05/12/2016

VÍDEOCLIP | "Um Dia Assim" - Jorge Benvinda


Componho para vozes que admiro, e são elas que dão vida às minhas canções.”  - Pedro Galhoz

Jorge Benvinda, dos Virgem Suta, é a voz que dá vida à canção de Pedro e os Lobos que agora ganha um videoclip gravado no Alentejo. 

“Um Dia Assim” é um dos temas do recém-editado "Este Chão Que Pisamos", EP que complementa o anterior "Um Mundo Quase Perfeito", de 2014, na apresentação desta caminhada musical do músico e compositor Pedro Galhoz, marcada pela vontade de fazer música entre amigos e mostrá-la ao mundo.

VERA MARMELO | 10 Anos a Olhar a Música Portuguesa


Neste mês de Dezembro de 2016, Vera Marmelo celebra 10 anos online, 10 anos a acumular as imagens dos concertos a que assiste, os festivais que acompanha religiosamente, as salas onde acha que faz sentido a sua presença, os retratos que vai fazendo a músicos e a outras pessoas com que se relaciona e cruza, as salas de ensaio, os estúdios e os soundchecks.

De uma forma muito natural foi-se aproximando de músicos. Eram os amigos que mais à mão estavam no Barreiro. De uma forma ainda mais natural o grupo de amigos e conhecidos a fazer música e a cruzarem-se consigo foram crescendo de uma forma exponencial.

Passados estes 10 anos, continua a alimentar o blog http://v-miopia.blogspot.pt/ religiosamente. A cada concerto que vai, a cada retrato que tira para celebrar um novo disco, lá está, mais um post, mais umas dezenas de fotografias para o celebrar.

No entanto, Vera Marmelo começou a sentir que para quem é novo no blog, ou não tem a possibilidade de o visitar com alguma regularidade, perderá o fio à meada. E assim decidiu celebrar estes 10 anos com um novo site, desenhado pelos DESISTO - veramarmelo.pt.

E o exercício passou por desenhar 3 diagramas para cada um dos 3 intervalos de tempo, percorrendo os posts do tal blog.

2006 a 2009

2010 a 2013

2014 a 2016

Dia 12 de Dezembro arranca o site e fotos das pessoas do tal diagrama de “2006 a 2009” em destaque.

Nesse mesmo dia 12 de Dezembro, é lançado um poster 100x70cm, a cores, com essas mesmas fotos numa face e duas fotos 50x70cm, daqueles que foram aos seus olhos os mais importantes na outra face. 2 fotos enormes para pendurar na parede, ou um poster resumo, de uma curadoria muito pessoal da música que fotografou entre 2006 e 2009.

Em Março de 2017 inaugura-se “2010 a 2013” e a Junho de 2017 “2014 a 2016”!

AUREA | Agenda


Agenda:

10 de Dezembro - Fnac Braga, 17.00h

10 de Dezembro - Fnac NorteShopping, 21.30h

www.facebook.com/aureaoficial

NORBERTO LOBO | Teatro de Vila Real

DONA CARIOCA | Braga

04/12/2016

VÍDEOCLIP | "Continuarei" - Osso Vaidoso


Ana Deus e Alexandre Soares, que cruzaram as suas experiências musicais nos Três Tristes Tigres, voltam a encontrar-se em disco e em palco no projecto Osso Vaidoso que editou em Novembro o segundo disco de originais "Miopia". "Continuarei" é o mais recente vídeoclip, que a dupla acaba de lançar.

PORTUGAL EM DESTAQUE NO EUROSONIC 2017


A 31.ª edição do Eurosonic Noorderslag, um dos maiores festivais profissionais de música do mundo, prepara-se para destacar Portugal e a indústria musical nacional numa ação que foi, durante meses, organizada em cooperação com a plataforma WHY Portugal.

Nuno Saraiva, representante da plataforma de internacionalização WHY Portugal garante que “ser o país em foco no Eurosonic Noorderslag 2017 é a melhor oportunidade de conetar a música que se faz em Portugal com outros mercados internacionais, mostrando a grande panóplia de estilos e géneros musicas que se têm vindo a fazer nos últimos anos a uma audiência muito mais vasta."

Já Peter Smidt, o diretor artístico do Eurosonic Noorderslag, considera a presença portuguesa nesta edição do Festival como essencial já que "Portugal tem muito para oferecer à Europa e ao mundo. Não só tem um grande e interessante número de novos artistas, como uma cultura festivaleira que oferece imensas oportunidades."

O Eurosonic Noorderslag terá lugar na cidade de Groningen, Holanda, de 11 a 14 de janeiro de 2017. O evento destaca cada ano um país diferente, como forma de dar a conhecer a diversidade de talento musical a toda a Europa.

NUNO NORTE | "Sabe a Sal"


Agenda:

07 de Dezembro - Fnac MarShopping, 22.ooh

10 de Dezembro - Fnac GaiaShopping, 22.00h

11 de Dezembro - Fnac Santa Catarina, 17.00h

www.facebook.com/NunoNorte

BLIND ZERO | Fundão

KUMPANIA (&) ALGAZARRA NO PLANO B

03/12/2016

MISS CADAVER | “Mänifestvm Raivus”


Depois de vários anos de composição e amadurecimento de ideias, os Miss Cadaver estão de volta às edições discográficas após o seu último trabalho de originais, o split EP (c/ Konad) de 2012.

 O novo álbum “Mänifestvm Raivus”, a sair em 2017, marca um regresso em força e um grande avanço em termos de composição, letras e, principalmente, produção/som final. A mistura e masterização foram asseguradas por Paulo “Paulão” Vieira (F.N.I., Ironsword, Perpetratör), materializando, da melhor forma, as ideias de Rui Vieira (Machinergy, Baktheria), o mentor deste projecto fundado em 2009. 

O resultado final é esmagador, traduzido num som potente, refrões orelhudos e frases que ficam! As letras carregam sempre uma mensagem de verdade e, acima de tudo, de determinação e auto-estima. Um manifesto de luta e inconformismo, visualmente completado pelo incrível artwork de André Coelho, um dos mais criativos ilustradores portugueses da actualidade.

NOISERV | DVD Ao Vivo Em Exibição No MUVI


É já amanhã no Muvi, "festival Internacional de Música no Cinema" que acontece no Cinema São Jorge em Lisboa, que será possível ver DVD ao vivo "Everything should be perfect even if no one's there" de Noiserv numa tela de cinema. A exibição será às 16.15h na sala 3.

MÃO MORTA CONFIRMADOS NO WOODROCK FESTIVAL 2017

GOBI BEAR | Agenda

02/12/2016

RITA REDSHOES | Discurso Direto


A poucos dias de apresentar o seu mais recente trabalho no Teatro de Vila Real, Rita Redshoes, revela na primeira pessoas as canções de "Her".

Bird Hunter

Surgiu ao piano, numa manhã triste de Inverno. Sobre a solidão de quando se está acompanhado.

Take Me To The Moon

Canção antiga com parte da melodia nascida em sonhos, só neste disco desceu da lua à minha terra.

 Life Is Huge

Aprender a aceitar a vida com todas as suas possibilidades e arestas, exige calma e coragem. É o meu hino a todos os heróis de todos os dias.

Bag Of Love

Petrificada pelas imagens dos refugiados em bancos de borracha e olhares perdidos a chegarem a terra, um dia quebrei e os acordes e palavras sairam.

Mulher

Sem pedir licença nem desculpa, apareceu-me a letra e a melodia de rompante, numa noite em que me preparava para dormir. Acordei.

Desire But No Fire

Sobre o desejo e o medo dele. Ou quando o desejo não se materializa e apenas cresce sem ter para onde ir.

Any Other Choice

Torta e resignada. Assim como a história de alguém que resmunga por estar onde pertence.

Ia A Whille

Apazigua a ansiedade e o medo do dia de amanhã. Crescer e viver para sobreviver.

Hell, I’m In Love

Sem freio, desgovernada como um cavalo em fuga.

Fé Na Vida

Por vezes a vida sabe o que é melhor para nós.

Vestido

A meias com o Pedro da Silva Martins, um vestido unisexo, ora de luto, ora de luta.

Wake Up, Goodbye

A música onde a cidade de Berlim se infiltra. Uma despedida do mundo e da vida com a certeza de que a história será sempre eterna.

Seahorse

Os cavalos marinhos macho engravidam. Se de repente isto mudasse tudo no mundo da Mulher e do Homem?


OS POLEGAR | "Assalto à "Residência"


João Gomes, Rui Rosa, Tiago Cordeiro e Tomás Branco Gonçalves, são o grupo pop proveniente da cidade de Torres Novas. Em 2015 não conseguiram vencer o "I Concurso de Bandas Nova Música", nem completar todas as cadeiras da faculdade. No encerrar de 2016, a alegria é outra e vêem ser editado pela Azul de Tróia o primeiro registo fonográfico da carreira principiante, qual peteca de badminton esvoaçando pelo pavilhão gimnodesportivo.

O "Assalto À Residência" (AT019) foi gravado e misturado no Promontório, pelas mãos do Tiago Brito. A arte gráfica ficou a cargo do Henrique Salgueiro e não podia servir melhor o propósito. A produção da banda e a supervisão deste trabalho foi assumida pelo Pedro de Tróia.

A edição física de "Assalto À Residência" estará à venda no concerto de apresentação, dia 9 de Dezembro, no Musicbox (Lisboa). Os Polegar são uma das três bandas convocadas para a primeira "Galopante Festa", os bilhetes estão à venda e o essencial está aqui.

VÍDEOCLIP | "Assim Sou Eu" - Celina da Piedade


"Assim Sou Eu", é este o single/vídeoclip de avanço do novíssimo trabalho de Celina da Piedade.

Combinando temas originais com novas interpretações de temas tradicionais e poemas já existentes, "Sol" parte da raiz musical de Celina da Piedade e cresce para um universo mais amplo, mais solarengo, onde cabem os cancioneiros do sul, mas também novas poesias, composições, colaborações, sons, viagens, sentimentos.

PEDRO MESTRE | Prémio Carlos Paredes 2016


Instituído em 2003, o Prémio Carlos Paredes tem como objetivo homenagear um nome ímpar da nossa cultura musical e distinguir trabalhos discográficos de música instrumental não erudita, nomeadamente a de raiz popular, que tenham sido editados no ano anterior a cada edição, e incentivar a criação e a difusão de música de qualidade feita por portugueses.

Coube à obra discográfica “Campaniça do Despique”, de Pedro Mestre, a distinção com Galardão Prémio Carlos Paredes 2016. A cerimónia de atribuição do prémio, decorrerá amanhã no Centro Cultural do Bom Sucesso, em Alverca do Ribatejo (21.30h), e conta, igualmente, com a atuação do vencedor.

O Prémio Carlos Paredes reporta a trabalhos discográficos cuja edição tenha tido lugar em 2015 e foi atribuído por um Júri constituído por Vitorino Salomé, Pedro Campos, Ruben de Carvalho e Carlos Alberto Moniz, que analisaram um total de 20 candidaturas.

Este galardão tem distinguido, ao longo dos anos, nomes tão importantes do panorama musical português como Bernardo Sassetti, Ricardo Rocha, Mário Laginha, Pedro Jóia, Carminho ou Pedro Caldeira Cabral, entre outros.

CAPICUA EM CONCERTO

01/12/2016

MORAIS DE CARVALHO | Discurso Direto


Com prefácio de Jorge Cruz (Diabo na Cruz) chegou recentemente às livrarias "Todos Iguais, Pouco Diferentes", um obra da autoria de Morais de Carvalho. Hoje em "Discurso Direto" é meu privilégio conversar com a autora deste livro. "Agora, neste preciso momento, esqueça o que está ao seu redor. Pare e sente-se comigo neste banco de jardim. Observe todas estas pessoas que correm, que sobrevivem, que morrem. Sinta o seu cheiro a desespero, veja a sua luta diária para pertencer à sociedade. Repare agora nos pormenores: a vizinha que me acolhe nos seus braços e me vem dizer um «olá», uma mulher que foge de mim por ter medo de se tornar num ser louco como eu e um gato que se esfrega nas minhas pernas. Venha, sente-se comigo no meu banco de jardim e no final poderá decidir se quer ser afinal como todos os outros...Sente-se, vou contar-lhe a minha estória, a minha loucura."

Portugal Rebelde - ”Todos Iguais, Poucos Diferentes”, este é um livro a pensar em todos aqueles que não têm medo de ser diferentes?

Morais de Carvalho - Pelo contrário, esta é uma obra que foi escrita principalmente para todos aqueles que têm medo de serem diferentes, para que ganhem a coragem de serem eles próprios. É claro que aquele leitor que já não tem medo de se expressar vai sentir uma empatia imediata com a personagem principal. Acima de tudo, este livro é para mudar a mentalidade da sociedade em geral, que aponta o dedo para a diferença, seja ela física ou comportamental. Por isso o grande objectivo deste livro é que o leitor tome consciência da sua condição finita, de que temos um prazo limitado para viver, e que por essa mesma razão não podemos perder tempo em ter vergonha de quem nós realmente somos, nem que isso cause uma curiosidade com uma conotação negativa no mundo. Que tenhamos coragem em sair da linha recta e que comecemos então a traçar o nosso próprio caminho.

PR - O prefácio desta obra tem a assinatura do músico Jorge Cruz (Diabo na Cruz). É verdade que os “loucos estão certos” como diz a canção?

Morais de Carvalho - É verdade que a nossa sociedade não tem uma clara definição sobre o conceito de loucura e tenta abafar a diferença. No nosso mundo, se alguém não seguir estritamente as regras sociais não tem qualquer hipótese em se integrar na sua comunidade. É verdade também que qualquer ser minimamente pensante que tente compreender e estudar as regras que todos nós “temos” de seguir acaba por se tornar um louco, como a personagem principal deste livro. Quem concordou que devíamos trabalhar oito horas por dia? Porque precisamos de um carro melhor do que o do vizinho? O que este livro explica é que a maioria dos comportamentos considerados normais não têm qualquer sentido. Nunca tivemos acesso a tanta informação como hoje em dia, mas não nos é dado o espaço necessário para a nossa introspecção, para criarmos a nossa própria opinião acerca de um assunto. Por exemplo, na escola todas as matérias, sejam ela história ou biologia, nos são ensinadas como se não existisse nenhuma margem de erro. Agora reflictam que há quinhentos anos atrás acontecia exactamente o mesmo! Nesse tempo, muitas dessas leis consideradas sem sentido hoje em dia eram transmitidas aos alunos como verdade absoluta. Que evolução é esta? O nosso ego é demasiado grande, e o nosso conhecimento muito fraco. A verdade é que pensamos em enviar humanos para Marte, mas nem a evolução da nossa espécie sabemos explicar devidamente, teorias essas que estão cheias de contradições e suposições. O louco do “Todos Iguais, Poucos Diferentes” pode ter uma doença mental, mas pelo menos parece ser o único a constatar a cegueira da nossa sociedade, e por isso está certo.



PR - “Há sentimentos na nossa vida que nós sabemos estarem a milhares de quilómetros de razão, mas que mesmo assim fazem todo o sentido dentro da nossa cabeça, ou melhor do nosso coração”. É tudo isto que faz de nós um ser (a)normal?

Morais de Carvalho - O ser humano considera-se o único ser racional na Terra, contudo o nosso comportamento é exactamente o oposto ao esperado por um ser que se considera tão inteligente. E sim, as emoções são muitas vezes culpadas por acções que aos olhos dos outros são o que consideramos “um tiro no pé”. Mas isso é bom! É sinal de que ainda reagimos aos nossos valores ou lutamos por algo que faz o nosso coração bater mais forte. Sintam-se orgulhosos de serem anormais com sentimentos.

PR - Que canção sugeria para “banda sonora” deste “Todos Iguais, Poucos Diferentes”?

Morais de Carvalho - Bem, como já foi mencionado a canção “Os Loucos Estão Certos” dos Diabo na Cruz faria todo o sentido para a banda sonora do meu livro. Contudo, sem dúvida alguma que a música “Slightly Mad” dos Queen encaixa que nem uma luva no “Todos Iguais, Poucos Diferentes”.


PR - Para terminar, por onde passa o seu futuro próximo?

Morais de Carvalho - Relativamente ao futuro estou a trabalhar em diferentes projectos ao mesmo tempo. Estou a tentar organizar o meu calendário de modo a conseguir comparecer ao máximo de feiras do livro possível. Estou a escrever também três obras completamente distintas! E tenho um projecto secreto que espero concretizar em breve. Mas mais não posso dizer…

VÍDEOCLIP | "You Know" - Beatriz Pessoa


“You Know” é o tema de avanço do EP de estreia de Beatriz Pessoa. Compositora, cantora e instrumentista, a autora de “Insects” (titulo do EP) leva a sua obra até Coimbra (Salao Brazil), Porto (Café Concerto da Casa da Música), Castro Verde (7Arte) e Lisboa (Teatro do Bairro), nos dias 7, 8, 10 e 15 de Dezembro, respectivamente.

Foi no estúdio HAUS que Beatriz Pessoa gravou e produziu os três temas do EP, sendo que o vídeo contou com a direção de João Pedro Moreira (Branko, Ana Moura, Regula, entre outros). 

A música já se encontra disponível nas plataforma digitais mas também conhece edição especial física, disponível nos espetáculos já agendados.


ANDRÉ GONÇALVES LEVA "MÚSICA ETERNA" A BRAGA

André Gonçalves opera em diversas áreas artísticas, nomeadamente nas artes plásticas, música, instalação e performance. Conta no seu curriculum com inúmeras exposições e festivais em mais de 20 países um pouco por todo o mundo. Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian em 2005 e 2009, distinguido com uma Menção Honrosa no FILE Prix Lux 2010, São Paulo e finalista do Celeste Prize 2010, Nova Iorque. 

O seu trabalho musical, a solo ou em coletivos, está documentado em mais de 15 edições em diversas editoras nacionais e internacionais. Nos últimos anos tem sido mais reconhecido pelo seu trabalho enquanto criador da marca de sintetizadores modulares ADDAC System.

O meio das edições discográficas sempre foi condicionado pelos avanços tecnológicos. Hoje em dia, os formatos físicos caminham aceleradamente para uma obsolescência enquanto os digitais não param de nos desafiar, andam nos nossos bolsos e a música passou a fazer parte dos nossos dias. Embora estas novas plataformas multiusos (dispositivos iOS e android) sejam em si melhores computadores do que os que teríamos há cinco anos, perpetua-se, no entanto, a tradição de fixar a música a uma timeline, de editá-la com uma composição fixa de determinada duração.

“Música Eterna” (2015) é uma edição sem duração e sem formato fixo, é música para, como diria Cesariny, “ir de manhã cedo e voltar muito tarde. Um “álbum” fechado dentro de uma aplicação para iOS que funciona apenas em iPhone/iPad/iPod, e recorre a uma partitura que joga com múltiplos blocos sonoros que vão desfilando com o tempo, encaixando miraculosamente sem nunca nos deixar desamparados pelo aparente jogo de sorte. “Música Eterna” conta com a participação especial de Alex Zhang Hungtai (Dirty Beaches) e Casper Clausen (Efterklang). André Gonçalves apresenta Música Eterna

03 de Dezembro - GNRation, Braga (22.30h)

ANTÓNIO VASCO MORAES | Tour Fnac´s


Agenda:

04 de Dezembro - Fnac Oeiras, 16.00h

06 de Dezembro - Fnac Colombo, 19.00h

08 de Dezembro - Fnac Almada, 17.00h

17 de Dezembro - Fnac Cascais, 18.00h

www.facebook.com/avmfado

A JIGSAW | Coimbra


TIAGO SOUSA | Barreiro

30/11/2016

GNR | 35 Anos de Canções


Depois do enorme sucesso dos concertos de Novembro em Lisboa e Guimarães, nomeadamente com o Campo Pequeno completamente esgotado, os GNR continuam a celebrar os seus 35 anos de carreira ao vivo e em palcos de destaque.

Assim, em fevereiro de 2017, tocam no Casino do Estoril - Salão Preto e Prata e no Coliseu do Porto, encerrando esta digressão única numa sala emblemática da cidade que os viu nascer.

Os concertos do Estoril e do Porto integram, novamente, os convidados que acompanharam a banda em palco nos espetáculos de novembro: Javier Andreu, o carismático vocalista dos La Frontera que partilha com Rui Reininho o tema "Sangue Oculto", Isabel Silvestre, a inconfundível voz de "Pronúncia do Norte" e Rita Redshoes que gravou com os GNR o seu mais recente single "Dançar Sós".

Além destes convidados, os concertos contam com um alinhamento totalmente dedicado aos maiores êxitos de GNR e com alguns temas que a banda não toca há vários anos que fizeram o público saltar das cadeiras e render-se à dança nos concertos de Lisboa e Guimarães.

MÍSIA CELEBRA 25 ANOS DE CARREIRA EM LISBOA


Mísia celebra esta sexta-feira, 2 de Dezembro, 25 anos de carreira num espetáculo especial que terá lugar no Teatro da Trindade Inatel em Lisboa.

Mísia será acompanhada por José Manuel Neto, na guitarra portuguesa, Ricardo Dias, no piano e acordeão, Luís Cunha, no violino, Daniel Pinto, no baixo, André Ramos, viola, e, terá como convidados especiais, a cantora Amélia Muge e o Maestro e pianista Fabrizio Romano, com quem trabalhou, entre outros, nos álbuns ´Delikatessen Café Concerto' e 'Para Amália'.

Mísia foi a pioneira do que se veio a chamar Novo Fado, com a sua estreia em 1991. Criou uma sonoridade própria ao trazer para o Fado instrumentos como o violino, o acordeão e o piano e tem a particularidade de cantar textos que poetas contemporâneos escreveram especialmente para a sua voz, nomes como José Saramago, Agustina Bessa-Luís, Lídia Jorge, Vasco Graça Moura, Hélia Correia, entre outros.

Através de uma seleção feita pela sua própria mão, Mísia conduz-nos em "Do Primeiro Fado Ao Último Tango" numa extraordinária viagem pela sua longa e brilhante carreira. Um percurso onde revisitamos "Mísia" (1991), "Fado" (1993), "Tanto Menos Tanto Mais" (1995), "Garra dos Sentidos" (1998), "Paixões Diagonais" (1999), "Ritual" (2001), "Canto" (2003), "Drama Box" (2005), "Ruas" (2009) e "Senhora da Noite" (2011) sem esquecer os recentes "Delikatessen Café Concerto" (2013) e "Para Amália" (2015).


VÍDEOCLIP | "João e Maria" - António Zambujo


António Zambujo acaba de revelar mais um vídeo retirado do seu último álbum, "Até Pensei Que Fosse Minha", tendo escolhido agora a canção "João e Maria". Este é um dos vários clássicos de Chico Buarque que António Zambujo reinterpreta neste seu novo disco, composto somente por canções do mestre da música popular brasileira.

"Até Pensei Que Fosse Minha" tem sido um caso de sucesso junto do público e da crítica tanto em Portugal como no Brasil. Aliás, desde a semana de lançamento que o álbum se mantém firme no top 5 nacional de vendas em formato físico e digital. O disco já conquistou o galardão de Ouro por vendas superiores a 7.500 exemplares.

Este trabalho também tem merecido os mais rasgados elogios da imprensa brasileira, nomeadamente de publicações como "O Globo", "Folha de São Paulo", "Veja", "Maria Claire", "Estado de São Paulo", entre outras.

"Até Pensei Que Fosse Minha" conta com a colaboração do próprio Chico Buarque no tema "Joana Francesa", da cantora Roberta Sá em "Sem Fantasia" e da fadista Carminho no tema "O Meu Amor".


RUI MASSENA | Coliseus de Lisboa e Porto


Depois do sucesso alcançado com os seus dois primeiros álbuns em nome próprio, "Solo" (2015) e "Ensemble" (2016), Rui Massena disponibiliza agora estes dois discos num pack especial, envolvidos numa manga autografada pelo próprio músico, sendo uma edição com um preço convidativo.

Além do pack "Solo" e "Ensemble", esta sexta-feira, 2 de Dezembro, Rui Massena regressa ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, atuando depois no dia 7 de Dezembro no Coliseu do Porto. Nestas duas datas, o músico estará acompanhado de uma pequena orquestra e apresentará as composições envolventes e emotivas que fazem parte dos seus dois álbuns, que têm conquistado milhares de pessoas por todo o país.

Tal como o título indica, "Solo" é um disco composto por um conjunto de peças interpretadas somente ao piano. Já em "Ensemble", Rui Massena contou com a participação da Czeh National Symphonic Orchestra, tendo o álbum alcançado o 1.º lugar do top de vendas nacional.

De "Ensemble" faz parte o tema "aBem", o último single retirado deste álbum e cujo vídeo, realizado por Alexandre Cebrian Valente, foi divulgado recentemente.


OMNICHORD RECORDS APRESENTA

29/11/2016

AWELESS | "I Only Love Those Who Leave"


"I only love those who leave" é o primeiro álbum dos "Aweless" e foi lançado no domingo, 27 de Novembro. Estreiam-no ao vivo em Lisboa na primeira Festa de Discos da Planalto, na Sexta-Feira, 2 de Dezembro, no Sabotage Club. Nesta noite, vão partilhar o palco com Gobi Bear e Ana.

O disco pode ser escutado aqui.

VÍDEOCLIP | "Yeah Yeah" - Jackie D.


Os Jackie D. acabam de lançar o vídeo oficial para o tema "Yeah Yeah", segundo single extraído do próximo longa-duração da banda. 

Depois de "Feel", este é o segundo tema a ser retirado de "The J Spot", o novo registo da banda Lisboeta, que sucede a "Symphonies from the City" (2014), e promete ser um disco cheio de classe e recheado de grandes temas Rock.

O lançamento está marcado para o próximo dia 4 de Fevereiro de 2017, com selo Infected Records. A festa de apresentação acontece no Sabotage Club, em Lisboa.


VÍDEOCLIP | "Black Bottle" - Bed Legs


Os Bed Legs lançam o 2º videoclip do tema homónimo do seu primeiro álbum, "Black Bottle". Um lamento sobre os vícios, desgostos e dissabores que desvirtuam a nossa essência ao longo da vida. Um berro vindo do fundo do oceano escuro e frio onde nos afundamos.

Lá no fundo, bem lá no fundo, a vida conserva-se numa apneia resiliente à espera de uma corrente positiva que a transporte em segurança até à tona. Mas num mar selvagem a segurança nunca é garantida. Garante-se apenas, e só, a sobrevivência. Se a vontade de viver for maior, é claro.


THE BLACK MAMBA | Theatro Circo


Conhecidos pela grande energia das suas actuações, The Black Mamba apresentam agora o seu segundo álbum “Dirty Little Brother” numa série de concertos acústicos. Um formato pouco habitual para a banda de Pedro Tatanka e Miguel Casais, mas em que não irão faltar os êxitos que têm marcado a sua carreira, como “I’ll Meet You There”, “It Ain’t You” ou o mais recente “Wonder Why”.

POBRES MORTAIS | "Vulto"


Pobres Mortais é o renascimento da banda egitaniense "Caducados", fundada por quatro amigos no ano 2007. No verão do ano 2011, com a junção de um novo elemento e com a mudança repentina da sonoridade, levou a que este projecto necessitasse de uma nova identidade. 

Depois da gravação de vários EP's, Pobres Mortais lançaram o seu álbum de estreia, "Vulto", no passado dia 25 de Novembro.

EXPENSIVE SOUL ENCERRAM “PORTO BEST OF 2016”


Expensive Soul é uma banda natural de Leça da Palmeira, com um género de música muito próprio, inspirado pelo r'n'b, soul, funk, 2-step, hip-hop e reggae, que conquistou muitos fãs com as suas prestações ao vivo, letras em português e com a atitude com que se dedicam ao que fazem.

O projecto nasceu no final da década de 90, quando New Max e Demo (vocalistas), se juntaram para transformar um sonho em realidade: fazer música. Demo desafiou Max a participar num concurso da Antena 3. 

O grupo foi um dos vencedores da iniciativa do Projecto Vida da Antena 3 destinada a eleger os 12 melhores temas de hip-hop que tivessem a droga como alvo. Como prémio, foram lá actuar e esta foi a sua estreia ao vivo. 

Depois deste concerto, os vocalistas acharam que necessitavam de uma banda suporte. Então, uma banda completa com baixo, bateria, coros, guitarras e teclas ganha forma na Jaguar Band e juntam-se aos vocalistas dos Expensive Soul, fazendo com que fosse o primeiro grupo, em Portugal, de matriz hip-hop, com banda ao vivo. Juntos registaram o seu álbum de estreia –“B.I.”- que foi editado em 2004 e gravado no estúdio caseiro do vocalista e lançado pela sua editora independente, New Max Records. 

Eu Não Sei”, um dos temas incluídos em “B.I.”, é até hoje um dos temas mais conhecidos da banda. O disco é o mote para este encontro no Teatro Rivoli, no último Porto Best Of do ano de 2016.

10 de Dezembro - Teatro Rivoli, Porto

TREMOR | Primeiras Confirmações

BICHO DO MATO | Almada

28/11/2016

MARIANO MAROVATTO | "Selvagem"


O luso-brasileiro Mariano Marovatto nasceu no dia primeiro de Abril de 1982, no Rio de Janeiro e desde 2016 vive em Lisboa. Escritor, cantor e compositor, Marovatto vem despontando como uma das figuras chaves de sua geração no Brasil, tanto na literatura quanto na música. 

Desde a década passada vem gravando alguns discos importantes da cena brasileira como Aquele amor nem me fale (Bolacha, 2010) e Praia (Maravilha 8, 2013). Parceiro musical de Romulo Fróes (um dos compositores responsáveis pelo renascimento de Elza Soares em Mulher do Fim do Mundo), Jonas Sá, Bruno Medina (ex-Los Hermanos), Domenico Lancelotti, entre outros, o Mariano literário não fica atrás: escreveu oito livros, em sua maioria de poemas, o último Vinte e cinco poemas foi escrito em parceria com Francisco Alvim, poeta expoente da contracultura poética brasileira. (Luna Parque, 2015). 

Também digno de nota é o livro As Quatro Estações (Cobogó, 2015), um ensaio de Mariano sobre o clássico álbum dos Legião Urbana que tornou-se o best-seller da coleção O Livro do Disco da editora Cobogó. Marovatto está presente nas principais antologias da recente poesia brasileira. 

Em 2015, foi convidado da FLIP, onde apresentou-se ao lado da poeta e amiga portuguesa Matilde Campilho. Para além da música e da literatura, Mariano atua também como pesquisador e arquivista literário, e foi responsável, entre outros trabalhos, pela organização do acervo do escritor e compositor Cacaso e pela pesquisa de inéditos e estabelecimento de texto do volume Poética de Ana Cristina Cesar. 

Atualmente está a organizar e editar a primeira tradução de Silence, incontornável livro de John Cage, para o português, a ser publicado em 2017 pela editora Cobogó. Doutor em literatura brasileira pela PUC-Rio, Marovatto foi também apresentador e roteirista do programa musical Segue o som na TV Brasil entre 2009 e 2016. Para acomodar toda esta caudalosa produção, Mariano criou seu sítio na internet www.marovatto.org que mantém sempre atualizado.

"Selvagem" é o terceiro álbum de canções de Mariano Marovatto, porém nenhuma das canções é sua e sequer possuem uma autoria definida. O repertório em questão foi montado exclusivamente por temas folclóricos brasileiros e portugueses que foram deixados de lado pela linha evolutiva e pela memória musical do grande público nos dois países. 

As faixas foram escolhidas após extensa pesquisa, etnológica e pessoal, de Mariano pelas recolhas feitas por Michel Giacometti, Fernando Lopes-Graça, Tiago de Oliveira Pinto e Max Peter Baumann, em Portugal, e pela Missão de Pesquisas Folclóricas, de 1938, capitaneadas por Mário de Andrade, então secretário de cultura do governo de São Paulo, pelo nordeste brasileiro.

"Selvagem" não se trata apenas de um resgate histórico, mas sim de uma atualização “rebelde”, como quer o cantor, levando em consideração a sonoridade e os outros dois participantes do álbum: Pedro Sá, parceiro de Marovatto, um dos guitarristas mais aclamados do Brasil, colaborador assíduo desde os anos 90 de Caetano Veloso, principal responsável pela trilogia Cê, Zii e Zie e Abraçaço – e, diretamente de Tóquio, a artista vocal Ami Yamasaki, uma das principais expoentes da vanguarda sonora do Japão na atualidade.

O disco foi lançado no Brasil em julho pela editora Embolacha, com boa e cuidadosa repercussão da imprensa de lá e, naturalmente, ganhou por força própria ouvintes e resenhas mundo afora. Ao longo do processo de gravação do disco, Mariano manteve um diário elucidativo sobre o conceito de Selvagem no sítio www.marovatto.org/selvagem. As frequentes resenhas e aparições de "Selvagem" pelas rádios e blogs mundo afora são frequentemente atualizadas em www.marovatto.org/novidades.

Agora, baseado em Lisboa, exercendo sua cidadania portuguesa, Mariano Marovatto lançará o Selvagem dia 3 de Fevereiro em Portugal.


VÍDEOCLIP | "One Last Try" - Caelum


Já estreou o vídeo "One Last Try" dos Caelum, tema retirado do álbum de estreia "Enigma", editado em Janeiro pela Sony Music Portugal. Um tema que segundo a banda demonstra que "a vida não é simples, mas nunca devemos cruzar os braços e sim tentar sempre mais uma vez".

Com um cenário incrível, o novo vídeo dos Caelum foi gravado junto ao Cabo Espichel, em Sesimbra.

UHF | Noites à Flor da Pele


Agenda:

02 de Dezembro - Hard Club, Porto

03 de Dezembro - Olga Cadaval, Sintra

www.facebook.com/uhfrock

CHRISTMAS FEST 2016 | Oliveira de Azeméis

JOÃO CAETANO | Museu do Oriente

27/11/2016

AIMthename | "Mountain"


AIMthename é o novo projeto musical de Inês Magalhães, que lançou o single "Mountain", um dos cinco temas do seu primeiro EP.

DANIEL MOON | "Give More"


O cantautor lisboeta Daniel Moon acaba de lançar “Give More”, o radioso novo single que o vê explorar as potencialidades da canção pop em formato jazzístico, com uma big band por trás.

O tema antecede a edição de um novo EP, o segundo do seu percurso musical - sucessor de “Precious Love” (2015) - que verá a luz do dia no primeiro semestre de 2017, a ser distribuído em formato físico com a chancela da Music For All.
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