23/09/2018

MIGUEL XAVIER | "Em Fio Breve o Coração"


Miguel Xavier nasceu em 1995, em Guimarães. O Fado chegou à sua vida muito cedo, pela mão da avó paterna que lhe decorou a infância com as gravações das referências maiores do universo fadista.

Aos 14 anos canta pela primeira vez acompanhado “à guitarra e à viola”. Em 2017 apresenta-se na Sala2 da Casa da Música, num concerto a solo integrado no ciclo “Novos Valores do Fado“. No mesmo ano participa no Festival Caixa Alfama, com uma apresentação em nome próprio no Palco Tofa, na Sociedade Boa União, em Alfama.

Escolheu o Dia Mundial da Música para apresentar pela primeira vez os fados do seu disco de estreia (02 de Novembro) , num concerto intitulado "Em Fio Breve o Coração - Uma Noite de Fado em Fado" com encenação de Nuno Carinhas onde ouviremos Alexandre O’neilll ou Manuela de Freitas, Mário Laginha ou Luís Figueiredo, numa simbiose perfeita materializada na voz e no fado deste jovem que só podia ser fadista.

01 de Outubro - Mosteiro de S. Bento da Vitória, Porto

CONJUNTO!EVITE | Agenda


Agenda:

18 de Outubro - Anjos70, Lisboa

20 de Outubro - Festival Aciprestes, Linda-a-velha

02 de Novembro - Espaço A, Freamunde

03 de Novembro - Contemplarte, Guimarães

www.conjuntoevite.com

AMARTE | Cacém

22/09/2018

MAFALDA VEIGA & JORGE PALMA | "Imortais"


Mafalda Veiga está de volta com as surpresas dignas de celebrar 30 anos de musica. É definitivamente um ano para comemorar, e as estórias que eles encerram merecem o brinde que se lhes faz: Duetos. Canções boas de partilhar, atitude boa de quem abre mão do que é seu e lhe junta mais, por querer os outros todos lá dentro.

Depois do "Planicie" acústico revisitado por Miguel Araújo no início do Verão, chega agora um come back que muito agradecemos: Jorge Palma! 18 anos depois de tatuagens, o Mago e a Menina juntam-se para celebrar o que os caracteriza: "Imortais", de 2008, foi regravado com uma profundidade, uma gravidade, uma delicadeza que comove, e nos arrebata.

Bónus para ouvir ao vivo na comemoração definitiva: 12 de Outubro no Coliseu do Porto e 13 de Outubro no Campo pequeno em Lisboa. No Porto com o humor de Rui Reininho e a suavidade de Miguel Araújo, em Lisboa com a magia de Jorge Palma e o sussurro de Tiago Bettencourt.


RODRIGO SERRÃO | "Meditando" e "Trovador: As Outras Histórias"


Autor de intenso ritmo criativo, Rodrigo Serrão acaba de lançar em simultâneo dois novos álbuns: "Meditando", disco exclusivamente instrumental em que explora os limites da transcendentalidade do seu Chapman Stick e "Trovador: As Outras Histórias", onde se torna a revelar nas suas múltiplas dimensões - do músico ao compositor, do poeta ao cantor.


SÓNIA OLIVEIRA | "Teu Lugar"


Chama-se “Teu Lugar” a canção que Sónia Oliveira acaba de apresentar e que é parte integrante do álbum “Paz”, que será lançado em Novembro e que passará a fazer parte da discografia desta cantora, que conta já com várias edições, desde 2006.

Teu Lugar” é uma balada, gravada no grande auditório da Culturgest, com a participação de músicos de elevada relevância no panorama musical português: Carlos Garcia (pianista e compositor, também elemento integrante da banda de Luís Represas); Eduardo Cardinho (jovem vibrafonista diversamente premiado, que se tem destacado no seu meio como um dos mais promissores no seu instrumento); João Vargas (um também jovem e promissor contrabaixista que se tem destacado tanto no contexto da música clássica como nalguns caminhos do jazz, muito influenciado pelo ecleticismo do pai, o músico António Pinho Vargas); e Bruno Pedroso (baterista de grande experiência, em especial no jazz, com relevo recente para a integração de bandas como a do cantor Salvador Sobral ou o acordeonista João Barradas).

Esta canção tem, segundo a cantora e autora, “uma carga emotiva especial”, sendo que escrevê-la foi um dos processos fundamentais que lhe permitiu recuperar da situação traumática que foi abdicar da sua primeira gravidez, em 2016. Sónia Oliveira garante ainda que Carlos Garcia, responsável pela composição e pelos arranjos, “deu a esta canção tudo aquilo que ela precisava para ficar ainda mais especial”.

Sendo das poucas músicas com letra a figurar neste disco, “Teu Lugar” destaca-se por ter uma mensagem em português (nas restantes faixas encontraremos poesia em inglês ou experiências que, por sua vez, exploram a voz na sua vertente melódica, à semelhança do que nos habituou a cantora Maria João - uma das mais especiais participações do álbum “Paz” - na sua abordagem ao jazz vocal).

Apesar de Sónia Oliveira acumular no seu currículo um percurso transversal a diversos registos musicais, há já alguns anos que a cantora tem seguido a linha musical do jazz, em fusão com tantas outras influências – algo que poderemos comprovar neste novo álbum.

Foi depois de se envolver profundamente com o jazz durante vários anos de estudos com alguns dos principais professores a lecionar nas escolas da especialidade em Lisboa, que a cantora abraçou este universo. 

ANDRÉ M. SANTOS | "Valsinha"


Antecedendo a edição do seu álbum de estreia a solo intitulado "Sete" no dia 28 de Setembro, André M. Santos dá-nos a conhecer o primeiro single "Valsinha" (Chico Buarque / Vinicius de Moraes) com a participação especial de Ricardo Ribeiro.

CICLO VOZES DO FADO 2018 | Oeiras


O ciclo Vozes do Fado está de regresso a Oeiras durante os meses de Setembro e Outubro, trazendo – entre consagrados absolutos e promessas cheias de talento – seis grandes nomes do Fado Património Cultural e Imaterial da Humanidade. 

Reiniciado em 2016, o ciclo Vozes do Fado leva ao Auditório Municipal Eunice Muñoz (Oeiras) e ao Auditório Municipal Ruy de Carvalho (Carnaxide) a arte e o canto de Lenita Gentil, Carolina, Marco Oliveira, Beatriz Felício, Katia Guerreiro e Carlos Leitão. Porque Oeiras gosta de fado, de 21 de Setembro a 26 de Outubro, todas as sextas-feiras, faça-se silêncio... Que se vai cantá-lo

21/09/2018

HUGGS | Discurso Direto


Com edição Cão da Garagem é editado hoje o EP "Did I Cut These Too Short?" dos Huugs, um disco gravado no verão de 2017 por Gonçalo Formiga (Cave Story) no seu estúdio nas Caldas da Rainha. Os Huggs são uma das mais promissoras bandas portuguesas de garage rock e indie da atualidade. "Did I Cut These Too Short?" é apresentado hoje no Maus Hábitos (Porto). 

Portugal Rebelde - Antes de mais, onde e quando é que os Huggs começaram a dar os primeiros “passos” nesta viagem sonora?

Huggs - Eu (Jantonio) e o Duarte conhecemo-nos na faculdade, quando nos juntámos para fazer um projeto de uma das cadeiras que tínhamos. Na altura o Duarte mandou-me umas demos e começámos a tocar em minha casa, por diversão e para não trabalhar no tal projecto (ao qual acabámos por, inevitavelmente, chumbar). Isto foi em 2015. Os Huggs foram a evolução dessa brincadeira, quando em 2017 decidimos que queríamos levar as coisas mais a sério e gravar o que tínhamos feito. Só em 2018, depois de gravar o EP, é que concluímos que se íamos ter uma banda precisávamos de ter um nome e todas essas coisas de banda. Ficou Huggs.

PR - A energia crua e indisciplinada do panorama underground britânico e as baladas românticas típicas dos anos 50 e 60 são a grande fonte de inspiração dos Huggs?

Huggs - Acho que a maior fonte de inspiração são as “catástrofes” que vão acontecendo na nossa vida, temperadas com uma pitada de esperança, alegria e romantismo - como quando já bateste tão no fundo que já não podes descer mais, e acabas por sentir um certo alivio por já não teres mais nada a perder - és finalmente livre. Um alívio péssimo por um lado, mas extasiante por outro. O filme Trainspotting é um favorito da banda e ilustra na perfeição esse cenário. Em termos musicais, um de nós é o 8 e o outro o 80.

PR - Numa frase como caracterizam este primeiro trabalho de estúdio?

Huggs -Ainda bem que ninguém levou o disco externo, aí tinha de voltar a misturar as coisas todas outra vez [e vocês são tão chatos] que tinha sido pior que me roubarem o resto da casa toda!” (Gonçalo Formiga, Cave Story)

PR - Qual é o tema que melhor caracteriza o “espírito” deste EP?

Huggs - Um diz que é a "Take My Hand", outro diz que é a "Losing". Adivinhem quem diz o quê.



PR - O EP “Did I Cut These Too Short?” é apresentado hoje,  dia 21 de Setembro no Maus Hábitos (Porto) e 25 de Outubro no Lounge, em Lisboa. O que é que o público pode esperar destes concertos?

Huggs - As músicas na sua forma mais crua e íntima; como foram criadas e sem a maquilhagem de teclados, percussões e todas as outras coisas com que experimentámos no estúdio. Talvez mostremos também um pouco do que poderá suceder a este EP!

PR - Para terminar, estão contentes com o resultado final deste EP?

Huggs - Muito. Graças a toda a gente que encontrámos e que nos aturaram e suportaram os nossos contrastes. Estamos contentes com a maneira como soa mas principalmente com as portas que nos tem aberto e com o que temos aprendido com ele. Estamos a fazer mais coisas do que imaginávamos e tudo o que vier a seguir é um bónus.


WAVES VIENNA | Portugal Country Focus


O Waves Vienna 2018, primeiro festival de showcases da cidade de Viena - Áustria que se realiza já na próxima semana, de 27 a 29 de Setembro, recebe Portugal como país de destaque [country focus] e convida 10 artistas nacionais para a programação deste ano: Grandfather's House, Holy Nothing, Mister Teaser, Noiserv, :Papercutz, Rodrigo Leão, Surma, The Miami Flu, Vaarwell e We Bless This Mess.

Esta é maior comitiva de artistas portugueses presente num festival da especialidade, apenas ultrapassada pela representação nacional no Eurosonic Noordeslag 2017, também em ano de country focus.

Este ano, o tema do Waves Vienna é “East Meets West” e, nesse sentido, o evento destaca dois países como convidados especiais - Eslováquia e Portugal. Desta forma, os principais destaques do evento serão dedicados a conteúdos destes dois países tanto no que diz respeito à programação de showcases e espetáculos ao vivo como em relação à programação profissional do evento. Também na conferência - Waves Vienna Music Conference - grande parte da programação será dedicada aos mercados da música na Eslováquia e em Portugal assim como à atualidade em termos de indústria da música, nomeadamente, no âmbito da sua produção e música ao vivo.

Além dos artistas portugueses anunciados no cartaz do Waves Vienna 2018, estão já confirmadas as presenças de profissionais da indústria nacional em diversas conferências dedicadas à música nacional e a sua exportação.

As conferências focam-se em diversos temas, por exemplo no dia 28 de Setembro pelas 11.30h a Sala de Conferências 1 recebe "A cena musical em Portugal", com moderação de Nuno Saraiva da WHY Portugal e convidados como Rui Miguel Abreu do Rimas e Batidas, Miguel Carretas da Audiogest, António Cunha da UGURU, Pedro Nascimento da Turbina e AMAEI, Pedro Oliveira da Fundação GDA e Luís Soares do Rock in Rio.

Ainda no dia 28 de setembro há um "Speed Meeting" completamente dedicado à presença portuguesa no Waves Vienna, onde profissionais da indústria musical europeia e mundial podem conhecer 8 profissionais da indústria portuguesa: Antonio Cunha (Uguru), Hugo Ferreira (Omnichord), Pedro Nascimento (AMAEI / Turbina), Bruno Rocha, João Santos (Lusitanian Publishing), Sérgio Silva (Sincronia dos Sons), Luis Soares (Rock in Rio) e Pedro Valente (Azáfama).

No dia 29 de Setembro a WHY Portugal organiza uma sessão de apresentação do ecossistema musical português num ambiente relaxado num espaço apelidado de "Lisboa Lounge".

O festival Waves Vienna está integrado na rede INES - Innovation Network of European Showcases, rede europeia que contribui para um estreitamento de relações no âmbito da circulação de artistas e profissionais da indústria da música.


D´ALVA | "P’Ódio"


Depois do single "Verdade sem Consequência editado em Maio, num registo que apanhou todos desprevenidos,  os D´Alva apresentam "P’Ódio", uma canção que ironicamente começa com a frase “…não aspiro a esse pódio”.

Musicalmente bem mais próxima do universo sonoro de D’Alva, revela imediatamente alguma maturação musical, quer na produção quer na interpretação, e numa escrita bem ao jeito de #LLS: directa, aparentemente descontraída e regada a q.b. de ironia.

"P'Ódio aborda a ansiedade que advém de nos expormos à crítica e escrutínio, e de como deve ser a nossa relação para com quem apenas "fala muito e não faz nada". É um "vive e deixa viver", mas algo que se estende para além da música e para o quotidiano e as presentes dinâmicas e interacções sociais." explica Ben Monteiro.


ALINE FRAZÃO | "Dentro da Chuva"


O quarto álbum de originais de Aline Frazão, "Dentro da Chuva" chega hoje às lojas em formato físico e às plataformas digitais Spotify e Apple Music. Para celebrar este lançamento com o público, Aline actua em formato showcase na Fnac Chiado às 18.30h, com entrada livre.

Os concertos de apresentação de "Dentro da Chuva" decorrem em Novembro, dia 9, na Casa da Música, Porto; dia 14, no Convento São Francisco, em Coimbra, no âmbito do Misty Fest; e dia 29, no Teatro São Luiz, em Lisboa. Os bilhetes já se encontram à venda.

“Dentro da Chuva” é composto por 11 temas que cruzam geografias e foi gravado no Rio de Janeiro, uma cidade de significativas influências e cumplicidades musicais. “Sumaúma” é o segundo single extraído deste longa-duração. 

Num formato despojado que evoca a intimidade, “Dentro da Chuva” conta com o contributo de músicos convidados, como o violoncelista Jaques Morelenbaum, a cantora e compositora baiana Luedji Luna e o músico português João Pires (dos Cordel), com quem Aline partilha a autoria de uma das canções. O percussionista Zero Telles e o músico Gabriel Muzak que, além de ter gravado e misturado o álbum, participa como guitarrista numa das músicas e co-produz outras duas, fecham a lista de participações especiais.

Alinhamento:

01. Peit Ta Segura

02. Kapiapia (feat. Luedji Luna)

03. Sumaúma

04. Zénite

05. Ces Petits Riens

06. Um Corpo Sobre o Mapa (feat. João Pires)

07. Areal de Cabo Ledo (feat. Jaques Morelenbaum)

08. Manifesto

09. Chamado por Morfeu

10. Fuga

11. Manazinha (Novo Dia)

SARA TAVARES NOMEADA PARA UM GRAMMY


A academia latina das artes e das ciências anunciou as nomeações para os prémios Grammy Latinos e Sara Tavares está nomeada para o Grammy Latino de melhor álbum na categoria de “Roots Album” em Língua Portuguesa.

"Ginga" e o mais recente single retirado de "Fitxadu", o álbum agora nomeado para um Grammy.


NERVE | Hard Club

RELIGIÃO & MORAL | Porto

20/09/2018

DANÇAS OCULTAS | "Dentro Desse Mar"


Os Danças Ocultas de Artur Fernandes, Filipe Cal, Filipe Ricardo e Francisco Miguel são - e é lícito escrevê-lo tendo em conta que levam já praticamente três décadas de carreira - um dos grandes tesouros da música portuguesa contemporânea.

O invulgar quarteto de concertinas é caso sem paralelo na história moderna da música portuguesa: mesmo tendo adoptado instrumentos populares, o grupo conseguiu levar a sua música às mais respeitadas salas nacionais e internacionais, dividir palcos com orquestras clássicas e colaborar com importantes nomes da música, de Rodrigo Leão a Carminho, entre outros.

Agora, os Danças Ocultas preparam-se para apresentar o mais ambicioso projecto artístico da sua carreira: Dentro Desse Mar foi gravado nos estúdios Casa do Mato, no Rio de Janeiro, com o conceituado Jaques Morelenbaum aos comandos da produção. O violoncelista, compositor, arranjador e produtor tem um currículo de luxo que cruza o seu percurso com o de artistas tão importantes quanto Tom Jobim, Caetano Veloso, Marisa Monte, Madredeus, Ryuichi Sakamoto ou David Byrne, para citar só alguns.

O novo álbum será lançado a 28 de Setembro, com distribuição da Sony Music Portugal e conta com composições e arranjos dos próprios Danças Ocultas e ainda participações de Carminho, Zélia Duncan e Dora Morelenbaum nas vozes e do próprio Jaques no violoncelo.


CRISTINA BRANCO | "Eu"


Realizado por Joana Linda, Cristina Branco apresenta um vídeo que caracteriza as emoções durante as várias fases de transição da vida. O tema “Eu” foi escrito (letra e música) por Luís Figueiredo, pianista de Cristina Branco.

Cristina Branco partilha “Propus inicialmente ao Luís Figueiredo escrevermos a letra a duas mãos mas ele chegou, no dia seguinte, com uma letra e uma música tão Suas, que me pareceu perfeito assim. “EU” fala do indivíduo que tem de encontrar respostas para se reerguer. “Eu” fala da vida como ela é, dentro de nós, porque acontece cair e voltar a andar, é normal, porque o ser humano é assim mesmo. É normal sermos normais.

A artista vai actuar no próximo dia 28 Setembro, no Convento São Francisco em Coimbra, no quadro do festival Correntes de um Só Rio e a 14 de Outubro apresentará um concerto único de reportório em 4 línguas (português, inglês, francês e castelhano) na Philharmonie Luxembourg (Luxemburgo). 

Cristina Branco conta em palco com Bernardo Couto na guitarra portuguesa, Bernardo Moreira no contrabaixo e Luís Figueiredo, autor do tema “Eu”, no piano. O álbum “Branco”, o mais recente trabalho de Cristina Branco, editado em fevereiro deste ano pela Universal Music Portugal, integra temas como “Eu por Engomar”, “Aula de Natação”, “Este Corpo” e “Perto”.

MÁRCIA | "Tempestade"


É já amanhã que vai ser lançado em todas as plataformas digitais o novo single da cantora e compositora portuguesa, Márcia.

A canção tem letra e música de Márcia e será acompanhada do lançamento de um vídeoclip, filmado no Bairro da Fonte da Prata, com realização de Filipe C. Monteiro e Direcção de Fotografia de Ricardo Magalhães. Um vídeo tocante e que conta com a participação de vários moradores do bairro.

“Tempestade” estará incluído no novo álbum, “Vai e Vem”, com data de lançamento prevista para 12 de Outubro. Um disco que contém mais 12 novas canções, entre elas duetos com os amigos António Zambujo, Samuel Úria e Salvador Sobral.

Todos os temas são da autoria de Márcia e a produção esteve a cargo de Filipe C. Monteiro (Tomara), João Pimenta Gomes (Kid Gomez) e Márcia, excepto,“Vai e Vem”, produzido por Márcia e Luis Figueiredo; “Agora” e “Tempo de Aventura”, produzidos por Filipe C. Monteiro e Márcia; “ e “Mil Anos” e “Ao Chegar” produzidos por Márcia.

O álbum foi gravado por Nelson Carvalho, assistido por João Pedreira, nos estúdios Valentim de Carvalho. Misturado por Nelson Carvalho com Márcia e masterizado por Andy Vandette.

Alinhamento:

01. Tempestade

02. Vai e vem (com António Zambujo)

03. Corredor

04. Manilha

05. Emudeci (com Samuel Úria)

06. Mil anos

07. Agora

08. Pega em mim (com Salvador Sobral)

09. Tempo de aventura

10. Do que eu sou capaz

11. Amor conforme

12. Ao chegar

LUR LUR, THE MANCHESTERS E MOONSHINERS NO FESTIVAL EUROPA SUR


O Festival Europa Sur que se realiza em Espanha na cidade de Cáceres esta sexta-feira e sábado dias 21 e 22 de Setembro, com oito concertos na Plaza de Santa Maria, com grupos Espanhóis como Los Coronas, Los Refrescos ou Los Elegantes conta também com uma delegação de três bandas portuguesas que contribuirão para abrilhantar o cartaz. São elas os LUR LUR (Lisboa) The Manchesters (Lisboa) e Monshiners (Aveiro).

Os concertos, terão inicio sexta-feira 21, às nove horas da noite na cidade velha de Cáceres, onde existirá um mercado e barracas de comida. Nesse primeiro dia estarão em palco os Portugueses The Manchesters e os espanhóis Lobos Negros e Los Refrescos. No sábado, dia 22, depois de uma rota motociclista para visitar algumas das áreas naturais onde foram gravadas várias cenas da sétima temporada da série Game of Thrones, pelas 14.30 horas acontece o primeiro concerto com os portugueses LUR LUR.

À noite, cerca das 21 horas começa a música novamente com o grupo de música Donostiarra, Ghost Number & His Tipsy Gypsies a que se seguem os Moonshiners, Aveiro (Portugal). O festival encerra com as apresentações de Los Coronas e Los Elegantes, duas bandas de Madrid que estão no palco há mais de trinta anos.

JOANA ESPADINHA | Ovar

FNAC LIVE | Capitólio

19/09/2018

VÍDEOCLIP | “Sybil´s Dream” - Beautify Junkyards


Os Beautify Junkyards acabam de lançar um novo vídeo para “Sybil´s Dream”, tema extraído do álbum “The invisible world of…” editado em Março pela editora inglesa Ghostbox. Realizado pelo artista americano Keith Rondinelli, o vídeo apresenta uma deslumbrante e mística experiência, combinando várias técnicas de animação, desde a tradicional animação de colagens a computação gráfica, resultando numa fábula retratada sob a forma de um delírio visual.

Mais novidades sobre a banda chegam dos EUA, “Lodge 49” uma nova série televisiva que estreou recentemente no canal AMC e que tem produção de Paul Giamatti, possui uma música dos Beautify Junkyards na sua banda sonora. A direção musical da série ficou a cargo de Tom Patterson (editor da revista de música britânica – Shindig) que escolheu “Golden Apples of the Sun” dos BJ para alinhar ao lado de bandas e artistas como Broadcast, Soundcarriers, Felt, Lee Hazlewood entre muitos outros. Tanto a série, como a sua banda sonora, têm sido alvo de críticas muito positivas por parte da imprensa americana, como por exemplo o site Brooklyn Vegan que já lhe dedicou dois extensos artigos “new series ‘Lodge 49′ has TV’s most wonderfully surprising soundtrack”.

O novo álbum continua a ser apresentado ao vivo, seguem-se alguns concertos importantes em Portugal e em seguida uma deslocação ao Reino Unido para 3 concertos, na companhia da nova coqueluche da música folk britânica, a cantora Sharron Kraus. Em Londres a banda irá atuar na emblemática sala CAFE OTO, numa noite dedicada à editora GHOSTBOX e que contará igualmente com DJ set e projecção de filmes da autoria do Focus Group (Julian House).


PEDRO MIGUEL | "Uma Cena ao Centro"


Em registo simultaneamente documental, diarístico e ensaístico, o jornalista Pedro Miguel escreve sobre um período de intensa produção musical de que foi testemunha e também protagonista, seja porque integrou uma das bandas, This Is a Morphine Trip, ou porque trabalhou com os Silence 4 e os Phase.

"A ideia de fazer este livro sempre existiu", conta à agência Lusa. A conclusão do mestrado sobre "A cultura na imprensa regional", a partir do estudo das páginas do "Jornal de Leiria", e um novo período de intensa produtividade musical na região - "parece que está tudo a acontecer outra vez" - fê-lo querer concretizar a edição "para estas novas gerações perceberem que houve uma primeira fase de talento - e foi gira".

O investigador contabilizou mais de 300 nomes de artistas, bandas e projetos que estiveram ativos na década de 1990 em Leiria, mas também na Marinha Grande, Alcobaça, Caldas da Rainha, Nazaré, Peniche ou Pombal.

"Foram anos especiais, quanto mais não seja pelos Silence 4 e pelos The Gift, que foram as duas primeiras grandes exceções no panorama da música nacional que não eram nem de Lisboa nem do Porto", nota.

Tanto a banda de Leiria como a de Alcobaça "conseguiram furar e chegaram onde chegaram, porque tinham qualidade". David Fonseca, a solo já sem Silence 4, e The Gift continuam no ativo e são nomes de peso no panorama nacional.

Em "Uma Cena ao Centro", o autor defende que "houve uma 'tempestade perfeita', também com muita experimentação", que possibilitou aquela fase de grande produção musical.

"Na altura havia muitos concursos de música moderna. Criavam-se bandas para participar nesses concursos. Mas há mais fatores: o preço dos instrumentos musicais desceu; houve uma maior abertura à União Europeia; a autoestrada Lisboa-Porto ficou pronta e aproximou o país; surge a [rádio] Xfm, que apesar de ser só de Lisboa e do Porto, chegava cá pelo pessoal que estudava fora e que gravava umas cassetes que trazia ao fim de semana", afirma o autor do livro.

Pedro Miguel sublinha, contudo, que o livro é um reflexo local do muito que se passou nos anos 1990 da música do país: "Está tudo ligado e não é só a zona centro, que era um ponto de passagem. Só cá na região, podia haver outros capítulos mais aprofundados sobre, por exemplo, Caldas da Rainha, Alcobaça ou Peniche".

VÍDEOCLIP | "Bad As Me" - Nádia Schilling


“Bad As Me” é o terceiro single retirado de “Above the Trees”, o disco de estreia a solo de Nádia Schilling, que fez parte de diversas listas de melhores discos de 2017 e promessas para 2018.

A letra, de tom intimista e carácter confessional, fala-nos da necessidade de recomeçar, uma e outra vez, enquanto o instrumental se vai revelando numa balada lenta e em crescente tensão, como um prenúncio de tempestade. Acompanhadas por uma secção rítmica obsessiva, camadas de voz de influência shoegaze/dream pop, as guitarras ao estilo “surf-rock cósmico” transportam-nos até ao topo de um vulcão prestes a entrar em erupção.

Este tema conta com a participação especial de Mário Delgado (guitarrista que colaborou com nomes como Lena D’Água, Maria João, Mário Laginha, Cristina Branco, Carlos Barreto, Luísa Sobral, entre muitos outros).

O vídeo é da autoria de João Pombeiro. “Bad As Me” fará ainda parte da compilação “Novos Talentos FNAC 2018”.


JUDITH OWEN EM NOITE TRIUNFANTE NO MÍTICO "RONNIE SCOTT'S", NA COMPANHIA DO MÚSICO PEDRO SEGUNDO


Judith Owen ainda é um nome pouco conhecido em Portugal, mas a cantora-compositora e pianista do País de Gales, está atualmente num excelente momento, com concertos esgotados na Europa, e críticas de 5 estrelas na Imprensa internacional.

No passado dia 9 de Setembro conquistou o mítico Ronnie Scott's em Londres, com um concerto arrebatador, onde apresentou o mais recente álbum "redisCOVERed": uma coleção de versões de temas marcantes da música, desde "Black Hole Sun" dos Soundgarden, "Hotline Bling", de Drake, "Hot Stuff" de Donna Summer, "Dream a Little Dream of Me" de Ella Fitzgerald, entre outros. Judith Owen conferiu uma sonoridade mais jazz / funk, a hits do rock e da pop, com a sua voz arrebatadora.

De destacar a colaboração com o músico português Pedro Segundo, um dos melhores percussionistas do mundo do jazz, que também partilha o palco com Judith Owen nos seus concertos.

No novo álbum, Judith Owen juntou-se também ao lendário baixista Leland Sklar (James Taylor, Carole King, Leonard Cohen), um dos membros-chave da banda ao vivo de Judith, com conjunto com Pedro Segundo.

OUTONALIDADES FAZ-SE OUVIR A PARTIR DESTA SEXTA-FEIRA!


A abertura do OuTonalidades 2018 é na sexta-feira, 21 de Setembro, com Moonshiners a pisar o palco do CAA – Centro de Artes de Águeda. Por lá, vai também passar o espanhol Pau Figueres, a 2 de Novembro. Águeda recebe ainda os galegos Talabarte, a 16 de Novembro, no Espaço d’Orfeu. 

Mas o OuTonalidades 2018 estende-se também a Albergaria-a-Velha, Sever do Vouga, Viseu, Ílhavo, Oliveira do Bairro, Estarreja, Santa Maria da Feira e Tavira. Em Espanha, as extensões internacionais do circuito passam por Vic, Manresa, Zamora, Salamanca e Plasencia.

Benjamim, Birds Are Indie, Ela Vaz, Gobi Bear, JP Simões, L Mantra, Lavoisier, Lince, Luiz Caracol, Pedro Mestre, Uxía & João Gentil e Vaarwell, além de grupos espanhóis, em resultado das alianças internacionais.

Este ano, pela primeira vez, o OuTonalidades terá uma temporada extra, que prolongará o circuito até à primavera, aumentando a duração do circuito e as oportunidades de circulação dos grupos participantes. O calendário de concertos permanece aberto a novas confirmações, tendo em conta não só o outono como a temporada extra, até Março de 2019.

O circuito é coordenado pela d’Orfeu AC em colaboração direta com inúmeros parceiros (Municípios, Teatros, Associações), na consolidação de uma grande rede de programação que junta grupos emergentes e reconhecidos, todos de inegável qualidade.

MOULLINEX | Capitólio

VACHIER & ASSOCIADOS APRESENTA

18/09/2018

DIABO NA CRUZ | "Lebre"


Os Diabo na Cruz acabam de revelar a capa ((da autoria da ilustradora Ana Afonso e alinhamento do seu novo disco. "Lebre" (Sony Music Portugal, 2018) tem edição agendada para o próximo dia 12 de Outubro. O disco estará disponível em CD, LP, venda digital e streaming.

Para além da habitual formação do grupo, Bernardo Barata (baixo e coros), JoãoPinheiro (bateria), João Gil (teclados e coros), Sérgio Pires (viola braguesa e coros), Manuel Pinheiro (electrónica e percussões) e Jorge Cruz (voz e guitarra), participam ainda no novo álbum Luís Figueiredo (com um arranjo para Quinteto de Cordas na canção "Balada") e Luís Coelho (guitarra portuguesa em "Montanha Mãe/Contramão").

Os Diabo na Cruz farão o seu regresso aos palcos em Novembro, no Coliseu dos Recreios (15 de Novembro) e no Coliseu do Porto (22 de Novembro).

Alinhamento:

01. Forte

02. Procissão

03. Roque da Casa

04. Terra Natal

05. Balada

06. Terra Ardida

07. Tema da Lebre

08. Malhão 3.0

09. Montanha Mãe / Contramão

10. Lebre

11. Portugal

PORTUGAL ALIVE | Madrid e Barcelona


Pelo quinto ano consecutivo, a melhor música portuguesa da atualidade parte à conquista do país vizinho. Durante dois dias, a 21 e 22 de Setembro, o festival Portugal Alive leva até às cidades de Madrid e Barcelona, respetivamente, as músicas de Capicua, Best Youth, Bruno Pernadas e Surma. O festival tem por objetivo a promoção da cultura portuguesa contemporânea junto do público espanhol e ainda a aproximação à comunidade portuguesa residente em Espanha. A entrada é gratuita para todos os concertos.

Após quatro edições de sucesso, o festival Portugal Alive conta já com trabalho reconhecido na dinamização da música portuguesa, levando concertos de alguns dos nomes mais respeitados da atualidade da música portuguesa a terras de Espanha. 

Em 2014, ano de estreia do festival, Dead Combo e B Fachada abriram as hostes para a conquista sonora portuguesa. Seguiram-se Noiserv, Capicua e Linda Martini em 2015, peixe:avião, Da Chick e X-Wife em 2016 e, no último ano, Gala Drop, Sensible Soccers e Pega Monstro. 

O festival tem-se apresentando sempre em duas cidades espanholas, Madrid e Barcelona, proporcionando uma dupla oportunidade a artistas portugueses para se darem a conhecer ao público português e espanhol. 

O festival Portugal Alive é uma iniciativa do Consulado-Geral de Portugal em Espanha, que agora faz parte do Cultura Portugal em Espanha.

B FACHADA REEDITA O EP "VIOLA BRAGUESA"


Palms Trax, Anna Prior e B Fachada são alguns dos nomes que fecham a programação do Jameson Urban Routes 2018.

A 12ª edição do festival que resume a filosofia programática do Musicbox ao longo dos anos regressa assim ao Cais Sodré de 23 a 27 de Outubro com um total de 8 sessões. Os bilhetes variam entre 12€ e 22€ e podem ser adquiridos em bol.pt e nos locais habituais.

B Fachada regressa ao Musicbox para um concerto-celebração do 10º aniversário de "Viola Braguesa", o seu primeiro EP, peça fundamental no cancioneiro popular contemporâneo e que volta a ganhar vida em palco. O disco vai ser reeditado em formato físico e apresentado no dia 26 de Outubro.

MAZGANI & SEAN RILEY | Musicbox


Amigos de longa data, Mazgani e Sean Riley já partilharam palcos mas é a primeira vez que se juntam em concerto, no próximo Heineken Convida®. O evento, que promove espectáculos inéditos e intimistas, desafia os artistas a misturar estilos, linguagens musicais e muitas vezes a descobrir-se mutuamente, num acontecimento único, que o público pode testemunhar. Os bilhetes para o “Heineken Convida® Mazriley”, a 28 de Setembro, no Musicbox, em Lisboa, já estão disponíveis nos locais habituais.

Sean Riley e Mazgani são dois dos mais talentosos compositores e cantores da sua geração. Neste formato especial, “Mazriley”, criam um espectáculo em que os repertórios individuais são interpretados em conjunto. Entre o catálogo recente de Sean Riley, que editou em 2018, sem a sua habitual banda Slowriders, o primeiro disco a solo, gravado nos EUA, e os mais de dez anos de carreira de Mazgani, que têm sido aplaudidos pela crítica nacional e internacional, serão apresentados arranjos únicos, em que a melancolia solarenga das canções californianas de Sean Riley ilumina a densidade e negrume da roupagem musical de Mazgani.

Em edições anteriores, Heineken Convida® já promoveu concertos de Miguel Araújo com Tiago Nacarato e deste com Pedro Tatanka e ainda Moullinex com Xinobi. Mais que um encontro de artistas, o Heineken Convida® junta amigos em palco.

JOANA ESPADINHA EM CONCERTO

CARTAZ | Concerto

17/09/2018

MUNDO CÃO | “As Mulheres Que Muito Amamos Sem Regresso Nem Lamento”


A provar que o rock continua mais vivo do que nunca, os Mundo Cão preparam-se para lançar a 28 de Setembro o seu novo álbum “Desligado” com distribuição da Sony Music Portugal.

Um regresso bastante ansiado às lides musicais do grupo formado por Pedro Laginha (voz), Miguel Pedro (bateria), Vasco Vaz (guitarra), Frederico Cristiano (teclado) e Canoche (baixo), após um interregno de 5 anos.

“Desligado” apresenta uma dezena de composições originais com letras de Adolfo Luxúria Canibal, Valter Hugo Mãe e Carlos Conceição, não fosse a singular simbiose entre as canções rock e a poesia portuguesa de qualidade a imagem de marca desta banda. Este que é o quarto álbum na carreira dos Mundo Cão é, segundo os próprios, “um disco maduro, de sombras e luz, envolto em ambientes mais densos e que vive da dualidade entre matizes introspetivas e outras mais expansivas e até coloridas. 

É um regresso ao formato da melodia da canção rock, explorando ambiências mais eletrónicas com recurso a instrumentos analógicos, inspiradas na estética dos anos 80. É também um álbum muito pensado para tocar ao vivo”.

“As mulheres que muito amamos sem regresso nem lamento” é primeiro single escolhido. A letra é do escritor Valter Hugo Mãe num poema que retrata uma história de amor com inspiração bocagiana - uma paixão desbragada, daninha, maléfica e doentia. “Esta noite, cara senhora, vou comê-la (…)”. A música é da autoria de Miguel Pedro e, apesar de ser um tema aparentemente calmo está impregnado de uma atmosfera hipnótica, fruto das repetições das estruturas musicais e dos ambientes que os instrumentos criam.

A estreia ao vivo do novo disco “Desligado” acontece no dia 6 de Outubro às 22.00h no Fólio (Festival Literário Internacional de Óbidos) com a participação especial de Adolfo Luxúria Canibal.

VÍDEOCLIP | “Find Out” - Huggs


Se “Take My Hand” e “Cocaine” serviram para apresentar os Huggs ao mundo, “Find Out”, o novo single da banda lisboeta, acompanha o lançamento do seu EP de estreia "Did I Cut These Too Short?" e revela-nos ainda mais do imaginário do duo. Depois da balada garage rock que é “Take My Hand” e do indie punk acelerado de “Cocaine”, o novo single mostra-nos os Huggs a tocar de forma mais descomprometida e, pela primeira vez, a cantar sobre alguém que não eles próprios.

“Her clothes were dripping blood and she was laying on the floor” marca o tom para todo o EP, que tem tanto de sombrio e surreal como de alegre e introspectivo - contraste presente ao longo de todo o disco, desde as letras à sonoridade da banda.

O videoclip ficou novamente a cargo do Manuel Casanova, que já trabalhou com a banda nos dois singles anteriores, e desvenda-nos mais de uma das personagens de “Take My Hand”, que assume desta vez o papel principal.

Simultaneamente inspirados pela energia crua e indisciplinada do panorama underground britânico e pelas baladas românticas típicas dos anos 50 e 60, os Huggs nascem do contraste entre as melodias contagiantes do Duarte Queiroz na guitarra e voz e a irreverência punk e bateria pesada do Jantonio, quando os dois se conhecem por acaso num projecto de faculdade.

Ao vivo, apresentam-se como um power trio, contando para isso com a ajuda do Guilherme Correia (Ditch Days) que, depois de assistir a um ensaio, não só se encarregou do baixo como ajudou a produzir e completar as primeiras canções da banda. Desta forma, os Huggs imediatamente nos transportam para uma atmosfera tão suja, fria e insensível - impossível não lembrar a tão aclamada série Shameless - quanto quente e apaixonante.

Dia 21 de Setembro é editado "Did I Cut These Too Short?", gravado no verão de 2017 por Gonçalo Formiga (Cave Story) no seu estúdio nas Caldas da Rainha. Uma edição Cão da Garagem que faz dos Huggs uma das mais promissoras bandas portuguesas de garage rock e indie da actualidade.

Agenda:

20 de Setembro - Musicbox, Lisboa

21 de Setembro - Maus Hábitos, Porto

06 de Outubro - Mucho Flow, Guimarães

25 de Outubro - Lounge, Lisboa

15 de Novembro - Teatrão, Coimbra

17 de Novembro/ Black Bass, Évora

30 de Novembro - Quinta das Beatas, Portalegre


MARCO FRANCO | Lisboa


No próximo dia 19 de Setembro, pelas 19.00h, o músico Marco Franco dará um concerto de apresentação do álbum "Mudra" no jardim do Goethe-Institut, em Lisboa. Editado em 2017 pela editora independente Revolve, este disco dá a conhecer uma nova faceta do baterista, com composições para piano solo. Outro talento do multifacetado músico é a pintura. Em estreia neste evento serão também exibidas algumas obras de Marco Franco, que têm uma estreita ligação à sua música.

BLAYA LANÇA DUAS MÚSICAS NOVAS


Depois do estrondoso êxito de “Faz Gostoso”, já com certificado de Platina, Blaya edita, finalmente, não apenas um, mas dois temas novos: “Vem Na Vibe” e “Má Vida”, dois temas verdadeiramente contagiantes e com ambientes sonoros diferentes.

Com edição da Warner Music Portugal, estes novos temas têm ainda o suporte de dois vídeos. O vídeo de “Vem Na Vibe” conta com a realização de Filipe Survival, enquanto que o de “Má Vida” foi dirigido por Cheezy Ramalho.



16/09/2018

CATE | "Pride Away"


"Pride Away" é o primeiro single de CATE e é o resultado da sua primeira entrega à música, o passaporte para uma viagem que sempre quis fazer. É uma música que se foca nas inseguranças e nos medos que nos assolam, mas também nos novos começos como um novo amor, um novo projeto e a certeza de que todos os novos começos precisam de coragem e entrega.

O instrumental, produzido por JustJon, de sonoridades vibrantes "apelam à celebração, porque as músicas de amor não precisam de ser tristes ou melancólicas. Ao arriscar, a vida ganha mais ritmo e felicidade."

Os visuals deste primeiro projecto, refletem todas as suas facetas pessoais: as raízes africanas, a consequente paixão por África, pelas viagens e o seu amor às pessoas.


TT | "Tá Kuiar Bué"


O carismático TT está de volta. Após ter estado a produzir e a absorver várias influências um pouco por todo o lado por onde passou, TT brinda-nos com um novo single que promete agitar as pistas de dança neste final de verão. "Tá Kuiar Bue" é o novo single e mostra uma nova fase deste genuíno artista, atento e audaz que nos tem contemplado com vários hits ao longo do tempo.

Para este novo tema, o artista juntou-se à Red Mojo, incubadora de hits como "Faz Gostoso" de Blaya ou "I Need this Girl" de Virgul e formou uma equipa de luxo convidando Virgul e os No Maka. Virgul para acrescentar a este tema a sua vibe característica e os No Maka na produção musical, que trouxeram o groove pretendido.

TT, é o verdadeiro “One man show“. compõe, escreve, toca e produz os seus temas e também os de inúmeros artistas nacionais e internacionais. Em "Tá Kuiar Bue" volta a mostrar uma vertente mais pop do seu trabalho. Um tema com os ritmos quentes, flow e boa vibe, onde os corpos vão mexer e "kuiar" desde o primeiro ao último acorde.


FREDERICO BC | "Ponto Final"


"Ponto Final" é o segundo single do novo disco de Frederico BC. A forte parceria entre Frederico BC e João Só continua a dar frutos. João Só construiu a música sobre as linhas e a pontuação relatada por Frederico BC e ambos abriram um novo capitulo com este Ponto Final.

Através do fascínio da pontuação, os autores procuram seduzir corações sem aspas, parênteses ou virgulas, evidenciando que muitas vezes precisamos de um ponto final para que a possamos conduzir a vida sem reticências.

Depois do Single “Do Outro lado da Rua”, lançado em Julho deste ano, “Ponto Final” é o segundo single de um álbum com edição agendada para 12 de Outubro e com concerto de apresentação ao publico marcado para o dia 10 de Novembro 2018 no Cineteatro Capitólio, em Lisboa.

Um álbum produzido entre Lisboa e a Califórnia por Lino Guerreiro e Valter Rolo, onde estes, juntamente com Frederico BC, convidaram mais de 40 músicos para a sua composição, criando assim um disco invulgar nos dias de hoje em Portugal. Vicky Marques, Ricardo Toscano, Paulo Ramos, Mário Delgado, Nelson Carvalho, Tó Cruz, uma orqFREDERICO uestra de cordas e sopros e ainda o vencedor de 2 Grammys Vlado Meller, são só alguns dos nomes da imensa lista de convidados.

15/09/2018

BRANDS LIKE BANDS | Festival de Bandas de Empresas


Falta menos de um mês para o arranque da VI edição do Festival Brands Like Bands, o único Festival de Bandas de Empresas do Mundo. Este ano terá três datas: 13 de Outubro, no Porto, 27 de Outubro em Lisboa, e uma data extra, 3 de novembro, também em Lisboa.

Em dia de aniversário de José Pedro Reis, mais conhecido como Zé Pedro, o eterno guitarrista dos Xutos & Pontapés, a Organização do Festival lança também o cartaz deste ano, criado, novamente, pela Ivity, recordando, deste modo, a energia positiva e carisma do músico português, que foram fundamentais para o arranque, em 2013, do Festival Brands Like Bands. E no qual Zé Pedro participou desde a sua génese chegando, igualmente, a colaborar com algumas das empresas participantes no Festival.

«O Zé Pedro é alguém que foi sempre atrás dos seus sonhos, fazendo tudo o que estava ao seu alcance para os realizar. E isso podia ser desde tocar com os Rolling Stones ou desenvolver e participar em várias iniciativas, como o Festival Brands Like Bands, onde tiramos da gaveta o sonho de muitos colaboradores de empresas que já não tocavam numa banda há algum tempo e que o passaram a fazer com os seus colegas de trabalho.» - comenta Fernando Gaspar Barros, do Festival Brands Like Bands

A edição este ano contará assim com a presença das bandas das empresas: Cision, CRITICAL Software, Liberty Seguros, Siemens, PLMJ – Sociedade de Advogados, BEE Engineering, Aubay, Schneider Electric, Mercer, AMT-Consulting, Grupo RHmais, Arvato Bertelsmann, Agap2IT, Cofidis, L'Oréal, Bosch Security Systems, Super Bock Group, Nokia e Zurich. Dois projetos musicais, um dos alunos da Escola dos Salesianos, e outro que junta a Universidade Nova de Lisboa e o Instituto Superior Técnico, irão também subir a este palco.

Os bilhetes têm o valor simbólico de 3 euros e todas as receitas de bilheteira reverterão, integralmente, para a Corações com Coroa, presidida por Catarina Furtado.

+ Info:

ANA MOURA, CONVIDADA PELOS U2 PARA COLABORAÇÃO, DÁ VOZ AO MOVIMENTO #WOMENOFTHEWORLDTAKEOVER NA ALTICE ARENA


Depois de Prince, Rolling Stones, Andrea Bocelli e Benjamin Clementine, é agora a vez dos U2 convidarem Ana Moura para uma colaboração, em que a cantora dará voz ao movimento #womenoftheworldtakeover nos concertos da banda que terão lugar este domingo e segunda-feira, na Altice Arena. Em todos os espectáculos da #U2eiTour é apresentado um vídeo, que promove e amplifica a acção global “Poverty is Sexist”, da organização ONE, no combate às causas que mantêm as mulheres e meninas dos países menos desenvolvidos numa condição de pobreza extrema. 

O vídeo mostra um coro a cantar "Women of the World", de Ivor Cutler, canção popularizada por Jim O’Rourke, a que irá juntar-se a participação especial de Ana Moura, que assim abraça pessoal e artisticamente esta causa, contribuindo com a sua voz para fazer chegar a mensagem #womenoftheworldtakeover às dezenas de milhares de pessoas que assistirão aos dois concertos.

No momento em que escrevemos este texto, os números globais são avassaladores: há 130 milhões de raparigas sem educação; mil milhões de mulheres não têm acesso a uma conta bancária; 39.000 crianças do sexo feminino ficaram hoje noivas. Em todo o mundo, as mulheres continuam a ser menos remuneradas do que os homens pelo mesmo trabalho. Não há nenhum país onde as mulheres gozem exactamente das mesmas oportunidades que os homens mas a diferença de género é muito mais acentuada para as mulheres que vivem na pobreza.

Fundada por Bono e outros activistas, ONE é uma organização apartidária e sem financiamentos públicos cuja actividade passa pelo lobby junto dos líderes políticos e realização de campanhas mundiais para a sensibilização de todos na necessidade de luta contra a injustiça e desigualdade. Conta com mais de 9 milhões de membros e a sua actividade é guiada, não pelo apelo a doações ou caridade, mas pelo pedido às pessoas para que se envolvam, usem a sua voz e se façam ouvir, individual e colectivamente. Como um coro. Um enorme coro global.

LUÍS PEIXOTO | Teatro do Bairro


Luis Peixoto, é um dos mais notáveis intérpretes de cordofones tradicionais portugueses da sua geração, colabora como instrumentista com vários artistas portugueses e estrangeiros, mas a vontade de experimentar novos territórios sonoros levou-o a misturar os seus cordofones com música eletrónica.

Luís Peixoto apresenta dia 21 de Setembro (Sexta feira), no Teatro do Bairro, em Lisboa, música do seu primeiro disco a solo "Assimétrico", tendo como convidados a cantora Ana Bacalhau, Virgul, Sebastião Antunes e o projeto Adufe em Lisboa.

"Assimétrico" foi lançado no mercado em 2017 e foi apresentado ao vivo em vários festivais um pouco por todo o país. Esta foi a primeira experiência do músico neste universo: sem rede, arriscou e acabou a criar um disco de fusão de dois universos que, habitualmente, não estão de mãos dadas, mas que podem perfeitamente coexistir. Luís Peixoto demonstra-o nesta estreia em disco a deixar água na boca para novos voos. (Adaptado do texto do jornalista Bruno Martins)


FESTIVAL CORDAS NOMEADO PARA "BEST NEWCOMER FESTIVAL AWARD"


O Festival Cordas está nomeado para "Best Newcomer Festival Award" nos prémios a festivais do Transglobal World Music Chart. "Best Newcomer" é o prémio atribuído a um festival com menos de 5 anos de existência que mostra diversidade através de uma programação única com oportunidades para artistas não comerciais e responsabilidade social e ambiental.

A terceira edição do Festival Cordas está a decorrer na ilha do Pico até amanhã. No evento de abertura, no passado dia 12, Terry Costa, diretor artístico da MiratecArts, entidade organizadora do evento, foi surpreendido por Carlos Ferreira da CBFwebRADIO, uma rádio exclusiva para música do mundo, e mais conhecido por ser um dos Gaiteiros de Lisboa, aqui no papel de representante de Portugal e observador para o prémio mundial. "Estou aqui para observar o que de melhor existe nos festivais de músicas do mundo," diz Carlos Ferreira, que se sente a navegar na ilha montanha, "na beleza que a envolve e na simpatia de quem cá vive".

A Transglobal World Music Chart lançou os prémios a festivais com o objetivo de aumentar a valorização da música das culturas do mundo, como uma ferramenta para o desenvolvimento de pessoas em muitas áreas da vida, bem como para a alegria e o prazer. Esses prémios consideram “world music”, “tradicional”, “raízes” ou qualquer outro nome, festivais de música, no campo de atividade relacionado à Transglobal World Music Chart.

Festival Cordas é um dos festivais mais singulares no mundo pela sua localidade, a ilha do Pico, mas também pelo foco dos seus artistas a se dedicarem à arte dos cordofones, assim, apresentando várias culturas através de instrumentos de corda. 

A MiratecArts também investe na diversidade do ser humano participante, ideais e histórias que têm para contar através da sua música, assim como também tem o cuidado em implementar ferramentas para melhorar a pegada ambiental. Os palcos que acolhem os músicos de vários países incluem exterior, na paisagem idílica da ilha, e também interior: o Jardim Saudade na MiratecArts Galeria Costa, uma propriedade de mais de 24 mil metros quadrados dedicado à arte na natureza; o santuário dos dragoeiros no Museu do Vinho; lagoas, piscinas naturais, campos de lava e a cratera do vulcão e a montanha mais alta de Portugal. 

Os palcos no interior incluem o Auditório no Museu dos Baleeiros com uma acústica impecável e que dá a sensação de estarmos no interior de um barco; e, o novo Auditório da Madalena, adjacente à maior biblioteca da ilha, onde este fim de semana acolhe a estreia em Portugal da finlandesa Maija Kauhanen com o kantele. A encerrar apresenta, domingo à noite, o programa "Violas dos Açores" com cinco tocadores representando no palco as ilhas de São Miguel, Terceira, Graciosa, São Jorge e Pico, mostrando, assim, o investimento em talento local, mais um dos propósitos para os prémios mundiais.

Para o programa do Festival Cordas, que apresenta uma dúzia de eventos este fim de semana, visite www.festivalcordas.com.
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