“Durante cerca de 90 minutos, a banda de Braga mergulhou num mundo de angústias e terrores – nada a que não estejam habituados a relatar, mas que, condensado numa vertigem sem interrupções, ganhou proporções épicas. (...), é claramente, um passo em frente numa banda que é ainda, mais de 20 anos depois, um exemplo de coragem artística, sem cedências ou concessões.” Pedro Rios, In Público, 13 de Maio de 2007
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