22/01/2019

THE WALKS | Discurso Direto


The Walks regressaram aos discos no passado mês de Novembro com a edição de um novo trabalho, “Opacity”. O disco é composto por 8 temas originais, incluindo “I Guess...”, fruto de uma parceria com Ghost Hun. Hoje em "Discurso Direto" são meus convidados The Walks.

Portugal Rebelde - É verdade que este “Opacity” resume de alguma forma as novas vivências da banda e as mudanças na sonoridade?

The Walks - Sem dúvida. Todos os processos que levaram à materialização do novo álbum foram vividos, por nós, de uma forma bastante intensa. As escolhas que fizemos, desde o inicio, obrigaram-nos a saír da nossa zona de conforto e a trabalhar arduamente a fim de alcançarmos os objectivos a que nos tínhamos proposto. Durante esse período moroso, passámos por muitas experiências de vida, tanto na banda como individualmente, que foram moldando a sonoridade e o ambiente do disco. Existe muito sentimento nosso nas faixas, fazendo com que este álbum tenha uma genuinidade que queremos relevar.

PR - Podemos dizer que este disco apresenta “duas faces”, uma “mais brilhante”, animada e outra “mais negra”?

The Walks - Claro que sim, se bem que essa aparente divisão não se torna totalmente estanque. A nível de sonoridade, é transparente a diferença das 4 primeiras faixas para as 4 subsequentes. No entanto, analisando cada tema, percebe-se que, nem sempre um tema alegre tem uma mensagem positiva e nem sempre um tema mais "carregado" demonstra uma ideia ou pensamento derrotista. A subtileza das nuances faz a diferença e isso resume "Opacity". A própria vida é repleta destas incongruências e a nossa existência é determinada pelas vários níveis de opacidade que, de certa forma, influenciam a nossa percepção da realidade.

PR - Qual é o tema que melhor caracteriza o “espírito” deste disco?

The Walks - Possivelmente, o tema que escolhemos para a apresentação do álbum, "Special", é o que traduz este conceito de forma mais clara. Tem uma abordagem colorida e dancável, em que o próprio nome tem uma conotação, tendencialmente, positiva, onde até o video nos transporta para um ambiente de festa e boa disposição. No entanto a mensagem do tema é tudo menos isso. Leva-nos a reflectir sobre as consequências mais nefastas de tudo aquilo que, à primeira vista, confere-nos conforto e prazer.

PR - Numa frase apenas como caracterizariam este “Opacity”?

The Walks - Sem querer aparentar ser grandioso e pretensioso, "Opacity" resume a nossa própria história de vida, como seres humanos e partes integrantes desta sociedade moderna.


XUTOS & PONTAPÉS | "Duro"


Com 40 anos de existência, os Xutos & Pontapés são das poucas bandas portuguesas verdadeiramente transgeracionais, somando aos mais militantes adeptos dos seus primeiros tempos, novas gerações às suas fileiras de fãs.

O novo disco, “Duro”, é por isso mesmo um legado. Um legado de perseverança e persistência, de luto e de alegria, ansiedade e calma.

Os Homens do Leme continuam assim, a navegar e a fazer aquilo que sempre falou melhor por eles: Rock em Português! Hoje e sempre! Xutos.

FRANKIE CHAVEZ E PEIXE | "Miramar"


Frankie Chavez e Peixe são Miramar, embora venham de diferentes latitudes e tenham experiências distintas, estão unidos pelo seu trabalho com a Guitarra. Agora apresentam "Miramar", o disco homónimo com edição agendada para esta sexta-feira, a 25 de Janeiro, e que já se encontra em pré-venda na Rastilho Records.

O novo disco "Miramar" é apresentado ao vivo pela primeira vez no mês de março em 3 concertos agendados para 14 de Março na Casa da Música, Porto, 26 de Março no Teatro Villaret, Lisboa e a 30 de Março no Salão Brazil em Coimbra. Estes espetáculos contam com uma forte componente visual em que imagens de arquivo escolhidas por Jorge Quintela vão servir de pano de fundo aos concertos.

O álbum de Miramar é editado em CD e LP pela Rastilho Records e conta com 11 temas originais compostos por Peixe e Frankie Chavez.

A música dos Miramar é rica, sem nunca ser excessiva. É coerente, sem nunca ser repetitiva. É uma estrada que se percorre de forma contemplativa e que ora serpenteia até ao cume da mais alta montanha, ora se deixa ir planante, pelo calor preguiçoso do deserto, mas sempre a levar mais longe o som daquelas cordas que ressoam em diferentes caixas, com ou sem electricidade, e sempre como se os dois aqui fossem apenas um.

CONAN OSÍRIS | "Telemóveis"


"Telemóveis", é esta canção que Conan Osíris leva ao Festival da Canção 2019. O músico atua na 1.ª semifinal no dia 16 de Fevereiro.


MALDITO ABANDONA TODAS AS SUAS BANDAS


Carlos Sobral mais conhecido no meio underground como "Maldito" diz adeus a todas as suas bandas para se focar no seu projeto Mercic.

Mercic tem sido desenvolvido desde 2015 e o músico decide agora focar-se a 100% e levar para palcos o seu projeto pessoal que já tem três álbuns editados.

Maldito estava ligado a bandas como Cryptor Morbious family, Inkilina Sazabra, Kapitalistas Podridão e Máquina Apollo.

TSUNAMIZ | Popular de Alvalade

21/01/2019

JOANA ESPADINHA | Discurso Direto


Joana Espadinha primeiro levou-nos a dançar e depois fez-nos pensar. E bem. Em dois singles mostrou ao que vinha. É uma cantora, autora, executante. É música de corpo inteiro. Faz canções que nos agarram, activam a circulação de emoções e a vibração dos músculos, desde logo o coração, e tanto nos convidam a menear as ancas como nos abanam. Podíamos descrever o álbum de estreia de Joana Espadinha na Valentim de Carvalho como um disco pop que mergulha no património da música portuguesa de artistas como Lena d’Água ou Gabriela Schaff. Hoje em "Discurso Direto" é minha convidada Joana Espadinha.

Portugal Rebelde - “O Material Tem Sempre Razão” marca o fim da sua timidez como cantora pop?

Joana Espadinha - Eu acho que marca o fim da minha timidez como autora, porque quando escrevemos e gravamos canções nas quais acreditamos, essa confiança no que foi feito dá-nos asas para ir mais longe. Eu nunca pensei em que tipo de cantora seria, mas as canções que escrevi são Pop e por isso eu tornei-me uma cantora Pop. Os rótulos são perigosos, porque são sempre limitadores, mas posso dizer que foi a música que escrevi que me trouxe aqui.

PR - Depois de dez anos a estudar música e a especializar-se no Jazz, sente que encontrou o caminho certo?

Joana Espadinha - Sim, sem dúvida. O caminho certo é sempre o que faz sentido para nós no momento, mesmo que mais tarde se mude de ideias. O meu percurso no Jazz e no estudo da música foi o que o que me deu ferramentas para materializar as canções que queria escrever, e faz parte de quem sou.

PR - Depois de “tampa” de Benjamim, que importância teve o músico e produtor na construção deste disco?

Joana Espadinha - O Benjamim foi absolutamente essencial. Primeiro desafiou-me a escrever mais canções em português, em jeito de “tampa”, e eu aceitei o desafio mesmo cheia de dúvidas existenciais. Quando lhe mostrei as canções novas ele ficou surpreendido e começamos a trabalhar, a fazer a pre-produção do disco em casa dele. Eu acho que ele percebeu, antes de mim, o que este disco podia ser, sonora e esteticamente, porque tinha uma visão mais objectiva, e menos preconceitos que eu, que achava que o disco seria mais próximo do Indie Rock do que do Pop. Acabamos por ir atrás das canções, escolhendo os sons (o Benjamim tocou quase todos os instrumentos do disco) e percebemos, especificamente quando terminamos a primeira canção, o “Leva-me a dançar”, que havia algo de especial e original que marcaria todo o disco. Ele tem um entusiasmo pela música que é contagiante, e muito inspirador.

PR - “Leva-me a Dançar” é o tema mais “desavergonhadamente” pop deste álbum?

Joana Espadinha - Penso que sim. Eu tinha algum receio que se tornasse piroso, e talvez por isso, não me importei que o Benjamim trabalhasse na canção à vontade, e esse desprendimento foi essencial. A canção é uma das minhas favoritas, porque, de uma forma leve, acaba por falar deste paradoxo do amor dos tempos modernos, da mulher que quer ser forte e independente mas também reclama para si um pouco de romantismo.

PR - Já teve oportunidade de apresentar as canções deste disco em palco. Qual tem sido o “feedback” que tem recebido do público?

Joana Espadinha - Tem sido muito bom, é incrível ver que as pessoas conhecem as canções, sentir essa energia, e partilhar o palco com músicos extraordinários. Eu estive afastada dos palcos durante algum tempo e tinha muitas saudades de andar na estrada a tocar. Já temos muitos concertos marcados em 2019, e isso deixa-me muito feliz.

PR - A que se fica a dever a escolha de “O Material tem Sempre razão” para título deste disco?

Joana Espadinha - Esta frase é geracional, talvez os miúdos de hoje não se revejam mas eu passei a vida a ouvi-la da boca do meu pai (que não é o Vítor Espadinha!), e uso muito. A frase é a metáfora perfeita daquele que em sido o meu percurso artístico: sempre que tentei ser alguém que não era, deu-se um curto circuito, porque o material tem sempre razão. Não podemos ir contra o que somos, mesmo que a indústria musical às vezes nos peça o contrário. Podemos evoluir, surpreendermo-nos até em terrenos fora da nossa zona de conforto, mas a nossa essência é sempre a mesma. Há uma canção no disco que fala de tudo isto, e que tem este título, por isso fez todo o sentido estendê-lo ao disco também.




SALTO | Casa da Música


Os Salto apresentam ao vivo o novo disco "Férias em Família" no próximo dia 2 de Fevereiro na Casa da Música, no Porto. Antes disso, e em antecipação deste espetáculo, lançam "Cantar até Cair" como novo single retirado do disco editado no fim de 2018.

Este espetáculo marca o primeiro concerto da banda naquela que é uma das mais emblemáticas salas da cidade do Porto - cidade que viu nascer a banda -,e por isso o concerto na Casa da Música não podia ser menos do que especial. Nas palavras dos Salto "esta é uma das salas que mais nos influenciaram a fazer música, por exemplo, o Luís só começou a tocar baixo elétrico depois de assistir a um concerto de Metronomy na sala em que agora atua".

Neste retorno a casa a banda convida a palco um ensemble de violoncelos da ARTEAM (Escola Profissional de Música de Viana do Castelo) para se juntarem a eles em alguns dos temas que compõem o novo "Férias em Família". Além das canções do novo disco, a banda revisita também os outros dois discos de originais: "Salto" e "Passeio das Virtudes".

"Cantar até Cair" é o novo single que segue a "Teorias" e "Rio Seco" e é o tema que abre o terceiro álbum de originais da banda. É um clarificar de intenções e a confirmação do caminho a fazer - cantar até cair. É ainda a canção que fala da mudança dos Salto para Marvila - “Tentei despertar do sono em Marvila…” - e que acaba por assinalar o fechar de um ciclo em três actos (os 3 discos - “Salto”, “Passeio das Virtudes” e “Férias em Família”) e de pavimentar o novo caminho que a banda percorre.

Os bilhetes para o espetáculo na Casa da Música no Porto estão à venda em toda a rede Ticktline e nos locais habituais.

MILA DORES NO FESTIVAL DA CANÇÃO 2019 COM "DEBAIXO DO LUAR"


Mila Dores será a voz do tema "Debaixo do Luar" que integra a selecção ofical de canções do Festival da Canção 2019. Convidada por Rui Maia (Mirror People, X-Wife) para a edição deste ano do certame promovido pela RTP, Mila irá interpretar uma composição da autoria do produtor com letra partilhada pelos dois. "Debaixo do Luar" integrará a 2ª eliminatória do evento que terá lugar no dia 23 de Fevereiro e já pode ser escutada.


ANTÓNIO ZAMBUJO LANÇA “DO AVESSO” EM VINIL VERMELHO


Chega hoje às lojas a edição em vinil do mais recente álbum de António Zambujo, “Do Avesso”. Esta edição especial será em vinil vermelho e o alinhamento estará, literalmente, “do avesso”, relativamente à edição em CD. “Do Avesso” já atingiu o 1.º lugar do top nacional de vendas e recentemente conquistou o Galardão de Disco de Ouro.

À semelhança dos álbuns anteriores de António Zambujo, este novo disco será apresentado no mundo inteiro. O arranque da digressão está marcado para 8 de Fevereiro, em Paris, no Le Trianon, e dia 9 no Luxemburgo, no Casino2000. De regresso a Portugal, o artista atua a 23 de Fevereiro no Coliseu do Porto, a 1 e 2 de Março no Coliseu de Lisboa, e no dia 24 de Maio em Coimbra, no Convento de São Francisco. As datas completas da digressão podem ser consultadas mais abaixo.

No álbum “Do Avesso”, António Zambujo abraça novas abordagens à sua música e evoca referências até hoje pouco exploradas no seu percurso. Zambujo contou, na produção, com uma equipa de luxo que (re)uniu três dos mais talentosos músicos e produtores nacionais: Filipe Melo (também responsável pelas orquestrações), Nuno Rafael e João Moreira.

António Zambujo contou com a participação especial da Orquestra Sinfonietta de Lisboa e do maestro Vasco Pearce de Azevedo. Colaborou ainda com músicos e compositores como Luísa Sobral, Pedro da Silva Martins, Aldina Duarte, Miguel Araújo, Márcia, Jorge Benvinda, Mário Laginha, João Monge ou Paulo Abreu de Lima.

“Do Avesso” é um disco arrojado, surpreendente e arrebatador, que está a conquistar os milhares de fãs de António Zambujo.

CARTAZ | Concerto

GUITARRA E CONTRABANDA | Teatro Municipal da Guarda

20/01/2019

MIGUEL XAVIER | "Soneto Inglês"


"Soneto Inglês" é o segundo single do disco de estreia de Miguel Xavier. Escrito por Alexandre O’Neill, com música de Filipe Teixeira, é um retrato da solidão onde o silêncio nos leva ao mais fundo de nós.

Inspirado no fado menor, é uma viagem para o futuro onde o fado se deixa transportar para um universo musical ainda por descobrir.


GONÇALO GUERRA LANÇA ÁLBUM DE ESTREIA


O jovem cantor e compositor Gonçalo Guerra acaba de lançar o seu álbum de estreia. Todos os temas têm letra de sua autoria e música também de Gonçalo Guerra e de Vítor Silva. Os dois gravaram todas as partes instrumentais neste disco e a produção esteve a cargo, como habitualmente, de Vítor Silva.

O tema que abre o álbum, “Senta-te Aqui”, é também o single que acompanha este lançamento apenas disponível nas plataformas digitais e já roda nas rádios portuguesas, sendo assim o quarto single extraído deste álbum, sucedendo a “Tudo O Que És” (Dezembro 2016), “Nós Ficámos” (Abril 2017) e “Penso Em Ti” (Junho 2018)


"SANGEMIL" DE MIGUEL ARAÚJO COM RUI VELOSO JÁ ESTÁ DISPONÍVEL EM TODAS AS PLATAFORMAS


Já está disponível “Sangemil (com Rui Veloso)”, o tema, que faz parte de "Giesta", é agora lançado numa nova versão registada ao vivo no Colliseu do Porto em Novembro de 2017, que conta com a participação especial de Rui Veloso.

Esta edição segue-se ao anúncio de “Casca de Noz”, uma digressão a solo de Miguel Araújo que passará por todo o país entre Fevereiro e Junho do próximo ano. A tour termina a 15 de Junho, numa noite única, no Coliseu do Porto Ageas. 

Sozinho em palco, Miguel Araújo apresenta um espectáculo intimista, com um cenário envolvente, da autoria de Ana Sequeira, e que terá também um pouco de storytelling a pontuar a interpretação dos seus maiores êxitos e de algumas novas canções.

Em 2018, além da extensa digressão de Giesta, Miguel Araújo lançou ainda o livro “Penas de Pato - Ver a vida a passar da varanda”. que inclui crónicas já publicadas na revista Visão (onde escreve de duas em duas semanas), três contos inéditos e outros textos novos.


LUIZ CARACOL EM CONCERTO

19/01/2019

DADA GARBECK | "This Is Not Misanthropy"


"This is not Misanthropy", é este o single/vídeoclip de avanço para o álbum de estreia de Dada Garbeck - "The Ever Coming" (Revolve, 2019). O disco já está disponível para streaming e compra, aqui.

MONTANHAS AZUIS | "Faz Faz"


Chega em Fevereiro às lojas e aos palcos o disco que junta Marco Franco, Norberto Lobo e Bruno Pernadas. “Ilha de Plástico”, o longa duração a ser editado pela Revolve sela a colaboração que os três músicos iniciaram no ano passado sob o nome Montanhas Azuis. A primeira oportunidade para o ver ao vivo já está marcada: dia 15 de Fevereiro na Culturgest, em Lisboa. O single de avanço "Faz Faz" já pode ser ouvido aqui.

CHURKY | “Nada Nem Ninguém”


“Nada Nem Ninguém” constitui a música de apresentação do álbum de estreia de Churky, vencedor do EDPLiveBands2018. O disco com o selo da Sony Portugal é editado em Fevereiro e tem por título “É”. As apresentações ao vivo decorrem em Março em locais como Aveiro (Teatro Aveirense), 14), Lisboa (Musicbox, 22) e Alcobaça (Cine-Teatro, 23).

"É" apresenta o resumo de Churky e das suas canções totalmente compostas e tocadas por si mesmo. Diogo Rico (nome de Churky) é autor de todos os temas do álbum de estreia, gravado no Estúdio da Estrela (Lisboa). Foi também no Estúdio que trabalhou com João Carneiro, realizador dos vídeos dos próximos singles "É" e "Pente Fino".

A história de Churky começa muito cedo. Desde os 13 anos que aprendeu a tocar todos os instrumentos e aos 15 já se dedicava à composição. Tendo a zona da Nazaré como base de vida, as suas músicas traçam linhas diferentes do habitual. Esse mesmo toque diferenciador levou-o à vitoria no EDPLiveBands e catapultou Churky para um reconhecimento maior, como são os casos das actuações nos festivais NOS Alive (Portugal), Mad Cool (Espanha) e Belem Art Fest (Portugal).


URSO BARDO | “Vida e Morte de D. Antónia"


Já está disponível o novo longa-duração dos Urso Bardo. “Vida e Morte de D. Antónia" sucede ao registo de estreia da banda de Lisboa lançado em 2016, e já se encontra disponível em CD, vinil, mp3 e nas principais plataformas digitais.

Os Urso Bardo passam pelo Club de Vila Real no dia 17 de Maio.


18/01/2019

GALO CANT'ÀS DUAS | Discurso Direto


Galo Cant’às Duas nasceu de um encontro de artes em meio rural, na aldeia da Moita/Castro Daire. Fazendo ambos parte desse encontro de artistas, Hugo Cardoso e Gonçalo Alegre decidiram avançar para uma jam/concerto em duo onde a bateria, percussões e contrabaixo foram os instrumentos escolhidos para explorarem sonoridades sem qualquer preconceito. No dia em que o álbum "Cabo da Boa Esperança" chega às lojas, recebemos em "Discuso Direto" o Galo Cant’às Duas.

Portugal Rebelde - A introdução da palavra neste novo trabalho, é uma nova “rota” que se abre para a vossa música?

Galo Cant'às Duas - Sim, sentimos que chegámos ao equilíbrio que tanto trabalhámos durante o ano de 2018. Foi um desafio bem interessante, crescemos bastante com toda esta mudança.

PR - O longa-duração, editado em nome próprio chega no dia 18 de Janeiro, afirma que os galos cantam, sim. Mas dançam, gritam, saltam e, pelo caminho, também descobrem outros poisos. É esta “ânsia” de descoberta que vos faz mover?

Galo Cant'às Duas - Sempre fomos umas pessoas que naturalmente procuraram um certo desconforto. Mesmo com o primeiro disco arriscávamos bastante nos concertos, nunca sentimos uma estabilidade na música que compomos. São factores que nos fazem evoluir.

PR - Qual é o tema que melhor caracteriza o “espírito” deste disco?

Galo Cant'às Duas - Na verdade sentimos que existe esse “espírito” em praticamente todos os temas. Tivemos alta dificuldade em escolher o single por isto mesmo. Contudo o “Sobre um Tanto Medo”, agora single, acabou por ser o escolhido para passar essa mensagem.

PR - Numa frase como caracterizariam este “Cabo da Boa esperança”?

Galo Cant'às Duas - A descoberta do tão desejado equilíbrio.

PR - No dias 1 e 8 de Fevereiro apresentam as canções deste “Cabo da Boa esperança” no Maus Hábitos (Porto) e Sabotage (Lisboa). O que é que o público pode esperar destes concertos?

Galo Cant'às Duas - A energia e Amor que impomos a isto que acreditamos. É o que nos move e fazemos questão de o partilhar a quem nos segue.




DRAGÃO INKOMODO | "Ano Novo Vida Nova"


Não fosse o novo ano passar despercebido, Dragão Inkomodo relembra-nos da inexorável passagem do tempo com novo lançamento da já tradicional série de EPs "Ano Novo Vida Nova".

Marco habitual no pontapé de saída de cada ano desde 2016, esta coleção de quatro faixas assinala o regresso de Dragão, depois de um ano fértil em edições, e em que continuou o trabalho de sonoplasta residente das Terças de Poesia Clandestina (Desterro, Lisboa).

A esquizofrenia dançável que lhe é singular - agora mais ponderada e autoconsciente - antevê um ano de lançamentos que promete ser prolífico, com este EP a permitir adivinhar as possíveis sonoridades a explorar em 2019. O próximo longa-duração promete - e não tardará em chegar.

STEREOSSAURO | "Bairro da Ponte"


Chega dia 1 de Fevereiro às lojas físicas e digitais o novo álbum de Stereossauro, “Bairro da Ponte”, do qual já são conhecidos os temas “Nunca Pares” e “Flor de Maracujá”. O concerto de apresentação está marcado para dia 28 de Fevereiro, no Lux, em Lisboa. Os bilhetes já estão disponíveis nos locais habituais.

Este projeto teve como ponto de partida e inspiração o acesso privilegiado, e inédito, aos arquivos da Valentim de Carvalho e a manipulação dos masters originais de Amália Rodrigues, a maior fadista de sempre, e Carlos Paredes, o mestre da guitarra portuguesa. O resultado é um disco em que Stereossauro se move no território do hip hop, do fado e da música electrónica, desafiando generosamente os artistas convidados a deixarem a sua impressão digital num conjunto de interpretações surpreendentes. Nunca se fez algo assim em Portugal.

Os 19 temas do disco resultam da colaboração de uma extensa lista de convidados dos mais variados géneros musicais: Ace, Ana Moura, Camané, Carlos do Carmo, Capicua, Dino d'Santiago, Dj Ride, Gisela João, Holly, NBC, Nerve, Papillon, Paulo de Carvalho, Plutónio, Razat, Ricardo Gordo, Rui Reininho, Slow J, Sr. Preto e The Legendary Tigerman.

"Flor de Maracujá feat. Camané", com letra de Capicua, é o segundo tema extraído do disco “Bairro da Ponte”. O tema foi recebido com entusiasmo pelo público e crítica nacional, e o vídeo considerado pelo Rimas e Batidas um dos melhores de 2018.

Stereossauro tem vindo a firmar um espaço único na música portuguesa, com destaque para a remistura de “Verdes Anos”, um original de Carlos Paredes, e as conquistas alcançadas ao lado de DJ Ride na dupla Beatbombers - juntos sagraram-se bicampeões mundiais de scratch pela IDA, em 2011 e 2016 e, em 2018, actuaram na grande final da Eurovisão que decorreu em Lisboa e foi transmitida para todo o mundo.

Agora é tempo de voltar a editar em nome próprio, “Bairro da Ponte” chega a 1 de Fevereiro a todas as lojas físicas e digitais.


LUÍSA SOBRAL | "Rosa"


Luísa Sobral inicia digressão de "Rosa" em Fevereiro com concertos em Coimbra, Porto, Setúbal e Lisboa. As histórias de ‘Rosa’ começarão a ser desvendadas ao vivo no dia 8 de fevereiro no Convento São Francisco, em Coimbra, subindo no dia seguinte, a 9, até à Casa da Música no Porto. Luísa Sobral celebrará o Dia dos Namorados, dia 14, em Setúbal, no Fórum Municipal Luisa Todi e apresentará "Rosa" a Lisboa no dia 22 de Fevereiro no Teatro Tivoli BBVA.

Em Março a digressão passa por Castelo Branco (dia 9), Ílhavo (dia 15) e Caldas da Rainha (dia 23) seguindo para Espanha em abril. O regresso a palcos nacionais será a 10 de maio no Altice Fórum Braga.

Para apresentar o novo trabalho, Luísa Sobral será acompanhada em palco por uma formação inédita. A seu lado terá Manuel Rocha nas guitarras e um trio de sopros formado por Sérgio Charrinho no fliscorne, Angelo Caleira na trompa e Gil Gonçalves na tuba.

"Rosa", o novo álbum de Luísa Sobral, teve entrada direta para o 4.º lugar da tabela nacional de vendas. Editado no passado mês de Novembro, foi produzido pelo catalão Raül Refree (Raul Fernandez Miró), produtor de nomes como Mala Rodriguez, Silvia Pèrez Cruz e Rosalía e teve como single de apresentação o tema "O Melhor Presente". O segundo single, "Dois Namorados" será editado no próximo dia 25 de Janeiro data em que o álbum "Rosa" ficará também disponível em Espanha.

FESTA CACHUPA RECORDS | Lisboa

17/01/2019

XINOBI LEVA GISELA JOÃO PARA A PISTA DE DANÇA


Misturar Electrónica e Fado nunca foi uma premissa para Xinobi. Depois de conhecer Gisela João no espetáculo "Caixinha de Música", no qual a fadista interpretava 15 temas de diversos compositores tão diferentes como Frank Sinatra ou Amy Winehouse, concluiu que tinha de trabalhar com alguém com aquela voz e personalidade, sentimento que ficou reforçado depois de ouvir o disco de estreia da artissta. 

Xinobi explica que a eletrónica e o fado “são dois géneros muito dificeis de fundir”, sendo que este novo single “tornou-se provavelmente num dos maiores desafios” a que já se propôs, sendo certo e sabido que explorar outras roupagens num género musical tão tradicional e português quanto o fado é caminhar em terreno sinuoso. Ainda assim, depois de testar a faixa em alguns clubs e no Festival NOS Alive, percebeu pela reação do público que o tema teria de ser editado.

Em “Fado Para Esta Noite” a inconfundível voz de Gisela João junta-se a um místico instumental de Xinobi. O resultado é um tema intenso em que o fado ganha uma nova abordagem sem, no entanto, perder o sentimento ou as suas raízes. O tema chega ao Spotify a 01 de Fevereiro e às restantes plataformas digitais a 04 de fevereio, acompanhado de vídeo.

Xinobi é um dos criadores da Discotexas, juntamente com Moullinex. Depois de explorar a música de dança como campo para a consciencialização social, no seu segundo álbum “On The Quiet”(2017), Xinobi lançou ainda, em 2018, dois EPs pelas editoras internacionais Anjunadeep e pela MoBlack. Em Portugal teve ainda tempo para lançar o seu Remixes EP via Discotexas com nomes como Tensnake, Rampa, Pete Herbert e Ali Kuru.

Xinobi é ainda conhecido pelos remixes que faz regularmente para artistas como Tensnake, Sbtrkt, John Avener, John Grant, Toro Y Moi, Nicolas Jaar, Riva Starr, Agnes Obel, Moullinex e Kris Menace.

O disco homónimo de estreia de Gisela João (2013), por sua vez, é um marco na História do Fado contemporâneo. A sua voz grave e poderosa, a forma como se entrega às palavras e como permite que dominem a sua prestação, bem como a sua atitude mais rebelde que foge aos cânones de Alfama, são a prova de que o talento impera aqui e também além fronteiras, onde de resto actua regularmente.

“Fado Para Esta Noite” estreia a 01 de Fevereiro e é mais uma prova de que as diferentes sonoridades podem (e devem) andar de mãos dadas Xinobi leva Gisela João para a pista de dança.

VOZES DA RÁDIO | "Vais Dançar"


"Vais dançar" é o single das Vozes da Rádio retirado do seu novo disco "Canções do Homem Comum, Vol II". Este é o seu décimo primeiro disco e está recheado de incríveis participações nacionais e internacionais, tais como: António Zambujo, Uxia Senlle, "Peixe" (ex Ornatos Violeta), quinteto Aquilo que Vocês Quiserem, Mário Alves, Tim Steiner, Ivan Ormanliev, Danila Prestifilippo, entre muitos outros.


FESTIVAL CORDAS DISTINGUIDO COM 3 PRÉMIOS INTERNACIONAIS


O Transglobal World Music Chart Festival Awards foi lançado com o objetivo de aumentar a apreciação da música das culturas do mundo, como uma ferramenta para o desenvolvimento de comunidades em muitas áreas da vida, bem como para o prazer e alegria de muitos povos. Ao Festival Cordas foi atribuído 3 galardões.

A edição de 2018 acabou de anunciar os festivais galardoados e na lista TOP 10 Global o Festival Cordas, que acontece no mês de Setembro na ilha do Pico entrou na sétima posição lado a lado com festivais WOMADelaide, Førdefestivalen e Urkult que tem orçamentos gigantescos comparados com o festival de músicas do mundo nos Açores.

O júri composto de 15 profissionais de vários países, além de destacar o valor dos vencedores nas categorias, elogia vários festivais além do programa de espectáculos musicais, destacando "Cordas World Music Festival, um autêntico desafio devido à sua localização remota, proporciona experiências emocionantes adicionadas ao prazer da música."

Lembre-se que Festival Cordas entrou na lista de Best New Festival nos Iberian Awards 2017 e está novamente nomeado em várias categorias, a anunciar no mês de Março na cidade de Vigo. Festival Cordas pretende apresentar sua quarta edição em setembro 2019 com o programa ainda para anunciar. Artistas com instrumentos de corda podem fazer propostas de participação através do site www.festivalcordas.com.

ALINE FRAZÃO EM CONCERTO


Agenda:

18 de Janeiro - Casa da Criatividade, S. João da Madeira (22.00h)

19 de Janeiro - Teatro Municipal Joaquim Benite, Almada (21.00h)

www.facebook.com/oficialalinefrazao

A DATE WITH LUX | Coimbra

JOANA ESPADINHA | Lisboa

16/01/2019

CAPITÃO FAUSTO ANTECIPA NOVO ÁLBUM COM DIGRESSÃO DE CLUBES "ATÉ QUE ENFIM!"


Os Capitão Fausto voltam aos concertos, antecipando o lançamento do próximo álbum de originais "A Invenção do Dia Claro", a ser editado já no próximo mês de Março.

"Até que enfim!" será uma digressão de clubes que irá passar por sete cidades durante o mês de Fevereiro, onde o grupo apresentará pela primeira vez as novas canções e antes de estas serem editadas.

“Faço as vontades” é o mais recente single para "A Invenção do Dia Claro", álbum gravado no Red Bull Studios, em São Paulo, por Rodrigo "Funai" Costa, assistido por Alejandra Luciani e Fernando Ianni, e produzido em Alvalade pelos Capitão Fausto.

A masterização esteve a cargo de Brian Lucey no Magic Garden Mastering em Los Angeles. O tema sucedeu a “Sempre bem”, o primeiro avanço do álbum a ser divulgado.

"A Invenção do Dia Claro" é o successor de “Capitão Fausto Têm os Dias Contados”.

ALEX PAGE | "Your Disorder"


O 2º single "Well, Well, Well" é a segunda aposta para dar a conhecer o trabalho dos Alex Page e conta com a participação de Sofia Lisboa (Silence 4), Paulo Horta (Orquestra SRMT) e da bailarina hipnotizante Soraya Moon. O vídeo está disponível no canal oficial de Youtube da banda desde o dia 11 de Janeiro. 

No próximo Sábado, dia 19 de Janeiro, a banda apresenta o seu álbum de estreia "Your Disorder" pela primeira vez na integra, num concerto exclusivo e único, que conta com as participações de Sofia Lisboa, Tiago Flores (Corvos), entre outros. Paulo Lizardo do Planeta Pop estará a passar música depois do concerto. Tudo isto acontece no Cine Incrível em Almada pelas 22.00h.

"Your Disorder", o álbum de estreia da banda está desde já disponível através da plataforma Bandcamp (alexpage.bandcamp.com) e está também acessível através do Youtube (https://youtu.be/CTDSrT97MvQ). 

Gravado no Japestúdios, em Sacavém, e masterizado em Nova Iorque por Andy VanDette que no passado masterizou trabalhos fonográficos de grupos nacionais como Amor Electro e Linda Martini, bem como trabalhos de artistas internacionais como David Bowie e Deep Purple, "Your Disorder" é editado pela Nebula Records, com a chancela da Sons da Frente.

O álbum de estreia dos Alex Page conta ainda com uma panóplia de ilustres convidados. João Peste (Pop Dell'Arte) no primeiro single "Framed Pictures" lançado em dezembro, Sofia Lisboa (Silence 4) e Paulo Horta (Orquestra SRMT) no 2º single "Well Well Well" lançado agora e ainda nomes como Victor de Sousa, Tiago Flores (Corvos), Pedro Madeira (Alcoolémia), Hélder Sabino e Hélder Lopes (Orquestra SRMT).


BOSS AC LANÇA “A VIDA CONTINUA…” EM VINIL


Esta semana, Boss AC lança em vinil o seu mais recente álbum de estúdio, “A Vida Continua…”, e para assinalar o lançamento, o rapper atua amanhã na Fnac Dolce Vita Tejo, a partir das 18.00h.

O álbum “A Vida Continua…” entrou diretamente para o 3.º lugar do top de vendas nacional e inclui o single “Por Favor (Diz-Me)”, que conta com a participação especial do cantor Matay, sendo que o vídeo conta com mais de 333 mil visualizações no YouTube.

“A Vida Continua…” sucede-se ao EP “Patrão”, lançado no ano passado, e do qual saiu o sucesso "Queque Foi”, cujo vídeo conta com mais de 1,7 milhões de visualizações no YouTube.

Este é ainda o primeiro álbum de estúdio de Boss AC em seis anos, desde “AC Para os Amigos” (2012).

MÁRCIA | "Vai e Vem"


Falta pouco mais de um mês para a apresentação de “Vai e Vem”na Casa da Música (Porto), marcada para 20 de Fevereiro. O último trabalho de Márcia segue depois para Benedita, Tondela e Arcos de Valdevez.

CATI FREITAS EM CONCERTO

15/01/2019

“BEST YOUTH VALENTINE’S NIGHT” A 14 DE FEVEREIRO NO PASSOS MANUEL


Os Best Youth estão a preparar um espectáculo especial para apresentar na noite de São Valentim, a 14 de Fevereiro, no Passos Manuel, Porto. Ed Rocha Gonçalves e Catarina Salinas criaram um alinhamento que viaja pelos seus discos, com algumas surpresas, e convidam o público a namorar ao som das suas canções. Os bilhetes já estão disponíveis nos locais habituais.

O concerto será em formato duo, à semelhança da digressão “Demo Tapes II”, que encheu todas as salas por onde passou no passado mês de Novembro, e marca o regresso da banda aos palcos do Porto, agora com “Valentine’s Night”, após um espectáculo totalmente esgotado em Outubro, na Casa da Música, para apresentar o seu último disco.

LUÍS REPRESAS VENCE PRÉMIO DA SOCIEDADE PORTUGUESA DE AUTORES


A direção da Sociedade Portuguesa de Autores atribuiu a Luís Represas o Prémio Pedro Osório 2019 pelo seu último álbum "Boa Hora", editado no ano passado. O prémio vai ser entregue no dia 13 de Fevereiro.

Lançado em maio de 2018, o álbum conta com 14 temas originais, entre os quais “Boa hora” que abre e dá nome ao disco que chega em jeito de “presente antecipado” para as celebrações dos mais de 40 anos de carreira do artista.

"Boa Hora" tem produção maioritariamente realizada por Fred Ferreira (Orelha Negra) exceto em dois dos temas que tiveram a participação de Manuel Faria (Trovante) e Francisco Faria. São eles, “ Na curva do Horizonte ft. Mia Rose” e “ Boa hora”. A responsabilidade de algumas das letras deste disco ficaram a cargo de Jorge Cruz (Diabo na Cruz).

Carlos do Carmo, Ivan Lins, Jorge Palma, Paulo Gonzo, Mia Rose e Stewart Sukuma são os nomes que fazem parte deste novo disco, que não é mais do que o recuperar do imaginário e ADN a que Luís Represas desde sempre nos habituou.


WORLD IN HARMONY: A MÚSICA QUE NOS UNE


World in Harmony tem a sua estreia mundial no Casino do Estoril nos dias 21 e 22 de fevereiro. Trata-se de um espetáculo musical com conceção e direção artística de Tomás Rodríguez-Pantoja, diplomata espanhol responsável pela escrita e direção de mais de 20 espetáculos, como "Gypsy Passion" na Broadway pelo qual obteve um prémio do Estado de Nova Iorque, e direção musical de Jorge Pardo, Gerardo De Giusto e Pedro Jóia, três músicos e compositores de referência nacional e internacional.

Em palco reúnem-se mais de 50 músicos e artistas convidados de 13 países diferentes - de Portugal ao Brasil, da Espanha ao Japão, da Palestina à Guiné Bissau -, incluindo artistas de referência portugueses como Carlos do Carmo e Rui Veloso.

Assim, os protagonistas do espetáculo são os instrumentos musicais já que eles identificam a música de cada país ou região representada neste World in Harmony de uma forma muito distinta, captam a essência de uma cultura e sobrevivem ao teste da passagem do tempo.

O espetáculo é isso mesmo, uma história narrada através da música e das interpretações integradas, uma celebração dos instrumentos que são tocados por intérpretes de diversos países muito diferentes entre si, mas que se encontram em palco para contar esta história, onde são acompanhados por vários solistas e bailarinos de diversas etnias.
Todos celebram juntos, em palco, uma linguagem comum e universal: a música.

Com todos estes elementos, o World in Harmony é um espetáculo sublime que mostra como os seres humanos partilham sentimentos e emoções através da música, algo que os une num só mundo em harmonia.

Este espetáculo é de cariz solidário e os lucros revertem para instituições que se destinam ao trabalho humanitário.

14/01/2019

IMPLODING STARS PINTAM "RIVERINE" COM EP AO VIVO


Os Imploding Stars lançam EP com três temas, do último disco “Riverine”, a 24 de Janeiro, gravados ao vivo pelo projeto bracarense PORTA 253, com o selo da Cosmic Burger.

O EP, que terá apenas edição digital nas plataformas digitais da banda (Spotify, Apple Music, Google Play, Deezer, Amazon Music e Bandcamp), foi gravado no Museu D. Diogo de Sousa, em Braga, e a sua capa conta com ilustrações de Cláudia Guerreiro, baixista da banda Linda Martini.

“Childhood”, “Senescence” e “Rebirth” foram os três temas escolhidos pela banda para figurar nesta pequena edição ao vivo.

Os Imploding Stars são uma banda de post-rock de Braga, formada em 2011, que conta com dois LPs (”A Mountain and a Tree” e “Riverine”) e um EP (”Young Route”) no seu reportório, tendo feito, também, uma banda sonora para o documentário “From Earth to Universe”.

NOWHERE TO BE FOUND | "Traverse"


Depois de "Closer", single de avanço do segundo álbum de originais da banda da Ericeira, os Nowhere To Be Found lançam "Traverse" a 7 de Fevereiro, que conta com a participação de Matty Mullins, uma das vozes mais respeitadas da nova vaga de metal norte-americano.

O segundo álbum dos Nowhere To Be Found encontra-se em fase de produção e gravação, nos estúdios WRecords, com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2019.


GATOR, THE ALLIGATOR PRIMEIRA BANDA CONFIRMADA NO BONS SONS 2019


Como tem sido habitual, a banda vencedora do Festival Termómetro atua no Bons Sons. Este ano, o Festival Termómetro não teve apenas bandas portuguesas e teve como vencedores os belgas Jaguar Jaguar, pelo que a banda selecionada para viver a aldeia foi a banda nacional mais bem classificada. Cabe assim, aos Gator, The Alligator inaugurar a lista das cerca de 50 bandas que de 8 a 11 de Agosto vão habitar Cem Soldos.

Oriundos de Barcelos, os Gator, The Alligator são Eduardo da Floresta (guitarra), Ricardo Tomé (baixo), Filipe Ferreira (bateria) e Tiago Martins (voz e guitarra). O Gator é um jacaré hiperativo que chegou e está pronto para soltar descargas elétricas em forma de ondas sonoras. Carregado de poderes místicos do fuzz, promete hipnotizar todos aqueles que se submeterem aos seus feitiços.

"Life is Boring" (Outubro de 2018) foi o primeiro passo na vida de Gator. Representa a repetição de acontecimentos e emoções durante todo o período da vida da banda, tornando-a por vezes previsível. A insatisfação perante a apatia sentida pelo Gator, leva-o em busca de um novo percurso para os dias que virão. Baseado em sons provenientes do fuzz e do garage rock psicadélico, "Life is Boring" é uma viagem no dia-a-dia do Gator, e um ponto de partida para o futuro.

CARTAZ | Concerto

13/01/2019

XUTOS & PONTAPÉS | 40 Anos de Canções


Os Xutos & Pontapés cumprem este domingo 40 anos e preparam o lançamento do novo álbum, "Duro", ainda este mês.

Em Dezembro de 1978, Zé Pedro, Kalú, Tim e Zé Leonel formam os Xutos e Pontapés, dando o primeiro concerto a 13 de Janeiro de 1979, com Zé Leonel na voz, Tim no Baixo, Zé Pedro na guitarra e Kalú na bateria, na sala Alunos de Apolo, em Lisboa.

Em 1981 entra para a banda o guitarrista Francis e sai Zé Leonel, acumulando Tim as funções de baixista e vocalista. Em 1982, editam o primeiro álbum: 1978-1982.

Cinco anos depois de "Puro", os Xutos & Pontapés têm um novo álbum. "Duro" inclui temas gravados por Zé Pedro em 2017. O novo álbum  vai ser apresentado em Lisboa no dia 25 de Janeiro e no Hard Club (Porto) dia 1 de Fevereiro.


TRISONTE | Lisboa

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