Joana Alegre lança hoje o novo single “OCO”, uma fusão singular de pop alternativo com atitude rock e espírito de intervenção. “OCO” sucede a “Na Minha Concha” e ambos farão parte do próximo álbum de originais da cantora e compositora, intitulado “NÉCTAR”, que tem data de edição prevista para o início de 2027.
A nova música de Joana Alegre cruza uma forte identidade melódica com a energia crua das guitarras elétricas e a sonoridade ancestral da viola campaniça. Mordaz e provocadora, a canção desafia os falsos ídolos, as aparências vazias e a apatia coletiva, numa sociedade de poses e artifícios, onde a fachada se sobrepõe à substância e o poder se alimenta da indiferença.
Com melodia, letra e voz de Joana Alegre, música e co-produção de Joana Alegre e Tozé Bexiga, a canção nasceu no início de 2026, durante uma residência artística da Rewilding Portugal, em Foz Côa, onde foi apresentada ao vivo pela primeira vez.
A gravação conta ainda com a participação do músico dinamarquês Patricio Fraile, nas guitarras e ambientes, Xumiga, no baixo, Pedro Almeida, na bateria, e Nuno Saraiva na guitarra elétrica. “OCO” foi gravada, misturada e masterizada nos Estúdios Canoa, por Nelson Canoa.
O videoclipe de “OCO”, realizado por Pedro Estêvão Semedo, que volta a colaborar com Joana Alegre depois de “Na Minha Concha”, prolonga a dimensão simbólica e misteriosa da canção. Filmado entre o Studyou, no Barreiro, e o Sítio do Ninho Globo, em Salvaterra do Extremo, junto à fronteira com Espanha, apresenta a artista no interior de uma estrutura oca, numa presença oracular.
A instalação artística em xisto, concebida pelo atelier francês YokYok, transforma-se num elemento central da narrativa visual, num diálogo entre arquitetura, paisagem e expressão artística.

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