12/04/2026

DUQUE PROVÍNCIA | Meninas do Norte

Já está disponível o novo single dos Duque Província: “Meninas do Norte”. Depois de “Linkedin” e “Sado-Saudosismo”, começa a desenhar-se a atmosfera sonora do novo álbum da banda, previsto para o final deste ano. 

O tema conta com a produção de Twins numa sonoridade synth-pop energética e um refrão contagiante, cruzando leveza e atitude para afirmar uma celebração apaixonada ao norte do país. 

Inspirada em vivências pessoais do grupo, a canção destaca o encanto dos sotaques e da autenticidade. “Meninas do Norte” transforma-se num hino descontraído, mas afirmativo, à descentralização cultural e emocional. 

Este lançamento é mais um passo firme na identidade dos Duque Província, rumo a um segundo álbum que promete consolidar o seu lugar no panorama nacional.

ALÊ BALBO | Mantra In The Chaos

O novo álbum de Alê Balbo traz criações ousadas e autênticas, valorizando a pureza e a vibração natural dos instrumentos. 
 

"É um som que, na ancestralidade das frequências e ressonâncias, procura acalmar a mente no meio do caos contemporâneo: grandes cidades, poluição, conflitos, desigualdades, ruído constante, tensão, tristeza e medo."

Mantra in the Chaos reúne 10 faixas contínuas de cerca de cinco minutos, criando uma experiência imersiva e ininterrupta.

 

PAZ SANTOS | Art Attack

Paz Santos acaba de disponibilizar o seu novo single "Art Attack". 

«A história nasce de um "ataque de arte" a várias adversidades mostrando superação, alusão com o antigo programa infantil "Art Attack"».

 

11/04/2026

MARISA LIZ | Relatos de um Coração Confuso

Relatos de um Coração Confuso é o segundo álbum de originais de Marisa Liz e tem chegada marcada para dia 22 de maio, estando já disponível para pré-venda. O anúncio do novo disco vem acompanhado de um novo single, que marca um momento especial na sua carreira ao assinalar a primeira colaboração com Camané, uma das vozes mais emblemáticas do fado. 

A escolha de “Gente Aberta” surge de uma vontade de incluir sempre uma versão nos seus trabalhos discográficos, sendo a canção escolhida um dos maiores hinos do cantor e compositor brasileiro Erasmo Carlos. Um disco autêntico, que deixa transparecer a essência e autenticidade de uma das maiores vozes nacionais, contando com a produção de Tiago Pais Dias, Gui Salgueiro e da própria Marisa Liz. 

O novo álbum surge de uma aproximação ao Brasil — foi numa viagem ao Rio de Janeiro que Marisa se juntou ao conceituado músico e compositor Paulinho Moska, e onde surgiram algumas das canções que se tornaram a base da criação estética do disco. Depois de “Fim”, editado em março deste ano, e de “É o que É”, lançado em 2025, “Gente Aberta” reforça a evolução estética da artista, evidenciando uma abordagem mais depurada e emocional, onde a voz assume um papel central. 

A colaboração com Camané acrescenta uma dimensão adicional ao tema, cruzando universos musicais e aprofundando a expressividade da canção. Ao longo dos últimos anos, Marisa Liz tem vindo a consolidar a sua posição como uma das vozes mais marcantes da música portuguesa contemporânea. 

Temas como “Foi Assim Que Aconteceu”, que ultrapassa os 2 milhões de streams no Spotify, e “Garota”, colaboração com Maninho distinguida com o Prémio PLAY de Vodafone Canção do Ano em 2024 e galardoada como single de Platina, com mais de 8 milhões de streams, são exemplos claros do impacto do seu percurso recente. 

Com uma identidade vocal inconfundível e uma crescente maturidade artística, Marisa Liz continua a afirmar-se como uma das artistas mais respeitadas e versáteis do panorama nacional.

TIAGO NACARATO APRESENTA O NOVO ÁLBUM “NÃO SABIA O DESAMOR”

O cantor e compositor Tiago Nacarato apresenta o seu terceiro álbum de originais, intitulado “Não Sabia o Desamor”. Composto por nove temas, este trabalho sucede ao lançamento de "Amélia", o primeiro single do disco editado em dezembro, que surgiu como uma homenagem sentida e um gesto de reconhecimento à sua avó. 

O disco, que tem como single de destaque o tema “Há de Haver”, revela uma nova etapa na trajetória do artista, marcada por uma abordagem mais intimista e profundamente emocional. “Não Sabia o Desamor” assume-se como o registo mais visceral e íntimo de todo o percurso de Tiago Nacarato, nascendo da premissa de que ninguém atravessa a vida sem feridas e oferecendo, através da escrita, um refúgio de resistência para as inevitáveis perguntas existenciais. 

Um álbum centrado na voz, na palavra e na emoção 

“Não Sabia o Desamor” apresenta-se como um trabalho acústico onde a canção assume o papel central. A identidade sonora constrói-se em torno de duas guitarras, coros femininos e uma interpretação vocal íntima, criando uma atmosfera orgânica e envolvente. Pela primeira vez, o artista assume o papel de produtor principal na produção integral do disco, afirmando a sua visão artística num registo minimalista onde a palavra detém o protagonismo absoluto. 

O universo criativo deste trabalho é composto por participações de outros autores e artistas, reunindo vozes e contributos de nomes como Luísa Sobral, Luís Trigacheiro, Picas, Milhanas e Beu Golim. Na dimensão instrumental, o álbum conta ainda com músicos como Eduardo Cardinho e João Luzia, bem como a presença da harpista Rita Rocha no tema que dá nome ao disco. 

Cantado em português, o álbum posiciona-se entre o folk contemporâneo e a música popular portuguesa, propondo uma leitura sensível e atual da tradição musical, com potencial de alcance tanto nacional como internacional. 

No período atual em que nos encontramos, marcado pela rapidez, Tiago Nacarato pretende elogiar a lentidão e a escuta, convidando o público a envolver-se num espaço de introspeção onde a vulnerabilidade se transforma em canção.

BAHAMA SOUL CLUB | Rumba Loca

Com “Rumba Loca”, The Bahama Soul Club aumenta a temperatura no seu passeio pela Andaluzia. Depois do sucesso surpreendente de “El Rocío” – com a sua vibrações atrevidas de flamenco – aí vem a próxima festa selvagem. Mais uma vez, aquele som inconfundível das Bahamas combina com puro Fogo andaluz: guitarras, palmas e calor flamenco.

TIAGO SOUSA | Porto

10/04/2026

LA BAGUNZA | Lellorao

La Bagunza é um duo musical hispano-brasileiro formado no verão de 2023 em Portugal, conhecido pela mistura poética de folk, blues, rock e ritmos do mundo. Betina e Pablo apresentam em exclusivo no Portugal Rebelde o single de estreia "Lellorao".

 

PEDRO ABRUNHOSA | Leva-me P’ra Casa

O videograma de “Leva-me P’ra Casa” de Pedro Abrunhosa, realizado por Carlos Marta, foi selecionado para a Bronze Selection da 14.ª edição dos Berlin Music Video Awards, um dos mais relevantes prémios internacionais dedicados à arte do videoclipe. 

Mais do que um simples gesto de empatia, “Leva-me P’ra Casa” transforma-se num hino sobre perda e ausência, neste que é um diálogo da parentalidade em luto e Deus, num apelo desesperado por justificação e consolo. Esta distinção integra uma seleção especial que reconhece obras que se destacaram pela sua criatividade, originalidade e potencial artístico. 

Os Berlin Music Video Awards afirmam-se como um ponto de encontro essencial para realizadores, músicos e profissionais da indústria discográfica e audiovisual europeia, reunindo tanto talentos emergentes como artistas consagrados. 

A programação do festival inclui exibições de videoclipes, um júri internacional, atuações ao vivo, workshops e eventos de networking, promovendo a troca de ideias e a colaboração criativa. A edição de 2026 terá lugar entre os dias 11 e 13 de junho, em Berlim.

 

CATARINA BRANCO EDITA O ÁLBUM "ACORDAVA CANSADA"

Depois de lançar o single de antecipação “Onde eu me escondo”, no passado dia 10 de março, Catarina Branco apresenta “Acordava cansada”, o seu segundo longa-duração, já disponível em todas as plataformas digitais e com edição física em formato vinil. 

O disco sucede a “Vida Plena” (2022) e aprofunda o universo poético e sonoro da cantautora, revelando um lado mais denso, introspetivo e minimal. Após um percurso marcado por canções luminosas, “Acordava cansada” surge como o seu reverso - um território onde o silêncio, a melancolia e o esvaziamento ganham forma musical. É a partir desse silêncio que o disco se constrói. 

Ao contrário dos trabalhos anteriores, onde as melodias surgiam em momentos “ruidosos e eufóricos”, aqui emergem em estados de quietude e introspeção. “Neste disco vieram ter comigo momentos de silêncio e melancolia”, explica Catarina Branco, sublinhando uma mudança profunda no seu processo criativo. 

Cada canção afirma-se como a materialização de um estado emocional por decifrar. “Neste conjunto de canções exorcizei demónios antigos e recentes. Fiz as pazes com o silêncio que me tirou a voz”, refere, apontando o disco como um espaço de reconciliação e descoberta. A meio do processo, a voz regressa “em forma de palavras e canções”, dando corpo a um trabalho que resulta de anos de aprofundamento musical e pessoal. 

“Acordava cansada” propõe uma escuta mais despida e essencial. A nível sonoro, o disco aproxima-se de uma estética folk minimalista, privilegiando a captação de instrumentos acústicos e reduzindo os elementos ao estritamente necessário à existência de cada canção. “No exercício da procura do essencial, debrucei-me e apaguei muitas palavras e elementos”, refere a artista. Parte deste processo foi desenvolvido em residência artística na Casa de Gigante, no Vale do Pereiro (Sertã), em agosto de 2024, onde o isolamento permitiu aprofundar a relação com a palavra e depurar o excesso: “No silêncio do Vale, foi possível dissecar todo o ruído e deixar apenas o essencial para o silêncio se fazer ouvir.” 

Para além de ter sido composto, produzido, captado e misturado na íntegra pela própria artista, o disco assume ainda uma dimensão híbrida, conciliando elementos acústicos com vestígios de síntese digital, numa paisagem sonora que reflete esse equilíbrio entre dois mundos. 

Para a sua concretização, Catarina Branco reuniu um conjunto de músicos (Sara Gonçalves, Leonor Orca, Mariana Camacho, Catarina Valadas, Rodrigo Nogueira e Bá Álvares), contribuindo para uma paleta sónica diversa, mas sempre contida na sua intenção minimal.

BURAKA SOM SISTEMA | Voltou o Puro Mambo

“Voltou o Puro Mambo” é o mote de início da nova música dos Buraka Som Sistema, que é editada este dia 10 de abril de 2026, num ano que reúne todos os ingredientes para ficar na memória. 

Além do já anunciado regresso aos palcos dos Buraka Som Sistema, para um espetáculo exclusivo no NOS Alive (11 de julho), o grupo volta a edição de música inédita, precisamente 12 anos depois do último trabalho de originais (“Buraka”, 2014). 

“Puro Mambo” constitui o título da nova música do coletivo de Blaya, Branko, Conductor, Kalaf e Riot, e integra a compilação de celebração dos 20 anos da editora Enchufada, “A Lisbon Club Story”.

09/04/2026

JACARÉU | Eterno Espectador

Jacaréu apresenta “Eterno Espectador”, o seu primeiro álbum de longa duração, acompanhado pelo lançamento do single e videoclipe da faixa homónima do disco. O trabalho surge depois da recente participação do músico no Festival da Canção 2026, onde foi um dos autores selecionados através de submissão livre e também um dos intérpretes do tema “O-Pi-Ni-ÃO”. 

“Eterno Espectador” nasce de uma experiência pessoal que acabou por ganhar uma dimensão mais ampla. O álbum parte de uma relação de amizade que se tornou abusiva, marcada pela crítica constante e pelo julgamento, mas o conceito expandiu-se ao longo da criação para incluir todos aqueles que opinam sem conhecer - os chamados “treinadores de bancada” e “intelectuais de sofá”, figuras que comentam e desvalorizam o trabalho dos outros sem compreender o processo criativo. 

Durante o processo de composição do álbum, uma das músicas destacou-se por possuir características próximas da linguagem do Festival da Canção. O tema foi então reservado para a submissão livre ao concurso, acabando por concretizar um objetivo antigo do artista com a seleção para a edição de 2026. Editado pela Epopeia Records, “Eterno Espectador” afirma a identidade autoral de Jacaréu, onde poesia, rap e sensibilidade indie se cruzam numa escrita direta e introspetiva. 

Todos os instrumentais e letras são assinados pelo próprio Jacaréu, com produção de Filipe Survival, que assume também a mistura e masterização do disco. O músico participa ainda com guitarra elétrica no tema “O-Pi-Ni-ÃO” e baixo em “É mais fácil quando corre tudo bem”. O álbum conta também com a participação especial de Ana Margarida nas canções “O-Pi-Ni-ÃO” e “Peter Pan Peter Pan”. 

Jacaréu tem vindo a afirmar-se como um viajante do verbo e do ritmo, um verdadeiro artesão do indie-rap. Partindo das palavras cruas da poesia, construiu um universo onde batidas e texturas sonoras nascem pelas suas próprias mãos, criando paisagens musicais que procuram desenhar e dar voz a realidades frequentemente silenciadas. 

 Autor de temas como “Senhorio”, “Bota a Baixo” e “Escola da Vida”, o músico já percorreu o país de norte a sul, passando por palcos como o Festival Açoteia, Sol da Caparica, Indie Talents, Festival Emersivo, Levante e Sessões NEXT do Festival Emergente, conquistando públicos com uma presença intensa e uma escrita marcada pela observação social e pela rebeldia poética. 

Com “Eterno Espectador”, Jacaréu apresenta assim um retrato do seu percurso criativo - um disco que reúne poesia, crítica e ritmo, refletindo sobre o olhar constante de quem observa, comenta e julga, mas também sobre a necessidade de continuar a criar apesar desse ruído. 

O álbum será apresentado ao vivo no dia 8 de maio na Boutique da Cultura, em Lisboa.

 

08/04/2026

BEATRIZ E A FITA | Estrela

Beatriz e a Fita é uma banda de Minas Gerais, Brasil, formada em 2012 e liderada por Beatriz Paris Pinheiro — cantora, instrumentista e compositora. O projeto desenvolve um trabalho marcado por canções de caráter intimista, com uma abordagem direta e transparente na relação entre voz, letra e arranjos. 

No repertório da banda, elementos do indie rock misturam-se com referências de dream pop, folk e MPB. O novo lançamento, “Estrela”, foi escrito e gravado por Beatriz sozinha em estúdio. A canção é estruturada como uma valsa e parte de uma base simples de voz e violão. Ao longo do desenvolvimento, a música introduz mudanças ténues de textura e camadas sonoras aparecem. 

A letra apoia-se em imagens noturnas e celestes — o céu, o breu, a distância e o brilho da estrela — construindo uma atmosfera melancólica, delicada e solitária. Esses elementos situam a canção num espaço amplo e vazio, onde a presença da estrela surge isolada e até com certa estranheza - essa estranheza também aparece no verso “não sou sua, não sou daqui”, em que o eu lírico sugere não pertencimento, como uma presença que vem de outro espaço, outro lugar, outro plano. 

A gravação foi realizada num take, sem cortes e sem uso de clique ou recursos de afinação, procurando a mesma transparência do momento de criação da faixa. À base de voz e violão, somam-se apenas dois elementos: uma segunda voz, que aparece de forma ténue em trechos específicos, e um piano em registo grave, responsável por um solo mais denso. 

O contraste entre esses elementos estabelece uma relação direta com a imagem sugerida pela canção: o piano como o breu do céu, enquanto voz e violão se colocam como pontos de luz. Com “Estrela”, Beatriz e a Fita apresenta uma composição que concentra sua atenção na escuta do detalhe e na construção de um ambiente sonoro íntimo.

CARLOS PINHEIRO | Desculpa

Carlos Pinheiro regressa com “Desculpa” , um novo single que mergulha na fragilidade humana e na dificuldade de assumir a dor que provocamos nos outros e em nós próprios. A música nasce de um momento universal: a espera por uma palavra que nunca chega, uma palavra que não apaga a dor, mas que pode abrir caminho à cura. 

Mais do que o fim de uma relação, “Desculpa” propõe uma reflexão sobre culpa, silêncio e reconhecimento emocional, confrontando-nos com aquilo que esperamos dos outros e com a necessidade de olhar para dentro. Por vezes, o pedido de desculpa que procuramos é aquele que precisamos de dizer a nós próprios.

CLÃ | Teatro de Vila Real

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