20/10/2017

ANA BACALHAU | "Nome Próprio"


Foi hoje editado o álbum de estreia de Ana Bacalhau. “Nome Próprio” já se encontra disponível nas lojas e em todas as plataformas digitais.

Este é o muito aguardado álbum de Ana Bacalhau, após dez anos a dar voz às canções da Deolinda. Aqui reúne alguns dos melhores compositores nacionais da atualidade, casos de Samuel Úria, Jorge Cruz, Nuno Prata, Afonso Cruz, Nuno Figueiredo, Capicua, Márcia, Carlos Guerreiro e Francisca Cortesão e, na versão do disco em exclusivo na Fnac, de António Zambujo e João Monge. “Nome Próprio” tem ainda dois temas da própria Ana Bacalhau, ambos com música de Janeiro.

Agenda:

03 de Novembro - Teatro Louletano, Loulé

25 de Novembro - Teatro Municipal de Vila do Conde, Vila do Conde

01 de Dezembro - Teatro Aveirense, Aveiro

02 de Dezembro - Vila Nova de Famalicão, Casa das Artes

09 de Dezembro - Ponte de Lima, Teatro Diogo Bernardes

26 de Janeiro - Teatro Tivoli BBVA, Lisboa

31 de Janeiro - Casa da Música, Porto


SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS REEDITAM HOJE "FAREWELL"


Chega hoje às lojas a reedição em CD e digital de "Farewell", o primeiro disco de Sean Riley & The Slowriders originalmente editado em Outubro de 2007 pela Valentim de Carvalho. A edição-estreia em vinil chegará no próximo mês.

O formato CD inclui três temas-extra: "Bring Your Boy Home" e as gravações originais de "Wout Straatman" para "Moving On" e "Lights Out". Em vinil, o álbum surge em duas versões: uma a preto e a outra a cor-de-laranja, com o poster da primeira digressão da banda.

Contando já com casas cheias no Faial e no Porto (este último esgotado) a tour que celebra o décimo aniversário do primeiro disco da banda continua por Aveiro, Coimbra, Leiria, Faro, Guarda e Lisboa. Em palco a banda recria o ambiente mais informal e próximo da tour original e atua o disco na íntegra, incluindo raridades que não visitam ao vivo desde 2008.

GEORGE MARVISON | “Chill Wild Life”


George Marvinson é o pseudónimo criado por Tiago Vilhena (músico dos Savanna) para nos mostrar a sua visão do mundo em forma de canções.

“Chill Wild Life”, o álbum de estreia, permite-nos acompanhar George nos seus dilemas, paixões e devaneios sob a forma de letras simples e honestas acompanhadas de uma musicalidade ora divertida ora nostálgica, sempre com um descomprometimento fora do vulgar. 

O disco foi gravado em família, no estúdio da Pontiaq, e é editado hoje, também pela Pontiaq. O primeiro single deste álbum, “Beni”, mostra uma faceta sedutora e romântica do músico. “My Summer” mostra-nos um espírito lutador e insistente, agressivo mas, ao mesmo tempo, divertido. “Lazy”, o terceiro single, desvenda uma opinião irónica sobre a realidade confusa dos dias de hoje.

Apesar de ter influências bem presentes de décadas passadas, George Marvinson não tem medo de dar uso a elementos e técnicas mais modernas. 

As músicas de “Chill Wild Life” começam a revelar ser uma composição quase autobiográfica de uma fase de vida atribulada de um jovem comum. "Chill Wild Life", com estas e outras músicas, sintetiza uma personalidade em mutação que, na sua confusão e diversidade de sons e inspirações, consegue mostrar também uma direcção bem vincada. 

BRASS WIRES ORCHESTRA | "Icarus"


Este Outono traz consigo o novo álbum dos Brass Wires Orchestra (BWO), o tão aguardado sucessor de "Cornerstone", o primeiro registo de originais do sexteto lisboeta. A troca da folhagem e a mudança das cores tecem de forma perfeita o mote para esta transição de identidade musical.

"Icarus" está disponível a partir de hoje nas principais plataformas digitais. Produzido pelos Brass Wires Orchestra, o disco foi gravado por Makoto Yagyu e Fábio Jevelim nos estúdios HAUS e apesar de explorar os mesmos instrumentos do trabalho anterior, fá-lo numa perspectiva de renovação, de profundidade e procura de novos sons e texturas originais. O concerto de lançamento de "Icarus" em Lisboa está agendado para 16 de Novembro no Music Box.

Os Brass Wires Orchestra são Miguel da Bernarda (voz e guitarra), Afonso Lagarto (banjo e guitarra), Gui Salgueiro (teclados), Camões (trompete), Rui Gil (trompete) e André Galvão (baixo). O artwork é da artista Kruella D’Enfer.

VÍDEOCLIP | "Falhou na Dança" - Luíz Caracol


"Falhou na dança", é este o segundo single do mais recente álbum do Luiz Caracol, "Metade e Meia".

TRÊS BAIRROS | Agenda


Agenda:

20 de Outubro - Fnc Cascais Shopping, 22.00h

27 de Outubro - Fnac Alfragide, 21.30h

28 de Outubro - Fnac Vasco da Gama, 21.30h

03 de Novembro - Fnac Oeiras, 21.30h

02 de Dezembro - Fnc Colombo, 17.00h

08 de Dezembro - Fnac Faro, 17.00h

09 de Dezembro - Fnac Algarve Shopping, 21.30h

10 de Dezembro - Fnac Lagos, 17.00h

www.facebook.com/os.tres.bairros

19/10/2017

CAVALHEIRO | "Bundy"

O Cavalheiro é Tiago Ferreira. Nascido no Porto, criado em Santo Tirso e exilado em Braga. Tem seis registos discográficos (4 EP e 2 LP) e estreou-se ao vivo em 2009.

“Bundy” é o primeiro single do novo disco, intitulado "Falsa Fé", que será editado em Fevereiro de 2018. "Bundy" reporta-se a uma espécie de transposição para a vida social do julgamento do infame Ted Bundy, assassino em série norte-americano que se defendeu em tribunal recusando a ajuda de advogados, negando de forma veemente e incompreensível as acusações que sobre si recaíam.

Com letra e música de Tiago Ferreira, o tema foi produzido com o auxílio de Ricardo Cibrão (Dear Telephone e La La La Ressonance). A mistura e a masterização são do José Arantes. O vídeo foi idealizado pelo Tiago e realizado pelo João Freitas.

Para assinalar este novo ciclo do Cavalheiro, há um concerto especial e gratuito no dia 1 de Dezembro, no Sé La Vie, em Braga. A acompanhá-lo estarão os supracitados Ricardo Cibrão (baixo) e João Freitas (bateria), mas também o João Coutada (teclados) e o João Oliveira (guitarra).


MAZGANI EM CONCERTO


Agenda:

09 de Dezembro, Centro Cultural de Ílhavo

29 de Dezembro, Fórum Luisa Todi, Setúbal

02 de Fevereiro, Theatro Circo, Braga

03 de Fevereiro, CCB, Lisboa

03 de Março, Centro de Arte, Ovar

www.facebook.com/mazgani

ANAQUIM | Agenda

MOONSHINERS | Sabotage

18/10/2017

BARDINO | "Bardino EP"


Porque esta música é iminente e urge ser ouvida, deixemos os floreados para depois e vamos direitinhos ao que interessa: a ZigurArtists vai editar no dia 27 de Outubro o disco de estreia dos Bardino

Colectivo nortenho, surgido das cinzas de saudosas formações há muito admiradas por nós, os Bardino são Diogo Silva no baixo, Rui Martins nos teclados, Pedro Cardoso na guitarra e Nuno Fulgêncio na bateria. 

Alicerçados na herança do rock progressivo e suas variantes tingidas a funk e jazz-fusão, pautam o seu caminho pela busca de um psicadelismo antigo e que parece escassear: aquele que prefere a introspecção escapista ao uso do riff pelo riff. 

Gravado em plena Serra das Meadas, envolto no silêncio palpável das terras altas, “Bardino EP" exsuda uma serenidade rara e particularmente bem-vinda.

GONÇALO | "Boavista"


Há pessoas e coisas estanques, com receio ou incapazes de mudar, incolores e sem vida aparente. “Boavista” é a antítese de tudo isso. É a luz matinal e a comunhão que daí advém; a noite e a sua solidão e introspeção; são memórias de sempre cruzadas com o viver do presente; é a constante mutação e a prova de que devemos experimentar ser tudo para realmente ser algo.

O normal seria redigir uma tão habitual lista de influências para enclausurar Gonçalo. Más notícias para os que se ajeitam nestes caminhos: quem ouve este disco desistirá desse exercício pelo suceder das músicas em catadupa ao pisarem universos tão díspares acabando por confundir os devotos.

Há quem sonhe mudar o mundo e há quem sonhe mudar o seu. “Boavista” alcança-o com graciosidade. “Boavista” é a primeira incursão longa duração de Gonçalo, longe dos seus Long Way to Alaska. Sucede a "Quim", o EP do bracarense lançado em 2014 pela Lovers & Lollypops. O disco chega após uma recente participação com Castello Branco, com o nome de "Mar Nenhum", colaboração proposta e promovida pela webzine Bodyspace, com participações entre músicos lusófonos.

Com lançamento digital agendado para dia 13 de Novembro e lançamento físico agendado para dia 17 de Novembro pela Lovers & Lollypops, “Boavista” foi gravado e produzido por Gonçalo e João Moreira e conta a participação de André Simão (La La La Ressonance), Filipe Azevedo (Sensible Soccers), João Moreira, João Pereira (Guilty Ones), Jorge Queijo (Torto), Pedro Oliveira (peixe : avião) Sérgio Alves (Marta Ren).

O primeiro single de avanço de Gonçalo, "Champagna”, é uma pequena brisa de Verão neste Outono que se inicia e o respectivo vídeo é realizado por Vasco Mendes.


TRAUMA LIPS + THE DUST | Sabotage


Os Trauma Lips são um power trio oriundo de Lisboa, formados por Pedro Lourenço (Voz/Guitarra), Emanuel Severino (Bateria) e Inês Vicente (Baixo).

Movimentando-se entre o Rock'n'roll e o Punk, com rápidas deslocações ao Indie e ao Stoner, a música dos Trauma Lips reflete vivências quotidianas, numa estética muito classic/vintage.
Your Ghost é o segundo EP da banda a ser apresentado neste dia.

Renegade (kick in the eye), a primeira amostra da banda, retirada do duplo single made in china já se encontra disponível. Renegade, nome retirado do jogo de computador dos anos 80, Target Renegade, liricamente compara a violência psicológica/emocional à violência física e faz uma pequena homenagem aos Bauhaus...

Ao lançar o EP “It May Only Have Three Songs But This Is Our Extended Play”, os The Dust vão diretamente ao assunto. A capa e o título indicam logo que nos vão dar a escutar algo truculento: vem aí amor e ódio e, se calhar, feitiçaria. Ou então estaremos apenas a ser redundantes.

O primeiro trabalho da banda lisboeta, lançado dia 4 de Setembro, embora bastante melódico, contém material mais pesado – em todos os sentidos - fruto de uma inconformidade (e imperfeição?) emocional polvilhada aqui e ali por uma enorme fonte de influências. 

Os The Dust foram até essas paisagens sonoras, sentindo o chamamento sem ganhar sotaque. E é mesmo por este motivo que o som do trio é facilmente reconhecível: torna-se possível viajar por diferentes estilos e sensações sem sair da assinatura do rock. Está lá o reggae (e o mojo) jamaicano sem os contratempos, os blues sem a repetição das escalas e a crueza do rock moderno sem a fanfarronice adolescente.

26 de Outubro - Sabotage, 22.30h

Entrada - 5€




RICARDO DE SÁ | "Manifesto"


É costume dizer-se que na vida não há coincidências, apenas alinhamentos: de energias, de vontades, de pontos de vista. Talvez tenha sido esse o caso de Ricardo de Sá que viu cair-lhe no colo, na sua estreia como actor numa série de televisão juvenil, um papel de um jovem músico. Foi o rigor no seu papel de actor que o levou a aprender bateria, primeiro, surgindo aí uma vontade de expressão que o levou a agarrar a guitarra, logo depois, e a tirar um curso de produção musical. Lá está a tal seriedade que parece investir em tudo aquilo que faz.

Dessa vontade, dessa garra pode dizer-se, nasceram os trabalhos "Histórias" e "Epifania", primeiros passos numa arte que Ricardo de Sá ainda não parou de refinar. Tocou muito ao vivo, aprendendo em directo como gerir emoções e energias e momentos de comunhão - com o público, claro, mas também com os outros músicos. A ambição e o que aprendeu no palco levou-o de volta ao estúdio: pegou em 5 dos temas de Histórias, elaborou novos arranjos com os músicos com quem trabalhava, e gravou ao vivo nove instrumentos, num só take também documentado em vídeo. Se é para saltar, então que seja sem rede...

Agora, com 28 anos, Ricardo de Sá é o primeiro a confessar sentir o peso da bagagem que foi coleccionando no seu percurso de artista como actor, como músico e como autor. Manifesto, o seu novo trabalho, é o resultado de todas essas experiências que foi vivendo: "Sinto que consegui pela primeira vez ser totalmente verdadeiro e transparente, sinto que estou a fazer algo de diferente e que estou a fazer arte", assegura.

"O que me fez escrever e compor estes temas foi a própria vida e ter sentido uma necessidade gigante de manifestar algumas coisas que sentia mas que não tinha outra maneira de as poder exprimir a não ser através da música", prossegue.

"Manifesto" é um EP que inclui os temas "Arte", "Faz-te Um Homem", "Palavras Por Dizer", "Só Tu Sabes" e "Eu Vou Estar Aqui". Ricardo de Sá aborda o peso dos sonhos, as questões da maturidade, da determinação, da vida e do amor, pois claro, em palavras que exploram métricas mais elaboradas servidas por arranjos arrojados e ambiciosos. 

São dele a maior parte das letras, nasceram da sua visão os beats que as suportam, trabalhando sempre com alguns amigos, como faz questão de sublinhar, e são dele as ideias de produção que o levaram a experimentar temas com o pitch da voz alterado, com vocoder e talk box, sempre em busca de novos timbres e soluções para transmitir as mensagens que injecta nas palavras.

"Desde que me conheço que sou teimoso, insistente e determinado em querer levar as minhas ideias avante. Acredito mesmo que seja possível ser levado a sério como ator e como músico. Espero que o público goste e que se identifique com a minha mensagem", conclui Ricardo de Sá.

"Manifesto" é o resultado da ambição de um artista que não teme elevar a sua própria fasquia. Como deve ser sempre.

JOÃO GRANOLA EM CONCERTO


João Granola editou "O Convidado" a 25 de Setembro, e no próximo domingo (22 de Outubro) apresenta os temas do EP em Lisboa. João Granola vai apresentar-se ao vivo num formato trio: João Granola na voz e viola vai estar acompanhado por Artur Mota no trompete e Tomás Borralho na percussão, teclado e vozes.

22 de Outubro - Largo Residências, Café Estudio (Lisboa)

Entrada livre!

FADO AO CENTRO | "De Coimbra com Amor"

17/10/2017

“CAMANÉ CANTA MARCENEIRO” ENTRA DIRETAMENTE PARA O 1º LUGAR DO TOP DE VENDAS


“Camané Canta Marceneiro”, o novo disco de Camané, entrou diretamente para o 1º lugar do top nacional de vendas. Uma entrada fulgurante que faz com que lidere não só o top geral, como também o top digital de vendas de álbuns.

Editado no passado dia 6 de Outubro, “Camané Canta Marceneiro” concretiza uma vontade antiga de Camané em realizar uma homenagem a uma das suas maiores referências. “Queria entrar naqueles fados de forma verdadeira, sem imitar o Marceneiro. Mas tive primeiro de fazer o meu caminho. De criar o meu repertório. Só agora chegou o momento em que me consigo identificar tanto com os sentimentos vividos, como com os acontecimentos passados.”

Recorde-se que o disco conta com a participação especial de Carlos do Carmo e capa desenhada por Siza, o mais prestigiado dos arquitectos portugueses.

A participação especial de Carlos do Carmo no espantoso dueto com Camané em “A Lucinda Camareira”, está registada tanto na gravação de estúdio quanto no DVD gravado ao vivo no palco da Culturgest (perante uma assistência de 100 pessoas), incluído na edição especial. Assinale-se ainda que este é o primeiro dueto que Camané regista num dos seus discos.

Sucessor de “Infinito Presente”, editado em Maio de 2015, “Camané canta Marceneiro”, o seu oitavo registo de estúdio, conta, como os discos anteriores, com a produção, arranjos e direcção musical de José Mário Branco que co-assina com Manuela de Freitas a supervisão artística.

ANA MOURA ESGOTA COLISEU DE LISBOA E RUMA AO COLISEU DO PORTO


Mais de 150 concertos depois em salas emblemáticas de 3 continentes, incluindo as maiores salas de Portugal, Ana Moura regressou este sábado a casa para um concerto único e completamente esgotado no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. 

O espectáculo foi o primeiro de uma nova fase da digressão de “Moura” que passará por um conjunto de cidades, nomeadamente o Porto, a 28 de Outubro, onde atua no Coliseu, Coimbra, que já anunciou uma data extra, a 3 de Novembro, após esgotar o concerto de dia 4, no Convento São Francisco e, ainda, a 18 de Novembro, na Arena D'Évora. Os últimos bilhetes estão à venda nos locais habituais.

Ana Moura desenvolveu um novo conceito de espectáculo para esta nova fase da tour de “Moura", revisitando temas do seu repertório que não foram interpretados na anterior fase da digressão, e uma cenografia criada de raiz. 

Rui Francisco, membro da direcção artística da companhia de teatro “O Bando”, assina o cenário que transmite uma sensação de proximidade, de chegada a casa, de retorno à intimidade, após viajar pelo mundo, com uma estrutura de elementos que se dividem entre o opaco e as transparências, e dispõem um percurso que Ana Moura percorre logo no início do concerto, até ao centro do palco. 

O espectáculo teve a participação de dois convidados especiais: o artista israelita Idan Raichel, com quem Ana Moura fez um dueto, e Romeu Runa que protagonizou em “Maldição”, uma emocionante coreografia.

A noite de sábado foi ainda marcada pela presença de Madonna na plateia do Coliseu de Lisboa. Após os Rolling Stones, Prince, Herbie Hancock, Andrea Bocelli, Buena Vista Social Club, Caetano Veloso e Gilberto Gil, foi a vez de Madonna se render a Ana Moura. “Moura” é o seu 6º disco de originais e já é tripla platina. “Desfado”, o seu antecessor, já atingiu o galardão da 6ª platina, afirmando-a como a maior artista portuguesa da atualidade.

BLIND ZERO | Casa da Música


Os Blind Zero preparam-se para apresentar, pela primeira vez, o seu mais recente álbum, "Often Trees". Este concerto acontece já no próximo dia 20 de Outubro, pelas 23.00h, na Casa da Música, Porto.

A banda composta por Miguel Guedes, Nuxo Espinheira, Pedro Guedes, Vasco Espinheira e Bruno Macedo apresenta neste espectáculo os 10 temas que compõem "Often Trees", editado no passado dia 6 de Outubro, incluíndo o single "You Have Won".

Com 23 anos de percurso, os Blind Zero revelam, uma vez mais, a sua capacidade de reinvenção sem perder a identidade que os distingue e os tem projetado ao longo destas duas décadas. Um percurso ímpar que será celebrado em palco onde conseguem demonstrar a força que os anos têm solidificado.

O novo trabalho da banda já está nas lojas em vários formatos: CD, Cassete e Vinil. Produzido por Nuxo Espinheira, "Often Trees", foi misturado por Nelson Carvalho e masterizado em Nova Iorque por Andy VanDette (David Bowie, The Dear Hunter, Beastie Boys, Tim Burton e Danny Elfman).

Ao já conhecido single “You Have Won”, tema de avanço, juntam-se “Our Place by The Lake”, “Tormentor”, “Lost in Another Mental Escape”, “Queen : Someone”, “Palm”, “The Siren”, “It’s a Bright Bright Night”, “Chromosphere“ e a participação em “War is Over" de Jo Hamilton (compositora e multi-instrumentista de Birmingham, autora do muito aclamado “Gown”).

As entradas para o espectáculo custam 15€ e podem ser compradas através da Casa da Música ou da Ticketline.

PESTE & SIDA EM CONCERTO

TRÊS A SOLO | Póvoa de Varzim

16/10/2017

TOSTA MISTA COM ÁLVARO COSTA


O bem conhecido jornalista e guru de música Álvaro Costa em parceria com The Portugal Music Scene, empresa de "international development" e consultoria de música, associaram-se com a RTP - Antena 3 para o lançamento deste programa intuitivo.

"Tosta Mista" é um programa de rádio transmitido duas vezes por mês em língua inglesa, com mira a alcançar novos fãs em todo o mundo, trazendo o melhor da cultura musical portuguesa atual a novas audiências.

Após cada episódio online de "Tosta mista" na Rádio Antena 3 (http://media.rtp.pt/antena3/), o programa será transmitido internacionalmente por rádios parceiras e ficará disponível numa playlist no Spotify, podcasts e muito mais.

Além disso, "Tosta Mista" será promovido a representantes da indústria da música internacional, da indústria do turismo, de comunidades empresariais, do setor da educação, da indústria de viagens e hospitalidade, de plataformas de descoberta de nova música...até mesmo aos milhões de luso-descendentes que vivem em todo o mundo, ajudando a trazer novos fãs de todas as direções.

www.facebook.com/TostaMistaWithAlvaroCosta

KIDV | "Rulers"


KIDV, anteriormente conhecido como The Hound - que já passou por várias casas do país e no Rock in Rio Lisboa - prepara agora o lançamento do seu primeiro álbum "Astrophobia and what lies beyond...", que irá sair em 2018.

Depois do sucesso alcançado na plataforma de Crowd-Funding portuguesa PPL, tendo sucessivamente financiado o seu primeiro longa-duração com a ajuda dos fãs, KIDV tenta ir para além do óbvio e apresenta um trabalho conceptual com grandes influências no Universo e no desconhecido, uma espécie de bilhete de ida e volta à sua cabeça.

KIDV é o alter-ego de Vitor Teixeira, músico e produtor Lisboeta, guitarrista de ALICE e ex-baixista de Moda Americana. Depois do sucesso com o seu primeiro projeto a solo, The Hound, de ter tocado de norte a sul do país, - no Rock in Rio Lisboa inclusive - o músico decidiu mudar o seu rumo musical para algo mais pessoal e diferente do que se ouve por cá, daí a criação de KIDV.

"Rulers" será o primeiro single retirado do seu primeiro longa-duração "Astrophobia and what lies beyond...", um álbum conceptual com as suas influências no Rock, Pop e Alternativo.


VALÉRIA CARVALHO | "Primeiro Beijo"


Valéria Carvalho, atriz e cantora Brasileira do estado de Minas Gerais, tem um enorme reconhecimento em Portugal, onde se radicou em 1991, pelo seu desempenho no teatro, televisão e cinema. 

Na televisão portuguesa, trabalhou em várias novelas, séries e talk shows. É ainda criadora e directora da Casa da Língua Portuguesa. Porém, foi graças ao seu trabalho no teatro, e ao êxito formidável dos seus espectáculos, que ganhou a atenção e a admiração dos meios culturais: Chico em Pessoa (2012), em torno da obra de Pessoa e Chico Buarque de Holanda, que esteve presente na Casa Fernando Pessoa e em vários festivais. 

Em 2014 apresentou o espectáculo musical "Rui Veloso em Jeito de Bossa" no Centro Cultural Olga Cadaval. É na sequência deste espectáculo que surge o álbum "Rui em Jeito de Bossa". O single de apresentação "Primeiro Beijo" conta com a participação de Mafalda Veiga.

"Rui em jeito de Bossa" estará à venda no próximo dia 20 de Outubro!

Alinhamento:

01. Primeiro Beijo (feat. Mafalfa Veiga)

02. Todo o Tempo do Mundo

03. Porto Sentido

04. Jura

05. Canção de Alterne

06. Regras da Sensatez

07. Fado do Ladrão Enamorado

08. Não queiras saber de mim

09. Pequena Dor

10. Fado Pessoano

ELA VAZ | Auditório da Casa da Cultura de Ílhavo


"Eu" é o primeiro disco de Ela Vaz em nome próprio. Preparado ao longo de quase três anos em estreita colaboração com o produtor Quiné Teles. 

"Eu" conta com a colaboração de autores e compositores tão diversos como Amélia Muge e Filipe Raposo, Nuno Camarneiro e Miguel Calhaz, Ricardo Fino e Sérgio Tannus, Uxía Senlle e Viriato Teles. 

Além dos temas originais, o disco inclui também canções de José Afonso, José Mário Branco, João Afonso e Pablo Neruda/Víctor Jara, alguns dos nomes mais relevantes do vasto universo de referências musicais de Ela. Inclui ainda duetos com Uxia, Rão Kyao, Rui Oliveira, estes dois últimos convidados no espetáculo na Casa da Cultura de Ílhavo. 

Partindo da tradição musical portuguesa, Ela incorpora-lhe urbanidade e cria uma linguagem musical própria, suficientemente vasta para incluir diferentes sons, palavras de épocas distintas, e individualizada o bastante para ser única.

11 de Novembro - Auditório da Casa da Cultura de Ílhavo, 21.30h

KNOK KNOK | Agenda


Agenda:

31 de Outubro - Espaço O Nariz, Leiria (22.00h)

18 de Novembro - Smup, Parede (22.00h)

www.facebook.com/Knok-Knok-449405268740995

CARTAZ | Concerto

COUPLE COFFE | "Fausto Food"

15/10/2017

MARCO RODRIGUES | Discurso Direto


"Copo Meio Cheio" (Universal Music, 2017) é o nome do mais recente álbum de Marco Rodrigues. Com produção de Tiago Machado, “Copo Meio Cheio” não é um disco de fado, não é um disco de pop, é um disco de Marco Rodrigues, onde a sua identidade e a sua incrível capacidade interpretativa se encontram mais definidas do que nunca. Hoje em "Discurso Direto" é meu convidado Marco Rodrigues.





VÍDEOCLIP | "Dezoito" - Noiserv


"Dezoito", é este o mais recente single/vídeoclip para o álbum "00:00:00:00" de Noiserv.

VÍDEOCLIP | "Karma (feat. Mike El Nite)" - Cat Boto


O regresso de Cat Boto é feito na companhia de Mike El Nite, um dos músicos convidados para o próximo disco da cantora de 24 anos, cuja edição está prevista para 2018. "Karma" já está à venda nas principais plataformas digitais.

Inspirada no r'n'b e na soul norte-americanos e em alicerces clássicos como Aaliyah, Lauryn Hill, Musiq Soulchild, Erykah Badu ou Mary J. Blige, Cat Boto continua a mostrar a sua contemporaneidade no panorama musical português. De voz aveludada, está cada vez mais próxima do seu novo disco.

Cat Boto ficou conhecida aos 17 anos, ao ser uma das finalistas do programa de televisão 'Ídolos' (2009), tendo arrebatado críticas incríveis sobre a sua ginástica vocal e a impressionante capacidade de construir as suas próprias versões de temas icónicos como «Sweet Dreams» de Beyoncé Knowles. A projecção televisiva levou-a a ser a intérprete escolhida para cantar o genérico da série da SIC «Lua Vermelha» e a ser voz também de banda sonora de séries como «Morangos com Açúcar.


JÚLIO PEREIRA | Óbidos

FESTIVAL PARA GENTE SENTADA | Braga

14/10/2017

VÍDEOCLIP | "Fix of Rock N' Roll" - The Legendary Tigerman


Depois de vários teasers e da estreia ao vivo no Super Bock Super Rock, acaba de ser lançado o poderoso primeiro single do muito aguardado álbum "Misfit", o novo disco de The Legendary Tigerman, disponível a partir de Janeiro de 2018. "Fix of Rock N' Roll" já está disponível em todas as plataformas.

O vídeo do novo tema mostra a interacção de um casal no fio da navalha e conta com a participação da actriz Alba Baptista e de Paulo Furtado, que aqui acumula as funções de compositor, intérprete, argumentista e realizador. A produção é assegurada pelo Bando à Parte e Rodrigo Areias, e a cinematografia é do mestre Jorge Quintela.

"Misfit" tem como premissa inicial a história de um homem que se dirigia de Los Angeles a Death Valley, com o intuito de se perder (ou encontrar) no deserto e transformar-se em nada (viagem que deu origem a Fade Into Nothing, ou, na versão em cine-concerto, How To Become Nothing).

O sucessor de “True” foi gravado no fim de 2016, no mítico estúdio Rancho de La Luna, tendo sido produzido por Paulo Furtado e co-produzido e misturado por Johnny Hostile, que trabalha regularmente com as Savages, enquanto a masterização ficou por conta de John Davis (Nick Cave, Royal Blood, Led Zeppelin).


MOONSPELL | "Evento"


1755 marca o ano do terrível terramoto que devastou a cidade de Lisboa. 2017, no entanto, assinala o lançamento do novo álbum de originais dos Moonspell, totalmente cantado em português, pela primeira vez na história da banda, e inspirado neste momento marcante da história de Portugal.

O 13.º trabalho de estúdio da banda é lançado a 03 de Novembro e já se encontra em pré-venda, e "Evento" é o segundo tema de avanço do novo álbum, acompanhado de um novo lyric vídeo, seguindo-se ao lançamento de "Todos os Santos".

Sobre o novo lyric vídeo, Fernando Ribeiro, vocalista dos Moonspell, cita Sebastião José Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, ministro do Reino que em conjunto com as gentes de Lisboa e com os seus engenheiros, reconstruíram a cidade num espaço de um ano: “Enterrem-se os mortos. Alimentem-se os vivos.

"O tema Evento é como um diálogo entre o narrador do dia que tenta descrever o estado de espírito dos Lisboetas naquele dia fatídico e o Todo Poderoso (coro) que lhe ordena a aceitar quieto a vontade de Deus. Este conflito e uma certa dessacralização de Lisboa é, para nós, um dos aspectos mais fascinantes deste dia maldito. Uma luta que permitiu a Portugal sair finalmente da Idade Média e juntar-se à Europa do Iluminismo.”, continua Fernando Ribeiro


NO!ON | "7"


Os NO!ON acabam de apresentar o seu primeiro EP intitulado "7". O EP em formato digital está totalmente disponível para download no Bandcamp da banda - https://noonbandnoon.bandcamp.com/album/7.

Em 2018 estará disponível o álbum "From 7 to 6", resultado da compilação deste mesmo EP - "7" e do próximo EP - "6" a ser lançado ainda em Dezembro deste ano.

"From 7 to 6" é mais do que um albúm, é um visual album. Dividido em duas visual sessions, a primeira é parte integrante do EP - 7 e está já disponível aqui: https://youtu.be/MMb8UGRRVlA.

ANA LAÍNS | "Portucalis"


Ana Laíns edita o álbum "Portucalis" no próximo dia 03 de Novembro!

"Este disco é dedicado a todos que gostam de pessoas!

Este disco é dedicado a todos que gostam de ser pessoas do seu país!

Este disco é dedicado a todos que compreendem que a Vida é uma Missão!

E que desta Missão faz parte o lugar onde nascemos!

Portucalis é o país dos meus sonhos.

É o país que existe entre margens.

Existe entre as margens das minhas dualidades.

Mas ser dual é existir.

Ninguém “É” totalmente.

Todos “SOMOS” parcialmente.

Se não em permanência... em muitos momentos das nossas Vidas!

Porque todos “EXISTIMOS” tal qual moedas ou folhas de papel, com cara e coroa, com frente e verso.

O Escritor e Poeta Mia Couto, escreveu o poema “Identidade” em 1977, que escancara sem rodeios a sua Dualidade:

Existo onde me desconheço,

aguardando pelo meu passado,

ansiando a esperança do futuro.

No Mundo que combato, morro.

No Mundo por que luto, vivo.“

Ser dual é viver permanentemente entre a realidade social e o sonho do estado puro da nossa Natureza.

“Preciso ser outro para ser eu mesmo”

Mia Couto no mesmo poema “Identidade”.

Ser dual é viver a incerteza de uma decisão.

Ser dual é calar a boca à verdade em prol de uma mentira reconfortante.

Ser dual é sorrir ao Mundo dos outros, enquanto grita e chora o nosso Mundo interior.

Ser dual é viver na linha que separa as expectativas do Mundo sobre nós e quem somos realmente.
Por isso existe a Arte!

Porque é na Arte que procuramos (e encontramos muitas vezes) o conforto na nossa verdade pessoal (e colectiva).

O Artista é um canalizador de “Verdades”.

E o Poeta é um fingidor.

E assim o é o Cantor.

Neste disco pretendo revelar todas as minhas verdades, e ir de encontro às Verdades dos Outros.
Preciso de ser fadista e não ser.

Preciso de viver em pleno o meu amor a este país, que é, concomitantemente, a minha maior Paixão e Desalento. O brilho nos meus olhos e as minhas lágrimas.

O Espelho onde vejo reflectidos todos os meus sonhos e desejos.

Numa Era de subversão de valores, prioridades, e de profunda artificialidade, eu quero ser uma portuguesa “missionária”, que encara a sua carreira como “Missão”.

Porque “Deus” me atribuiu a “Condição” de nascer aqui!

Porque me sinto em constante contra-ciclo.

Porque esta “Missão” me mata e renova todos os dias.

E é aqui que reside toda a minha dualidade!

Falta cumprir-se Portugal.

Este é o meu pequenino (mas genuíno) contributo.

Portucalis é o país (e o disco) onde me encontro, onde me equilibro, onde sorrio e sou feliz!

Sejam muito bem-vindos!" (Ana Laíns)

Agenda:

18 de Novembro - Museu Nacional de Arqueologia ao Mosteiro dos Jerónimos

23 de Novembro - Casa da Música, Porto

24 de Novembro - Casino da Figueira da Foz

GRANDES NOMES DO FADO UNEM-SE AO JAZZ NO DISCO “JAZZINFADO”


As melhores canções do fado, os seus melhores intérpretes e alguns dos mais importantes músicos do jazz latino atual juntam-se agora num disco inovador, “JazzInFado”. 

Este disco procura alargar as fronteiras do fado, reunindo grandes fadistas, nomeadamente Carlos do Carmo, Hélder Moutinho, Carminho, António Zambujo, Raquel Tavares, Marco Rodrigues, Ana Bacalhau, Cuca Roseta, Maria Berasarte e Joana Almeida, que interpretam temas emblemáticos da história do fado aliados às harmonias do jazz latino.

“JazzInFado” chega às lojas no próximo dia 3 de Novembro, numa altura em que se celebram os seis anos desde que o fado foi elevado a Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

A ideia de juntar estes grandes nomes do fado às harmonias do jazz partiu de Óscar Gomez, músico e produtor cubano, a viver atualmente em Espanha, vencedor já de cinco Grammys, membro do Board da Academia dos Grammys Latinos e cujas produções já venderam mais de 20 milhões de discos em todo o mundo.

“Sempre gostei de ser transgressor e rebelde”, afirma o produtor. “O que fizemos foi aproximar o fado ao jazz e enriquecê-lo harmonicamente […] e entrar em ritmos das Caraíbas, flamengos, brasileiros, bossa nova, tango. Entrar nos ritmos trabalhados no jazz latino e enriquecer um pouco as harmonias, respeitando sempre, obviamente, as melodias e as letras”.

“JazzInFado” foi gravado entre Madrid e Lisboa e nas gravações os fadistas foram acompanhados de músicos maioritariamente cubanos, como é o caso de Pepe Rivero ou de Ivan “Melon” Lewis.

“JazzInFado” é um objeto único que evidencia a imensa riqueza do fado, mas mostrando como esta música também dialoga de forma inovadora com o jazz.

Fique a conhecer aqui o alinhamento de “JazzInFado”:

01. Carlos Do Carmo – “Lisboa, Menina E Moça”

02. Hélder Moutinho – “Estranha Forma De Vida”

03. Carminho – “Escrevi Teu Nome No Vento”

04. António Zambujo – “Veio A Saudade”

05. Raquel Tavares – “Limão”

06. Marco Rodrigues – “Solidão”

07. Ana Bacalhau – “Fado Português De Nós”

08. Cuca Roseta – “Coimbra”

09. Maria Berasarte – “A Nadie Se Lo Confieso”

10. Joana Almeida – “Tudo Isto É Fado”

NOITES DO CORPO SANTO | Maus Hábitos

13/10/2017

TRÊS BAIRROS | Discurso Direto


No dia que o disco de estreia dos Três Bairros, "Turno da Noite" chega às lojas, são meus convidados  em "Discurso Direto" Guilherme Madeira (voz), Ricardo Gama (guitarra portuguesa) e João Correia (viola). São oriundos de Mértola, Sintra e Santarém respectivamente, daí o nome Três Bairros - que é também o nome de um dos mais belos fados tradicionais. 

Portugal Rebelde - Sendo oriundos de três bairros distintos (Mértola, Lisboa e Santarém), como é que se deu este feliz encontro?

Três Bairros -  Este encontro deu-se em Santarém pois todos nós tínhamos em comum o facto de morarmos cá. O Ricardo dava aulas no Conservatório local, o João tinha sido aluno do Ricardo e o Guilherme estudava também em Santarém. Mais tarde acabamos por nos cruzar na Scalabituna – Tuna do Instituto Politécnico de Santarém e assim em 2015 nascem os Três Bairros.

PR - Ainda antes da gravação do “Turno da Noite”, tiveram a oportunidade de apresentar e rodar algumas das canções deste disco. De que forma isso vos ajudou na produção deste álbum?

Três Bairros - O facto de podermos apresentar as nossas músicas ao vivo, ainda sem estarem gravadas, permite-nos perceber quais os pontos a melhorar em alguns temas. Tocar ao vivo os temas permite à banda ter a noção até que ponto as músicas estão, efectivamente, a chegar ao público. Depois é só dar uns ajustes e ‘tá a andar!...

PR - “Miúda do Café” foi a a canção escolhida para single de apresentação deste “Turno da Noite”. Este é o tema que melhor define o “espírito” deste disco?

Três Bairros - É difícil escolher um tema que defina melhor o espírito do disco. Gostamos de olhar para a nossa obra como um todo. Actualmente, olhamos para o disco como um conjunto de temas e todos eles possuem características próprias. A melhor maneira de perceber o que nós queremos dizer é ouvir o disco na íntegra!

PR - O Alentejo do Guilherme Madeira marca presença com “Rosa à Janela” do grupo de baile. Este “bairro” jamais poderia ser esquecido?

Três Bairros - O Alentejo é uma região fantástica do nosso país. Cada vez que temos o privilégio de lá actuar somos sempre super bem recebidos. É ótimo!! Como tal, sendo o Guilherme natural do Alentejo, achamos que este tema se enquadrava na perfeição no espírito do grupo.

PR - “Conta-me Histórias” dos Xutos & Pontapés e “O Meu Amor existe” de Jorge Palma são revisitados neste álbum. Esta é a forma que encontraram para homenagear estes músicos, de quem são admiradores confessos?

Três Bairros - Mais do que uma homenagem esta é a forma de nós podermos tocar temas destes músicos que tanto admiramos. Se não fossem bandas como os Xutos & Pontapés e artistas como o Jorge Palma e muitos outros, a música portuguesa, hoje em dia não era aquilo a que estamos habituados. Ficamos eternamente agradecidos a todos estes músicos pela obra fantástica que foram criando ao longo dos tempos. Quem sabe um dia ainda vamos tocar com alguns dos nossos ídolos. 

PR - Numa frase, como caracterizariam este “Turno da Noite”?

Três Bairros - É um disco à antiga!!



JOSÉ MÁRIO BRANCO NO “LES CAFÉS DE L’EUROPE À PARIS


O cantautor José Mário Branco é próximo convidado do “Les Cafés de L’Europe à Paris” que se realizará amanhã, dia 14, em Paris, no célebre café “Le Sorbon”.

Esta iniciativa de carácter cultural promovida pelo Instituto Camões e pela Embaixada de Portugal, insere-se na segunda edição do evento “Les Cafés de L’Europe à Paris” promovido no quadro da EUNIC (European Union National Institutes for Culture) e de que o Instituto Camões é membro.

O convite efectuado a José Mário Branco surge na sequência da sua relevância social e cultural no Portugal dos últimos 50 anos reforçado pelo facto da sua actividade se ter iniciado precisamente em Paris quando do seu exílio iniciado na década de 60 e terminado com o 25 de Abril de 1974.

Lembramos que a actividade musical de José Mário Branco ganhou notoriedade quando da publicação, precisamente há 50 anos, do EP “Seis Cantigas de Amigo”, continuada com a edição de “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades” e as estreitas colaborações com Zeca Afonso e Sérgio Godinho, tudo isto ainda em território francês e numa altura em que o regime vigente em Portugal não lhes permitia o desenvolvimento da sua actividade musical.

Nesta conversa aberta à comunidade, José Mário Branco terá como moderador o realizador Pedro Fidalgo, actualmente residente em França e que, em parceria com Nelson Guerreiro, realizou o documentário baseado na vida e obra de José Mário Branco “Mudar de Vida”, agraciado recentemente com prémio “Sophia”.

Coincidentemente, a propósito da celebração de 50 anos da edição de “Seis Cantigas de Amigo”, a Warner Music dará início proximamente à reedição dos trabalhos discográficos de José Mário em paralelo com publicação de gravações inéditas.

VÍDEOCLIP | "Bate, Bate" - Sopa de Pedra


"Bate, Bate", é este o mais recente vídeoclip/single para o álbum de estreia do grupo Sopa de Pedra - "Ao Longe Já se Ouvia". No próximo dia 28 de Outubro, a Casa da Música será palco para a apresentação das canções deste primeiro disco.

VÍDEOCLIP | "Casa do Esquecimento" - Aldina Duarte


"Casa do Esquecimento", é este o single/vídeoclip de apresentação do novo álbum de Aldina Duarte, que hoje chega às lojas - "Quando se ma Loucamente".

Sgundo a fdist este tema "é sobre a memória que se apaga e reacende, através de objectos comuns no espaço mais familiar em que construímos as nossas vidas , a casa, que é, também, abrigo dos sentimentos e acontecimentos mais íntimos e marcantes nas nossas histórias de vida. 

Casa que se transforma, ora num espaço de liberdade e prazer maiores, ora numa prisão, voluntaria e involuntariamente. No limite "Casa do Esquecimento" é o lugar da memória onde estão guardados acontecimentos e instantes sem espaço nem tempo certos, que, embora esquecidos, nunca desaparecem do corpo e da alma, seja dos homens, dos objectos ou dos lugares."


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