25/07/2021

SONS DE MERCÚRIO | “Entre Crendices e Amores Pagãos”

                                                                                                 Foto: Ayumi Mariana

Formado pelo duo Cartre Sans (voz, violão e piano) e Mohzah Nascimento (voz, violão e guitarra), Sons de Mercúrio é como um laboratório musical alquímico que surgiu da ideia de um espetáculo e foi ganhando corpo na parceria dos artistas. O resultado é um som progressivo, quase setentista, mas sem temas psicadélicos e nem solos longos. 

O psicadelismo aparece na ideia de paisagem sonora, movimentos quebrados e diferentes na mesma música. No meio, acentos de folk, rock, indie, MPB e ritmos ancestrais presentes na World Music. Tudo isso com uma propriedade única que utiliza harmonias vocais (que lembram antigos cantos de rituais) e violões cigano-seresteiros que ecoam o regionalismo brasileiro. 

Gravado entre Janeiro e Maio deste ano no Netuno Estúdio (Feira de Santana-BA), o álbum tem produção musical de Paulo Victor Aragão – PV (também responsável pela captação e mixagem) e de Cartre e Mohzah (que assinam os arranjos), produção executiva de Manuela Borges e Ruffo, e projeto gráfico de Franco Santos, com artes de Cartre Sans. Os episódios audiovisuais que acompanharam o processo contam com a produção de Revson Costa. 

A masterização ficou a cargo do  produtor Rodrigo “Funai” Costa, vencedor de quatro Grammys Latinos como engenheiro de gravação com Tulipa Ruiz (“Dancê”), Elza Soares (“Mulher do Fim do Mundo”), Mariana Aydar (“Veia Nordestina”) e Emicida (“Amarelo”).

Pensado para ganhar os palcos assim que a pandemia deixar, o trabalho destaca a amplitude e diversidade em participações especiais como a do cantor e compositor pernambucano Almério (vencedor do Prêmio da Música Brasileira - Revelação 2018 - e indicado ao Grammy Latino 2020 com Mariene de Castro em “Acaso Casa”), do músico e cantor português Jorge Benvinda.

24/07/2021

ARIEL JONES | "Secret"


Ariel Jones, cantora e compositora, afirma-se como uma cantora versátil, tendo como principais influências o universo do R&B/Soul e Hip-Hop. Nascida em Lisboa, aos 8 anos mudou-se com a família para a ilha da Madeira onde passou a sua infância e adolescência. 

O seu interesse pela música surgiu desde tenra idade, tendo aos 12 anos ingressado no Conservatório de Música da Madeira, onde tocou piano durante 2 anos e teve aulas de voz lírica durante 8 anos. 

Aos 16 anos ingressou numa banda de covers, como cantora e guitarrista, tendo permanecido até à conclusão dos estudos universitários. Ariel Jones regressa a Lisboa para explorar a sua vertente artística, apresentando-se no panorama musical nacional com o seu single de estreia “Secret”.

 

ANTÓNIO ZAMBUJO EM CONCERTO



Agenda: 

24 de Julho | Museu P.O.R.O.S, Condeixa-a-Nova 

25 de Julho | Noites de Verão, Vila Nova de Gaia 

27 de Julho | Folk Holiday Festival, República Checa 2

09 de Julho | Eixo Cultural A25 c/ Orquestra Filarmonia das Beiras, Aveiro 

15 de Agosto | Alameda 5 de Outubro, Albergaria-a-Velha 

10 de Setembro | Sé Nova, Coimbra 

12 de Novembro | Multiusos de Guimarães, Guimarães 

13 de Novembro | Cine-Teatro Paraíso, Tomar 

20 de Novembro | Casino de Chaves 27 de Novembro | Casino de Espinho 

11 de Dezembro | Elbphilharmonie Hamburg, Hamburgo 

26 de Abril 2022 | Dinant, Bélgica 27 de Abril 2022 | Wolubillis, Bélgica

www.antoniozambujo.com

ADOLFO LUXÚRIA CANIBAL + MARTA ABREU | São Martinho de Anta

23/07/2021

PEDRO DE TRÓIA APRESENTA O SINGLE "CARROSSEL" COM RUI REININHO


Depois do eletrizante single “Gosto Tanto de Ti”, Pedro de Tróia apresenta-nos agora “Carrossel”, máquina rotativa sentida e cantada em dueto com Rui Reininho. Ambas as canções integram o segundo disco - “Tinha de Ser Assim” - com edição marcada para outubro de 2021. 

Pedro de Tróia, faz a apresentação de "Carrossel" com um texto escrito na primeira pessoa: «“Um sonho que começou nas viagens de carro com o meu Pai, entre Coimbra, Viseu e Manteigas.” Esta é uma frase retirada da carta digital que escrevi ao Rui há uns meses e cuja construção - aparentemente banal – diz tanto do que fui, do que sou e do que faço por vir a ser. 

Se não estou tão certo de que todos os inícios tenham um fim, porque um fim pode ter tantas formas, o mesmo não posso dizer sobre todos os finais. Todos os finais têm um começo. Seja no tempo, no espaço, dentro de nós ou até mesmo dos outros, antes de um final existe tudo o que foi e, antes de tudo o que foi, estar-lhe-á sempre associado o instante que esse tudo despertou. 

 Daqui podia seguir numa prosa de leitura de praia, com o ruído do mar, das pessoas e das bolas com creme e sem creme a compor a paisagem sonora, mas opto por me cingir ao essencial: certa madrugada escrevi uma canção a que chamei “Carrossel” e que, horas depois, fiz chegar ao Rui Reininho, numa carta breve em que me contei e na qual estendi o convite de lhe dar vida comigo. 

O início de um tudo que não terá fim, porque as canções são eternas. No ano em que completo 33 anos, fico a saber que estou a 33 anos de distância, charme e eloquência dos 66 do Rui. Tenho uma idade que é ímpar e o seu dobro é par, mas, por mais ímpar que seja, há uma estrada que percorro e na qual aprendo a andar. Dirigir-me a um sonho, por um sonho, enquanto sonho, é (e tem sempre de ser) uma enorme satisfação, mesmo que nos recusem com educação. 

Sonhei, criei, sonhei, escrevi, sonhei, esperei, sonhei, sorri. Sorri porque, por maior símbolo seja este a quem em dirigi - é para muitos um ícone, para mim uma escola e para si mesmo a natureza, com certeza - o Rui é uma referência transgeracional, na escrita, na música, no espetáculo, nas respostas, no olhar, no saber, no perder, no viver e no fazer sentir. É um dos portugueses mais identificáveis. Veste-se de si e de mais ninguém. Carrega uma alma que é cinema, tão submersa quanto além da estratosfera, dado o seu talento e altura. Em silêncio, com o olhar toca no céu. 

Poucos podem coçar o céu por mero prazer, mas, por maior que seja a sua grandeza, é anã à beira dos calcanhares da sua generosidade. O Rui aceitou o convite e, assim, a canção ficou completa. Não só a canção, como parte de mim também. Não me é raro dizer que vivo em lagos de sonhos, que foram cavados nas viagens de carro que comecei por referir. Nessas viagens aprendi a ouvir o que nos querem mostrar ou dizer; aprendi a apreciar o país-paisagem-deslumbrante que atravessávamos; e mergulhei no meu silêncio, onde tantas vezes me perdi e outras tantas me entendi. 

São lagos que, quanto mais deles tento fugir, maiores se tornam. Não em altura, mas em largura. Uma largura que dista cada vez mais uma margem da outra. Uma margem de onde podemos chamar tudo, mas de onde só o eco vem, se não mergulharmos. Um mergulho em águas turvas, nas quais nos multiplicamos e onde pomos tudo o que somos, em cima de tudo o que fomos, na tentativa aflita de erguer o melhor que sonhamos. De quilos de dor e lágrimas quanto baste, faço a massa dos bolos mais lindos, porque há carrosséis que não param. E se há carrosséis que não param, é escolher, sem querer, entrar

RODRIGO LEÃO LANÇA NOVO SINGLE, "WHO CAN RESIST"


Depois de "Friend of a Friend", Rodrigo Leão apresenta o segundo single do seu próximo álbum, A Estranha Beleza da Vida, com lançamento global em outubro pela BMG. Trata-se de "Who Can Resist", que conta com voz e letra de Kurt Wagner, líder dos americanos Lambchop. 

"Who Can Resist" é mais um exemplo do cuidado casting de vozes que Rodrigo faz para os seus álbuns mais cinemáticos como "Alma Mater", "Cinema" ou "A Mãe", e que de novo se manifesta em "A Estranha Beleza da Vida". Para o novo single, o músico procurou uma voz masculina com que se pudesse identificar e que servisse de seu “alter ego” – “e a voz espessa de Kurt Wagner cativou-me imediatamente. Ele prontificou-se muito amavelmente para fazer a letra e cantar o tema, foi um privilégio poder contar com ele”. 

"Who Can Resist" surgiu inicialmente no Verão de 2020, durante o confinamento em família de Rodrigo, “enquanto esperava pelos jantares em família”. “Quando não me calhava a vez de cozinhar, sentava-me um bocadinho ao piano, e sentia uma enorme felicidade por estarmos ali todos juntos sem sentir o tempo a fugir”. É uma canção feliz, livre, à imagem do álbum em que está incluído, A Estranha Beleza da Vida, que será publicado internacionalmente em outubro através da BMG e que o seu autor descreve como “sobre a liberdade de podermos tentar criar sem barreiras, sem limites.” 

Tal como já acontecera com "Friend of a Friend", o single conta com imagem do escritor e ilustrador Afonso Cruz, que também assina a ilustração de base do videoclipe deste novo single, animado e assinado por Pedro Serrazina, e estará disponível nas plataformas digitais habituais (Spotify, Apple Music e Deezer) a partir de 23 de Julho. A Estranha Beleza da Vida encontra-se já em pré-venda antecipando a sua edição global em Outubro.

TAINÁ | "Peito Dividido"


Tainá dá hoje a conhecer "Peito Dividido", música nova que já se encontra disponível nas plataformas digitais. É o regresso aos originais depois da sua participação no Festival da Canção no início do ano com o tema “Jasmim”. «Eu sei onde estou, só não me esqueço de onde vim», canta Tainá em "Peito Dividido", o novo single da artista brasileira de ascendência indígena que viu o sonho da música tornar-se realidade em Portugal. No seu jeito singular, que imprime fascínio e poesia em cada música que escreve, compõe e canta, Tainá mostra uma vez mais que é uma exímia contadora de histórias. 

O seu peito até pode estar dividido entre o Brasil e Portugal mas a sua música será sempre capaz de unir os dois lados do Atlântico. Depois de editado o seu álbum de estreia e homónimo em 2019, que lhe valeu a distinção na categoria Lusofonia na segunda edição dos Prémios Play, e uma digressão pelos principais palcos do país, Tainá está de volta à composição de novo repertório e aos concertos dentro e fora de portas. Hoje, 23 de Julho, atua na Alemanha, tendo também concertos agendados em Portugal no final de Julho e em Agosto.

 

22/07/2021

ZIGURFEST 2021 | Lamego


De 25 a 28 de Agosto, o ZigurFest regressa a Lamego para ocupar o Teatro Ribeiro Conceição, o Castelo, a Alameda e o Museu de Lamego. Mais do que nunca, esta é uma edição feita com o coração e para o coração. 

 "É acima de tudo, uma edição feita para quem nos acompanha há uma década, para todos os artistas que nos continuam a entusiasmar todos os anos, e para a cidade resiliente que continua a dar-nos ânimo para fazer estes quatro dias únicos. O festival terá, como sempre, entrada gratuita."

WOMEX 2021 | Porto


Dando continuidade à tradição anual de apresentação e apoio aos talentos do país anfitrião e das suas ligações, a edição deste ano do programa WOMEX contará mais uma vez com um palco regional: "Lusofónica Stage". Nove artistas irão atuar ao vivo em representação de oito países, incluindo Portugal, oriundos da comunidade de nações lusófonas (Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Timor-Leste, Macau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe), bem como da Galiza e da Diáspora lusófona. 

A lusofonia é o ângulo singular que tem para oferecer ao mundo a cultura musical que resulta de uma língua partilhada entre Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné e São Tomé e Príncipe. Na sua primeira edição em Portugal, o Womex 21 não podia deixar de consagrar essa ideia com um palco próprio onde se reunirão talentos variados, numa amostra plural e inclusiva a que a Sociedade Portuguesa de Autores também se associa. 

Os showcases terão lugar no icónico Teatro Nacional São João, uma das mais belas salas do país e cenário perfeito para esta apresentação da cultura musical lusófona ao mundo, e terão apresentações divididas por três dias. Reunindo talento do Brasil, Itália, Espanha e Portugal, chegará o projeto Ayom, que propõem uma visão musical singular que une o Brasil a Cabo Verde e Angola, no que os próprios descrevem como “Black Atlantic Music”; Bandé-Gamboa, uma banda criada para celebrar o crioulo que une Cabo-Verde e a Guiné com músicos de topo de ambos os países e também de Portugal; e, finalmente, Miroca Paris, um dos modernos expoentes da música de Cabo Verde, multi-instrumentista de larga experiência que já se cruzou com os mais relevantes nomes da música do seu país. 

O programa do Lusofónica Stage contempla concertos de Lina_Raul Refree, o aclamado projeto de reinvenção do fado que conquistou palcos e prémios internacionais desde que lançou o seu álbum de estreia, uma original homenagem ao espírito de Amália; Lucas Santtana é outra das grandes referências da moderna canção brasileira, dono de uma sólida discografia que se espraia por duas décadas e companheiro de palco e estrada da elite musical do Brasil; o dia terminará com Vitorino, veterano português que dispensa apresentações, dono de uma extensa carreira e com uma voz ligada a algumas das maiores pérolas do cancioneiro popular português. 

Ainda pelo Lusofónica Stage passarão O Gajo, uma das mais originais propostas da música popular portuguesa surgida nos últimos anos, projeto de João Morais que reclamou a viola campaniça para o acompanhar em canções que soam a fado ou a música tradicional, mas soam, sobretudo, diferentes; de Espanha virão os Tanxugueiras, grupo de três fortes mulheres galegas que se acompanham de pandeiretas numa energética e contagiante revisão da cultura popular; e, finalmente, a encerrar este palco, Lucia de Carvalho, artista angolana baseada em França, apaixonada pela música do Brasil, que tem uma visão musical de inclusiva mestiçagem e uma explosiva presença de palco.

TERESINHA LANDEIRO | Festival Santa Casa Alfama

21/07/2021

QUE JAZZ É ESTE? | Viseu


O Que Jazz É Este? está de volta, de 21 a 25 de Julho em Viseu, a cidade jardim. Cinco dias, sete espaços para a apresentação de dezasseis concertos e ainda uma mão cheia de concertos ao domicílio, um workshop de jazz, conversas, oficinas e vinte horas de rádio num festival que pauta pela diversidade quer nas estéticas e linguagens musicais que integra quer nas diferentes possibilidades de práticas culturais e artísticas e nos espaços que ocupa. 

Depois da tão arriscada quanto bem sucedida edição do ano passado, o festival volta este ano ao formato de 5 dias consecutivos e intensos, agora com uma maior experiência e conhecimento das dinâmicas que podem tornar possível a realização desta 9.ª edição face ao ainda contexto atual de pandemia. 

Relativamente aos concertos verifica-se uma alteração no local dos concertos agendados para o Parque Aquilino Ribeiro que passam agora para o jardim da Casa do Miradouro onde o acesso é restrito ao público do festival que tenha efetuado reserva previamente. Também o concerto previsto com o coletivo Gira Sol Azul e convidado especial Tony Momrelle foi adiado para data a anunciar brevemente, sendo que o Carlos Peninha Quarteto passa a atuar nesse horário de quinta feira às 21.00h e o duo Elisa Rodrigues e Feodor Bívol estará às 19.00h do mesmo dia. 

A Rádio Rossio mantém a sua programação nos mesmos horários mas, em detrimento da apresentação dos programas de autor ao vivo no Parque Aquilino Ribeiro, estes serão emitidos em directo a partir dos estúdios da Rádio Jornal do Centro, da Emissora das Beiras e da Estação Diárias, nas suas frequências respetivas, assim como através das páginas de internet. 

Os programas de autor da Rádio Rossio estarão recheados de entrevistas, música e conversas inesperadas. Os concertos, que sofrerão uma maior limitação de lugares, serão também transmitidos via streaming no site do festival de forma a poderem ter maior alcance de público.

SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS EM GUIMARÃES E FIGUEIRA DA FOZ


Depois de terem esgotado o Teatro Maria Matos e visitado Coimbra na apresentação do seu 5º álbum de originais, "Life", Sean Riley & The Slowriders continuam a sua viagem, passando agora pelo Festival L'Agosto a 7 de Agosto e pelo CAE da Figueira da Foz a 8.

FESTIVAL FOLK CELTA | Ponte da Barca


O Festival Folk de Ponte da Barca resiste e acontece em modo confinado, mas presencial e a exemplo da edição de 2020 será reduzida a dois concertos, assim apresenta-se Rodrigo Leão e da Galiza a Guadi Galego, acontecerá a 31 de Julho.

Limitado á condicionante em vigor resultante da condição pandémica, que não permite a celebração de forma que o Festival nos habitou, esta realização reduzida, mas fortemente simbólica do Festival compensa com a apresentação de dois nomes maiores e mais representativos da melhor música feita de ambos os lados do rio Minho.

ANÍBAL ZOLA | Porto

20/07/2021

SEXTETO BERNARDO MOREIRA | "Entre Paredes"



O contrabaixista Bernardo Moreira vai editar um novo álbum, "Entre Paredes", a 23 de julho, dia do aniversário do guitarrista Carlos Paredes, a quem é prestada homenagem. Em comunicado, Bernardo Moreira revela que apresentará o álbum a 23 de julho, no espaço Espelho d’Água, em Lisboa, escolhendo simbolicamente a data para recordar Carlos Paredes. 

“Entre Paredes” foi gravado em novembro passado no Convento São Francisco, em Coimbra, em formato sexteto, com Bernardo Moreira acompanhado por João Moreira (trompete), Tomás Marques (saxofone), Ricardo Dia (piano), Mário Delgado (guitarra) e Joel Silva (bateria). 

Em Fevereiro, em entrevista à agência Lusa, Bernardo Moreira contava que Entre Paredes pode ser entendido como uma conclusão sobre a forma como tem sido ouvinte da obra de Carlos Paredes, sucedendo ao álbum "Ao Paredes confesso", lançado em 2002.

FAUSTO BORDALO DIAS ESGOTA ESPETÁCULO NO PORTO E ANUNCIA DATA EXTRA


Depois de esgotar os dois concertos agendados para o Centro Cultural de Belém, em Maio, Fausto Bordalo Dias leva o espetáculo “Atrás dos Tempos Vêm Tempos” à cidade do Porto. Nos dias 3 e 4 de Setembro, este último já esgotado, a Casa da Música será palco de um dos artistas mais icónicos da música portuguesa. 

A viagem passará por etapas importantes da carreira de Fausto: de "Pró Que Der e Vier", trabalho lançado logo em 1974, e "Madrugada dos Trapeiros", disco de 1977, ao inevitável "Por Este Rio Acima" de 1982, "O Despertar dos Alquimistas" de 1985, "Para Além das Cordilheiras" de 1987 e ainda "Crónicas da Terra Ardente" de 1994, "A Ópera Mágica do Cantor Maldito" de 2003 ou "Em Busca das Montanhas Azuis", o trabalho de 2011 que continua a ser o seu registo de originais mais recente. 

Desses marcos escutar-se-ão temas eternos como “Ao Som do Mar e do Vento”, “Todo este Céu”, “Lembra-me Um Sonho Lindo”, “Navegar Navegar”, “Rosalinda”, “Porque Me Olhas Assim”, “Carta de Paris”, “A Guerra é a Guerra” ou, entre muitas outras, a canção que dá o mote ao espetáculo, “Atrás dos Tempos Vêm Tempos”, numa viagem com duas dezenas de canções que já se libertaram do tempo para se tornarem matéria omnipresente nas nossas memórias e identidades. 

Rodeado de músicos e amigos com quem se cruzou em diferentes momentos da sua frutuosa carreira, Fausto irá navegar por uma memória feita de grandes descobertas. Viriato Teles escreveu, não há muito tempo, sobre Fausto e Por este Rio Acima no livro Cento e Onze Discos Portugueses com que a Antena 3 celebrou oito décadas de rádio pública. Aí sublinhava a relevância de um trabalho que não sendo necessariamente o “melhor”, era um claro marco distinto e nobre num percurso a todos os títulos singular. “É isso, e apenas isso, que faz de Por Este Rio Acima um disco a todos os títulos histórico”, referia o veterano jornalista, “já que antes de depois dessa obra Fausto criou alguns dos mais belos temas da música portuguesa de todos os tempos – de "Rosalinda" a "Atrás dos Tempos", passando por todo "O Despertar dos Alquimistas", pela revisitação da infância de "A Preto e Branco", pelo reencontro com a Europa de "Para Além das Cordilheiras", ou pelo resto da viagem contada e cantada em "Crónicas da Terra Ardente" e "Em Busca das Montanhas Azuis", os dois outros títulos da trilogia de Fausto sobre a diáspora portuguesa”. 

É essa obra que todos iremos agora poder aplaudir. Porque atrás dos tempos vêm tempos, e outros tempos hão-de vir. Os bilhetes para o espetáculo “Atrás dos Tempos Vêm Tempos” de Fausto Bordalo Dias na Casa da Música a acontecer na data extra de 03 de Setembro estão já à venda tanto na bilheteira da Casa da Música como também pela Ticketline, e custam 30€.

JOÃO GIL APRESENTA 5 NOITES DE “CAIXA DE LUZ” NO PORTO


Depois de 5 noites lotadas em Lisboa durante o mês de Maio, João Gil leva o espetáculo “Caixa de Luz” ao Porto para nova residência de 5 datas, desta vez em Setembro, na Sala 2 da Casa da Música. Tatanka, Tiago Nacarato, Pedro Abrunhosa, Vozes da Rádio e Maria Mendes e Miguel Araújo juntam-se a João Gil em palco, de 22 a 26 de Setembro, respetivamente. Os bilhetes encontram-se à venda a partir de hoje nos locais habituais.

PORTO BLUES FEST 2021


A 4ª edição do Porto Blues Fest tem novas datas! O festival vai acontecer nos próximos dias 31 de Julho e 01 de Agosto de 2021, integrado no ciclo Warm Up . O local escolhido: o palco da concha acústica dos jardins do Palácio de Cristal, no Porto.

19/07/2021

TIAGO BETTENCOURT PERCORRE CAMINHO DE SANTIAGO COM CONCERTOS EM LOCAIS IDÍLICOS DE CAMINHA


Em plena Digressão de Apresentação do novo Álbum, Tiago Bettencourt faz uma paragem de seis dias no Concelho de Caminha para se aventurar num projeto ambicioso: percorrer seis freguesias do Município atravessadas pelo Caminho de Santiago, para apresentar seis Espetáculos em seis locais idílicos deste percurso de peregrinação que é considerado Património Mundial da Humanidade pela UNESCO. 

A “peregrinação" artística e musical acontece de 20 a 25 de Julho e tem início no Forte do Cão em Âncora. A 21 de Julho Tiago Bettencourt assenta arrais no Forte da Lagarteira em Vila Praia de Âncora, seguindo no dia 22 para Santo Isidoro em Moledo. 

A 23 o Artista ocupa Pedras Ruivas, em Seixas, e a 24 de Julho instala-se no Ferry Boat de Caminha para um concerto em pleno rio Minho. Para terminar a caminhada da melhor forma, junta-se à sua Banda no Cruzeiro da Independência, em Lanhelas, no dia 25 de Julho, Dia de Santiago.

MIRAMAR EM DIGRESSÃO PELA ITÁLIA EM 4 FESTIVAIS DE VERÃO

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