05/06/2020

JORGE PALMA AGRADECE TODO O RECONHECIMENTO RECEBIDO NO DIA DO 70.º ANIVERSÁRIO


O dia do 70.º aniversário do Jorge Palma foi intenso, cheio de amor e gratidão. Ao grupo de mais de 50 amigos que tomaram conta das redes sociais de Jorge Palma juntaram-se muitos outros, num abraço coletivo que contagiou o País nesta quinta-feira. Família, amigos, companheiros de estrada, comunicação social e o Presidente da República, ninguém quis passar o dia 4 de Junho de 2020 sem saudar o aniversariante que completou 70 voltas ao Sol.

Jorge Palma agradece todo o carinho que recebeu, oferecendo a todos esta mensagem que termina com uma surpresa apontando para o futuro porque "enquanto houver estrada para andar, a gente vai continuar".

PAULO GONZO | "Está Tudo Bem"


Paulo Gonzo acaba de estrear um novo single e vídeo "Está tudo bem", já disponível nas plataformas digitais. O novo tema é um dos originais retirado do álbum "Essencial", a ser editado entre Setembro e Outubro.

Só mesmo as canções parecem dispor do sortilégio que lhes permite adaptarem-se a ocasiões especiais das nossas vidas. Olhemos, ouvindo, o inédito que Paulo Gonzo nos oferece agora “Está Tudo Bem”, a frase que tanto procurámos, fosse qual fosse a origem. Órgão e guitarra em tensão, à maneira do artista, conduzem-nos aonde queríamos: “Parece um espanta-medos a falar e a dizer – está tudo bem, eu já cheguei”. 

É inevitável que, por agora, ouçamos este “Está Tudo Bem” de uma forma particular. Não é menos seguro que, quando os ventos e as marés voltarem a uma passada normal, estas cantigas ganhem outros contornos, sinais, lugares, sentidos. Como acontece sempre com o património artístico acumulado por Paulo Gonzo.

FERNANDO FERREIRA | "Mantenhas"


Fernando Ferreira edita hoje o álbum "Mantenhas".

"Na canção que abre “Mantenhas”, último álbum do surpreendente Fernando Ferreira, ouvimos o som de uma percussão. É um som que existe como porta de entrada para uma viagem que não sabemos onde nos leva, um som que nos habitua à estranheza de um caminho mesmo antes de sabermos se é sequer um caminho.

Tudo neste trabalho é um apelo.

À tolerância – porque cada uma das canções vive do enorme desafio de unir continentes, culturas e pele.

À liberdade – porque é um trabalho aberto ao mundo e à sua diversidade. Com a extraordinária capacidade de nos permitir alargar o mundo como apenas os africanos conseguem. Mas também com o talento de juntar às origens uma influência cosmopolita europeia.

A África de Fernando Ferreira, a que ouvimos nestas canções que agora apresenta ao mundo, é um continente quase metafísico. Vive da memória de si e de um lugar de felicidade, mas que não é um lugar exato, um bocadinho como se fosse uma refeição de infância, irrepetível, única e pura. De alguma maneira, “Mantenhas”, o mesmo que dizer “Saudação”, corresponde a uma procura mítica de uma pureza perdida, a procura de um mundo em que exista luz, campos abertos e uma ideia de felicidade – seja isso o que for.

Nestas magníficas canções estão as mornas e a coladeira, mas também a música dos portos do mediterrâneo ou o jazz. Estão a MPB e um fado que dificilmente é reconhecido sem escavação, trabalho para arqueólogos, viajantes ou sonhadores.

É um álbum de um homem sem pátria, mas que nunca será apátrida. Fernando Ferreira é o contrário disso, alguém que deseja carregar todas as pátrias que em si conseguirem caber. Ele próprio canta que “não amou por desejar o mundo inteiro”, num dos versos mais bonitos de “Mantenhas” da autoria do João Afonso.

Se na primeira canção uma porta se abre, na última exalta-se a vida com um final de festa que nos apela a que sejamos maiores, que nos chama para uma dança que, como o amor, nos poderá salvar das cinzas de um tempo cinzento e obscuro.

Para ouvir.

E guardar sempre que precisarmos de viajar sem bagagem, livres como as crianças. Desamparados num amparo de liberdade." (Luis Osório)


MAURA AIREZ | "Meu Amor é Marinheiro"


Depois da interpretação do tema “ Dois Corações”, dos Melim, Maura Airez, interpreta agora o fado da maior fadista portuguesa. Meu Amor é Marinheiro” é um dos temas de maior sucesso de Amália Rodrigues, com melodia de Alain Oulman. Um poema inspirador de Manuel Alegre que fala de liberdade e da ânsia de a conquistar, composto num período em que se vivia a claustrofobia da censura e que, por essas razões, muitas das vezes, foi proibido de ser cantado e escutado. Agora, Maura Airez, a princesa do fado, canta este belíssimo tema com a sua voz encantadora que transmite toda a liberdade que a música precisa expressar.

No ano em que a diva do fado, falecida em 1999, faria cem anos, esta é a forma de Maura homenagear a artista, que não conheceu, mas cujas lições de fado tem seguido desde sempre.

E agora, “Silêncio que vai se cantar o Fado”.

04/06/2020

JORGE PALMA | 70 Anos de Vida


Jorge Palma faz 70 anos e é um dos poucos artistas portugueses que escreve, toca, compõe, canta, arranja e produz. Tem uma longa carreira recheada de discos marcantes e canções que sabemos de cor, e que constituem capítulos relevantes da história da pop portuguesa. É um artista transversal e intemporal, um clássico, uma referência, uma instituição. Já podia ter nome de rua ou estátua na praça, mas garantidamente é um dos nomes de que todos, unanimemente, nos orgulhamos por ser dos nossos.

Jorge Palma aprendeu piano no conservatório e tocou nas ruas e no metro. Foi ao Festival da Canção e fez o tema título da mítica série de televisão “Zé Gato”. Teve bandas como os Sindicato (com Rão Kyao, entre outros) ou o Palma’s Gang (supergrupo com Flak e Alex Cortez dos Rádio Macau e Zé Pedro e Kalú dos Xutos). Cruzou-se com artistas tão diferentes como Amália Rodrigues, Tonicha, Censurados, Sérgio Godinho, Amélia Muge, José Barata Moura ou João Pedro Pais.

Estreou-se na Valentim de Carvalho a solo em 1975 com “Com uma viagem na palma da mão”. O disco composto em Copenhaga, enquanto exilado político. Um disco de libertação (ou não tivesse acontecido o 25 de Abril há poucos meses...), dores de crescimento e de procura de uma voz, já com os primeiros esboços daquilo que viria a ser a canção à Palma, povoada de histórias longas de poesia narrativa e sem espartilhos métricos. Uma busca extensível à música e aos arranjos, sob influências várias, do rock progressivo ao jazz, passando pelo musical e pela música psicadélica, com espaço para momentos mais intimistas ao piano.

Parabéns Jorge Palma!


COLISEU DOS RECREIOS REABRE A 13 JUNHO, COM RUA DAS PRETAS


Pierre Aderne e os músicos da Rua das Pretas foram convidados pelo Coliseu para o espetáculo que na noite de 13 de Junho, às 21.30, vai marcar a reabertura do Coliseu dos Recreios em Lisboa, depois de três meses encerrado devido à pandemia provocada pelo coronavírus.

Será um evento muito especial já que músicos e espetadores, estarão todos em palco, com uma lotação muito reduzida, para celebrar o Santo António e o lançamento do single duplo, "Lisboa de janeiro“ e “A sombra do meu chapéu“ do novo álbum da Rua das Pretas.

O público estará como se estivesse em sua própria casa para voltar a vivenciar a música, o vinho e a partilha numa das mais emblemáticas salas da Europa, que antes recebia até 4.000 pessoas por concerto e por onde já passaram muitos dos maiores artistas mundiais.

Todos os espetadores serão recebidos à porta pelos organizadores, sendo depois encaminhados para os lugares marcados no palco do Coliseu, que estão de acordo com o espaçamento sugerido pela DGS. Cada pessoa receberá à entrada como oferta um copo de vinho com o seu nome para poder desfrutar em segurança do concerto e beber os vinhos selecionados pelos “ wine roommates “ da Rua das Pretas.

03/06/2020

BIZARRA LOCOMOTIVA EDITAM “ÁLBUM NEGRO” E “MORTUÁRIO” EM CASSETE


Os históricos Bizarra Locomotiva lançam pela primeira vez os discos "Álbum Negro" (2009) e "Mortuário" (2015) no formato Cassete Tape. Enquanto preparam o seu sétimo álbum de estúdio (com data de edição inicialmente prevista para 2020), os Bizarra Locomotiva oferecem assim aos seus fãs mais 2 objectos de culto.

SEQUIN | "Milvus"


Sequin lançou esta segunda-feira, 01 de Junho, um novo vídeo para o tema "Milvus", em jeito de celebração do Dia da Criança.

"Milvus" é uma das músicas de "Born Backwards", álbum produzido por Xinobi, editado em 2018 e do qual também fazem parte os singles "Honey Bun", "Queen", "Loveless" e "Borderline".

Entretanto, Sequin já se encontra a trabalhar no seu próximo disco, o quarto registo de originais, que contará com o apoio à edição fonográfica da Fundação GDA.

L-BLUES | "Luz"


A banda L-Blues lançou a 1 de Junho o seu terceiro disco que se chama “Luz”, com distribuição mundial em todas plataformas digitais.

O disco foi produzido por Paulo Miranda no Amp Studio em Viana do Castelo e contou com a participação especial de David Martins nas teclas no tema "Ausência" e da vocalista Vera Fernandes da banda Barcelense Demure.

O conceito poético para este disco é baseado na “Esperança” e na certeza de haver sempre a esperança de encontrar a luz no fundo do túnel!

"Luz" é um disco bastante eclético, mais polido na sonoridade e conceito estético da banda, mas mantem a visão artística de juntar o Blues, o Rock, folk com a poesia em português.

02/06/2020

FESTIVAL ARTES À VILA | Mosteiro da Batalha


As Capelas Imperfeitas e o Claustro Real do Mosteiro Santa Maria da Vitória, recebem no sábado 27 de Junho, concertos do músico portuense Manel Cruz e do antigo vocalista dos Jafumega - Luís Portugal, o Gajo e o rancho folclórico Rosas do Lena. O Artes à Vila será apresentado pelo oVo Mau a partir das 20.30h.

Com uma edição dedicada à música nacional o Artes à Vila estará disponível nas plataformas online do festival e pode assistir sem sair de casa aos concertos.

Neste contexto excecional e imprevisível, o Artes à Vila realiza-se sem público e em direto do Mosteiro da Batalha, apoiando a economia da cultura a manter a música bonita a tocar e, celebrar com os portugueses a cultura e o património nacional.

LUTA LIVRE | "O Problema é o Sistema"


LUTA LIVRE é o novo projecto do músico Luís Varatojo que resulta de um olhar interventivo sobre a sociedade e a actualidade. Nas palavras do jornalista Manuel Halpern:

É música de intervenção alicerçada na melhor tradição de Zeca Afonso, José Mário Branco, Clash ou Gil Scott-Heron, mas com uma linguagem estética aplicada à vida contemporânea, feita de ecrãs, redes sociais, frases curtas, movimentos rápidos. Musicalmente, também responde a essa nova essência mesclada, algures entre o jazz, o pop e o hip-hop, mas sem nunca se dispersar ao ponto de pôr em causa a clareza da mensagem. Mudam-se os tempos mudam-se as canções. Mas a Luta continua.

O escritor José Luís Peixoto acrescenta: “Desde há 46 anos que, em Abril, regressa a memória daquilo que o sonho de liberdade é capaz. Precisamos muito de quem nos avive essa memória. Ainda bem que continua a haver quem não tenha medo de dizer certas palavras, de cantá-las.”

Depois de dar a conhecer canções como “Política” (com a colaboração de Ricardo Toscano no saxofone e do coro Gospel Collective), “Ninguém Quer Saber” (com Kika Santos) e “Iniquidade” (com o saxofonista Edgar Caramelo), é altura de revelar um novo tema, “O Problema é o Sistema”, que volta a contar com a participação de Kika Santos.

SEAN RILEY | Teatro José Lúcio da Silva


Sean Riley atua (a solo) na reabertura ao público do Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, no dia 5 de Junho, sexta feira, pelas 2130h.

Seguindo todas as medidas de segurança definidas pela DGS os fã poderão assistir ao espectáculo (de 30 minutos) mediante a compra de bilhete aqui ou, em alternativa, no facebook do Teatro.

01/06/2020

THE MIAMI FLU | "New Season"


"New Season" é o single de avanço do novo disco dos The Miami Flu que se apresentam com nova sonoridade e nova formação - Pedro Ledo, Luís Matos e Tiago Sales. É nítido o amadurecimento da banda em relação ao trabalho anterior ‘Too Much Flu Will Kill You’ editado em 2016. ‘Quisemos com este disco uma coisa super hi-fi, hiper realista e polida para contrastar com o lo-fi que fazíamos no disco anterior’.

Com um refrão synth rock - sem guitarras - e uns versos mais "laidback" esta "New Season" é a primeira música do álbum e fala essencialmente de mudança e adaptação a novas realidades, presentes e futuras. Em termos sonoros percebemos que a banda mantém o rock psicadélico mas olham-no de uma forma diferente, mais polida. Um elogio da técnica que metamorfoseia a realidade, também ela em constante evolução, irrepetível como o passado e contínuo como o futuro. Nada nunca mais será igual.

A capa do single ficou a cargo de Serafim Mendes, artista portuense, que trabalha o conceito estético de 3D hiper realista e sensorial "que encaixou exatamente no que procurávamos - o foco nas texturas e luz".

O disco foi gravado e produzido pelo Zé Nando Pimenta dos Estúdios Meifumado e chega ao mercado em Outubro do presente ano com selo da editora portuense Saliva Diva focada na cena underground portuguesa. Até lá aproveitemos a "New Season".

AMÍLCAR CABRAL HOMENAGEADO POR BANDÉ-GAMBOA


Bandé-Gamboa é um projeto que envolve duas bandas all-star, criado para reinterpretar temas extremamente raros da Guiné-Bissau e Cabo Verde, dedicados à memória de Amílcar Cabral, a força intelectual e estratégica por detrás da independência dos dois países, cujo sonho era que eles permanecessem um só.

Bandé-Gamboa tem direção artística do conhecido DJ, beat digger e produtor francês de hip-hop e funk, Guts, que coleciona no seu repertório colaborações com nomes como Patrice, Coddy ChesnuTT, Grand Puba ou Masta Ace.

O conceito e produção executiva ficaram a cargo do DJ e investigador português Francisco “Fininho” Sousa, ex-membro e cofundador dos Celeste/Mariposa que construíram uma coleção reconhecida de discos, cassetes e CD’s de música esquecida dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP). O disco “Horizonte” é editado mundialmente a 12 de Junho pela editora parisiense Heavenly Sweetness.

Nas palavras de Francisco “Fininho” Sousa a missão deste projeto é “dar ao Gumbé e ao Funaná visibilidade internacional partindo da tradição para uma sonoridade mais urbana, contando com alguns dos maiores talentos dos dois países”.

31/05/2020

CUCA ROSETA | "Amália Por Cuca Roseta"


A morte só mata quando deixamos. Enquanto celebrarmos a vida que a antecedeu, pode ser contrariada e menorizada. A vida enquanto percurso, enquanto afirmação, enquanto legado e enquanto força capaz de inspirar outros a fazerem o seu próprio caminho. De certa forma, é isso que está por detrás do disco “Amália por Cuca Roseta”.

Mais do que uma homenagem de Cuca Roseta à maior voz do fado, trata-se sobretudo de um agradecimento pessoal a uma mulher e a uma obra que, desde o primeiro momento, se tornaram um alicerce fundamental para o seu crescimento artístico enquanto fadista.

Alinhamento:

01. Vagamundo

02. Lágrima

03. Marcha do Centenário

04. Ai Mouraria

05. Fado Malhoa

06. Fadista Louco

07. Marcha da Mouraria

08. Com que Voz

09. Estranha Forma de Vida

10. Barco Negro

30/05/2020

POP DELL´ARTE | "Transgressio Global"


10 anos depois do último disco de originais, os Pop Dell'Arte estão de regresso, com um álbum novo: "Transgressio Global". O disco contém 20 gravações inéditas da banda e uma versão do clássico "El Derecho de Vivir en Paz" de Vitor Jara.

Entre as surpresas, conta-se também o facto de, pela primeira vez num disco dos Pop Dell'Arte, existirem temas construídos a partir de poemas de outros autores: "Cá, Nesta Babilónia" de Luís Vaz de Camões, "Mellitos Oculos Tuos, Iuuenti", em latim clássico, de Gaio Valério Catulo e ainda "Egô Desóptron Eien (Eγὼ δ’ ἔσοπτρον εἴην )", em grego antigo, um poema anacreôntico de autor e data desconhecidos do final do Império Romano



CLÃ | "Tudo No Amor"


[Véspera em Casa] é uma pequena série de vídeos em que os Clã, cada um no seu canto, tocam versões minimais de alguns temas do álbum "Véspera".

JORGE BENVINDA | "Por Ti"


Jorge Benvinda estreia-se a solo. Na base do seu processo de criação podemos encontrar o amor por tudo e por todos o que o rodeiam. "Por Ti" é o single de avanço deste trabalho.

TIM INAUGURA LIVE@ACASINHA

29/05/2020

SURMA | “Sybille


Surma edita esta sexta-feira, dia 29 de Maio, um tema inédito totalmente feito no período de quarentena. “Sybille” foi a maneira da artista se expressar durante os tempos atípicos que vivemos.

Esta foi uma canção que não estava no planeamento de Surma para 2020, a preparar o seu segundo disco de originais, a artista dividia-se entre a estrada e o estúdio antes da implementação do Estado de Emergência em Portugal devido à pandemia da Covid-19. No entanto, e como muitas outras pessoas, em arço também se confinou em casa e viu toda a sua agenda em pausa e planos em suspenso.

Foi neste contexto de isolamento e nas viagens ao seu subconsciente que surgiu “Sybille”, uma canção que reflete tanto uma exploração do interior de Surma enquanto pessoa e artista, como um escape à realidade que a rodeou durante esse período.

Já sobre o vídeo, gravado, coreografado e protagonizado pela própria em isolamento, Surma explica que a ideia surgiu de ser "uma amante de teatro, performance e de toda e qualquer expressão artística. Dançar não é o termo mais correcto que possa dar a este vídeo, já que não sou lá grande bailarina, mas sim o assumir dessa minha descoordenação. Assumir a estranheza, o que flui naturalmente sem qualquer guião e/ou restrição, seres tu e assumires essa mesma essência! Influenciada por Miranda July meets Kate Bush meets Kabuki Theater!"

“Sybille” não é ainda um tema de avanço do novo disco, mas antes uma resposta de Surma a 2020.

PEDRO JÓIA | "Zeca"


Chegou hoje às lojas "Zeca" (Sony Music, 2020), um disco/homenagem do guitarrista Pedro Jóia à obra musical de José Afonso.

Alinhamento:

01. A Formiga no Carreiro

02. A Morte Saiu à Rua

03. Venham Mais Cinco

04. Menino do Bairro Negro

05. Os Vampiros

06. Balada do Outono

07. Vejam Bem

08. Traz Outro Amigo Também

09. Verdes São os Campos

10. Cantigas do Maio


NOISERV | "Por Arrasto"


Noiserv apresenta esta sexta-feira, dia 29 de Maio, a sexta música do seu novo e quarto disco, com data de lançamento marcada para Setembro de 2020.

Num registo mais intimista que o das músicas já reveladas, em “Por Arrasto” a guitarra recupera o protagonismo e partilha-o com a voz do músico lisboeta.

O tema reflete sobre como o mundo acontece em permanência, num ciclo mecânico de justa continuidade, enquanto o ser humano vive refém das suas emoções e medos tendo muitas vezes de recomeçar e reinventar-se.

O conceito por trás do vídeo, tal como os outros até aqui lançados com o selo Casota Collective, surgiu de um acaso. Noiserv explica que "um dia li que todas as nossas emoções se podem descrever com base em quatro emoções básicas: alegria, medo, tristeza e raiva. Num género de montra congelada dessas emoções surgiu este vídeo, recriando um lugar imaginário onde guardamos a primeira vez que sentimos cada uma das quatro."

"Por Arrasto" assinala já seis meses de lançamentos, um novo single que antecipa a edição do disco, que está cada vez mais próximo.


28/05/2020

MONDAY ESTREIA-SE NOS LANÇAMENTOS INTERNACIONAIS COM UMA EDIÇÃO JAPONESA DE "ROOM FOR ALL"


Amanhã, dia 29 de Maio, Monday estreia-se nos lançamentos internacionais com uma edição japonesa de "Room for All", novo trabalho da artista lançado em Março de 2020 em Portugal, com singles como "little fish", "out-in" e "convictions".

O lançamento terá o selo da Inpartmaint Inc., responsável pela edição naquele país de de nomes como DIIV, Paul Weller, Jenny Hval, Vivian Girls, Nils Frahm, entre muitos outros.

A edição nipónica chega em formato de long-play e contará, para além dos 6 temas originalmente incluídos no EP, com 3 faixas extra: "out-in" (Vaarwell remix), "Steamboat", versão da canção de Adrianne Lenker dos Big Thief, e "One", canção que deu nome ao disco de estreia de Monday.

Tracklist edição japonesa:

01.i’m sleepy

02.out-in

03.little fish

04.convictions

05.room for all

06.whenidie

07.out-in (Vaarwell Remix)*

08.Steamboat*

09.One*

*bonus tracks

"Room For All" em Portugal é editado pela Street Mission Records e já se encontra disponível nas plataformas digitais, Bandcamp da editora e através das páginas nas redes sociais de Monday.

As canções do EP foram co-produzidas com Miguel Nicolau (Memória de Peixe) e trocam as influências folk por uma estética mais despreocupada, carregada de guitarras ondulantes e sintetizadores suaves, onde a sensibilidade pop se destaca e a voz de Cat Falcão aparece mais ambiciosa e confiante.


SILVA | “Ao Vivo em Lisboa”


Silva lançou, na passada sexta-feira, o álbum “Ao Vivo em Lisboa”, gravado durante a sua última digressão em Portugal. Com o registo dos espetáculos na capital portuguesa, o projeto apresenta 16 faixas que incluem composições autorais e alguns clássicos da MPB (música popular brasileira) e do samba.

Recordando as seis apresentações no Cineteatro Capitólio (Lisboa), em março de 2019, “ Ao Vivo em Lisboa” apresenta um espetáculo mais intimista e acolhedor, onde Silva, acompanhado do percussionista Hugo Coutinho, interpreta parte do seu último álbum de estúdio, “Brasileiro”, e composições conhecidas na voz de grandes nomes da MPB como Pixinguinha, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Martinho da Vila e Marisa Monte - formato inédito na carreira do artista.

Lisboa é uma cidade que me recebe desde que lancei meu primeiro disco, mas eu ainda não tinha feito um show nesse formato voz, violão e bateria/percussão”, conta Silva. “O público de Lisboa é quente, mas da sua maneira. As pessoas fazem um silêncio sepulcral durante as músicas e aquela festa quando termina”, declara o cantor sobre o acolhimento do público português.

27/05/2020

MANUEL DORDIO APRESENTA "DOR", PRIMEIRO TRABALHO A SOLO


O músico e guitarrista Manuel Dordio acaba de lançar o primeiro álbum a solo, Dor. Editado com o apoio da Fundação GDA, o disco está disponível no Bandcamp (link) e, muito em breve, em CD.

Em Dor - título que faz um jogo de palavras com o seu apelido – o músico explora, em nove temas, territórios tanto ambientais e espaçados, como íntimos à guitarra.

Manuel Dordio acompanha há vários anos muitos artistas do panorama pop português. Depois de ter composto a banda sonora para as curtas-metragens Layla meets Lancelot (Joana Linda, 2016) e Sunday (Hanspeter Ammann, 2018) surgiu o desejo de mostrar o seu trabalho individual.

Com composição, guitarras, electrónica e gravação de Manuel Dordio, a mistura e masterização do disco foram da responsabilidade de Pedro Faro, do Silver Donkey Studio.

Os dois primeiros videoclips, realizados por Joana Linda, são Caldo e Layla, feitos a partir de imagens de duas viagens, que fazem parte do arquivo da realizadora.

Tanto os vídeos como a imagem gráfica de Dor são da autoria da fotógrafa e realizadora Joana Linda, criando assim uma unidade e coerência em todos os materiais. A linha condutora é uma polaroid escolhida por Manuel Dordio para capa do disco. Uma imagem abstracta e pouco nítida onde se vislumbra parte de uma estrada e alguns ramos de árvores. A partir daí foi criado um universo onírico que junta imagens de natureza e animais, retiradas do arquivo pessoal da realizadora, e a manipulação digital, da mesma forma que no disco se juntam as guitarras e os sintetizadores.

O disco em formato digital está já à venda no Bandcamp por 7€, sendo que, nos dias 5 de Junho e 3 de Julho, o Bandcamp prescinde das comissões e o valor total das vendas reverte a favor dos artistas.




MARGARIDA PINTO | "Todas As Coisas"


Todas as coisas importam, mesmo as mais pequenas. Se calhar, às vezes, essas são mesmo as mais importantes. E Margarida Pinto sabe bem disso. Sabe bem de muita coisa. Do poder da voz, por exemplo.

Com os Coldfinger, Margarida gravou entre 2000 e 2013 um conjunto importante de trabalhos que são peças fundamentais do tabuleiro em que se jogou a modernidade e o futuro da música pop portuguesa, aquela de espírito mais livre, de horizontes mais amplos, tocada pela tecnologia, mas com balanço orgânico certo.

Em 2005, primeiro, e 2009, depois, Margarida já nos tinha deixado avisos sob a forma de um álbum, Apontamento, e de um EP, A Aprendizagem de, que a confirmaram como um dos mais superlativos talentos vocais da nossa praça. É que Margarida é uma daquelas raras artistas a quem a arte se cola de forma natural, sem esforço, com a sua garganta a ser um real tesouro que na verdade ainda aguarda ser descoberto por um público mais vasto. Mas as coisas preciosas não deixam de o ser só porque são secretas, nem perdem o valor quando os segredos se transformam em certezas que todos partilham.

É assim com Todas as Coisas.

O novo álbum de Margarida Pinto é o resultado de um longo e íntimo processo feito música, feito canção, feito palavra e respirar. Margarida teve que aprender a reconhecer a sua própria voz, a interior, aquela que a impelia a transformar em melodias as ideias que assomavam à sua boca, a embalar com as mãos, no piano, os impulsos que queria fazer canção.

E de “Mundo” Perfeito” ou “Astronauta” a “Bela Manhã”, “Bendita era eu” ou “Luz Breve” são vários, múltiplos e profundos os retratos de todas as coisas, pequenas e não tão pequenas, os que Margarida aqui nos oferece. Há também uma bela versão de outra alma forte, Xana, a icónica vocalista dos Rádio Macau de cujo trabalho a solo Margarida extraiu a lição de que precisou a dada altura, “Manual de Sobrevivência”. E há até um vislumbre de futuro, que é isso que todos os artistas fazem, eles que sentem antes dos outros, que olham mais longe e que sabem, antes mesmo do tempo: “Tudo Vai Ficar Bem”, canta ela, com apoio de segundas vozes de Leonor Bastos.

A produção do álbum pertence ao mesmo Frederico Pereira que assinou produções de trabalhos de Gisela João ou Helder Moutinho, ele que está habituado a fixar a verdade das vozes e a dar-lhes o envolvimento certo.

Todas as Coisas que Margarida nos canta ao ouvido são importantes. E todas estas coisas são ela. São pop e têm alma. São transparentes, mas guardam segredos. São imediatas, mas bem que poderiam durar para sempre.

PEDRO IACO & MANUEL LINHARES NO SARAU TEDX SÃO PAULO


O TEDx São Paulo ( Brasil ) feito a partir de casa apresenta hoje, dia 27 de Maio um Sarau de música e convida o projeto em duo Pedro Iaco & Manuel Linhares a estar presente. A inscrição pode ser feita através do seguinte link https://bit.ly/2TCFhEX. Toda a informação sobre o Sarau TEDx aqui: https://bit.ly/2X2tIsN.

26/05/2020

ANA BACALHAU | "Memória"


Quem era/ Como era/ Somos só memória à espera de não ser esquecida”. Estes versos são retirados do novo e muito aguardado single de Ana Bacalhau e, mais do que nunca, estas palavras têm um grande impacto face ao contexto que todos vivemos.

A cantora lança esta sexta-feira, dia 29 de maio, o single “Memória”, primeiro cartão de visita do seu segundo álbum, sucessor de “Nome Próprio” (2017), a ser lançado ainda este ano. Para este single, Ana Bacalhau decidiu pegar no telefone e desafiar João Direitinho, Guilherme Alface e Mário Monginho, membros dos ÁTOA, para escreverem esta canção. A produção ficou a cargo de Twins (já trabalhou com Fernando Daniel, Murta, Dengaz, entre outros).

“Memória” é uma canção bastante emotiva. Fala de alguém que está à procura de si, perdido entre a memória do que foi e a incerteza do que virá a ser.

VÍDEOCLIP | "Praia" - Marta Hugon


“Praia” é um dos temas incluídos no mais recente álbum da cantora, título que surgiu de um verso do single que serve agora de inspiração para o novo videoclip filmado na Praia, a capital de Cabo Verde. 

Considerada uma das grandes vozes do jazz português, Marta Hugon canta letra, que ela própria escreveu, num ambiente que viaja pelo jazz e pela pop, com influências de ritmos africanos. “A minha ligação à cidade da Praia vem da infância. A primeira viagem para fora de Portugal levou-me até lá. Fiquei um mês. Depois, voltei muitas vezes, até para cantar. Quis que a letra fosse uma declaração de amor a um lugar e a uma memória”, explica a artista.

Nas palavras de Sara de Tavares, compositora deste tema, “Praia” é “Praia Maria, Praia Atrevida. Primeiro estranhei, depois entranhei. Se tenho amigos de abraços rijos que me dizem a verdade no rosto é lá, naquele chão poeirento. Comer arroz com feijão Congo, subir pela Ponta d’água e de lá olhar a txada, txadinha ...cheiro e som na Praiadise”.

“Coração na Boca”, lançado em setembro do ano passado, conta com composições de Mário Laginha, Sara Tavares, Joana Espadinha, Maria Villanueva, Francisca Cortesão e André Fernandes e com arranjos e produção de Luís Figueiredo. O quinto disco de Marta Hugon inclui ainda letras de José Eduardo Agualusa, Afonso Cabral e Nádia Schilling.

25/05/2020

TELMO PIRES | "Sem Peso ou Medida"


Telmo Pires pelas palavras de Tiago Torres da Silva a propósito do novo single "Sem peso ou medida"

"Há muito tempo que eu e o Telmo vimos conversando para juntar os nossos talentos. Demorou mais do que ambos esperávamos mas em boa hora esta letra encontrou a alma do Telmo. Comove-me ouvir estas palavras assim cantadas. E creio que este será só o primeiro de muitos fados onde as minhas palavras e a voz do Telmo se encontrarão pela vida fora!

Muito obrigado ao Marceneiro por este magnífico Fado Cravo, muito obrigado ao Telmo por acreditar nas minhas palavras e muito obrigado aos deuses que me continuam a segredar palavras como estas!“ (Tiago Torres da Silva, 8 de Maio 2020)

YOLANDA SOARES | "Fado Permanente"

"Fado Permanente" é o título do novo tema original que a cantora crossover Yolanda Soares assina como autora juntamente com António Lopes Golçalves , o compositor, músico, arranjador e seu colega de alguns anos, que já fez parte dos seus antigos projectos, Musicbox Fado em Concerto de 2006 e Metamorphosis de 2010.

Yolanda Soares afirma que tem várias composições do músico na "gaveta", para as quais contribuiu com letras suas e até compondo a linha melódica tendo um prazer redobrado nesta tarefa, já que escrever e improvisar melodias é algo de bastante natural desde pequena e que pretende dar continuidade .

Este tema fala da saudade, da dor da ausência, da distância, mas focando-se no seu lado mais belo e poético, onde essa condição de se estar em constante espera por algo que nunca vem, e em silêncio, se torna soberana e eterna, criando o Fado. O Fado Permanente.

É uma forma de estar na vida, diz Yolanda, e mesmo não sendo fadista de raiz, sente que esta forma de estar, foi e é a sua. Diz: "Desde pequena que espero algo que não vem, que está eternamente ausente. Tenho uma espécie de angústia constante. Mas uma angústia que, de certa forma, me dá algum prazer. Como se necessitasse disso para sentir, digamos que, a eternidade. Que há mais alguma coisa que me espera. Eu não sou fadista mas sinto-me uma "mulher do fado". Tenho momentos de total silêncio numa espera constante por algo. E sou assim desde pequena...". Há quem lhe chame inquietação.

Para dar toda a alma do Fado que Yolanda queria para este tema, convidou o magnífico fadista Miguel Ramos para se juntar a ela. "...A voz do Miguel neste tema novo , foi gravada há cerca de um ano, precisamente na minha casa . Era para ser apenas uma maquete pois não tenho nenhum estúdio. Mas acabei por utilizar esta gravação da voz dele , e seguir em frente com o que faltava pois agora estivemos impedidos de nos juntar para voltar a gravar....." dada a situação de pandemia.

“Fado Permanente” estará disponível a partir de dia 28 deste mês nas plataformas digitas .

24/05/2020

AGIR LANÇA “ALMA” E UNE-SE À SOS VOZ AMIGA PARA MOSTRAR QUE JUNTOS PODEMOS VENCER A SOLIDÃO


Um telefonema pode mudar uma vida e uma música pode inspirar muitas. No seu novo single “Alma”, AGIR partilha com todos o que sabe ser a dor individual de muitos: a solidão. O desespero que amiúde sentimos pode não necessitar de grandes e nobres soluções, bastando-nos muitas vezes um ouvido. Um colo. Uma voz. Na voz de AGIR, “Alma” oferece-nos empatia e, sem julgar, recorda-nos que a solidão é um sentimento universal, que transcende géneros, faixas etárias, estratos sócio-económicos, nacionalidades e credos.

“Alma” não foi escrita com o intuito de apoiar causas ou angariar receitas mas, depois de gravada e concluída a sua mistura, em pleno estado de emergência devido à pandemia de Covid-19, tornou-se evidente que poderia ser um contributo para ajudar as pessoas a vencerem a solidão, numa altura em que as perturbações mentais dispararam ou se agravaram, devido ao confinamento, à degradação das condições económicas, à incerteza quanto ao futuro e a tantas outras causas individuais. 

Atribuir 100% do lucro dos plays de “Alma” à Associação SOS Voz Amiga é a forma que AGIR encontrou de agradecer e amplificar a existência desse ouvido, desse colo, dessa voz, que tantos procuram e encontram nas dezenas de voluntários que há mais de 40 anos dão tudo, de forma anónima, não exigindo nada em troca. Mas são sempre poucos para os tantos que precisam de ser escutados e desde o início do estado de emergência essa insuficiência tornou-se desesperante: são mais as chamadas que ficam por atender do que as que conseguem, efectivamente, encontrar uma voz amiga do outro lado da linha, ficando 1/4 das chamadas sem resposta. 

É também isso que AGIR procura: sensibilizar-nos para a necessidade de angariação de mais voluntários para a Associação SOS Voz Amiga, que nesse acto de generosidade e abnegação, na escuta do outro, ajudam a vencer a solidão de tantos. Porque, muitas vezes, é quando finalmente conseguimos verbalizar a outros o que sentimos, que nos ouvimos, também, a nós próprios.

Com 3 álbuns em nome próprio, o primeiro, homónimo, “Leva-me a sério” e “No Fame”, AGIR é um dos mais reputados artistas da sua geração, sendo presença constante nas rádios quer pelos temas a solo, quer pelas diversas colaborações com alguns dos maiores nomes da música nacional como Ana Moura, Carolina Deslandes, Diogo Piçarra, Karetus ou, mais recentemente, Papillon e 9 MILLER. Do seu percurso fazem parte várias conquistas entre as quais três Coliseus esgotados, o prémio “Best Portuguese Act” nos MTV EMA 2015, o Globo de Ouro de “Melhor Intérprete Individual”, o galardão de disco de Platina do álbum “Leva-me A Sério” e a marca de Disco de Ouro atingida pelo álbum “Duetos” de Paulo de Carvalho, do qual foi produtor.


23/05/2020

CARNE DOCE | "A Caçada"


A banda brasileira Carne Doce lançou ontem o seu mais recente single, "A Caçada". O tema é sobre como ansiedade e angústia podem dissolver a realidade. Inspirada no conto de mesmo nome de Lygia Fagundes Telles, a música é uma instrospeção com letra de Salma Jô.

STONE BREAKER | "The Presidents”


Depois dos videos"Motorbass" & "Keep your hands to Yourself", os Stone Breaker lançam novo video "The Presidents”- produzido pelos Dirty Sock- do novo album “Hopes & Dreams”.

O novo album de 11 faixas foi gravado e produzido nos estúdios Moby Dick (Braga)- sob a batuta de Budda Guedes, o mesmo produtor responsável de trabalhos dos Mundo Cão, Maria João Budda Power Blues , Monstro Mau, entre outros. A artwork ficou mais uma vez a cargo de Wake up Death - Ricardo Navarro.

Os Stone Breaker são uma banda de rock de Portimão formada por Ray van D, Vasco Moura, Bruno Vitor Martins e Ricardo Batista . Com um que som lembra o Rock dos Led Zeppelin dos 70s, os Soundgarden & Black Crowes dos 90s e os Queens of the Stone Age ou Royal Blood dos tempos actuais, são uma banda essencialmente unida pela musicalidade e uma forte amizade que os torna uma família.

A música que escrevem é reflexo disso - um verdadeiro retrato das suas viagens, das experiências juntos, da estrada, das gargalhadas, das lágrimas, das noites ébrias, da Paternidade, do Amor, dos lugares e de como vêm o Mundo.


EDP DÁ PALCO À MÚSICA TRADICIONAL PORTUGUESA COM A INICIATIVA LET’S GO LOCAL


A EDP quer apoiar músicos portugueses e ajudar a manter os festejos tradicionais tão característicos de Portugal, durante este período excecional para a sociedade e para a cultura portuguesa. Para isso, lança o Let’s Go Local, o mais recente desafio do movimento Portugal #EntraEmCena que quer dar palco a músicos portugueses.

Do cante alentejano à música popular, passando pelo folclore, a EDP desafia os artistas portugueses, a apresentarem um conceito criativo para a celebração da música tradicional portuguesa. Os artistas interessados devem também enviar um vídeo com a sua atuação e indicar o local e as necessidades técnicas para a concretização da sua ideia.

Estas ideias têm de ser submetidas até dia 12 de Junho, no site do Portugal #EntraEmCena, e as que melhor refletirem a essência da música popular portuguesa, poderão ser implementadas ainda este ano. Pode encontrar mais informações no site da EDP.

22/05/2020

CÍNTIA | "Savana"


Depois de "Ela", Cíntia traz-nos "Savana", tema que conta com a participação do rapper Londone. "Savana" apresenta um novo género de música Afro, misturando melodias de Afro Swing com Hip Hop num só tema mais dançante que nunca. Na "Savana" a promessa é de uma noite de festa repleta de jogos e tentações.

O single conta com a produção de Beats By Holly e mistura e masterização por Charlie Beats, de novo editado pela Loco Knight.

O vídeo conta com a realização de Sílvio Moreira, com quem Cíntia já tinha colaborado em "Grana". Neste, Cíntia surge acompanhada pelos seus "gorilas" num cenário inspirado pela natureza. O vídeo fica marcado pelas cores tropicais apresentadas em todo o cenário.

UNIÃO DAS TRIBOS | “A Gente Não Se Encontra”


Está desde hoje disponível em todas as plataformas digitais o novo single da União das Tribos. Com uma sonoridade diferente da habitual, a banda revela a procura de novos caminhos.

Gravado e misturado por João Martins (UHF, Xutos&Pontapés, João Pedro Pais, Da Weasel) em finais de 2019, no estúdio Ponto Zurca em Almada, a mistura e masterização foram terminadas em Abril de 2020 já em pleno confinamento. A produção é da banda e de João Martins.


21/05/2020

MGDRV | "Dá-me Tempo"


Tempo, é o que este confinamento forçado tem dado aos MGDRV (Megadraive) - "Dá-me tempo” é o segundo single da banda em tempos de “quarentena”. Uma canção ao estilo MGDRV. Não se encaixa em nada que não seja a sua própria sonoridade.

BEJA-FLOR | "Naturalismo"


"Naturalismo" é a segunda canção de Bejaflor de um conjunto "música que não faria normalmente dentro vida real" mas mas que a "realidade alternativa" do confinamento veio a permitir explorar e partilhar.

Depois da shoegazy moderna "Nanar", Bejaflor desafiou o Luís Severo a escrever e cantar um verso - à devida distância que a tecnologia e os recursos permitem - para uma canção folksy nostálgica.
Já pode ser ouvida em todas as plataformas digitais e vem também em teledisco desconfinado.

20/05/2020

JAMES DOS REIS | “Whatever”


“Whatever” é o novo single de James dos Reis, o segundo de vários temas a editar em 2020 sob a chancela da Real Caviar, que sucede a “Toma”, o single de estreia. Disponível em todas as plataformas de streaming, “Whatever” mostra-nos um lado mais denso e introspetivo de James dos Reis mas sem nunca perder a sua essência R&B. Resultado de uma colaboração em estúdio com Agir, SlamType e Matheus Paraizo, “Whatever” é James dos Reis a cantar-nos a história de um flirt, em que o que parece um evidente jogo de sedução e começa como um romance, pode não ter um final feliz.

James dos Reis acredita que o caminho para o futuro é a energia humana porque nada é mais inspirador e mobilizador. Enquanto artista encara o futuro como um estímulo permanente à inovação e exploração dos seus próprios limites. O seu maior objectivo é tocar as pessoas e fazê-las sentir algo, através da melodia ou das histórias que canta.

Autor e intérprete, James dos Reis seduz-nos com uma sonoridade fresca, numa fusão irresistível entre a pop e o balanço dos ritmos africanos que evocam as suas raízes e influencias musicais, que além do afro-pop, têm a marca da soul e do r&b, muito ligadas ao seu percurso em Londres.

NOVES FORA NADA | "Arame Farpado"


Noves Fora Nada apresentam teledisco para o 3º single "Arame Farpado".

"... Arame farpado aqui não entras, há arte em estar bem isolado", dizem os Nove Fora Nada na sua cantiga "Arame Farpado", criada antes do tempo estranho que vivemos. A arte é visionária, antevê a realidade!


19/05/2020

DA WEASEL CONFIRMADOS NO NOS ALIVE DE 2021


O sonho da 14ª Edição do NOS Alive continua nos dias 07, 08, 09 e 10 de Julho de 2021, no Passeio Marítimo de Algés. Para já, confirmama-se o regresso dos Da Weasel aos palcos, para um concerto único e exclusivo, sábado, dia 10 de Julho de 2021, no Palco NOS.

GUITARRAS AO ALTO EM CASA

18/05/2020

BIZARRA LOCOMOTIVA E PAUS SÃO AS NOVAS CONFIRMAÇÕES DE GIGS EM CASA


Depois do primeiro concerto dos icónicos Peste & Sida, seguiram-se os concertos de Freddy Locks e Kappa Jotta nas semana seguintes, que asseguraram o sucesso e implementação da plataforma Gigs em Casa. Agora, dando continuidade ao desfile das melhores bandas nacionais, mais dois nomes que dispensam apresentações. Bizarra Locomotiva, dia 22 de Maio e os Paus, dia 5 de Junho.

SPRAY LANÇA “PINTADO NO LUAR" A VERSÃO REMASTERIZADA, DO ALBÚM DE 1997


23 anos depois do seu lançamento, tornou-se hoje possível, com a remasterização de Pintado no Luar, voltar a ouvir temas como "O Teu Nome Pintado No Luar" e "Só Para Ti".

Segundo a mente criadora de SPRAY, João Paulo das Neves "com a tecnologia actual, os álbuns a reeditar soam melhor, mais claros e fiéis á intenção primordial. Não vejo o processo de remasterização como um ponto de chegado, mas sim, como um ponto de partida. É coisa nova, como o dueto com o Rui Reininho que penso ser algo muito pouco conhecido. Ou com o Paulo Costa dos Ritual Tejo. Há uma reavaliação inerente que pode ser convertida em revelação. Epifania".

Os SPRAY surgem, em 1997, do silêncio próprio de alguém temporariamente só. Embora o nome soa a algo coletivo, trata-se do projeto pessoal de João Paulo das Neves, em todas as vozes e instrumentos.

Spray é algo etéreo, volátil como eu, tem cores, e voa! É do mundo e de qualquer língua!”, explicou João Paulo Das Neves.
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