08/06/2026

UNA LENGUA INFINITA | The Home of Love

Una Lengua Infinita acaba de lançar The Home of Love, nova peça musical criada em colaboração com o poeta Francisco Garzón Céspedes e o compositor e intérprete Nafise Amin. 

A música é construída em torno de um texto profundamente humanista que reflete sobre o amor como espaço de cuidado, lealdade e integridade interior. O lar do amor, sugere o poema, não é um lugar externo, mas algo ser protegido dentro de cada indivíduo. 

A música foi composta por Nafise Amin, que também interpreta a peça junto com músicos do Irão, alguns dos quais vivem atualmente no exílio na Turquia. A produção é de Una Lengua Infinito. A mixagem e masterização ficaram a cargo de Jan Stahlmann.

O texto original em espanhol foi traduzido para farsi, reforçando a dimensão intercultural da o projeto e sua intenção de construir pontes entre linguagens, sensibilidades e vivências experiências. 

Nas palavras de Nafise Amin: “Junto com Una Lengua Infinita criamos uma música que fala de amor e da saudade de um mundo mais brilhante, livre de tristeza."

 

MANILA | Tou Mal

Os MANILA apresentam “Tou mal”, o novo single que sucede a “Formigas” e que surge como segundo avanço do álbum de estreia da banda. O tema já se encontra disponível em todas as plataformas digitais. 

Depois de um primeiro single que explorava a ansiedade através de uma construção pop marcada pela tensão, “Tou mal” desloca o foco para um registo mais noturno e introspetivo, sem abdicar da dimensão rítmica que caracteriza o grupo. 

A canção afirma-se como um tema funky, assumidamente pop, construído com apontamentos de disco e neo-soul. A génese do tema parte de um riff funk improvisado, desenvolvido posteriormente num registo em live take, opção que contribui para uma sonoridade retro-moderna, onde grooves de matriz vintage se cruzam com uma produção contemporânea. 

A música e letra são assinadas pelos MANILA, com produção e mistura de João Sampayo, gravação conduzida por Miguel Peixoto nos Namouche Studios e masterização de Miguel Sá Pessoa. Liricamente, “Tou mal” habita o espaço da noite. A canção desenvolve-se em torno do desejo de desaparecer sem sair do lugar, de estar presente mas deslocado, invisível por escolha e não por ausência.

A narrativa centra-se numa figura que abdica da necessidade de se justificar, fazendo as pazes com o que carrega e encontrando equilíbrio na própria confusão. Nesse processo, constrói uma frequência íntima e reconfortante, onde referências como Jobim ou Rita Lee coexistem com a ideia de liberdade - a possibilidade de simplesmente fazer o que se quiser. 

O resultado é uma faixa dançável, marcada por um peso descomplicado que a banda tem vindo a afirmar como parte da sua identidade. “Tou mal”, mas ‘tass bem’ - uma frase que sintetiza o tom ambíguo entre aceitação e descompressão que atravessa o tema. 

O lançamento é acompanhado por um videoclipe realizado e editado por Carmo Braga da Costa, vocalista da banda, prolongando visualmente o universo do single. 

Formados por Gerard Torres (teclas), Ricardo Pedrosa (baixo), Carmo Braga da Costa (voz), João Serra (guitarra) e Zé Lobo da Costa (bateria), os MANILA têm vindo a construir um percurso no universo do alt pop português, cruzando influências de soul, jazz e R&B com uma escrita direta e emocional.

 

07/06/2026

FESTIVAL SOUTO ROCK | Barcelos

O Festival Souto Rock vai assinalar a 20.ª edição de apoio à música independente e alternativa a 10 e 11 de julho, na freguesia de Roriz, no concelho de Barcelos. 

No dia 10, o Largo do Souto recebe concertos de OFFTIDES, Baleia Baleia Baleia, Madmess, The Rocket Mobsters e a noite termina com DJ Set de Dedos Bionicos + Lovers&Lollypops. 

Já no sábado, sobem ao palco Jepards, Doutor Assério, Criatura-dança e Chat GRP. No Plátano Koberto, a dupla da ‘casa’ Carlos&Custódio vai fechar o festival num DJ Set que contará com vários convidados. 

O Souto Rock é um festival organizado pela Associação Cultural e Recreativa de Roriz desde 2005, que junta nomes emergentes da música nacional num ambiente de convívio típico das festas do Minho. Conta com o apoio do Município de Barcelos e Junta de Freguesia de Roriz. 

Todos os espetáculos do Souto Rock são de entrada livre e o campismo é gratuito. No âmbito das celebrações dos 20 anos e da 20.ª edição, o Souto Rock vai estrear um documentário comemorativo realizado por Mário Negrão. A exibição está agendada para 26 de junho, no Salão Paroquial de Roriz, em Barcelos.

PEDRO ABRUNHOSA & COMITÉ CAVIAR | Tour Inverbo

06/06/2026

GLOCKENWISE | Guerra do Caulino

“Guerra do Caulino” é o segundo tema de avanço de um novo disco de Glockenwise – sucedendo a “Vai dar”, lançado em janeiro –, que marca o regresso da banda de Barcelos aos lançamentos, três anos após a edição de «Gótico Português». 

Os nossos nascimentos são contemporâneos da Guerra do Caulino, um conflito de interesses em torno dos terrenos da exploração deste mineral e que envolveu, em protesto, os populares de Barqueiros, Barcelos. Esta coincidência não tem particular relevância, mas é um marcador cronológico cujo significado tem matizes que apenas se vão revelando com a passagem do tempo”. 

O novo disco irá chamar-se «Vale tudo para chegar a algum lado» e terá o selo da Vida Vã, editora independente criada pela banda em finais de 2022 e casa das suas edições. O disco conta também com o apoio do Fundo Cultural da Sociedade Portuguesa de Autores e da Fundação GDA. 

A banda anuncia ainda concertos de apresentação do novo disco em Braga (Theatro Circo, 10 de outubro) e Lisboa (Culturgest, 16 de dezembro), cujos bilhetes já se encontram à venda na BOL.pt e Ticketline, respetivamente. 

Glockenwise são uma banda de Barcelos, composta por Nuno Rodrigues (voz e guitarras), Rafael Ferreira (guitarras), Rui Fiusa (baixo) e Cláudio Tavares (bateria).

 

05/06/2026

CHRISTINE VALENÇA | Sur Ton Île

A cantora, compositora e multi-instrumentista Christine Valença apresenta “Sur Ton Île”, novo single que conecta Brasil e França em uma travessia musical marcada por encontros, movimento, memória e pertencimento. 

A faixa reúne a artista carioca com três nomes da cena francesa: o rapper Verso, o cantor e compositor Félicien Adam e o instrumentista Luazó. O resultado é uma colaboração internacional que mistura ritmos latinos, as línguas portuguesa e francesa, sensibilidades e paisagens sonoras distintas, criando uma música que fala sobre movimento, conexão, cultura e o desejo de atravessar fronteiras. “Sur Ton Île” nasce como uma metáfora da viagem entre territórios e afetos. 

A mãe da artista, também cantora e compositora, morou na capital francesa nos anos 80 em uma residência artística, e aprofundou laços na cidade luz que reverberam em como Christine se entrelaça entre idiomas, culturas e sonoridades diversas. 

A canção propõe um encontro entre mundos: a poesia urbana de Verso, a sensibilidade de Félicien Adam e as paisagens instrumentais de Luazó, parceiro artístico há mais de uma década da artista, que dialogam com o universo musical de Christine, transitando com naturalidade entre o soul, a MPB, o folk e o pop alternativo. 

O lançamento de “Sur Ton Île” também ganha uma dimensão visual. O single é acompanhado por um videoclipe gravado entre momentos de estúdio e imagens do Rio de Janeiro, revelando o processo criativo por trás da colaboração e conectando o ambiente intimista da gravação à energia vibrante da cidade. 

O resultado é um registo sensível de um encontro artístico que ultrapassa fronteiras geográficas. A canção integra a nova fase criativa de Christine Valença em 2026, período em que a artista prepara um novo EP que aprofunda a sua pesquisa musical ao realizar parcerias com artistas de diferentes territórios. 

“Sur Ton Île” reafirma a música como território de encontro, uma ilha imaginária onde idiomas, trajetórias e culturas se conectam.

 

SIVANA PERES | A Todas as Mulheres

“A Todas As Mulheres” é o novo álbum da Fadista Silvana Peres. Um trabalho profundamente comprometido com a promoção da igualdade, da defesa dos direitos humanos, do combate a todas as formas de violência e da não normalização dos discursos de ódio. 

Através do Fado, Silvana Peres, com um percurso já consolidado no panorama musical português, tem vindo a afirmar uma identidade própria, marcada pela autenticidade, fusão de influências e pelo compromisso com as causas sociais. 

A Fadista, através deste seu novo trabalho, convida todas as pessoas a assumir um maior empenhamento na promoção do bem-estar social, reforçando a importância do papel transformador da arte na construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. “Violência”, o primeiro single do álbum “A Todas as Mulheres”, tem letra e música de Marina Mota, “Violência” é um grito que se ergue do silêncio, é um apelo urgente a ver, a escutar e a não desviar o olhar. 

Neste álbum a criação artística feminina é destacada, reunindo autoras, compositoras e intérpretes portuguesas de várias gerações, tais como, Teresa Muge, Manuela de Freitas, Maria do Rosário Pedreira, Marina Mota, Mafalda Arnauth, Rita Marrafa de Carvalho, Florbela Espanca, Joana Alegre, Joana Espadinha, Elisa Rodrigues, Teresinha Landeiro, Marta Rosa, Beatriz Felício e Rita Dias. A produção musical esteve a cargo de Ângelo Freire, prestigiado e reconhecido guitarrista português e figura incontornável do Fado.

 

MARGARIDA REVELA HOJE O ÁLBUM DE ESTREIA "DESCONHECE-ME"

Com apenas 18 anos, Margarida edita hoje "Desconhece-me", o seu álbum de estreia. O disco reúne 15 canções escritas ao longo dos últimos anos e apresenta, pela primeira vez em formato longo, o universo criativo de uma das mais promissoras novas vozes da música portuguesa. "Deconhece-me" já está disponível em todas as plataformas digitais. 

Depois dos temas já conhecidos "Repreendida", "Ninguém de Confiança" e "Só a Mim", chega agora o retrato completo de uma artista que tem encontrado na escrita o seu principal espaço de expressão. Construído a partir de canções nascidas em diferentes momentos, "Desconhece-me" revela uma linguagem íntima e observadora, onde as experiências pessoais se transformam em histórias abertas à identificação de quem as escuta. Sem procurar respostas definitivas, o álbum percorre emoções, relações e inquietações que marcaram os últimos anos da vida da artista. 

Ao longo das suas 15 faixas, Margarida cruza vulnerabilidade e lucidez, construindo um conjunto de canções que ganham força na forma desarmada como olha para si própria e para os outros. Nascida em 2007, em Vila Real, Margarida começou a escrever canções ainda muito cedo e encontrou na música a sua principal forma de expressão. 

Apesar de ter iniciado o seu percurso discográfico há apenas um ano, já esgotou o Grande Auditório do Teatro de Vila Real em nome próprio, foi convidada para a primeira parte dos concertos de Mari Froes no Porto, Braga e Lousada, e participou também em espetáculos de Miguel Araújo, Nena e Carolina de Deus. Com "Desconhece-me" agora disponível em todas as plataformas digitais, Margarida prepara-se para levar as novas canções aos palcos. 

Os próximos concertos já confirmados incluem as Festas da Cidade de Vila Real, a 10 de junho e concertos em nome próprio, no Cinema Passos Manuel, no Porto, a 12 de novembro, e na Casa das Artes de Miranda do Corvo, a 14 de novembro. Aos 18 anos, Margarida dá passos firmes no início de uma carreira que se adivinha longa e “Desconhece-me” reforça a ideia de que se está a acompanhar o crescimento de uma artista com identidade, frescura e maturidade invulgares.

MENO DEL PICCHIA | Areia Vermelha

Areia Vermelha”, o novo single de Meno Del Picchia, traz Lisboa como metáfora para toda sorte de encontros e é ponto alto de sua parceria com Batata Boy​. Quando Meno Del Picchia cantou “Areia Vermelha” pela primeira vez, em numa versão ao vivo, só voz e violão, o público começou a entoar os versos, baixinho, de forma espontânea. 

Era a primeira vez que o músico se apresentava na Bota, uma das principais casas de concertos em Lisboa, e essa vivência acabou inscrita na faixa oficial, já que, logo na abertura, o que se ouve é o coro da plateia lisboeta. A decisão de incluir o momento não poderia fazer mais sentido, uma vez que a canção respira a intensidade do ano que Meno viveu em Portugal. 

Assim, mais do que recurso estético, o gesto é a afirmação do caráter coletivo da obra: uma demonstração de que a música, antes de chegar ao estúdio, nasce do encontro vivo entre o artista e a capital portuguesa. "Lisboa foi a cidade onde tive a chance de recomeçar a minha vida do zero, fazendo novos amigos e conexões", explica Meno. 

Também foi fascinante estar em num lugar que é, ao mesmo tempo, tranquilo e cosmopolitano, e onde o mar deixou de ser uma paixão distante para se tornar uma convivência diária." “Areia Vermelha", desse modo, é um trabalho que se desenvolve entre a continuidade e a rutura. 

Ao mesmo tempo que reforça uma parceria longa com o alagoano Batata Boy, que produziu os últimos lançamentos de Meno – entre eles, o disco Maré Cheia (2024) – , a canção surge atravessada por referências lusitanas de um período de tempo marcado por encontros e despedidas. 

A letra, por exemplo, faz menção ao intenso intercâmbio cultural entre Brasil e Portugal ao citar o grupo de samba Gira Coletiva, fundado por mulheres imigrantes com a ideia de promover a cultura afro-brasileira em Lisboa. 

O refrão, por sua vez, enfatiza a entrega plena e consciente da própria finitude, remetendo a uma experiência que teria duração de apenas um ano: “Faz o que quiser de mim / eu vou contigo até o fim”.

04/06/2026

IRINA BARROS APRESENTA O VIDEOCLIPE DE “BANDEIRA BRANCA”

Depois do lançamento de Ciclos, o seu aguardado álbum de estreia, Irina Barros apresenta agora o videoclipe de “Bandeira Branca”, uma das faixas mais pessoais do projeto. Composta como uma narrativa de reconciliação, evolução e aceitação, “Bandeira Branca” espelha o amadurecimento artístico e pessoal de Irina Barros. 

Esta composição, que integra o seu disco de estreia, ganha agora um novo visual com o lançamento de um videoclipe que conta com a realização de Blackrose e a produção da My Vibe Music.

 

MARIA JOÃO, ANDRÉ MEHMARI E CARLOS BICA | Agenda

INÊS SANTOS | Tranças

Inês Santos, conta com 31 anos de carreira, focados no trabalho de intérprete em vários estilos musicais, programas de TV, Teatro Musical e 3 discos de estúdio. Venceu o Chuva de Estrelas em 1995 e em 1998 representou Portugal na Eurovisão com Se eu te Pudesse Abraçar, de José Cid, alcançando o 12° lugar. Editou Segredos dos Deus e Leva-me, pela BMG e Sal [edição de autor). Todos integralmente em Português. 

Foi protagonista no Musical a Canção de Lisboa (Filipe la Feria) e na Ópera Inês, em Toronto (trabalho pelo qual foi nomeada para um Dora Award, na categoria melhor Lead Role numa Ópera). Foi cantora residente nos programas "Praça da Alegria", "Portugal no Coração" , A Tua Cara não me é Estranha" e " Chamar a Música", apresentado por Herman José. 

A artista lança hoje "Tranças", single de avanço do quarto disco de estúdio, financiado pelo fundo cultural da SPA e que terá como objetivo principal a promoção dos Cordofones tipicamente Portugueses (viola braguesa, viola campaniça, viola toeira, viola da terra, entre outros). 

Tranças nasce das memórias que trago da minha Avó Emília, na Casa do Minho. Das mãos trabalhadoras e as tranças longas que carregavam histórias, força, dor e amor. É uma homenagem às mulheres que nos antecederam e à herança que nos molda, mesmo quando o tempo e a distância nos separam", explica a artista.

A fusão entre a viola braguesa de Vasco Ribeiro Casais a.k.a Omiri e a bansuri indiana cria uma ponte entre culturas, unindo a tradição portuguesa à sonoridade do mundo numa canção íntima que cresce para um refrão vibrante e folk.

 

SÉRGIO FROES | Prisma

O cantor e compositor brasileiro Sérgio Froes está de regresso com "Prisma", uma canção intimista e reflexiva que explora as múltiplas cores e contradições que existem dentro de cada ser humano.

Construída em torno de guitarras acústicas suaves, arranjos expressivos de piano e uma perfomance vocal delicada, mas poderosa. "Prisma" utiliza o prisma como metáfora  para a identidade, transformação e autodescoberta.

03/06/2026

GREVE GERAL

Por solidariedade com a Greve Geral que decorre em Portugal hoje, 3 de junho, o Portugal Rebelde suspende todas as publicações para este dia.

02/06/2026

MARIA LUÍZA JOBIM APRESENTA HOJE "ROSA NO CÉU"

A cantora e compositora brasileira Maria Luiza Jobim apresenta hoje (2 de junho) o seu terceiro álbum de estúdio, disponível nas plataformas digitais. 

Em “Rosa no Céu”, Maria Luiza Jobim conta com colaborações de artistas como Marcelo Camelo, Mallu Magalhães e revisita ainda Serge Gainsbourg. Maria Luiza Jobim explora a leveza e suavidade em “Rosa no Céu”. 

Um diário de 8 temas, onde a artista expõe emoções em português e inglês, criando uma ponte em pleno oceano Atlântico, ligando Brasil e Portugal. A artista conta com uma ligação ao mundo da música desde nascença e neste novo trabalho de estúdio, Maria Luiza Jobim continua o seu estudo e exploração das sonoridades clássicas brasileiras com elementos contemporâneos numa viagem conduzida pela leveza pop. 

A produção deste novo disco é de Marcelo Camelo. “Acho que foi um movimento natural, aos poucos fui ganhando confiança para mostrar minhas canções. Hoje até canto umas coisas dele (Tom Jobim) nos shows.(Maria Luiza Jobim) 

A tour de apresentação em Portugal conta com concertos em Felgueiras (13 junho), Estarreja (20 junho), Jardim do Morro em Vila Nova de Gaia (27 junho), Ageas Cooljazz em Cascais (8 julho) e Viseu (18 julho), onde “Rosa no Céu” será apresentado, revisitando alguns temas do disco anterior.
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