04/09/2026

ÏNIA | 25h

ÏNIA lança hoje o single/videoclipe 25h.

 

MARTA HUGON | In Love With The Song

Marta Hugon acaba de lançar In Love With The Song. 

Em In Love With The Song, a voz, a harpa e o piano subvertem juntos os estereótipos da música clássica, relacionando-se com outros géneros no grande universo das canções. Este diálogo transparece logo no primeiro single, "Poses" — uma releitura do tema de Rufus Wainwright —, que antecipa a atmosfera refinada e a fusão sonora de todo o disco. 

Brincando com o cliché da canção de amor, In Love With The Song dá uma nova vida estilística a um conjunto de temas provenientes de múltiplos universos sonoros, pelos quais Marta Hugon é claramente apaixonada. 

Tendo começado pela linguagem do jazz - onde continua a trabalhar em continuidade - Marta Hugon tem também explorado ao longo dos últimos vinte anos múltiplas ligações com músicos de outras áreas e outros géneros musicais, desenhando um percurso consolidado também na escrita de originais e em projetos colaborativos, onde a artista se reinventa em diálogo com o outro. 

Com arranjos do pianista e compositor Luís Figueiredo, In Love With The Song vai à essência de cada tema, colocando a harpa em plano central e tirando partido da versatilidade dos instrumentos e da cumplicidade entre os músicos, explorando por vezes a electrónica e colocando os instrumentos em território de improvisação. 

O repertório abarca autores da língua portuguesa que incluem os próprios participantes (Maro, Marta Hugon, Luís Figueiredo, José Eduardo Agualusa, Dorival Caymmi) e canções do universo anglo-saxónico ou latino-americano (Rufus Wainwright, Guillermo Klein, Prince, Paul Simon).

INIMIGOS DO REI | Vício (feat. Fausto Fawcett)

A banda brasileira Inimigos do Rei acaba de apresentar "Vício", uma releitura de uma música da década de 80 que continua atual, composição de Paulinho Moska e Luiz Guilherme. 

O tema fala sobre uma sociedade que estimula desejos e incentiva a busca por conforto e alívio imediatos. Através de comportamentos compulsivos, qualquer opção pode ser tornar uma via sem volta. A dependência da Dopamina fácil, o conforto recorrente, a química que gera euforia ou alienação diante da realidade. 

E o seu? Qual é? Me diga qual o seu vício pelo menos um eu sei que você tem...” 

“Vício” descreve defeitos, falhas, maus hábitos, manias, vícios de linguagem, em redes sociais, videogames, compras e sexo. O vício que reside na ostentação, no desejo de ter e acumular. Drogas, jogos de azar e outros tantos.

 

MARISA MONTE | Porto

Marisa Monte chega ao Porto para um espetáculo inesquecível com “Phonica de Marisa Monte & Orquestra ao vivo", no dia 20 de setembro, na Super Bock Arena. 

Este espetáculo afirma-se como um dos momentos mais ambiciosas da sua carreira, promovendo um encontro singular entre a música popular brasileira e a linguagem sinfónica. Em palco, acompanhada pela sua banda e por uma orquestra sinfónica dirigida pelo maestro André Bachur, 

Marisa Monte revisita um repertório que atravessa gerações. Canções emblemáticas da sua carreira, bem como momentos marcantes de projetos como Tribalistas, surgem agora em arranjos inéditos, concebidos especialmente para este diálogo entre o popular e o sinfónico. 

“Phonica” propõe uma experiência de imersão sonora onde a canção se transforma: a voz, simultaneamente delicada e intensa, encontra a escala e a profundidade de uma orquestra, numa fusão onde o detalhe e a grandiosidade coexistem com equilíbrio e intenção artística. 

O resultado é um espetáculo que transcende o formato tradicional de concerto, convidando o público a uma vivência envolvente e emocional. Os bilhetes estão disponíveis em grupochiado.com e nos locais habituais.

NOVES FORA NADA | A História é Imposta

A história é imposta é o mais recente lançamento de Noves Fora Nada.

 

03/09/2026

NENA ANTECIPA NOVO ÁLBUM COM “TENHO SAUDADES DE CASA”

Nena apresenta “tenho saudades de casa”, o segundo e último single de avanço de "debaixo de água, contigo", sucessor de "o amor existe". O tema antecede a chegada do terceiro álbum de originais da artista portuguesa, com lançamento marcado para 01 de outubro, e revela mais um lado desta nova fase. 

O novo tema já pode ser ouvido em todas as plataformas digitais. Em “tenho saudades de casa”, Nena escreve sobre a distância e sobre tudo aquilo que transforma um lugar em casa. Uma canção construída a partir das pequenas coisas que ganham outro peso quando se está longe: os sons familiares ao fundo de uma chamada, a nossa cama, as rotinas, os gestos e, sobretudo, as pessoas que nos devolvem a sensação de pertença. 

Esta canção nasceu de estar em vários lugares e, ainda assim, sentir que nenhum deles era verdadeiramente a nossa casa. De ligarmos tarde para casa, quase sem nada para dizer, só para ouvir ao fundo os sons que conhecemos de cor e que, de alguma forma, nos fazem sentir perto. É também sobre sentir falta de uma cama que não tem nada de extraordinário, mas que é a nossa. Da rotina, dos pequenos detalhes, daquilo que só percebemos que nos faz falta quando estamos longe. Escrevi-a sobre perceber que casa não é necessariamente um lugar, mas sim as nossas pessoas”, explica Nena. 

“tenho saudades de casa” aproxima-se do universo mais íntimo e emocional de "debaixo de água, contigo", um disco onde Nena se aproxima daquilo que normalmente fica por dizer, sem perder a a honestidade que sempre marcou a sua escrita. 

Nos últimos anos, Nena tem vindo a consolidar o seu percurso na música portuguesa, com dois álbuns editados e concertos esgotados em salas como o Sagres Campo Pequeno, o Coliseu dos Recreios e a Super Bock Arena. "debaixo de água, contigo" abre agora um novo capítulo desse percurso e será apresentado também ao vivo numa digressão homónima por várias cidades do país. 

Entre as datas já anunciadas destaca-se a estreia no Multiusos de Guimarães, no dia 24 de outubro, e o regresso à Super Bock Arena, no Porto, a 13 de março de 2027, num concerto que contará com a participação especial d’Os Quatro e Meia. A nova digressão prolonga em palco o universo do álbum e marca a chegada desta nova fase de Nena ao público, depois da edição do disco a 1 de outubro.

BALEIA BALEIA BALEIA EM CONCERTO

01/09/2026

GLOCKENWISE | Viseu

O sexto disco de originais dos Glockenwise, Vale tudo para chegar a algum lado, chega às lojas e plataformas digitais a 23 de setembro. No fim de semana que antecede o lançamento, a banda estará em residência no Carmo81, em Viseu, a preparar o novo espetáculo. 

No domingo, dia 20 de setembro, às 19.00h, abre as portas ao público para uma apresentação especial, onde será possível ouvir, em primeira mão, as canções do novo disco e conhecer o resultado do trabalho desenvolvido durante a residência.

MARTA SOFIA | Rio de Janeiro

31/08/2026

PEDRO JÓIA CONVIDA NEY MATOGROSSO | Festa do Avante!

A 5 de setembro, num dos momentos mais aguardados da 50.ª edição da Festa do Avante!, o guitarrista e compositor português Pedro Jóia apresenta no Palco 25 de Abril, na Quinta da Atalaia, no Seixal, um espetáculo inédito tendo como convidado especial Ney Matogrosso. 

A partir das 21.45h, os dois artistas partilham esta ocasião única, que resulta de uma relação artística construída ao longo de vários anos, e cruza linguagens e universos musicais. Um momento raro que junta, em palco, dois nomes incontornáveis da música portuguesa e brasileira. 

A relação artística entre Pedro Jóia e Ney Matogrosso remonta a 2003, quando o guitarrista português convidou o cantor brasileiro a participar no álbum "Jacarandá". O encontro revelou desde cedo uma forte afinidade musical e deu origem a uma colaboração que se prolongaria ao longo dos anos. 

Pouco depois, Ney Matogrosso convidou Pedro Jóia para integrar a sua banda, com quem o guitarrista trabalhou durante cerca de quatro anos, acompanhando-o também em digressões pelo Brasil. Nesse período, participou nos álbuns "Vagabundo" (2004) e "Canto em Qualquer Canto" (2005). Em 2017, os dois artistas voltaram a partilhar o palco, num concerto especial no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa. 

Mais de duas décadas depois do primeiro encontro, Pedro Jóia e Ney Matogrosso voltam a reunir-se para um concerto que recupera esta história de cumplicidade artística acrescentando-lhe dá um novo capítulo. No dia 5 de setembro, no Palco 25 de Abril, os dois serão acompanhados por José Salgueiro (bateria), Guilherme Salgueiro (teclados), Norton Daiello (baixo), João Frade (acordeão) e Luanda Cozzetti (backing vocals).

MÁRIO PACHECO CELEBRA A OBRA DE UMA VIDA COM UM CONCERTO ÚNICO NO CCB A 17 DE DEZEMBRO

Há compositores que escrevem canções e há compositores que acabam por escrever a memória de um país. Mário Pacheco pertence ao segundo grupo. A 17 de dezembro, o Centro Cultural de Belém recebe "A Música de Mário Pacheco", um concerto irrepetível em que décadas de guitarra portuguesa e de composição fadista ganham a dimensão de uma orquestra, dirigida pelo maestro João Defesa, com direção musical de Diogo Clemente. 

Mário Pacheco, à guitarra portuguesa, será acompanhado por Jaques Morelenbaum, em participação muito especial, e os convidados João Barradas, Ricardo Toscano e Fernando Dalcin. Poucos percursos atravessam de forma tão completa a história recente do fado. Filho do guitarrista António Pacheco, Mário Pacheco cresceu dentro da tradição e cedo fez da guitarra portuguesa, o instrumento que, nas suas palavras, "mais expressivamente define o fado", a sua principal forma de expressão. 

Estudou afincadamente os grandes mestres, Armandinho, Carlos Paredes e Fontes Rocha, e construiu a partir daí um estilo inconfundível, que o levou a acompanhar Amália Rodrigues, Alfredo Marceneiro, Hermínia Silva, Max, Fernando Maurício, Beatriz da Conceição, Maria da Fé, Vicente da Câmara, Paulo de Carvalho, Mísia, Camané, Cuca Roseta, Mariza e Carlos do Carmo. 

Depois veio a composição, e com ela a certeza de que aquelas melodias iriam sobreviver a quem as escreveu. Carlos do Carmo, Mariza, Camané, Carminho, Sara Correia, Cuca Roseta, Mísia, Ana Sofia Varela, Rodrigo Costa Félix, Joana Amendoeira, Jorge Fernando, Paulo Bragança ou Paulo de Carvalho cantaram músicas suas. Atravessaram gerações, palcos e fronteiras e tornaram-se parte do património afectivo de quem escuta a música portuguesa no mundo. 

O reconhecimento acompanhou o percurso. Mário Pacheco recebeu o Prémio Amália Rodrigues de Melhor Compositor, o Prémio Songlines "Top of the World Album", a Medalha Municipal de Mérito, Grau Ouro, da Câmara Municipal de Lisboa e foi feito Comendador da Ordem do Infante D. Henrique. Participou no filme "Fados", de Carlos Saura, editou três álbuns, "Um Outro Olhar" (1992), "A Música e a Guitarra" e "Livre" (2020), e criou em Alfama, junto à Sé, o Clube de Fado, casa de referência do género durante 25 anos. 

No CCB, essa obra regressa às mãos de quem a escreveu, agora vestida pela força e pela delicadeza de uma orquestra e rodeada por músicos que fazem parte do seu universo mais próximo. Jaques Morelenbaum é uma das figuras maiores da música brasileira das últimas décadas. Violoncelista, arranjador, maestro e produtor, integrou a Nova Banda que acompanhou Antonio Carlos Jobim ao vivo e em gravações que valeram um Grammy, dirigiu musicalmente Caetano Veloso e trabalhou com Gal Costa, Marisa Monte e Ryuichi Sakamoto, com quem gravou "Casa", homenagem a Jobim registada na casa do próprio compositor. Foi também convidado do álbum "Livre". 

João Barradas é hoje considerado um dos mais importantes acordeonistas do mundo. Começou a estudar acordeão aos seis anos e, aos nove, entrou diretamente para o segundo ano do Curso Oficial do Conservatório Nacional, que concluiu com a nota máxima. Move-se com igual naturalidade entre a música erudita e o jazz, e leva o instrumento a contextos onde raramente se ouve. Já tinha gravado com Mário Pacheco em "Livre". Ricardo Toscano é uma das vozes mais reconhecidas do jazz português da nova geração. 

O saxofone alto é o seu instrumento e o seu quarteto tem sido um dos projetos mais consistentes da cena nacional. Tal como João Barradas, cruzou caminho com Mário Pacheco em "Livre". Fernando Dalcin é bandolinista brasileiro radicado em Portugal e um dos maiores conhecedores da tradição do choro. Nascido em São Paulo, cresceu nas rodas de choro da cidade e ficou conhecido pelo projeto "Jacob do Bandolim, Outras Composições", em que apresentou obras inéditas do mestre do bandolim, tocadas numa réplica do instrumento que Jacob usou durante quase toda a carreira. 

"A minha vida é o Fado, o meu mundo é a Música e o meu desejo é ser Livre", escreveu Mário Pacheco. A 17 de dezembro, no CCB, essas três coisas acontecem ao mesmo tempo. Mais do que um concerto, será um encontro com a música que já faz parte da vida de todos nós.

ZEVAZ | Nunca

Zevaz acaba de apresentar o seu mais recente single, "Nunca".

 

30/08/2026

DIAS DE JAZZ NO CENTRO CULTURAL DAS CALDAS DA RAINHA

O Festival Dias de Jazz volta a firmar-se como um dos espaços de programação mais estimulantes e consistentes da região Oeste, com um cartaz pautado por projetos de criação musical verdadeiramente únicos e que cruzam as fronteiras do jazz nacional. Entre a criação contemporânea, a eletrónica experimental, o jazz e o blues tradicionais e a liberdade do improviso, a edição deste ano arranca a 26 de setembro com o concerto de Big Daddy Wilson e desenvolve-se em duas momentos, em outubro e novembro. 

De 8 a 10 de outubro, com três concertos consecutivos, e de 6 a 7 de novembro, com a presença do trio português TGB, convidando João Barradas, e o regresso a Portugal de uma das grandes figuras do jazz europeu, Henri Texier. No dia 26 de setembro, o cantor e compositor americano de blues elétrico e soul, Big Daddy Wilson apresenta-se no Grande Auditório do CCC. O verdadeiro bluesman com voz barítono inconfundível e presença marcante em palco, promete dar um espetáculo com raízes profundas na história do blues. 

A 8 de outubro, o Omniae Large Ensemble, dirigido pelo percussionista e maestro Pedro Carneiro, dá a conhecer no CCC as paisagens sonoras intrincadas, os sons expansivos da música contemporânea misturados com o fluxo da improvisação e a eletrónica experimental. No dia a seguir, a 9, será a vez de Maria João trazer o aclamado “Abundância”, álbum que assinala 40 anos de um percurso admirável na música. Fazendo eco da sua ascendência, a cantora de voz elástica e performativa volta a voar entre Lisboa e Maputo para mostrar, ao vivo, as músicas deste trabalho, na companhia de João Farinha (aliado do projeto OGRE). 

A 10 de outubro seguimos os passos de John Coltrane levados pela Orquestra do Hot Clube. Aproveitando a celebração dos 100 anos de Coltrane, a traz ao Dias do Jazz o espetáculo “Meditations”, com música original inspirada no universo musical de Coltrane com reportório de compositores contemporâneos consagrados. Serão apresentadas cinco obras originais de compositores contemporâneos como Ingrid Laubrock, Anna Webber, Frank Carlberg, Luís Cunha e Carlos Azevedo, inspiradas no legado musical, supremo e prodigioso, de John Coltrane. 

No mês a seguir, a 7 de novembro, Henri Texier Quarteto, liderado pelo lendário contrabaixista francês mostrará de que forma é possível brindar a audiência com um cocktail de fusão perfeita entre improvisação jazz, profundo lirismo e diálogo criativo e musical. Uma experiência sonora única servida por um dos nomes fundamentais da história do jazz europeu em plena atividade criativa – Henri Texier. No último dia do Festival, a 11 de novembro, atua o trio TGB - sigla para Tuba, Guitarra e Bateria —projeto musical português singular que reúne três músicos de referência: Sérgio Carolino na tuba, Mário Delgado na guitarra e Alexandre Frazão na bateria. 

Oportunidade para testemunhar ao vivo o universo sonoro característico desta formação, onde o jazz se cruza com o rock, o country, o folk e até a música improvisada, resultando numa linguagem musical original, arrojada e inclassificável. De relevar que, para este concerto, o trio convidou o incrível artista superlativo, o acordeonista João Barradas. Dias de Jazz | Fora de portas do CCC Os Dias do Jazz têm ainda uma dimensão que ultrapassa os palcos e vive fora das portas do CCC. Mantendo a ligação com a comunidade educativa, o Festival irá desenvolver atividades paralelas e de mediação, através da colaboração com o Conservatório de Música das Caldas da Rainha. 

Na semana de 18 a 25 de outubro, o Jazz nas Escolas procura aproximar as novas gerações à arquitetura sonora do jazz, com sessões e atuações pedagógicas em algumas escolas do concelho, estabelecimento prisional e outras estruturas da comunidade. As Jam Sessions fazem também parte desta abertura do programa dos Dias de Jazz, no palco do Café-Concerto que irá transformar-se no habitual espaço de improviso em torno do jazz. 

Ainda neste espaço terá lugar a iniciativa ABô Vinil Jazz Sessions para apresentar ao público parte do espólio/coleção de discos do Dr. Vicente de Sousa, numa viagem sonora pelo universo do jazz através da sua extraordinária coleção de vinil. 

Esta apresentação será feita pelo seu filho, Paulo Vicente e pelo seu neto, Francisco M. Sousa, mantendo viva uma paixão musical que atravessa gerações. As sessões acontecem a 8 de outubro (jazz contemporâneo e free jazz); a 9 de outubro (“As mulheres no Jazz”) e a 10 de outubro (Big Bands Jazz e John Coltrane).

29/08/2026

PODCAST PORTUGAL REBELDE PLUS

Já está disponível para audição o novo programa do Podcast Portugal Rebelde Plus. Este mês a nossa seleção inclui as propostas de Luís Vicente 4tet, Rodrigo Amado, Maria Sá Silva, Sexteto de Jazz de Lisboa e Carlos Bica & Azul. 

O Portugal Rebelde Plus pode ser seguido no Spotify, Apple Podcasts, Deezer, Youtube e no Podomatic.
 
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