22/10/2018

JOSÉ MÁRIO BRANCO | "Canções Escolhidas"


Em 2017, José Mário Branco, uma das figuras mais importantes da música portuguesa, comemorou os seus 50 anos de carreira. Uma efeméride única que foi marcada pela reedição da sua obra completa de longa-duração e pelo lançamento de Inéditos (1967-1999), duplo álbum com material inédito em disco ou há muito fora de catálogo.

Agora, para encerrar as comemorações do cinquentenário de carreira, a Warner Music orgulha-se de apresentar Canções Escolhidas: uma escolha de 16 temas, seleccionados pelo próprio José Mário Branco, disponível em CD a partir de dia 23 de Novembro.

Os 16 temas, organizados cronologicamente, são uma escolha que o próprio José Mário Branco define como “um possível primeiro contacto”, “ao encontro dos «tempos que correm», das pessoas que desconhecem ou conhecem mal a minha obra e das muitas que nem sabem que eu existo”. Um percurso pessoal que evita os êxitos mais evidentes e lança luz sobre algumas das melhores e mais duradouras canções da obra do cantautor, como “A Morte Nunca Existiu”, “Inquietação”, “Onofre” ou “Engrenagem”.

Iniciando-se com “Casa Comigo, Marta” (do álbum de estreia Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades) e terminando com “Do que um Homem é Capaz” (do seu último disco de estúdio, Resistir é Vencer, de 2004), estas 16 Canções Escolhidas atravessam toda a discografia de estúdio de José Mário Branco, e passam também pelo seu único álbum oficial ao vivo, "Ao Vivo" em 1997.

Em simultâneo com o lançamento de Canções Escolhidas, a Warner Music lança - em edição limitada - uma caixa de nove CDs que reúne a discografia integral de José Mário Branco.

Nela se incluem os sete álbuns de originais - Mudam-se os Tempos Mudam-se as Vontades (1971), Margem de Certa Maneira (1972), A Mãe (1978), Ser Solidário (1982), A Noite (1985), Correspondências (1990) (todos nas versões restauradas em 1996 por José Manuel Fortes sob a supervisão do próprio José Mário Branco) e Resistir é Vencer (2004); o disco Ao Vivo em 1997; e a recolha Inéditos (1967-1999).

Oportunidade para completar ou descobrir uma das obras seminais da música feita em Portugal e cantada em português.

THE LEGENDARY TIGERMAN | "Fuck Christmas, I got the Blues"


Na noite de Natal, o Rock n'Roll volta a descer à Terra para aquecer o coração aos solitários. Com as ruas vazias e os espíritos dominados por sentimentos confusos (alívio, paz, depressão, melancolia, tédio), não há nada como o estrépito do som da guitarra e a ameaça de uma voz tecida nas imagens da América profunda. Música fantasiosa para libertar da fantasia.

Após um ano sabático, o anfitrião volta a ser The Legendary Tigerman, num retorno às origens enquanto one-man band. É um caso raro, este. Um homem, com a sua música, sem alaridos, apenas com a convicção serena de que ela bastará para o sucesso do chamamento. Ora, no repertório do homem-tigre não faltam canções que têm, exactamente, a capacidade de congregar os outros à sua volta. 

E o mais importante, sobretudo nesta noite, não se impõem a quem as ouve. Deixam-se estar ou acomodam-se às emoções de quem chega. Não se pense que curam, que são uma espécie de lenitivos. The Legendary Tigerman não traz uma mensagem de harmonia ou de paz. Não faltará turbulência e agitação nesta noite.

O rock and roll foi feito para amar, sim, mas também para dançar. O que se pode fazer ao som de Bad Luck Rhythm N'Blues Machine senão dançar? Uma comunhão libertadora para os dias seguintes. Assim será este concerto onde todos serão meninos e rei magos.

Entrada: 15€ | Bilhetes disponíveis na Flur Discos, Tabacaria Martins e ZDB

25 e 26 de Dezembro - Galeria Zé dos Bois, Lisboa (23.00h)

CATI FREITAS | "Estrangeira"


No próximo dia 27 de Outubro, Cati Freitas mostra, pela primeira vez em Lisboa, os 11 temas que compõem o novo álbum "Estrangeira", com edição prevista para Outubro.

Depois de no passado mês, o Theatro Circo em Braga - terra natal da cantora - ter sido o local onde as novas memórias da cantora começam agora a ganhar forma, o Teatro Ibérico é o cenário escolhido para o seu aguardado regresso aos palcos na capital. E, claro, às novas canções.

Tocar este disco ao vivo é sobretudo quebrar o silêncio através da minha música. Voltar a estar em contacto com o palco é salvar-me por dentro, fazer-me crescer a cada canção, é sair mais inteira, afirma Cati Freitas.

Após o sucesso da estreia, em 2013, com o disco “Dentro” – e de uma tour muito bem recebida – a cantora de voz doce decidiu ganhar tempo a escutar o silêncio, a escutar-se a si própria.

Durante esse tempo, na viagem constante entre Braga e Lisboa – entre a quietude do campo e o fascínio da cidade – Cati Freitas descobriu o novo fôlego na escrita e composição das suas canções, o mesmo que a levou ao fundo de si, dos seus amores, das suas vivências.

Regressa em 2018 com "Estrangeira", um disco que refina as suas qualidades de autora, intérprete e compositora com uma segurança e um sentido artístico notáveis. "Meu Amor", primeiro single revelado em Julho passado, é prova disso mesmo. É tempo agora de descobrir todos os outros.

SALTO | "Férias em Família"


Os Salto estiveram dois anos submersos num sono do qual acordaram agora para dar-nos o 3.º álbum de originais. "Férias em Família" é um diário de sonhos, escrito por quem ainda sonha mesmo depois de acordar. Editado no fim desta semana, a 26 de Outubro.

Após terem apresentado o primeiro e segundo single, "Rio Seco" e "Teorias", ficou claro que Luís Montenegro, Gui Tomé Ribeiro, Tito Romão e Filipe Louro estão prontos para explorar o seu lado mais introspectivo. Uma maturidade que surge àqueles que deixam de ter pressa de crescer e, com isso, mostram o quanto cresceram.

No dia 26 de outubro desvendam as restantes sete faixas do novo álbum e mostram que existe coerência no ritmo deste rio que foi desaguar num trabalho com texturas orgânicas, sonoridades quentes, camadas de guitarra clássica, mais detalhes de percussão, sintetizadores dreamy que não se impõem e, pela primeira vez num disco de Salto, arranjos de cordas, tocadas por Tito Romão. Não serão muitas as bandas onde o baterista troca as baquetas por um arco de violoncelos.

Estas nove faixas contemplativas foram gravadas e produzidas entre Maia e Marvila. O último é o bairro de onde saem criações como "Cantar Até Cair", onde a voz de Gui Tomé Ribeiro faz ecoar uma homenagem ao seu ambiente: "...tentei despertar do sono em Marvila / que debaixo da terra não mora ninguém...". Outras letras invocam a calma de quem aceita a vida como ela é: “Rimos pr’acalmar, se isto não colar” ("Teorias") ou “Acordo e sonho a cores…” ("Rio Seco").

Este sonho não se faz só de música. São precisamente as cores e o universo visual que acompanha, imaginado por Lourenço Providência e Sara Steege, que complementam a componente orgânica do novo trabalho da banda. A capa do álbum retrata uma bolha que, no mundo real, rebentaria a qualquer momento. Mas na fotografia captada por João Serzedelo, ficou imortalizada, assim como os sonhos de Salto ficaram imortalizados neste novo trabalho.

Um percurso que começou em 2012 com um álbum homónimo, consolidou-se em 2014 com a entrada de Tito Romão e Filipe Louro para a construção de "Passeio das Virtudes" editado em 2016 e agora, em 2018, vê o nascer de "Férias em Família" como a confirmação de que estas quatro pessoas não têm medo de olhar para dentro e aceitar que quando deixamos de querer crescer à pressa, é quando estamos prontos para crescer.

PAPILLON | "Iminente"


O ano tem sido generoso para Rui Pereira, a.k.a Papillon. Depois de iniciar 2018 com o lançamento do seu primeiro álbum a solo, "Deepak Looper" e de correr alguns dos maiores palcos do país, com passagens pelo NOS Alive, MEO Sudoeste, Festival F, Festins ou Iminente e concertos de apresentação no Estúdio Time Out e HardClub, o rapper decide agora retribuir a generosidade do público com um novo video, de um dos temas mais ouvidos do álbum, "Iminente".

Com produção de Slow J, como em todo o disco e com a participação especial de Plutónio, "Iminente" é uma das músicas mais marcantes, impactantes e festivas de "Deepak Looper". No video que agora chega, Papillon uniu-se ao realizador Tomás Quitério e, juntos, desenvolveram uma história com várias camadas de simbolismo e significado mas que, essencialmente, capta a energia única do tema. Com muita influência na própria história de vida do artista, “Iminente” conta o dia de uma criança que recebe ordens maternas para ir comprar cervejas para a festa dos adultos.

Um simples recado descarrila para um dia repleto de aventuras…


CONJUNTO CORONA | "Santa Rita Lifestyle"


"Santa Rita Lifestyle", o 4º álbum do Conjunto Corona, está à venda a partir de hoje na Meifushop (a loja digital da editora Meifumado Fonogramas), demais plataformas digitais e na página de Facebook da banda.

Corona já provou a fama, a decadência, o empreendedorismo, o lenocínio e o sabor da chantagem. Já travou conhecimento com grandiosos players da noite e dos negócios ilícitos da baixa portuense. Infelizmente (e apesar da sua proactividade), a vida não lhe correu de feição. Depois da sua incursão pelo mundo do alterne em 2016 (relatada no aclamado “Cimo de Vila Velvet Cantina”), circunstâncias de negócio (e também a gentrificação vivida na baixa do Porto) empurraram-no para outro ecossistema: o dos arredores do Grande Porto.

E é junto à mítica rotunda de Santa Rita - onde uma igreja e um convento coexistem lado a lado com uma Repsol, um McDrive e um mítico restaurante em horário 24/7 - que o grande Corona inicia o seu próprio culto, espalhado a sua doutrina e curando almas perdidas a partir daquele enclave místico na junção dos terrenos sagrados de Águas Santas, Ermesinde, Valongo e Baguim do Monte.

"Santa Rita Lifestyle" (o 4º álbum de originais do Conjunto Corona) é a glorificação de Valongo, Ermesinde, Gaia, Trofa, Santo Tirso, Gondomar, Vila do Conde e, até, de Rio Tinto. "Santa Rita Lifestyle" é a religião onde as missas são substituídas por idas às bombas num Civic, às duas da manhã, para tomar café e fazer a rotunda de "gazão" com as sapatas a "poliçar". "Santa Rita Lifestyle" é o sangue de Corona que será derramado sobre vós, agora e para sempre, ámen.

GALLO'84 | "Shimano"


Vivemos entre cliques, remisturas e citações, num furacão de auto-mitificação improvisada. Gallo'84 é o novo projeto de Bruno Pereira (Aires,Ulnar) e parte de dois princípios:

1. não há Vincent Gallo sem Azeite Gallo

2. o tempo encarregar-se-á de fazer com que Azeite Gallo e Vincent Gallo sejam a mesma coisa

A estética, tanto sonora como visual, aproxima-se do vaporwave mas a inspiração é de um tempo pré-internet: os anos 90. 

Mais especificamente os saudosos anos 90 no Funchal. Entre a borracha quente das bicicletas e os joelhos esfolados do futebol, "Shimano" tenta capturar aquela sensação de verão eterno que a internet 2.0 veio substituir por um tempo fragmentado, urgente.

CARTAZ | Concerto

21/10/2018

MEDVSA | "Realidade"


Depois de lutarem contra a inércia, no seu primeiro EP, os Medvsa entram agora numa nova realidade. Fiéis ao seu psicadelismo betinho, entregam-se à electrónica para descobrir novos ambientes e trazer o oceano para terra. 

Mais despertos e conscientes, embarcam numa nova viagem para ultrapassar os seus limites, entregando o leme da produção a Miguel Ferrador, responsável também pela mistura. O novo single “Realidade”, transporta consigo a melancolia dos primeiros temas, mas com esperança e atitude das novas composições. As melodias vêm como ondas do mar.

"Na altura em que escrevemos este tema, sentimos que estávamos a trabalhar em vão. Ainda assim, continuámos a escrever, a compor, a ensaiar e a desenvolver este nosso projecto, sempre agarrados à esperança de que, mais tarde ou mais cedo, tudo iria fazer sentido e o nosso esforço seria recompensado. Sem querer, a “Realidade”, assim como o nosso primeiro EP, reflecte o nosso estado espírito, e a nossa mentalidade, que evoluiu da dormência e da apatia para uma atitude mais optimista e esperançosa."


RUI DAVID | Casa da Música


Peixe (Ornatos Violeta) na guitarra, Eduardo Silva (Foge Foge Bandido) no baixo, e Ruca Lacerda (Supernada) na bateria, são os músicos convidados por Rui David para o concerto de dia 22 de Novembro na Casa da Música onde serão reveladas em primeira-mão as músicas d' "O Princípio da Incerteza", o álbum de estreia a ser editado no início de 2019. Deste faz ainda parte "Sem Medo", o tema da autoria de Jorge Palma que levou o músico ao Festival da Canção este ano.

Uma excelente oportunidade para ficar a conhecer o trabalho que o quarteto tem vindo a desenvolver em estúdio na gravação d' "O Princípio da Incerteza" que conta com direcção musical de Peixe que assume ainda a produção com Ruca Lacerda.


ZÉ PERDIGÃO | "Nha Terra"


Dez anos depois do seu primeiro disco de estúdio, Zé Perdigão prepara o lançamento do próximo disco “EnCanto” que será o 4º disco do cantor.

“Nha Terra” de autoria de George Tavares é o single promocional que antecede o disco “EnCanto” cantado em crioulo que contém 10 faixas de autores cabo-verdeanos, a saber; Zé Rui de Pina, George Tavares, Epifânio Tavares (Fany), Silvio Brito e Dino d`Santiago.

Sob direção musical e produção de Kaku Alves e Rob Leonard, “EnCanto” é um disco inteiramente produzido em Cabo Verde, gravado nos estudios XL Produções.

O album “EnCanto” é um trabalho em homenagem à música cabo-verdeana e ao seu povo, um verdadeiro turbilhão de emoções, swing, melodias, letras, batidas cabo-verdeanas entre a morna, coladera, batuko e balada. 

Batidas dançantes e até introspetivas norteadas em termos sonoros pela positividade rítmico e harmónico da raiz musical de Cabo Verde. O álbum “EnCanto” estará disponível sob chancela da Editora Ovação nos principais serviços de streaming para o mundo e formato fisico (CD) para os mercados de Cabo Verde e Portugal.


MAFALDA VEIGA | Campo Pequeno

TIAGO NACARATO | Tour Brasil 2018

20/10/2018

JOÃO AFONSO E ROGÉRIO PIRES | Lisboa


Sábado 27 de Outubro, pelas 21.30h, João Afonso e Rogério Pires apresentam-se ao vivo com o espectáculo "Buganvília" no Auditório Carlos Paredes, em Lisboa.

Numa iniciativa organizada pela Junta de Freguesia de Benfica, Buganvília é o encontro entre dois amigos que cruzam universos musicais partilhados numa empatia única. A marca autoral de ambos e a comum valorização da palavra cantada tornam-se mais nítidas no formato intimista deste concerto: apenas vozes e guitarras.

Uma viagem musical e cultural de dois músicos de exceção, na qual Rogério Pires, com a sua forma delicada e sensível, aborda a obra de João Afonso e José Afonso, cantando a língua portuguesa e transportando-nos por um ”coral de missangas” vividos e imaginados por ambos.

Com uma duração aproximada de 75 minutos, os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais e nas plataformas digitais, com o preço de 8€ (geral) e 6,40€ (Palcos de Benfica). As reservas poderão ser feitas através do email bilheteiraonline@jf-benfica.pt.

LAGARDÈRE | "No Lugar do Fim do Mundo"


"A música tem a capacidade de passar sentimentos ou memórias, homenagear pessoas ou locais; essa é a premissa da maioria das canções que ouvimos na rádio. Além disso também pode ser uma maneira de contar uma história ou construir um personagem. Contar uma história através de um canção é comum, contar uma história durante um álbum inteiro já é um outro desafio.

Os LaGardère, formados por Yann Vaz da Silva, João Sampayo e Carlos Noronha, decidiram pegar numa personagem, cantar as suas aventuras. Henri LaGardère teve as suas peripécias, uma vida aparentemente falhada, mas que passou por muito, e tudo isto é contado por estes jovens músicos. Henri viajou, apaixonou-se, seguiu os seus sonhos, correu riscos, ficou deprimido e deixou-se ir na sua paixão pela música. Tudo isso deu origem a um álbum.

"No Lugar do Fim do Mundo" é o primeiro disco dos LaGardère, que personificam em Henri os seus anseios e angústias. Este conjunto de canções expõe várias influências, brinca com o português e conta uma história trágico-cómica. Quem tiver o interesse de conhecer um pouco melhor o que está por detrás de tudo disto, vai chegar a uma personagem de um livro francês e vai querer saber mais e mais sobre o que está por trás toda esta história. Há pormenores e mistérios que ficam por saber, mas isso é que torna ainda mais interessante este projeto.

O disco transporta-nos para um universo pop português, com influências em José Cid ou Carlos Paião. Música como “Amiguinha” ou “Rei da Cocada” lembram o espírito alegre e inocente da música pop dos anos 80. Quando ouvimos mais atentamente, a musicalidade leva-nos para universos mais ligados ao jazzou até mesmo à world music - a canção “Camila Casali” tem, por exemplo, uma sample de uma música brasileira. O álbum não se cinge a um só registo e percebe-se que há uma necessidade de experimentar e fazer canções com estilos e ritmos diversos.

Os Lagardère apresentam um primeiro trabalho que não vai deixar ninguém indiferente. Conseguem contar uma história e enchê-la de vida. Os próximos capítulos podem trazer novas aventuras, resta saber se serão romances, cómicas ou policiais." (Ricardo Toledo in Punch Magazine)

ORLANDO COHEN | "Faz Tu Mesmo - D.I.Y"


Chegou às lojas no passado dia 12 de Outubro o novo trabalho de Orlando Cohen (ex-guitarrista dos Censurados), "Faz Tu Mesmo - D.I.Y". o disco é composto por 16 temas, todos da autoria de Orlando Cohen.


ROGÉRIO CHARRAZ E OS IRREVOGÁVEIS | "4.0"


Ao 4º disco, Rogério Charraz lança o seu primeiro registo ao vivo, composto por 4 canções de cada um dos seus anteriores trabalhos, 4 temas inéditos e 4 convidados de luxo que assinam alguns dos grandes momentos deste disco: António Caixeiro, Jorge Benvinda, Júlio Resende e Ricardo Ribeiro.

O espetáculo foi registado no Cinema São Jorge, no passado dia 27 de Janeiro, uma sala repleta de emoções à flor da pele, que ficam agora registadas num disco que tem lançamento oficial no passado dia 19 de Outubro.

Ao lado de Rogério Charraz, os Irrevogáveis cúmplices de um trajecto sempre em curva ascendente, apesar de independente da indústria musical: Carlos Lopes (acordeão e voz), Jaume Pradas (bateria e voz), João Rato (guitarras e teclas), Luis Pinto (baixo e voz) e Paulo Loureiro (teclas, clarinetes e voz).

NOITE DA RAPOSA | Barreiro

19/10/2018

CAPITÃO FAUSTO REVELAM CAPA DE DISCO E NOVO SINGLE PARA ASSINALAR CONCERTO NO SUPER BOCK EM STOCK


Depois de revelado "Sempre Bem", os Capitão Fausto aproveitam o Outono para revelar a capa do novo disco e o mais recente avanço "Faço as Vontades".

A capa é da responsabilidade de Vitor da Silva, ilustrador e designer gráfico que teve uma carreira extensa e diversa. Criou o grafismo de jornais notáveis como o “Expresso”, o “Tempo” e "Correio da Manhã". Desenvolveu grafismo para a fundação Calouste Gulbenkian durante 30 anos e foi professor na António Arroio durante 40 anos e na Escola Superior de Comunicação Social nos anos 90.

"Faço as Vontades" é retirado de A Invenção do Dia Claro, disco gravado nos Red Bull Studios São Paulo por Rodrigo "Funai" Costa, engenheiro de som responsável por dois discos vencedores de Grammys, assistido por Alejandra Luciani e Fernando Ianni e produzido e misturado em Alvalade pelos Capitão Fausto.

A masterização esteve a cargo de Brian Lucey no Magic Garden Mastering em Los Angeles, que já trabalhou com artistas como Beck, Arctic Monkeys, Last Shadow Puppets, entre outros.

Os Capitão Fausto são um dos nomes confirmados para o Super Bock em Stock a realizar nos dias 23 e 24 de Novembro em Lisboa.


STEREOSSAURO | "Flor de Maracujá"


O hip hop e o fado têm muito mais em comum do que se poderia pensar. E só alguém que amasse tanto as duas culturas poderia facilmente ver o que as une em vez de se focar no que as separa. Alguém como Stereossauro.

Quando remexeu em “Verdes Anos”, abriu um universo de possibilidades. De repente, ganhámos todos uma música que era nossa, que era moderna e intemporal, que olhava para o passado e para o futuro e por isso definia o presente.

Stereossauro deu agora o passo seguinte: "Bairro da Ponte" é o disco que será editado dentro de semanas com selo Valentim de Carvalho.

Partindo dos masters originais de Amália Rodrigues e Carlos Paredes depositados nos arquivos da Valentim de Carvalho, Stereossauro criou um espantoso trabalho de fusão entre tradição e modernidade, carregado de história mas também de sonhos de futuro. E quando descreve o processo, não esconde o entusiasmo e usa, com frequência, palavras como “arrepio” ou “privilégio”.

E é isso que sentimos ao ouvir o primeiro single do disco. “Flor de Maracujá”, com letra de Capicua, a voz de Camané e a bênção de Amália.


BEST YOUTH | Chaves


Best Youth são Ed Rocha Gonçalves e Catarina Salinas, um duo do Porto onde o indie rock e o dream pop se cruzam num encontro perfeito, conquistando o público em palcos nacionais e além-fronteiras.

Deslocam-se até Chaves para apresentar "Demo Tapes II", um concerto intimista onde tocam alguns dos seus êxitos, contam as histórias que os originaram e fomentam uma comunicação próxima com o público. O conceito iniciado em 2016 no fim da tour de "Highway Moon", regressa agora após o lançamento do novo disco "Cherry Domino".

16 de Novembro - Auditório do Centro Cultural de Chaves, 21.30h


"HOLD TO GOLD", O DISCO DE ESTREIA DE LINCE, É APRESENTADO, HOJE, NO MUSICBOX LISBOA


O primeiro álbum de Lince está aí, finalmente. Intitula-se “Hold To Gold” e inclui 11 temas inéditos inteiramente da autoria de Sofia Ribeiro, a miúda loira de olhos azuis que encontrou em Lince o seu alter-ego musical. Depois do Porto, na passada 4ª feira (ver fotos), “Hold to Gold” é apresentado hoje, dia 19 de Outubro, em Lisboa, no Musicbox. Em ambos os concertos, a compra do bilhete equivale a um exemplar do novo trabalho de Lince (bilhete-disco 9€).

Se em “Drops”, o EP publicado no Verão de 2017 e que mereceu lugar de destaque nos balanços musicais do ano, era já perceptível um padrão próprio assente numa aparente dicotomia entre emoções e sensações, “Hold To Gold” reforça essa matriz na música criada por Lince - entre apelos à dança e à contemplação ou entre diálogos e monólogos (nalguns casos como se de mantras se tratassem num quase paralelismo musical à obra visual “Memento”), Sofia constrói bases sonoras que nos provocam e nos obrigam a percorrer as sonoridades clássicas de um piano por entre a densidade da electrónica servida por ritmos e registos contemporâneos. E tudo isto pela mão da sua voz cristalina e educada.

A base de piano continua presente e dá às minhas melodias vocais uma casa que as protege sem as prender. Esta base faz-me sentir confortável, mas frágil e delicada, ao mesmo tempo. Em cada tema, a evolução sonora acontece ora com a componente electrónica dos sintetizadores e beats, ora com acrescentos vocais que dão aos temas mais força quando a mensagem assim o exige.

A produção de “Hold To Gold” foi atribuída ao colectivo leiriense CASOTA Collective que apurou as ideias, nalguns casos visuais, que Sofia foi registando ao longo dos últimos meses. O primeiro tema a ser divulgado deste longa duração, o single “It Feels Like Looking At Sculptures”, contou com a colaboração de André Tentúgal, companheiro de Sofia nos projectos We Trust e There Must Be A Place, que realizou o videoclip. 

Aliás, a maneira como Sofia se refere a esta canção define um pouco a forma como “vê” a música: "Quando pensava num título para a música, a dificuldade em encontrá-lo estava em como definir um sentimento de felicidade que nos provoca uma libertação interior, num corpo absorto, desprendido, levado, que tudo o que contempla faz crescer esse sentimento”refere. E prossegue “houve uma acção que me lembrou esse estado - ele assemelhava-se à contemplação de esculturas. Das grandes esculturas que eu observara recentemente."

O envolvimento de Sofia Ribeiro na componente visual do seu trabalho é total e se, no passado, assumiu a realização de alguns dos seus vídeos, em “Hold To Gold” é responsável pela concepção do artwork do disco, em que, tal como a sua música, se observa a si própria - “Hold To Gold” reflecte em cada uma das suas músicas uma personagem diferente que, não sendo fictícias, são a multiplicidade que existe em mim. Há emoções que se ouvem, há vontades e há o peso de vida e da sua fugacidade. Há a tentativa de se viver feliz e intensamente. E há, por fim, a leveza que se encontra na harmonia que encontramos se nos dedicarmos ao que é precioso.


MIGUEL ARAÚJO | "Ainda Estamos Aqui"


Depois do sucesso de "Giesta", o terceiro álbum de originais, e numa fase em que se encontra a compor novas canções, Miguel Araújo, autor de alguns dos maiores temas do cancioneiro português da última década, apresenta "Ainda Estamos Aqui", uma canção criada para o programa Alta Definição e que, devido à calorosa recepção do público, online e ao vivo, é agora lançada em formato single.

Nesta música, que fala da impermanência e transitoriedade de tudo na vida, Miguel Araújo é compositor, autor, produtor, instrumentista e editor, exercendo praticamente todas as funções que existem, desde a criação de um tema até à sua partilha com o público. Este facto é retratado no vídeo que, em poucos dias, ultrapassou as 150.000 visualizações, e em que revela o processo de gravação de "Ainda Estamos Aqui", cantando e tocando todos os instrumentos no seu estúdio caseiro.

Depois de uma extensa digressão em 2018 com mais de 50 concertos, Miguel Araújo passará ainda, até ao final do ano, pelo Porto, Faro, Leiria, Vila do Conde, Estarreja, Braga, Miranda do Corvo, Alentejo e Abrantes.


HMB | MarShopping Algarve

CARTAZ | Concerto

18/10/2018

XUTOS & PONTAPÉS | Casino Lisboa


Aguardados com expectativa, os Xutos & Pontapés inauguram, no próximo dia 29 de Outubro, às 22.00h o ciclo de concertos “Arena Live 2018”. A carismática banda sobe ao palco central do Arena Lounge para interpretar numerosos êxitos que fazem parte da história da música portuguesa. Trata-se do prelúdio de um programa de 10 concertos que promete conquistar os visitantes do Casino Lisboa. Com entrada livre, a não perder, até ao final do ano.

Foi, precisamente, a 13 de Janeiro de 1979, na sala Alunos de Apolo, em Lisboa, que os Xutos & Pontapés iniciaram um percurso ímpar no panorama da música nacional. Na altura, Zé Leonel (voz), Zé Pedro (guitarra) e Kalú (bateria) participavam nas comemorações dos 25 anos do Rock & Roll.

Hoje, quase quatro décadas depois e com 13 álbuns de originais editados, os Xutos & Pontapés são “A” bandeira do próprio Rock & Roll em português, por portugueses e para portugueses.

Com um acervo de clássicos inigualável, a anda foi já distinguida com vários prémios e, também, condecorada. Verdadeiros “animais de palco” que vivem para os seus concertos, é através destes momentos que os Xutos & Pontapés cimentam a sua ligação indestrutível com um público sempre presente à chamada, de braços cruzados em “X”, a celebrar a maior longevidade de uma carreira rock neste cantinho à beira-mar.

Há 39 anos que é assim e vai continuar a sê-lo, enquanto a banda acreditar na força do rock’n’roll, na energia de estar em palco e de partilhar as suas canções com o público que fez delas verdadeiros hinos.

Com um programa diversificado, os “Concertos Arena Live 2018” oferecem diferentes conceitos e estilos musicais no amplo espaço do Arena Lounge, o qual dispõe, aliás, de múltiplas soluções técnicas para originais atuações ao vivo.

Ciclo de “Concertos Arena Live 2018”

29 de Outubro - Xutos & Pontapés

05 de Novembro - Sérgio Godinho e Convidados

12 de Novembro - Carolina Deslandes

19 de Novembro - Os Azeitonas

26 de Novembro - C4 Pedro

03 de Dezembro - HMB

10 de Dezembro - Linda Martini

17 de Dezembro - Papillon

25 de Dezembro - Gospel Collective (Dia de Natal)

31 de Dezembro - The Gift (Réveillon)

CAN CUN | “Dreamers I"


“Claire Witch” e “Groundhog Day” foram os primeiros singles, com direito a videoclip, retirados do álbum “Wanderlust”. Agora os Can Cun revelam novo single/video para o tema “Dreamers I".

Com uma linha melódica bem definida, suportada por uma harmonia sonhadora, Bruno André Azevedo, Bruno Coelho e Jorge Simões mostram uma vez mais a delicadeza do seu dream pop, assumindo nas suas canções uma natureza mutável e imprevisível.

A banda vilarealense atua  em Tondela (Acert) no próximo dia 3 de Novembro.


GLOCKENWISE | "Moderno"


Chamam-se Glockenwise. São a banda do momento. Encarnam na perfeição a ideia de NorteSul e são os novos artistas da Valentim de Carvalho.

2018 é o ano de transformação na sua carreira. Depois de se afirmarem no garage rock, de levarem ao rubro milhares de fãs em concertos electrizantes dentro e fora do país, e de três discos que retratavam a juventude plena, editam muito em breve o novo longa duração "Plástico".

"Moderno" é o primeiro single e aquele em que se estreiam a cantar em Português.

TSUNAMIZ | “Canção de Embalar”


Tsunamiz, o músico e produtor de indie rock e electro, lançou dia 15 de Outubro, no seu canal de Youtube, uma versão do tema icónico de Zeca Afonso: a “Canção de Embalar”.

Produzida pelo próprio, esta versão, segundo Tsunamiz: “mantém-se fiel ao original em termos melódicos, mas é revestida de uma estética Trap, Electrónica e Rock. Um cruzamento místico entre o passado e o futuro.”

Esta não é a primeira vez que Tsunamiz revisita Zeca Afonso, tendo o músico também já feito uma versão do tema “Os Bravos”. Tsunamiz é Bruno Sobral, canta e toca guitarra, cria os seus instrumentais e batidas, e compõe e produz a sua própria música, que, segundo o próprio, tenciona destruir barreiras e preconceitos musicais, aliando ao rock uma componente urbana e eletrónica, encontrando influências em várias épocas e estilos.

Fiel à ética DIY (do it yourself), o músico conta para já com dois álbuns de originais, "Evil Live" (2015) e "Whoreporate Censorshit" (2017), ambos lançados de forma independente.

O músico encontra-se presentemente a preparar o seu terceiro álbum de originais que ainda não tem data de lançamento.


DEAD COMBO | Teatro de Vila Real

PARA CÁ DO MARÃO SESSIONS

17/10/2018

NÁDIA SCHILLING | “Bad As Me”


“Bad As Me” é o terceiro single retirado de “Above the Trees”, o disco de estreia a solo de Nádia Schilling, que fez parte de diversas listas de melhores discos de 2017 e promessas para 2018.

A letra, de tom intimista e carácter confessional, fala-nos da necessidade de recomeçar, uma e outra vez, enquanto o instrumental se vai revelando numa balada lenta e em crescente tensão, como um prenúncio de tempestade. Acompanhadas por uma secção rítmica obsessiva, camadas de voz de influência shoegaze/dream pop, as guitarras ao estilo “surf-rock cósmico” transportam-nos até ao topo de um vulcão prestes a entrar em erupção.

Este tema conta com a participação especial de Mário Delgado (guitarrista que colaborou com nomes como Lena D’Água, Maria João, Mário Laginha, Cristina Branco, Carlos Barreto, Luísa Sobral, entre muitos outros).

“Bad As Me” faz parte da compilação “Novos Talentos Fnac 2018”. O vídeo é da autoria de João Pombeiro.


SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS | Documentário "Farewell" Estreia na RTP2


“Farewell”, o disco de estreia de Sean Riley & The Slowriders, celebrou o décimo aniversário em 2017.

Foi objeto de reedição com versões inéditas, vinil colorido, especial e numerado, uma série de concertos dedicados (em que o disco foi tocado na íntegra) e pretexto para um documentário muito especial com a chancela Valentim de Carvalho.

“Farewell”, o documentário, assinado por Rui Portulez e Ricardo Clara Couto, vai agora estrear, dia 19 de Outubro, na RTP2. 

Conta-nos a história da banda e dos seus primórdios, e de como um processo criativo fluido e inspirador, atribulado e orgânico, pode transformar um álbum de estreia num disco único, uma pequena obra-prima capaz de definir uma identidade musical e um legado que ainda hoje perduram.

Com Afonso Rodrigues & Filipe Costa (a banda), Paulo Furtado (mais conhecido como Legendary Tigerman), Rui Ferreira (da Lux Records), Wout Straatman (produtor Lux Records), Hugo Ferreira (ex-director da RUC) e Nelson Carvalho (produtor Valentim de Carvalho).


VÍDEOCLIP | "Praia" - Filho da Mãe


Chega às lojas a 16 de Novembro a edição em vinil de "Água-Má", o novo disco de Filho da Mãe editado via Lovers & Lollypops no início deste ano. Até lá há vídeo novo para o tema "Praia", realizado por Luís Sobreiro e João Diogo Marques, produzido por Pedro Pinheiro. As encomendas para o LP em vinil já podem ser feitas no site da Lovers&Lollypops.

"Água-Má" é sinónimo de alforreca e os tentáculos do ser marinho talvez sirvam de analogia para o dedilhar na guitarra de Filho da Mãe, ou a transparência da criatura como uma referência aos jeitos límpidos e lúcidos das composições que aqui apresenta. 

É um álbum que começa na "Praia", uma vertiginosa corrida de alguém que foge com todas as certezas, e termina em "Casa", onde larga a guitarra e deixa "Água-Má" repousar num registo de tranquilidade em modo field recordings, ficando a sensação de caminho percorrido e dever cumprido.

A distância entre essa "Praia" e a "Casa" é o fulgor de "Água-Má". Filho da Mãe ficciona lugares e situações narrados por alguém que sabe impor o seu próprio tempo e história.


TIME FOR T | "Maria"


Os Time For T acabam de apresentar o single/vídeoclip "Maria".

A canção “Maria” fala do tema de infidelidade, um tema tão velho e usado quanto o amor. Fala do peso que temos quando fazemos coisas que não devíamos e os remorsos de acabar uma relação porque achamos que haverá alguém melhor para conhecer.

"Oh Maria, it's all in your head. Give me one more chance even though I'll need ten"

O novo single pertence ao álbum de estreia "Hoping Something Anything" lançado em 2017 e gravado em Londres ao longo do ano 2016. Esta canção foi reescrita para fazer parte do álbum porque várias pessoas perguntavam pela música ao longo dos anos após ter saído uma primeira versão a solo nos inícios do projecto. Foi talvez a canção mais difícil em termos de direcção e produção no disco.

O vídeo, realizado por Rafael Farias entre a zona de Barão de São João (Lagos) e Lisboa, representa a ideia de solidão e afastamento das pessoas que mais amamos por más decisões.

Time For T foram fundados em Brighton por Tiago Saga, um jovem de herança britânica, libanesa e espanhola que cresceu na Califórnia portuguesa - como o próprio apelida o Algarve. Enquanto estudava Composição Contemporânea na Universidade de Sussex, Inglaterra, Tiago Saga foi criando a sua própria sonoridade assente na world music e folk rock anglo-saxónica com outros músicos que foi conhecendo e com quem foi partilhando as mesmas inspirações: desde Bob Dylan a Ali Farka Toure. Tiago Saga (voz e guitarra), Joshua Taylor (baixo), Martyn Lillyman (bateria), Oliver Weder (teclas) - e outros membros honorários como Andrew Stuart-Buttle (violino), Harry Haynes (guitarra eléctrica) e Louis Pavlo (teclas) - formam os Time For T.

De murmúrios a gritos melódicos, de voz rasgada e de guitarradas dedilhadas por ritmos tropicais, a banda apresenta uma sonoridade única e bem definida capaz de produzir diferentes emoções. "Hoping Something Anything" é o primeiro longa duração que sucede a três EPs que levaram o grupo a concertos desde Nova Iorque a Berlim, vários festivais nacionais (NOS Alive, MEO Sudoeste, Super Bock Super Rock, etc) e internacionais (Green Man Festival, Secret Garden Party, The Great Escape, etc), airplay na BBC Radio 1 e Antena 3 e ainda um número 1 nos Spotify UK Viral Charts.

Agenda:

19 de Outubro - Friday Happiness, Tojeiro

20 de Outubro - Atabai, Barão S. Joao

02 de Novembro - Madalena, Faro

03 de Novembro - Centro Cultural, Barão S. Joao

24 de Novembro - Teatro Lethes, Faro

07 de Dezembro - Teatro do Bairro, Lisboa


BEST YOUTH | "Cherry Domino"


É já esta sexta-feira, 19 de Outubro e na próxima semana, a 25 de Outubro, que os Best Youth apresentam o recém-editado segundo álbum, "Cherry Domino", no Estúdio Time Out Market, em Lisboa, e na Casa da Música, no Porto, respectivamente. Atuam com a formação completa, integrando Fernando Sousa, dos X-Wife, no baixo, Miguel Ferreira, dos Clã, nos teclados e sintetizadores, e Tito Romão, dos Salto, na bateria. O disco chegou às plataformas digitais em Junho, com o formato físico disponível para compra no site da banda. Em breve estará também disponível nas lojas portuguesas.

"Cherry Domino" nasceu após um retiro de Catarina Salinas e Ed Rocha Gonçalves no Alentejo, “no meio de nada’’, e foi gravado e produzido no Porto, por Ed, com excepção de dois temas: "Nightfalls", gravado e produzido em Brooklyn, Nova Iorque, nos CRC Studios, por Patrick Wimberly, dos Chairlift; e "Part of the noise", co-produzido pela banda com Luís Clara Gomes a.k.a. Moullinex. No processo de gravação do álbum foi utilizada com frequência uma drum machine, que nos remete para uma sonoridade dos anos 80. A identidade deste trabalho é ainda marcada por uma estética neo-noir, que relembra bandas de sonoras de filmes como "Blade Runner".

Desde o seu primeiro EP, "Winterlies" (2011), que os Best Youth têm feito um percurso de ascensão na música portuguesa, conquistando também o mercado europeu com destaques na BBC, Clash ou Les InRockuptibles; seguiu-se o álbum conjunto com We Trust, "There Must Be a Place" (2012) e "Highway Moon" (2015), o primeiro disco em nome próprio, que os levou numa longa digressão e colheu os maiores elogios da imprensa nacional. Em 2017 participaram no Festival Eurosonic onde foram consideradas pela imprensa internacional como uma das 10 bandas a ter em atenção no evento.

MÁRCIA | Cineteatro Capitólio

DEAD COMBO | Casa da Música

16/10/2018

TEJO BEAT | 20º Aniversário do Disco de Culto que Reúne 10 Temas Inéditos


Há duas décadas, no âmbito da Expo '98, Henrique Amaro reuniu os talentos emergentes da música nacional da época, criando pontes entre os diferentes géneros e sensibilidades artísticas que se afirmavam e conquistavam públicos.

Esses mesmos artistas são hoje importantes nomes do panorama musical contemporâneo: Cool Hipnoise, Da Weasel, Primitive Reason, Ithaka, Arkham Hi*Fi, Boss AC, Flood, Blasted Mechanism, Zen, Blind Zero e Ornatos Violeta.

Num formato de workshop musical interactivo, as bandas colaboraram com os produtores Mário Caldato Jr. e Mário Barreiros na criação de um disco que viria a ser editado com selo NorteSul / Valentim de Carvalho.

Deste trabalho conjunto, saíram 10 temas inéditos e exclusivos da colectânea, motivo pelo qual volvidos 20 anos "Tejo Beat" goza de estatuto de disco de culto.

A edição em CD encontra-se há muito esgotada, mas a tecnologia está do nosso lado e é já possível ouvir este registo único e histórico do final do século XX em Portugal.

Henrique Amaro, director artístico do projecto, recorda como nasceu o conceito e como decorreram as gravações, numa verdadeira viagem no tempo em pleno Parque das Nações.



Alinhamento:

01. Intro

02. Cool Hipnoise - Change

03. Da Weasel - Produto Habitual

04. Primitive Reason - Quando Uno Pisa Un Caracol

05. Ithaka com Arkham Hi*Fi - The Day Was Hot

06. Boss AC - It's All Right

07. Flood - Viaje Universal

08. Blasted Mechanism - Thick Tongue

09. Zen - Air

10. Blind Zero - The Wire

11. Ornatos Violeta - Tempo De Nasce

VÍDEOCLIP | "Afeto" - Mayra Andrade


Cinco anos depois de "Lovely Difficult", Mayra Andrade regressa em 2019 com um álbum de referência e um novo som. Uma mistura perfeita e natural de Afrobeat, música urbana e música tradicional de Cabo Verde. 

Mayra Andrade nunca esteve tão perto do seu tempo e de si mesma com este novo álbum de raiz cantado em crioulo cabo-verdiano e português. Gravado entre Paris e Abidjan, Mayra explora mais uma vez um novo território musical por meio da colaboração com o amigo e músico Kim sempre Alves e dois jovens beatmakers talentosos 2B e Akatché diretamente da cena musical urbana de Abidjan e Dakar (perto de Sidiki Diabate, Wizkid e Mr Eazy).

"Afeto" é o single de avanço deste novo disco.


ANDRÉ M. SANTOS | "Sete"


Acaba de chegar às lojas o álbum de estreia a solo de André M. Santos - "Sete".

"Desde há muito que o número 7 me acompanha de uma forma peculiar. Ainda novo o encarei como um número da sorte para mim. Mais tarde fui descobrindo toda a carga mística que acarreta em si, sendo mesmo considerado um número que representa a totalidade, a perfeição, a consciência, a intuição, a espiritualidade, a vontade e ainda a conclusão cíclica e renovação.

De forma humilde abraço esta simbologia para o meu primeiro trabalho em nome próprio, iniciando assim um novo ciclo no meu percurso musical. Este disco espelha de uma forma muito completa a minha total essência enquanto músico (guitarrista, compositor e produtor) passando pelas diversas estéticas musicais que me enchem a alma.

7 são as músicas a solo, 7 são as músicas com convidados de luxo, 7 são as cores do arco-íris, 7 são os chakras, 7 são as colinas da minha linda Lisboa, 7 são..." (André M. Santos)

Licenciado em economia pela Universidade Nova de Lisboa (2006), em guitarra (2010) e composição (2015) pela Escola Superior de Música de Lisboa. André teve aulas de Guitarra Flamenca com Oscar Herrero (Madrid) e Pedro Jóia (Lisboa).

Ao longo da sua carreira já tocou com a Orquestra Sinfonietta de Lisboa, Coro Gulbenkian, Orquestra Chinesa de Macau e alguns dos artistas portugueses mais famosos (ex: Teresa Salgueiro, Resistência, Mariza, Ricardo Ribeiro, Mísia, etc.) em vários países do mundo.

É membro residente do Júri do “Concurso de Música de Intervenção de Almada” desde 2007. Em 2011 recebeu o prémio “Jovem Talento” pelo município de Almada.

Como compositor tem escrito para diferentes projetos e estilos de música, abrangendo grupos de música de câmara, grupos de jazz até orquestras de grande dimensão. A sua música tem sido interpretada por alguns dos mais prestigiados músicos de Portugal deste os EUA até à China.

Em 2016 ganhou o prémio de melhor edição pela Associação Nacional de Flauta dos EUA com a sua peça “O motivo da menina Laite” para flauta solo.

André M. Santos é o guitarrista do grupo Melech Mechaya e faz parte do Quarteto de Guitarras de Lisboa.


RUI VELOSO | Campo Pequeno


Rui Veloso, o grande nome da música portuguesa, acaba de anunciar um concerto muito especial que terá lugar dia 08 de Dezembro, no Campo Pequeno.

O cantor, compositor e guitarrista vai apresentar os clássicos de uma carreira recheada de sucessos, num concerto de Natal que pretende reunir as várias gerações de fãs do artista preferido dos portugueses. Os bilhetes serão disponibilizados para venda quinta-feira, 18 de Outubro, às 10.00h.

Com um alinhamento único e detalhadamente preparado para esta noite, o concerto contará com temas memoráveis como “Chico Fininho”, “Não há estrelas no céu”, “A paixão (segundo Nicolau da viola)”, “Jura”, “Porto Covo” ou “Nunca me esqueci de ti”.

Um espetáculo para os fiéis fãs e a oportunidade única para conhecer uma das carreiras de maior sucesso da música nacional.

Rui Veloso é hoje um dos artistas mais influentes da música portuguesa, com sucessos que atravessam gerações, e uma vasta história onde se cruza enquanto artista e compositor com alguns dos mais galardoados nomes da música nacional e internacional.

Afinem-se as vozes para cantar em uníssono todas as músicas de várias gerações.

MALCONTENT REGRESSAM COM NOVO SINGLE "THIS IS THE VIOLENCE OF INSTITUTIONS"


É num mundo polarizado, ainda mais intolerante, violento, com milhões subjugados ao poder do dinheiro cada vez mais na mão de poucos que os malcontent regressam. "This Is The Violence of Institutions", o terceiro longa duração, é um retrato desse mundo onde até a democracia se autodestrói.

Quatro anos após a edição de "Riot Sound Effects", "This Is The Violence Of Institutions" traduz um som ainda mais contundente, questionando a surpreendente incapacidade de contestar o status quo. Num universo sonoro que espelha uma sociedade onde a violência e o entretenimento se confundem, os malcontent incentivam à objecção, a uma atitude diferente.

"Just Loneliness Can Save The World" é o primeiro avanço do novo álbum, que vai ser editado em novembro. O single, disponível nas plataformas digitais a partir de amanhã, é um estímulo à autoconfiança, à determinação, à liberdade individual em oposição ao unanimismo.

A primeira apresentação ao vivo de "This Is The Violence Of Institutions" está agendada para o dia 8 de Dezembro no Woodstock 69, no Porto.

THE BLACK MAMBA | Musicbox


The Black Mamba irão apresentar ao vivo o novo disco The Mamba King já no próximo dia 6 de Novembro, pelas 21.30h, no MusicBox, em Lisboa. O novo álbum fica disponível em todas as lojas e plataformas digitais a 19 de Outubro e já se encontra em pré-venda, em formato CD e Vinil.

Antes desta festa de lançamento, haverá lugar para dois showcases: dia 26 de Outubro, pelas 21h30, na Fnac do Norteshopping e dia 27 de Outubro, pelas 17.00h, na Fnac do Colombo. Entre outros temas novos, serão tocados os singles “Stronger” e o mais recente “Believe”, presentes em várias rádios nacionais.

VÍDEOCLIP | “Por Favor (Diz-Me)”- Boss AC


Depois de este ano ter regressado aos discos com o EP “Patrão”, do qual saiu o sucesso "Queque Foi”, Boss AC lança finalmente a 26 de Outubro o seu muito aguardado novo álbum de estúdio, “A Vida Continua…”.

“A Vida Continua…” é apresentado pelo single “Por Favor (Diz-Me)”, que conta com a participação especial do cantor Matay. O tema e o vídeo são revelados hoje, 16 de outubro.

O disco já se encontra disponível em regime de pré-venda no formato físico e digital. Nas lojas Fnac, a pré-venda do álbum físico traz como oferta o EP “Patrão”. Boss AC vai fazer uma apresentação do novo disco na Fnac do Colombo, no dia 28 de Outubro, às 18.30h.

O novo AC é o velho AC, se não fosse assim eu não estava aqui.” O presságio consta no EP “Patrão”, lançado em Abril, e acaba por servir de mote ao que encontramos neste sexto e novo álbum de Boss AC, “A Vida Continua...”, e a música também.


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