10/06/2021

PLAY | Prémios da Música Portuguesa



A 3.ª Edição dos Play — Prémios da Música Portuguesa, evento anual que celebra e premeia a melhor música produzida e consumida em Portugal, terá lugar de hoje a um mês, no dia 08 de julho de 2021, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, distinguindo os artistas e bandas nacionais com obras originais editadas durante o ano de 2020. Com transmissão em direto na RTP 1 e RTP Play, a partir das 21.00h, a maior celebração da música em Portugal terá como anfitriã Filomena Cautela e será palco de atuações únicas, além de algumas surpresas. 

Os nomeados, escolhidos pela Academia Play’21, foram revelados em conferência de imprensa:

Melhor Grupo

Clã 

HMB 

Os Quatro 

Meia Wet Bed Gang 

Vodafone Canção do Ano

"A Noite" – Stereossauro X Marisa Liz X Carlão 

"Assobia Para O Lado" - Carlão 

"Kriolu" - Dino D'Santiago feat. Julinho KSD 

"Louco" – Piruka feat. Bluay 

"Sei lá" - Bárbara Tinoco 

"Tribunal" – ProfJam, benji price 

Melhor Álbum

"Madrepérola" - Capicua 

"Mais Antigo" - Bispo 

"Kriola" - Dino D'Santiago 

"Véspera" - Clã 

Melhor Artista Masculino 

Carlão Dino D'Santiago 

Samuel Úria 

Sérgio Godinho 

Melhor Artista Feminina 

Bárbara Tinoco 

Capicua 

Carolina Deslandes 

Mariza 

Melhor Vídeoclipe 

"+351 (Call Me)" - Nenny (Realizado por Tiago Plácido) 

"A Noite" – Stereossauro X Marisa Liz X Carlão (Realizado por Bruno Ferreira) 

"Assobia Para O Lado" - Carlão (Realizado por Fernando Mamede) 

"Kriolu" - Dino Santiago feat. Julinho KSD (Realizado por João Pedro Moreira) 

Artista Revelação

Chico da Tina 

Cláudia Pascoal 

Pedro Mafama 

SYRO 

Melhor Álbum Fado 

"Amália por Cuca Roseta" - Cuca Roseta 

"Buba Espinho" - Buba Espinho 

"Do Coração" - Sara Correia 

"Mariza Canta Amália" - Mariza 

 Prémio Lusofonia 

"É tudo pra ontem" – Emicida part. Gilberto Gil 

"Inesquecível" - Giulia Be, Luan Santana 

"Nzambi" - Esperança (Paulo Flores & Prodígio) 

"Te gusta" - MC Kevinho 

Melhor Álbum Jazz 

"Dianho" - André Fernandes 

"Dice of Tenors" - César Cardoso 

"Evidentualmente" – NoA 

"Portrait" - João Barradas 

Os PLAY – Prémios da Música Portuguesa são promovidos pela AUDIOGEST (que reúne editoras discográficas multinacionais, nacionais e independentes) e pela GDA (que representa artistas, executantes e intérpretes da música portuguesa) sendo por isso os prémios oficiais da música portuguesa. 

 A Vodafone Portugal é, pela terceira vez consecutiva, o Patrocinador Principal e além de premiar a música nacional no seu todo distingue, em particular, a única categoria a concurso eleita pelo voto do público, “Vodafone Canção do Ano”. 

Recorde-se que na primeira e na segunda edição, os PLAY – Prémios da Música Portuguesa já distinguiram um total de 26 artistas e bandas, apresentaram 17 atuações ao vivo, surpreenderam com duetos inéditos e lançaram o evento que faltava à música nacional, em que músicos, produtores, editoras e demais agentes da indústria se podem encontrar e celebrar um ano de criatividade e de trabalho.

:PAPERCUTZ APRESENTAM "KING RUINER" NO THEATRO CIRCO


Num espetáculo pensado especialmente para a sala principal do Theatro Circo, os :Papercutz chegam a Braga esta sexta, dia 11 de junho, para apresentar "King Ruiner". 

Em 2020 o grupo do produtor Portuense Bruno Miguel tem novas edições internacionais do seu álbum "King Ruiner", um trabalho de eletrónica pop negra e exótica, evocando harmonias pop e motivos corais encontrados em geografias não ocidentais. Gravado entre o Porto, NYC, Hamburgo e Tóquio, em Portugal o álbum tem recebido destaque em diversas publicações e rádios e obteve uma nova edição lançada em tempos de pandemia com os artistas Portugueses Octa Push, Throes + The Shine, Pedro da Linha, entre outros. 

Os :Papercutz iam ter a sua maior digressão de sempre fora de portas cujo cancelamentos fez os voltar a sua atenção para o território português, com novos concertos e desafios na apresentação do seu trabalho ao público nacional, nas mais diversas salas, e uma vontade de constante reinvenção, contando assim com um alinhamento de músicos convidados nacionais. 

Dia 11 de Junho no Theatro Circo (19.00h), o produtor apresenta a mais recente iteração do seu espetáculo, sob um jogo de luz imersivo e de nome Choral. Este revela o álbum "King Ruiner" explorando com as cantoras Catarina Valadas, Sofia Sá e Maria Gouveia tanto uma tradição oral como melodias contemporâneas, num trio de vozes femininas e cujo registo se complementa sob texturas de música eletrónica.

JOÃO PEDRO BRANDÃO APRESENTA “TRAMA NO NAVIO” NO CICLO JAZZ AO LARGO


O jazz revolto que veio do Norte”, é assim que Nuno Catarino se refere na crítica ao mais recente álbum de João Pedro Brandão “Trama no Navio” que recebeu também pela pena do mesmo jornalista 5 estrelas no Ípsilon. 

Depois de sucessivos adiamentos, o concerto do Ciclo Jazz ao Largo no Theatro Gil Vicente em Barcelos vai finalmente acontecer, e a João Pedro juntam-se Ricardo Moreira no piano, Hugo Carvalhais no contrabaixo, Marcos Cavaleiro na bateria e ainda Alexandra Almeida nas projeções em tempo real.

09/06/2021

KUMPANIA ALGAZARRA LANÇAM NOVO VÍDEO "HERE WE ARE"


Os Kumpania Algazarra lançaram um novo vídeo do seu mais recente álbum Remixed Vol. 2. Este disco foi editado no início de 2021 e é um disco de remisturas para o qual a banda de Sintra convidou Produtores e Dj's nacionais e internacionais para misturar os seus temas.
 

LUÍS SEVERO EM CONCERTO

08/06/2021

SALVADOR SOBRAL | Novo Álbum, “bpm”, É N.º 1 do TOP


O novo álbum de Salvador Sobral, “bpm”, entrou esta semana diretamente para o primeiro lugar do Top de vendas em Portugal. Gravado no início de janeiro de 2021 no Le Manoir de León, idílico estúdio localizado no sudoeste da França, “bpm” é o primeiro disco composto inteiramente por Salvador, ao lado do seu inseparável parceiro musical Leo Aldrey, que também foi o responsável pela produção do álbum. 

Desde o início da minha, ainda pequenina, carreira que me sinto mais à vontade a cantar as músicas dos outros. É verdade que já me aventurei, nos discos anteriores, a compor uma ou duas canções, mas não posso dizer que tenha explorado a minha veia de compositor, foi apenas um vasinho capilar. A proposta deste novo disco é expor toda a minha artéria aorta.” 

Conta-nos o artista, acrescentando ainda: “Obviamente que não o podia fazer sem o meu principal parceiro, na música e na vida, Leo Aldrey. Quando o conheci, em 2010, no Taller de Musics, em Barcelona, estava convencido de que queria cantar o cancioneiro de jazz americano para o resto da minha vida. Acuso, agora publicamente, este meu querido amigo de me sequestrar, fechar-me no seu quarto durante noites a fio forçando-me a escrever canções. Passaram os anos e a dinâmica e o método não mudaram, apenas a dimensão do quarto dele. 

Em Fevereiro de 2020 fomos, então, os dois para uma casa no meio do Alentejo escrever canções durante um mês. O Leo consegue sempre perceber perfeitamente o que quero dizer na música e de que forma o quero dizer, aproveitando ao máximo as minhas capacidades e fazendo-me, até, descobrir algumas novas. Na hora de escolher um produtor para este disco, não havia absolutamente dúvida nenhuma de que seria ele, até porque conhece as canções desde o seu estado mais embrionário.” 

As canções desta nova obra surgem de um conceito inicial desenvolvido durante um retiro no sul de Portugal, em que Leo e Salvador elaboraram o esqueleto musical do álbum, que contém 9 canções em português, 2 em inglês e 2 em espanhol, demonstrando mais uma vez a versatilidade de Salvador Sobral e a vocação global da sua obra. 

A par da base rítmica que o acompanha desde o seu primeiro disco, André Rosinha (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria), Salvador acrescentou vários elementos novos à sua formação neste projecto: André Santos, na guitarra e Abe Rábade no piano, com Leo Aldrey, que também participa nos teclados e efeitos. Todos eles contribuíram com ideias e propostas musicais que foram fundamentais no processo de criação do álbum: “Liguei a um amigo com quem já tinha tocado algumas vezes, um pianista super criativo e melódico, mas com fogo no rabo; confiante, mas curioso; lírico, mas punk. Abe Rábade. Soube desde essa primeira chamada que tinha feito a escolha certa. 

Dois dias depois, estava em minha casa a aprender as canções com uma rapidez olímpica. Teve, inclusivamente, e quis absolutamente que eu lhe explicasse ao pormenor cada canção, desde a letra até ao que estava por trás dela. O seu envolvimento total no projecto, desde o início até ao último dia de gravação, foi simplesmente admirável. Estar-lhe-ei eternamente agradecido por ter salvado o disco.”

CARTAZ | Concerto

07/06/2021

NOITES AZUIS | Lux Frágil


Noites Azuis é a tradução para o Lux Frágil de Notas Azuis, programa de novo jazz que Rui Miguel Abreu assina na Antena 3. O programa nasceu depois da estreia da coluna de crítica com o mesmo nome na revista digital Rimas e Batidas, projeto independente de jornalismo musical que o veterano crítico e radialista criou em 2015. Reconhecendo uma particular vibração na nova cena jazz, nos sinais que nos chegam de Londres, Chicago ou Los Angeles, mas também de Lisboa ou Porto, Rui Miguel Abreu deu início a uma coluna, primeiro, e a um programa de rádio, depois, com que pretende mapear esses novos sons que estão a transformar o presente e o futuro do jazz. 

Noites Azuis é mais uma forma de investigar esses novos caminhos do jazz, com sessões mensais regulares a ocuparem uma das mais nobres e progressivas salas da nossa cidade, o Lux Frágil. Não é que a geografia seja determinante – há nos Mazarin músicos que chegam de Beja, outros que aterraram na banda vindos ainda de lugares mais a sul –, mas importa saber que foi em Lisboa que se cruzaram, entre estudos académicos avançados de música clássica, derivas pelo Hot Clube em busca de formação jazzística e, sobretudo, espaços dançantes noturnos onde captaram a vibração contemporânea do hip hop e de múltiplas velocidades electrónicas. 

Vicente Booth (guitarra), João Spencer (baixo), Léo Vrillaud (teclas) e João Romão (bateria) integram agora a família da Monster Jinx, assinalando a entrada nesse universo roxo com a edição de um single que é um perfeito indicador da fórmula que têm vindo a desenvolver tranquilamente no laboratório que mantêm na zona Ocidental da capital, mas o som que hoje dominam é o resultado de um percurso atribulado de dois anos de gravações, palcos, estradas e muitas audições.

GLOCKENWISE ATUAM EM JULHO NO PORTO E EM LISBOA

                                                                                                       Foto: João Garcia

2021 é um ano em que se encerra um ciclo da banda de Barcelos, podendo os fãs finalmente desfrutar do aclamado disco "Plástico" em vinil azul, numa versão limitada que contará com a faixa extra "Calor" - canção que resultou da colaboração da banda com Rui Reininho em 2020. 

Para celebrar o final de ciclo e a chegada do vinil, a banda estará no Auditório CCOP no Porto no dia 16 de Julho (20.30h) e no Centro Cultural de Belém (ciclo "CCB em Verão") em Lisboa no dia 17 de Julho (21.00h). Na data no Porto, a primeira parte será assegurada pela banda Tiago e os Tintos. Os bilhetes para ambos os espetáculos custam 10€ e já se encontram à venda:

JUMP AROUND | Porto


Dia 08 de Outubro a Super Bock Arena no Porto vai ser palco do maior evento da cultura do Hip Hop português. Mundo Segundo & Sam The Kid, Kappa Jotta, Phoenix RDC, DJ Ride, Eva Rap Diva, Mr. Dheo, Bboy AIAM e DJ Fifty são os artistas responsáveis pelo grande encontro que irá unir os quatro pilares deste movimento urbano num só espetáculo. 

A noite Jump Around, nome inspirado num dos maiores clássicos do Hip Hop, celebra pela primeira vez num espetáculo criado em Portugal, o MCing, o DJing, o B-boying e o Graffiti/Writing como um todo. Talentos nacionais unidos numa viagem de mais de três horas com o objetivo de dar a conhecer as diferentes vertentes desta cultura que conquistou os quatro cantos do mundo nos nos 90, sendo hoje o movimento com maior expressão junto do público mais jovem.

06/06/2021

ANA DE LLOR | "Malèna"


Nascida em Lisboa e residente em Londres, Ana De Llor acaba de partilhar o seu primeiro single do ano com a faixa “Malèna”. Mergulhando na experimentação da esfera pop, a artista apresenta aqui uma mistura de vanguarda, baseando as suas estruturas musicais em torno de um adufe e construindo paisagens sonoras repletas de sons sinistros. Em “Malèna”, Ana De Llor faz loops de batidas pesadas sobre padrões de baixo combinadas com uma voz etérea, dedicando a narrativa à identidade feminina. 

Segundo Ana De Llor, o título da canção surge como «homenagem à comédia dramática italiana» com o mesmo nome, que conta a história de uma mulher cuja vida é destruída por ser o epítome da beleza numa cidade italiana de mentalidade estreita. «Tanto a faixa como o vídeo são sobre a identidade das mulheres que não pertencem aos moldes da sociedade, do que uma mulher deve ser, para ser aceite como tal», explica De Llor, acrescentando: «Trata-se, literalmente, de não nos importarmos com o que o patriarcado pensa ou diz e assim elevar todas as formas com que nós, mulheres, existimos no mundo.»

MAF | "F Word"


Enquanto aguardamos pelo álbum "Home" (com data marcada para 9 de Julho), MAF apresenta-nos “F Word”, o primeiro single, que é alternative R&B nu-disco sofisticada, envolta em future bass corpóreo e tudo aquilo a que o imaginário estético do produtor nos pode levar. 

Do sonhador e energético até mesmo ao provocador e aflitivo: Pedro é um mundo musical por descobrir. Um mundo representado visualmente por Ana Type Types, que ficou a cargo das capas do single e do álbum. A música de MAF é mesmo como este “F Word”: uma música que é proibida e pesada, mas que inevitavelmente quer ser ouvida e dançada, tanto num club físico como imaginário.

 

CAPTAIN BOY | Theatro Circo

05/06/2021

FRANCISCO, EL HOMBRE | "Roda Viva"


“Roda Viva”, um hino de resistência de Chico Buarque, é agora interpretado quase 50 anos depois por Francisco, El Hombre. A nova versão do grupo brasileiro integra ainda a banda sonora do filme documentário “The Coup d’État Factory” (A Fantástica Fábrica de Golpes) e já está disponível nas plataformas digitais. 

A letra de “Roda Viva” menciona o caráter cíclico da história brasileira, que se repete tragicamente: "Roda Viva" é uma música cíclica, que vai acontecendo de novo e de novo, sempre levemente diferente, porém em ciclos. Acho que essa característica tem uma analogia forte com as fases da história", explica Mateo Piracés-Ugarte (voz e guitarra), que integra a banda Francisco, El Hombre ao lado de Juliana Strassacapa (voz e percussão), Sebastián Piracés-Ugarte (voz e bateria) e Andrei Martinez Kozyreff (guitarra). 

"O contexto em que essa música surgiu, após o golpe militar de 64, traz muitas semelhanças com o período que vivemos atualmente, com crises políticas, questionamento sobre os direitos básicos humanos, manipulação midiática... Tudo isso parece se repetir na história, que é cíclica como a canção".

Transcendendo a criatividade sonora, a banda decidiu interferir na letra da música, ao promover um encontro entre duas obras de Chico Buarque: "Roda Viva" e "Apesar de Você", ambas hinos de resistência à ditadura. “Esse dia já está nascendo graças ao trabalho de muitos movimentos sociais, muita gente que está botando a mão na massa para virar essa página triste da história que estamos vivendo”, conclui Mateo. 

Francisco, El Hombre dão uma nova roupagem a “Roda Viva” através de elaborados acordes de voz pela Juliana Strassacapa, com resultados hipnóticos. A banda incorpora ainda batidas de Bachata e o piano do chileno Rodrigo Rojas. 

A banda combina assim uma narrativa musical com várias camadas de acordo com as letras das músicas e a complexa história do Brasil, representadas no tema. “Roda Viva” de Francisco, El Hombre ficou disponível em todas as plataformas digitais desde o passado dia 4 de Junho, com estreia do videoclip no dia anterior. A dor pode construir um ciclo sem fim, mas existe sempre uma voz de resistência por trás, a cada início de uma nova era.

JÓNATA PIRES | "Terra Prometida"

04/06/2021

PEDRO E OS LOBOS | "O Desertor"


O desertor“ é o novo single de Pedro e os Lobos. Quando o sistema te programa para falhar, o caminho é fintar o sistema. Um mergulho no desconhecido é por vezes a melhor forma de nos conhecermos, de nos darmos a conhecer e de nos reinventarmos. Aqui não há nada a perder, tudo é novo, tudo é conhecimento e tudo brilha! Vamos?

TIM EM CONCERTO

03/06/2021

RUI REININHO | "20.000 Éguas Submarinas"


Rui Reininho tem tanto de próprio como de não comum, seja entre os vivos, como entre as lembranças dos mortos que nos marcaram. Depois do famigerado “Companhia das Índias” (2008), o músico assume um percurso mais experimental com “20.000 Éguas Submarinas”, o novo disco que chega em breve às nossas mãos sedentas. "Animais Errantes" foi a primeira paragem desta viagem que Rui Reininho nos convida a fazer com esta obra. 

Produzido por Paulo Borges, juntos congeminaram uma viagem que durante dois anos os levou pelos confins dos mares já dantes navegados, a passo, trote, galope, mariposa e voo, como escape de corais profundos, mas não tão fundos quanto o exercício de libertação que em breve será revelado. 

Para além de Rui Reininho (vozes, gongos, taças e percussões) e Paulo Borges (piano, sintetizadores, programações e guitarras), “20.000 Éguas Submarinas” conta com a luxuosa participação de Alexandre Soares (Três Tristes Tigres, Osso Vaidoso), Pedro Jóia, Tiago Maia, Eduardo Lála, Ruca Rebordão, Moisés Fernandes, Daniel Salomé e Jacomina Kistemaker, grande referência para o disco. 

 Gravado entre 2018 e 2020 na LastStep Studio (Almada), por Filipe Trigo, Renato Grilo e Paulo Borges, “20.000 Éguas Submarinas” foi misturado por Francisco Grilo, com assistência de Filipe Trigo, e masterizado por Miguel Pinheiro Marques (ARDA Recorders), garantindo portentosas ondas sonoras, que se apresentam vestidas por uma capa concebida pela EVOLI, a partir de uma pintura de Jorge Curval chamada Sub Ma Iris.

O disco chega às plataformas digitais no próximo dia 11 de Junho!

PEDRO MAFAMA E RITA VIAN CONFIRMADOS NO NOS PRIMAVERA SOUND


O festival NOS Primavera Sound confirmou a presença de Pedro Mafama e Rita Vian na edição que decorre em Junho de 2022, na cidade do Porto. No dia 9 de Junho, é Pedro Mafama que apresenta o seu álbum de estreia “Por Este Rio Abaixo” no palco do evento da cidade invicta. O trabalho de estreia do músico tem recebido forte apoio tanto do público como dos media nacionais, tendo esgotado duas datas em Lisboa, no Lux Frágil, no espaço de 48 horas. 

Pedro Mafama inicia a apresentação do trabalho já a 1 de Julho no Teatro Aveirense, na rúbrica Novas Quintas, num caminho que conhece já paragens anunciadas para 2022, como é o caso do espetáculo no NOS Primavera Sound. Sobre o evento do próximo ano, e mais precisamente a 11 de Junho é a vez de Rita Vian atuar no NOS Primavera Sound. A artista apresentará vários singles já divulgados, com caso de “Purga” e “Sereia”, e um EP prestes a estrear ainda no primeiro semestre de 2021.

02/06/2021

IAN | "Again (feat. Pedro Oliveira)"


A poucos dias de subir ao palco da Casa da Música (06 de Junho) e do Teatro Maria Matos (08 de Junho) para apresentar o álbum de estreia “RaiVera”, IAN divulga o videoclipe de “Again”, quarta faixa do álbum, um featuring com o músico Pedro Oliveira, dos Sétima Legião. 

O videoclip filmado numa sucata em Madrid pelo amigo de longa data da artista, Noah Grace, é já o terceiro trabalho conjunto depois dos vídeos para “Spring Or Desire” e “What The Eyes Cannot See”. "Há momentos na vida que não devemos desperdiçar. Este foi um deles. Para além da amizade e carinho que nos une, a oportunidade de cantar contigo uma canção tão bela e intensa é realmente única. Estou-te muito grato por este momento que me vai ficar na memória". Estas são as palavras com que o vocalista e guitarrista dos Sétima Legião, Pedro Oliveira, celebra a colaboração feita em "Again".

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