13/11/2019

O TERNO REGRESSA À EUROPA


Os brasileiros O Terno regressam esta semana à Europa para três espectáculos: dia 14, em Barcelona, no Razzmatazz, dia 15 em Lisboa, no Capitólio, e dia 16 em Braga, no Festival Para Gente Sentada. Os espectáculos integram a digressão de apresentação do seu mais recente e incontornável álbum "< atrás/além >". Os bilhetes estão disponíveis nos locais habituais.

ISAURA | "Agosto"


Foi hoje editado “Agosto”, o novo EP de Isaura, integralmente cantado em português. Isaura descreve-o como um trabalho de exploração de múltiplos caminhos, na escrita e na produção das canções e isso traduz-se nas canções que o compõem.

Neste trabalho, o objetivo era não ter medo de experimentar. Sinto que a minha identidade no português estava por explorar e de alguma forma sentia que ia gostar de trabalhar estilos muito diferentes. Foi exatamente o que fiz, tanto sozinha como em colaborações com pessoas de sonoridades tão diferentes. Uma das várias razões para se chamar “Agosto” vem desta ideia de ser um período diferente, sem regras e sem stress, um bocadinho como é o trânsito em Lisboa em Agosto!

“Agosto” inclui os singles “Liga-Desliga” e “Uma Frase Não Faz a Canção”, numa colaboração com Luísa Sobral. O rapper Ivandro participa também numa das canções do EP, “Só Vejo A Tua Boca” e os Salto no tema “Meu Amor”.

O processo de redescoberta de identidade em português irá culminar em palco num concerto novo e inteiramente em português. Isaura apresentar-se-á sozinha para um momento intimista pop eletrónico. 

O GAJO EM CONCERTO

12/11/2019

MIGUEL ANGELO | Casino Lisboa


Miguel Angelo será o protagonista de mais uma etapa do ciclo de concertos “Arena Live, agendada para a próxima Segunda-Feira, 18 de Novembro a partir das 22 horas, no Arena Lounge do Casino Lisboa. Miguel Angelo assegura um concerto inédito, que terá como convidados especiais D’Alva, Filipe Sambado, Surma e Chinaskee. A entrada é livre.

Em noite de concerto “Arena Live, Miguel Angelo apresenta o seu novo álbum “Nova (pop)”, cujo primeiro single se intitula “Nova”. O disco é o resultado de um “exercício criativo” que levou o cantor e compositor a colaborar, precisamente, com Chinaskee, D’alva, Filipe Sambado e Surma.

Fundador dos Delfins, em 1984, Miguel Angelo é um dos artistas mais multifacetados e empreendedores do panorama nacional. Caracterizam-no a estética otimista, uma proximidade popular e um discurso de inovação que sempre foram recebidos com grande empatia pelo público.

MARIA REIS | "Chove na Sala, Água nos Olhos"


O novo álbum de Maria Reis, "Chove na sala , Água nos Olhos" fica disponível a partir do próximo dia 15 de Novembro. "Odeio-te" é o single de avanço para este novo trabalho.

SLIMMY | Agenda

11/11/2019

MIGUEL ARAÚJO | “Talvez se eu Dançasse”


Miguel Araújo edita novo single “Talvez se eu Dançasse” e encerra 2019 com concerto no Porto na maior Passagem de Ano do país.

‘"Talvez se eu Dançasse" saiu-me de um jorro, como coisa feita, palavras e melodia ao mesmo tempo. É raro em mim, geralmente as canções têm um parto sofrido. Mas esta surgiu-me com a força das coisas que já existem, que sempre existiram. É a primeira música que eu edito enquanto artista independente, já sem editora, já sem a obrigação contratual de editar um "disco". A existência desta canção enquanto entidade própria, solta, avulsa, fim em si e não parte de um todo, acendeu em mim um entusiasmo de princípio dos tempos. Não ter que andar a pastorear 12 canções em rebanho para que não se afastem umas das outras, para que todas e cada uma se submetam a um colectivo que marcha para um fim determinado, foi um grilhão que se me soltou da canela. 

A liberdade artística e criativa deste lançamento tem em mim um peso e uma importância históricas. Por coincidência, julgo que é a primeira vez que falo tão aberta e despudoradamente de mim, na primeira pessoa, numa música. Um tímido doentio tem que conviver com a Auto-consciência, com um "eu" que nos vai policiando cado passo, cada gesto. Não se vence esse tirano, mas convive-se com ele, com alguma diplomacia, como com um cão que ladra e rosna mas, se a gente não deixar, não morde. Tem é que se ir andando, há que passar ao largo. E ir cantando como se ninguém ouvisse.’" (Miguel Araújo)


KUMPANIA ALGAZARRA | Festival Iboga


Os Kumpania Algazarra são um dos primeiros nomes anunciados para o festival espanhol Iboga Summer Festival. A banda de Sintra marca presença neste festival pela terceira vez e desta vez com um álbum novo para apresentar. A Tour Let's Go teve início em Abril, no esgotado Musicbox, e já passou por Évora, Porto, Castelo Branco, Castro Marim, Alcains, Azenhas do Mar, em Portugal, e, lá fora, por Londres, Great Yarmouth, Madrid e Granada, entre outras.

ORIGO ENSEMBLE | "O Natal Lux"


Origo Ensemble lança “O Nata Lux”, álbum dedicado totalmente à época natalícia. O repertório medieval e renascentista de natal é vasto e rico em lendas e estórias místicas pertencentes ao folclore europeu onde o profano e o sagrado se encontram.

Todas as cantigas contam com arranjos de uma subtil modernidade para cinco a seis vozes e instrumentos mantendo no entanto, intrínseca a imagem sonora de outros tempos.

O ensemble feminino do Porto tem 8 anos de existência tendo participado nos mais importantes eventos de recriação histórica e palcos históricos portugueses assim como álem-fronteiras, nomeadamente na Alemanha e França.

O lançamento deste segundo trabalho discográfico do ensemble está marcado para 30 de Novembro no auditório da Quinta da Caverneira, Águas Santas, Maia.

10/11/2019

SEA | “Say You Love Me”


Depois do lançamento dos singles e seus respectivos vídeos, “Player 2” (Jun 2018) e “Bye, Bye” (Jan 2019) e “Young Forever” (Mai 2019) tudo canções de “Dreamers”, o primeiro álbum de Sea, é tempo agora da emocionante canção “Say You Love Me” para muitos considerada como a canção com a interpretação mais forte deste seu álbum de estreia.

“Say You Love Me” tem letra de autoria de Sea com música e produção do jovem cantor e autor português Nuno Ribeiro.

O vídeo foi realizado por Bruno Ferreira com produção da Casperfilms e foi filmado em pelicula por terras de Espanha. O Director de fotografia é Duarte Domingos.


09/11/2019

TIME FOR T | Discurso Direto


Os Time For T estão de regresso aos discos. "Galavanting" é o 2º trabalho da banda, um álbum que resultou de um acidente feliz quando começaram a registar demos numa viagem ao Algarve. Time For T são hoje meus convidados em "Discurso Direto".

Portugal Rebelde - É verdade que as canções deste “Galavanting”foram amadurecidas entre Lisboa, Madrid e Algarve?

Time For T - É verdade, foi a única maneira que conseguimos trabalhar o álbum pois vivemos todos em cidades separadas.

PR - Como é que decorreu o processo de gravação deste disco?

Time For T - Foi um processo super orgânico, fomos gravando quando tínhamos tempo e inspiração. Gravamos a maioria da bateria e baixo ao vivo no Algarve, algumas guitarras numa caravana e as vozes numa casa no campo Madrileno. A mistura do álbum foi feito pelo Hugo Valverde em Lisboa.

PR - De que é que nos falam as letras deste novo álbum?

Time For T - Falam sobre o uso excessivo dos telemóveis, das particularidades da vida a impedir os sonhos, da nostalgia de voltar a casa, rompimentos, irmas, bombas de gasolina Francesas e mais algumas coisas!

PR - “Calling Back” é o single de apresentação deste “Galavanting”, um tema com um groove brasileiro, com uma secção da canção cantada em português. Ficaram contentes com o resultado final?

Time For T - Sim, foi uma grande mescla de inspirações e ficamos contentes com o resultado final pois foi realmente um processo muito livre e colectivo.

PR - Numa frase como caracterizariam este “Galavanting”?

Time For T - Um disco bom para ouvir durante uma viagem.


LOOSENSE | Discurso Direto


Tudo começou em 2014 numa garagem algures em Setúbal. Pedro Nobre e Diogo Costa, ambos amigos de liceu na altura, juntaram os seus gostos por ambientes instrumentais vindos da música clássica e do jazz e começaram a compor música juntos. Isto foi apenas o ponto de partida para o que se seguiria. Com a adição de mais músicos ao longo do caminho, o som da banda cresceu imenso tornando-se uma mistura entre os mais variados estilos musicais. Com uma forte secção rítmica caracterizada pelos grooves do Funk, Latin, Hip-Hop, e ideias melódicas e harmónicas vindas do mundo do Jazz, Gospel e Soul, tudo culmina em vários momentos de improvisação que exploram a criatividade de cada músico. A música de Loosense está constantemente a mudar e a evoluir, é uma viagem guiada pela vontade de criar momentos únicos que toma rumos inesperados num piscar de olhos. "Saloon" é o nome do segundo disco de originais da banda editado no passado dia 4 de Outubro. Hoje em "Discurso Direto" são meus convidados os Loosense.

Portugal Rebelde - Este “Saloon” sabe a um novo começo para a banda?

Loosense - Sem dúvida. Sentimos que este disco soa ao que sempre ambicionámos desde o inicio da banda.

PR - Em Junho do ano passado a banda juntou à família 5 novos elementos. O que é trouxe de novo ao grupo a entrada destes novos elementos?

Loosense - Esses 5 elementos vieram trazer o que nos faltava para completar o som que tinhamos em mente. Para além disso cada um deles “ofereceu” à banda a sua própria voz e a sua própria maneira de interpretar a música o que tornou o disco muito mais rico no final.

PR - Os nomes dos temas deste disco celebram alguns dos clubes e sala de espetáculos por onde a banda já passou. Esta foi a melhor forma que encontraram para perpetuar estes espaços na vossa memória?

Loosense - Não necessariamente. Os sítios que escolhemos para dar nome aos temas ficaram na nossa memória muito antes de termos decidido este conceito para o disco. Todos eles são especiais para nós de maneiras diferentes. Apenas queremos celebrar isso mesmo.

PR - Qual é o tema que melhor caracteriza o “espírito” deste “Saloon”?

Loosense - É difícil escolher um porque todos os temas do disco têm a sua própria entidade e diferem bastante musicalmente entre si. Mas talvez a “Taifa” seja a que melhor caracteriza a essência do disco, tendo curiosamente sido a primeira a ser composta e a última a ser arranjada.

PR - Numa frase como caracterizariam este “Saloon”?

Loosense - “Saloon” é a melhor e mais pura representação da paixão dos músicos pela música que admiram e que os inspira diariamente.



CUCA MONGA NO SUPER BOCK EM STOCK


A Cuca Monga vai estar em força no Super Bock em Stock com as suas mais frescas edições: Luís Severo, que apresenta "O Sol Voltou", editado em Maio, num concerto especial com trio de cordas; GANSO e ZARCO apresentam, respectivamente, "Não Tarda" e "Spazutempo", ambos editados neste Outono; Rapaz Ego dará a descobrir as novas canções a editar pela Cuca Monga em breve.

08/11/2019

ESTEVES EDITA DISCO DE ESTREIA


Chegou hoje às plataformas digitais o homónimo disco de estreia de Esteves – vocalista e letrista da banda Lisboeta Trêsporcento.

Depois de passar 2 anos a viver em Sydney, Esteves trouxe consigo um conjunto de memórias e canções que decide agora partilhar. Através de folk hipnotizante ancorado na guitarra acústica, são-nos mostradas canções simples que nos falam de histórias de amor e perda inspiradas na exuberância e beleza desta cidade australiana.

As oito faixas que compõem o disco contam ainda com a participação de David Santos (Flak, Márcia), João Gil (Diabo na Cruz, You Can’t Win, Charlie Brown), João Sousa (Murdering Tripping Blues, Raquel Tavares) e Raquel Merrelho. Foi misturado por Diego Salema Reis e masterizado por Neil Pickles (Reveal Sound).

O disco será apresentando ao vivo no Teatro Ibérico no dia 16 de Novembro às 21.30h. Os bilhetes já se encontram à venda na Ticketline e nos locais habituais.


VALAS | Casino Lisboa


Valas está a preparar um concerto muito especial para o Casino Lisboa, onde irá atuar na próxima segunda-feira, dia 11 de Novembro, às 22.00h.

Este espetáculo, integrado no programa de concertos “Arena Live 2019”, na Arena Lounge do Casino, contará com a participação especial de convidados surpresa, ambos colaboradores de longa data de Valas que o artista decidiu juntar para este evento.

Recentemente, o rapper revelou um novo single inédito, “Kilimanjaro”, cujo vídeo, realizado por Chikolaev, já está disponível no YouTube/VEVO. “Kilimanjaro” conta com música e produção de Nzhinga, e colaboração na guitarra de António Pinto de Sousa.

Ainda este ano, Valas venceu o prémio Play Vodafone Melhor Canção com “Estradas No Céu”, com a participação de Raquel Tavares.

O concerto no Casino Lisboa tem entrada livre e será a oportunidade ideal para ouvir ao vivo estes e outros êxitos do rapper.

RUI MASSENA | Três Álbuns Reunidos Em Caixa Especial


Chega hoje às lojas uma caixa especial que reúne os três álbuns de estúdio do pianista, maestro e compositor Rui Massena: “Solo” (2015), “Ensemble” (2016) e “III” (2018).

Rui Massena está ainda de regresso aos grandes palcos com um novo espetáculo, “Piano SOLO”, que vai passar a 28 de Dezembro pela Casa da Música, no Porto, e a 2 de Abril pelo Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

Preciso de voltar a ouvir as minhas canções ao Piano. Já lá vão 3 álbuns e cinco anos desde que comecei este novo caminho. Em Novembro de 2014 fiz os meus primeiros concertos a solo na Casa da Música e no CCB, ainda sem disco gravado. Quero agora ouvir como o silêncio mudou, como se alterou a visão da minha própria música, como a minha alma mudou. Quanto tempo tem agora cada música, cada gesto, cada reação, cada aplauso. Senti-lo. Percebê-lo e deixar-me ir.” Rui Massena

07/11/2019

NIKI MOSS | “Standing In The Dark”


Niki Moss regressa aos lançamentos com um novo conceito e apresenta-nos uma coleção de reinterpretações de “Standing In The Dark” (canção que integra o seu primeiro álbum Gooey).

“Standing In The Dark III” é o primeiro avanço deste EP peculiar que visa desconstruir o tema original em 5 capítulos, que espelham algumas das suas características. “Standing In The Dark III” foca-se no gosto pelo LO-FI e pela gravação analógica, pelos “truques de estúdio”, pela modelação do áudio e pelo vicio em retorcer instrumentos para criar texturas diferentes. O vídeo, realizado por Niki Moss e Diogo Vale, foi gravado em cassette, com baixa resolução, em plano de sequência. É totalmente DIY e segundo Niki, “Foi muito divertido de fazer”. Inteiramente filmado no estúdio de Niki Moss, onde é retratado o ambiente onde surgem as suas canções. Escuro e introspetivo contando apenas com a companhia do seu leopardo de loiça.

Neste EP poderemos escutar 5 reworks do tema, concebidos pela mão do nosso Niki, que embarcou numa viagem para descobrir quão épico, psicadélico, eletrónico e sombrio este single se poderia tornar. É uma abordagem radical e ousada, um verdadeiro trabalho de amor, onde duas das cinco versões serão acompanhadas de teledisco para ilustrar a sua realidade.

Após o bem-sucedido lançamento de Gooey em maio, Niki continua a colher frutos deste álbum com constante rotação nas rádios, menções em publicações como Clash Magazine, Billboard, Indie Shuffle ou Mondo Sonoro e inúmeros concertos em Portugal e Espanha. Em vésperas do seu concerto no Super Bock em Stock, que irá acontecer no dia 22 de Novembro na Sala 2 do Cinema São Jorge, este outono mostra-se a estação perfeita para mais um lançamento e para solidificar o álbum.

ARY | "Bring Me Home”


"Bring Me Home” é o novo single/ vídeo dos ARY, banda natural de Viseu. Pop, hip-hop, house e sub-géneros como dark pop são alguns dos ingredientes dominantes que podem ser identificados em "Bring Me Home". O tema representa um ponto de viragem a nível sónico e da própria imagem da banda, fruto das experiências vividas ao longo das duas digressões europeias que realizaram logo a seguir à edição do seu álbum de estreia, "Drowning Inside". ARY sabe o que é estar muito tempo longe de “casa”. 

Enquanto que para uns, “casa” são as quatro paredes que constituem o seu lar, para outros, o mesmo sentimento pode ser alcançado enquanto na companhia de quem amamos. O certo é que, nos momentos mais difíceis, quando tudo parece impossível, o que nós mais queremos é que alguém nos traga de volta para casa.

06/11/2019

XUTOS & PONTAPÉS | "40 Anos A Dar No Duro”


No ano em que assinalam o seu 40.º aniversário, os Xutos & Pontapés preparam-se para lançar uma nova compilação que celebra 40 anos da história de um dos grupos mais emblemáticos da música portuguesa.

Como o próprio título indica, têm sido “40 Anos A Dar No Duro”. A compilação, composta por dois CDs, reúne as 40 músicas mais marcantes da carreira dos Xutos & Pontapés, alinhadas por ordem cronológica.

“40 Anos A Dar No Duro” chega às lojas no próximo dia 15 de Novembro e abre com o single “Sémen”, do álbum “78/82”, e atravessa todo o percurso dos Xutos & Pontapés, concluindo com o tema “Mar de Outono”, retirado do álbum “Duro”, lançado já este ano. Um pedaço importante da História da Música Portuguesa.

“40 Anos A Dar No Duro” é a compilação ideal para conhecer a história dos Xutos & Pontapés.
Simultaneamente, o grupo anda atualmente a apresentar a digressão acústica “XL Tour – 40 Anos”, que esta sexta-feira e sábado passa pelo Grande Auditório da Culturgest, em Lisboa. Uma oportunidade única para ouvir muitas das canções que fazem parte do nosso património musical com novas roupagens.

COMPANHIA DO CANTO POPULAR | "Rebento"


Como uma força da natureza, "Rebento" é o trabalho coletivo da Companhia do Canto Popular, novo projeto transversal da música de raiz portuguesa, que reúne músicos com reconhecido percurso na música nacional: André Sousa Machado (diversos projectos de Jazz), Artur Fernandes (Danças Ocultas), José Barros (Navegante, 4aoSul), José Manuel David (Gaiteiros de Lisboa, 4aoSul), Manuel Rocha (Brigada Victor Jara), Manuel Tentúgal (Vai de Roda), Rui Costa (Silence4), Rui Vaz (Gaiteiros de Lisboa, 4aoSul), Sara Louraço Vidal (Luar na Lubre, A Presença das Formigas, Diabo a Sete), com a produção sonoplasta de Tó Pinheiro da Silva (Banda do Casaco).

Com edição da Sons Vadios, o disco está disponível a partir do próximo dia 15 de Novembro!

SARAU YESS | Galeria ZDB

05/11/2019

PEDRO ABRUNHOSA | "Espiritual"


Pedro Abrunhosa está de regresso aos palcos dos Coliseus esta semana com os Comité Caviar. Lisboa acolhe os primeiros concertos nos dias 7 e 8 de Novembro, seguindo-se o Porto, onde actua nos dias 15 e 16 de Novembro. Serão quatro noites inéditas para celebrar “Espiritual” a par com toda a sua discografia, guardando ainda espaço para temas que nunca foram tocados ao vivo, num espectáculo “poético, despojado, sustentado na fragilidade das Canções sem lhes perder nem a força nem o mistério”. A primeira parte destes espectáculos está a cargo de Paulo Praça, apresentado abaixo nas palavras de Pedro Abrunhosa. Os últimos bilhetes estão disponíveis nos locais habituais.

HENRIQUE FRAGA | Casa da Música


Henrique Fraga é um guitarrista formado no universo cultural académico de Coimbra. Solista de forte impulso criativo, o seu trabalho nasce no eco transgeracional da Guitarra de Coimbra e afirma a sua identidade num encontro único entre tradição e evolução.

No dia 19 de Novembro, pelas 19.30h, apresenta-se na Casa da Música do Porto, no âmbito do ciclo “Novos talentos da Guitarra Portuguesa”, como intérprete da obra de Carlos Paredes - a mais icónica alguma vez composta para a Guitarra de Coimbra - e também como autor, incluindo neste concerto alguns dos seus temas originais. Será acompanhado à guitarra clássica por Tiago Santos, um guitarrista virtuoso que integra o projeto A Nossa Guitarra, dedicado ao estudo e divulgação da Guitarra de Coimbra.

HÉBER MARQUES | "Amor Perfeito"


“Amor Perfeito” é o primeiro single do novo EP, “Amanhã”, de Héber Marques, que será lançado a 29 de Novembro pela editora Warner Music Portugal com quem assinou recentemente para a edição dos seus trabalhos a solo.

Nas suas próprias palavras, “Esta canção sempre esteve no meu imaginário. Nela consigo encontrar um pouco de todas as minhas raízes. A mensagem de amor, o ritmo "swingado" que evoca África, e a poesia que é tão portuguesa”, revela Héber Marques.

“Amor Perfeito” surge como primeiro single deste projeto a solo e não é por acaso. “Escolhi esta canção juntamente com a minha equipa para primeiro single por duas razões: acreditamos muito no potencial dela. E porque mostra uma faceta minha muito diferente, enquanto compositor e intérprete, o que me distância daquilo que faço com os HMB.

Mais conhecido por ser vocalista de umas das melhores bandas portuguesas da atualidade, os HMB, Héber Marques é também um incansável compositor.

“Os HMB surgiram porque as canções que tinha na gaveta não se encaixavam nos meus discos gospel. Este projecto acontece, primeiramente, por essa mesma razão. Depois, no centro destas canções está a guitarra acústica, o meu instrumento principal de composição e que não uso de todo nos HMB”, explica.

SLIMMY EM CONCERTO

04/11/2019

PEDRO DE FREITAS BRANCO | Discurso Direto


Sob a chancela da Marcador chegou recentemente às livrarias "Sobreviventes - O rock em Portugal Na Era do Vinil", uma obra da autoria de Pedro de Freitas Branco. O livro narra a história da cultura pop/rock em Portugal desde o pioneirismo de 1960 (Zeca do Rock, Daniel Bacelar, etc.), e consequente progresso ao longo das duas décadas seguintes (Sheiks, Quarteto 1111, Sérgio Godinho, Banda do Casaco, etc.), até à explosão de 80 e maturidade artística de início dos anos 1990 (Rui Veloso, UHF, GNR, António Variações, Xutos & Pontapés, etc.).Traça também necessários cruzamentos histórico-culturais, habitualmente esquecidos, entre a cultura pop/rock e importantes caminhos artísticos como o da Renovação da Canção Portuguesa (José Afonso, José Mário Branco, etc.), da música africana, ou da chamada «canção ligeira». Nesta obra, nem as aventuras de João Ricardo com os Secos e Molhados, no outro lado do Atlântico, são subestimadas. Hoje em "Discurso Direto" é meu convidado Pedro de Freitas Branco.

Portugal Rebelde - Que viagem é esta que nos propõe neste “Sobreviventes – O Rock em Portugal na Era do Vinil”?

Pedro de Freitas Branco - Uma viagem analógica pela música pop/rock portuguesa, mas não só. Viagem dentro de uma cápsula do tempo cujo espelho retrovisor nunca deixa de estar enquadrado com as diferentes conjunturas sociais e políticas, com a música que foi sendo criada fora do país, e com as minhas experiências musicais e afetivas. Viagem sinuosa que exige algumas noções de sobrevivência. Simplificando, uma viagem rock’n’roll dos anos 50 até ao final dos 80 quando o CD ditou nova dinastia fonográfica.

PR - O título deste livro inspira-se no primeiro álbum de Sérgio Godinho, “Sobreviventes”, editado em 1972. Este é um cantautor que lhe é particularmente caro?

Pedro de Feitas Branco - Sim, sempre fui grande fã do Sérgio Godinho. Também do José Mário Branco e do José Afonso. E os três têm lugar nesta narrativa. Por exemplo, Sérgio Godinho revela que sempre foi profundamente influenciado por artistas/bandas rock, tal como o comprova, aliás, a canção Maré Alta nesse LP de estreia. Puro rock’n’roll!

PR - Esta obra é de alguma forma uma homenagem aos músicos que teimaram e teimam fazer Rock neste “Portugal dos Pequeninos”?

Pedro de Freitas Branco - Exatamente! No início do livro há uma citação de Alex Ross que define bem o conceito: “Impostores, charlatães e mediocridades prosperam em todas as épocas; os artistas de talento conseguem sobreviver ou, pelo menos, fracassar memoravelmente”. Ora, para que os nossos artistas, pelo menos, fracassem memoravelmente, é importante fazermos alguma coisa para que não sejam esquecidos. Este livro acaba por ser um exercício de memória coletiva.

PR - António Manuel Ribeiro escreveu no prefácio deste livro que este trabalho “é uma paixão analógica, um hino ao vinil”. Este foi o período mais prolífero e criativo da música portuguesa?

Pedro de Feitas Branco - O mais criativo, sim. Prolífero não diria por que os meios à disposição, começando pela então precária indústria fonográfica nacional, eram muito menores. Mas criativo, sim. Não que os músicos tivessem mais talento que os de hoje, mas trata-se de um período, ou de vários períodos interligados, em que a música popular era central na vida das pessoas, refletindo as ruas, as lutas políticas e geracionais.

PR - Na década de 90 fundou a banda Pedro e os Apóstolos, editando 4 CD. Esta foi uma fase muito gratificante para si?

Pedro de Freitas Branco - Sem dúvida. Foi o cumprir do sonho alimentado desde criança. Infância e adolescência “perdidas” a escalpelizar discos, a querer fazer canções como as dos meus heróis, a conviver com músicos como o meu pai que teve nos anos 60 o conjunto Os Claves – vencedor do lendário campeonato Ié-Ié. No início dos anos 90 fui um privilegiado. Apareceram-me os Apóstolos caídos do céu, e fui “apadrinhado” pelo grande músico Alexandre Manaia (Rui Veloso/GNR/Abrunhosa) que me indicou os caminhos certos.

PR - Para terminar, tem algum vinil na sua coleção que guarda religiosamente?

Pedro de Freitas Banco - Muitos! Assim de cor, posso destacar o Promotional Album, dos Rolling Stones, de 1969 - LP promocional para a rádio que teve tiragem de apenas 200 exemplares. Falando de música portuguesa, destaco o single dos Pesquisa, de 1977, que me foi oferecido pelo João Grande (TAXI) no lançamento portuense de Sobreviventes. Para quem não sabe, para quem ainda não leu o livro, os Pesquisa eram os TAXI – aumentados pelo teclista Luís Ruvina –, na época em que ainda cantavam em inglês e eram influenciados pelo rock progressivo...

SURMA | "Wanna Be Basquiat"


"Wanna Be Basquiat" é o novo single de Surma que antecipa a edição de um novo EP, a ser lançado a 28 de novembro. O vídeo que acompanha este single é revelado nos próximos dias e tem a autoria de João Pombeiro.

A apresentação do novo single coincide com a atuação da artista no BIME Festival em Bilbao, Espanha. Já a edição do novo EP, a 28 de Novembro, coincide com a presença de Surma numa digressão na China, para o lançamento digital e de vinil da sua discografia, no âmbito da presença em festivais de música chineses que serão anunciados em breve.

O novo EP de Surma recupera temas antigos da artista que são agora regravados com uma nova roupagem e apresentados a público.

Sobre o single e a relação com Basquiat a artista diz:

"Basquiat, fui influenciada pela maneira de pensamento, estética, o modo de pôr as "cartas todas em cima da mesa" no que toca ao que pensas e não ter medo de pôr em prática!

Basquiat ajudou-me a explorar todas essas questões e não ter medo de pôr a minha "voz" dentro de um universo meu e de descobrir o meu verdadeiro eu!

Esta música foi a abertura para essa mesma sonoridade que andava à procura para o "Antwerpen", deu-me essa garra de querer experimentar, descobrir e misturar variados géneros e composições!

Basquiat foi essa influência para mim, e sempre será! Foi das primeiras musicas que fiz enquanto Surma e para mim...wanna be Basquiat ou até mesmo querendo ser um wannabe de Basquiat tem toda a lógica para mim!"


MACADAME | "Noite Escura"


Os Macadame vão lançar em Dezembro um novo álbum, "Auto da Paixão de Mariana". "Noite Escura" é o single de avanço e estará disponível nas plataformas digitais a partir do próximo dia 8 de Novembro.


CARLOS ESPERANÇA | Almada

03/11/2019

VÍDEOCLIP | "Maio" - Luís Severo


"Maio" é o primeiro teledisco d'O Sol Voltou, disco de Luís Severo, editado no mês que dá título à canção.

JANEIRO ANUNCIA NOVAS DATAS PARA A JANEIRO SESSIONS LIVE TOUR


Em 2017, surgiram as Janeiro Sessions. O conceito era simples: receber em casa vários amigos e, de forma descontraída, partilhar histórias e música. Miguel Araújo, Tiago Nacarato, Ana Bacalhau e Salvador Sobral foram os convidados, e tudo foi registado e pode ser visto no Youtube.

São essas sessões que vão agora percorrer o país nas Janeiro Sessions Tour, uma digressão que pretende transformar os teatros numa sala de estar onde músicos e público se reúnem para desfrutar de noites recheadas de conversa e muita música. Serão 20 datas e 10 convidados, sendo que cada um participará em duas sessões. Já confirmados estão Tatanka, Tiago Nacarato, Miguel Araújo e Salvador Sobral.

As primeiras datas já estão confirmadas:

16 de Janeiro - Convento São Francisco (Coimbra), com Salvador Sobral

25 de Janeiro - Theatro Circo (Braga), com Miguel Araújo (Nova Data)

6 de Fevereiro - Teatro Municipal de Bragança, com Tiago Nacarato (Nova Data)

26 de Março - Casa da Música (Porto), com Miguel Araújo

09 de Abril - Tivoli (Lisboa), com Tiago Nacarato.

02/11/2019

CAMANÉ & MÁRIO LAGINHA | "Aqui Está-se Sossegado"


No início, era a voz e o piano. No início do Fado, isto é; quando a canção de Lisboa era convidada para os salões palaciais da aristocracia, era ao piano que se cantava, não à guitarra. Daí nunca veio mal ao mundo.

No início, mais tarde, era também uma voz – e não um, mas dois pianos. A voz de Camané, a maior referência masculina da nova geração do Fado revelada na viragem do século XX para o século XXI, voz de um raro calor e versatilidade. Os pianos de Bernardo Sassetti e Mário Laginha, homens formados no jazz mas habituados a extravasarem o seu talento de músicos e de compositores para outras áreas. Juntos com Carlos Bica fizeram um espectáculo chamado Vadios, e deixaram água na boca para futuras colaborações.

Os anos foram passando, Camané e Mário foram-se reencontrando regularmente – nomeadamente no inédito Ai Margarida, composto por Mário sobre um poema de Álvaro de Campos, gravado por Camané em 2013.

E o fadista lançou ao pianista o desafio: continuar a explorar o Fado à voz e ao piano. Escolheu-se reportório. Fizeram-se concertos. E, rodada a ideia, rodado o reportório, gravou-se, finalmente, um disco.

Só podia ter acontecido assim: depois de Camané e Mário terem descoberto os cantos a uma casa (in)comum e nela se sentirem confortáveis. Depois da voz e do piano se entrosarem de tal modo que parece nunca terem feito outra coisa na vida.

Camané canta, com a voz que lhe conhecemos, com a entrega e a elegância que lhe reconhecemos. Mas também com a experiência de vida que foi acumulando desde que gravou os seus primeiros álbuns, revisitando temas que gravou ao longo da sua carreira com uma nova maturidade, capaz de abrir novas leituras e novos caminhos. Arriscando-se a gravar clássicos, de Amália ou Marceneiro ou Carlos Ramos, que parecia já serem definitivos – e que agora o voltam a ser.

Mário toca, com o talento que lhe conhecemos, com a versatilidade e o virtuosismo que lhe reconhecemos. Mas também com largos anos de experiência a partilhar o seu piano com outras vozes e outros instrumentistas, com a humildade e o talento dos grandes músicos. Intuindo de modo quase mágico quando avançar e quando recuar, o local certo para colocar as notas, o tempo certo para envolver a voz.

Juntos, Camané e Mário propõem um momento íntimo num confortável salão da casa que mobilaram. Um piano que serve uma voz que serve um piano, e que juntos servem as palavras de alguns dos maiores poetas portugueses, clássicos e contemporâneos, e as melodias ora do Fado tradicional ora da pena de compositores inspirados.

11 temas retirados ao cancioneiro do Fado ou à carreira de Camané, 5 inéditos nunca antes gravados. Um disco que nos convida a sentarmo-nos sem pressas e a desfrutar do talento de dois dos mais extraordinários nomes da música portuguesa. Juntos.

É assim que a grande música deve ser ouvida. Aqui, de facto, está-se sossegado.

A 15 de Novembro, o fadista Camané e o pianista Mário Laginha editam o seu primeiro álbum em duo: Aqui Está-se Sossegado. 11 temas retirados ao cancioneiro do Fado ou à carreira de Camané e 5 temas inéditos, nascidos de uma longa cumplicidade de anos entre dois músicos de eleição, descoberta primeiro em palco e só depois em estúdio.

Juntos, Camané e Mário Laginha propõem um momento íntimo num confortável salão da casa que mobilaram. Um piano que serve uma voz que serve um piano, e que juntos servem as palavras de alguns dos maiores poetas portugueses, clássicos e contemporâneos, e as melodias ora do Fado tradicional ora da pena de compositores inspirados.

EXPENSIVE SOUL | “Só P’ra Te Ver”


No caminho para o concerto da Altice Arena, os Expensive Soul brindam os fãs com um novo single. “Só P’ra Te Ver” é o tema escolhido para antecipar as grandes celebrações dos 20 anos de carreira da banda, agendadas para o dia 23 de Novembro na Altice Arena. O single já está disponível em todas as plataformas digitais.

Este tema faz parte do novo disco “A Arte das Musas” mas chega agora com uma nova versão que conta com a participação do músico Vitor Kley, uma das grandes sensações do momento da música brasileira.

TIAGO BETTENCOURT EM CONCERTO

31/10/2019

ANA VENTURA | Discurso Direto

























No dia em que chega às livrarias a autobiografia dos Xutos & Pontapés, "À minha Maneira - Vol.1 1979/1999", é minha convidada em "Discurso Direto" Ana Ventura, a jornalista que escreveu esta obra.


Portugal Rebelde - "À Minha Maneira, 1979 -1999", a autobiografia dos Xutos & Pontapés resulta de um desafio laçado pelo guitarrista Zé Pedro há 11 anos. A que se fica a dever esta “longa espera”?

Ana Ventura - O desafio não foi tomado de ânimo leve e a maior tarefa passou por compreender como é que se podia contar, de forma ímpar, uma história que é tão familiar a todos. Entre pesquisa, vida, entrevistas, discos, altos e baixos, a espera pode ter sido longa mas, seguramente, valeu a pena.

PR - “Tocar musicas a abrir” foi sempre o sonho dos Xutos & Pontapés?

Ana Ventura - O grande sonho dos Xutos era fazer música: fosse ela qual fosse. Passar para canções as emoções que os guiavam, que os impeliam a narrar a sua história mas também tudo aquilo que observavam. As canções dos Xutos são, sempre, a abrir, porque estão plenas dessa emoção.

PR - Na contracapa deste livro podemos ler uma citação de Zé Pedro: "Não nos sentíamos símbolo nenhum, nem marginais nem rebeldes. Isso não se sente - ou se é ou não é". É esta autenticidade que fizeram dos Xutos & Pontapés a maior banda portuguesa de todos os tempos?

Ana Ventura - O Zé Pedro costumava citar o Keith Richards dizendo que se se soubesse qual é o segredo para a longevidade de uma banda, duravam todas tanto quanto os Rolling Stones. Estar numa banda é muito semelhante a fazer parte de uma família – e são esses laços familiares que explicam uma boa parte da história dos Xutos. Muito mais do que músicos, eles são verdadeiros irmãos.

PR - Ao longo das conversas que manteve com a banda, há alguma “história” que lhe ficou na memória e queira partilhar ?

Ana Ventura - O mais curioso em todo o processo de concretização de À Minha Maneira foi descobrir como uma só lembrança pode ter tantas observações diferentes. Essa é a grande aventura destes livros.

PR - Esta autobiografia está divida em dois volumes. Que histórias serão desvendadas no próximo volume?

Ana Ventura - Se respondesse, perdia toda a piada, certo? Uma coisa posso garantir – vai continuar a valer a pena.

IVY EM CONCERTO


Depois da estreia a solo, no início deste ano, como IVY e de concertos em vários espaços e festivais, Rita Sampaio regressa aos palcos em Novembro – acompanhada por Francisco Carvalho (sintetizador e guitarra) e Vítor Silva (sintetizador) – com os temas de "Over and Out".

As próximas datas incluem apresentações nas lojas FNAC de Guimarães e de Braga, no dia 2 de novembro, e no Teatro de Vila Real, no dia 6. A 21 de Novembro, no Hard Club Porto, a artista atua na primeira parte do concerto dos belgas SX. No final do mês, IVY sobe também ao palco do Suberbock Underfest que acontece nos dias 22 e 23 de Novembro em Vigo, Espanha.

Lançado este ano pela editora bracarense Cosmic Burger, "Over and Out" assume-se como uma obra autobiográfica e extremamente íntima da artista. A música de IVY é descrita como sombria, introspetiva, e catártica. 

Fechada num mundo ao qual a própria já não consegue aceder, como representação de um ciclo que se fechou, uma metamorfose. O disco, produzido e gravado por Rita Sampaio, João Figueiredo e CASOTA Collective, está disponível nas plataformas digitais e nos concertos.

AMAURA | "Em Contraste"


Depois da edição de "Em Contraste" no passado mês de Setembro, chega agora a hora de Amaura se apresentar ao vivo em Lisboa e Porto.

02 de Novembro - Lisboa | Casa Independente (22.30h)

21 de Novembro - Porto | Maus Hábitos (22.30h)

22 de Novembro - Lisboa | Capitólio, Super Bock em Stock

As influências são várias, mas o cunho pessoal na escrita e melodia é a característica que distingue Amaura, tornando-a uma das vozes mais promissoras da música Soul e R&B feita em Portugal. Com um extenso currículo de colaborações, entre elas com Sam the Kid e Fred Ferreira, Amaura segue agora a solo.


30/10/2019

LAVOISIER | “Viagem a um Reino Maravilhoso”


“Viagem a um Reino Maravilhoso” é o novo disco e espetáculo de Patrícia Relvas e Roberto Afonso. A partir de poemas de Miguel Torga, “Viagem a um Reino Maravilhoso” é um álbum conceptual feito para duas vozes, uma guitarra e várias frequências que, segundo o grupo, “traduz o som encontrado na poesia do escritor”.

Composto por oito temas, onde sete são poemas musicados, o disco foi gravado e misturado por José Fortes, considerado como um dos técnicos de som mais importantes da música portuguesa e responsável por trabalhos de artistas como Carlos Paredes, José Mário Branco, Fausto, Sérgio Godinho, Banda do Casaco ou Mão Morta.

Construído a partir de residências artísticas em Trás-os-Montes, o disco foi gravado em diferentes locais, como o Espaço Miguel Torga, um centro de interpretação da vida e obra de Torga situado na sua terra-natal, São Martinho de Anta, e ainda no Conservatório Regional de Música de Vila Real, tendo a participação de alunos desta estrutura de ensino em dois temas. O álbum conta também com retratos sonoros do artista e sonoplasta português João Bento, que captou sons em diferentes localidades e espaços de importância para Miguel Torga.

Com data de saída agendada para 4 de Novembro, o álbum tem o apoio da Fundação GDA e a chancela editorial da Armoniz, editora de Miguel Augusto Silva que até ao momento se dedicou apenas à reedição de discos históricos da música portuguesa, como o álbum homónimo dos Quarteto 1111 ou de “Blackground” dos Duo Ouro Negro. O disco terá edição exclusiva em formato vinil e limitada a 300 exemplares.

“Coroai-me de espinhos...” é o primeiro tema a ser conhecido de “Viagem a um Reino Maravilhoso” e pode ser escutado a partir de hoje em rádios e sítios oficiais do grupo.

Com este disco e espetáculo, os Lavoisier pretendem “partilhar a arte do poeta e escritor Miguel Torga, beber dos pensamentos que lhe passaram pela pele, com a missiva de dar continuidade, e ter o dever de não deixar morrer, de cuidar e avisar, de avivar e de o celebrar”.

A estreia em palco de “Viagem a um Reino Maravilhoso” está agendada para 2 de Novembro no Teatro de Vila Real, num espetáculo que contará com os alunos do Conservatório Regional de Música de Vila Real e do artista João Bento. Os bilhetes estão já à venda.

Miguel Torga é o pseudónimo de Adolfo Correia Rocha, escritor e poeta nascido a 12 de Agosto de 1907 em São Martinho de Anta, vila do concelho de Sabrosa, Vila Real. Indicado por diversas vezes para Prémio Nobel da Literatura, é considerado como um dos mais influentes poetas e escritores portugueses dos século XX e foi o primeiro escritor a receber o Prémio Camões, o mais importante título literário e cultural da língua portuguesa. Faleceu em Coimbra a 17 de Janeiro de 1995, onde exercia medicina.

Patrícia Relvas e Roberto Afonso formaram os Lavoisier em 2012 com o objetivo de explorar as raízes tradicionais da música portuguesa através de uma guitarra elétrica e duas vozes. Desde então editaram já dois álbuns – “É Teu” (2017) e “Projeto 675” (2014) - e atuaram nos mais diversos festivais e salas de espetáculos dentro e fora de Portugal, conquistando a atenção da imprensa e público pelas intensas prestações em palco.


JORGE PALMA | Agenda

29/10/2019

CAPICUA | "Madrepérola"


Capicua está finalmente de volta! E que regresso! “Madrepérola” é o novo single da rapper e é o seu primeiro lançamento pela Universal Music Portugal.

“Madrepérola” é uma canção sobre mulheres fortes e inspiradoras, ou não fosse Capicua uma rapper militante, conhecida pela sua escrita exímia, emotiva e politicamente engajada.

O tema conta com a participação de Karol Conka, “diva maior do rap brasileiro”, beat de DJ Ride e produção de D-One. A canção já está disponível em todas as plataformas digitais e o vídeo, de Clara Não e André Tentúgal, também pode ser visto no YouTube.

Capicua diz sobre o single “Madrepérola”: “Karol Conka é a diva maior do Rap brasileiro e esta foi a oportunidade perfeita para partilharmos um tema. É uma música em que falo de muitas mulheres fortes e icónicas que me inspiram pelo exemplo. Tem um beat de DJ Ride, com teclados do Luís Montenegro e do Sérgio Alves, todos cúmplices fiéis. É uma música cheia de poder, atitude e estrogénio, e é o primeiro single do álbum porque representa bem o seu espírito solar, positivo e dançável. Tem um videoclipe-colagem, de Clara Não e André Tentúgal, que remete para o universo das fanzines Riot Grrrl, para as capas de cadernos das adolescentes, cheio de iconografia feminista, muito divertido e irónico, que consolida a velha relação entre a minha música e a ilustração e que vale muito a pena ver.

Este novo single apresenta o próximo álbum de Capicua, o muito aguardado sucessor de “Sereia Louca”, que também se intitula de “Madrepérola” e que será lançado no próximo ano.

Sobre o nome do disco, a rapper diz: “O disco chama-se ‘Madrepérola’ numa clara alusão à maternidade, já que foi gravado durante e depois de uma gravidez e foi ele próprio um processo de longa gestação. Como um parto, é um disco de superação e renascimento. "Ostra feliz não faz pérola" é a frase (de Rubem Alves, autor e pensador brasileiro) que serve de abertura ao disco e ao seu primeiro single homónimo, precisamente porque as ostras só fazem pérola quando têm um grão de areia a incomodá-las. Vão cobrindo o grão de areia com uma baba e acabam por fazer uma pérola, numa metáfora perfeita para isto da gestão dos incómodos da vida e sua sublimação em arte e amor. A música e a maternidade têm tanto de beleza e abnegação, como de desconforto e superação. Não é por acaso que a ideia de ‘criação’ serve para a arte e para os filhos e este disco fala de tudo isso.

Este novo álbum, autoral e cheio de novidades, vai marcar uma nova fase da vida de Capicua e dar início a uma nova digressão, com espectáculo antestreia a 17 de Dezembro, em Lisboa, no Teatro da Trindade, no âmbito do ciclo Mundos.

SEREIAS | "País a Arder"


Hino de uma campanha que urge trazer para as ruas, "O País a Arder" das Sereias é um tratado musical, político, social e filosófico, num tempo em que tudo isso corresponde a uma afronta ao status quo e ao grande mestre. 

Escrito com uma violência enganadora, nas entrelinhas da provocação e na epiderme de uma couraça onde se pode bater à vontade, o álbum de estreia deste coletivo de jazz-punk pós-aquático sediado no Porto vê a luz do dia no próximo dia 5 de Novembro, e já tem data de apresentação marcada no Understage do Rivoli (Porto), no dia 29 de Novembro e no Sabotage (Lisboa), a 5 de Dezembro.

MESES SÓBRIO | Super Bock Super Rock

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