30/06/2026

FESTIVAL QUE JAZZ É ESTE? | Viseu

Está fechado o cartaz da 14.ª edição do Festival Que Jazz É Este?, que decorre de 8 a 19 de julho em Viseu. Depois de duas semanas em que o jazz percorre hospitais, lares, um estabelecimento prisional, aldeias, ruas, museus e outros espaços da cidade, o festival concentra o seu momento mais intenso nos dias 18 e 19 de julho, transformando o Parque Aquilino Ribeiro, no coração de Viseu, no principal ponto de encontro entre artistas, públicos e comunidade. 

Fiel à identidade que tem vindo a afirmar ao longo de catorze edições, o Que Jazz É Este? continua a cruzar diferentes linguagens musicais e artísticas, reunindo nomes consagrados, projetos emergentes e criação local numa programação de entrada livre que volta a desafiar as fronteiras do jazz. 

No sábado, 18 de julho às 17h30 ouve-se Songsayer, o projeto de Rita Maria e Nuno Costa, que também orientam este ano o 18.º Workshop de Jazz de Viseu. Amigos e colaboradores de longa data, apresentam um concerto intimista onde voz, guitarra, eletrónica e improvisação reinventam canções que marcaram o percurso de ambos, criando um espaço de escuta sensível, experimental e profundamente pessoal. 

Às 19h00, sobe ao palco Azul Piscina, o mais recente projeto liderado pelo baterista viseense Miguel Rodrigues, onde composição e improvisação convivem numa criação coletiva em permanente transformação. A noite prossegue, às 21h30, com um dos concertos mais aguardados desta edição: Maria Luiza Jobim, que apresenta em Viseu uma música onde a MPB, a eletrónica subtil e a linguagem do jazz se encontram numa escrita delicada e contemporânea. 

O primeiro dia termina de forma diferente. A partir das 23h00, o festival junta-se à DANCETERIA, projeto da companhia Mochos no Telhado, para uma sessão especial Que Jazz É Este?. que transforma o parque numa pista de dança aberta a todos, começando com uma aula de Giant Steps, orientada por Maria Antunes, seguida de um momento de convívio e partilha que convida o público a permanecer no festival para lá dos concertos. 

No domingo, 19 de julho, a música regressa ao Parque Aquilino Ribeiro com o Hugo Santos Quintet, que às 17h30 apresenta composições originais do jovem baterista, vencedor do Concurso Internacional de Jazz da Universidade de Aveiro nas categorias de Melhor Ensemble e Melhor Composição Original, afirmando uma linguagem onde jazz, rock e funk convivem naturalmente. 

Às 19h o encerramento da 14.ª edição acontece com um encontro verdadeiramente especial: Omar, uma das vozes maiores da soul britânica, sobe ao palco acompanhado pela Gira Big Band, coletivo de jovens músicos da região de Viseu dirigido por João Martins e desenvolvido no âmbito do trabalho contínuo da Gira Sol Azul. 

Com uma carreira de mais de quatro décadas e colaborações com artistas como Stevie Wonder, Erykah Badu ou Angie Stone, Omar protagoniza um concerto inédito que simboliza o espírito do festival: promover encontros improváveis entre artistas internacionais e a criação musical local. 

Ao longo das tardes de sábado e domingo, o Parque Aquilino Ribeiro acolhe ainda emissões especiais de rádio ao vivo conduzidas por Sandra Rodrigues, Filipa Fróis e a dupla Daniela Madaleno e Pedro Coutinho, a apresentação do novo livro do guitarrista viseense Luís Lapa, ‘Chave Mestra’, além de um mercado de livros e discos, reforçando a dimensão multidisciplinar e participativa do festival. 

A programação completa integra ainda o Jazz ao Domicílio, que leva a música ao Departamento de Psiquiatria do Hospital de Viseu, ao Internato Dr. Vítor Fontes e ao Estabelecimento Prisional de Viseu; o Jazz na Rua, que atravessa a feira semanal da cidade; a programação em Várzea de Calde; o 18.º Workshop de Jazz de Viseu; as jam sessions no Carmo'81; e a oficina Cartazes Animados, orientada pela artista plástica Beatriz Rodrigues, que decorre no dia 11 de julho, às 15h00, na nova sede da Gira Sol Azul, na histórica Rua Direita. 

Nesta oficina, os participantes serão convidados a criar composições visuais e pequenas animações inspiradas nos artistas que integram o cartaz desta edição. Todas as atividades mantêm entrada livre, mediante donativo consciente, um contributo voluntário que ajuda a tornar possível um festival acessível sem desvalorizar o trabalho dos artistas e de toda a equipa envolvida. 

A realização da 14.ª edição conta com o apoio do Município de Viseu, parceiro fundamental para que o Que Jazz É Este? continue a afirmar-se como um projeto cultural de proximidade, criação e serviço público. 

De 8 a 19 de julho, o Que Jazz É Este? volta a ocupar Viseu com música, encontros e experiências que ultrapassam o palco. Mais do que um festival, continua a ser um lugar onde a cidade se escuta a si própria - e onde o jazz continua a encontrar novas formas de acontecer.

FESTIVAL MATOSINHOS EM JAZZ 2026

A edição de 2026 do Matosinhos em Jazz tem o cartaz fechado oficialmente. No dia 23 de julho, o palco da Praça Guilhermina Suggia recebe a Orquestra Jazz de Matosinhos & Cristina Branco. No dia seguinte (24), o festival recebe Jazz Nómada Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música convida OBOA NOMADE. Os espectáculos são às 22.00h e de entrada livre. 

“É uma edição realmente muito forte. O cartaz é muito impactante e o resultado do trabalho que temos feito com o Matosinhos em Jazz é cada vez mais evidente. As pessoas de Matosinhos respondem muito bem ao festival e temos notado cada vez mais a chegada de público de outras áreas fora de Matosinhos. É muito importante.” (Fernando Rocha, Vereador da Cultura da CM Matosinhos) 

O Matosinhos em Jazz começa já este sábado (dia 4 de julho) com o trompetista norte-americano Theo Crocker. A reputada saxofonista Nubya Garcia é quem toma conta do Coreto do Jardim Basílio Teles no dia 5 de julho. Na semana seguinte, chega de Berlim o Moses Yooffe Trio (dia 11) e do outro lado do Atlântico (Estados Unidos da América) é a vez de Lakecia Benjamin (12). 

Para o dia 18 de julho está programada a francesa Gabi Hartmann e no dia seguinte (19) o português Máximo com o seu trio. Todos os espectáculos realizam-se sempre às 18.00h. No mesmo espaço do Jardim Basílio Teles, em Matosinhos, está patente desde o dia 1 de julho a exposição do Matosinhos em Jazz. 

O conceito passa por convidar designers, ilustradores e artistas de outras áreas para recriarem capas de álbuns icónicos da história do jazz mundial. O alinhamento 100% feminino de 2026 conta com Wasted Rita, Susa Monteiro, Inês Marques Lucas, Filipa Beleza e Maria Imaginário.

VITORINO | Teatro de Vila Real

29/06/2026

ALICE BOAVISTA | Boa Nova

Alice Boavista apresenta “Boa Nova”, o seu primeiro single em nome próprio, tema que dá igualmente título ao EP de estreia atualmente em preparação. A canção surge como ponto de partida para um projeto que procura estabelecer um diálogo entre a música tradicional portuguesa e uma abordagem autoral contemporânea, afirmando uma linguagem assente na palavra, na memória e na ligação às raízes culturais. 

Em “Boa Nova”, Alice Boavista parte da ideia de regresso e saudade para construir uma narrativa centrada na relação com um lugar que permanece vivo na memória. Através da forma de uma carta imaginária, o sujeito lírico dirige-se a esse espaço ausente, alimentando a esperança de um reencontro futuro e da possibilidade de voltar a sentir pertença, acolhimento e reconhecimento. A canção desenvolve-se em torno da forma como os lugares moldam a identidade individual e emocional. 

Mais do que uma reflexão sobre distância física, “Boa Nova” explora a permanência das memórias, dos rituais e dos símbolos que acompanham cada percurso pessoal. Entre ausência e desejo de regresso, o tema propõe uma leitura da saudade enquanto força de ligação e construção identitária. Musicalmente, o single reflete algumas das linhas orientadoras do futuro EP. 

A composição e letra são assinadas por Alice Boavista, com arranjo de Francisco Ribeiro. A artista assume a voz, o adufe e o piano, acompanhada por Carlos Barreto no contrabaixo, Eva Senra na flauta transversal e Isabel Sixel no pandeiro e voz. 

A gravação foi realizada no I Am Studio, sob direção de Artur Silva. “Boa Nova” integra um projeto que cruza referências da música tradicional portuguesa com elementos da música popular portuguesa e brasileira, incorporando ainda influências da música erudita e do jazz. A utilização de instrumentos associados às tradições musicais de diferentes territórios lusófonos contribui para uma linguagem que procura simultaneamente preservar e reinventar heranças culturais, aproximando tradição e criação contemporânea. 

O futuro EP homónimo surge como a primeira edição discográfica de Alice Boavista enquanto autora e intérprete a solo. Concebido como um manifesto artístico e pessoal, o trabalho propõe uma reflexão sobre pertença, memória, identidade e transmissão cultural. O título “Boa Nova” assume-se como metáfora de nascimento artístico e revelação, mas também como mensagem de esperança e continuidade. 

Nascida em Marco de Canaveses em 2001, Alice Boavista é cantora, pianista, maestrina, adufeira, arranjadora e compositora. Formou-se em Direção, Teoria e Formação Musical pela Universidade de Aveiro, depois de estudos no Conservatório do Vale de Sousa, desenvolvendo desde cedo um percurso marcado pela diversidade de experiências musicais e performativas.

CARTAZ | Concerto

28/06/2026

JULHO É DE JAZZ EM BRAGA

Entre 1 e 11 de julho, o Julho é de Jazz reúne em Braga os melhores artistas nacionais e internacionais do jazz atual, com oito concertos e dois filmes. O programa divide-se entre Theatro Circo e gnration.

 

27/06/2026

PODCAST PORTUGAL REBELDE PLUS

Já está disponível para audição o novo programa do Podcast Portugal Rebelde Plus. Este mês a nossa seleção inclui as propostas de André Rosinha, Miguel Rodrigues, Duarte Ventura, Mário Franco e o coletivo composto Zé Cruz, Duarte Ventura, Francisco Brito e João João Lencastre. 

Destaque ainda para as conversas com Ana Bento, diretora do Festival Que Jazz é Este? e Mário Franco, a prpósito da edição do álbum Gathering.
 

RICARDO SILVA | In Between

Ricardo Silva, músico radicado em Roterdão, acaba de editar o álbum In Between, um disco composto por oito faixas, que traduzem uma jornada de dez anos de vida longe das suas raízes.

 

26/06/2026

LUX RECORDS CELEBRA 30 ANOS COM DISCO-ANTOLOGIA DE JOHN MERCY: UMA VIAGEM SONORA PELA HISTÓRIA DA EDITORA DE COIMBRA

A Lux Records celebra 30 anos de atividade, três décadas em que se afirmou como uma referência incontornável da música independente portuguesa, dando palco a projetos que marcaram profundamente o panorama nacional, de Belle Chase Hotel a Tédio Boys, passando por The Legendary Tigerman, Sean Riley & The Slowriders e Wraygunn, entre muitos outros nomes que ajudaram a definir a identidade sonora de Coimbra e do país. 

Ao longo destas três décadas, o catálogo da editora expandiu-se para lá da cidade, acolhendo projetos oriundos de Braga, Porto, Lisboa e até de geografias internacionais, consolidando uma rede artística plural e de forte personalidade estética. 

Neste contexto, o lançamento do novo disco de John Mercy surge como um gesto simultaneamente celebratório e interpretativo: uma viagem pela discografia da Lux Records, revisitando temas, atmosferas e estéticas que marcaram o percurso da editora. Mais do que uma compilação, trata-se de uma leitura contemporânea do seu arquivo vivo, um exercício de escuta e reinvenção que reafirma a vitalidade do seu legado. O álbum é editado hoje, dia 26 de junho. 

A Lux Records faz parte da banda sonora de Coimbra e da música portuguesa das últimas três décadas. Com o ‘A date with Lux’, procurei revisitar algumas das canções e discos que marcaram a história da editora, respeitando a sua essência, mas dando-lhes uma nova vida. Foi um desafio estimulante e uma oportunidade para celebrar um catálogo extraordinário que continua a inspirar músicos e ouvintes.(John Mercy)

Rui Ferreira tem sido descrito como uma das figuras centrais da música independente portuguesa (Rui Miguel Abreu in Rimas e Batidas), articulando ao longo de décadas uma atividade intensa entre edição, produção, curadoria e divulgação musical. 

A Lux Records nunca foi apenas uma editora. Foi e continua a ser uma forma de estar na música. Este disco do John Mercy não olha apenas para trás: ele reescuta tudo o que fomos capazes de construir ao longo destes 30 anos e devolve-nos isso com uma nova luz. É um gesto de continuidade, mas também de reinvenção”, afirma. 

A Lux Records celebra assim três décadas de atividade com um projeto que reforça o seu ADN: risco artístico, proximidade às bandas e uma ligação profunda à cidade de Coimbra, onde tudo começou e onde continua a nascer parte significativa do seu futuro.

BANDUA | Barquinho

Os Bandua lançam hoje “Barquinho”, novo single de antecipação de BANDUA II, o segundo álbum da dupla formada por Bernardo D’Addario e Edgar Valente, com edição prevista para outubro de 2026. O lançamento sucede a “Flor do Rosário”, primeiro avanço do novo álbum (a ser editado pela editora germânica/sueca Ajabu! Records) divulgado em maio, e a ReVariação de “O Corpo É Que Paga”, de António Variações, editada a 13 de junho pela editora Postas de Pescada. 

Conhecidos pelo cruzamento entre música eletrónica e o cancioneiro popular, os Bandua apresentam em “Barquinho” uma canção construída a partir de uma imagem simples: uma pequena embarcação que se recusa a navegar sozinha. 

A partir desta ideia, o tema desenvolve uma reflexão sobre comunidade, pertença, encontro e transformação, eixos centrais do novo álbum. Inspirado pelo imaginário marítimo português, o single recupera uma das imagens mais presentes na memória coletiva para lhe atribuir um novo significado. 

O barco afasta-se das narrativas de conquista ou de viagem solitária e afirma-se como espaço de abrigo, partilha e encontro. Um lugar onde coexistem diferentes vozes, histórias e formas de estar no mundo. É a partir do verso “Eu queria que o meu barquinho não navegasse sozinho / queria eu que fosse ninho para mais que um passarinho” que a canção estrutura a sua narrativa, transformando o barco em ninho e a viagem numa travessia coletiva. 

Musicalmente, “Barquinho” assinala uma nova etapa na evolução do projeto. Mantendo a ligação às tradições musicais portuguesas que marcaram a identidade dos Bandua desde a sua origem, a dupla expande agora o seu território sonoro para uma linguagem mais aberta, plural, luminosa e dançável. 

O tema funciona também como chave de leitura para BANDUA II, disco que propõe uma reflexão sobre Portugal enquanto território em permanente construção e desconstrução, atravessado por encontros, circulação de influências e transformações contínuas. O barco surge, neste contexto, como metáfora de uma condição permanente de viagem, mas também de escuta e incontornável troca entre pessoas, territórios e tempos distintos. 

Se no álbum de estreia os Bandua centravam a sua exploração musical na Beira Baixa, cruzando o património sonoro do interior do país com a eletrónica de matriz downtempo, em BANDUA II alargam esse horizonte. O novo disco parte desse território para o colocar em diálogo com outras geografias, influências e paisagens sonoras, propondo uma leitura mais ampla da identidade portuguesa enquanto espaço de encontro, circulação e transformação. 

Esta mudança de rumo encontra eco em "Barquinho", uma canção que faz da viagem uma metáfora para o encontro e a construção coletiva. O videoclipe, filmado em Berlim nas margens do rio Spree, reforça essa ideia de travessia e de abertura ao exterior.

 

MARIZA EM CONCERTO

No próximo dia 18 de julho, às 21.30h, a Ribeira de Gaia será palco de um momento único na história da música portuguesa: Mariza, a Voz Portuguesa mais universal do mundo, regressa ao palco com a Orquestra Sinfonietta do Porto, sob a direção magistral de Jaques Morelenbaum, para celebrar o 20.º aniversário do lendário Concerto em Lisboa.

25/06/2026

SALÃO BRAZIL CELEBRA 100 ANOS

O Salão Brazil celebra, em 2026, o seu centenário. Para assinalar os 100 anos de história de um dos edifícios mais emblemáticos da Baixa de Coimbra, o Jazz ao Centro Clube promove um programa comemorativo que se estenderá ao longo do ano e que tem início a 4 de julho, Dia da Cidade, com uma grande festa de entrada livre entre o Largo do Poço, a Praça do Comércio e o próprio Salão Brazil. A celebração assinala o centenário da primeira ocupação comercial conhecida do edifício, a Panificação de Coimbra, instalada em 1926. 

Ao longo de um século, o Salão Brazil acolheu diferentes atividades e funções como padaria, salão de jogos, pensão, restaurante e espaço cultural, acompanhando as transformações da cidade e afirmando-se como um lugar de encontro para sucessivas gerações de habitantes, trabalhadores, estudantes e visitantes. Mais do que uma evocação do passado, o Centenário do Salão Brazil pretende valorizar o legado deste edifício e reforçar a sua ligação à cidade, convocando a comunidade a participar na construção dos seus próximos capítulos. 

Um dos momentos centrais da programação será a apresentação pública dos resultados da primeira oficina do LabCC – Laboratório de Cidadania e Cocriação do Salão Brazil. Criado pelo Jazz ao Centro Clube na sequência do processo participativo Ca(u)sa Comum iniciado em 2025, o laboratório reúne cidadãos, vizinhos, comerciantes, estudantes, artistas, investigadores, técnicos e instituições para imaginar, testar e concretizar soluções que tornem o Salão Brazil e o Largo do Poço espaços mais acessíveis, acolhedores e preparados para novas experiências culturais e comunitárias. 

Através da oficina “Ensaiar a Cidade”, serão pensadas intervenções que procuram melhorar a acessibilidade do rés do chão do edifício, reforçar a ligação entre o Salão Brazil e o Largo do Poço e contribuir para a reativação e valorização deste espaço público, incluindo a sua fonte histórica. Os resultados deste trabalho serão apresentados ao longo do dia 4, permitindo ao público conhecer propostas concretas para a transformação deste território no coração da Baixa de Coimbra. 

O programa inclui ainda a exposição Flores de Coimbra, de Carlos Costa, a Casa Aberta “ Há Mais Salão”, o concerto de Sara Serpa e Matt Mitchell, e a apresentação de Corrupted Memories // Future Ruins, por Caucenus & Zhang Qinzhe, no Salão Brazil. A noite culmina com o regresso do histórico Baile da Rosa com o grupo Telefonia, uma tradição com raízes na história social e cultural de Coimbra. 

Recuperado especialmente para assinalar o Centenário do Salão Brazil, o Baile da Rosa voltará a ocupar o espaço público, transformando a Praça do Comércio num grande salão ao ar livre e convidando pessoas de todas as idades a participar numa festa popular aberta à cidade. 

A escolha do Dia da Cidade para o arranque das comemorações reflete a convicção de que o Salão Brazil é um projeto profundamente ligado a Coimbra e à sua comunidade. As comemorações no dia 4 de julho do Centenário do Salão Brazil são promovidas pelo Jazz ao Centro Clube, com o apoio da Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra, do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, do Município de Coimbra e do projeto europeu EMCCINNO – Empowering CCIs to Boost Systemic Innovation for Sustainable Climate Transition, financiado pelo programa Horizonte Europa da União Europeia.

JOSÉ CID | Magia

José Cid desvenda a canção “Magia”, o terceiro avanço do álbum “Jovem aos 80”, que será editado em Setembro deste ano. “Magia” é rock puro e duro, mas com uma sonoridade intemporal que conquista ouvintes de todas as gerações. Este tema revela, mais uma vez, o talento singular de um artista distinguido com um Grammy e reconhecido mundialmente pela sua excelência musical, sempre à frente do seu tempo. 

Recuperada do “baú do tempo”, esta canção com mais de 50 anos surpreende pela sua atualidade, autenticidade e energia genuinamente rockeira. A canção tem voz e Hammond de José Cid, guitarra e coros de Zé Miguel, baixo e coros de Pepe Soares, e bateria e coros de Chico Cardoso. Foi produzida por Amadeu Magalhães e Zé Miguel.

24/06/2026

OWLMIGHTY | Delta Kinesia: Sand Beneath Consciousness

OwlMighty continua a expandir as fronteiras do hip-hop instrumental com novo lançamento audiovisual.

Misturando bases de boom bap, influências de jazz, texturas atmosféricas e introspetiva, o projeto convida os ouvintes a um espaço onde ritmo, memória e imaginação convergem. 

Conhecido por criar composições instrumentais inspiradas na literatura, filosofia, artes marciais e imagens cinematográficas, OwlMighty desenvolve música que equilibra o hip-hop tradicional elementos com design de som experimental.

 

ERCAVOX | Losing You

 Losing You é o mais recente sinle do artista ErcavoX.

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