18/11/2017

PAULO MARINHO | "Gaita de Foles em Portugal"


Paulo Marinho apresenta o seu primeiro disco a solo, "Gaita de Foles em Portugal". Álbum dedicado maioritariamente ao reportório tradicional português para este instrumento também incluí originais de vários compositores. Os diversos tipos de gaitas de fole são acompanhados por instrumentos de percussões mas também por flautas , voz, viola braguesas entre outros. São 39 temas em 15 faixas num total de 57 minutos de música.

A apresentação com alguns apontamentos musicais terá lugar dia 23 de Novembro pelas 18.45h na sede da Xuventude de Galicia na Rua Julio Andrade, em Lisboa.

Gaita de fole é o nome usado em português para denominar um conjunto de instrumentos musicais de sopro e de palheta que têm em comum a capacidade de emitir som contínuo através de um depósito flexível de ar. A sua variedade é enorme quanto às características morfológicas e musicais, correspondendo a diferentes origens geográficas e históricas.

Paulo Tato Marinho (Sétima Legião , Gaiteiros de Lisboa) nasceu em Lisboa no ano de 1964. Dedica-se às gaitas de fole como instrumentista, professor, investigador, divulgador, compositor e construtor. Começou a tocar gaita de fole em 1982. 

O seu gosto pelo instrumento nasceu no Alto Minho onde passava férias na aldeia de sua família paterna, São Pedro da Torre – Valença. Nesta zona, e abrangendo a Galiza, viu e ouviu zés pereiras e gaiteiros galegos criando desde cedo um fascínio pela gaita de fole.

Em 1983 integrou o grupo musical “Sétima Legião” e no ano seguinte o grupo de danças e cantares “Anaquiños da Terra” da Xuventude da Galiza – Centro Galego de Lisboa. Em 1992 foi um dos fundadores do grupo musical “Gaiteiros de Lisboa”. Em 1999 foi um dos fundadores da “APEDGF - Associação Portuguesa para o Estudo e Divulgação da Gaita de Foles”. Tem participado e colaborado em espectáculos e discos com vários projectos musicais.
Alinhamento:

01. Alto Minho

02. Cantigas Medievais

03. Duas Léguas

04. Valsas Portuguesas 

05. Murinheiras

06. Carvalhesa de Moimenta de Vinhais

07. Tiêrras de Miranda

08. Caminhadas

09. Corridinhos Gaiteiros

10. Penafiel

11. Coimbra 

12. Final

13. Gaitarrada

14. Lhaços Cantados

15. Stella Octangula

QUINTA DO BILL | "30 Anos de Canções e Afectos"


Os Quinta do Bill celebram 30 anos de carreira com um concerto na Casa da Música no dia dia 25 de Novembro. O espectáculo  intitula-se "30 Anos de Canções e Afectos".

A Quinta do Bill nasce em 1987 pela mão de Carlos Moisés e Paulo Bizarro, caracterizada pela sua orientação folk-rock, a banda rapidamente conquistou o seu lugar na música em Portugal.

OMIRI EM CONCERTO

FADO AO CENTRO | De Coimbra com Amor

17/11/2017

ANA MOURA | "Best Of"


Depois de em 2017 ter passado por 3 continentes dando mais de 150 concertos e de, recentemente ter esgotado os Coliseus de Lisboa e Porto, num concerto especial onde revisitou toda a sua carreira, Ana Moura lança hoje o seu primeiro "Best Of".

Este álbum é uma visita guiada por uma carreira que, em 15 anos, tomou proporções internacionais fazendo da fadista um dos maiores expoentes da cultura e do Fado no mundo.

Neste disco poderão ser encontradas canções de todos os seus álbuns e ainda temas que foram gravados para outros registos, como "Valentim" (com Bonga) editado para a homenagem a Amália Rodrigues em "As Vozes do Fado" ou "Sabe Deus" (com o israelita Idan Raichel).

Na Fnac pode ser adquirida, em exclusivo, a versão deluxe deste "Best Of", um 2CD digipack e com mais 10 temas.


DARKO | "Novembro"


"Novembro" chega-nos para desvendar mais um capítulo de "OFF", o primeiro álbum integralmente em português de Darko, projecto a solo de Zé Manel, atualmente a ser gravado e com edição prevista para 2018.

Depois de "Março", com letra de Pedro Chagas Freitas, e Junho, com a participação da jovem actriz Barbara Branco, Darko apresenta-nos um tema com cheiro a bossanova, numa versão mais alegre de si, contrariamente à melancolia a que nos tem habituado. 

O autor conta-nos a história de um amor interrompido através dos meses do ano, transformando em música o seu calendário e emocional. Novembro é o mês que marca o início da história que deu origem a esta ode ao amor que será "OFF", o terceiro álbum de originais de Darko.

Gravado por Chiara Missagia para a Ampersand video e com participações especiais de Olívia Ortiz e Michael Heverly, concorrente do programa America's Next Top Model, o videoclip de "Novembro" reflecte a luz inerente ao encontro inspirador de um novo e verdadeiro amor, após uma fase de perdição, inadaptação e luxuria vivida pelo músico.

JOÃO AFONSO | Ponte de Lima


No próximo dia 25 de Novembro, pelas 21.30h, o cantautor João Afonso apresenta-se no palco do Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, com o seu mais recente espectáculo "20 anos de Missangas", o seu primeiro disco que marcou a música portuguesa e com o qual afirmou a sua criatividade, a par do legado musical do seu tio José Afonso.

Juntamente com a sua banda, João Afonso dará um espectáculo comemorativo de duas décadas de música, com canções criadas ao longo destes últimos 20 anos, de “Missangas” a “Sangue Bom”, que o confirmam como uma voz ímpar na música da lusofonia e mantendo um estilo distintivo, marcado pela inovação e riqueza de composições.

VÍTOR BACALHAU VENCE O EUROPEAN BLUES CHALLENGE PORTUGAL 201


Vítor Bacalhau foi eleito o representante português no EBC de 2018.O músico irá representar Portugal no mês de Março de 2018,  na Noruega.

É a segunda vez que um artista da Mobydick Records ganha este concurso , os primeiros foram os "Budda Power Blues" no ano de 2016.

CARTAZ | Concerto

SAMUEL ÚRIA | Vodafone Mexefest

16/11/2017

SPILL | Discurso Direto


Os sPiLL são uma banda de rock. O percurso peculiar dos seus membros, alguns deles com carreiras reconhecidas no jazz, outros no rock, outros em ambas, aliado a influências que vão dos QOTSA, PJ Harvey, Radiohead, Deerhoof, a Hendrix e Van Halen, cria o som do grupo. “What Would You Say?” é o título do  novo registo da banda. «Uma viagem à mente Inebriada de um Mr.Hyde em modo de festa, surrealismo e luxúria, com momentos de pés no ar, e outros de cara no chão.» André Fernandes, é hoje meu convidado em "Discurso Direto".

Portugal Rebelde - O que é que separa os Spill de 2005 e 2017?

André Fernandes - Quase tudo excepto que são ambos fruto da mesma mente, a minha, e ambos projectos totalmente fora daquilo que as pessoas (dentro do jazz) estão habituadas a esperar de mim. Digamos que o meu lado ligado à música com improviso é o Dr.Jekyll e os SPiLL são o Mr.Hyde. Em 2005 tive a necessidade de criar algo que incorporasse aquilo que andava a ouvir e era para mim uma novidade, música com componente de dança, com electrónica, mas também misturada com o lado humano e "real", com instrumentos como guitarra, bateria acústica, etc. Andava a escrever (como sempre) coisas que guardava na gaveta por não as poder incorporar nos meus discos de "jazz", e decidi criar uma banda para poder explorar e tocar essas coisas. Foi os SPiLL, com o Kalaf, Marta Hugon, João Gomes, Miguel Amado, André Sousa Machado e DJ Ride às vezes, ou o Nery. Tocámos muito e em muitos sítios muito diversos, desde bares de má fama no Cais do Sodré (que na altura não era o sitio da moda limpinho e cheio de turistas que é agora), até ao Pequeno Auditório do CCB, ou Paredes de Coura. Depois tive que parar esse grupo por estar envolvido noutras coisas. Aquilo que entretanto ia escrevendo e "pondo na gaveta" foi-se chegando inevitavelmente aquilo que sempre foi a minha base e amor musical (entre outros), o rock. Decidi acordar o Mr.Hyde de vez, e pôr tudo cá para fora. Isso é os SPiLL de 2017. Que estão cá para ficar.

PR -  Mais ou menos a meio de “What Would You Say?”, surge um tema instrumental em que a tua guitarra não disfarça a tua fonte inspiração, Queens of Stone Age. Este é de alguma forma um tributo que prestas a uns nomes de proa do rock atual?

André Fernandes - Esse tema chama-se "Homme". Acho que o tributo é bastante assumido. No entanto os QOTSA, apesar de serem uma das minhas bandas favoritas, estão longe de ser "A" minha inspiração. Aquilo que me inspira abrange décadas, continentes e pessoas de todos os cantos da vida que levei até agora. Os QOTSA são muito fixes, mas há todo um mundo de influências que carrego (como imagino todos os músicos) comigo e que uso para me exprimir com a música que escrevo.

PR - As horas de estudo que passaste no Hot Club não foram capazes de “domesticar” o nervo da tua guitarra?

André Fernandes - Claramente que não. E ainda bem.

PR - Qual é o tema que melhor caracteriza o “espírito” deste “What Would You Say?”?

André Fernandes - "What Would You Say?" é um disco que tem um pé na sombra dos SPiLL de 2015, em temas como "White", e outro pé nos tomates dos SPiLL de 2017 e futuro. O lado de temas como "Get Away" ou "Super Sexy Fight Song" apontam melhor para o que a banda é ao vivo, e será no próximo disco. Apesar de já termos crescido muito desde que gravámos o "WWYS?", pelo que o próximo disco, que vai sair ainda em 2018, vai ser bem mais "bojarda".

PR - João Firmino dos Cassete Pirata, disse numa entrevista ao Ípsilon que «o jazz é sempre mais uma viagem ao umbigo do líder, enquanto na pop a premissa é mais direta.» É mesmo assim”?

André Fernandes - Adoro o Pir (Firmino) e os Cassete. mas por acaso não me revejo nessa frase, embora os SPiLL não façam pop, mas rock, o que é importante para o que vou dizer a seguir (também é possível que não esteja a perceber o sentido do que ele quis dizer). Eu não diferencio a premissa entre fazer música para os SPiLL, ou para um disco de jazz, ou se estou a gravar guitarras para o DJ Nery, ou para o Rocky Marsiano, ou para a Maria João. Acho que em primeiro lugar escrevo/toco para mim, tentando fazer algo que me entusiasme enquanto fã de música, e fazendo isso honestamente e o melhor que conseguir espero atingir as pessoas que possam eventualmente partilhar desse meu gosto, e das minhas escolhas e propostas, de forma a proporcionar-lhes uma experiência fixe ao ouvir o resultado final, seja a destruir amplificadores com demasiada distorção, ou num disco de jazz. A diferença é que no jazz essas pessoas são 7 e no rock essas pessoas podem ser bem mais! É claro que quando queres chegar ao teu público num universo muito saturado de propostas, como é o do rock, pop, etc, tens que ser menos "recluso" e pensar realisticamente na forma como vais disponibilizar a tua música, com que imagem, através de que meios etc, com videoclips, e entrevistas, e bla bla, porque senão não chegas a ninguém, por muito boa que seja a musica. Mas tudo isso, para mim, vem depois da fase de criação. Não antes. Os músicos de que eu gosto têm sempre muito do seu "umbigo" no que fazem, é essa identidade que a mim me atrai, seja no rock, pop, ou jazz. Fazer parte de uma vaga, ou moda de som ou estilo nunca se me apresentou como algo minimamente atraente. Gosto daquele pessoal que faz a sua cena e que se lixe o que está ou não na moda. Alguns deles têm sorte ou persistem o tempo suficiente até encontrarem o seu publico e podem até chegar a ter imenso sucesso. Muitos deles aliás. Só que esse sucesso tende a ser mais duradouro do que o sucesso rápido de alguém que apanha boleia do que se passa num determinado momento, porque no fim, quando a poeira assenta, só o que estavam a puxar a carroça é que ficam de pé. Por isso mais vale arriscar e fazer o que gostamos mesmo e sentimos ser mesmo nosso, em vez de pensar no que é que iria funcionar melhor naquele mês para a rádio comercial. Este comentário vai bem mais além do assunto levantado pelo Pir! Ele é um tipo que acho que faz o que gosta mesmo, e o que sente ser ele próprio, e nesse aspecto estamos em total sintonia.

PR - Para terminar, numa frase como caracterizarias este disco?

André Fernandes - Uma viagem à mente Inebriada de um Mr.Hyde em modo de festa, surrealismo e luxúria, com momentos de pés no ar, e outros de cara no chão.




AS GUITARRAS NÃO TÊM SAUDADE | Coimbra


Encerra este sábado (18 de Novembro) o ciclo de concertos de guitarra promovido, este mês, pela Fundação Bissaya Barreto: três noites singulares com alguns dos mais desafiantes intérpretes de cordas nacionais.

O dedilhado frenético e espontâneo de Tó Trips em conjunto com a percussão experimental e tribalista de João Doce, e os sons exploratórios pintalgados de harmonias folk do trabalho nas seis cordas de Jorge Coelho são as últimas duas propostas de um ciclo que ousou fazer-nos viajar pela qualidade e originalidade de alguns dos artistas portugueses que fazem das guitarras o local onde o futuro acontece. O encontro de Tó Trips e João Doce dá-se a meio caminho entre o álbum de estreia do primeiro e um café melancólico em Esmoriz.

Se Tó trazia a sua "Guitarra Makaka" e o imaginário do velho oeste, da boémia lisboeta, a tradição cubana a lembrar Marc Ribot dos seus Dead Combo, João trazia o compasso dado aos seus Wraygunn, onde talha o som da banda a machado sobre rolos de madeira. 

No encontro, dá-se o diálogo meticuloso, sensível e efusivo que resulta no primeiro disco em conjunto "Sumba". Tal como nesse sítio imaginário, no sábado, na Casa Museu Bissaya Barreto, o tempo não vai existir. Tudo é será contemplado, admirado, belo e impoluto.

A noite arranca com Jorge Coelho, um dos segredos mais mal guardados do panorama nacional. Músico de muitas aventuras, dos Cosmic City Blues aos Zen, à composição de bandas sonoras em parceria com Alexandre Soares ou Adolfo Luxúria Canibal. Actualmente podemos ouvir Jorge Coelho como guitarrista dos Torto, ao lado de Jorge Queijo e Miguel Ramos. A solo, como numa pausa, pousa a guitarra ao colo para divagar por entre um imaginário sem lugar para o entretenimento persuasivo.

Com três discos editados, Jorge Coelho parece convencer-nos que a vida é um jogo de contínuas subidas e descidas de tom. O poema é agora a alegoria de um mundo dissonante, desenhado numa incerteza melódica tremendamente crua. O mesmo mundo que ecoar pela Casa Museu.

RAQUEL RALHA & PEDRO RENATO | Sabotage


Raquel Ralha e Pedro Renato trabalham juntos desde os tempos dos Belle Chase Hotel. Prosseguiram caminho com Azembla’s Quartet, Ellas e, mais recentemente, com Mancines.

A convite do programa “Cover de Bruxelas” que passa semanalmente na Rádio Universidade de Coimbra, juntaram-se nos Estúdios Blue House, pela primeira vez, como um duo, para gravar três "covers". 

Foi na frequência de 107.9 FM, a 11 de Dezembro de 2016, que ouvimos, pela primeira vez, as versões de “​Nerves” (Bauhaus), “Peek-A-Boo” (Siouxsie And The Banshees) e “Right Now” (Herbie Mann / Mel Tormé). Esta “Cover de Bruxelas Session” foi o motor que deu arranque a “The Devil’s Choice Vol. 1” - disco integral de versões que foi editado dia 10 de Novembro de 2017, com o selo da Lux Records.

«Cruzados os nossos caminhos há mais de vinte anos - e não tendo nós parado de trabalhar juntos desde então - chegou, finalmente, o momento de fazermos um registo de músicas que ouvimos numa fase longínqua das nossas vidas e que, por razões semelhantes, nos transmitiram algo de importante nesse crescimento. 

A minha ligação musical com o Pedro Renato tem cumplicidade e complementaridade inatas e, também por isso, este é um disco que nos traz uma satisfação pessoal muito particular. Uma selecção difícil e penosa que deixa muitos outros temas para uma possível sequela deste álbum. Aqui, a temática preponderante gira em torno da atracção pelo lado negro, porém fascinante, do que é esta coisa confusa, misteriosa e viciante de “viver”, “amar”, “ser”.» (Raquel Ralha)

«Com adolescências apaixonadas e pontuadas por milhares de músicas que ficaram gravadas nas nossas vidas, reduzir esse universo galáctico a 537000 estrelas musicais já não foi, por si só, uma tarefa fácil. A partir daí, para fazer um "podium" com onze temas vencedores, não havia dúvida que teria de ser através de um rigoroso processo de "Venha o diabo e escolha...". 

Daí termos que lhe atribuir os devidos créditos no título desta compilação. Nasceu assim "The Devil´s Choice vol.1". Volume 1 porque o justo seria dar a mesma oportunidade a tantos e tantos artistas igualmente importantes para nós e que ficaram em suspenso nesta primeira incursão no mundo das recriações musicais. Para eles, aqui vão as nossas desculpas; não foi culpa nossa, mas sim... The Devil´s Choice!» (Pedro Renato)

25 de Novembro - Sabotage, Lisboa


NÃO SIMÃO | Lisboa


Depois de darem a conhecer o primeiro tema do disco de estreia, os não simão preparam-se para levar a palco as músicas que fazem parte de "Se houvesse vida aqui".

No próximo sábado, dia 18 de Novembro, no Teatro do Bairro, em Lisboa, Simão Palmeirim (voz e guitarra), José Anjos (bateria), Pedro Fernandes (baixo), Ana Raquel (saxo barítono) e Marco Alves (trombone de vara) propõem um passeio intimista pelas histórias que compõem o seu imaginário único: português, optimista e descomprometido.

E, para tal, nada melhor que o fazerem rodeados de amigos. Por isso, convidam um dos grandes nomes do jazz nacional, o contrabaixista Carlos Barretto, e a cantora e compositora Madalena Palmeirim.

Dia 18 de Novembro, com o apoio da Sociedade Portuguesa de Autores e da Gerador, "Se houvesse vida aqui", no Teatro do Bairro, pelas 23.00h.

A noite segue longa com as escolhas musicais de mais duas amigas: Cláudia Marques Santos e Cláudia Duarte.

Entrada: 5€

BRANKO | Casino Lisboa


Carlão, Diogo Piçarra e Cachupa Psicadélica são os primeiros convidados anunciados para o concerto de Branko no Casino Lisboa, a 4 de Dezembro. Ao mítico membro dos Da Weasel e reconhecido MC português junta-se agora Diogo Piçarra e Cachupa Psicadélica. O encontro está marcado para as 22.00h e é de entrada livre.

Estes nomes não são de estranhar, pois todos eles já colaboraram com o produtor. Carlão e Branko juntaram-se para produzir “Os Tais” e “Batalha”.

Diogo Piçarra é hoje um dos músicos portugueses com presença mais expressiva na Internet, através das redes sociais e dos portais de streaming de música. Branko colaborou com Diogo Piçarra em temas como “Caminho” e “Erro”.

Outro dos nomes anunciados é Luís Gomes, cabo-verdiano mentor do projeto que assina Cachupa Psicadélica, e que participou no álbum “Atlas”, lançado em 2015, com a música “Paris-Marselha”.

Este será um concerto especial, de entrada livre, onde Branko juntará vários amigos em palco num ambiente de festa, como o foi em Outubro, quando Branko esgotou o Estúdio TimeOut na festa comemorativa da coletânea "Enchufada na Zona", em que convidou Kking Kong, Dotorado Pro, Rastronaut e a inglesa Mina.

CARTAZ | Concerto

B FACHADA CANTA ZECA AFONSO | Musicbox

15/11/2017

TERESA SALGUEIRO | Discurso Direto


Hoje em "Discurso Direto" é minha convidada Teresa Salgueiro. Uma mulher, uma cantora a fazernos pensar através dos poemas que escreve e interpreta de uma forma muito própria e especial, sem nunca fugir às suas convicções e à sua forma de estar enquanto pessoa e cidadã.

Portugal Rebelde - Cristalina, poética, sensível, real e profunda, é esta a Teresa Salgueiro que encontramos no álbum "O Horizonte"?

Teresa Salgueiro - De facto reflecte o meu olhar sobre a vida, faz parte do meu pensamento de como eu vejo o mundo, a nossa existência humana e no fundo é uma reflexão sobre a importância dos nossos sonhos, da perseverança que temos que ter quando empreendemos um caminho que é o encontro com o mundo em que vivemos e esta minha visão esta patente na música que faço e nas palavras que escrevo.

PR - Que olhar é este que projeta no “Horizonte”?

Teresa Salgueiro - É um olhar que busca sempre o caminho da luz e da esperança e um olhar ao mesmo tempo atravessado de uma certa lucidez perante a realidade que me cerca do mundo em que vivi. É um olhar bastante encantado com a natureza, com a criação da qual faço parte, que todos nos fazemos parte e ao mesmo tempo bastante lúcido em relação a certas incongruências que existem na sociedade que todos constituímos. Há certos traços do carácter humano que impedem que o mundo em que vivemos hoje com toda a oportunidade que temos extraordinária neste momento, com toda a sabedoria que ao longo dos séculos que fomos reunindo, com a tecnologia que se desenvolveu, com os meios de comunicação, com a facilidade de comunicação, continua a ser a desigualdade o traço mais forte da vivência de todos os dias. E cada vez, essa desigualdade é mais gritante e cada vez faz menos sentido, porque de facto temos nas nossas mãos, hoje em dia, tudo, para havendo vontade puder transformar este mundo num lugar para todos e num lugar extraordinário, à imagem da criação. Nós temos capacidade de inventar coisas extraordinárias, portanto é um olhar que também se pergunta muito, um olhar também inquieto.

PR - ”Horizonte”, foi a canção canção escolhida para single de apresentação deste trabalho. Este é o tema que melhor caracteriza o “espírito” deste disco?

Teresa Salgueiro - O Horizonte é o tema que abre o disco e mais do que caracterizar todo o disco, ele é a introdução realmente para todas as músicas e todas as palavras que vêem a ser cantadas depois. É uma declaração de intenções, no fundo, descreve um pouco aquilo que eu sou, o lugar onde me encontro, o meu ponto de partida e a minha intenção de continuadamente aceitar este destino de certa forma que eu tenho de cantar, de olhar o mundo e de cantar sobre ele e acima de tudo de espalhar um olhar de esperança e um olhar em que o amor tem um lugar primordial. Seja o nosso amor à vida, à criação, ao próximo. É realmente o sentido da nossa vida. Por isso eu canto: "se não for por amar tanto de me que serve viver".

PR - Numa frase como caracterizaria este disco?

Teresa salgueiro - Se me permite eu não escolheria uma frase para caracterizar o disco, porque para mim é muito complicado, o disco existe precisamente porque há todo um pensamento que é expresso em ideias tanto musicais como através das palavras que eu sinto necessidade de desenvolver e transmitir e portanto alguém de fora poderá ouvir o disco e caracterizá-lo. Para mim caracterizá-lo é muito difícil, eu posso falar sobre ele, mas direi sempre muitas coisas, precisamente porque ele também diz muitas coisas. São muitas as coisas que ali estão ditas e é precisamente porque eu sinto esta urgência de dizer tantas coisas e todas elas e não só uma, que eu faço este disco.

PR - No próximo dia de 18 Novembro, apresenta as canções deste disco na Aula Magna, em Lisboa. O que é que o público pode esperar deste concerto?

Teresa Salgueiro - O Horizonte e a Memória é um espectáculo que tem como ponto de partida o repertório deste disco O Horizonte, que são temas originais e também a interpretação de uma série de arranjos que fiz para temas que pertencem à nossa memória colectiva, temas da música portuguesa e que na minha memória em particular são fundamentais, são estruturantes, porque todos eles fazem parte de uma imagem que eu fui construindo ao longo dos tempos do que é pensar e sentir e neste caso cantar, fazer música em português. Há uma identidade que eu fui observando e que me formou e que me ajuda na minha formação, na minha inspiração e na minha procura contínua de um caminho na música. Vou interpretar um tema cantado pela Amália Rodrigues, outro tema do Zeca, um tema do Paredes, um tema do Fausto, Fernando Lopes Graça, entre outros. E claro alguns temas dos Madredeus que fazem parte da minha memória e da minha vida, vivi-os intensamente e há temas que gostarei sempre de cantar. Em palco, vou estar com dois músicos com quem já partilho o palco há cerca de 10 anos, que são o Rui Lobato na bateria, percussão e guitarra, o Óscar Torres no contrabaixo, o Nelson Almeida no acordeão e na guitarra, para minha grande alegria, vou contar com o José Peixoto, que é um músico extraordinário com quem eu tive a alegria de partilhar os palcos com os Madredeus, por penso que foram 13 anos, e já há cerca de 11 anos que nunca mais nos tínhamos encontrado no palco, fomos nos encontrando ao longo destes anos pontualmente, cada um fazendo o seu percurso na música que é muito diverso, mas somos dois músicos persistentes, continuámos dedicarmo-nos exclusivamente a esta actividade e por uma série de circunstâncias proporcionou-se este encontro e precisamente na Aula Magna, vamos pisar o palco pela primeira vez juntos de 11 anos a esta parte. Isto para mim é uma alegria e uma honra imensas. Assim o que o público pode esperar é um momento de música em que todos vamos dar o nosso melhor em cima do palco e que vamos juntos transmitir este meu, nosso olhar sobre o sonho, sobre o nosso caminho, o nosso contacto com o mundo e as nossas memória. É um momento de música, de partilha musical, de convite ao público para um atitude de escuta e de reflexão.




VÍDEOCLIP | “I Lost a Friend” - Budda Power Blues & Maria João


“I Lost a Friend” é novo sígle/vídeoclip de Budda Power Blues & Maria João. O tema faz parte do álbum "The Blues Experience". Esta será uma das músicas que poderá ouvir no dia 28 de Novembro na Casa da Música (Sala Suggia). O concerto tem inicio às 21.30h.


BLACK BOMBAIM COMEÇAM A PREPARAR NOVO DISCO COM RESIDÊNCIA ARTÍSTICA NO PORTO


Os Black Bombaim começam a preparar novo disco com residência artística no Porto. Um ano após a edição do longa-duração colaborativo com Peter Brötzmann, o trio juntar-se-á a três músicos e produtores nacionais num ciclo de residências artísticas que reinventa o processo criativo da banda.

A primeira residência decorre em Dezembro com Pedro Augusto, músico e compositor nos projetos Ghuna-X e Live Low que tem também conduzido um largo percurso na composição de bandas sonoras nas áreas de dança contemporânea, teatro e cinema, colaborando com nomes como Ana Rocha, André Gil Mata, Ana Borralho e João Galante. A residência com Pedro Augusto culmina com uma apresentação, em formato ensaio aberto e com entrada livre, a 16 de dezembro no Circulo Católico de Operários do Porto.

A segunda residência, com Jonathan Saldanha (HHY & The Macumbas), decorre em Janeiro, e a terceira, com Luís Fernandes (peixe:avião) está marcada para Fevereiro. As duas irão decorrer, tal como a primeira, em "espaços icónicos da cidade Invicta".

Desconstruindo o habitual processo de criação, os Black Bombaim entregam assim a composição musical a tre^s figuras da mu´sica explorato´ria portuguesa, num processo a ser concluído em três residências artísticas distintas.

O projeto de residências artísticas "será documentado por um filme-ensaio sobre a criação musical e a sua relação com a paisagem enquanto espaço de criação de mitologias e de somatização de fantasmas".

O filme, realizado por Miguel Filgueiras e com argumento de Manuel Neto, responderá à forma de uma trilogia, que será também a trilogia musical composta pela banda Black Bombaim em processo de trabalho com três compositores distintos: Ruína e Memória | Espaço Sideral | Mundo.

VÍDEOCLIP | "Beija-Flor" - Manel Cruz


Manel Cruz acaba de nos revelar mais uma canção. O tema chama-se "Beija-Flor", e vem acompanhado de um vídeo que tem realização de André Tentugal e do próprio músico.

ORQUESTRA FINA | Plano B


A Orquestra Fina aparece como um penso rápido, ou, melhor ainda, como uma tatuagem que tapa e resolve uma minha vontade e necessidade iminente de usar a voz, o instrumento primordial, juntamente com a nossa língua mãe e assim dar forma, esqueleto e cabelo às minhas canções de agora, e não tão de agora.

Tal qual a própria palavra, que num caso pode significar a descrição da volumetria da cintura de uma bailarina e noutro simplesmente adjectivar aquele ou aquela que levanta o dedo enquanto segura a xícara do chá. 

Se dita com uma certa ironia pode até significar exactamente o contrário, e, com outro acento e entoação, também serve para descrever o vigarista de esquina ou o chico-esperto do lado.

A orquestra fina é isto tudo. Muitos mundos num só. É este jogo dos vários significados da mesma palavra ou do mesmo grupo de três notas musicais.

17 de Novembro - Plano B, Porto (22.30h)

MIMICAT | Coimbra

AS CANÇÕES DO PUNK | Hard Club

14/11/2017

MARCIANO | Discurso Direto


No próximo dia 16 de Novembro, Marciano apresenta no Titanic Sur Mer, em Lisboa “14.000 Dias entre Terra e Marte”, o fim de uma viagem, mas o inicio de outra ainda com mais sabor. Hoje em "Discurso Direto" é meu convidado Marciano.

Portugal Rebelde - “14.000 Dias entre Terra e Marte”. Este é disco que um dia sonhaste gravar?

Marciano - Claro que não! A verdade é que nunca imaginei um dia ter um disco com estas características! Sonho com a música desde os meus 7 anos e desde 1997 que estive ligado a bandas que se alimentavam predominantemente do universo rock. Sempre fui um vocalista que apenas se limitava a criar as suas linhas vocais e as respectivas letras. Não era um compositor pois não sabia tocar nenhum instrumento, logo sempre estive dependente de outros seres humanos para sobreviver musicalmente. Quando fui viver para Lisboa, não conhecia músicos com que pudesse trabalhar e a minha “fome criativa” aumentava drasticamente. Até que um dia tive acesso a um Ipad, que se tornou a minha primeira ferramenta de composição. Pouco a pouco, comecei instintivamente a criar músicas, sem pensar nas sonoridades que estavam a desabrochar. Simplesmente deixei-as crescer. A partir de certa altura apercebi-me que tinha um grande punhado de canções e que,sem querer, tinha um novo projecto em mãos, sem saber como pô-lo na prática. Tendo como ponto de partida esse momento e o ponto de chegada o lançamento do disco, posso analisar que o percurso efectuado foi honrado. Por isso será mais sensato afirmar que foi um sonho este disco ter sido gravado um dia.

PR - Rock, electrónica, industrial, indie, gótico e fado, tudo servido em canções com refrões orelhudos. É tudo isto que podemos encontrar no álbum “14.000 dias entre Terra e Marte”?

Marciano - Após ter criado todas as músicas sem terem sido pré-concebidas, acho que é natural um artista tentar analisar as suas obras durante após a conclusão das mesmas. Acho que no geral as músicas presentes em "14.000 Dias..." são bastantes acessíveis, daí afirmar sem vergonha alguma que uso uma linguagem pop, mas a verdade é que sou um grande ouvinte de música de muitos géneros musicais e um “filho” da música alternativa. Logo não acho bizarro que um ser que cresceu no rock mas sempre gostou de muitas outras sonoridades que nunca “cozinhou”, no momento em que tem oportunidade para compor, comece a "tirar do saco das compras" todo o tipo de influências, em doses muito refinadas ou não. Exemplos disso são "Umedo" e "Cães", que têm alguma influência industrial, "Sulidão" e "Choro Cinza" um teor mais gótico, "M78" algo de indie, "Valeu a Pena" uma versão de um fado, etc., etc.,etc. Mas não sou que tenho de dissecar as minhas músicas. São os ouvintes, se assim o entenderem.

PR - Este disco encontrou na linguagem pop com reminiscências anos 80. António Variações, Heróis do Mar e Sétima Legião, são nomes que de alguma forma te marcaram?

Marciano - A quem não marcou? Os anos 80 foram muito interessantes a nível mundial no que toca à pop electrónica.Apesar de ser muito novo nessa época, sempre tive uma impressionante memória auditiva e recordo-me, por exemplo, com apenas 5 anos, ouvir pela primeira vez "Fade to Grey" dos Visage, mas só muitos anos depois saber de quem era a música. Os nomes de António Variações, Heróis do Mar e Sétima Legião encontram-se na minha biografia pois tem sido o público a comparar-me com estes grandes artistas, compreendendo as razões para tal. Estou a fazer o mesmo que eles. A beber das imensas influências musicais que tenho, daí pegar na frase do Variações “Entre Braga e Nova York” e personalizando-a para “Entre Terra e Marte”.

PR - Qual é o tema que melhor caracteriza o “espírito” deste “14.000 dias entre Terra e Marte”?

Marciano - É uma pergunta a que vou dar uma resposta arrancada a ferros. “14.000 Dias entre Terra e Marte“ é a minha idade terrestre e consequentemente o meu passado repartido em várias fracções díspares. Logo tenho músicas que são a personalização de vários sentimentos com que me defrontei em alturas específicas da minha vida, confissões pouco perceptíveis, auto-recados, declarações de amor, entre outras coisas. Por isso, de uma forma ou de outra, é impossível que apenas uma música seja o “espírito” deste disco. “14.000 Dias entre Terra e Marte” é uma parte do meu espírito que vos ofereço. Mas não de mão beijada, como poderá parecer à primeira vista.

PR - No próximo dia 16 de Novembro, apresentas as canções deste disco no Titanic Sur Mer, em Lisboa. O que é que o público pode esperar deste concerto?

Marciano - Depende do público de que falamos. Para quem não me conhece de todo, terá uma grande surpresa pois eu saio dos parâmetros normais de um artista nacional. Digamos que se há local onde a atitude rock nunca me larga é em palco. A visceralidade, emotividade, irreverência, esquizofrenia e versatilidade são ingredientes que estão sempre presente nos meus espectáculos. Para quem apenas conhece o Marciano, simples ser humano e membro integrante da sociedade e nada da vertente artística, vai pensar que está outra pessoa em palco. Para quem me conhece de outros projectos, vai ficar surpreso com a minha mudança musical. Para quem já conhece Marciano em disco mas nunca viu ao vivo, vai sentir como as músicas são genuínas. Por último, para quem conhece Marciano ao vivo e a cores, fica prometido um espectáculo mais maduro, mais consistente e mais refinado. Não esquecer que terei em placo a preciosa ajuda de Miguel Cervini e Duarte Cabaça.

PR - Para terminar, numa frase como caracterizarias este disco?

Marciano - “14.000 Dias entre Terra e Marte” é o fim de uma viagem mas o início de outra.


NADIA SCHILLING | “Above The Trees”


“Above the Trees”, o primeiro disco a solo de Nádia Schilling, será lançado no próximo dia 21 de Novembro e já se encontra disponível em pré-venda, em formato físico e digital.

Gravado ao longo de dois anos, contou com a participação de Filipe Melo (piano), João Hasselberg (baixo), Bruno Pedroso (bateria) e de convidados como a cantora brasileira Marina Vello (Bonde do Rolê, Marina Gasolina, Madrid, Las Courtney Lovers) e os guitarristas João Firmino e Mário Delgado, entre outros.

As músicas deste álbum foram compostas numa velha guitarra acústica, após o período tumultuoso que se seguiu à morte da sua mãe. “Above the Trees” surge assim como um disco de uma escuridão subtil e invulgar, onde Nádia se expõe como forma de exorcismo de sombras e de catarse, mas também como um disco de memórias e um tributo.

Talvez seja por isso que quem o ouve se sinta em transgressão perante algo tão pessoal e, no entanto, seja confrontado com uma força que se vai revelando a cada música e a cada detalhe. É apenas quando chega ao fim, que percebemos que fomos levados a suster a respiração em vários momentos.

Natural das Caldas da Rainha, Nádia Schilling cresceu com o movimento de rock alternativo que popularizou a cidade na década de 1990. Estudou Arquitectura Paisagista e frequentou o Conservatório de Música onde estudou guitarra e técnica vocal. Em 2012, integrou a banda Loopooloo com a qual lançou “Loopooloo EP” (2013). Paralelamente, fez parte de um quinteto de jazz com quem gravou “Blue EP” (2016). Editou também "Covers EP" (2015) e o single “Bite the Bullet” (2016).

Passando por referências do folk, mas também do rock e do jazz, as suas influências vêm de artistas como Beck, Nico, Elliott Smith, Cat Power, Bill Callahan, Jon Brion, Fiona Apple, Nick Cave, Portishead, Tom Jobim, Chet Baker e Blossom Dearie.

THE CODE | “Fly Higher”


Depois do sucesso do EP “Estrada” editado em formato digital, em Março, a banda açoriana The Code apresenta novo tema, “Fly Higher”.

“Fly Higher” mostra que o rock e a música contemporânea podem funcionar lado a lado. Esperança, perseverança e motivação é a grande mensagem que os The Code têm para oferecer!

VÍDEOCLIP | "Há Dias Assim" - Rodrigo Serrão


"Há Dias Assim" é o segundo single a ser revelado do novo álbum de Rodrigo Serrão "Do Amor e outras Histórias" com lançamento marcado para a primavera 2018.

Tema onde se confirma a dupla missão deste artista: explorar a sonoridade do seu Chapman Stick enquanto, ao mesmo tempo, oferece a própria voz para dar voz às pessoas, encontrando nas suas letras uma forma de expressar o que sempre houve para dizer.

Fluindo num universo muito particular, a batida Pop deste tema destaca a riqueza criativa do artista: a musica dançando com a poesia e a entrega clara de uma mensagem.


UHF | "Herança do Andarilho"


No próximo fim-de-semana, os UHF realizam uma tour de promoção centrada no seu novo trabalho discográfico, "A Herança do Andarilho". Baseado em versões da obra de José Afonso, inclui três canções dos UHF, a herança um dia recebida.

Agenda:

18 de Novembro - Fnac Guimarães, 17.00h

18 de Novembro - Fnac Braga, 22.00h

19 de Novembro - Fnac NorteShopping, 17.00h

KILLIMANJARO | Vodafone Mexefest

13/11/2017

VÍDEOCLIP | "Boom (feat. Noiserv)" - Melech Mechaya


"Boom", é este o mais recente single/vídeoclip para o álbum "Aurora" dos Melech Mechaya. O quinteto atua dia 27 de Dezembro no Tivoli BBVA em Lisboa e dia 29 de Dezembro na Casa da Música no Porto, em dois espectáculos únicos com convidados especiais.

VÍDEOCLIP | "Estranha Forma de Vida" - Helder Moutinho


“JazzInFado”, o disco que reúne as melhores canções do fado e os seus melhores intérpretes a alguns dos mais importantes músicos do jazz latino já se encontra à venda nas lojas e está também disponível nas plataformas digitais. Acaba também de ser revelado o vídeo da surpreendente versão que o fadista Helder Moutinho fez do clássico “Estranha Forma de Vida” para este disco inovador. O vídeo foi realizado por Marcos Cosmos.

“JazzInFado” procura alargar as fronteiras do fado, reunindo grandes fadistas, nomeadamente Carlos do Carmo, Hélder Moutinho, Carminho, António Zambujo, Raquel Tavares, Marco Rodrigues, Ana Bacalhau, Cuca Roseta, Maria Berasarte e Joana Almeida.

A ideia de juntar estes grandes nomes do fado às harmonias do jazz partiu de Óscar Gomez, músico e produtor cubano, vencedor já de cinco Grammys, membro do Board da Academia dos Grammys Latinos e cujas produções já venderam mais de 20 milhões de discos em todo o mundo.


CLÃ EDITAM BANDA SONORA MUSICAL DE FÃ


O álbum "FÃ" é o registo em estúdio da banda sonora original do espectáculo com o mesmo nome, estreado em Janeiro de 2017 no Teatro Carlos Alberto no Porto.

Os Clã e os actores João Monteiro, Maria Quintelas e Pedro Frias dão corpo aos temas compostos por Hélder Gonçalves, com letras de Regina Guimarães – que assinou também as canções de “Disco Voador”, o primeiro registo em estúdio da banda dedicado ao público mais jovem. 

"FÃ" parte de um espectáculo pensado para os supernovos com composições que tocam também (e profundamente) os adultos.O lançamento do disco antecede a reposição do espectáculo que estará em cena de 13 a 22 de Dezembro, no Teatro Nacional São João.

No Showcase especial para a comunicação social, a banda interpretará alguns dos temas integrantes do disco especialmente para os jornalistas e para os alunos de turmas do sétimo ano da Escola Secundária Manuel Gomes de Almeida.


OMIRI LEVA "BAILE ELECTRÓNICO" AO EUROSONIC


OMIRI foi convidado para apresentar um showcase no Eurosonic - Noorderslag, em Groningen na Holanda, uma das maiores conferências/festival da indústria musical da Europa. OMIRI irá atuar no palco da Doopsgezinde Kerk no próximo dia 19 de Janeiro pelas 24.00h.

O novo album de OMIRI " Baile Electrónico" entrou directamente para a 3ª posição das tabelas "World Music Charts Europe no passado mês de Setembro, sendo assim reconhecido pela crítica como um dos albuns mais interessantes de 2017.

Agenda:

25 de Novembro - Hard Club - Porto

30 de Novembro  - Musicbox - Lisboa

19 de Janeiro - Eurosonic Noorderslag - Groningen (Holanda)

21 de Janeiro - Dranouter MuziekCentrum - Dranouter (Bélgica)

26 de Janeiro - Huis Verloren - Hoorn (Holanda)

28 de Janeiro - Q- Factory - Amsterdam (Holanda)

08 de Junho - New Jersey Performing Arts Center - Newark, NJ (USA)

BEATRIZ PESSOA | Agenda


Agenda:

16 de Novembro - Sala Estúdio do Teatro Aveirense

17 de Novembro - Culturgest, Lisboa

www.facebook.com/Beatriz.music.oficial

SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS ESGOTAM LISBOA E ANUNCIAM NOVA DATA

CITYSPARK | Agenda

12/11/2017

DEAR TELEPHONE | Discurso Direto


Inspiram-se no nome da curta-metragem de Peter Greenaway “Dear Phone” – 1976, para deixar expressa a vontade de decantar soap operas e melodramas de bolso, em composições duras e frugais. Editam o primeiro registo em Março de 2011 pela PAD, o EP “Birth of a Robot”, entusiasticamente recebido pela imprensa. 2017 marca o regresso da banda às edições com o álbum "Cut". Os Dear Telephone reúnem Graciela Coelho, André Simão e Ricardo Cibrão e Pedro Oliveira.

Portugal Rebelde - A música dos Dear Telephone tornou-se mais expansiva e direta neste novo disco?

Dear Telephone - Diria que neste álbum foram alargadas as fronteiras do território onde a banda, esteticamente, se move. Por um lado é mais direta e tensa, por outro assume-se mais derivativa e expansiva.

PR - Graciela Coelho, assume neste disco a voz do grupo. O novo rumo da banda também passa por aqui?

Dear Telephone - Neste disco passou, sim. Entre outros aspectos, quisemos dar o máximo de protagonismo e intenção ao tratamento da relação que cada um tem com o seu instrumento, sem artifícios. Ora, o instrumento principal da Graciela é a voz. Provavelmente é o traço que se manterá, esta presença forte da voz dela..

PR - “Slit” foi a canção escolhida para sigle de apresentação deste “Cut”. Este é o tema que melhor caracteriza o “espírito” deste disco?

Dear Telephone - "Slit" é a canção que achamos que melhor faria a ponte entre o passado e o presente de Dear Telephone. Mostram-se algumas das características que nos definem, enquanto se apresentam outras que agora quisemos introduzir ou trazer para primeiro plano.

PR - A música dos Dear Telephone continua a ser “um lugar especial”?

Dear Telephone - Para nós, evidentemente, sim. Cada vez mais.


VÍDEOCLIP | "Lovers" - Lucky Who


"Lovers", é este o mais recente single/vídeoclip o EP "A Storm Made For Two" dos Lucky Who. O vídeo realizado pela Daniela K Monteiro, com a participação de Sara Cunha e de António Maria.


THE ELECTRIC HOWL | "Jungle Pop"


Escreveu, um dia, Charles Bukowski: “É preciso morrer algumas vezes antes de realmente viver”. É isto que os The Electric Howl pretendem transmitir com cada música que escrevem. Serve de catarse, individual e colectiva, simultaneamente. 

Não há nada planeado, mas existem sempre interstícios para preencher. Sim, é rock, mas num sentido muito lato, uma espécie de bar onde se serve punk, psicadélico, indie, alternativo, pop, blues ou folk.

O 1º EP dos The Electric Howl, "Jungle Pop", saiu do casulo no passado dia 2 de Novembro, estando para já apenas disponível para audição através do Bandcamp.

Gravado e misturado por Mário Ventura, com produção, também, de Mário Ventura e The Electric Howl, teve masterização nos Black Sheep Studios.

BRASS WIRES ORCHESTRA | "Icarus"


A troca da folhagem e a mudança das cores outonais teceram de forma perfeita o mote para a edição do aguardado segundo álbum de originais dos Brass Wires Orchestra. "Icarus" já está disponível para venda nas principais plataformas digitais e nos concertos da banda.

O espectáculo de apresentação de "Icarus" em Lisboa acontece já no dia 16 de Novembro no Musicbox. Oportunidade para o público ouvir pela primeira vez os 11 temas que integram o alinhamento deste novo trabalho, com a participação de convidados especiais que serão brevemente anunciados. 

O concerto está agendado para as 22.00h e por 10€ está garantida a entrada no Musicbox com direito a um CD. Bons motivos para que ninguém falte a esta estreia!

Produzido pelos Brass Wires Orchestra, o disco foi gravado por Makoto Yagyu e Fábio Jevelim nos estúdios HAUS e materializa uma perspectiva de renovação, de profundidade e procura de novos sons e texturas originais.

MELECH MECHAYA EM CONCERTO

11/11/2017

MAR - Movimento Artístico em Rede | Festival de Músicas do Mundo da Póvoa de Varzim


Pela primeira vez, Portugal recebe um evento que resulta totalmente da cooperação entre diversas agências ibéricas, e que é composto por oito propostas musicais provenientes de várias latitudes e com linguagens artísticas bem distintas. O Cine-Teatro Garrett da Póvoa de Varzim, arranca com a 1ª edição do M.A.R. - Movimento Artístico em Rede.

Os concertos distribuem-se pela Sala Principal, Café Concerto e Sala de Ensaios, e, como sexta-feira é dia de feriado nacional, o primeiro espetáculo tem início logo às 18.00h.

Neste festival estarão presentes as seguintes bandas e artistas: Fado Violado / Ida Susal Sumrrá / Mû Mbana / Guadi Galego / Davide Salvado / Galandum Galundaina / Forró Miór

Passe geral: 15 Euros - acesso a todos os concertos (os da Sala de Ensaios e do Café-Concerto estão sujeitos à lotação das respetivas salas).

Bilhete individual: 10 Euros - válido para um dos espetáculos da Sala Principal e todos os concertos do Café-Concerto e Sala de Ensaios (sujeitos à lotação das respetivas salas).

Programa:

Sala Principal 18.00h Fado Violado

Café Concerto 19.00h Ida Susal

Sala Principal 20.00h Sumrrá

Sala de Ensaios 21.00h Mû Mbana

Sala Principal 22.00h Guadi Galego

Café Concerto 23.00h Davide Salvado

Sala Principal 00.00h Galandum Galundaina

Café Concerto 01.00h Forró Mior
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