Randomizer é o terceiro disco de I ERROR, projeto de música eletrónica do músico multi-
instrumentista e compositor Samuel Martins Coelho, que vai ser apresentado ao vivo no dia 26
de fevereiro no VIC Aveiro Arts House, e no dia 24 de abril, no CAAA, em Guimarães. Ambos os
concertos às 21.30h.
O disco está disponível em edição digital nas plataformas habituais e numa edição especial de
25 objetos/discos em cerâmica, concebidos pela violoncelista Carina Albuquerque, que
estarão à venda exclusivamente nos concertos. Não haverá venda online nem distribuição
comercial tradicional.
O valor da aquisição do objeto/disco reverte integralmente para a Cruz
Vermelha Portuguesa, contribuindo para apoiar as vítimas das recentes tempestades em
Portugal. No momento da compra, será fornecido o MB Way ou NIB para que efetue o
donativo diretamente.
Randomizer é um disco que nasce de um lugar familiar a qualquer músico: o do estudo diário.
Esse território silencioso e repetido onde se mantém a técnica, se afina a escuta e se constrói,
pouco a pouco, uma relação mais profunda com o instrumento.
No universo de I ERROR, esse
processo estende-se às máquinas, ao estudo continuado do hardware e das ferramentas
eletrónicas que vão sendo incorporadas ao longo do tempo.
É nesse contexto de prática constante que surgem ideias breves, sons inesperados, pequenos
desvios e descobertas acidentais.
Fragmentos criados não com a intenção imediata de compor,
mas como consequência natural da exploração técnica e da procura por um melhor
desempenho, uma resposta mais precisa, uma nova possibilidade sonora. Esses momentos
foram sendo guardados, arquivados como notas de rodapé de um percurso artístico em
permanente construção.
Ao longo dos anos, esse arquivo cresceu até se tornar matéria suficiente para um disco.
Randomizer é a transformação desse processo invisível em obra: um álbum construído a partir
de estudos, esboços e experiências que agora ganham forma, coerência e sentido.
Um
trabalho onde prática e criação se confundem, onde o acaso é trabalhado com método, e onde
o quotidiano do músico — tantas vezes oculto — se revela como espaço central de criação
artística.
Samuel Martins Coelho é um dos nomes mais originais e prolíficos da música contemporânea
portuguesa. Violinista, compositor e multi-instrumentista com formação clássica, desenvolveu uma
linguagem artística própria que quebra fronteiras entre tradição e vanguarda, cruzando música erudita,
experimental, conceptual, eletrónica e improvisada.
Com uma discografia sólida e diversificada, já
provou a sua capacidade única de reinventar a linguagem musical e de dialogar com públicos diferentes.
O seu trabalho vai além do registo fonográfico: tem colaborado como compositor, diretor musical e
instrumentista em teatro, dança e cinema, com bandas sonoras para filmes reconhecidos
internacionalmente.

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