22/04/2017

PLANALTO RECORDS EDITA A COMPILAÇÃO "PLA : 007"


A edição 007 da Planalto Records é uma edição que celebra o Record Store Day, que por sua vez celebra as lojas de discos, que por sua vez celebram a música. E este "PLA : 007" trata precisamente disso: de música. Junta 6 bandas da Planalto (Ana, Criatura Azul, ​​​Davide Lobão, Gobi Bear, O Doido e a Morte e Quinta-Feira 12) e anuncia duas novas entradas no nosso plantel, que se estreiam precisamente nesta compilação: Fosco e Salmão.

LABORATÓRIO JIBÓIA | Lisboa


O “Laboratório Jibóia” é a construção de um disco em ensaio aberto dos Jibóia. Ao longo de 4 sessões-concerto semanais, o trabalho de composição do novo registo discográfico da banda será apresentado ao vivo no Damas, em Lisboa.

Óscar Silva, Ricardo Martins e Mestre André propõem-se a fazer 4 sessões com 4 diferentes guias de trabalho: 3 onde o centro de referência musical e experimental anda à volta de cada um dos músicos, e uma última sessão onde esse mesmo centro de referência são os 3, tudo isto acompanhado de trabalho de casa de composição em ensaios diários.

Depois do EP, Badlav e de Masala, o que virá aí? Não sabemos e nem os próprios músicos o sabem. Mas pretende-se que o objecto reflicta bem a influência que o público tem (ou não) na evolução do formar de um disco.

MÚSICA NA ACADEMIA | Vila Real

SABOTAGE COMEMORA 4º ANIVERSÁRIO

21/04/2017

BALLA | "No Comboio Descendente"


No ano em que se assinalam os 30 anos da morte de José Afonso, António Manuel Ribeiro sugeriu a Armando Teixeira fazer uma versão da canção "No Comboio Descendente".

Desafio aceite! É importante manter viva a obra de José Afonso e estimulante "trabalhar" no legado deste homem que vivia dia e noite a pensar em música.

"No Comboio Descendente" de José Afonso, com poema de Fernando Pessoa e editado pela primeira vez em 1972 no álbum "Eu Vou Ser Como a Toupeira", o músico e produtor fascinado pelos sintetizadores analógicos apresenta-nos o seu olhar sobre esta música do Zeca, provavelmente, com a sua roupagem mais electrónica de sempre.


RODELLUS 2017 | Primeiras Confirmações


Este ano, o último fim-de-semana de Julho está reservado aos corajosos! A Festa é em Ruílhe, Braga no recinto mais rural e destemido do Norte.

O Rodellus está de regresso com uma mão cheia de novidades e um cartaz que promete muita bravura. As primeiras confirmações são Pé Roto, Atomik Destruktor que vêm ao campo celebrar 10 anos de "Destroy, Disagree and Disrespect!", Ghost Hunt, Ratere, Stone Dead e os italianos Go!Zilla

THE PARTISAN SEED | Agenda


Agenda:

21 de Abril - Fnac Braga, 22.00h

22 de Abril - Fnac Guimarães, 21.30h

www.facebook.com/thepartisanseed

THE BLACK MAMBA | Coliseu dos Recreios em 2018

CAPICUA | Porto

20/04/2017

SÉRGIO GODINHO | A Celebração da "Liberdade" pela Estrada Fora


É frequentemente referido com um dos seus livros favoritos, “Pela estrada fora” de Jack Kerouac, e sem sombra de dúvida é também uma expressão que define bem a vida e obra, inquietas, de Sérgio Godinho. 

Em Abril é já habitual ter a agenda sobrecarregada com a participação em eventos relacionado com as comemorações do 25 de Abril de 1974 mas este ano os motivos são os mais variados. Assim:

a 22 e 23 de Abril, Sérgio Godinho levará o espectáculo “Liberdade” até ao Norte do país, mais concretamente ao Auditório Municipal de Gondomar e ao Teatro Municipal de Vila do Conde, para apresentação do concerto estreado quando da passagem do 40º aniversário da revolução de Abril;

no dia 24, o destino é a freguesia de Alhos Vedros, Moita, na companhia de Jorge Palma para o concerto “Juntos” em que fazem um percurso pelos temas que há muito são a banda sonora das nossas vidas;

a 25, a vila alentejana de Mora receberá “Liberdade” para um comemoração ao final da tarde, numa autêntica matinée revolucionária;

no dia 28, é “Coração Mais Que Perfeito”, a sua mais recente publicação literária, que justifica a viagem até ao Algarve, mais concretamente até à Biblioteca Municipal Vicente Campinas, em Vila Real de Santo António, para uma conversa/apresentação integrada no ciclo “Sinónimos de Leitura”;

já a 29 serão os “Dias da Música” que levarão Sérgio Godinho até ao Centro Cultural de Belém para duas acções no âmbito do evento deste ano que tem o subtítulo “As Letras da Música” – a primeira, às 18H00, uma conversa com o jornalista Nuno Galopim; a segunda, às 22.00h, um concerto, já esgotado, na companhia do pianista Filipe Raposo, músico com quem Sérgio tem colaborado ao longo do último ano e cuja parceria foi recentemente distinguida com o “Sophia 2017” para Melhor Canção Original atribuído pela Academia Portuguesa de Cinema;

e, a 30, no final do mês, a inauguração da exposição “Sérgio Godinho – Escritor de Canções” promovida C.M de Grândola e que estará patente nos Antigos Paços dos Concelho até 29 de Outubro. Uma ideia da Divisão de Cultura e Desenvolvimento Social local e que mobilizou em seu torno nomes como Anabela Mota Ribeiro, Jorge Palma, Nuno Galopim, Capicua, Nuno Artur Silva, Viriato Teles ou João Carlos Callixto que contribuíram para a brochura de 120 que será publicada e que incluirá, para além de notas biográficas, texto originais e imagens inéditas. 

Para assinalar a abertura, será ainda promovido um espectáculo musical com artistas locais com o título “O Elixir da Eterna Juventude – Canções de Sérgio Godinho revisitadas por artista de cá”. Uma forma dinâmica de homenagear o “escritor de canções”.

TIAGO BETENCOURT CONVIDA RAQUEL TAVARES PARA CONCERTO ESPECIAL EM GRÂNDOLA


Tiago Bettencourt leva Raquel Tavares consigo a Grândola para um concerto memorável, na próxima segunda-feira, 24 de Abril.

As comemorações do 25 de Abril, num dos locais mais emblemáticos de Portugal nesta data, vão contar com um concerto muito especial, com Tiago Bettencourt a atuar pela primeira vez o seu mais recente single “Se me Deixasses Ser”, em airplay nas principais rádios nacionais e que conta já com mais de meio milhão de visualizações.

Raquel Tavares, que contou no seu último disco 'Raquel' com a produção de Tiago Bettencourt, junta-se em palco ao artista, prometendo um momento especial nas comemorações do Dia da Liberdade.

Tiago Bettencourt encontra-se a ultimar o seu mais recente disco que será apresentado em concerto, de Norte a Sul de Portugal, em 2017.

RUA DIREITA | "Mariana"


Rua Direita era, por excelência, a rua principal de um lugar, epicentro de pontos de encontro idos. Em 2017, Rua Direita é o nome da banda que se quer encontrar no epicentro do que está para vir.

Da densidade musical e da experiência de Donato Rosa e Paulo Ladeiras, surge um novo projecto na categoria para toda a gente e ao qual vem atrelada a maturidade de quem tem muitas histórias para contar e os laivos certeiros de quem não chegou por brincadeira. Num abrir e piscar de olhos, tornou-se na mais recente vencedora do Festival de Música Moderna de Corroios e assim começou a fazer correr tinta.

A canção escolhida para dar início à demanda chama-se “Mariana” e integrou a colectânea “Estou Bem Aqui Em Portugal”, em 2016. Contudo, é agora com o vídeoclip realizado por Gonçalo Portugal Guerra que a canção assume o protagonismo que lhe é devido e dispara os alarmes para o disco que está para chegar, disco que vai ditar a carreira de uma banda que está para ficar.

“Mariana” é um nome comum mas não é uma canção qualquer. Produzida por Pedro de Tróia, gravada e misturada por Bruno Pedro Simões no Black Sheep Studios, esta canção simboliza a força viva que nunca há-de acabar no seio da banda. 

A fusão entre a entrega declarada e a simplicidade daquilo que se canta chega totalmente desprovida de poses ou pretensões. Aqui nada é o que não é. Aqui há sim uma banda de canções inteiras e refrões que colam.

O disco de estreia da Rua Direita será libertado a 19 de Maio pela editora Azul de Tróia, com distribuição Fnac, e estará disponível nas principais plataformas digitais.

CASSETE PIRATA EM CONCERTO


Depois de se estrearem com os singles “Pó no Pé” (2017) e “Outra Vez” (2016) e de contagiarem o público português nos concertos que têm feito por todo o país, os Cassete Pirata seguem a partir a loiça em português.

O Teatro do Bairro, em Lisboa, vai estremecer na Sexta-feira de dia 5 de Maio, com o concerto a começar às 23.30h, depois do qual se juntam os amigos Benjamim (produtor da banda) e Sniffers para DJ set em festa que vai continuar até de madrugada.

Liderada pelo guitarrista João Firmino (mais conhecido como Pir), que também assume o papel de vocalista, a banda conta nas suas fileiras com o monstro da bateria João Pinheiro (Diabo na Cruz, TV Rural), o pulso firme de António Quintino no baixo (Samuel Úria), para além da única dupla de cantoras e teclistas que este país conhece – Margarida Campelo e Joana Espadinha.

Vindos maioritariamente das escolas de jazz de Lisboa e Amesterdão, os Cassete Pirata revelam as suas canções rock, vindas directamente da juventude que reprimiram durante o estudo de harmonias de jazz demasiado complicadas.

A banda representa o descomprometimento de quem consegue enfiar uma canção pop entre os solos de guitarra de Firmino e a batida demolidora, suada e sem t-shirt de João Pinheiro, sem esquecer os coros de duas das melhores vozes de Lisboa. O lirismo das melodias e o som psicadélico dos teclados vêm de quem juntou os Supertramp e Melody's Echo Chamber aos discos do Coltrane e Milton Nascimento.


SENSIBLE SOCCERS | Villa Soledade Tour


Os Sensible Soccers continuam a apresentar "Villa Soledade" ao longo de 2017 e estas são as primeiras datas a ser conhecidas.

"Villa Soledade" é o segundo longa-duração na discografia da banda e foi lançado em Março do ano passado, numa edição de autor.


THE OAFS | Agenda


Agenda:

21 de Abril - Mercado Negro, Aveiro

10 de Maio - Semana Académica de Viana do Castelo

www.facebook.com/The-oafs-395495270578627

DAILY MISCONCEPTIONS | Braga

LADO ESQUERDO | Casa da Música

19/04/2017

MÚSICOS PORTUGUESES HOMENAGEIAM "AS CANÇÕES DE LEONARD COHEN"


David Fonseca, Jorge Palma, Márcia, Mazgani, Miguel Guedes e Samuel Úria foram convidados para homenagear Leonard Cohen no dia em que completaria 83 anos, a 21 de Setembro, com um espectáculo no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, e repetir o tributo dias mais tarde, a 27, na Casa da Música, no Porto.

No mesmo palco, estes que são alguns dos músicos mais aclamados do panorama musical português da actualidade, vão interpretar as suas músicas de eleição do vasto e rico repertório do cantor, compositor e poeta canadiano.

A acompanhar David Fonseca, Jorge Palma, Márcia, Mazgani, Miguel Guedes e Samuel Úria estará um colectivo de músicos formado por Pedro Vidal, na direcção musical e nas guitarras; João Correia, na bateria; Nuno Lucas, no baixo; Rúben Alves, nas teclas; e Paulo Ramos e Orlanda Guilande, nos coros.

Com produção do Bairro da Música e a chancela da Embaixada do Canadá em Portugal, estes dois espectáculos intitulados "As Canções de Leonard Cohen" apresentam-se como uma homenagem ao autor de canções como "Dance Me To The End Of Love", "Bird on The Wire", "Hallelujah", "I'm Your Man", "Sisters of Mercy" e "So Long, Marianne".

Recorde-se que Leonard Cohen faleceu aos 82 anos, no dia 7 de Novembro de 2016, um mês depois de ter editado o seu 14.º álbum de originais, "You Want It Darker".

Os bilhetes para o concerto no Centro Cultural Olga Cadaval, dia 21 de Setembro, custam 30€ (cadeiras orquestra); 25€ (1ª e 2ª plateias); e 20€ (balcão). Na Casa da Música, dia 27, o bilhete tem um custo único de 25€.

THE GIFT | "Altar"


"Altar", novo álbum dos The Gift, entrou diretamente para o número 1 de vendas no top AFP, o qual semanalmente revela os discos mais vendidos a nível nacional.

A banda de Alcobaça apresentou o mais recente álbum, produzido por Brian Eno e misturado por Flood, no passado dia 7 de Abril no Amoreiras 360º, com vista privilegiada sobre Lisboa.

Este disco que entra diretamente para o primeiro lugar de vendas a nível nacional é um disco que contém 10 canções intemporais. Compostas durante dois anos, pensadas ao longo de três. Sonhadas ao longo de vinte e dois como banda. Resultam, entre si, como o retrato perfeito de uma banda que está constantemente a evoluir e a crescer artisticamente.

Depois de duas datas completamente esgotadas no Cine-teatro de Alcobaça João D'Oliva Monteiro, a banda continua a sua digressão nacional e internacional de apresentação de "Altar", com mais de 15 datas para os próximos 2 meses.

Uma dessas datas acaba agora de ser anunciada em Nova Iorque, cidade que já recebeu a banda de Alcobaça e que agora se prepara para os ver atuar em pleno Central Park. Este concerto de apresentação do álbum "Altar" está incluído no Summer Stage, um evento que acontece desde 1986 e oferece cerca de 100 espetáculos de sons portugueses, desde fado ao universo contemporâneo do rock indie, pop e jazz. "Altar" é apresentado no Teatro de Vila Real no dia 26 de Abril!

Recentemene os The Gift lançaram também o seu mais recente vídeo para o tema "Big Fish", filmado no Rio de Janeiro, é um vídeo cheio de cores, movimentações de câmara, efeitos e referências à cultura pop.

CAPITÃO FAUSTO TERMINAM DIGRESSÃO DE TEATROS


Os Capitão Fausto terminam a Digressão de Teatros este fim-de-semana com 2 espectáculos em Coimbra e Porto! 

21 de Abril - Coimbra, Teatro Académico Gil Vicente (22.00h)


22 de Abril - Porto, Casa da Música (Sala Suggia) 22.00h


Os bilhetes estão a voar e encontram-se à venda aqui:

Coimbra:


Porto


Somos uma banda rock de Lisboa”. A simplicidade com que os Capitão Fausto se descrevem desarma qualquer um. Porque é assim que se sentem e é assim que vivem.

A história de Tomás, Salvador, Francisco, Manuel e Domingos tem o seu primeiro capítulo em 2011, com “Gazela” – o Álbum de estreia. Ali encontramos a urgência das canções juvenis, dos hinos pop que se cantam e sabem sempre a pouco.

Em 2014 “Pesar o Sol” chega aos escaparates. E é neste segundo Álbum (muitas vezes o tudo ou nada de tantos Artistas) que se impõem como uma das mais originais e criativas propostas do nosso país. Defendem-no ao vivo, com Espectáculos memoráveis nos grandes e pequenos festivais, nos clubes, nos Teatros, um pouco por todo o Portugal que os recebe e obriga a crescer. Como cresce exponencialmente a sua base de fãs, agora transformada em legião.

Em 2016 são as canções de “Capitão Fausto Têm os Dias Contados” que os levam a superar todas as expectativas. Pouco mais de 30 minutos de música e palavras, em modo pop recheado de primor e requinte, que contam as estórias de vida de cada um dos Capitão Fausto, mas que são muito mais que isso, porque crescer é para todos. Não se poupam os elogios e os aplausos, que chegam em catadupa. Os Capitão Fausto “afirmam-se como a voz de uma geração”, diz quem sabe. E esta geração quer elevar a clássicos imediatos as oito canções que lhe são oferecidas.

A promessa é agora certeza e o primeiro lugar do Top nacional de vendas é uma das consequências. Incontornáveis, chegam ao primeiro lugar do Top Cision (que avalia a visibilidade mediática dos Artistas nacionais).

Num ápice esgotam (em menos de uma semana) os dois Espectáculos de apresentação no Lux, em Lisboa. Passam pelo Rock in Rio, Super Bock Super Rock, Festival de Paredes de Coura, Festival Sol da Caparica.

2016 confirma que os Capitão Fausto são, finalmente, uma aposta segura. Uma aposta no bom gosto musical e na sensibilidade apurada. Uma aposta na criatividade e no fulgor de uma banda que parece imparável. “Amanhã Tou Melhor” será seguramente um dos refrões mais cantados de 2016.

Em 2017 os Capitão Fausto apresentam o novo Álbum nas salas mais nobres do nosso país: os Teatros. E serão estes Teatros a mostrar a Banda que soube como crescer ao lado dos fãs. A mostrar a Banda que renasce a cada disco, que se renova com o cuidado de quem quer construir uma carreira sólida, de uma forma aparentemente galopante mas sem o torpor do deslumbramento.

Para os Capitão Fausto “Os Dias Estão Contados”. Porque crescer é inevitável. E sabendo isso, vão continuar a fazê-lo nesta Digressão de Teatros.

S.PEDRO É O NOVO ARTISTA DA NORTESUL


Pedro Pode, o ex-homem forte dos Doismileoito tinha muitas ideias soltas no computador e no telemóvel que tinham de ser concretizadas. Um conjunto de canções que se foram escrevendo, guardando, deixando crescer. Estavam presas como pássaros numa gaiola ou balões numa rede. E precisavam de voar.

S. Pedro, abençoado, libertou-as. Primeiro construiu um estúdio analógico, uma oficina de artesão. E foi gravando com tempo, em fita magnética, aperfeiçoando arranjos, acrescentando instrumentos, e convidando amigos para colaborarem.

Assim nasceu “O Fim”, um disco pessoal e transmissível, feito de canções simples, histórias quotidianas e letras que nos fazem sorrir e pensar.

Canções nas quais nos reconhecemos, com versos que ficam a ressoar, alguns na ponta da língua. Métrica redonda, recorte clássico e pop diletante onde se busca o essencial, até porque “é o bis encore que torna feia a canção”.

Um álbum que viu a luz do dia em edição de autor e que encontrámos a navegar na net. Um disco precioso que vai agora ganhar uma nova vida, uma nova cara e um novo corpo, com o selo da Nortesul. A nova edição está prevista para o próximo mês de Maio.

É tempo de descobrir S. Pedro, o novo artista da Nortesul. E a melhor maneira de começar é ouvi-lo em concerto, no Teatro do Bairro Alto, em Lisboa, já no próximo sábado, dia 22 de Abril


DA CHICK | "Call Me Foxy"


Depois de "Chick to Chick", LP de 2015 que destruiu as pistas de dança um pouco por todo o mundo, Da Chick está de volta em 2017 com um novo single, "Call Me Foxy" e novas sonoridades.

"Call Me Foxy" que também será o nome do EP sai esta sexta-feira dia 21 de Abril e surge numa nova fase da carreira da artista mais intensa e confiante, estado de espírito que estará bem patente nas novas músicas da artista.

"Call Me Foxy" é o primeiro avanço do EP homónimo produzido em parceria com o produtor francês Saintard que conheceu no Soundcloud e sairá no próximo dia 9 de Junho pela Discotexas apenas nas plataformas digitais e vinil.

GERÊS ROCK FEST

RESISTÊNCIA EM CONCERTO


18/04/2017

SANDY KILPATRICK & THE ORIGINS BAND | "Burlesque Sky"


"Burlesque Sky" é o segundo single do novo álbum de Sandy Kilpatrick que foi editado no passado dia 17 de Março num memorável espectáculo no Theatro Circo de Braga.

Este tema é a apresentação do lado mais boémio do "Confessions from The South" e do próprio Sandy Kilpatrick, escocês de nascimento mas cidadão do mundo, sem fronteiras. É uma música que nos transporta até a uma Braga boémia, saída de um universo quase literário: festivais de burlesco, danças sedutoras, vozes de coro, noites quentes e tonalidades avermelhadas.

Nas palavras do artista este é um tema que, mesmo sendo de homenagem a Braga e ao Theatro Circo, nasceu em Nova Iorque: "Estava lá para reunir com a Miss Mundo Exótico, Julie Atlas Muz, e falar da co-produção de um evento de burlesco chamado The Day of the Dead. O evento foi realizado depois no Halloween de 2007 no Theatro Circo de Braga, quando ainda trabalhava naquela casa".

Este evento trouxe até Braga os maiores nomes do burlesco em 2007 e criou a ânsia em Sandy Kilpatrick em compor uma canção que "conseguisse dar vida a todo o mundo do burlesco , à liberdade, ao prazer e à alegria de dançar. A sensualidade e a elevação do espírito."

Agora em 2017, Sandy Kilpatrick admite que "Pode ter demorado 10 anos para trazer o Burlesque Sky ao mundo, mas algumas coisas valem a pena a espera. Acho que com a The Origins Band finalmente consegui dar-lhe vida".


MINTA & THE BROOK TROUT EDITAM NOVO EP "ROW" E LANÇAM "SLOW" EM VINIL


"Slow", o terceiro disco de Minta & The Brook Trout e o primeiro com o selo da NorteSul, vai ter reedição em vinil, acompanhada por uma série de novidades.

Depois de um ano bem preenchido, marcado por canções como “I Can’t Handle The Summer” ou “Bangles”, uma série de concertos em Portugal e uma digressão pela Califórnia — na sequência da edição americana, com o selo da Gaylord’s Party Music, de Oakland —, "Slow" vai agora ao encontro dos amantes de vinil e colecionadores.

Dia 12 de Maio, a rodela preta de Slow vem acompanhada pelas ilustrações originais de José Feitor, que neste formato ganham novo sentido.

Para celebrar esta reedição, a NorteSul disponibiliza um novo EP de Minta & The Brook Trout, em formato digital. Chama-se Row, tem igualmente capa de José Feitor e consiste em 3 canções a meio caminho entre Slow e o próximo disco. 

Os novos temas - “Tropical Resort”, “So This Has To Do” e “Mild-Mannered Man” - foram escritos por Francisca Cortesão (voz e guitarra) e produzidos em parceria com Mariana Ricardo (voz e baixo), a dupla criativa no centro das operações, e arranjadas em conjunto com o restante elenco de luxo que completa a banda – Bruno Pernadas (guitarra), Margarida Campelo (voz e teclados) e Tomás Sousa (bateria e voz).

O novo EP e a reedição em vinil é pretexto para um novo single de Slow: "In Spain", uma das canções interpretadas ao vivo na recente passagem de Minta & The Brook Trout pelo No Ar, da Antena 3 (que incluiu uma versão inédita de "Walk Like An Egyptian”, das Bangles).

A digressão de Slow continua nesta Primavera com mais concertos, com destaque para a estreia da banda por terras espanholas no UKP Day, o regresso ao Teatro Aveirense e a presença no Super Bock Super Rock, um dos maiores festivais do país.

JOÃO AFONSO REEDITA O ÁLBUM "MISSANGAS"


"Missangas", produzido por Júlio Pereira, é o primeiro disco de João Afonso em nome próprio. À época, o cantautor foi distinguido com o prémio de Melhor Voz Masculina Nacional, atribuído pelo jornal Blitz. Em 2017 passam 20 anos sobre o lançamento do disco, que está assim de volta ao mercado numa edição especial.

A reedição de "Missangas" contém o alinhamento original, incluindo os temas “Carteiro Em Bicicleta” e “Buganvilla”. Além disso, a reedição terá algum material fotográfico que não constava da edição de 1997, bem como alguma cobertura jornalística da época, com várias críticas entusiásticas e a menção a vários concertos da digressão do disco.

"Missangas" marcou por isso uma fase muito importante da carreira de João Afonso. O disco levou-o a concertos em várias cidades portuguesas, mas também a outros países. Desde então já editou mais quatro álbuns a solo (sendo o último de 2014), e colaborou numa série de projetos musicais.

Este aniversário está a ser pretexto para uma série de concertos de celebração com um espetáculo muito especial. Um dos próximos espectáculos está marcado para o próximo 13 de maio no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.

ELA VAZ | "Canção do Mar"


Após dar rosto e voz a diversos trabalhos musicais na área do fado e da música popular. Ela Vaz destacou-se por participações em discos como «Cancionário», de Ricardo Parreira, ou «Aurora», do Lisboa Stockholm Project, projecto pioneiro de fusão entre fado, música tradicional portuguesa e música nórdica, de que fez parte entre 2011 e 2013.

Participou em trabalhos de artistas como Rui Oliveira, Ricardo Parreira, Helder Moutinho, Joaquim Teles (Quiné), Ricardo Fino ou Fatum Ensemble, em projectos como «Encontro Ibérico” (fado, flamenco e música tradicional portuguesa), «Fados a Preto e Branco» ou «DaCorDaMadeira». Foi uma das vozes convidadas para o elenco de «Fados e Canções do Alvim», juntamente com Ana Moura, Fafá de Belém, Carlos do Carmo ou Rui Veloso, entre outros.

Chegou agora a altura de se aventurar pelo seu próprio caminho. “Canção do Mar” foi o tema escolhido para a apresentação de “Eu”, primeiro disco de Ela Vaz com edição prevista para Setembro.

Com família ligada ao mar e sempre vivendo junto dele, sente a carga que representa e com o qual se identifica. Mar de calmaria, de ganha pão, mas também de tempestade e morte. É este mar que Ela homenageia, bem como a José Afonso, autor desta música, que hoje têm o privilégio de poder tocar e revestir com a sua sensibilidade, assinalando os 30 anos da sua morte.

FESTIN | Sertã

FESTIVAL POR ESTAS BANDAS | Cem Soldos

17/04/2017

M-PEX | Discurso Direto


M-PeX é um músico, compositor e produtor que tem na guitarra portuguesa o traço distintivo da sua identidade musical, posicionando-a enquanto instrumento solista em ambientes sonoros diversificados e pouco expectáveis. As suas criações ensaiam modernizar e globalizar este instrumento tradicional da cultura portuguesa, culminando numa arrojada e inovadora confluência musical. No próximo dia 19 de Abril, M-Pex apresenta no Teatro de Vila Real (Café-concerto) a sua mais recente criação, "Carinae". Hoje é meu convidado em "Discurso Direto".

Portugal Rebelde - Ao oitavo disco, continuas a defender a sonoridade original da guitarra portuguesa e a música eletrónica. Este foi um “combate” facilmente compreendido por todos?

M-Pex- No meu entender, a guitarra portuguesa carrega um pesado legado, no sentido de, aparentemente, ser um instrumento indissociável do universo do fado, existindo apenas para potenciar esta expressão artística e tudo o que foge a este formato é ainda visto como algo um pouco marginal. Parece que a guitarra apenas existe para servir o fado, descurando-se a sua expressão enquanto instrumento solista. Penso que por este motivo, e de um modo geral, a fusão da guitarra portuguesa com outras sonoridades seja, por vezes, alvo de críticas por não dignificar o instrumento que melhor exprime e canta o Fado. Mas acho que começa a existir uma maior percepção das potencialidades sonoras da guitarra e uma maior abertura, espero que em crescimento, para se valorizar a sonoridade da guitarra portuguesa em comunicação com outras linguagens musicais que não apenas no fado.

PR - As tuas criações concorrem de alguma forma para “modernizar” e globalizar a guitarra portuguesa?

M-Pex- Espero que sim. Nunca percebi por que motivo a guitarra portuguesa deveria permanecer circunscrita ao universo do fado e o meu desafio é precisamente contrariar essa tendência, colocando a guitarra portuguesa enquanto instrumento solista em ambientes sonoros diversificados e, para algumas pessoas, inesperados.

PR - Numa frase apenas como caracterizarias este “Carinae”?

M-Pex - «Carinae» é uma simbiose conceptual entre a sonoridade original da guitarra portuguesa e a música electrónica ambiental que nasce de um processo de experimentação e de manipulação digital do áudio da guitarra portuguesa originalmente gravado para os temas acústicos.

PR - Qual é o tema que melhor define o “espírito” deste disco?

M-Pex - Sendo uma simbiose, escolheria dois temas, «Carinae» e «Irancae».






PR - O que é o público vilarealense pode esperar do concerto do próximo dia 19 de Abril, no Teatro de Vila Real (Café-concerto)?

M-Pex - Tocarei temas do «Carinae», mas também músicas de outros discos, mas uma coisa é certa, a sonoridade da guitarra portuguesa comunicará com outras linguagens sonoras, podendo também haver lugar a momentos de improvisação.

PR - Para terminar, passado que são 10 anos da edição do teu primeiro disco, alguma vez te sentiste tentado em trocar a guitarra portuguesa por outro instrumento?

M-Pex- Não, mas vou continuar a procurar explorar diferentes sonoridades e outras linguagens artísticas, sempre, de alguma forma, com a guitarra presente. Poderei tentar gravar e fundir todos os instrumentos do mundo, mas guitarra portuguesa estará sempre presente.

HOLY NOTHING | "Speed of Sound"


Depois de pisar palcos nacionais e outros menos familiares (Eurosonic Noorderslag, SXSW), o trio portuense Holy Nothing volta à carga com um novo álbum, dois anos após “Hypertext”.

Os Holy Nothing continuam a ser agitados pelo motor e pela imprevisibilidade da experimentação. Se deambulam pelos espaços mais recônditos da música eletrónica, também pendem para referências que lhes são familiares e a todos nós, recriando um habitat e universo próprios.

O espírito indomável do trio portuense continua a ser propagado por sintetizadores, sequenciadores, grooveboxes e pelo calor próprio da EDM, alimentando-se de ritmos quentes e da sinergia criada pelas narrativas visuais de Bruno Albuquerque.

O single, “Speed of Sound”, continua a ser um desafio de desconstrução, seja pelos alicerces que os Holy Nothing vão destruindo e recriando com petrechos próprios, seja por nos obrigar a dissecar as referências do passado e do presente de que se apoderaram.

FINGERTIPS | "Somebody New"


Chama-se "Somebody New" e é o novo single dos Fingertips. "Somebody New" é uma canção sobre o amor. Um amor profundo, verdadeiro e interminável que poderá durar para sempre, embora sendo obrigado a seguir dois caminhos diferentes.

VÍDEOCLIP | "Amor Tem Si" - Filipe Pinto


Natural do Porto, Filipe Pinto assume uma forte ligação pela música e pela natureza. Longe vão já os tempos em que cativou o país num programa televisivo de talentos, e ao segundo disco, depois do auspicioso “Cerne”, continua a surpreender-nos com o seu talento e a estar na vanguarda da nova geração que faz da língua portuguesa um dos seus principais motores de renovação.

“Amor Tem Si” é o seu mais recente single, o terceiro retirado de “E Tudo Gira”, o álbum de originais editado em 2016 pela Sony Music que o confirmou como um dos grandes talentos da música nacional.

É uma simples canção de amor, uma dedicatória para alguém especial que nos preenche o coração”, refere o cantor. Nela, o protagonista percorre os receios que implicam dar o primeiro passo numa relação, “uma espécie de expectativa saborosa”. Com letra e música de Filipe Pinto, esta foi a última canção a ser composta para o disco. 

A ideia começou pelo Ukulele e ainda a primeira estrofe não estava terminada, o assobio impôs-se. Quis dar-lhe uma roupagem folk, uma quase “banda andante”, sem grandes artifícios de produção que espelhasse a simplicidade da canção.”

O videoclip de “Amor Tem Si”, que aqui apresentamos, foi realizado por João Nuno Brochado em Ílhavo e concretiza um desejo antigo do cantor, o de produzir um vídeo one shot, num único take.

Algumas das canções de outros artistas de que mais gosto estão associadas, no meu imaginário, a vídeos filmados desta forma: há uma espectacularidade no risco de o fazer assim que me agradava”, explica Filipe Pinto.

Na troca de ideias com o realizador, acabámos por ir parar a este desafio de forma quase inconsciente - ilustrar a canção com mini-histórias que expressem o quotidiano numa relação. As tonalidades vivas das casas típicas da Costa Nova serviram como base desta tela em movimento, permitindo uma sensação quente e alegre. Foi um processo muito vivo, com a participação de muita gente a quem devo um grande obrigado”.

A par das apresentações ao vivo de “E Tudo Gira” - o próximo espectáculo é no dia 25 de Abril na Semana Académica da UTAD em Vila Real - Filipe Pinto continua a desenvolver o projecto “O Planeta Limpo do Filipe Pinto”, combinando a sua formação académica em Engenharia Florestal e a música. 

Trata-se de um projecto infantil e pedagógico que integra um livro, um jogo, um CD e um DVD e que continua a percorrer, com inúmeras acções de divulgação, as escolas do país incutindo, na população escolar, a consciencialização ambiental de forma didáctica e divertida.

XI ENCONTROS DE FADO DE ALMADA


Os Fadistas Duarte, Maria Amélia Proença e José da Câmara são os convidados e juris do 11º Encontros de Fado de Almada a realizar no Auditório Fernando Lopes-Graça em Almada.

O Júri será constituído pelos músicos residentes e o Fadista convidado de cada noite. Todos os concorrentes serão acompanhados pelos músicos residentes e terão assim a possibilidade de se apresentar em palco, num auditório profissional com uma casa repleta de amantes de Fado e acompanhados por músicos profissionais com vários anos de experiência.

Como prémios os 3 primeiros classificados darão um concerto em nome próprio no mesmo auditório no mês de Outubro e o primeiro classificado terá direito à gravação de um EP com 5 Fados, gravado em estúdio profissional e acompanhado pelos músicos residentes do festival.

As inscrições para a Décima Primeira Edição do Fado de Almada estão abertas até dia 8 de Maio.

Link inscrição:

16/04/2017

THE MELANCHOLIC YOUTH OF JESUS EM CONCERTO


Os The Melancholic Youth Of Jesus (mYoj) regressam aos palcos no dia 6 de Maio no Sabotage Club (Lisboa) e dia 10 de Maio no La Palma, Madrid. Será a estreia da nova formação que conta com Carlos Santos (Voz), Miguel Lopo (Guitarras), João Leitão (Baixo) e Pedro Almeida (Bateria). Em 2017 os mYoj vão estar mais activos em termos de concertos, estando a trabalhar num novo álbum previsto para edição em 2018.

BIRDS ARE INDIE | Póvoa de Varzim

CACIQUE´97 | Porto

15/04/2017

LUÍS PEIXOTO | Discurso Direto


Luís Peixoto é musico e multi-instrumentista, trabalha desde 2001 na área da música folk. Após um percurso profissional extenso em que conta com várias colaborações noutros projectos, lança agora o seu primeiro álbum a solo, “Assimétrico”, acompanhado por Quiné Teles nas percussões, Miguel Quitério nos sopros e Anders Perander na guitarra. Hoje em "Discurso Direto" é meu convidado Luís Peixoto.

Portugal Rebelde - O teu percurso musical é marcado pela música de raiz tradicional. Cresceste numa época em que a música electrónica influenciou a tua cultura. Foi difícil resistir à tentação de fundir o folk e a eletrónica?

Luís Peixoto - Foi tão difícil que não consegui resistir. A música com forte presença de elementos electrónicos sempre me atraiu, tal como a música folk ou de raiz tradicional. Mas sempre que ouvimos estes géneros musicais, geralmente vêm afastados um do outro. Acho que é por isso que, normalmente, quem conhece bem a musica folk, desconhece totalmente a electrónica e vice-versa. A fusão que eu fiz é muito pessoal mas acho que traz alguns encontros inesperados.

PR - Este disco conta com a participação especial de Fabíola Augusta (voz) em "Repara bem que afinal" com letra de Sebastião Antunes. Queres falar-nos um pouco deste encontro?

Luís Peixoto - Já acompanho o Sebastião Antunes há alguns anos e sempre gostei muito da forma como escreve. Quando surgiu a ideia de ter uma canção no disco, ele foi a primeira pessoa em quem pensei para escrever a letra. Fiquei muito feliz por ele ter aceitado o convite, assim como a Fabíola que eu conhecia há alguns anos de uma bando do Porto chamada “Rakia”. A Fabíola veio dar a voz que eu procurava para o “Repara bem que Afinal”.



PR - Numa frase apenas como caracterizarias este “Assimétrico”?

Luís Peixoto - Eu diria que é um disco que conta histórias diferentes, que parte da fonte acústica mas que viaja por vários territórios sonoros, usando recursos de programação eléctronica.

PR - A que se fica a dever a escolha de “Assimétrico” para título deste disco?

Luís Peixoto - O título veio depois das composições. No disco houve alguma despreocupação em compor segundo regras. O álbum passa por territórios diversos e as músicas são também o resultado de experiências como produtor e compositor. “Assimétrico” é o titulo que de alguma forma mostra esta desigualdade das disposições relativas.

PR - Já tiveste oportunidade de apresentar as canções deste disco. Qual tem sido o “feedback” que tem recebido do público?

Luís Peixoto - Acho que há alguma curiosidade em relação a outros projectos onde eu participo ou já participei, por ser o meu primeiro álbum em nome próprio. Já tive algumas apresentações e o “feedback” tem sido muito positivo.


SÉRGIO GODINHO | Teatro Municipal de Vila do Conde


“Liberdade” é de todas as palavras e conceitos que uso na minha vida, e por arrasto nas canções, a que mais acarinho e que mais defendo, aquela que dá ao norte a sua bússola.

A frase é de Sérgio Godinho e dirige o público para o que poderá assistir em “Liberdade” - a partir de uma canção composta em 1974 e publicada nesse mesmo ano no álbum “À Queima Roupa”, o “escritor de canções” revê, através do seu repertório, a vivência do Portugal democrático.

Estreado em Abril de 2014 em três memoráveis noites no São Luiz Teatro Municipal, em Lisboa, tem percorrido o país provocando grande do entusiasmo junto de todos quantos a ele têm assistido, motivando inclusive, a publicação de um disco ao vivo no final do ano com o mesmo título – “Liberdade”.

Por entre releituras e reproduções, Sérgio Godinho aborda a quase totalidade da sua vasta discografia tendo como ponto de partida a liberdade em sentido lato ou, se quisermos, as diversas liberdades, em sentido particular – “Já Joguei Ao Boxe”, “Fotos do Fogo”, “Maçã Com Bicho”, “Que Força É Essa” ou “O Acesso Bloqueado” são, entre outras, canções presentes – mas há ainda espaço para a novidade, para os inéditos, e “Tem O Seu Preço” sobe ao palco; ou ainda para a descoberta de “Na Rua António Maria”, tema de Zeca Afonso nunca antes publicado e que Sérgio Godinho traz a “Liberdade”, literalmente, de memória.

Desde a música empenhada, bandeira de causas e consciência social, ao diário íntimo e plural, uma visão de nós próprios a partir do trabalho de um dos mais importantes criadores de imaginário das últimas quatro décadas.

22 de Abril - Teatro Municipal de Vila do Conde, 21.30h


PEDRO CALDEIRA CABRAL | “Guitarra de Ontem e de Hoje”


Pedro Caldeira Cabral, reconhecido internacionalmente como compositor e multi-instrumentista, comemora 50 anos de carreira, num evento de dois dias, tendo como tema a valorização e promoção do legado patrimonial da Guitarra Portuguesa.

A Guitarra Portuguesa, com a sua sonoridade particular e recursos expressivos únicos, tem um passado, um presente e um futuro que importa conhecer. Actualmente é o nosso único instrumento popular cuja transversalidade de uso se expressa nas mais diversas áreas musicais, do Fado à Música Antiga ou da World Music ao Jazz.

Ao longo das cinco últimas décadas, Pedro Caldeira Cabral tem prosseguido uma das carreiras mais prolíficas e prestigiantes na cena musical nacional. Investigador na área da música tradicional (Organologia musical) e intérprete multi-instrumentista, desenvolve como compositor um estilo próprio, fundado na tradição solística da Guitarra Portuguesa, com uma discografia a solo que inclui quase duas dezenas de obras. 

Desde 1970, tem dado, na qualidade de solista, concertos nas principais salas e festivais da Europa, Estados Unidos da América, Colômbia, Macau e Brasil. Participou e programou diversos festivais, representou Portugal em diversos eventos Institucionais de grande prestígio e chegou a estar na génese do movimento World Music, apresentando-se com frequência no Festival Womad de Peter Gabriel.

25 de Maio - Teatro São Luiz, Sala Luis Miguel Cintra (21.00h)

26 de Maio - Teatro São Luiz, Jardim de Inverno (11.00h/18.30h)

M-PEX | Teatro de Vila Real

MIGUEL ARAÚJO | Sintra

INDIGNU | Vila do Conde

14/04/2017

MEIFUMADO REEDITA “KSX2016” DE KESO


BruceGrove” é a canção intensa que marcou a estreia de Keso no universo dos videoclips, com uma peça altamente cinematográfica, filmada em Londres, nos locais que estão na génese destas rimas.

“BruceGrove” é uma das grandes canções que compõem “KSX2016”, um dos melhores discos do ano passado que, agora, a Meifumado fez questão de reeditar.

“BruceGrove” é agora o motivo para um dos mais estimulantes projectos de arquitetura sonora do Hip Hop nacional, a dupla de Leça – Roger Plexico – nos brindar com mais uma remistura, que reflecte, mais uma vez, a sua profunda modernidade, o talento inquestionável de Keso e o peso imenso desta canção.
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