19/03/2026

PZ | Sou Pai de Filhos

PZ apresenta “Sou Pai de Filhos”, o novo single de "Álbum de Família", com a participação especial do coletivo musical Retimbrar. A canção chega mesmo a tempo do Dia do Pai e é o terceiro capítulo deste álbum que será revelado ao longo de 2026, música a música, mês a mês. 

Entre o humor e o amor de Pai, PZ aborda o quotidiano familiar com a ironia que marca a sua escrita, lembrando que educar também é saber brincar e manter viva a criança interior. Na letra surgem imagens do universo doméstico e da vida com crianças — “andam a comer bombons e bananas e a desaparecer quando lhes apetece” — retratos simples e reconhecíveis que misturam caos e alegria na mesma medida. A presença dos Retimbrar acrescenta uma dimensão especial à música. 

Conhecidos pela sua abordagem festiva e coletiva da tradição portuguesa, os músicos parecem, nas palavras de PZ, “crianças quando tocam música”, trazendo uma energia lúdica e contagiante à gravação. Com xilofones, bateria, violino e percussões, a canção ganha uma atmosfera quase onírica — um lugar onde a infância volta a existir e onde a música ilumina a casa. O resultado é uma canção que celebra a paternidade mas também o lado infantil que todos transportamos e que muitas vezes se perde com o tempo. 

O videoclipe foi realizado por Vasco Mendes, colaborador regular deste projeto audiovisual que acompanha cada lançamento do "Álbum de Família". Tal como nos capítulos anteriores, o vídeo nasce das sessões de gravação nos Estúdios Arda, captando a espontaneidade dos músicos e o espírito familiar que atravessa todo o disco. A gravação e mistura ficaram a cargo de Zé Nando Pimenta, responsável técnico das sessões.

 

PLANO TRIFÁSICO ANUNCIA ESTREIA COM "A MORTE DE GÁRGULA"

Foto: João Pádua

O trio portuense Plano Trifásico estreia-se com "A Morte da Gárgula", um primeiro disco que desmonta hierarquias musicais e confronta tradições, cruzando a disciplina do ensino clássico com a energia crua do punk. 

O single de avanço, com o mesmo nome, é lançado a 24 de março de 2026, antecipando o concerto de apresentação a 31 de março, às 19.00h, no Hotelier (Rua Anselmo Braamcamp, 324, Porto) — data em que o álbum ficará também disponível nas plataformas de streaming (com exceção do Spotify). 

Com o apoio à edição fonográfica de Intérprete 2024 da Fundação GDA e do Programa de Apoio a Projetos 2023 da Direção-Geral das Artes, "A Morte da Gárgula" materializa o encontro entre três percursos distintos que convergem numa linguagem comum feita de tensão, repetição e confronto. O disco oscila entre a tentativa de conciliação tímbrica entre o baixo elétrico, o eufónio e o saxofone, e a exploração assumida das suas fraturas. 

Mais do que um álbum de estreia, "A Morte da Gárgula" é uma declaração de intenções: um processo criativo conturbado que procura derrubar as “gárgulas” do cânone e da tradição musical, assumindo a discórdia como motor composicional. Formado em 2022, o Plano Trifásico nasce de um encontro improvável entre mundos paralelos. Inês Luzio (eufónio e flugabone) e Sofia Teixeira (saxofones), vindas do universo das bandas filarmónicas e da formação clássica, cruzam-se com Zé Figueiredo (baixo e sintetizador), músico autodidata com um percurso enraizado em projetos ligados à música alternativa. 

A partir de um primeiro encontro numa pastelaria, onde se partilham referências e linguagens diversas, o trio encontra um território comum na música minimalista, explorando padrões sequenciais, manipulação de timbre e afinação, tanto em regime acústico como eletrónico. 

O resultado é uma música que tanto evoca uma marcha de procissão como o krautrock, onde o rigor estrutural convive com a energia bruta, e onde as divergências são não só assumidas, mas ampliadas. Gravado, misturado e masterizado por Quico Serrano, com fotografia de João Pádua e arte gráfica de Maria Mónica.

ANTÓNIO ZAMBUJO EDITA HOJE "ORAÇÃO AO TEMPO"

António Zambujo edita hoje Oração ao Tempo, o seu décimo primeiro álbum, já disponível em todas as plataformas digitais. Neste Dia do Pai, o lançamento é acompanhado pelo videoclipe de “Regresso à Infância” e antecede os concertos de apresentação nos Coliseus, Porto Ageas, a 11 de abril, e dos Recreios, em Lisboa, nos dias 16 e 17 de abril. 

Segue-se uma digressão no Brasil, durante o mês de maio. Nos quinze temas de Oração ao Tempo, além do tema-título, primeiro single, da autoria de Caetano Veloso, gravado em dueto com o músico brasileiro, há novas colaborações entre António Zambujo e autores e compositores que têm marcado a sua discografia, como Maria do Rosário Pedreira, João Monge ou Pedro da Silva Martins. 

Ao mesmo tempo o novo álbum integra vários nomes da música portuguesa contemporânea, entre os quais Carolina Deslandes, Mimi Froes, Rita Dias e Diogo Zambujo. Há ainda versões de Tom Jobim e Torquato Neto, e poesia de Vinicius de Moraes, Amália Bautista e João Paulo Esteves da Silva, que emerge em momentos de declamação.

ALEX D´ALVA & RITA ONOFRE | Chaves

18/03/2026

MIKE EL NITE | Salão Brazil

Conhecemo-lo como Mike El Nite mas, como ele nos considera seus amigos, podemos chamá-lo “Simplesmente Miguel”. Este alter ego marca o início de uma nova fase na sua carreira, que celebra dez anos em 2026, em que Mike El Nite se descobre numa nova pele — a de cantor — e onde a proximidade com o público se torna absoluta. 

A sua música descola-se dos cânones do rap para mergulhar no universo da pop romântica e do neo-romantismo, com influências da música ligeira portuguesa, da estética dourada da canção melódica e de uma certa nostalgia sonora dos anos 80 e 90. 

Este não é apenas um novo capítulo. É um encontro marcado nos palcos: Miguel convida-nos para um date com a vida, com a música e com ele próprio — um encontro romântico, existencial, profundamente humano e mais próximo que nunca. Fiquem por aí, o “artista de variedades” e cantor romântico do futuro está a caminho.

RITA ONOFRE EDITA NOVO DISCO "BRUTA"

Após o lançamento do último álbum, hipersensível, Rita Onofre apresenta BRUTA, o seu segundo disco de longa duração editado a 18 de março de 2026, acompanhado de single homónimo. 

BRUTA explora uma sonoridade eletrónica intensa, onde vulnerabilidade e espiritualidade se encontram, traduzindo a sensação quase física das emoções. Liricamente e melodicamente, pretende ser intuitivo: o álbum é melancólico, mas nada é triste nem feliz, está tudo no limiar, à flor da pele. É um pé na porta, um manifesto sonoro que afirma presença, autenticidade e intensidade. 

BRUTA joga com música eletrónica, rock e canção. Nas palavras de Rita Onofre: "é um álbum para levar nos phones para enfrentar o mundo, como uma experiência íntima e profunda, mas também concebido para o palco, onde se revela em grande aquilo que é intenso e em pequeno aquilo que é frágil e vulnerável. Este é um álbum que demorou o tempo que a música merece ser demorada, experimentada, e que não pretende acomodar, mas desafiar.

Composto na totalidade pela artista, com a colaboração de NED FLANGER, alter-ego de António Souto, produtor e músico da nova geração portuguesa, conhecido pela sua abordagem inventiva e pela capacidade de cruzar géneros musicais sem barreiras. 

Em BRUTA, NED FLANGER afirma-se como uma força criativa incontornável, exigente e visceral, elevando a qualidade e a profundidade das canções e ajudando a revelar nelas uma verdade artística sem concessões. 

O álbum é dos dois, fruto de uma entrega criativa total que elevou cada detalhe do projeto. Conta também com baterias gravadas por Francisco Santos nos temas “crescer”, “ainda resta” e “bruta”. A finalização do álbum cruzou-se com uma grande mudança na vida de Rita Onofre: a emigração para Berlim. Uma procura por novos desafios pessoais e profissionais, que permita continuar com o foco na sua carreira artística. 

É aqui que foram terminadas algumas das canções, e produzidos os conteúdos visuais que acompanham BRUTA. Esta transição pessoal impregna o projeto de um novo significado, fazendo com que a criação se torne também um reflexo de deslocamento, renovação e reinvenção. 

Hoje, em dia de lançamento de álbum, Rita Onofre edita também o single homónimo "bruta", uma canção que nas suas palavras é "pra quem sai da cama apesar de tudo, é uma dança entre constatar o estado do mundo e continuar mesmo assim. Foi em bruta que fechámos o universo do álbum, e é com ela que o apresentamos ao mundo. Um álbum que une o feminino ao lado escuro de existir."

ESTELA ALEXANDRE | Cantomilo

O álbum de estreia de Estela Alexandre, "Cantomilo", que conta com a participação de alguns dos mais notáveis músicos do jazz nacional, está entre os nomeados dos Play - Prémios da Música Portuguesa, a grande celebração da música nacional que anualmente reconhece os artistas, as suas obras e os projetos mais inovadores da cena musical portuguesa. 

A gala de apresentação dos prémios realiza-se no dia 23 de abril de 2026, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. "Cantomilo" propõe uma experiência sonora cinematográfica, concebida para criar uma relação com o público, convidando a uma viagem emocional e imersiva através da música, como se de uma banda sonora se tratasse. 

A música de Estela Alexandre reflete também as suas diferentes influências, celebrando a música portuguesa e assumindo outras bandas sonoras como inspiração. A ideia para o disco surgiu na sua Terra Natal, em Cortes – Leiria, quando a compositora e pianista se deparou com uma nova valorização e perceção da natureza como mecanismo de inspiração para a criação. 

Este contexto de introspeção e observação influenciou profundamente o álbum, que acabaria por receber o título de «Cantomilo», numa homenagem ao local onde a expressão criativa floresceu.

RITA ROCHA | Coliseu do Porto

17/03/2026

TIAGO NÓIA | Comem Tudo

Tiago Nóia apresenta “Comem Tudo”, novo single que antecipa o seu primeiro longa duração, com edição prevista para setembro. A canção encontra-se disponível exclusivamente no bandcamp do artista, soundcloud e no youtube, acompanhada por um visualizer que reforça o universo estético e crítico do tema. 

“Comem Tudo” surge como uma canção direta e incisiva, que coloca em primeiro plano uma crítica frontal ao capitalismo contemporâneo. A música estende “na mesa, a nu, um prato cheio de fome”, evocando a ideia de um sistema voraz e insaciável que transforma o consumo numa nova divindade. 

A imagem central da canção aponta para um capitalismo “canibal”, erguido como um novo Deus sobre as sociedades modernas - uma força que pune o amor próprio e fragiliza o cuidado pelo outro. A pergunta que atravessa o tema permanece inquietante: “o que sobra de nós quando de nós não sobra nada?” A letra transforma essa reflexão num retrato social marcado pela ironia e pelo desencanto. “Eles comem tudo e deixam nada”, canta Tiago Nóia, numa frase que resume o sentimento de exaustão perante estruturas que prometem progresso enquanto aprofundam desigualdades. 

Ao longo da canção, a narrativa expõe a tensão entre sobrevivência e alienação, evocando um quotidiano marcado pela repetição e pela submissão: “Porque um homem só é livre / Depois de se vender, sempre ouvi dizer”. O discurso lírico alterna entre sarcasmo e desespero, revelando personagens presas num ciclo de trabalho, promessas e espera. A imagem do trabalhador que aguarda autorização para gestos mínimos - “à espera de quatro em quatro horas posso mijar” - surge como metáfora de um sistema que regula até os instintos mais básicos. 

Ao mesmo tempo, a promessa recorrente de que “amanhã vai ser muito melhor” ecoa como um mantra vazio, repetido para manter intacta a ilusão de progresso. Musicalmente, “Comem Tudo” condensa a identidade estética de Tiago Nóia: uma fusão crua entre energia punk, produção lo-fi e uma escrita marcada pelo surrealismo e pela crítica social. 

O tema foi escrito e composto por Tiago Nóia, que assume também a voz, guitarra, produção, captação, mistura e masterização. A canção conta ainda com sintetizadores e teclados de Maria Ana Guimarães e bateria de João Quinhentas. O tema foi gravado na Sala 141 do Centro Comercial STOP, espaço emblemático da criação musical no Porto. 

A componente visual - incluindo o artwork e o visualizer de “Comem Tudo” - foi igualmente concebida pelo próprio artista. Natural da cidade de Machico, na Ilha da Madeira, Tiago Nóia constrói o seu percurso como artista e produtor a solo através de paisagens sonoras cruas e densas de comentário social. O seu trabalho cruza a energia do punk com um imaginário lírico surrealista e uma ironia mordaz que observa os paradoxos da vida contemporânea.

 

PIANO DAY 2026 | Casa Capitão

O Piano Day Lisboa celebra-se a 29 de março na Casa Capitão com Sofia Leão, Dora Morelenbaum e Surma. Uma noite imperdível. Nesta edição de 2026, celebramos o piano no feminino, com três showcases de outras tantas mulheres que encaram o piano com diferentes abordagens, ritmos, melodias e sons. 
Apenas ao piano, ou acompanhadas de outros instrumentos, estas três artistas vão entregar a sua visão e modo de ser. 

Sofia Leão é uma pianista e compositora portuguesa que se estreou em disco e ao vivo este ano com o álbum "Mar”. Em 2026, vai passar por uma série de palcos em Portugal e outros países, apresentando a sua música. 

Dora Morelenbaum é uma compositora e intérprete brasileira que lançou o seu disco de estreia Pique em finais de 2024. Já passou por Portugal em vários formatos, desde a solo, em duo ou com banda. Apresenta-se agora ao piano pela primeira vez. 

Surma é o alter-ego da compositora e intérprete portuguesa Débora Umbelino. Depois de ter aceite o desafio de participar no Piano Day 2025, repetimos este mesmo convite para um showcase no mínimo especial.

FILIPE SAMBADO, TRAVO E COBRAFUMA NO TRICICLO EM BARCELOS

Foto: Beatriz Pessoa

O ciclo de concertos triciclo, em Barcelos, avança com mais três meses de música nova. Filipe Sambado, Travo e Cobrafuma são alguns dos destaques para os meses de abril, maio e junho. Em abril, o triciclo celebra a liberdade com as canções de Filipe Sambado, que dará um concerto intimista no Theatro Gil Vicente, no dia 02. Já no dia 18, a música sai à rua com a figura mais misteriosa do 'underground' de Braga. Tricla atua no Largo Guilherme Gomes Fernandes, na freguesia de Barcelinhos, e a entrada é livre. 

Maio acelera com os Travo. A banda oriunda de Braga e Porto é responsável por concertos explosivos que catapultaram este quarteto para uma crescente influência no circuito de música alternativa europeu. O concerto realiza-se no dia 08, no Theatro Gil Vicente. 

Depois do adiamento do último concerto agendado para o triciclo, os vimaranenses Unsafe Space Garden chegam finalmente a Barcelos a 03 de junho para apresentar o novo álbum "O melhor e o pior da música biológica" (2026). No dia 14, é a vez dos Plaka, o mais recente trio formado em Barcelos, e que são obcecados pelos ritmos do mundo - mas com ares de falso improviso. Atuam na Praça de Pontevedra, num espetáculo de entrada livre. 

Para fechar o mês de junho, Cobrafuma vão apresentar o álbum de estreia "Droga Total", que será lançado em maio, com o selo da editora Lovers&Lollyops. Será realizado no Mercado Temporário de Barcelos, na estreia de um novo espaço no triciclo, no dia 19. 

A 23 de maio, o triciclo propõe uma versão primaveril do "tricircular", um programa que coloca em diálogo a música com o património cultural e natural. O guitarrista Jorge Coelho (Zen, Torto e Cosmic City Blues), que é uma referência da cena musical do Porto, vai dar um concerto nas margens do rio Cávado, numa iniciativa que inclui um passeio de barca. 

O passeio é promovido pela Câmara Municipal de Barcelos, no âmbito do programa “touring barcelos”, onde os participantes descobrem os melhores segredos do concelho, muitas vezes fora das rotas turísticas tradicionais. O triciclo é um ciclo de concertos itinerante promovido pelo Município de Barcelos.

CARTAZ | Concerto

16/03/2026

RAIA APRESENTA VINIL UÁDI

"Abrimos, pela primeira vez e em conjunto, a caixa que traz o vinil UÁDI. Mais do que um concerto, uma ativação do objeto físico. O vinil torna-se ponto de partida para um percurso entre palavra, silêncio e performance sonora. 

Após o ciclo de conversas-concerto dedicado às violas de arame portuguesas, RAIA (António Bexiga) regressa ao Espaço Atmosfera M para assinalar a edição em vinil de UÁDI num formato especial entre sessão de escuta e performance ao vivo. Nesta ocasião, o disco deixa de ser apenas repertório e torna-se objeto central da experiência. 

A abertura da caixa e a primeira audição coletiva marcam o início de um percurso imersivo onde o silêncio, a palavra e a música constroem uma paisagem sonora em tempo real. UÁDI evoca o leito seco que guarda a memória da água — metáfora de regeneração e transformação. Entre tradição e experimentação, acústico e elétrico, raiz e expansão, o álbum afirma a viola campaniça como instrumento contemporâneo e aberto ao mundo. 

Num ambiente intimista, RAIA partilha o processo criativo do disco e interpreta ao vivo alguns dos seus temas, numa performance que oscila entre contenção telúrica e deriva abstrata. Uma celebração do som, da matéria e da escuta." (RAIA)

15/03/2026

MARGARIDA VASCONCELOS | Colo

Desde cedo, Margarida Vasconcelos encontrou na música uma forma de expressão, começando por partilhar covers no YouTube. Com o tempo, sentiu a necessidade de dar voz às suas próprias histórias e emoções, dando início ao seu percurso autoral. Nos últimos três anos, a sua base de fãs cresceu, impulsionada por vídeos virais que somam milhões de visualizações nas redes sociais. 

Em 2023 o seu single “A Tua Mão” tornou-se um verdadeiro fenómeno: ultrapassou 18 mil criações no TikTok, acumulando mais de 50 milhões de visualizações na plataforma, e teve lugar de destaque em algumas das maiores playlists do Spotify, a força emocional da letra fez com que a música se tornasse uma das mais partilhadas nas redes sociais, somando mais de um milhão de streams em todas as plataformas digitais. No ano seguinte, Margarida Vasconcelos lançou o seu primeiro EP “FASES” que ultrapassou, em pouco tempo, mais de um milhão de streams só no Spotify. 

Os temas “O Sinal Está Fraco” e o mais recente “Alguém Real Aí?” marcaram mais um passo importante na sua carreira, ao entrarem em airplay numa das mais importantes rádios do país. No último ano, Margarida Vasconcelos editou, entre outros, o tema “Mudaste a Minha Vida”, que, nas primeiras semanas, conquistou milhares de criações no TikTok, entrou no top viral da plataforma e garantiu-lhe a capa da Pop PT, uma das maiores playlists de pop nacional no Spotify. 

A música conta já com mais de 2 milhões de streams somados em todas as plataformas digitais e alcançou um lugar de destaque na playlist do Spotify “2025: O Melhor da Pop PT”. 2026 é também o ano em que será lançado o primeiro álbum de Margarida Vasconcelos, ainda sem data de edição. 

“Colo” está disponível em todas as plataformas digitais.

MATHEUS GOMES LIMA | Encruzilhada, Licor e Dente-de-leão

O cantor e compositor brasileiro Matheus Gomes Lima lançou o seu terceiro single, “Encruzilhada, Licor E Dente-de-leão”. 

Residente de São Gonçalo (RJ), o músico foi cofundador da banda de rock Elefantes Voadores, onde atuou como vocalista e guitarrista desde a génese em 2015 até o fim em 2023. Agora numa carreira a solo, Matheus inaugurou a sua nova fase com o rock-MPB do single “Chuva De Verão” e deu sequência com o pop-rock irreverente de “Quando Eu Envelhecer”. 

No seu terceiro lançamento, o artista revela um lado mais emocional em “Encruzilhada, Licor E Dente-de-leão”. A canção é uma balada de pop-rock elegante que traz à mente “Três Lados” do Skank, “Rockin’ Chair” do Oasis, ou “Just Like Heaven” do The Cure.

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