19/10/2018

CAPITÃO FAUSTO REVELAM CAPA DE DISCO E NOVO SINGLE PARA ASSINALAR CONCERTO NO SUPER BOCK EM STOCK


Depois de revelado "Sempre Bem", os Capitão Fausto aproveitam o Outono para revelar a capa do novo disco e o mais recente avanço "Faço as Vontades".

A capa é da responsabilidade de Vitor da Silva, ilustrador e designer gráfico que teve uma carreira extensa e diversa. Criou o grafismo de jornais notáveis como o “Expresso”, o “Tempo” e "Correio da Manhã". Desenvolveu grafismo para a fundação Calouste Gulbenkian durante 30 anos e foi professor na António Arroio durante 40 anos e na Escola Superior de Comunicação Social nos anos 90.

"Faço as Vontades" é retirado de A Invenção do Dia Claro, disco gravado nos Red Bull Studios São Paulo por Rodrigo "Funai" Costa, engenheiro de som responsável por dois discos vencedores de Grammys, assistido por Alejandra Luciani e Fernando Ianni e produzido e misturado em Alvalade pelos Capitão Fausto.

A masterização esteve a cargo de Brian Lucey no Magic Garden Mastering em Los Angeles, que já trabalhou com artistas como Beck, Arctic Monkeys, Last Shadow Puppets, entre outros.

Os Capitão Fausto são um dos nomes confirmados para o Super Bock em Stock a realizar nos dias 23 e 24 de Novembro em Lisboa.


STEREOSSAURO | "Flor de Maracujá"


O hip hop e o fado têm muito mais em comum do que se poderia pensar. E só alguém que amasse tanto as duas culturas poderia facilmente ver o que as une em vez de se focar no que as separa. Alguém como Stereossauro.

Quando remexeu em “Verdes Anos”, abriu um universo de possibilidades. De repente, ganhámos todos uma música que era nossa, que era moderna e intemporal, que olhava para o passado e para o futuro e por isso definia o presente.

Stereossauro deu agora o passo seguinte: "Bairro da Ponte" é o disco que será editado dentro de semanas com selo Valentim de Carvalho.

Partindo dos masters originais de Amália Rodrigues e Carlos Paredes depositados nos arquivos da Valentim de Carvalho, Stereossauro criou um espantoso trabalho de fusão entre tradição e modernidade, carregado de história mas também de sonhos de futuro. E quando descreve o processo, não esconde o entusiasmo e usa, com frequência, palavras como “arrepio” ou “privilégio”.

E é isso que sentimos ao ouvir o primeiro single do disco. “Flor de Maracujá”, com letra de Capicua, a voz de Camané e a bênção de Amália.

BEST YOUTH | Chaves


Best Youth são Ed Rocha Gonçalves e Catarina Salinas, um duo do Porto onde o indie rock e o dream pop se cruzam num encontro perfeito, conquistando o público em palcos nacionais e além-fronteiras.

Deslocam-se até Chaves para apresentar "Demo Tapes II", um concerto intimista onde tocam alguns dos seus êxitos, contam as histórias que os originaram e fomentam uma comunicação próxima com o público. O conceito iniciado em 2016 no fim da tour de "Highway Moon", regressa agora após o lançamento do novo disco "Cherry Domino".

16 de Novembro - Auditório do Centro Cultural de Chaves, 21.30h


"HOLD TO GOLD", O DISCO DE ESTREIA DE LINCE, É APRESENTADO, HOJE, NO MUSICBOX LISBOA


O primeiro álbum de Lince está aí, finalmente. Intitula-se “Hold To Gold” e inclui 11 temas inéditos inteiramente da autoria de Sofia Ribeiro, a miúda loira de olhos azuis que encontrou em Lince o seu alter-ego musical. Depois do Porto, na passada 4ª feira (ver fotos), “Hold to Gold” é apresentado hoje, dia 19 de Outubro, em Lisboa, no Musicbox. Em ambos os concertos, a compra do bilhete equivale a um exemplar do novo trabalho de Lince (bilhete-disco 9€).

Se em “Drops”, o EP publicado no Verão de 2017 e que mereceu lugar de destaque nos balanços musicais do ano, era já perceptível um padrão próprio assente numa aparente dicotomia entre emoções e sensações, “Hold To Gold” reforça essa matriz na música criada por Lince - entre apelos à dança e à contemplação ou entre diálogos e monólogos (nalguns casos como se de mantras se tratassem num quase paralelismo musical à obra visual “Memento”), Sofia constrói bases sonoras que nos provocam e nos obrigam a percorrer as sonoridades clássicas de um piano por entre a densidade da electrónica servida por ritmos e registos contemporâneos. E tudo isto pela mão da sua voz cristalina e educada.

A base de piano continua presente e dá às minhas melodias vocais uma casa que as protege sem as prender. Esta base faz-me sentir confortável, mas frágil e delicada, ao mesmo tempo. Em cada tema, a evolução sonora acontece ora com a componente electrónica dos sintetizadores e beats, ora com acrescentos vocais que dão aos temas mais força quando a mensagem assim o exige.

A produção de “Hold To Gold” foi atribuída ao colectivo leiriense CASOTA Collective que apurou as ideias, nalguns casos visuais, que Sofia foi registando ao longo dos últimos meses. O primeiro tema a ser divulgado deste longa duração, o single “It Feels Like Looking At Sculptures”, contou com a colaboração de André Tentúgal, companheiro de Sofia nos projectos We Trust e There Must Be A Place, que realizou o videoclip. 

Aliás, a maneira como Sofia se refere a esta canção define um pouco a forma como “vê” a música: "Quando pensava num título para a música, a dificuldade em encontrá-lo estava em como definir um sentimento de felicidade que nos provoca uma libertação interior, num corpo absorto, desprendido, levado, que tudo o que contempla faz crescer esse sentimento”refere. E prossegue “houve uma acção que me lembrou esse estado - ele assemelhava-se à contemplação de esculturas. Das grandes esculturas que eu observara recentemente."

O envolvimento de Sofia Ribeiro na componente visual do seu trabalho é total e se, no passado, assumiu a realização de alguns dos seus vídeos, em “Hold To Gold” é responsável pela concepção do artwork do disco, em que, tal como a sua música, se observa a si própria - “Hold To Gold” reflecte em cada uma das suas músicas uma personagem diferente que, não sendo fictícias, são a multiplicidade que existe em mim. Há emoções que se ouvem, há vontades e há o peso de vida e da sua fugacidade. Há a tentativa de se viver feliz e intensamente. E há, por fim, a leveza que se encontra na harmonia que encontramos se nos dedicarmos ao que é precioso.


MIGUEL ARAÚJO | "Ainda Estamos Aqui"


Depois do sucesso de "Giesta", o terceiro álbum de originais, e numa fase em que se encontra a compor novas canções, Miguel Araújo, autor de alguns dos maiores temas do cancioneiro português da última década, apresenta "Ainda Estamos Aqui", uma canção criada para o programa Alta Definição e que, devido à calorosa recepção do público, online e ao vivo, é agora lançada em formato single.

Nesta música, que fala da impermanência e transitoriedade de tudo na vida, Miguel Araújo é compositor, autor, produtor, instrumentista e editor, exercendo praticamente todas as funções que existem, desde a criação de um tema até à sua partilha com o público. Este facto é retratado no vídeo que, em poucos dias, ultrapassou as 150.000 visualizações, e em que revela o processo de gravação de "Ainda Estamos Aqui", cantando e tocando todos os instrumentos no seu estúdio caseiro.

Depois de uma extensa digressão em 2018 com mais de 50 concertos, Miguel Araújo passará ainda, até ao final do ano, pelo Porto, Faro, Leiria, Vila do Conde, Estarreja, Braga, Miranda do Corvo, Alentejo e Abrantes.


HMB | MarShopping Algarve

CARTAZ | Concerto

18/10/2018

XUTOS & PONTAPÉS | Casino Lisboa


Aguardados com expectativa, os Xutos & Pontapés inauguram, no próximo dia 29 de Outubro, às 22.00h o ciclo de concertos “Arena Live 2018”. A carismática banda sobe ao palco central do Arena Lounge para interpretar numerosos êxitos que fazem parte da história da música portuguesa. Trata-se do prelúdio de um programa de 10 concertos que promete conquistar os visitantes do Casino Lisboa. Com entrada livre, a não perder, até ao final do ano.

Foi, precisamente, a 13 de Janeiro de 1979, na sala Alunos de Apolo, em Lisboa, que os Xutos & Pontapés iniciaram um percurso ímpar no panorama da música nacional. Na altura, Zé Leonel (voz), Zé Pedro (guitarra) e Kalú (bateria) participavam nas comemorações dos 25 anos do Rock & Roll.

Hoje, quase quatro décadas depois e com 13 álbuns de originais editados, os Xutos & Pontapés são “A” bandeira do próprio Rock & Roll em português, por portugueses e para portugueses.

Com um acervo de clássicos inigualável, a anda foi já distinguida com vários prémios e, também, condecorada. Verdadeiros “animais de palco” que vivem para os seus concertos, é através destes momentos que os Xutos & Pontapés cimentam a sua ligação indestrutível com um público sempre presente à chamada, de braços cruzados em “X”, a celebrar a maior longevidade de uma carreira rock neste cantinho à beira-mar.

Há 39 anos que é assim e vai continuar a sê-lo, enquanto a banda acreditar na força do rock’n’roll, na energia de estar em palco e de partilhar as suas canções com o público que fez delas verdadeiros hinos.

Com um programa diversificado, os “Concertos Arena Live 2018” oferecem diferentes conceitos e estilos musicais no amplo espaço do Arena Lounge, o qual dispõe, aliás, de múltiplas soluções técnicas para originais atuações ao vivo.

Ciclo de “Concertos Arena Live 2018”

29 de Outubro - Xutos & Pontapés

05 de Novembro - Sérgio Godinho e Convidados

12 de Novembro - Carolina Deslandes

19 de Novembro - Os Azeitonas

26 de Novembro - C4 Pedro

03 de Dezembro - HMB

10 de Dezembro - Linda Martini

17 de Dezembro - Papillon

25 de Dezembro - Gospel Collective (Dia de Natal)

31 de Dezembro - The Gift (Réveillon)

CAN CUN | “Dreamers I"


“Claire Witch” e “Groundhog Day” foram os primeiros singles, com direito a videoclip, retirados do álbum “Wanderlust”. Agora os Can Cun revelam novo single/video para o tema “Dreamers I".

Com uma linha melódica bem definida, suportada por uma harmonia sonhadora, Bruno André Azevedo, Bruno Coelho e Jorge Simões mostram uma vez mais a delicadeza do seu dream pop, assumindo nas suas canções uma natureza mutável e imprevisível.

A banda vilarealense atua  em Tondela (Acert) no próximo dia 3 de Novembro.


GLOCKENWISE | "Moderno"


Chamam-se Glockenwise. São a banda do momento. Encarnam na perfeição a ideia de NorteSul e são os novos artistas da Valentim de Carvalho.

2018 é o ano de transformação na sua carreira. Depois de se afirmarem no garage rock, de levarem ao rubro milhares de fãs em concertos electrizantes dentro e fora do país, e de três discos que retratavam a juventude plena, editam muito em breve o novo longa duração "Plástico".

"Moderno" é o primeiro single e aquele em que se estreiam a cantar em Português.

TSUNAMIZ | “Canção de Embalar”


Tsunamiz, o músico e produtor de indie rock e electro, lançou dia 15 de Outubro, no seu canal de Youtube, uma versão do tema icónico de Zeca Afonso: a “Canção de Embalar”.

Produzida pelo próprio, esta versão, segundo Tsunamiz: “mantém-se fiel ao original em termos melódicos, mas é revestida de uma estética Trap, Electrónica e Rock. Um cruzamento místico entre o passado e o futuro.”

Esta não é a primeira vez que Tsunamiz revisita Zeca Afonso, tendo o músico também já feito uma versão do tema “Os Bravos”. Tsunamiz é Bruno Sobral, canta e toca guitarra, cria os seus instrumentais e batidas, e compõe e produz a sua própria música, que, segundo o próprio, tenciona destruir barreiras e preconceitos musicais, aliando ao rock uma componente urbana e eletrónica, encontrando influências em várias épocas e estilos.

Fiel à ética DIY (do it yourself), o músico conta para já com dois álbuns de originais, "Evil Live" (2015) e "Whoreporate Censorshit" (2017), ambos lançados de forma independente.

O músico encontra-se presentemente a preparar o seu terceiro álbum de originais que ainda não tem data de lançamento.


DEAD COMBO | Teatro de Vila Real

PARA CÁ DO MARÃO SESSIONS

17/10/2018

NÁDIA SCHILLING | “Bad As Me”


“Bad As Me” é o terceiro single retirado de “Above the Trees”, o disco de estreia a solo de Nádia Schilling, que fez parte de diversas listas de melhores discos de 2017 e promessas para 2018.

A letra, de tom intimista e carácter confessional, fala-nos da necessidade de recomeçar, uma e outra vez, enquanto o instrumental se vai revelando numa balada lenta e em crescente tensão, como um prenúncio de tempestade. Acompanhadas por uma secção rítmica obsessiva, camadas de voz de influência shoegaze/dream pop, as guitarras ao estilo “surf-rock cósmico” transportam-nos até ao topo de um vulcão prestes a entrar em erupção.

Este tema conta com a participação especial de Mário Delgado (guitarrista que colaborou com nomes como Lena D’Água, Maria João, Mário Laginha, Cristina Branco, Carlos Barreto, Luísa Sobral, entre muitos outros).

“Bad As Me” faz parte da compilação “Novos Talentos Fnac 2018”. O vídeo é da autoria de João Pombeiro.


SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS | Documentário "Farewell" Estreia na RTP2


“Farewell”, o disco de estreia de Sean Riley & The Slowriders, celebrou o décimo aniversário em 2017.

Foi objeto de reedição com versões inéditas, vinil colorido, especial e numerado, uma série de concertos dedicados (em que o disco foi tocado na íntegra) e pretexto para um documentário muito especial com a chancela Valentim de Carvalho.

“Farewell”, o documentário, assinado por Rui Portulez e Ricardo Clara Couto, vai agora estrear, dia 19 de Outubro, na RTP2. 

Conta-nos a história da banda e dos seus primórdios, e de como um processo criativo fluido e inspirador, atribulado e orgânico, pode transformar um álbum de estreia num disco único, uma pequena obra-prima capaz de definir uma identidade musical e um legado que ainda hoje perduram.

Com Afonso Rodrigues & Filipe Costa (a banda), Paulo Furtado (mais conhecido como Legendary Tigerman), Rui Ferreira (da Lux Records), Wout Straatman (produtor Lux Records), Hugo Ferreira (ex-director da RUC) e Nelson Carvalho (produtor Valentim de Carvalho).


VÍDEOCLIP | "Praia" - Filho da Mãe


Chega às lojas a 16 de Novembro a edição em vinil de "Água-Má", o novo disco de Filho da Mãe editado via Lovers & Lollypops no início deste ano. Até lá há vídeo novo para o tema "Praia", realizado por Luís Sobreiro e João Diogo Marques, produzido por Pedro Pinheiro. As encomendas para o LP em vinil já podem ser feitas no site da Lovers&Lollypops.

"Água-Má" é sinónimo de alforreca e os tentáculos do ser marinho talvez sirvam de analogia para o dedilhar na guitarra de Filho da Mãe, ou a transparência da criatura como uma referência aos jeitos límpidos e lúcidos das composições que aqui apresenta. 

É um álbum que começa na "Praia", uma vertiginosa corrida de alguém que foge com todas as certezas, e termina em "Casa", onde larga a guitarra e deixa "Água-Má" repousar num registo de tranquilidade em modo field recordings, ficando a sensação de caminho percorrido e dever cumprido.

A distância entre essa "Praia" e a "Casa" é o fulgor de "Água-Má". Filho da Mãe ficciona lugares e situações narrados por alguém que sabe impor o seu próprio tempo e história.


TIME FOR T | "Maria"


Os Time For T acabam de apresentar o single/vídeoclip "Maria".

A canção “Maria” fala do tema de infidelidade, um tema tão velho e usado quanto o amor. Fala do peso que temos quando fazemos coisas que não devíamos e os remorsos de acabar uma relação porque achamos que haverá alguém melhor para conhecer.

"Oh Maria, it's all in your head. Give me one more chance even though I'll need ten"

O novo single pertence ao álbum de estreia "Hoping Something Anything" lançado em 2017 e gravado em Londres ao longo do ano 2016. Esta canção foi reescrita para fazer parte do álbum porque várias pessoas perguntavam pela música ao longo dos anos após ter saído uma primeira versão a solo nos inícios do projecto. Foi talvez a canção mais difícil em termos de direcção e produção no disco.

O vídeo, realizado por Rafael Farias entre a zona de Barão de São João (Lagos) e Lisboa, representa a ideia de solidão e afastamento das pessoas que mais amamos por más decisões.

Time For T foram fundados em Brighton por Tiago Saga, um jovem de herança britânica, libanesa e espanhola que cresceu na Califórnia portuguesa - como o próprio apelida o Algarve. Enquanto estudava Composição Contemporânea na Universidade de Sussex, Inglaterra, Tiago Saga foi criando a sua própria sonoridade assente na world music e folk rock anglo-saxónica com outros músicos que foi conhecendo e com quem foi partilhando as mesmas inspirações: desde Bob Dylan a Ali Farka Toure. Tiago Saga (voz e guitarra), Joshua Taylor (baixo), Martyn Lillyman (bateria), Oliver Weder (teclas) - e outros membros honorários como Andrew Stuart-Buttle (violino), Harry Haynes (guitarra eléctrica) e Louis Pavlo (teclas) - formam os Time For T.

De murmúrios a gritos melódicos, de voz rasgada e de guitarradas dedilhadas por ritmos tropicais, a banda apresenta uma sonoridade única e bem definida capaz de produzir diferentes emoções. "Hoping Something Anything" é o primeiro longa duração que sucede a três EPs que levaram o grupo a concertos desde Nova Iorque a Berlim, vários festivais nacionais (NOS Alive, MEO Sudoeste, Super Bock Super Rock, etc) e internacionais (Green Man Festival, Secret Garden Party, The Great Escape, etc), airplay na BBC Radio 1 e Antena 3 e ainda um número 1 nos Spotify UK Viral Charts.

Agenda:

19 de Outubro - Friday Happiness, Tojeiro

20 de Outubro - Atabai, Barão S. Joao

02 de Novembro - Madalena, Faro

03 de Novembro - Centro Cultural, Barão S. Joao

24 de Novembro - Teatro Lethes, Faro

07 de Dezembro - Teatro do Bairro, Lisboa


BEST YOUTH | "Cherry Domino"


É já esta sexta-feira, 19 de Outubro e na próxima semana, a 25 de Outubro, que os Best Youth apresentam o recém-editado segundo álbum, "Cherry Domino", no Estúdio Time Out Market, em Lisboa, e na Casa da Música, no Porto, respectivamente. Atuam com a formação completa, integrando Fernando Sousa, dos X-Wife, no baixo, Miguel Ferreira, dos Clã, nos teclados e sintetizadores, e Tito Romão, dos Salto, na bateria. O disco chegou às plataformas digitais em Junho, com o formato físico disponível para compra no site da banda. Em breve estará também disponível nas lojas portuguesas.

"Cherry Domino" nasceu após um retiro de Catarina Salinas e Ed Rocha Gonçalves no Alentejo, “no meio de nada’’, e foi gravado e produzido no Porto, por Ed, com excepção de dois temas: "Nightfalls", gravado e produzido em Brooklyn, Nova Iorque, nos CRC Studios, por Patrick Wimberly, dos Chairlift; e "Part of the noise", co-produzido pela banda com Luís Clara Gomes a.k.a. Moullinex. No processo de gravação do álbum foi utilizada com frequência uma drum machine, que nos remete para uma sonoridade dos anos 80. A identidade deste trabalho é ainda marcada por uma estética neo-noir, que relembra bandas de sonoras de filmes como "Blade Runner".

Desde o seu primeiro EP, "Winterlies" (2011), que os Best Youth têm feito um percurso de ascensão na música portuguesa, conquistando também o mercado europeu com destaques na BBC, Clash ou Les InRockuptibles; seguiu-se o álbum conjunto com We Trust, "There Must Be a Place" (2012) e "Highway Moon" (2015), o primeiro disco em nome próprio, que os levou numa longa digressão e colheu os maiores elogios da imprensa nacional. Em 2017 participaram no Festival Eurosonic onde foram consideradas pela imprensa internacional como uma das 10 bandas a ter em atenção no evento.

MÁRCIA | Cineteatro Capitólio

DEAD COMBO | Casa da Música

16/10/2018

TEJO BEAT | 20º Aniversário do Disco de Culto que Reúne 10 Temas Inéditos


Há duas décadas, no âmbito da Expo '98, Henrique Amaro reuniu os talentos emergentes da música nacional da época, criando pontes entre os diferentes géneros e sensibilidades artísticas que se afirmavam e conquistavam públicos.

Esses mesmos artistas são hoje importantes nomes do panorama musical contemporâneo: Cool Hipnoise, Da Weasel, Primitive Reason, Ithaka, Arkham Hi*Fi, Boss AC, Flood, Blasted Mechanism, Zen, Blind Zero e Ornatos Violeta.

Num formato de workshop musical interactivo, as bandas colaboraram com os produtores Mário Caldato Jr. e Mário Barreiros na criação de um disco que viria a ser editado com selo NorteSul / Valentim de Carvalho.

Deste trabalho conjunto, saíram 10 temas inéditos e exclusivos da colectânea, motivo pelo qual volvidos 20 anos "Tejo Beat" goza de estatuto de disco de culto.

A edição em CD encontra-se há muito esgotada, mas a tecnologia está do nosso lado e é já possível ouvir este registo único e histórico do final do século XX em Portugal.

Henrique Amaro, director artístico do projecto, recorda como nasceu o conceito e como decorreram as gravações, numa verdadeira viagem no tempo em pleno Parque das Nações.



Alinhamento:

01. Intro

02. Cool Hipnoise - Change

03. Da Weasel - Produto Habitual

04. Primitive Reason - Quando Uno Pisa Un Caracol

05. Ithaka com Arkham Hi*Fi - The Day Was Hot

06. Boss AC - It's All Right

07. Flood - Viaje Universal

08. Blasted Mechanism - Thick Tongue

09. Zen - Air

10. Blind Zero - The Wire

11. Ornatos Violeta - Tempo De Nasce

VÍDEOCLIP | "Afeto" - Mayra Andrade


Cinco anos depois de "Lovely Difficult", Mayra Andrade regressa em 2019 com um álbum de referência e um novo som. Uma mistura perfeita e natural de Afrobeat, música urbana e música tradicional de Cabo Verde. 

Mayra Andrade nunca esteve tão perto do seu tempo e de si mesma com este novo álbum de raiz cantado em crioulo cabo-verdiano e português. Gravado entre Paris e Abidjan, Mayra explora mais uma vez um novo território musical por meio da colaboração com o amigo e músico Kim sempre Alves e dois jovens beatmakers talentosos 2B e Akatché diretamente da cena musical urbana de Abidjan e Dakar (perto de Sidiki Diabate, Wizkid e Mr Eazy).

"Afeto" é o single de avanço deste novo disco.


ANDRÉ M. SANTOS | "Sete"


Acaba de chegar às lojas o álbum de estreia a solo de André M. Santos - "Sete".

"Desde há muito que o número 7 me acompanha de uma forma peculiar. Ainda novo o encarei como um número da sorte para mim. Mais tarde fui descobrindo toda a carga mística que acarreta em si, sendo mesmo considerado um número que representa a totalidade, a perfeição, a consciência, a intuição, a espiritualidade, a vontade e ainda a conclusão cíclica e renovação.

De forma humilde abraço esta simbologia para o meu primeiro trabalho em nome próprio, iniciando assim um novo ciclo no meu percurso musical. Este disco espelha de uma forma muito completa a minha total essência enquanto músico (guitarrista, compositor e produtor) passando pelas diversas estéticas musicais que me enchem a alma.

7 são as músicas a solo, 7 são as músicas com convidados de luxo, 7 são as cores do arco-íris, 7 são os chakras, 7 são as colinas da minha linda Lisboa, 7 são..." (André M. Santos)

Licenciado em economia pela Universidade Nova de Lisboa (2006), em guitarra (2010) e composição (2015) pela Escola Superior de Música de Lisboa. André teve aulas de Guitarra Flamenca com Oscar Herrero (Madrid) e Pedro Jóia (Lisboa).

Ao longo da sua carreira já tocou com a Orquestra Sinfonietta de Lisboa, Coro Gulbenkian, Orquestra Chinesa de Macau e alguns dos artistas portugueses mais famosos (ex: Teresa Salgueiro, Resistência, Mariza, Ricardo Ribeiro, Mísia, etc.) em vários países do mundo.

É membro residente do Júri do “Concurso de Música de Intervenção de Almada” desde 2007. Em 2011 recebeu o prémio “Jovem Talento” pelo município de Almada.

Como compositor tem escrito para diferentes projetos e estilos de música, abrangendo grupos de música de câmara, grupos de jazz até orquestras de grande dimensão. A sua música tem sido interpretada por alguns dos mais prestigiados músicos de Portugal deste os EUA até à China.

Em 2016 ganhou o prémio de melhor edição pela Associação Nacional de Flauta dos EUA com a sua peça “O motivo da menina Laite” para flauta solo.

André M. Santos é o guitarrista do grupo Melech Mechaya e faz parte do Quarteto de Guitarras de Lisboa.


RUI VELOSO | Campo Pequeno


Rui Veloso, o grande nome da música portuguesa, acaba de anunciar um concerto muito especial que terá lugar dia 08 de Dezembro, no Campo Pequeno.

O cantor, compositor e guitarrista vai apresentar os clássicos de uma carreira recheada de sucessos, num concerto de Natal que pretende reunir as várias gerações de fãs do artista preferido dos portugueses. Os bilhetes serão disponibilizados para venda quinta-feira, 18 de Outubro, às 10.00h.

Com um alinhamento único e detalhadamente preparado para esta noite, o concerto contará com temas memoráveis como “Chico Fininho”, “Não há estrelas no céu”, “A paixão (segundo Nicolau da viola)”, “Jura”, “Porto Covo” ou “Nunca me esqueci de ti”.

Um espetáculo para os fiéis fãs e a oportunidade única para conhecer uma das carreiras de maior sucesso da música nacional.

Rui Veloso é hoje um dos artistas mais influentes da música portuguesa, com sucessos que atravessam gerações, e uma vasta história onde se cruza enquanto artista e compositor com alguns dos mais galardoados nomes da música nacional e internacional.

Afinem-se as vozes para cantar em uníssono todas as músicas de várias gerações.

MALCONTENT REGRESSAM COM NOVO SINGLE "THIS IS THE VIOLENCE OF INSTITUTIONS"


É num mundo polarizado, ainda mais intolerante, violento, com milhões subjugados ao poder do dinheiro cada vez mais na mão de poucos que os malcontent regressam. "This Is The Violence of Institutions", o terceiro longa duração, é um retrato desse mundo onde até a democracia se autodestrói.

Quatro anos após a edição de "Riot Sound Effects", "This Is The Violence Of Institutions" traduz um som ainda mais contundente, questionando a surpreendente incapacidade de contestar o status quo. Num universo sonoro que espelha uma sociedade onde a violência e o entretenimento se confundem, os malcontent incentivam à objecção, a uma atitude diferente.

"Just Loneliness Can Save The World" é o primeiro avanço do novo álbum, que vai ser editado em novembro. O single, disponível nas plataformas digitais a partir de amanhã, é um estímulo à autoconfiança, à determinação, à liberdade individual em oposição ao unanimismo.

A primeira apresentação ao vivo de "This Is The Violence Of Institutions" está agendada para o dia 8 de Dezembro no Woodstock 69, no Porto.

THE BLACK MAMBA | Musicbox


The Black Mamba irão apresentar ao vivo o novo disco The Mamba King já no próximo dia 6 de Novembro, pelas 21.30h, no MusicBox, em Lisboa. O novo álbum fica disponível em todas as lojas e plataformas digitais a 19 de Outubro e já se encontra em pré-venda, em formato CD e Vinil.

Antes desta festa de lançamento, haverá lugar para dois showcases: dia 26 de Outubro, pelas 21h30, na Fnac do Norteshopping e dia 27 de Outubro, pelas 17.00h, na Fnac do Colombo. Entre outros temas novos, serão tocados os singles “Stronger” e o mais recente “Believe”, presentes em várias rádios nacionais.

VÍDEOCLIP | “Por Favor (Diz-Me)”- Boss AC


Depois de este ano ter regressado aos discos com o EP “Patrão”, do qual saiu o sucesso "Queque Foi”, Boss AC lança finalmente a 26 de Outubro o seu muito aguardado novo álbum de estúdio, “A Vida Continua…”.

“A Vida Continua…” é apresentado pelo single “Por Favor (Diz-Me)”, que conta com a participação especial do cantor Matay. O tema e o vídeo são revelados hoje, 16 de outubro.

O disco já se encontra disponível em regime de pré-venda no formato físico e digital. Nas lojas Fnac, a pré-venda do álbum físico traz como oferta o EP “Patrão”. Boss AC vai fazer uma apresentação do novo disco na Fnac do Colombo, no dia 28 de Outubro, às 18.30h.

O novo AC é o velho AC, se não fosse assim eu não estava aqui.” O presságio consta no EP “Patrão”, lançado em Abril, e acaba por servir de mote ao que encontramos neste sexto e novo álbum de Boss AC, “A Vida Continua...”, e a música também.


FERNANDO CUNHA | "Afastei-me"


Fernando Cunha apresenta "Afastei-me" tema de avanço de “A Guitarra a Tocar” que será editado no início de 2019.

Afastei-me” é um tema de reflexão interior sobre a perda de algo muito importante na nossa vida que nos habituamos a tomar como garantido , até que um dia acordamos e simplesmente desapareceu!....(Fernando Cunha)

O novo CD de Fernando Cunha inclui temas originais assim como Clássicos dos Delfins, banda que fundou nos anos 80. Em breve poderá ouvir o seu novo trabalho ao vivo nos palcos do Misty Fest.


SEAN RILEY | "California"


Agenda:

17 de Outubro - Festival MaMa, Paris

19 de Outubro - CAE Sever do Vouga

23 de Outubro - Jameson Urban Routes, Musicbox (Lisboa)

www.facebook.com/SeanRileyTheSlowriders

ALA DOS NAMORADOS | Coliseu dos Recreios

15/10/2018

KEEP RAZORS SHARP | "Overcome"


A quatro dias de editar o muito aguardado segundo álbum - "Overcome" - os Keep Razors Sharp apresentam o segundo single que o antecipa, com o mesmo nome.

Depois de um Verão passado a levantar o véu ao que aqui nos vai chegar, em festivais como o Super Bock Super Rock, Vodafone Paredes de Coura ou Indie Music Fest, é esta semana que tudo acontece. Hoje apresentam o videoclip para o single "Overcome", realizado por Joana Linda, que assina também as novas fotogafias do grupo. No próximo dia 19 de Outubro chega às lojas o novo disco.

"Overcome é um videoclip que se posiciona entre os mortos e os vivos, o passado e o futuro. É sobre passagens e viagens, no seu sentido mais metafórico. Habita um lugar temporal e geograficamente impreciso onde as distâncias físicas e emocionais se esbatem, onde tudo pode acontecer ao mesmo tempo, onde podemos estar em todo o lado ao mesmo tempo." (Joana Linda)


GRANDFATHER’S HOUSE PARTEM PARA TOUR EUROPEIA COM :PAPERCUTZ E APRESENTAM NOVO VÍDEOCLIP


GrandFather’s House apresenta o seu terceiro single de apresentação do longa duração "Diving" editado em Setembro de 2017, desta vez com o tema “Drunken Tears”.

Para este terceiro single, a banda apresenta um vídeo de animação realizado por Pedro Oliveira. A narrativa retrata uma personagem que aparentemente se encontra num relacionamento de amor/ódio com outra personagem, mas que se revela ser com ela mesma.

Depois de se juntarem a :Papercutz numa residência artística onde desenvolveram um trabalho exclusivo em torno de temas de ambos os projetos, preparam um ciclo de espetáculos únicos por Portugal onde apresentarão temas seus partilhados em palco e reinventados pelos elementos de cada grupo, num espetáculo único e dinâmico.

Fora de território nacional, também no âmbito da residência, os GrandFather’s House partem assim na sua terceira tour europeia, também na companhia de :Papercutz. Depois de marcarem presença no Festival Waves Vienna, em Setembro, o projeto continua com o seu trabalho de internacionalização.

Grandfather’s House é uma banda de Braga que surge em 2012, com Tiago Sampaio na guitarra, Rita Sampaio nos sintetizadores e voz e João Costeira na bateria na sua formação incial, contam até hoje com mais de 250 concertos dados por todo o país e internacionalmente. Com o seu primeiro EP Skeleton, editado em 2014, percorrem Portugal na sua promoção. Em 2016, editam o longa-duração Slow Move sendo aclamados pelo público e pela crítica tendo, com este, lançado dois singles “Sweet Love Making” e “My Love”.

"Diving" é o resultado de uma residência artística no espaço gnration (Braga), contando com as participações de Adolfo Luxúria Canibal, Nuno Gonçalves e Mário Afonso, na voz, teclados e saxofone, respectivamente e é neste disco que a banda anuncia a mudança na sua composição com Ana João Oliveira a substituir João Costeira. Com um método de composição mais complexo, que contou com a participação de mais um elemento em todos os temas – o músico convidado, Nuno Gonçalves (teclas) – a banda, explora assim, uma sonoridade mais densa. 

As letras do disco, por Rita Sampaio, incidem nas memórias, lembranças e de certas emoções que estas trazem com elas. A temática do disco vai desde o despertar de memórias que pareciam adormecidas pelo tempo, crescendo uma raiva, quase um estado depressivo, transformando-se na sua aceitação e num estado de paz de espírito. Gravado e produzido na Mobydick Records (Braga) por Budda Guedes e Grandfather’s House, misturado e masterizado no HAUS (Lisboa) por Makoto Yagyu.


VÍDEOCLIP | "Manto Branco" - Flak


"Manto Branco" é o nome do novo single de Flak. Trata-se do segundo tema de avanço do novo disco, Cidade Fantástica, que chega às plataformas digitais no dia 19 de Outubro e já nos tinha dado a conhecer o tema "Ao Sol da Manhã" em finais de Agosto. O disco, produzido por Benjamim e Flak, terá também edições em CD e Vinil, que chegarão às lojas a 9 de Novembro.

"Manto Branco. Não sei de onde me veio a frase. Manto Branco universo. Across the Universe. Olhar de Falcão. As palavras foram surgindo em simultâneo com a melodia. A segunda estrofe foi escrita mais tarde a partir do nome de uma antiga banda psicadélica brasileira, Perfume Azul do Sol. O vídeo do Vasco Mendes sugere-nos que algo vai acontecer. Por certo nada de bom. Talvez uma premonição. Um sinal dos tempos."

Os concertos de lançamento, por sua vez, serão no Teatro Ibérico, nos dias 8 e 9 de Novembro, às 21.30h (evento | bilhetes). Em palco com o Flak estarão António Vasconcelos Dias, Zé Guilherme Vasconcelos Dias, David Santos, João Pinheiro, bem como um coro especial e outros convidados.


DIABO NA CRUZ | "Malhão 3.0"


Chama-se "Malhão 3.0" e é o primeiro vídeo para a "Lebre" dos Diabo na Cruz. O vídeo foi realizado por Filipa Braga Cruz, com animação da Animavideo. O disco novo está nas lojas e os Coliseus à porta (Lisboa - 15 de Novembro e Porto - 22 de Novembro).

PRANA | "Ser Nenhum"


Depois de passarem por várias cidades do país, os Prana apresentam o seu terceiro e mais recente álbum, “Ser Nenhum”, no Porto. O trio de São João da Madeira atua a 7 de Dezembro no Passos Manuel.

Coimbra, Braga, Aveiro, Viseu e Évora são algumas das cidades que os Prana passaram com o “Ser Nenhum” no bolso. A adicionar à lista chega (finalmente) o Porto, um dos muitos concertos de apresentação sonhados e finalmente concretizados.

“Ser Nenhum” são 13 temas, cantados em português, que exploram o pessoal e o íntimo de cada um não esquecendo aquilo que nos envolve e rodeia. “Não te Dás a Ninguém”, “Mulher ou Comandante”
e “Vaso Chinês” são os singles de avanço.



LUÍSA SOBRAL | "Rosa"


“Rosa”, o 5.º álbum de Luísa Sobral, chega às lojas dia 9 de Novembro. “O disco é feito de histórias, algumas reais, outras menos. É um disco muito crú onde o mais importante são as letras e as melodias”, diz Luísa.

Produzido pelo catalão Raül Refree (Raul Fernandez Miró), produtor de nomes como Mala Rodriguez, Silvia Perez Cruz e a Rosalía, “Rosa” foi, todo ele, gravado como se fosse ao vivo. “Aceitámos as imperfeições como parte da emoção de cada take.” Para além da voz e guitarra, Luísa Sobral e o seu produtor privilegiaram os instrumentos clássicos: trio de sopros e percussão clássica.

“Rosa” já se encontra disponível em pré-venda na Fnac, numa edição autografada e com desconto de 2€, disponível até à data de edição.

O álbum é o sucessor dos galardoados "The Cherry on My Cake" (Platina); "There's a Flower in My Bedroom" (Ouro); "Lu-Pu-i-Pi-Sa-Pa" (ouro) e o mais recente "Luisa".

14/10/2018

ANTÓNIO CHAINHO CONVIDA ANTÓNIO ZAMBUJO | Póvoa de Varzim


Trata-se de um encontro único: no próximo dia 29 de Novembro, o Mestre António Chainho convida António Zambujo para um concerto no Cine-Teatro Garrett, na Póvoa de Varzim, com a chancela do Soam As Guitarras. Os bilhetes já se encontram à venda.

A partilha em palco de linguagens musicais e do talento de gerações distintas é um dos pilares da programação do Soam As Guitarras e é representativa dos múltiplos encontros que um dos mais importantes eventos dedicados à guitarra em Portugal tem promovido. 

A data de 29 de Novembro serve, também, por isso, de ponto de partida para a sua terceira edição, com o concerto do Cine-Teatro Garrett a ser precedido pelo anúncio oficial das datas e da programação do Soam As Guitarras 2019, que incluirá a Póvoa de Varzim na rota dos municípios que celebram a guitarra e à qual já pertencem Oeiras e Évora.

OS AZEITONAS REGRESSAM AO COLISEU DO PORTO EM OUTUBRO DE 2019


Pisar o palco do Coliseu do Porto não é novidade para Os Azeitonas: já por duas vezes encheram a mais mítica das salas de espetáculos da cidade do Porto. A estreia foi em 2013, com um concerto que, além de incluir big band, fanfarra e quartetos de cordas e clarinetes, acabou na rua, com banda e fãs a fazerem a festa no exterior. Em 2016 voltaram para mais um concerto memorável, que contou com Tatanka (The Black Mamba), Presto (Mind da Gap) e Luisa Sobral como convidado.

Dia 12 de Outubro de 2019, ou seja, daqui a um ano, a banda regressará ao Coliseu para mais uma noite que será certamente especial.

Mais uma vez, a banda irá apresentar alguns dos êxitos mais marcantes dos seus mais de quinze anos de carreira, e que são já bem conhecidos do público, como “Quem És Tu Miúda”, “Ray-Dee-Oh” ou “Nos Desenhos Animados (nunca acaba mal)”, mas também os mais recentes temas, incluídos no último álbum de originais – Banda Sonora – tais como “Cinegirasol”, “Fundo da Garrafa” ou “Oito e Meia”.

Os bilhetes para este concerto estão já disponíveis nos locais habituais e em Ticketline.pt.

GIMBA | "Ponto G"


Gimba, «um alfacinha sorridente, um autêntico trovadeiro acusticurbano que assina canções em português bem escorrido», regressa aos discos, com o "Ponto G"!

Em meados da década de 80 fundou o histórico grupo Os Afonsinhos do Condado, esteve na origem, juntamento com o Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés, de quem foi padrinho de baptismo, em 1991 integrou Os Irmãos Catita, com Manuel João Vieira, e gravou também um disco em nome próprio, em 1997. Foi ainda a cara do mítico Pop Off (RTP).

Enquanto produtor, trabalhou com artistas tão variados como Tim, Deolinda, Boss AC ou José Cid. Fez música para programas de televisão (“O Cabaret da Coxa”; “O Homem Que Mordeu o Cão”; “Estado de Graça”; “Donos Disto Tudo”). Também assinou bandas sonoras de programas de humor (“O Programa da Maria”; “Paraíso Filmes”, “Boa Noite, Alvim”), cinema (“O Crime do Padre Amaro”; “Um Passeio de Barco”), e produziu ainda repertório infantil (“As Canções da Maria”; “Contos de Salarissarim”), além de vários trabalhos em rádio, teatro e publicidade.

Eugénio Lopes, mais conhecido por Gimba começou a estudar piano aos 6 anos, e flauta aos 8, mas foi só aos 14, ao começar os estudos de guitarra que escreveu as primeiras canções. As suas referências musicais assentam principalmente no que ouvia em casa durante a infância: discos de jazz melódico (Dave Bruebeck, Wes Motgomery, etc…), Bossa Nova (Tom Jobim, João Gilberto…), e muito do que passava na rádio (Beatles, Stones, Dylan, Soul e R&B…). Seguiu atentamente a evolução da música portuguesa desde os tempos áureos do Festival da Canção, seguindo-se a “geração Zip-Zip”, a música de intervenção do 25 de Abril, o fenómeno do rock sinfónico e o boom do Rock Português.
Com muita estrada na bagagem, continua fiel ao seu formato preferido – guitarra acústica e voz – e ao ecletismo que sempre o caracterizou. O leque de 11 canções vai da simples balada até ao rock de barba dura, mas sempre com um traço comum – uma toada bem disposta e moderadamente irónica, com letras cativantes em português «bem escorrido». É talvez o trovadeiro que mais se preocupa em cantar a sua língua como quem a fala. Os seus temas vão da crítica social à canção de amor, sendo o maior deles, Lisboa, a sua cidade.

Tudo isto está bem patente neste “Ponto G”, que agora chega às lojas e, que coincide também com os quarenta anos de música (!) do Gimba. Especial atenção para a música “Vá lá!!”, cantada bem alto pela voz de 12 ilustres convidados (de “A” – Ana Bacalhau, a “Z” – António Zambujo), um manifesto algo panfletário, brindando «à revolução e à anarquia»! É também dedicado à memória do grande amigo do Gimba: Zé Pedro.


NÁDIA SCHILLING | Ponte de Lima

13/10/2018

UHF | 40 Anos Numa Noite


Os UHF deram o seu primeiro concerto a doer no dia 18 de Novembro de 1978, há 40 anos, fundaram o movimento comummente designado por rock português e transformaram a indústria musical portuguesa quando uma canção – "Cavalos de Corrida" – passou a disputar os tops de vendas de discos e foi (e é) chamada para todos os palcos do país. Editada em 1980, esta canção e outras cruzam gerações, fenómeno que os teóricos saberão desvendar.

Exactamente 1.744 concertos depois (no final de Setembro), e com quase um milhão e meio de discos vendidos, os UHF fecham o ano com duas produções de grande rigor artístico: em Lisboa, a 22 ce Dezembro (Aula Magna), e no Porto, a 29 de Dezembro (Casa da Música), com artistas convidados nas duas noites.

BOSS AC | “A Vida Continua…”


Depois de este ano ter regressado aos discos com o EP “Patrão”, do qual saiu o sucesso "Queque Foi”, Boss AC lança finalmente a 26 de Outubro o seu muito aguardado novo álbum de estúdio, “A Vida Continua…”.

O disco já se encontra disponível em regime de pré-venda no formato físico e digital. Nas lojas Fnac, a pré-venda do álbum físico traz como oferta o EP “Patrão”.

“A Vida Continua…” é apresentado pelo single “Por Favor (Diz-Me)”, que conta com a participação especial do cantor Matay. O tema e o vídeo serão revelados já na próxima terça-feira, 16 de Outubro.

O novo AC é o velho AC, se não fosse assim eu não estava aqui.” O presságio consta no EP “Patrão”, lançado em Abril, e acaba por servir de mote ao que encontramos neste sexto e novo álbum de Boss AC, “A Vida Continua...”, e a música também.

NBC | 10 Anos de Maturidade

CARTAZ | Concerto

12/10/2018

OLD JERUSALEM | Discurso Direto


Old Jerusalem edita hoje o 7º álbum de originais. “Chapels” é uma colecção de canções imediatas e sem adornos. O que se ouve é praticamente a primeira fixação gravada de cada um dos 10 temas que compõem o disco, em interpretações ainda intimamente associadas ao processo da sua escrita e deixando a nu os alinhavos de arranjos e as primeiras sugestões de caminhos melódicos e harmónicos. Pretendeu-se, segundo Old Jerusalem que cada canção veiculasse assim o seu primeiro ímpeto criativo e a urgência da sua comunicação. Francisco Silva, desvenda hoje em "Discurso Direto" as dez canções de "Chapels".

Carnation day" + "How beautiful, that"

O Jorge Coelho, de cujo trabalho sou fã há longos anos, enviou-me uns quantos trechos de guitarra a ver se me ocorria alguma coisa que pudesse acrescentar-lhes. Cada uma dessas colaborações livres foi tomando rumos diferenciados, mas estes dois trechos em particular pareceram-me perfeitos para usar como "bookends" do disco que estava a preparar, pelo que me apropriei deles para Old Jerusalem. Como quase todos neste disco, os temas aparecem no seu primeiro registo e não foram re-gravados, o que quer dizer que, junto com a nossa prestação (minha e do Jorge), se consegue discernir também a colaboração da máquina de secar do 6º esquerdo...

Black pool of water and sky

Tema que se tornou fulcral na estrutura e na ideia deste disco. É uma canção "informada" por outra, do Phil Elverum / Mount Eerie ("Ancient questions", que é inclusivamente citada na letra num par de momentos) e como os 2 temas estavam bastante relacionados fiz uma coisa incaracterística para mim mas que gerou um resultado muito simpático: decidi enviar ao Phil Elverum a minha canção. No dia seguinte recebi a sua resposta,agradecendo e dizendo que era "a beautiful song". O que, claro, como eles dizem, "made my day".



The meek

Uma pessoa amiga deu-me nota de que se sentiu algo perturbada e até magoada pela narrativa implícita neste tema. Compreendo, e como lhe expliquei, é efectivamente uma "bad vibe song" sobre uma certa forma comum de fraqueza que é justificável mas roça a cobardia e da qual não me isento, pelo que também para mim não é uma canção "confortável".

Oleander

Consta que o oleandro, uma planta tóxica, teria sido usado pela sacerdotisa Pítia para induzir as visões e alucinações que estavam na base das suas profecias. O oleandro é a flor oficial da cidade de Hiroshima, por ter sido a primeira a florescer no local depois da explosão da bomba atómica.

I could never take the place of your man

Sempre que trabalhava nos rudimentos desta canção as palavras que se lhe colavam eram as do "I could never take the place of your man", pelo que se pode dizer que este tema "quis" ser uma versão dessa canção do Prince.

Lighthouse

é uma canção algo escura e, para os parâmetros de Old Jerusalem, quase política, pessimista quanto à capacidade dos poderes instalados em conduzir a bom rumo os nossos destinos colectivos: "the general's wavering, he can't handle the math / so call the troops back, they've been sent to their sure death".

Ancient sand, ancient sea

tem como subtítulo uma linha de uma canção dos Nirvana: "A Leonard Cohen afterworld". É uma canção emotiva com partes que começaram a ser escritas pouco depois da morte do Kurt Cobain. Acresce que por algum motivo obscuro imagino sempre o refrão na voz do Chris Cornell - dois factores que tornaram a canção numa espécie de elegia pessoal a um determinado momento no tempo.

Lucky me

Polaroid de um amanhecer. Uma "love song", no sentido tradicional.

Magna

há uns tempos, no processo semi-consciente que está muitas vezes associado à escrita de canções, "saiu-me" uma referência à Marie Laveau e comecei uma estrofe que fantasiava uma historieta em torno dela e de outro protagonista - Glapion, seu companheiro e amante. Por algum motivo o rumo daquelas personagens tornou-se numa versão mitificada/romantizada (algo caricatural também, é certo) da história de um casal de amigos. Ela, Magna na vida real, misteriosa e com um ar de quem sabe mais do que alguma vez vai dizer; ele "living (a bit) on the edge", há muitos anos, quando éramos todos "apenas miúdos". Não sendo expressa ou literalmente sobre eles, e sendo até uma forma redutora de os representar, é uma canção sobre uma certa e eterna forma de se ser jovem - ou, citando outra canção, de como "to be young (is to be sad, is to be high)"
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