Custódio, que começou como baterista e vocalista nos Palmers e como baterista nos Bar Lonely, antes de se aventurar no seu projeto a solo. Com algumas músicas já lançadas, chega-nos "Bright Eyes", uma canção que se move entre o post-punk e o shoegaze. 

Com guitarras intensas e versos envolventes, Rachel Bangs reflete sobre a ideia de que o aprisionamento nem sempre é literal. No fim, tudo se reduz à emoção. 

Bright Eyes é uma canção que capta um ciclo emocional, preso entre memória e ausência. Simboliza a dificuldade de deixar o passado para trás. (Rachel Bangs) 

“Bright Eyes" fará parte do EP de estreia da artista, intitulado "Silent Memories", que sairá a 18 de setembro.

SÉRGIO FROES | Do Lado de Fora da Bolha

O músico Sérgio Froes acaba de apresentar o seu mais recente single, "Do Lado de Fora da Bolha". 

"Como artista brasileiro radicado nos EUA, queria escrever uma música que homenageasse quem segue em frente seguir em frente apesar das adversidades. Mais do que uma música sobre dificuldades, "De Fora da Bolha" é uma homenagem a força humana e o heroísmo silencioso das pessoas comuns", explica o músico.

 
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