11/02/2026

BLAYA | B.Leza

Blaya, artista do famoso hit “Faz Gostoso”, regressa aos palcos com “ARRAIÁ.L” – um novo espetáculo que celebra a sua identidade luso-brasileira e a ligação cultural entre Portugal e Brasil. A primeira apresentação será no B.Leza no próximo dia 26 de março 

O espetáculo cruza a energia dos arraiais populares portugueses com a alegria vibrante das festas juninas brasileiras, criando uma experiência única onde música, dança e emoção se encontram. 

Como antecipação e ponto de partida deste arraial que está prestes a subir ao palco, Blaya apresenta uma nova versão da canção “Caixa de Correio”, tema originalmente incluído no álbum Lado B. 

Para esta reinterpretação, a artista convidou o grupo Viva o Samba, reforçando a ligação ao Brasil que corre no seu sangue e às raízes rítmicas que influenciam o seu percurso artístico.

 

FREDERICA VIEIRA CAMPOS | Porto

Foto: Lucília Monteiro

A harpista e artista portuense Frederica Vieira Campos atua no auditório do Passos Manuel no próximo Sábado (14 de fevereiro) num concerto puramente improvisado onde a mesa de mistura manipulada pela instrumentista nos desvenda as potencialidades eletrónicas de uma harpa emancipada.

 

LIBRA | Lisboa

10/02/2026

CONTA-ME UMA CANÇÃO

“Conta-me Uma Canção” termina na próxima terça-feira, dia 17 de Fevereiro, com a dupla Samuel Úria + Rui Reininho, cujos bilhetes esgotaram em poucas horas. A canção está viva e recomenda-se, tal como se recomenda uma longa vida a estes concertos especiais que juntam música, letra e histórias inesquecíveis.

MARYA SANTOS | Amar


A artista Marya santos acaba de apresentar o seu mais recente single, "Amar". 

"Amar" é uma canção pop moderna, suave e emocional, onde a música explora a profundidade do verbo amar com melodias íntimas e a presença distinta da guitarra portuguesa. Uma faixa luminosa, autêntica e marcada por emoção, saudade e identidade lusófona.

 

PAULO FLORES ESGOTA CONCERTO NA CASA DA MÚSICA

Paulo Flores, lenda viva da música angolana e uma das vozes mais poderosas da lusofonia, acaba de esgotar o concerto na Casa da Música, que acontece no dia 28 de fevereiro. O Artista atua ainda no Coliseu dos Recreios no dia 05 de março, os últimos bilhetes ainda estão disponíveis nos locais habituais. Este regresso aos palcos portugueses promete ser uma celebração profunda da identidade, da memória e da emoção. 

Com uma carreira que ultrapassa três décadas, Paulo Flores afirma-se como autor, compositor e intérprete de uma obra incontornável da música angolana. Figura pioneira do semba e nome central no surgimento e consolidação da kizomba nos anos 80, construiu uma linguagem musical própria, onde ritmo, melodia e palavra se cruzam para contar histórias que atravessam gerações e geografias.

FESTIVAL MONTEPIO ÀS VEZES O AMOR ARRANCA ESTA SEMANA COM PROGRAMAÇÃO NACIONAL EM VÁRIAS CIDADES

O Festival Montepio Às Vezes o Amor arranca já esta semana, entre 12 e 15 de fevereiro, com uma programação que volta a estender-se por várias cidades do país, reunindo artistas de diferentes gerações numa celebração simultânea da música e do amor. Ao longo de quatro dias, o Festival afirma a sua dimensão nacional, com concertos a acontecer em diferentes geografias e contextos, mantendo a proximidade ao público como uma das suas marcas centrais. 

A forte resposta do público confirma-se também na bilheteira, com vários espetáculos já esgotados. Entre os momentos centrais da programação destaca-se Sérgio Godinho, que apresenta As Canções de Amor de Sérgio Godinho – Biografias do Amor, espetáculo que passa por Lisboa e Porto e onde o amor se cruza com a liberdade, a memória e a cidadania — temas estruturantes de um repertório incontornável da música portuguesa. 

O cartaz integra ainda concertos de GNR, Aurea, Marisa Liz, Fernando Daniel, João Pedro Pais, Carolina Deslandes, Carolina de Deus, Buba Espinho, Luís Trigacheiro, Rui Massena e o projeto José Pinhal Post-Mortem Experience. 

Os concertos de Fernando Daniel, João Pedro Pais e Luís Trigacheiro, este último com duas sessões, encontram-se esgotados, refletindo a forte adesão do público a esta edição do Festival. No Dia dos Namorados, 14 de fevereiro, Lisboa recebe ainda um momento especial com um concerto de Aurea na Praça Central do UBBO, um espetáculo de entrada gratuita, integrado na programação daquele espaço.

09/02/2026

TÓ PEREIRA E PAULO PEDRO GONÇALVES | Brasil de Janeiro

Tó Pereira, mais conhecido por DJ Vibe, e Paulo Pedro Gonçalves, fundador dos Heróis do Mar, formam Mão. “Brasil de Janeiro” é o single de avanço da estreia conjunta em disco de dois nomes incontornáveis da música feita em Portugal nos últimos 40 anos. Com lançamento apontado para o dia 16 de abril, o longa duração homónimo chega com o selo da Chic Choc Music, a editora criada pelos próprios. 

“Brasil de Janeiro” marca a primeira paragem de oito viagens sonoras que traçam uma rota pelo mundo, da América à Ásia, com referências às linguagens musicais inerentes a cada destino e aos seus protagonistas. 

Neste portentoso tema, Tó Pereira e Paulo Pedro Gonçalves acenam à riqueza das texturas rítmicas brasileiras, numa fusão de instrumentos com eletrónica que caracteriza a identidade sem fronteiras de Mão. Perfeito para uma noite de clubbing, “Brasil de Janeiro” constrói-se por BPMs vibrantes e arpeggios que hipnotizam no centro da pista de dança, com guitarras, programações e sintetizadores que transgridem o conceito de house music. 

 Com produção dos artistas que, há mais de três décadas, se cruzaram nos LX-90, a amostra inaugural do álbum de estreia do projeto foi registada no estúdio de DJ Vibe, em Lisboa. A acompanhar o single está um vídeo realizado por Richard F. Coelho, que reúne imagens analógicas de arquivo, criando um universo orgânico que encaixa plenamente na sonoridade exótica da canção, em contraste com a sua natureza eletrónica.

 

FILIPE KARLSSON | Salão Brazil

08/02/2026

A TRAIÇÃO DO PADRE MARTINHO OST

Em 2021 a atriz e realizadora Ana Cunha convidava o trio para compor a banda sonora do seu primeiro filme enquanto realizadora, A Traição do Padre Martinho, uma produção da Ukbar Filmes integrada no projeto Contado por Mulheres e transmitida pela RTP. O filme parte de um texto de Bernardo Santareno e passa-se numa pequena aldeia portuguesa no final dos anos 60, onde um jovem padre toma o partido da população, acaba expulso pelo patriarcado e defendido pelo seu povo. 

Para um grupo que ao longo de três discos - o EP homónimo (2017), Centelha editado pela Saliva Diva (2020), e o Memória da Pedra Mãe editado pela Jazzego (2024) - sempre procurou ligar a sua música a lugares e paisagens concretas, a proposta de habitar o universo fechado e carregado de um drama de Santareno representava um desafio de outra natureza. A Traição do Padre Martinho OST é o resultado desse encontro. 

Os Bardino escreveram a música numa residência artística em Anadia, rodeados pelo laranjal da casa da avó Alice, numa produção deliberadamente lo-fi e guiada pela visão da realizadora. Há uma intimidade neste processo que se transfere para a música, que soa mais despida e próxima do que o habitual no universo do trio. 

Rui Martins assina a produção, mistura e masterização, além de tocar teclados, Nuno Fulgêncio contribui com bateria e percussão, e Diogo Silva com o baixo, num registo contido que serve a narrativa do filme sem deixar de soar inequivocamente a Bardino. Ao longo de dez faixas e pouco mais de vinte minutos, o álbum constrói-se como um arco dramático que espelha a estrutura da história. 

Três peças intituladas "Padre Martinho" funcionam como pilares - um Prelude que abre, um Interlude que marca a viragem, e um Postlude que encerra -, enquanto entre elas surgem as peças dedicadas às personagens e momentos-chave da trama: "Alice", "Bernardo", "Albino", "O Cerco", "Guarda", "Escadas". Cada uma destas composições funciona como um retrato sonoro, breve e essencial, que evoca mais do que descreve. 

Quase cinco anos separam a residência artística da publicação deste disco. Esse intervalo, longe de diminuir a relevância do material, dá-lhe uma qualidade particular, como se a música tivesse amadurecido no mesmo silêncio das paisagens que sempre inspiraram os Bardino. 

A Traição do Padre Martinho OST é uma obra que prova que a sua linguagem musical, tantas vezes associada a paisagens abertas e explorações sonoras sem destino definido, pode também habitar o espaço fechado e carregado de um drama humano. Já disponível em todas as plataformas digitais e no Bandcamp.

06/02/2026

AGIR | Essência

AGIR, uma das maiores referências da sua geração e pioneiro da música urbana em Portugal, lança hoje “Essência”, o primeiro single de 2026, com produção de Mizzy Miles. Este novo tema inaugura um ano em que o artista promete dar a conhecer música nova, num ciclo de lançamentos regulares, a solo e em colaboração. 

“Essência” fala sobre relações marcadas pela superficialidade e pela recusa em irmos mais fundo. A canção aborda momentos em que, por falta de amor-próprio ou insegurança, nos entregamos a ligações tóxicas onde não existe um verdadeiro interesse em conhecer o outro. Entregamo-nos ao imediato e esquecemos o essencial. 

Produzido por Mizzy Miles, o tema ganha profundidade e detalhe através de um cruzamento entre R&B e Afro, que valoriza a interpretação de AGIR e reforça a carga emocional da canção. AGIR começa assim um 2026 com uma rampa de lançamentos que promete ser consistente e sólida, com novos temas a solo e em colaboração ao longo do ano. 

“Essência” já se encontra disponível em todas as plataformas de streaming.

 

GONÇALO ROSA | Lusitanus

Lusitanus”, uma palavra latina que significa muito para o povo português. Este é o futuro. Tradição e inovação fundem-se para criar sonoridades atemporais. 

A Guitarra Portuguesa é um instrumento folclórico que ascende dos bairros de Lisboa inspirado em instrumentos antigos como: cítara árabe, cítara e guitarra inglesa. 

Gonçalo Rosa é um jovem músico que pretende criar melodias inesquecíveis num estilo contemporâneo, carregando sempre a tradição deste instrumento emocional.

RALPH | PRITIKIN | The Mountains of Minas Gerais

Ralph Pritikin é um guitarrista e compositor cuja música confunde os limites entre o ritmo brasileiro, o jazz e o blues emocionante. Criado na Califórnia e agora enraizado no Brasil, o som de Pritikin reflete décadas de improvisação, exploração e colaboração profunda. 

O seu toque expressivo na guitarra o levou a grandes palcos, tocando ao lado de lendas como Joe Cocker, Joe Williams, Albert Collins e Richie Cole. O seu último álbum, Some Things You’ll Find, é uma gravação global e totalmente original que combina lirismo brasileiro e fraseado de jazz cinematográfico.

 

05/02/2026

FESTIVAL MAGOS DA GUITARRA

O Festival Magos da Guitarra, que em 2026 reafirma a sua posição como um dos mais relevantes e distintivos eventos culturais do país, está de regresso para mais uma edição com grandes nomes da guitarra. A nova edição apresenta 16 concertos distribuídos por 12 municípios, consolidando a forte dimensão do festival e o seu impacto na descentralização da oferta cultural. 

O arranque está marcado para 27 de fevereiro, em Amarante e Mesão Frio, dando início a um percurso musical que atravessará localidades como Valpaços, Vila Nova de Foz Côa, Vila Pouca de Aguiar, Alijó, Carrazeda de Ansiães, Macedo de Cavaleiros, Tabuaço, Lamego, Vila Flor e Vila Real, culminando a 28 de março. O cartaz reúne alguns dos mais notáveis nomes da guitarra a nível nacional e internacional, entre os quais Twanguero, Che Chábon Trio, Mario Parizek, David Silva, Manoukian Jousselme, LIKA, Janek Pentz, Angel Unzu e Mirta Álvarez. 

Em apenas quatro edições, o Magos da Guitarra conquistou um lugar de destaque no panorama musical português, afirmando-se como o maior festival de guitarra do país, não apenas pela quantidade de concertos, mas sobretudo pela sua identidade artística singular. 

O festival coloca o virtuosismo no centro da programação, celebrando a excelência técnica, a expressividade e a mestria de intérpretes de reconhecido mérito. Mais do que um ciclo de concertos, o Magos da Guitarra tornou-se um espaço de consagração e descoberta, onde a guitarra é explorada nas suas múltiplas linguagens, estilos e estéticas, oferecendo ao público experiências musicais de elevado nível artístico. 

Reconhecido pela sua relevância, diferenciação e projeção nacional e internacional, o festival tem contribuído de forma decisiva para a valorização da criação musical, para a coesão territorial e para o reconhecimento da guitarra como instrumento de excelência artística.
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