Após o lançamento do último álbum, hipersensível, Rita Onofre apresenta BRUTA, o seu segundo disco de longa duração editado a 18 de março de 2026, acompanhado de single homónimo.
BRUTA explora uma sonoridade eletrónica intensa, onde vulnerabilidade e espiritualidade se encontram, traduzindo a sensação quase física das emoções. Liricamente e melodicamente, pretende ser intuitivo: o álbum é melancólico, mas nada é triste nem feliz, está tudo no limiar, à flor da pele. É um pé na porta, um manifesto sonoro que afirma presença, autenticidade e intensidade.
BRUTA joga com música eletrónica, rock e canção. Nas palavras de Rita Onofre: "é um álbum para levar nos phones para enfrentar o mundo, como uma experiência íntima e profunda, mas também concebido para o palco, onde se revela em grande aquilo que é intenso e em pequeno aquilo que é frágil e vulnerável. Este é um álbum que demorou o tempo que a música merece ser demorada, experimentada, e que não pretende acomodar, mas desafiar."
Composto na totalidade pela artista, com a colaboração de NED FLANGER, alter-ego de António Souto, produtor e músico da nova geração portuguesa, conhecido pela sua abordagem inventiva e pela capacidade de cruzar géneros musicais sem barreiras.
Em BRUTA, NED FLANGER afirma-se como uma força criativa incontornável, exigente e visceral, elevando a qualidade e a profundidade das canções e ajudando a revelar nelas uma verdade artística sem concessões.
O álbum é dos dois, fruto de uma entrega criativa total que elevou cada detalhe do projeto. Conta também com baterias gravadas por Francisco Santos nos temas “crescer”, “ainda resta” e “bruta”.
A finalização do álbum cruzou-se com uma grande mudança na vida de Rita Onofre: a emigração para Berlim. Uma procura por novos desafios pessoais e profissionais, que permita continuar com o foco na sua carreira artística.
É aqui que foram terminadas algumas das canções, e produzidos os conteúdos visuais que acompanham BRUTA. Esta transição pessoal impregna o projeto de um novo significado, fazendo com que a criação se torne também um reflexo de deslocamento, renovação e reinvenção.
Hoje, em dia de lançamento de álbum, Rita Onofre edita também o single homónimo "bruta", uma canção que nas suas palavras é "pra quem sai da cama apesar de tudo, é uma dança entre constatar o estado do mundo e continuar mesmo assim. Foi em bruta que fechámos o universo do álbum, e é com ela que o apresentamos ao mundo. Um álbum que une o feminino ao lado escuro de existir."
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