20/05/2019

FILIPE SAMBADO & OS ACOMPANHANTES DE LUXO | Coimbra


Depois da passagem pelo Festival (in)Comum 2018, Filipe Sambado regressa a Coimbra pela mão da Lugar Comum, apresentado-se desta vez na companhia d'Os Acompanhantes de Luxo, a 1 de Junho, pelas 22.00h, no Salão Brazil!

Filipe Sambado & Os Acompanhantes de Luxo é um compêndio de sons organizados na forma de hinos à possibilidade de NÓS sermos outra coisa. De sermos coisas para as quais ainda não temos nomes.

Quando Filipe Sambado canta “só quero correr até já não fazer sentido”, em "Alargar O Passo", dá vontade de ir com ele para esse lugar onde tudo pode ser o que quisermos. É esta maturação pessoal e artística que o Filipe nos mostra com este disco. Um disco onde sentimos o processo: de aceitação e de não resignação. É inquieto mas optimista. Dá e tira e não existem respostas, tudo é sugestão, tudo condiciona, porque “o sul PODE ser o norte de alguém...”.

Quando Filipe Sambado nos estende o single de apresentação e “pede”, ironicamente, autorização ao senso comum instituído - “deixem-me lá” - lança simultaneamente o desafio. Deixem-se lá ser curiosas. Atrevidos por vos acharem bonitos. E mostra como se faz, sem pensar muito no assunto.

Filipe Sambado sabe que isto não é só música. E por isso mete corpo na cultura popular: lembra-nos o efeito que causava António Variações ao descer a Rua Garrett poucos anos antes de Filipe nascer. 

As unhas pintadas do Filipe hoje parecem ser os brincos do António ontem. Se os brincos romperam a norma de como se tinha de Ser, as unhas do Filipe parecem destruir os sentidos atribuídos ao Ser e isto transforma o Filipe em discurso.

LAZY SESSIONS GUADALUPE REGRESSAM EM JUNHO


As Lazy Sessions Guadalupe 2018 foram uma aposta ganha! Na primeira edição realizada em Braga, passaram pelo Parque de Guadalupe mais de 3.000 pessoas num ambiente verdadeiramente mágico! Muitos foram os bracarenses que visitaram, pela primeira vez, o Parque de Guadalupe e, pela primeira vez, usufruíram do conceito Lazy Sessions. Adolfo Luxúria Canibal, Branko e Manel Cruz foram os Curadores da primeira edição das Lazy Sessions Guadalupe e muito contribuíram para o seu sucesso!

Em 2019, a aposta é mais: mais dias, mais horas, mais música, mais momentos relaxados no Parque de Guadalupe. Assim, este ano, vamos ter mais um dia e mais uma hora por dia. Ao todo, serão quatro sábados, à tarde, de Junho, até ao pôr-do-sol.

A Curadoria do primeiro sábado de Junho (dia 1) cabe à própria organização, seguindo-se o músico e produtor PZ (dia 8); na terceira sessão, a Curadoria fica a cargo do músico JP Simões (dia 15) e, por fim, no dia 22 de Junho, o encerramento das Lazy Sessions Guadalupe é da responsabilidade da Rádio Universitária do Minho (RUM), que comemora 30 anos de existência, em 2019. Ruído Vário (Ana Deus e Luca Argel), Surma, Keso, Minus, Memória de Peixe, Bloom, Grandfather´s House e Palas (além de DJ sets dos Curadores) são os músicos que vão atuar no Parque de Guadalupe.

CÁLCULO | "Jon Snow"


Depois de "Tour Quesa", o barcelense Cálculo voltou às produções com "Complicado". O single foi um sucesso e a palavra de ordem foi continuar a trabalhar para colocar mais música no mundo. Três meses depois chega "Jon Snow", música inspirada numa das principais personagens de "Game of Thrones" que já está disponível em todas as plataformas de streaming.

A letra começou a ser escrita no início de 2018 mas, só depois de muitos beats produzidos é que surgiu um inspirador para acabar o segundo verso e o "hook" da mensagem. A letra representa todos aqueles que se superam diariamente, tal como Jon Snow que chegou ao trono pelos seus feitos, o rapper nortenho quer exactamente o mesmo, chegar mais longe pela qualidade dos seus beats e letras e a verdade é que para lá caminha a passos largos.

O video de "Jon Snow" já está também disponível no youtube e o audio em todas as plataformas de streaming.

CARTAZ | Concerto

UIVO ZEBRA | 10º Encontro de Música Improvisada da Atouguia da Baleia

19/05/2019

MAYRA ANDRADE | MIMO Festival 2019


A cabo-verdiana Mayra Andrade e os palestinianos 47Soul são as mais recentes confirmações do cartaz do MIMO Festival Amarante 2019 do qual já fazem parte o rapper brasileiro Criolo e o músico do Mali Salif Keita.

Paralelamente, e depois do sucesso da exposição “Os Modernistas. Amigos e Contemporâneos de Amadeo de Souza-Cardoso” no ano passado, a Arte volta a ser uma forte aposta do MIMO Festival Amarante com a mostra "Abstração. Arte Partilhada Coleção Millennium bcp", composta por mais de 30 obras de 18 autores nacionais e internacionais que vai ocupar o Museu Amadeo de Souza-Cardoso.

Mayra Andrade vai apresentar no MIMO Festival Amarante o seu novo disco, “Manga”, que tem como single “Afeto”. Com um novo som, que mistura as raízes de Cabo Verde e a modernidade do afrobeat, a cantora cabo-verdiana radicada em Portugal nunca esteve tão próxima da sua essência. Com uma carreira internacional consolidada, regressa seis anos depois de “Lovely Difficult” com um disco integralmente cantado em crioulo e português onde junta sons da música africana contemporânea com as suas raízes cabo-verdianas.

Produzido por Romain Bilharz (Stromae, Ayo e Feist), o mais recente “Manga” conta com o contributo dos beatmakers Akatche e 2B, mas também com a participação do multi-instrumentista Kim Alves, o “guardião da tradição cabo-verdiana”. Feito de uma electrónica de timbres quentes, este novo disco tem um equilíbrio único entre a vanguarda e a tradição, aliadas ao toque mágico da voz de Mayra Andrade


XAVE EM CONCERTO


É um dos projetos musicais de que mais se tem falado e agora, os XAVE (Rodrigo Guedes de Carvalho e Isabelinha), apresentam o primeiro disco com dois concertos intimistas em Lisboa. Dia 27 de Maio e 3 de Junho no Teatro Villaret.


STEREOSSAURO E GISELA JOÃO ESTREIAM VIDEOCLIP DE "VENTO"


Stereossauro criou uma nova linguagem, um universo em que une a tradição do fado à modernidade do hip hop e da electrónica. Produtor veterano, duas vezes campeão mundial de scracth, assina um disco que se atreve a sonhar uma nova identidade musical em Portugal.

"Vento" parte da inquietação de Tiago Norte, mais conhecido como Stereossauro. Não é por acaso que se estreia como letrista e não é por acaso que “Vento” foi a primeira canção que escreveu. Também não é por acaso que Gisela João dá corpo e voz a este tema. Ela simboliza o encontro da tradição com a invenção, da autenticidade e densidade do fado com a irreverência da electrónica e o groove do hip hop que sai das mãos de Stereossauro. Uma combinação transcendente e perfeita.

O tema ganha agora um videoclip que traduz a paixão de Stereossauro e Gisela João por novos mundos, novos horizontes, novas ideias. Musicais e líricas.

O videoclip é uma história de amor, o amor de Verão de um jovem casal, a atmosfera etérea da felicidade, o entusiasmo que faz parar o tempo e nos deixa encapsulados naqueles momentos a dois.


ANDRÉ VIAMONTE | Agenda


Agenda:

07 de Junho - Auditório do Bomfim | Braga

08 de Junho - Auditório CCOP | Porto

21 de Junho - Auditório Mirita Casimiro | Viseu

22 de Junho -  Auditório Conservatório de Música | Coimbra

23 de Junho - Auditório Conservatório de Música | Vila Real

www.facebook.com/viamonte.Via

CARTAZ | Concerto

18/05/2019

PLASTIC PEOPLE | "Night"


«A solidão cerca-nos. A única presença é de algo e de alguém que não se consegue esquecer. Dos tempos mais sombrios e dos momentos que se relembram. Por que é que não podemos esquecer tão facilmente? Tentamos seguir em frente, mas não é fácil. A noite cai e o bar mais próximo é o melhor refúgio.» 

"Night", o novo single dos alcobacenses Plastic People, é uma história melancólica e, ao mesmo tempo, tão comum quanto a da pessoa que vemos sentada ao nosso lado no bar, sofrendo por igual. «No final, tudo vai ficar bem. Tudo há-de ficar bem!»

"Night" é um dos 10 temas que compõem "Visions", o álbum de estreia dos Plastic People, que saiu no final de 2018. O álbum, cuja produção foi dividida entre a banda e o produtor lisboeta, Nuno Roque (também responsável pela mistura), vai ser apresentado ao vivo, em Junho, dia 1, em Alcobaça (Cela) e, dia 21, em Leiria (Maceira).

CLEPSIDRA | "Salazul"


As problemáticas da existência humana sempre foram tema para a exploração musical. A pressão do capital e do trabalho sobre as relações pessoais, as questões sociais que inquietam uma juventude com as emoções à flor da pele, os receios de uma vida adulta incerta e, por vezes, inconsequente. Contudo, há sempre a possibilidade de acordarmos o bandido que existe em cada um de nós e enfrentar o que ainda vale a pena ser confrontado.

E é isso que fazem os Clepsidra com o lançamento do segundo trabalho, que tem em "Fuga" uma primeira mostra do que aí vem e que estará inteiramente disponível nas plataformas habituais a 31 de Maio.

O grupo de Santa Maria da Feira - de que fazem parte Francisco Figueiredo, Francisco Santos, Filipe Maia e João Campos – apresenta agora o seu primeiro EP, "Salazul", quase quatro anos depois do lançamento do primeiro disco "Artopónica" (2015). Um trabalho de cinco longas músicas – Bandido, Fuga, Sonho Cósmico, Síria e Esmaga – de rock mordaz, cósmico e amargo, em que os quatro rapazes abrem a sua sala azul que nos esmaga e lembra que até um bandido tem coração.

O concerto de apresentação de "Salazul" está marcado para 31 de Maio, no Cineteatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira.

RUAS | "MonstroFera"


"MonstroFera" é o último single antes da estreia do novo EP "Ciclo Infinito" de Ruas que será editado no próximo dia 22 de Maio.

DIRON ANIMAL | "Tira o Pé (feat. PONGO & XPTO)"


Após “You and Me” com colaboração do Moullinex, “Tira o Pé” feat. PONGO & XPTO é a segunda amostra do próximo álbum de Diron Animal. "Pair" tem edição agendada para o próximo mês através da belga Rebel Up.

"Tira o Pé", como indica o nome, é mesmo para soltar o pé. Diron Animal, “Rei das Festas” ou “King do Kuduro”, junta-se à “Rainha do Kuduro”, PONGO, a ex-vocalista dos Buraka Som Sistema, e ordenam que se soltem os pés, invocando a dança de todas as formas e maneiras. O tema conta também com a colaboração de XPTO, na parte do instrumental.


IMPLODING STARS DE REGRESSO À ESTRADA


Imploding Stars estão de regresso à estrada. A primeira data será no dia 8 de Junho na DRAC - Direito de Resposta Associação Cultura, na Figueira da Foz, e a segunda no dia 9 no Café Avenida CC, em Aveiro.

Imploding Stars são uma banda de post-rock de Braga, formada em 2011, que conta com dois LPs (”A Mountain and a Tree” e “Riverine”) e um EP (”Young Route”) no seu reportório, tendo feito, também, uma banda sonora para o documentário “From Earth to Universe”.

17/05/2019

ALEN TAGUS | Discurso Direto


Nascido da associação inédita entre o músico português Charlie Mancini, pianista e compositor de música para cinema e a artista francesa Pamela Hute, melodista e roqueira de coração, Alen Tagus explora um universo musical repleto de imagens que convida à viagem. Uma viagem onírica que presta homenagem à narrativa cinematográfica. Charlie Mancini conheceu a música de Pamela Hute online e identificaram-se de imediato com o seu trabalho artístico. O processo de colaboração à distância começou com o tema “Time Passing By” do qual ficaram bastante satisfeitos e orgulhosos com o resultado e que recebeu vários elogios por parte da imprensa portuguesa, francesa e da comunidade online. No dia em que é editado o EP "Paris, Sines", são meus convidados em "Discurso Direto" Charlie Mancini e Pamela Hute

Portugal Rebelde - Antes de mais, como é que surgiu esta oportunidade para trabalhar com Pamela Hute ?

Charlie Mancini - Visto que gostei e identifiquei-me com o trabalho a solo da Pamela entrei em contacto com ela e enviei um tema que tinha concebido naquela altura. Passado pouco tempo a Pam trabalhou no seu estúdio adicionando bateria, guitarras, letra e voz. Foi uma enorme surpresa ouvir o resultado final da ´Time Passing By´!

Pamela Hute - O Charlie veio falar comigo e eu agradeço-lhe por isso!

PR - Como é decorreu este processo de colaboração à distancia – Paris, Sines?

Carlie Mancini - Este processo de colaboração à distância ainda está a decorrer! Continuamos a criar temas em conjunto que irão ser incluídos no segundo disco. O processo é simples: eu crio bases com o baixo elétrico, teclados e por vezes somo a essas ideias alguma percussão. A seguir envio as pistas separadas usando a cloud e a Pam cozinha a sua parte produzindo os temas. Este é um processo muito suave e prático, o que possibilita que ambos tenhamos tempo de amadurecer as ideias e ir propondo soluções. Esta é a forma que encontrámos para termos canções de realmente nos orgulhem.

Pamela Hute - Eu já tinha trabalhado nuns temas por email mas nunca ao ponto de fazer um EP completo. Como o Charlie diz, é um processo muito natural no nosso caso. Não andamos para a frente e para trás muito; concordamos em tudo muito rapidamente. Isso permite-nos trabalhar sozinhos, por isso é colaborativo porém ao mesmo tempo permitimo-nos ter espaço para nos expressarmos individualmente dedicando-nos à canção. Eu penso que é um processo criativo bem saudável.

PR - O titulo deste EP ecoa no filme de 1984, “Paris, Texas”. De que forma podemos relacionar este disco com a experiência desse mesmo filme?

Pamela Hute - Eu só vi o filme muito recentemente e pareceu-me óbvio que as nossas canções podem-se relacionar com as imagens deste filme. Espaços amplos, bares vazios, personagens coloridos, amor… Paris-Sines remete para o título do filme contudo não é a mesma coisa visto que o filme é sobre uma cidade chamada Paris, no estado do Texas e nós estamos a referir-nos a uma relação à distância!

Charlie Mancini - É uma excelente pergunta! O disco pode-se relacionar no ambiente cinematográfico que é sugerido a quem ouve a nossa música. O disco e o filme têm muito em comum: ambos focam-se em pontos de vista solitários… As canções são cantadas na primeira pessoa (como se fosse o próprio personagem Travis ou a Jane do filme de Wim Wenders) num tom confessional e deambulante. A Pam escreve sobre a dificuldade que por vezes há nas relações interpessoais e isso dá o mote para um piscar de olhos ao filme e a todo um imaginário de escapismo, existencialismo, de viagem permanente, da relação pai-filho, e de paisagens áridas… Isso está patente em momentos tensos e explosivos e outros mais contemplativos e serenos das canções do EP.

PR - Neste “Paris, Sines” explora também um universo musical repleto de imagens que convida à viagem. É de de alguma forma uma homenagem à narrativa cinematográfica?

Charlie Mancini - Sem dúvida, que da minha parte há sempre a paixão pelas bandas sonoras, pelo Design sonoro, pelo acompanhamento musical das imagens em movimento, até pelos próprios diálogos entre os personagens dos filmes. Há um universo musical muito ligado à força da imagem. Isso não é pensado para soar de uma maneira concreta. Simplesmente sai assim visto que são as referências que tenho enquanto espectador e músico acompanhador de cinema. A narrativa de ficção do cinema fica bem marcada nas letras que a Pam cria porque inspira-se nas histórias que os filmes contam e não só.

Pamela Hute - O Charlie escreve de uma forma natural temas para filmes. É uma influência forte e óbvio no seu background musical e as suas progressões harmónicas naturalmente disparam essas referências. O projecto é realmente construído à volta deste conceito; temos sempre imagens na cabeça quando compomos. As imagens podem dar uma grande dimensão à música e o oposto ainda funciona melhor. É algo interessante para explorar. Gostamos imenso de jogar com as referências e imaginação de quem nos ouve.

PR - Qual é o tema que melhor caracteriza o “espírito” deste “Paris, Sines”?

Charlie Mancini - Pessoalmente gosto muito do primeiro single "Time Passing By". Tem ali uma matriz forte do som Alen Tagus.

Pamela Hute - Sim, esta canção é sem dúvida especial. Foi a primeira que fizemos e já lá estavam todos os elementos.



PR - Pertence a um nova geração revivalista do cinema mudo. Existe algum género predileto para as suas improvisações ao vivo?

Charlie Mancini - Existe sim. Gosto muito de musicar comédia pastelão (slapstick comedy) porque tem muita dinâmica e o público fica mais concentrado na narrativa apresentada no ecrã.

PR - Para terminar, em que medida a música ao vivo enriquece a experiência de visualização de um filme?

Charlie Mancini - Talvez seja 50% da experiência ou por vezes até mais. Um bom exercício pode ser ver os grandes clássicos da sétima arte sem som e apercebermo-nos que perdemos bastante do impacto emocional. No período do “cinema mudo” sempre houve música tocada na sala ou teatro e toda a pantomima dos actores ajudava bastante a levar a mensagem ou a contar a história projectada no ecrã. Acredito que só as imagens não chegam. O som e a música complementam -nas perfeitamente e fazem com que o cinema seja uma das grandes experiências a que a humanidade tem acesso.


LUÍS SEVERO | "O Sol Voltou"


Luís Severo está de regresso com "O Sol Voltou". Sem aviso prévio, chegou hoje às plataformas digitais e chega às lojas dia 24 de Maio.

Luís Severo está de regresso com o seu terceiro álbum, "O Sol Voltou". O single "Primavera" chega com o disco na integra que, sem aviso prévio, está hoje nas plataformas digitais e nas lojas dia 24 de Maio. Os concertos de apresentação estão agendados para dia 22 de Maio no B.Leza, em Lisboa, dias 29 e 30 de Maio, no Passos Manuel, no Porto e dia 14 de Junho no Salão Brazil, em Coimbra.

Depois da notável estreia em 2015 com o independente "Cara d'Anjo", Luís Severo juntou-se à Cuca Monga, editora pela qual lançou, com a mão da Sony Music, o seu segundo disco, o homónimo "Luís Severo", que o levou aos lugares cimeiros das listas anuais da imprensa musical e generalista e aos mais emblemáticos palcos e festivais do país.

Com apenas dois álbuns editados, era já um dos nomes consensuais da escrita de canções da sua geração, mas não é por isso que deixa de surpreender. Do choque concordante entre o acústico e o electrónico, da contenda conciliante lírica e de todos os contrastes imagéticos, Luís
Severo afasta-se do que já por si foi feito e, sem nunca perder o centro que o particulariza, chega assim com o seu terceiro disco, “O Sol Voltou”:

O Sol Voltou” será, talvez, o meu disco mais pessoal e confessional. Neste disco decidi romper com algum auto-distanciamento fruto das estéticas enfeitadas e de alguma musculatura pop. Foi composto e produzido em total solidão, tendo decidido também tocar todos os instrumentos. Durante as gravações contei com a preciosa companhia do Diogo Rodrigues e do Rodrigo Castaño, que na régie do estúdio foram falando aos meus ouvidos e esperando pacientemente que eu fizesse o take quase perfeito. Este foi também o disco em que me aventurei com mais confiança na mistura e masterização, contando sempre com a preciosa colaboração do já familiar Eduardo Vinhas. Liricamente, "O Sol Voltou" é mais amor e menos paixão, mais família e menos multidão, mais vida mas também mais morte.

TIAGO VILHENA | “Elixir Do Bem Estar”


Tiago Vilhena lança a primeira experiência musical na sua língua natal. Depois de ter saboreado a composição com a companhia de uma banda, os Savanna, e de ter explorado a escrita individual no mundo do pop rock usando o nome George Marvinson, Tiago Vilhena entra numa nova etapa, agora com a sua vontade para a composição consolidada.

“Elixir Do Bem Estar” é a primeira música de uma colectânea de 10 que está para chegar. O interesse pelo mundo misterioso e fantástico está na gênese deste tema. Tiago fala-nos de algo inalcansável mas que mesmo sabendo que o é, não deixa de o procurar. Com versos não muito afastados dos limites da tristeza e um refrão com uma energia positiva contagiante, todos os estados de espírito são abordados.

Os arranjos corajosos e a composição elaborada acompanhados de uma clareza e simplicidade bastante pessoal fazem de “Elixir Do Bem Estar” uma canção que chegou para marcar a diferença e para apimentar a curiosidade pelo álbum que se avizinha!

MARTA PEREIRA DA COSTA | Seixal


Marta Pereira da Costa arrancou o ano de 2019 da melhor forma e levou a Guitarra Portuguesa numa digressão inédita pelos EUA. Seis salas cheias, em oito concertos, durante dez dias intensos de tour, onde se percorreram 16000km de costa a costa, passando pelas cidades de San Jose na Califórnia, Washington D.C., Austin no Texas, Nova Iorque e por fim Fall River em Massachussets. Esgotou salas de renome como o Lincoln Center (NY) e o Kennedy Center (Washington DC), onde apresentou o seu último disco editado em 2016.

De volta a Portugal somou mais 8 concertos, destacando-se a participação no Festival Soam as Guitarras, onde convidou Tiago Bettencourt para duas datas no Teatro Garcia de Resende e Cine-Teatro Garrett, e no Festival Ciclo Mundos, no Teatro da Trindade.

A artista apresentar-se-á em concerto no próximo dia 25 de Maio, pelas 21.30h, no Auditório Municipal do Seixal.

MONDA EM CONCERTO


Os ingredientes de que é feita a inspiração que distingue o coletivo MONDA, estão presentes em cada um das suas canções. As raízes, sentimentos e emoções que caracterizam a sua música, têm um calor muito próprio. Com uma aproximação clara às novas tendências musicais, a matriz Trad/Folk dos Monda é condimentada pela sua clarificação de sonoridades muito particulares, com arranjos e instrumentos diversos, atravessando muros e fronteiras.

MONDA é tudo o que as planícies do Sul nos oferecem. Serenidade, força e distinção. Ao vivo, muito mais que a celebração do Cante, com novas cores e novos contornos, MONDA torna-se numa festa genuína, luminosa e emocionante, que canta fundo para o mundo, as raízes dum país inteiro.

MONDA é uma festa genuína, luminosa e emocionante, que canta fundo para o mundo, as nossas raízes, a 31 de Maio no Capitólio, Lisboa!

16/05/2019

KUMPANIA ALGAZARRA | "Let’s Go!"

Depois de uma sala esgotada no Musicbox para o concerto de apresentação e da energia sem limites nas comemorações do 25 de Abril no Porto, os Kumpania Algazarra contnuam viagem com o novo álbum, "Let’s Go!", editado em abril. Rumo à Europa, preenchem o mês de maio com atuações em Madrid e Granada, a 15 e 17 de Maio, respetivamente. Em Junho, viajam até ao Reino Unido com concertos em Brixton e Great Yarmouth.

Com o novo álbum, o coletivo assume a multiculturalidade como essência, juntando nesta assembleia musical influências de todas as cores, hemisférios e latitudes. Não fosse esta a bandeira que os Kumpania Algazarra ao longo dos últimos anos têm erguido: uma trupe de saltmbancos apaixonados que se encontram entre pequenos vagabundos e grandes poetas.

Num verdadeiro caleidoscópio de referências, da autoria de um coletivo rodado na estrada e no calor da festa, o novo disco é um manifesto coerente de canções, batdas e gritos selvagens de liberdade que convidam à folia.

Embebido num verdadeiro caldo de funk dos balcãs, ‘Let’s Go!’ resulta numa verdadeira mistura entre o jazz, reggae, afrobeat, cumbia e ritmos latnos, com o propósito da satsfação dos corpos na dança, da celebração das almas na festa e do despertar de consciências.

Nesta viagem, o coletvo faz-se acompanhar por um grupo de passageiros mais ou menos clandestinos, entre os quais Morodo, uma figura central da cena hip hop, reggae e dancehall espanhola, com 6 álbuns editados e palcos partilhados com nomes como Public Enemy ou Capleton. O desejo de colaboração com a banda portuguesa está à vista, resultando em “Libertad”, um delicioso ritmo reggae a fazer vénias a um dos grandes nomes da música espanhola da atualidade.

A rebeldia funk do afrobeat ganha novamente lugar no novo disco dos Kumpania Algazarra com “Actuality”, uma colaboração com o rapper e ativista angolano Luaty Beirão. Parceiro habitual de Batida, e um dos nomes mais importantes do hip hop angolano, este tema surge como um apelo à consciência em mais uma lição na pista de dança segundo os ensinamentos de Fela Kuti. A soul de Dino D’Santiago abre as portas do novo disco com o explosivo “Free”, que ziguezagueia entre a eletrónica e o swing efusivo das pistas de dança. Dino D´Santago, uma das vozes mais conhecidas da cena hip hop e soul portuguesa, que enveredou pelas suas raízes caboverdianas, aparece aqui num registo singular na sua carreira.

TIM BERNARDES ANUNCIA DIGRESSÃO EM PORTUGAL EM SETEMBRO COM ESPETÁCULOS EM LISBOA, PORTO, SANTARÉM, AVEIRO E BRAGA


Dias após actuar a solo no Estádio de Maracanã, Rio de Janeiro, na primeira parte de Los Hermanos, Tim Bernardes anuncia uma digressão a solo em Portugal para apresentar o seu aclamado álbum em nome próprio: “Recomeçar”. Lisboa, no CCB, Porto, na Casa da Música, Santarém, no Teatro Sá da Bandeira, Aveiro, no Teatro Aveirense, e Braga, no Theatro Circo, recebem os espectáculos entre 19 e 25 de Setembro. Os bilhetes estão disponíveis nos locais habituais.

Tim Bernardes é músico, compositor, produtor musical e multi-instrumentista. Já trabalhou com nomes como Tom Zé e David Byrne, entre outros. Com a sua banda, O Terno, tem três discos e um EP lançados, todos com composições da sua autoria. 

A solo estreou-se em Setembro de 2017 com “Recomeçar” que integrou as principais listas de melhores álbuns desse ano, incluindo a Rolling Stone que não só destacou o LP como também dois temas, consolidando Tim Bernardes como um dos grandes compositores brasileiros da sua geração. Fora do Brasil o trabalho também recebeu reconhecimento, com a nomeação para o Grammy Latino de 2018 na categoria de Melhor Álbum de Música Alternativa em Língua Portuguesa.


TIAGO NACARATO | Teatro de Vila Real

CARTAZ | Concerto

15/05/2019

EA LIVE LISBOA 2019


Quantos momentos únicos poderão existir numa só vida? Resposta fácil e imediata: vários. Quem teve a sorte de assistir à primeira edição do EA LIVE Lisboa em 2018, no Coliseu, sabe que presenciou um momento único, poderoso. E eis a boa notícia: vai poder sê-lo outra vez. Melhor, maior mas com a mesma qualidade e abrangência que é a sua imagem desde o início.

A edição do EA LIVE Lisboa 2019 irá acontecer num lugar mágico, que foi palco para concertos inesquecíveis: o Campo Pequeno. Vai ser lá que o conceito fastfest irá funcionar de forma ainda mais fluída, mais dançante, mais intensa. Sete bandas com atuações de 40 minutos. Vários DJ set de 20 minutos, enquanto decorrem as mudanças de palco. Liberdade para o público circular e poder escolher as suas atuações favoritas.

Mais uma vez Portugal e a língua portuguesa formam uma espécie de fio condutor de todos estes momentos. Os géneros musicais serão outra vez variados porque a música, sendo uma, acolhe a diversidade falando sempre o mesmo idioma.

Há consagrados e talentos que se estão a descobrir. Há rock, pop, rap. Há emoção. Há EA LIVE Lisboa, outra vez e mais forte. E sim, sim: o dia doze de Outubro vai oferecer mais um momento único que ninguém irá querer perder.

CARLÃO | Museu da Marioneta


Depois do sucesso de “Entretenimento”, o mais recente disco de Carlão, do qual se destacam os singles “Agulha no Palheiro”, “Contigo” e “Entretenimento”, o músico apresenta-se com o seu novo formato de espetáculo "Em Particular", no Museu da Marioneta, no âmbito do Dia Internacional dos Museus - 17 de Maio.

Carlão reinventa-se, a palavra ganha outro destaque e a música novos arranjos; já o evento tem como objetivo o de promover, junto da sociedade, uma reflexão sobre o papel dos Museus no seu desenvolvimento e enquanto parte integrante das suas comunidades.

O espetáculo tem sido trabalhado ao longo dos primeiros meses do ano com os músicos que acompanham Carlão ao vivo – Bruno Ribeiro (Vozes), Nuno Espirito Santo (Baixo), Paulo Borges (Teclados), Rui Berton (bateria), numa abordagem coletiva que reflete a singularidade de cada canção.

Desfrutar deste concerto, "Em Particular", nos claustros do Museu da Marioneta será certamente um momento único e inesquecível.

ISABEL MESQUITA | “Fiz Um Conto Para Me Embalar”


Isabel Mesquita apresenta o single “Fiz um conto para me embalar”, poema de Natália Correia, musicado quando a cantora descobria a música, a poesia e a composição. Esta canção integra o seu primeiro disco “Ilhéu” que será editado a 24 de Maio.

Fiz um conto para me embalar” é um conto cantado, pelas fadas embalado, que nos adormece ao acordar. Natália vive ainda nesta praia, as suas palavras estão cravadas nas rochas de basalto negro em forma de poesia, e agora, em conto-canção."


ANA BACALHAU FEAT DIOGO PIÇARRA | “O Erro Mais Bonito”


“O Erro Mais Bonito”, o último single de Ana Bacalhau, já conta com mais de meio milhão de visualizações em apenas 3 semanas. Cantado em dueto com Diogo Piçarra, responsável também pela produção do tema e a realização do videoclip em colaboração com André Piçarra, Filipe Correia dos Santos e Arlindo Camacho, “O Erro Mais Bonito” é da autoria de Ana Bacalhau, que assina a letra e a composição.

Sobre a inspiração para criar esta canção e o convite a Diogo Piçarra, Ana Bacalhau partilha que “já andava a querer falar sobre esta coisa dos arrependimentos, dos “e ses”, do preferir arriscar cometer um erro, do que jogar pelo seguro e ficar a vida toda a pensar como seria se tivesse arriscado. Gravei para o telemóvel e depois de ouvir uma e outra vez, comecei a ouvir a voz do Diogo a cantar comigo. Achei que poderia ser uma canção que ficasse bem no seu universo, como no meu. Decidi desafiá-lo não só a cantar comigo, mas a fazer a produção.

Ana Bacalhau queria experimentar caminhos diferentes daqueles por onde normalmente a veem e confessa que está "muito feliz com o que fizemos e torço para que o público concorde. Mas mesmo que achem que foi um erro, pelo menos tentámos que fosse o erro mais bonito”.


SALVADOR SOBRAL | "Paris, Lisboa"


"Paris, Lisboa", o mais recente disco de Salvador Sobral volta a liderar o top nacional de vendas. Disponível em todas as plataformas digitais, CD e vinil, este novo trabalho de estúdio confirma o cantor e letrista como uma voz maior, aclamado pelo público.

Maio está a ser um mês marcante para Salvador Sobral. Depois de ter atuado nos Coliseus de Lisboa e do Porto - dois concertos de casa cheia e recheados de momentos emotivos -, esta sexta-feira (dia 17) irá apresentar-se em Barcelona, no Palau da Música Catalana, uma das mais prestigiantes salas espanholas.

Segue-se uma tour internacional, com datas já anunciadas em cidades como Helsínquia, Malmö e Londres, na sua estreia no Barbican Centre a 20 de Maio de 2020.

DAVID FONSECA | "Tour Radio Gemini"


A "Tour Radio Gemini" que David Fonseca tem apresentado pelo país, prossegue nas próximas semanas com apresentações em salas em Beja, Almeirim, Gouveia e Estarreja.

Após em Abril passado ter estreado no âmbito do festival "Soam As Guitarras" um conceito inédito de espectáculo que intitulou de "Radio Gemini_Closer", será agora tempo de o levar a algumas salas do interior do país ainda antes do Verão chegar. 

Assim, já na próximo Sábado, dia 18 de Maio, o Teatro Pax Julia, em Beja, acolherá este "Radio Gemini_Closer", um concerto único que se propõe levar o público num percurso intimista pelo imaginário peculiar de David Fonseca, num cruzamento multimedia de imagens com a sua música. Seguir-se-ão depois os cine-teatros de Almeirim, Gouveia e Estarreja, respectivamente a 25 de Maio, 15 e 19 de Junho.

A agenda de apresentações ao vivo de David Fonseca é ainda completada com os concertos de ar livre nos palcos e eventos mais importantes da cena musical nacional. Em celebração pela passagem de duas décadas desde a sua estreia com os Silence 4, David Fonseca tem no álbum publicado no ano passado – “Radio Gemini” – o veículo para uma viagem à sua criatividade tal e qual uma playlist em que as sonoridades que vem explorando mais recentemente se misturam numa selecção musical que se alarga a 20 anos de canções, algumas delas autênticos hinos transgeracionais.

SOLAR CORONA | Musicbox

14/05/2019

LUÍS SEVERO | "O Sol Voltou"


Depois da notável estreia em 2015 com o independente "Cara d'Anjo", Luís Severo juntou-se à Cuca Monga, editora pela qual lançou, com a mão da Sony Music, o seu segundo disco, o homónimo "Luís Severo", que o levou aos lugares cimeiros das listas anuais da imprensa musical e generalista e aos mais emblemáticos palcos e festivais do país.

Com apenas dois álbuns editados, era já um dos nomes consensuais da escrita de canções da sua geração, mas não é por isso que deixa de surpreender. Do choque concordante entre o acústico e o electrónico, da contenda conciliante lírica e de todos os contrastes imagéticos, Luís Severo afasta-se do que já por si foi feito e, sem nunca perder o centro que o particulariza, chega assim com o seu terceiro disco, “O Sol Voltou”:

O Sol Voltou” será, talvez, o meu disco mais pessoal e confessional. Neste disco decidi romper com algum auto-distanciamento fruto das estéticas enfeitadas e de alguma musculatura pop. Foi composto e produzido em total solidão, tendo decidido também tocar todos os instrumentos. 

Durante as gravações contei com a preciosa companhia do Diogo Rodrigues e do Rodrigo Castaño, que na régie do estúdio foram falando aos meus ouvidos e esperando pacientemente que eu fizesse o take quase perfeito. Este foi também o disco em que me aventurei com mais confiança na mistura e masterização, contando sempre com a preciosa colaboração do já familiar Eduardo Vinhas. Liricamente, "O Sol Voltou" é mais amor e menos paixão, mais família e menos multidão, mais vida mas também mais morte."

Luís Severo apresenta "O Sol Voltou", o seu terceiro álbum: 22 de Maio no B.Leza, em Lisboa; 29 e 30 de Maio no Passos Manuel, no Porto; 14 de Junho no Salão Brazil, em Coimbra. Bilhetes à venda na Ticketline e pontos de venda habituais.

CARMINHO | "Maria"


“Maria”, o mais recente álbum de Carminho que tem tido lugar cativo no Top Nacional de Vendas desde a sua edição no dia 30 de Novembro de 2018, está agora disponível em vinil numa verdadeira edição de colecionador.

Este álbum - cuja Produção esteve também a cargo da própria Carminho - foi largamente aclamado pela crítica e contou com a participação na Guitarra Portuguesa de Bernardo Couto, nos temas “O Menino e a Cidade”, “A Mulher Vento” e “Se Vieres”; de José Manuel Neto nos temas, “O Começo” e “Quero Um Cavalo De Várias Cores” e de Luís Guerreiro nos temas “Sete Saias”, “Poeta” e “Pop Fado”.

Na Viola de Fado, Flávio César Cardoso; no Baixo Acústico, José Marino de Freitas; no Piano, João Paulo Esteves da Silva e Filipe Cunha Monteiro no Pedal Steal e Guitarra Eléctrica.

Carminho surpreendeu também tudo e todos ao tocar guitarra eléctrica no tema “Estrela”, cuja letra e música são da sua própria autoria.

“Maria” subirá ao palco do Coliseu do Porto no próximo dia 24 de Maio e, no dia 25, será o Coliseu de Lisboa a receber novamente o talento e a voz inconfundíveis de Carminho.

BEAT FEST 2019 | Gavião

SOPA DE PEDRA | Moimenta da Beira

13/05/2019

VÁRIOS | “Um Disco Para José Mário Branco”


José Mário Branco, 76 anos, «do Porto, é português, pequeno burguês de origem, filho de professores primários, artista de variedades, compositor popular, aprendiz de feiticeiro» (FMI).

Disse-nos há muito tempo que muito mais vivo que morto, podemos contar com ele para cantar e para o resto. E é isso que temos feito, ouvindo tudo o que tem para nos dizer.

A música e as palavras são intemporais, inspiradoras e transversais. Por isso, não é de estranhar que haja tantos e tão diferentes artistas que já pegaram na música do Zé Mário e a transformaram. E outros que foram desafiados a fazê-lo, e responderam com vontade e entusiasmo.

Juntando todos, fizeram “Um Disco Para José Mário Branco”, que será lançado a 24 de Maio. Um dia antes do seu 77º aniversário. Até essa data, o disco está em pré-venda em exclusivo na loja iTunes.

Luca Argel, Marfa, Osso Vaidoso, Batida, Primeira Dama, Guta Naki, Ermo e João Grosso assinam as versões inéditas para “Um Disco Para José Mário Branco”. Juntam-se ao alinhamento interpretações de Camané, JP Simões, Lavoisier, The Walkabouts, SINGLE, Peste & Sida, Ruas e Mão Morta, em versões editadas previamente, que confirmam a actualidade e urgência do legado de José Mário Branco.

Para já, Luca Argel apresenta a sua versão de “Queixa das Almas Jovens Censuradas”. Uma música composta por José Mário Branco para poema de Natália Correia no álbum "Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades" de 1971.

Alinhamento do disco:

01. Luca Argel - Queixa das Almas Jovens Censuradas (inédito)

02. Marfa - Engrenagem (inédito)

03. Osso Vaidoso - Cantiga da Velha Mãe e dos Seus Dois Filhos (Mãe Coragem) (inédito)

04. Batida feat. AF Diaphra - A Cantiga Is The Weapon (inédito)

05. Primeira Dama - Tiro-no-liro (inédito)

06. Guta Naki - Canto dos Torna-Viagem (inédito)

07. Ermo - Eram Mais de Cem (inédito)

08. JP Simões - Inquietação

09. Camané - Fado Penélope

10. Lavoisier - Eu Não Me Entendo

11. The Walkabouts - Hard Winds Blowin' (Sopram Ventos Adversos)

12. SINGLE - Cantiga Para Pedir Dois Tostões

13. Peste & Sida - Década de Salomé feat. José Mário Branco

14. Ruas - Comboios Parados

15. José Mário Branco e Mão Morta - Loucura

16. João Grosso - FMI (inédito)

ANTÓNIO ZAMBUJO EM DUETO COM A ESTRELA CHILENA MON LAFERTE NO SINGLE “MADERA DE DERIVA”


António Zambujo acaba de revelar um dueto com Mon Laferte, uma das mais populares cantoras chilenas da atualidade. Zambujo e Mon Laferte cantam juntos no tema “Madera de Deriva”, um original de Jorge Drexler. O vídeo deste single será revelado em breve.

“Madera de Deriva” faz parte de “Do Avesso”, o último álbum de originais de António Zambujo, que este ano foi distinguido na categoria de “Melhor Trabalho de Música Popular”, na gala “Prémio Autores” da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), que decorreu no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

“Do Avesso” abraça novas abordagens musicais e evoca referências até hoje pouco exploradas no percurso de António Zambujo, resultando num disco arrojado, surpreendente e arrebatador.

Na produção contou com uma equipa de luxo que (re)uniu três dos mais talentosos músicos e produtores nacionais: Filipe Melo (também responsável pelas orquestrações), Nuno Rafael e João Moreira.

O álbum inclui ainda a participação especial da Orquestra Sinfonietta de Lisboa e do maestro Vasco Pearce de Azevedo. Nas colaborações de músicos e compositores, encontram-se nomes como Luísa Sobral, Pedro da Silva Martins, Aldina Duarte, Miguel Araújo, Márcia, Jorge Benvinda, Mário Laginha, João Monge ou Paulo Abreu de Lima.

CONJUNTO!EVITE | "Se Isto é um Disco"


Conjunto!Evite revela nome, capa e alinhamento do seu aguardado segundo LP que estará disponível para escuta e download a partir de 3 de Junho. "Se Isto é um Disco" são 8 novas canções que mostram a banda e o seu rock endiabrado mergulhar em sonhos passados e inquietações futuras, ganhando força e agilidade nos arranjos com a passagem a quinteto.

Depois de Conjunto!Evite (2014) e o EP Ondas e Marés (2016), a banda de Rock Progadélico começou por antecipar o novo álbum com o lançamento dos singles "Fauno", "Controla a Paranóia" e "O Lead é que Decide", este último incluído na Colectânea Novos Talentos Fnac 2018. 

Gravado nos estúdios A Casinha e BKK, com a banda encarregue da produção e arranjos, foi nas misturas que diversificaram e contaram com a ajuda de Davide Lobão, Guilherme Vales e Rodrigo Alexandre, com masterização a cargo de Cajó.

De um ambiente sonoro místico, irrompendo pela mais remota neblina, começa a jornada de Se Isto é um Disco, um LP à antiga em tempos de paradoxos editoriais. Será apresentado ao vivo no dia 12 de Junho no Sabotage Club, em Lisboa com primeira parte dos Travo, numa grande noite de Rock de outras galáxias.

Alinhamento do disco:

01. Ciclotrão

02. Controla a Paranóia

03. O Lead é que Decide

04. Fauno

05. Jupiter Uniform November Oscar 6

06. Guten Morgen

07. Pequenez

08. Se Isto é um Single


THEM FLYING MONKEYS | "Come Upstairs"


Corria o ano de 2016 quando os 5 rapazes de Sintra venciam de forma convincente o EDP Live Bands. O sonho começava aí. Atuações nos maiores palcos da europa e a oportunidade gravar um disco. No ano seguinte saía "Golden Cap" o tão esperado álbum que não desiludiu. Com ele esgotaram salas como o Musicbox ou o Olga Cadaval, passaram por Festivais como o Vodafone Mexefest ou o Indie Music Fest e fomentaram a sua posição no panorama da música nacional. Agora, voltam em 2019 com um novo disco e "Come Upstairs" é o single de apresentação.

Directa e frenética, "Come Upstairs" revela uns Them Flying Monkeys prontos a sair da sua zona de conforto, à procura de uma nova linguagem, sem nunca perder a sua essência. No vídeo, literalmente caseiro, os 5 rapazes retornam à sua feliz infância, mostrando imagens das suas origens focando-se no conceito de família e na sua importância e papel na superação de problemas, que os levou a chegar até aqui.


CICLO MUNDOS | Teatro da Trindade INATEL


Desde 2016, no âmbito de uma parceria global com o Festival Músicas do Mundo de Sines, que a Fundação INATEL promove, em Lisboa, no Teatro da Trindade INATEL a iniciativa musical Ciclo Mundos, programa anual que abre caminho e dá espaço à música que se faz no mundo, protagonizando uma atitude que reflete e representa os valores e os grandes propósitos que enquadram a atividade da Fundação.

O Ciclo Mundo, que vai para a sua 4ª edição, pretende gerar sinergias e oferecer ao público uma proposta musical intercultural, intergeracional e universalista, com fortes raízes nas culturas populares, numa Lisboa multicultural, posicionando-se como um espaço plural que acolhe e celebra o legado intangível da Humanidade, reafirmando e projetando o seu respeito pelas tradições culturais.

Neste contexto, em 2019, serão apresentados 16 concertos com músicos de 17 diferentes nacionalidades, culturas e géneros musicais. No palco do Teatro da Trindade INATEL, sala icónica do espetáculo e do teatro em Lisboa, vai também dialogar a música portuguesa, com a atuação de grupos musicais portugueses na primeira parte dos concertos.

É assim que cumpre a sua missão, qual seja a de estar presente e ativa num mundo global e cultural que começa aqui, ao seu lado, na sua, na nossa comunidade, neste lugar geométrico de encontro que é o Ciclo Mundos.

14 Maio - Teatro da Trindade INATEL, Sala Carmen Dolores (21.00h)

12/05/2019

PLANALTO - FESTIVAL DAS ARTES | Moimenta da Beira


De 20 a 25 de Maio, Moimenta da Beira recebe um evento pioneiro nas Artes Performativas, com uma programação verdadeiramente de excelência. É a 1ª edição do Planalto – Festival das Artes. São seis dias, mais de 30 eventos, divididos por seis disciplinas artísticas que acontecem em mais de 80 horas de programação. Tudo com entrada livre.

Teatro, dança, cinema, música, exposições, performance, clubbing, workshop’s, conversas, palestras e aulas são as áreas artísticas ou do pensamento sobre a qual a programação de estreia se centrará e que tem como tema basilar as palavras “Construir e Integrar”.

Com a principal intenção de promover a descentralização da cultura e da arte e de contribuir para desenvolver as mentalidades autocríticas da comunidade, o projeto é pensado e desenhado para ser implementado no interior norte de Portugal, inserido nesta região que demograficamente está banhada pelos rios Douro, Távora, Varosa e Paiva. E é Moimenta da Beira que receberá este projeto que se quer alargado e amplo nas suas frentes programáticas e relacionais com toda a região envolvente.

O “Planalto – Festival das Artes”, com direção artística e de programação de Luís André Sá, e o apoio empenhado da Câmara Municipal de Moimenta da Beira, “nasce de uma vontade pessoal e urgente de colmatar uma das enormes desertificações que acontecem nestes territórios interiorizados”, sustenta o diretor artístico.

Os locais convencionais dos Teatros, Museus, Galerias, discotecas e outros espaços culturais dão lugar aos jardins públicos, a aulas nos prados e vales da Serra de Leomil, a exposições em antigos espaços comerciais, a espetáculos numa blackbox improvisada no pavilhão da Escola Secundária local, aos edifícios históricos fechados ao público onde se conversará sobre temas fraturantes do mundo de hoje, à biblioteca municipal onde se pensará a ideia de estarmos sós, ao espaço do mercado municipal que virará pista de dança com pesos pesados da cena clubbing nacional e internacional, até às escolas primárias, secundária, ou mesmo a um workshop para maiores de 55 anos num centro de dia.

É um “Planalto” artístico para promover a democratização do acesso à cultura em regiões interiorizadas, com mais de três dezenas de propostas, todas elas de entrada livre. Nesta primeira edição integram a programação artistas consagrados e premiados e artistas emergentes que procuram lugares para a consolidação das suas carreiras. E que, segundo o programador e diretor artístico, “quer no futuro ser ainda mais essa mostra de artes que é, simultaneamente, uma montra de projetos que poderão aqui crescer e/ ou nascer para depois seguirem para circulação pelos diversos espaços programáticos nacionais e internacionais.

RUI MASSENA | “III”


Esta sexta-feira a célebre Deutsche Grammophon, uma das editoras mais importantes na história da música clássica, edita mundialmente o mais recente álbum do pianista e compositor Rui Massena, “III”.

Neste álbum, Rui Massena trabalhou, em Berlim, com o produtor, técnico de captação e mistura Tobias Lehman, vencedor de dois Grammys e veterano da editora Deutsche Grammophon. “III” foi produzido pelo próprio Rui Massena com o cúmplice de longa data Mário Barreiros, gravado entre Berlim e o Porto e masterizado em Nova Iorque pelo engenheiro vencedor de um Grammy Joe Laporta.

Já em 2017, a Deutsche Grammophon escolheu uma composição de Rui Massena, “Valsa”, para integrar a compilação “Expo 1”, ao lado de artistas como Philip Glass, Ólafur Arnalds e John Cage.

Esta edição internacional do álbum “III” pela Deutsche Grammophon é, assim, um momento marcante na internacionalização da carreira de Rui Massena, aquele que é, sem dúvida, o artista de música clássica que em Portugal se tornou numa das maiores referências, atuais, no universo da música popular.

O músico vai, inclusivamente, atuar no próximo dia 16 de Maio no importante festival Classical:NEXT, em Roterdão, na Holanda. As próximas datas de Rui Massena incluem ainda concertos na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão (11 de Maio), no Centro Cultural de Macau, China (8 de Junho), no festival La Mar de Músicas, em Cartagena, Espanha (21 de Julho), no Casino da Póvoa de Varzim (26 de Julho) e no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra (27 de Julho).

Acabam também de ser revelados dois vídeos do concerto que Rui Massena deu no Coliseu do Porto no passado mês de Fevereiro, mais precisamente dos temas “Valsa” e “Um Lugar”, este último retirado do álbum “III”.

TIAGO NACARATO LANÇA NOVO SINGLE E ANUNCIA REGRESSO AO BRASIL


Depois de, no ano passado, tocar para salas esgotadas com direito a sessão dupla em São Paulo e Rio de Janeiro e passado também por Belo Horizonte e Fortaleza, Tiago Nacarato, cantautor portuense com raízes brasileiras, e muito influenciado por nomes como Vinicius de Moraes, Caetano Veloso, Miguel Araújo ou Chico Buarque, anuncia o seu regresso ao Brasil para apresentação do seu disco de estreia.

Este anúncio é feito no dia em que lança o seu primeiro tema autoral com sotaque do Brasil, com a participação de Paulinho Moska, “Sol de Inverno”, gravado no Rio de Janeiro aquando da sua última visita.


THE MANCHESTERS | "Seven Days"


The Manchesters acabam de lançar o vídeo do tema "Seven Days", incluído no seu recém-lançado EP com o mesmo nome.


MESTRE ANTÓNIO CHAINHO CONVIDA CAMANÉ

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