24/08/2026

ALÊ BALBO | Entrega

Dando sequência à sétima faixa do álbum Mantras in the Chaos, Alê Balbo apresenta “Entrega”, uma composição que convida o ouvinte a desacelerar e mergulhar em um estado de presença e contemplação. A faixa tem como característica marcante a preservação de breves momentos de silêncio absoluto, permitindo que corpo, mente e alma se entreguem às vibrações de instrumentos ancestrais cuidadosamente escolhidos.

 

23/08/2026

MARINA MOLE | Azucrim

Marina Mole inventou um anjo chamado Azucrim, e assim foi nomeado o álbum que a artista brasileira lança agora pela editora Café8 Music. “Eu precisava de criar algo maior do que eu, um alter ego, algo que me permitisse fazer uma travessia pessoal”, partilha. 

O trabalho conta com 10 músicas compostas ao longo de quatro anos entre Brasília (Brasil), diversas cidades de Portugal — onde viveu durante dois anos — e São Paulo (Brasil), onde foi gravado em fita de rolo por Beeau Gomez. Nas canções, Marina é acompanhada por cleozinhu (bateria e backing vocals), Lucas Monch (baixo) e Vitor Wutzki (guitarra e backing vocals), responsáveis pela criação dos arranjos em conjunto com a artista. Oiça aqui. “Azucrim vem de azucrinar”, explica Marina. 

Nesta história inventada, o anjo perturba Deus pela sua postura remota e inacessível perante os humanos — ideia que fui buscar ao conceito do Deus Estrangeiro, presente no gnosticismo. A partir daí, Azucrim é ordenado a descer à Terra, pois só assim teria acesso ao conhecimento sobre a existência. Ao longo desse percurso, experiencia as emoções humanas, e é isso que o álbum retrata: os diferentes sentimentos que todos nós precisamos de vivenciar”, partilha a artista, que transita por diferentes linguagens, como música, poesia e artes visuais. 

A sonoridade que acompanha o disco é influenciada por diversas vertentes do rock, como surf, garage, punk, shoegaze e no wave; e bebe de referências como Los Saicos, Jovem Guarda, Beatles, Ramones, Patti Smith, The Brian Jonestown Massacre, The Velvet Underground e The Cramps. As letras, por sua vez, refletem a relação de Marina com o movimento surrealista internacional e a leitura constante da obra do filósofo Gaston Bachelard.

VIALONGA FEST

A Freguesia de Vialonga no Concelho de Vila Franca de Xira, volta a ser palco de um dos eventos culturais mais aguardados da região. No próximo dia 19 de setembro, realiza-se a 9.ª edição do Vialonga Fest, numa celebração que reúne música, cultura, talento e solidariedade. 

Com entrada livre, o festival apresenta um cartaz diversificado e vibrante, dedicado sobretudo à música alternativa e independente, com atuações de Lesados, Endless 2.0, Dalai Lume, Last Piss Before Death, Faemine, Cobra ao Pescoço, Chaos Addiction e Vasco Rodrigues. Mais do que um encontro musical, o Vialonga Fest afirma-se, ano após ano, como um espaço de convívio, expressão artística e participação da comunidade. Durante o evento, o público poderá também visitar diversas bancas de merchandising e conhecer projetos ligados à cultura e à comunidade. 

A solidariedade volta igualmente a ter um papel de destaque nesta edição. Cada visitante é convidado a contribuir com um alimento para apoiar a associação Kausa Animal, numa iniciativa que pretende reforçar os valores de entreajuda e responsabilidade social que fazem parte da identidade do festival. Ao longo das suas nove edições, o Vialonga Fest tem vindo a consolidar-se como uma marca identitária da freguesia de Vialonga. 

Mais do que um evento musical, o Vialonga Fest pretende ser um espaço de encontro e participação da comunidade, onde a cultura e a música se cruzam com valores como a partilha e a solidariedade. Através da valorização de artistas independentes, do envolvimento da comunidade e da recolha de alimentos para apoiar a Kausa Animal, o festival procura transformar a celebração cultural num momento de convívio, participação e entreajuda.

SOMA PLEASE EM CONCERTO

Os Soma Please, projecto luso-britânico formado por Nuno Bracourt e Rob Williamson, levam aos palcos “ballet”, o EP de estreia editado em maio e que tem vindo a conquistar o público e a crítica dentro e fora de Portugal. A 30 de agosto, o duo apresenta-se pela primeira vez em Lisboa, na Casa Capitão, num concerto com entrada livre. 

Já em setembro, no dia 4, passam pelo Indie Music Fest, em Baltar, Paredes, e no dia 24, pelo Festival Gliding Barnacles, na Figueira da Foz. Além das canções do EP, os próximos concertos serão também uma oportunidade para ouvir, em primeira mão, uma série de canções inéditas, que chegarão ao público nos próximos meses.

22/08/2026

JOÃO MONIZ VOLTA AO PICO COM CONCERTO NO AUDITÓRIO MADALENA

A programação da associação MiratecArts, em parceria com a Câmara Municipal da Madalena, está de volta à Biblioteca Auditório da Madalena, continuando a celebração dos dez anos do maior centro cultural das ilhas do Triângulo dos Açores. 

O primeiro fim de semana de setembro é recheado de eventos. Na sexta-feira, dia 4, para a apresentação do plano da 11ª edição do Festival Cordas, o músico açoriano, João Moniz, apresenta um concerto no palco do Auditório da Madalena. João Moniz é músico e compositor, natural de Ponta Garça, na ilha de São Miguel. 

A sua obra é fortemente marcada pela insularidade, pela açorianidade e pelo sentimento de saudade, com canções que refletem a identidade das nove ilhas e a ligação ao mar. "Nasci numa de nove pedras no meio do mar," diz João Moniz. "Aos 6 anos dei os primeiros dedilhados na guitarra clássica mas nada previa que anos mais tarde subisse a vários palcos regionais, nacionais e na diáspora, partilhando as minhas canções sobre a nossa terra e o nosso mar.

Vencedor de vários prémios, incluindo Angra SoundBay, João Moniz lançou o EP de apresentação em 2020 e o álbum "Depois da Saudade" com o single e videoclipe acompanhado pela Rita Costa Medeiros, em 2022. Para o concerto no Pico, planeia apresentar novas músicas, em produção para novo álbum. 

Moniz no Auditório da Madalena, sexta, 4 de setembro, às 21.00h. Bilheteira abre duas horas antes do concerto.

 

NÁSTIO MOSQUITO | Mapa Cor de Rosa

Nástio Mosquito reforça o caminho para o seu novo trabalho discográfico com o lançamento de “Mapa Cor de Rosa”, o segundo single de avanço do álbum “No Capital”. Já disponível em todas as plataformas digitais, o tema marca um momento de viragem no projeto ao ser o primeiro do alinhamento interpretado em língua portuguesa. 

Tal como aconteceu com o tema de estreia, a música faz-se acompanhar por um videoclipe oficial com legendas disponíveis em português e inglês. Este novo lançamento sucede a “Hilário”, o single de apresentação que assinalou o regresso do arquiteto cultural às edições musicais. 

Reconhecido pelo seu trabalho multidisciplinar entre a performance, o cinema, a música e a linguagem — através do qual cria condições artísticas para o autorreconhecimento institucional e público —, Nástio Mosquito prepara agora o lançamento do disco completo, agendado para o dia 15 de outubro. 

No Capital é o primeiro álbum após a trilogia e apresenta-se sob a forma de mixtape, assumindo uma intenção clara que explora a acumulação, a incompletude e a resistência ao conceito de objeto acabado. O trabalho junta faixas inéditas a temas mais antigos em novas interpretações do artista, revelando uma diferenciação estética vincada entre o Lado A e o Lado B — um contraste que se torna particularmente evidente na edição em formato físico. 

Para além da disponibilização nas plataformas digitais, o disco terá uma edição em LP de vinil de 180g (capa gatefold de 12"), com prensagem assegurada pela Optimal Media, na Alemanha.

 

XICO GAIATO REGRESSA COM "NA RAÍZ"

O novo single “Na Raíz”, segundo avanço de A Cada Passo Que Dou, o álbum de estreia de Xico Gaiato, com lançamento marcado para 10 de setembro pela Omnichord. Ao longo do disco, Francisco Barata parte dos sons que marcaram a sua infância na Beira Interior para os reinterpretar através de uma linguagem contemporânea, onde a eletrónica, a pop e a música tradicional se encontram naturalmente. 

Grande parte do álbum foi gravada em residência artística nas Donas, aldeia onde cresceu a sua mãe, e é aí que ganham forma muitos dos sons que atravessam o disco, dos bombos ao pífaro. Uma das canções com a participação de Rossana nasceu também nesse processo, com uma sessão criativa realizada no Cabeço do Pião, junto às antigas Minas da Panasqueira. O resultado é um conjunto de canções que dialoga entre passado e presente, revisitando memórias, lugares e histórias para construir uma identidade sonora profundamente enraizada no território. 

O novo tema “ Na Raiz” surge na sequência de vários meses marcados por acontecimentos extremos. Da união entre Xico Gaiato e Bia Maria, duas vozes profundamente ligadas ao território nasce uma canção que olha para as comunidades que resistem, permanecem e se reconstroem. Cantam um futuro mais unido, coletivo, rural e justo. 

Durante o verão, os incêndios consumiram milhares de hectares de floresta em Portugal. Meses depois, a tempestade Kristin deixa um novo rastro de destruição em várias regiões do país. Casas perderam forma, paisagens transformaram-se e muitas comunidades voltaram a enfrentar a fragilidade dos territórios onde vivem. É nesse contexto que “Na Raíz” recupera histórias que não podem cair no esquecimento. 

A canção presta homenagem a quem ficou para cuidar, reconstruir e resistir quando os alarmes deixaram de soar e a atenção se desviou para outro lado. Mais do que denunciar a ausência, celebra a força que nasce quando as pessoas se juntam. O lançamento é acompanhado por um visualizer realizado a partir de imagens cedidas por testemunhos dos incêndios e fenómenos meteorológicos que marcaram o último ano. 

Com direção visual de André Ivo, o vídeo transforma esses registos num arquivo de memória coletiva, reforçando a mensagem da canção. O disco será apresentado ao vivo no próprio dia do lançamento, 10 de setembro, no Fundão no Auditório da Moagem, cidade onde o projeto nasceu. Depois segue para o Teatrão, em Coimbra, a 16 de setembro, para a Casa da Criatividade, em São João da Madeira, a 17 de setembro, e para os Maus Hábitos, no Porto, a 9 de outubro. Estão ainda previstos novos concertos em Leiria e Lisboa, a anunciar brevemente.

FESTIVAL FADO CHILE 2026

21/08/2026

PODCAST 33 ROTAÇÕES

Já está disponível para audição no Spotify o novo episódio do Podcast 33 Rotações. Carlos Vieira e André Carneiro da editora Pós-80s apresentam o álbum Retalhos dos portuenses Bramma.
 

A GAROTA NÃO | O Testamento do tigre

Com um verão marcado por concertos memoráveis e mais datas anunciadas, A Garota Não regressa às edições com quatro novas versões de O Testamento do Tigre, já disponíveis em todas as plataformas digitais. 

O EP O Testamento do Tigre, que partilha a mesma letra base, escrita por Cátia Mazari Oliveira (A garota não), foi dividido em quatro versões musicais no formato físico do último disco Ferry Gold. 

O alinhamento conta com o tema original e três reinterpretações de Sérgio Miendes, Diogo Arranja e João Mota (seus parceiros musicais). Estas versões, que contam ainda com a parceria de Judite Canha Fernandes e Selma Uamusse, chegaram agora às diferentes plataformas digitais.

COBRAFUMA | Droga Total

Já está disponível, em formato vinil e nas plataformas digitais (Bandcamp, Apple Music e Tidal) o novo LP dos Cobrafuma, "Droga Total". 

"A "Droga Total" de Cobrafuma é um conjunto de belas analogias que não se perdem na verve com que o quarteto de metal total vocifera as suas palavras de ordem. No novo álbum da banda do Porto, o metal é apenas o seu meio e não o fim; este fim é o êxtase que vem da velocidade e do furor das guitarras cada vez mais rápidas, cada vez mais intensas. A droga é o riff, é total por funcionar como um ouroboros: a cobra fuma-se a si mesma numa corrida pirotécnica em sete atos. 

O novo conjunto de sete músicas, na forja há dois anos, funde uma urgência catastrofista com o humor negro de quem encara a explosão nuclear de frente, usando a temperatura ascendente do apocalipse para acender o cigarro. Droga Total é mais duro e mais bravo, e também mais sarcástico e mordaz, mais incisivo e perspicaz — se o disco homónimo começou ao balcão da tasca a intoxicar-se com a revolta do contemporâneo, este novo capítulo começa na recolha de garrafas para a reciclagem furibunda do cocktail molotov. A violência com que identificam inimigos é catalisada pelo andamento desgovernado de cada música, mas a sua maior arma de destruição é o ridículo em que os cobrem, de escárnio virolento e venenoso. 

Os “Meninos das Tochas” mais não são do que meninos, as tochas são maiores do que eles e a cobra acende o fumo com elas. “Quem é Este Man” é resposta à reação, com a pergunta que destrói os egos dos heróis das teclas. “Trabalho” é o hino sindicalista da siderurgia, a espalhar a mensagem contra a jornada, e “Droga Total” é tanto sobre uma espécie de Soilent Green como sobre as migalhas que sobram a quem não é trilionário, bilionário, ou vive no privilégio dos 1%. 

O choro de distorção de “Tiro No Escuro” é o clamor da rua e da possibilidade de mudança que esta guarda, uma sequência perfeita para a tensão pré-revolução de “Hoje é o dia” e a preparação certa para o alucinante sprint de guitarras rasgadas e inebriadas pela substância mais dura, o riff, que é a derradeira “Humildade”. 

Cobrafuma desmonta todos os inimigos com a melhor e mais nortenha raiva lírica, numa estética inaugurada por José Mário Branco em FMI: furioso, belicoso, incendiário e gozão, sarcástico, com o desespero camuflado e inflamado no humor. É idiomático, é do Norte, é a língua da tasca vociferada; o cardápio serve Droga Total em pratos de metal e talheres de aço. 

A fúria de Cobrafuma em "Droga Total" não é simplesmente metálica, porque respira a decadência do rock, na ginga e no groove com que recorta cada riff, cada linha de baixo, cada galope da percussão. O d-beat na bateria alimenta bem o thrash na guitarra e o groove stoner do baixo, com todos os elementos a trocar rapidamente, passando o sludge e o punk pelas cordas, com a percussão a carregar o instinto mais belicoso do death, que pisca dengosamente o olho ao groove do roll. 

A totalidade é geográfica, temporal e visceral. Ao contrário da prototípica banda dos géneros extremos, a Cobrafuma serpenteia por todo o extremo das guitarras livremente, sem se dedicar religiosamente a nenhum subgénero em particular. 

O seu credo não é a distorção, mas sim a adrenalina. O escárnio em que mergulham cada música, com um cuidado lírico mais próximo das tradições do rock, é o mesmo que usa as texturas abrasivas da música pesada em nome da sensação, do êxtase, da raiva e da toxina. Este álbum não é sobre o que se ouve, mas sobre o que se sente." (André Forte)

DUBAQUITO | Nunca Nada é Bem Assim

Dubaquito, banda rock alternativo oriunda de Viana do Castelo, lançou no passado dia 7 de agosto "Nunca nada é bem assim". Este é o primeiro single de uma nova fase e o primeiro de duas faixas que irão preceder o lançamento do álbum de estreia da banda. O tema está disponível nas principais plataformas de streaming.

 

ERCAVOX | Higher, Lift Me Higher

ErcavoX acaba deapresentar o seu mais recente single. “Higher, Lift Me Higher” é uma faixa de dance-pop vibrante.

 

SORAIA RAMOS | Pilon di Pikena

Soraia Ramos apresenta hoje o seu novo single "Pilon di Pikena", através da sua editora SR Entertainment, com distribuição da Universal Music. "Pilon di Pikena" é uma celebração da mulher através dos olhos de um homem profundamente apaixonado. 

Ao longo da canção, a voz masculina enaltece não apenas a sua beleza, mas também a sua luz, a sua personalidade e a energia positiva que leva consigo por onde passa. Para ele, ela é uma mulher rara, capaz de transformar qualquer ambiente apenas com a sua presença. Com uma sonoridade leve, romântica e envolvente, "Pilon di Pikena" retrata um amor construído sobre admiração, respeito e valorização. 

A letra mostra um homem que faz questão de expressar o quanto a mulher que ama é extraordinária, fazendo-a sentir-se vista, reconhecida e especial em cada detalhe. Mais do que palavras bonitas, é um amor que escolhe elogiar, apoiar e lembrar todos os dias o valor da pessoa que tem ao seu lado. 

Mais do que uma canção de amor, "Pilon di Pikena" é uma homenagem a todas as mulheres que brilham pela sua essência. Celebra aquelas que carregam luz, atitude e autenticidade, lembrando que o verdadeiro amor também se demonstra através das palavras, da admiração e da capacidade de reconhecer a grandeza de quem está ao nosso lado. 

Num mundo onde tantas canções falam sobre conquistar uma mulher, "Pilon di Pikena" escolhe celebrá-la. A música deixa uma mensagem simples, mas poderosa: amar também é reconhecer, elogiar e fazer a outra pessoa sentir-se importante. É um convite para que mais homens valorizem a mulher que têm ao seu lado, lhe recordem a sua luz e nunca deixem de lhe dizer o quão extraordinária ela é. Porque, por vezes, um elogio sincero tem o poder de fortalecer um coração, uma relação e um amor para a vida inteira.

20/08/2026

BLAYA e MANGA LIMÃO LANÇAM “PAU SANTO”

Blaya junta-se aos Manga Limão para lançar o quarto single do próximo álbum Gingado Misturado. Um tema quente e dançante que cruza o universo provocador da artista com o groove tropical afro-pop da banda, num ritual de purificação feito de música, movimento e boas energias. 

Depois de “No Meu Tempo de Escola”, “Biri Bam Bam” e “Bate o Pé no Chão”, Blaya apresenta “Pau Santo”, o seu novo single e mais um capítulo de Gingado Misturado, o álbum que irá reunir diferentes fases, memórias e experiências da artista numa espécie de autobiografia cantada. Se os primeiros temas começaram por revisitar a infância, a família e o crescimento, “Bate o Pé no Chão” abriu a porta para uma dimensão mais energética e libertadora. 

Agora, “Pau Santo” dá continuidade a esse ritual de limpeza, mas fá-lo através de um groove tropical afro-pop, quente, envolvente e irresistivelmente dançante. O nome do tema parte de uma referência real: o pau santo, conhecido como “madeira sagrada”, é uma árvore nativa da América do Sul cuja madeira aromática é tradicionalmente utilizada em rituais de purificação, associado à limpeza energética e à criação de um ambiente de tranquilidade e bem-estar. É precisamente este imaginário de renovação que Blaya transporta para “Pau Santo”. 

No fundo é um convite à purificação do prazer, a deixar para trás as más energias, a permitir que o corpo ganhe o seu espaço para se mexer e o “pau santo” torna-se pretexto para esta celebração e libertação.
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