15/11/2018

PEDRO ABRUNHOSA | "Espiritual"


A contagem decrescente para a edição do novo álbum de Pedro Abrunhosa continua. Ficou hoje disponível o primeiro dos "webisódios" do disco, uma espécie de faixa-a-faixa que segue o alinhamento do novo disco, com o devido enquadramento feito por Pedro Abrunhosa, canção a canção, a terminar com alguns segundos das novas músicas.

Amanhã, fica também disponível, através da pré-compra do novo álbum no iTunes, o tema “Ainda Há Tempo”. Esta é a 4.º canção disponibilizada através da loja digital, depois de “Meu Querido Filho, Tão Tarde Que É”, “Amor Em Tempo de Muros” e “Hold Me”, com Lucinda Williams.

"Espiritual" é editado 5 anos depois de “Contramão”, o último álbum de originais de Pedro Abrunhosa. Produzido por João Bessa e Pedro Abrunhosa, "Espiritual" conta com várias participações de luxo: para além da mexicana Lila Downs, 

“Espiritual” conta com participações da norte-americana Lucinda Williams, da francesa Carla Bruni, das portuguesas Ana Moura e Elisa Rodrigues e do brasileiro Ney Matogrosso. Também o percussionista inglês Karl Van Den Bosche e o guitarrista norte-americano Greg Leisz emprestam o seu talento a este disco.

O novo single, "Amor Em Tempo de Muros", um tema que conta com a participação da conceituada cantora mexicana Lila Downs, foi editado no final do mês passado e conta de uma forma poética a história do tempo, muitas vezes doloroso, que vivemos.

O videoclip, realizado por Filipe Correia dos Santos e com a direção de fotografia de Arlindo Camacho, foi gravado no México, com pessoas reais, engrandecendo uma canção que por si só já retrata uma realidade que a todos toca.

ANTÓNIO ZAMBUJO | "Sem Palavras"


Já está disponível no YouTube o vídeo oficial do tema “Sem Palavras”, o primeiro single retirado do novo álbum de António Zambujo, “Do Avesso”, que será editado no próximo dia 23, estando já disponível em regime de pré-venda.

“Sem Palavras” conta com música de Mário Laginha e letra de João Monge. O tema está também disponível com a pré-venda no iTunes, juntamente com as canções “Se Já Não Me Queres”, com letra e música de Luísa Sobral, e “Madera de deriva”, de Jorge Drexler.

Os concertos de apresentação do novo álbum estão marcados para o Porto e Lisboa, nos Coliseus, a 23 de Fevereiro e 2 de Março, respectivamente, com bilhetes já à venda nos locais habituais, e em Coimbra, no Convento de São Francisco, dia 24 de Maio.

SÓNIA OLIVEIRA | "Paz"


“Paz” é o novo disco da cantora Sónia Oliveira, que será lançado amanhã e que conta com a participação de diversos músicos de relevo na música portuguesa – como a cantora Maria João, que trás ao álbum o seu cunho inconfundível.

Este novo disco de Sónia Oliveira foi realizado ao longo de dois anos e nasceu, enquanto conceito, quando a cantora se encontrava a realizar um curso de Mestrado em Performance Jazz, na Escola Superior de Música de Lisboa. 

O objetivo passava, então, por estudar as possibilidades da voz enquanto instrumento e, mais concretamente, o potencial interpretativo da melodia sem palavra – o que levou a realizar uma investigação em que entrevistou alguns cantores nacionais e internacionais, relevantes neste contexto estilístico.

Paralelamente, Sónia Oliveira encontra espaço para desenvolver, juntamente com o contrabaixista João Vargas, uma sonoridade experimental que vem a trabalhar há algum tempo, em que combina a sua voz com apenas um contrabaixo em peças de música original da autoria de três compositores portugueses (Jorge Ramos, Daniel Davis e Miguel Sobral Curado), com inspiração entre o jazz e a música contemporânea, destacando-se a peça "Merge", que tem sido notada tanto em Portugal como internacionalmente.

No decorrer deste processo, a cantora depara-se com a interrupção da sua primeira gravidez, o que a levou a atravessar uma das fases emocionais mais difíceis da sua vida, que acabou por influenciar o seu trabalho, melancolizando-o com a composição de temas como "Lamento", "Aceitação" e "Teu Lugar" (a balada principal do disco).

Sobrou ainda espaço para a imensa influência que a música brasileira tem na formação da cantora que, aproveitando os trabalhos recentes com o baixista Yuri Daniel, regrava o tema "Maracatu" (da autoria do baixista) e ainda a composição de Hermeto Pascoal, "Música das Nuvens e do Chão", onde conta com a participação da cantora Maria João.

O resultado final é um conjunto algo heterogéneo em termos sonoros, mas que permite compreender não só o percurso (pessoal e musical) da cantora nos últimos dois anos, como também demonstra como trajetos emocionais mais complexos (e até dolorosos) podem ser atenuados pela arte, tendo sido a música utilizada como elemento catártico.

"Paz" é uma experiência de introspeção, reflexão e autorestabelecimento, cujo desfecho deixa claro que nem tudo tem resolução, mas ainda assim é possível seguir em frente.

JOÃO DA ILHA | "Mares da Indecisão"


Agenda:
17 de Novembro - Alpendre, Angra do Heroísmo (21.30h)

23 de Novembro - Casa da Cultura, Setúbal (22.00h)

www.facebook.com/joaodailha

RUÍDO VÁRIO, CANÇÕES COM PESSOA | Lisboa


No dia 30 de Novembro, quando se assinala mais um ano sobre a morte de Fernando Pessoa, Ana Deus e Luca Argel celebram o poeta com Ruído Vário ao vivo, às 22.30h, no Bar a Barraca, em Lisboa.

14/11/2018

VÍDEOCLIP | "Galgar" - Medeiros/Lucas


O tema “Galgar”, incluído no álbum “Sol de Março”, ganha agora imagem pela mão da produtora internacionalmente galardoada Filmes da Mente. Este lançamento coincide com o anúncio das últimas datas da tour de 2018.

Em dias de frio vale a pena recordar o “Sol de Março”, o último disco de Medeiros/Lucas muito aclamado pela crítica. As últimas datas de apresentação do álbum vão passar por Lisboa, Braga, Ponta Delgada, Coimbra, Aveiro, Porto e Sever de Vouga.

“Sol de Março” é o mais recente disco de Medeiros/Lucas. O álbum tem selo Lovers & Lollypops e deambula entre a luz e a sombra num ensaio poético-musical sobre o alcance da razão, resultando numa linguagem musical depurada e de uma simplicidade que o grupo ainda não tinha experimentado.

Agenda:

16 de Novembro - GNRation (Festival Para Gente Sentada), Braga

17 de Novembro - Teatro Micaelense, Ponta Delgada

23 de Novembro - Tabacaria do Teatrão, Coimbra

01 de Dezembro - Avenida Café-Concerto, Aveiro

20 de Dezembro - Maus Hábitos, Porto

21 de Dezembro - Centro das Artes do Espectáculo, Sever do Vouga

BIRDS ARE INDIE | "Close, But No Cigar"


Nas vésperas de tocarem no Super Bock em Stock, os Birds Are Indie revelam o novo vídeo do seu disco Local Affairs. Realizado por Silvana Torricella, "Close, but no cigar" fala-nos do choque de personalidades que surge entre pessoas que optam por tomar decisões e as que preferem deixar que o tempo as vá tomando.

Para captar o espírito deste tema, Ricardo Jerónimo, Joana Corker e Henrique Toscano fecharam-se durante um fim-de-semana numa antiga casa nos arredores de Coimbra e foram-se preenchendo com as memórias que esta lhes parecia ir contando. O resultado final conjuga diversas sequências, umas mais planeadas, outras mais intuitivas, reflectindo a lógica da letra.

Depois de “Come into the water” e “Messing with your mind”, este é o 3º single do álbum Local Affairs, gravado nos estúdios Blue House, e editado pela conimbricense Lux Records.

Entretanto, os Birds Are Indie continuam a preencher a agenda de concertos. Nos próximos meses continuarão a andar de norte a sul do país e, como é habitual, também por Espanha.

Agenda:

23 de Novembro - Lisboa, Super Bock em Stock

14 de Dezembro - Figueira da Foz,  Centro de Artes e Espectáculos

19 de Janeiro - Coimbra, Teatro Académico de Gil Vicente

02 de Fevereiro - Porto, Hard Club


LINDA MARTINI EM CONCERTO

DUARTE | Casa da Música

13/11/2018

WHALES CONFIRMADOS NO EUROSONIC 2019


Há anos memoráveis e, para os Whales, 2018 tem sido um deles. Não só lançaram o seu disco de estreia como correram Portugal e Europa durante a digressão de apresentação. Destacam-se as presenças nos festivais MaMA, em França, Sudwave, em Itália e Arteficial, em Espanha.

Mas marcos não ficaram por aqui. O vídeo do single "Ghost" foi finalista nos Berlin Music Awards e o trio acaba de ser anunciado para a edição de 2019 do Eurosonic, a decorrer entre 16 e 19 de Janeiro em Groningen, na Holanda.

Depois de, em 2017, terem actuado os First Breath After Coma e de, em 2018, ter actuado Surma, esta é a terceira edição consecutiva em que o maior showcase festival europeu selecciona um artista da leiriense Omnichord Records.

DAVID FONSECA | Coliseus de Lisboa e Porto


"A poucos dias de voltar ao Coliseu, toco o alinhamento no local de ensaio e o peito aquece com a festa que estamos a preparar. Nestes 20 anos de música, a viagem tem sido absolutamente incrível, com tantos momentos memoráveis a fazer a minha história como músico. No entanto, quando se faz qualquer atividade durante muito tempo, a barreira pessoal e profissional esbate-se, especialmente quando se fala de música. 

Quando subi a um palco pela primeira vez, era apenas uma brincadeira entre amigos, uma forma de fazer algo que abanasse a monotonia dos dias. Daqui a dias subo ao palco e continuo a sentir a mesma sensação de novidade, uma vontade de quebrar este tempo, de fazer uma enorme festa, 20 anos de festa numa noite só! Tudo a postos, a caminho, sempre a caminho!

É desta forma que David Fonseca se refere ao momento que se irá viver nos Coliseus de Lisboa e Porto nos próximos dias 14 e 16 de Novembro - uma celebração dinâmica da passagem de 20 anos desde que se estreou com os Silence 4.

Se em 1998 o registo era "Silence Becomes It", em 2018, David Fonseca fará nos Coliseus uma viagem às suas canções a partir do seu último álbum "Radio Gemini". O ambiente de playlist musical presente no disco publicado no final de maio marcará o ritmo destas noites em que os convidados terão lugar de destaque - Camané, Manuela Azevedo, Rita Redshoes e a espanhola Alice Wonder ajudarão David e o público presente a apagar as velas. E, como em todas as festas memoráveis, há sempre surpresas...

E a aproveitando a presença de Alice Wonder, foi recentemente estreado o videoclip do novo single retirado de "Radio Gemini", o dueto "Resist". Dirigido pelo próprio David Fonseca, encontrou na Casa Estúdio Carlos Relvas, na Golegã, o cenário idílico para esta nova produção. A canção, que sucede aos singles "Get Up" e "Oh My Heart", é uma das favoritas dos fãs esperando-se por isso forte adesão na sua apresentação nos Coliseus.

LITTLE FRIEND | "Sombre Song"


Cinco anos depois de "We Will Destroy Each Other", álbum que deu a conhecer os Little Friend, a banda de John Almeida está de regresso com "Sombre Song", primeiro avanço para "A Substitute for Sadness", novo álbum com edição agendada para 2019.

Os Little Friend estiveram ausentes durante um período em que houve uma desconstrução gradual de tudo o que estava a ser escrito e vivido, até ser inevitável uma reconstrução quase total da música, do som, e até da identidade da banda. Depois de mudanças profundas, tanto a nível pessoal como criativo, este disco pretende chegar a uma nova sonoridade, com mais arranjos e orquestração, e uma produção mais cuidada, sem nunca perder o objectivo de escrever canções. 

De novo numa parceria e colaboração muito próxima com o seu produtor André Tentugal, também responsável pelos arranjos e composição, os Little Friend têm como single de avanço "Sombre Song" que reflecte o fascínio pela fronteira sonora entre a estética de cantautor dos finais dos anos 60 e a orquestração do início da década de 70, que trouxe temas mais sombrios para as letras e tentou alargar os limites da produção. 

Gravado e misturado nos Estúdios Sá da Bandeira, no Porto, por João Brandão, este tema dá-nos um sinal do que virá brevemente. O desconcertante videoclip, com a presença intensa do ator Tommy Luther, foi também realizado por André Tentugal.

No dia 26 de Novembro, os Little Friend vão apresentar, ao vivo, pela primeira vez, alguns dos temas do novo disco, juntamente com temas do álbum de estreia, no festival de cinema documental Porto Post Doc.


FOGO FOGO ATUAM NO FESTIVAL EUROSONIC 2019


Fogo Fogo, projeto que regularmente faz explodir, com incontrolável energia, a pista de dança da Casa Independente, apresenta o seu mais recente EP "Nha Cutelo" em Groningen na Holanda, no âmbito do Festival Eurosonic Noorderslag.

O Eurosonic Noordeslag é a maior conferência e showcase festival da Europa e acontece em Groningen de 16 a 19 de Janeiro de 2019. Para os Fogo Fogo é uma ótima oportunidade de mostrar o novo EP, que conta com as primeiras músicas originais do grupo num novo palco internacional.

CONJUNTO!EVITE | Super Bock Em Stock


Os Conjunto!Evite são cinco pistoleiros que deixaram para trás a tranquila paisagem ribatejana, unindo forças para espalhar a balbúrdia com o seu “rock progadélico”. Este grupo não deixa louça por partir, nem teme ter um pé no universo das canções e outro num mundo exclusivamente instrumental. E desta dicotomia até já nasceram dois EPS: “Conjunto!Evite” (2014) e “Ondas e Marés” (2016). 

E agora chegou o momento de apresentarem o primeiro longa duração. Os singles “Fauno” e “Controla a Paranóia” já estão aí para ajudar a levantar um pouco o véu sobre os mistérios desse novo trabalho, que sairá em 2019 – e o concerto no Super Bock Em Stock vai ajudar ainda mais nessa descoberta.

23 de Novembro - Super Bock Em Stock, Garagem da EPAL (19.00h)

PARA CÁ DO MARÃO SESSIONS | Chaves

12/11/2018

DIABO NA CRUZ | Coliseus de Lisboa e Porto


Depois da edição de “Lebre”, o muito aguardado quarto álbum de originais. Os Diabo na Cruz farão o seu regresso aos palcos já esta quinta-feira, no Coliseu de Lisboa, e no Coliseu do Porto a 22 Novembro.

Quem nunca viu Diabo na Cruz ao vivo, não sabe o que é realmente Diabo na Cruz. No palco nasce a mitologia de algo maior. Seguem-se os impulsos e as emoções, cometem-se excessos em nome da libertação e desenha-se uma narrativa entre as canções e as pessoas. 

Diabo na Cruz é uma banda que se inspira no legado da música portuguesa, mas que é fundamentalmente uma banda rock, ancorada no século XXI. Com rituais resgatados das romarias o comboio humano que espontaneamente se forma no meio do público em "Chegaram os Santos" e de concertos de estádio Jorge Cruz, de guitarra em riste, a saltar da bateria em "Fecha a Loja". Numa entrega mútua entre público e palco, a banda tem cimentado um percurso único e uma festa sem paralelo no panorama nacional.

É um privilégio viver no mesmo tempo que esta banda, um privilégio poder presenciá-la ao vivo. Estas canções pertencem-nos. Reconhecemo-nos nelas, com elas renascemos e as vivemos. Não digam que não é verdade. Tudo isso aconteceu e a prova está aqui, nestes concertos.

TIAGO BETTENCOURT GRAVA "CANÇÃO DE TIAGO LACRAU" PARA O DISCO "IV" DE TIAGO GUILLUL


2008 foi um ano em que música portuguesa mudou (e melhorou). Um dos ingredientes nessa história foi o disco "IV", de Tiago Guillul.

A Time Out, celebrando dez discos dos últimos dez anos, escreveu: "É difícil conceber o que seria a música portuguesa hoje sem o «IV»".

Aproveitando a marca redonda da década, a FlorCaveira e a Valentim de Carvalho reeditam o "IV" em versão tripla: o original, o disco regravado por quinze músicos (Luís Severo, Lacraus, HMB, Filipe da Graça, Filipe Sambado, João Eleutério, Jorge Cruz, Manuel Fúria, Benjamim, Tiago Bettencourt, Samuel Úria, O Martim, Bruxas Cobras, Suave e B Fachada), e uma colecção de outtakes.

A reedição (de luxo!) do disco triplo "IV" chega no dia 16 de Novembro às lojas e à internet. O concerto de apresentação já está marcado, vai ser memorável e histórico: dia 29 de Novembro no B.Leza, em Lisboa. Os convidados que dão agora nova vida ao "IV" subirão ao palco nessa noite.

Luís Severo, HMB, João Eleutério, Manuel Fúria, Benjamim, Tiago Bettencourt, Samuel Úria, O Martim, Bruxas/Cobras, Suave e B Fachada estão já confirmados.

O segundo single de apresentação do disco, é uma versão da icónica "Canção de Tiago Lacrau", pela voz de Tiago Bettencourt.

Silas Ferreira, amigo e colaborador de longa data de Tiago Guillul, assina o videoclipe já disponível no Youtube, em formato lyric video para que todos possamos juntar as nossas vozes ao 10º aniversário de um dos mais importantes momentos da música portuguesa contemporânea.


AZUL-REVOLTO | "Unção"


Chama-se "Unção" e é o primeiro avanço do EP "Seiva" de azul-revolto a ser editado no dia 19 de Novembro. A edição conta 4 faixas originais e um remix do músico Random Gods [Danse Noire]. O vídeo tem realização de João Pedro Fonseca.


VÍDEOCLIP | “1 2 3 Nenéns” - Ricardo Dias Gomes


Após o escuro vertiginoso do primeiro videoclipe, “Precipício”, Ricardo Dias Gomes quis sentir contraste estético num segundo material audiovisual. Perante a toda onda de baixo astral no seu Brasil apresenta “1 2 3 Nenéns”, música do seu novo disco "Aa".

Essa música nasce da sua experiência com três filhos, o último ainda bébé e o preenchimento existencial que sentiu ao refletir-se no desenvolvimento das suas lúdicas memórias. O amor salva, educa e enche de vida. Tinha visto estas imagens quando fez um improviso no festival Play-doc na Galícia. 

Um filme montado de rolos de super-8 antigas da vida na região foram projetadas na tela e Ricardo Dias Gomes juntamente com mais dois músicos fizeram o acompanhamento musical ao vivo. Foi então que teve a ideia de desafiar os organizadores do festival para montar um vídeoclip para “1 2 3 Nenéns” selecionando imagens desse documento tão íntimo daquelas famílias.

Na ZDB, dia 23 de Novembro, irá apresentar o estágio atual da sua solitária pesquisa musical. Novas músicas e alguns improvisos entre elas. Estará sozinho no palco, utilizando as suas ferramentas: o baixo elétrico, pedais de distorção, loop, efeitos… sua voz e seu corpo.

Ricardo Dias Gomes nasceu em 1980 no Rio de Janeiro no meio duma família de músicos: o pai é trompetista de jazz, Guilherme Dias Gomes, que tocou e gravou com o ganhador do Grammy Ivan Lins, músico brasileiro do género pop-rock; o tio Alfredo Dias Gomes, um exímio baterista de rock drummer que tocou e gravou com o lendário Hermeto Pascoal; e a tia Denise Emmer é violoncelista clássica fundadora da respeitada orquestra de câmara Camerata Dias Gomes.

MÚSICA SELVAGEM | "Volume Único"


A editora portuguesa Shhpuma uniu esforços com a brasileira selo Risco para dar a conhecer ao mundo a maravilhosa música dos Música de Selvagem, com a participação especial de Tim Bernardes, Sessa, Luiza Lian e Pedro Pastoriz.

Arthur Decloedt - Contrabaixo

Filipe Nader - Saxofones alto e baritono

Guilherme Marques - Bateria

Amilcar Rodrigues - Trompete

Oscar Ferreira - Saxofone baritono


JOSÉ VALENTE | "Serpente Infinita"


José Valente continua a percorrer um trilho desassossegado, mapeado pela constante descoberta de novas possibilidades musicais para o seu instrumento, a viola d’arco, agora com o novo álbum "Serpente Infinita". 

O violetista portuense revela assim a segunda etapa de uma inquietação pertinente inaugurada em 2015 com “Os Pássaros estão estragados”, desta feita tendo como ponto de partida o quotidiano enquanto terreno fértil para a apatia e para a banalidade, apresentando-nos uma peça obscura mas enérgica e virtuosa, carregada de nuances musicais cuidadosas, detalhadas e imprevisíveis. 

"Serpente Infinita" foi gravado a convite do Centro Internacional de Danças e Músicas do Mundo Ibérico – Musibéria, que publica este álbum sob a alçada da sua plataforma editorial, Respirar de Ouvido.

Agenda:

14 de Novembro - Viseu, Carmo 81

21 de Novembro - Aveiro, LoopLab

30 de Novembro - Ovar, Casa do Povo

11/11/2018

IVO DIAS | "#Guerreiro"


Ivo Dias é um cantautor luso-brasileiro e acaba de lançar "#Guerreiro", o segundo álbum enquanto artista a solo.

"#Guerreiro" é um álbum que faz a ligação do clássico ao contemporâneo, do antigo ao moderno, do passado ao presente.

Nesta jornada o músico propõe expor a sua própria inspiração, a sua história e evolução. Tem como mote desde cedo na sua carreira fazer várias fusões musicais e culturais. #Guerreiro espelha essa característica com vários elementos da lusofonia como o fado, a bossa-nova e a morna.

No primeiro álbum lançado em 2017 "Se7e", Ivo Dias apresentou-se apenas com voz e violão e cantando em português com o sotaque do Brasil.

"#Guerreiro" é composto por novos temas inéditos cantados em português e com a participação de André Rosinha (contrabaixo), Carlos Garcia (piano), Diogo Duque (trompete) e Iuri Oliveira (percussão). “Fado Blues” é o primeiro single.


UHF EM CONCERTO

CARTAZ | Concerto

10/11/2018

MARIZA GRAVA DUETO COM VANESA MARTÍN


Vanesa Martín, uma das maiores cantoras e compositoras de Espanha da actualidade, lança no nosso mercado o seu novo single “Pídeme”. E para grande surpresa de todos convidou a nossa Mariza (que acabou de ganhar esta semana o prémio Luso-espanhol de Artes e Cultura 2018) para a acompanhar num incrível dueto, que promete vir a ser mais um grande êxito na carreira de ambas as artistas. Um verdadeiro encontro de gigantes!

De recordar que “Porque Queramos Vernos”, o tema com Matias Damásio, foi um dos maiores êxitos dos ultimo ano . O seu vídeo obteve já mais de 32 500 000 de visualizações na sua versão portuguesa e mais de 5 000 000 na versão castelhana. A canção chegou a Single de Ouro e alcançou o primeiro lugar durante várias semanas das tabelas de Shazam e iTunes em Portugal. O tema faz parte do seu álbum “Munay” que foi Dupla Platina em Espanha e que a levou a realizar uma gigantesca Tour por Espanha, América Latina e com final em Lisboa num total de mais 70 concertos num ano.

É precisamente na sequência deste êxito estrondoso que Vanesa Martín lança a 16 de Novembro o seu novíssimo álbum “Todas Las Mujeres Que Habitan En Mi”, o sexto da sua carreira e que inclui, como surpresa, mais uma parceria em português. 

O novo trabalho de Vanesa Martín inclui, para além de “Pídeme” Feat. Mariza, mais 12 fantásticos novos temas e foi produzido pelo consagrado produtor americano Eric Rosse (Tori Amos, Sara Bareilles, Chris Isaak, Maroon 5, Birdy, Pablo Alborán, entre outros) com a direcção da própria Vanesa Martín.

MIGUEL ÂNGELO | Conta-me Histórias


No dia 16 de Novembro, pelas 21.30h, o músico Miguel Ângelo estará no Fórum Cultural de Ermesinde no âmbito do projecto “Conta-me Histórias”, um ciclo de conversas-concerto com conhecidos músicos portugueses, onde estes revelam alguns pormenores menos conhecidos das suas carreiras. Estas histórias são acompanhadas por algumas das suas músicas mais conhecidas, em registo acústico.

A mediar a conversa estarão o programador cultural e jornalista musical, Artur Silva, o pivot de informação da RTP, Jorge Oliveira, e o jornalista e crítico literário, Tito Couto.

Os bilhetes estão à venda no Fórum Cultural de Ermesinde.

COMITIVA CHARLIE | "Aos Outros"


"Aos Outros", é este o mais recente single/vídeoclip dos Comitiva Charlie.

HELENA SARMENTO | Lamego

BEATRIZ NUNES | Coimbra

09/11/2018

CARLOS BICA | "Azul in Ljubljana"


"Azul in Ljubljana" é o título do mais recente álbum de Carlos Bica e do seu trio Azul com Frank Möbus e Jim Black.

Depois de "More Than This“ (2016) álbum premiado pela crítica nacional e internacional, surge este novo álbum gravado ao vivo em 2015 no Festival de Jazz de Ljubljana no qual o trio optou por revisitar algumas das composições dos anteriores álbuns, dando-lhes uma nova vida. Este será o sétimo álbum do trio Azul de Carlos Bica, que já conta com mais de 20 anos de existência. "Azul in Ljubljana“ lançado do passado mês de Julho pela prestigiada editora Clean Feed.

Entre os vários projetos musicais que lidera, e para lá das suas participações em outras áreas como o teatro, a dança e o cinema, o seu trio Azul com Frank Möbus e Jim Black tornou-se a imagem de marca do contrabaixista e compositor. Foi com estes dois músicos, que fazem hoje parte integrante da personalidade musical do projeto, que Bica inaugurou a sua discografia pessoal, em 1996. 

O álbum chamou-se "Azul" e o grupo também. A formação manteve-se, amadureceu uma identidade musical – que se confunde já com a do próprio Carlos Bica –, e foi através dela que o contrabaixista voltou a expor notáveis resultados em 1999 com "Twist", em 2003 com "Look What They've Done To My Song", em 2006 com "Believer", em 2011 com "Things About“ e em 2016 com "More Than This". Pelo meio editou outros álbuns que contribuíram para o enriquecimento da discografia nacional, como "Diz“, "A Chama do Sol“, "Single“ ou "Matéria-Prima“.

LUÍSA SOBRAL | "Rosa"


Rosa”, o 5.º álbum de Luísa Sobral, já se encontra disponível nas lojas e em todas as plataformas digitais. “O disco é feito de histórias, algumas reais, outras menos. É um disco muito crú onde o mais importante são as letras e as melodias”, diz Luísa Sobral. “O Melhor Presente” foi o primeiro single deste disco.

Produzido pelo catalão Raül Refree (Raul Fernandez Miró), produtor de nomes como Mala Rodriguez, Silvia Perez Cruz e a Rosalía, “Rosa” foi, todo ele, gravado como se fosse ao vivo. “Aceitámos as imperfeições como parte da emoção de cada take.” Para além da voz e guitarra, Luisa Sobral e o seu produtor privilegiaram os instrumentos clássicos: trio de sopros e percussão clássica.

As datas de apresentação de “Rosa” são: 9 de Fevereiro Casa da Música no Porto e 22 de Fevereiro no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa.


EDIÇÕES ESPECIAIS EM VINIL LANÇADAS ATÉ AO FINAL DO ANO


Com o ano prestes a terminar, chegam às lojas várias edições em vinil de artistas nacionais, que se juntam ao extenso catálogo que a Universal Music Portugal já possui neste formato.

Para comemorar os dez anos do lançamento de “Magnífico Material Inútil”, o álbum de estreia d’Os Pontos Negros é agora lançado em vinil, numa edição limitada e numerada à mão pela própria banda. Além de incluir o single “Conto de Fadas de Sintra a Lisboa”, este disco conta também com “Salomé” como faixa extra.

Já o novo álbum de Valas, “Check-In”, lançado em Junho deste ano, é editado em vinil colorido. Os fãs do rapper podem assim redescobrir num novo formato músicas de sucesso como “As Coisas”, "Preciso” ou “Estradas No Céu”, um dueto com a fadista Raquel Tavares.

Em dezembro, já na reta final, são ainda lançadas várias edições de discos de referência da música portuguesa. Como forma de celebração, “Guarda-me A Vida Na Mão”, o trabalho que deu a conhecer Ana Moura, celebra os seus 15 anos sendo editado pela primeira vez em vinil; e “Coincidências”, de Sérgio Godinho, é reeditado pela ocasião dos seus 35 anos de lançamento. 

Do mestre Carlos do Carmo, são também editados “Margens” e “Fado É Amor”, ambos inéditos neste formato. Por último, “Kualuka Kuetu”, de Bonga, volta a estar disponível numa reedição que recupera o artwork original, com a notável ilustração de Eleutério Sanches na capa.

São obras indispensáveis na coleção de qualquer melómano e entusiasta da música portuguesa, editadas mesmo a tempo do Natal.

RUI DAVID | "O Homem Novo"


Com letra e música de Carlos Tê, "O Homem Novo" é o single de antecipação do álbum de estreia de Rui David, "O Princípio da Incerteza" que será editado no primeiro trimestre de 2019.

Filmado na Baixa do Porto, o videoclip de "O Homem Novo", realizado por Paulo Bico, "acompanha a letra de Carlos Tê na reflexão sobre a progressiva eliminação da falha, do erro no ser humano que é, no fundo, o que faz dele um ser humano. O vídeo está repleto de mensagens subliminares sobre essa temática ao mesmo tempo que ensaia uma paródia sobre a forma como a tecnologia mudou a forma de consumir... vídeoclips", explica Rui David.

Esta música não vai faltar no concerto de dia 22 de Novembro na Casa da Música. Ao lado de Peixe (Ornatos Violeta) na guitarra, Eduardo Silva (Foge Foge Bandido) no baixo, e Ruca Lacerda (Supernada) na bateria, Rui David vai dar a conhecer ao vivo as músicas que fazem parte d'"O Princípio da Incerteza", além de "O Homem Novo", estreada hoje, e "Sem Medo", o tema da autoria de Jorge Palma que levou Rui David ao Festival da Canção este ano.


SALVADOR SOBRAL | Coliseus de Lisboa e Porto

CARTAZ | Concerto

08/11/2018

STEREOSSAURO | "Bairro da Ponte"


Stereossauro revela a capa e a impressionante lista de convidados de “Bairro da Ponte”, o álbum que será lançado até ao final do ano e de que já se conhece o primeiro single, “Flor de Maracujá” em que Camané dá voz à letra de Capicua, com samples e benção de Amália Rodrigues. 

Além dos masters originais da maior fadista de sempre e também de Carlos Paredes, depositados nos arquivos da Valentim de Carvalho, que concedeu a Stereossauro um acesso privilegiado a estes verdadeiros tesouros do cancioneiro nacional, o disco conta com 19 temas que resultam da colaboração de uma lista extensa de convidados dos mais variados géneros musicais: Ace, Ana Moura, Camané, Carlos do Carmo, Capicua, Dino D' Santiago, Dj Ride, Gisela João, Holly, NBC, Nerve, Papillon, Paulo de Carvalho, Plutónio, Razat, Ricardo Gordo, Rui Reininho, Slow J, Sr. Preto e The Legendary Tigerman.

Depois das várias experiências de fusão entre tradição e modernidade que tem vindo a fazer, com destaque para a remistura de "Verdes Anos" ou a colaboração com Slow J em "Nunca Pares", Stereossauro dá um passo em frente com “Bairro da Ponte” onde, além do hip hop, do fado e da música electrónica, desafia generosamente cada um dos artistas convidados a deixarem a sua impressão digital, em interpretações surpreendentes. O resultado é uma nova voz sobre uma velha cidade, diferente de todas as outras, que pede para ser ouvida, num álbum que, arriscamos dizer ainda antes da sua edição, marcará 2019. Nunca, antes, ninguém fez algo assim em Portugal.

Porque a cidade se expressa de múltiplas formas, em “Bairro da Ponte” há uma forte componente visual com direcção artística e criativa da Big Fish que se manifesta, não só, em todo o artwork do álbum, que contou com Mike Ghost na fotografia, mas também no vídeo do primeiro single, “Flor de Maracujá”, que tem a realização de Bruno Ferreira e participação especial de Camané.

ELECTRIC MAN | "Namek"


"Namek" é o quinto tema extraído do álbum “Electric Domestique” com direito a vídeo. A realização é, mais uma vez, de Júlio Pereira que agora dá mundo à música mais espacial e contemplativa do disco de Electric Man, através de um ser bizarro que nos invade numa viagem entre a espantosa dimensão do universo e a trivial simplicidade do quotidiano.

Agenda:

16 de Novembro - Quina das Beatas (CAE - Portalegre)


GRAND PULSAR | "Meia Lua"


“Meia Lua” é o novo single da banda Grand Pulsar. É uma canção poderosa que fala do tempo, de como ele demora infinitamente quando estamos incompletos e como é efémero quando vivemos intensamente. Fala da urgência de estarmos bem com quem nos faz bem.


WHY PORTUGAL ORGANIZA CONFERÊNCIA DE EXPORTAÇÃO MUSICAL

CERCAL ROCK!

07/11/2018

SELMA UAMUSSE | Discurso Direto


O primeiro disco de Selma Uamusse, produzido pelas mãos preciosas de Jori Collignon (dos Skip & Die), ouve-se como duas viagens simultâneas – uma geográfica, uma visita a Moçambique, onde a cantora se abastece de sons e partilha a sua identidade; e uma interior, num mapa espiritual que se vai descobrindo à medida que a música se infiltra em quem ouve. Em cada segundo, este aguardado disco de estreia de Selma Uamusse produz um efeito hipnótico, entalando-nos entre passado e futuro, pertencendo ao ancestral e ao desbravador, criando uma música que não tem nome possível. Ou talvez tenha. Talvez se chame simplesmente Selma Uamusse. Hoje em "Discurso Direto" é minha convidada Selma Uamusse.

Portugal Rebelde - É verdade que “Mati” foi um disco tão esperado quanto suado?

Selma Umuse - O "Mati" foi sem dúvida suado. Suado em palco, suado ao longo da procura da perfeita repetição, a repetição que levaria a encontrar um som “meu” reflexo de todos os meus mundos. Foram 4 anos que separaram uma uma maquete com a intenção de editar o disco, o processo de gravação, mistura, masterização e edição mas em que houve a oportunidade de mostrar por vários palcos aquilo que era a música que trazia em mim.

PR - Este álbum é o reflexo dos seus mundos: o gospel, a música de fusão e a alma moçambicana?

Selma Uamusse - O álbum é uma homenagem à minha moçambicanidade em que os instrumentos tradicionais, línguas e ritmos tradicionais tem um papel principal mas tento não me encerrar aqui até porque não é um álbum de música tradicional... na maneira como canto, nos arranjos, na produção trago para o álbum todas as minhas influências do gospel e do jazz da soul, tentando acima de tudo fazê-lo de modo honesto, fresco e harmonioso.

PR - Energética e contemplativa. É desta forma que se apresenta neste disco de estreia?

Selma Uamusse - Senão no disco, certamente ao vivo. É completamente intencional alguma disparidade entre os temas mais calmos e os mais animados que se complementam porque é destas vertentes que sou feita.

PR - “Funkier than a Mosquito´s Tweeter” é um tema que faz parte deste álbum, originalmente gravado por Nina Simone. Há alguma razão especial na escolha desta canção.

Selma Uamusse - Cantei durante muito tempo as canções da Nina Simone no projecto que tinha de tributo à Nina Simone de quem sou grande fã. A escolha desta canção está ligada a sua mensagem de intervenção e activismo social que é muito actual . E fiquei muito contente por juntar aqui o gospel, electrónica, soul, jazz e as timbilas de Moçambique.

PR - Para terminar, está feliz com o resultado final deste “Mati”?

Selma Uamusse - Estou mesmo muito feliz com a produção do Jori Collignon que conseguiu muito bem captar o que eu desejava transmitir com este disco. Feliz com as colaborações seja a nível de composição ou da execução técnica. Acima de tudo feliz por ter o primeiro álbum em nome próprio que é,  no que diz respeito à mensagem e a musicalidade , um retrato muito fiel de quem eu sou.




DR.ESTRANHOAMOR | "Egologia"


Quase 10 anos depois da edição de “Os Crimes do dR.estranhoamor e outras Estórias”, o disco de estreia que arrebatou emoções, conquistou rádios e fãs de norte a sul do país, os dR. estranhoamor estão de regresso.

A banda de Almada, composta por músicos ligados a importantes projectos nacionais, apresenta-nos “Egologia”, o primeiro single de avanço do seu novo álbum que será editado em 2019. De volta com um som mais solarengo, “Egologia” é um hino ao amor romântico, mas também uma homenagem a todos os que persistem em seguir um sonho, apesar das dificuldades.

Contrariando a atual cultura de sobrexposição nas redes sociais, os músicos dos dR.estranhoamor optaram por não aparecer no videoclip realizado por Abel Arez. Em vez disso, convidaram uma banda da nova geração, os Vem Veneno, para serem os protagonistas deste pequeno filme. Também de Almada, os Vem Veneno são um grupo emergente da cena alternativa portuguesa que urge descobrir, a par com esta nova música dos dR.estranhoamor.

Segundo os dR.estranhoamor, "Egologia é sobre nós, mas é também sobre as novas gerações, como os Vem Veneno, que querem fazer música ou cinema ou outro tipo de arte e esbarram com todo o género de dificuldades. Hoje é mais fácil gravar música em casa ou fazer um vídeo e difundi-lo nas redes sociais. No entanto, a atenção das pessoas é menor e está mais dispersa. Mas é por isso que vais desistir de fazer arte? Ou é precisamente por isso que aquilo que fizeres deve ser apaixonado e relevante?


BOSS AC | “A Vida Continua…”


“A Vida Continua…”, o muito aguardado novo álbum de Boss AC, entrou diretamente para o n.º 3 do top de vendas nacional. O disco é apresentado pelo single “Por Favor (Diz-Me)”, que conta com a participação especial do cantor Matay, sendo que o vídeo conta com quase 300 mil visualizações no YouTube/VEVO.

No próximo dia 30 de Novembro, Boss AC vai apresentar os novos temas de “A Vida Continua…” no Cineateatro D. João V, na Amadora. Os bilhetes já se encontram à venda.

“A Vida Continua…” sucede-se ao EP “Patrão”, lançado ainda este ano e do qual saiu o sucesso “Queque Foi”, cujo vídeo conta com mais de 1,6 milhões de visualizações no YouTube. Este é ainda o primeiro álbum de estúdio de Boss AC em seis anos, desde “AC Para os Amigos” (2012).

“A Vida Continua…” marca um regresso às origens de Boss AC, às raízes mais “tradicionais”, ao ritmo do melhor hip hop dos anos 90, sem descurar as inevitáveis referências à música cabo-verdiana. Este é um álbum que reforça o flow único e adaptável do rapper, bem como a sua musicalidade genuína. 

Além disso, neste novo disco Boss AC convocou uma série de convidados de peso: Black Company, DJ Ride, as vozes de Matay, Ella Nor e Supa Squad, e last but not least, os scratches do malogrado DJ Bernas, habitual companheiro de palco, eternizado no tema que leva o seu nome.

É ouvir, e (com)provar. Boss AC está aí, e para continuar!

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DITCH DAYS | Torres Vedras

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