15/11/2009

LISBOA NA FLEISCH

A revista cultural e de novas tendências Fleisch, uma das mais importantes revistas austríacas, destaca no seu número de Novembro a cidade de Lisboa e mais particularmente a música que se produz na capital.
Um artigo sobre a cidade escrito pelo Sofa Surfer Wolfgang Schoegl, um texto de Vítor Junqueira acerca da música que se tem criado em Lisboa e arredores nas últimas décadas e um CD compilação de bandas lisboetas seleccionadas por João Branco Kyron.
"Quase 500 mil pessoas vivem no interior saias da cidade de Lisboa, um número que atinge quase três milhões na ficha região metropolitana. Não há nenhuma surpresa que a maioria das músicas atos que vêm de Lisboa foram, de facto, levantou mais de seus subúrbios.
Retire o primeiro nome da banda de Lisboa que você provavelmente conhece melhor nestes dias: Buraka Som Sistema. Buraca, escrito com um C, é um desses subúrbios. Lá vive uma grande comunidade através da primeira geração de imigrantes, terceira Africano e é um lugar muito comum ouvir kuduro, a dança urbana angolana batidas que BSS estão tomando todo o mundo.
A cena do hip hop, liderada por muito tempo viveu Da Weasel ou pelo produtor e MC Sam the Kid, entre infinitos outros exemplos, também vive nos subúrbios da mesma espécie.
Por questões de rock, margem sul do rio Tejo sempre foi um terreno fértil para novos projectos e duradouros. Barreiro, uma cidade no sul velho cinto industrial de Lisboa, é rock'n'roll de hoje e colocar avant rock excelência.
É onde os festivais tornando cada vez mais aclamado como o Barreiro Rocks e Out.Fest são tripuladas a cada ano por grupos de jovens que jogar entre si em várias bandas, levanta muitas das vezes com quase a mesma linha. Esse é o caso de Los Santeros, três mexicanos maníaco-wannabes tocar surf rock, The Act-Ups, psych-garagem, ou Frango, um grupo barulhento experimental.
E se você está em avant rock, você deve verificar Os Loosers, liderada por Lux DJ e baixista e guitarrista Tiago Miranda, que junto as pessoas de Out.Fest também começou Gala Drop, cujos sulcos dub-infectados estão sendo aclamado por toda parte (confira seu auto-intitulado disco de estréia).
Comunidades como estas ajudam a descrever o modo como a maioria das bandas nascem todos os arredores de Lisboa. Na verdade, é apenas um pequeno capital e todos se conhecem. Mesmo se não, há sempre um amigo de um amigo.
Todo mundo acaba no mesmo locais, como a Galeria Zé dos Bois (ZDB para o short), MusicBox, Lux, Lounge, Bacalhoeiro, para citar alguns da lista crescente de locais onde as bandas podem tocar ao vivo em Lisboa.
O desenvolvimento da cena musical de Lisboa deve de forma significativa para este aumento e diversificação dos locais ao longo dos últimos 10 anos. Pessoas de Lisboa, e de todo Portugal, em um sentido mais amplo, tem mais lugares para tocar, mas, talvez mais importante, eles também têm mais lugares para aprender com as bandas que vêm mais e mais em todo o mundo, e mais lugares para pendurar para fora, para discutir os seus métodos e idéias, para formar novos projetos com almas semelhantes.
Uma das comunidades mais peculiar a subir recentemente em Lisboa sai do recinto Batista Igreja Cristã. FlorCaveira (Skullflower) é o nome da religião satisfaz movimento rock que hoje compreende cerca de 20 projectos que vêm ganhando um espaço crescente nas ondas de rádio, um território que, acredite ou não, tem águas desconhecidas para a maioria dos novos Português bandas durante vários anos.
Entre esses projectos, o mais aclamado são Os Pontos Negros (tipo The Strokes 'do rock mainstream) e compositores cantor Tiago Guillul, B Fachada, Samuel Úria e Bruno Morgado.
"A nova onda do rock Português", tal como todos os jornais agora é chamá-lo, também abraça o rótulo Amor Fúria, cujos atos, Os Golpes sendo a mais célebre, estágios partes regularmente com os da FlorCaveira.
Todas essas bandas a partir desta "nova onda do rock Português" cantar em Português, algo que ficou fora de moda desde os anos oitenta grande explosão do rock. Para além de grupos como os Madredeus e algumas outras poucas bandas, a maioria deles vindos de fora de Lisboa, vergonha de ser Português foi o anátema mais marcante para o rock Português nos anos noventa.
A nação ainda sofria anos de clausura do mundo exterior, e foi aderindo a tudo o que podia, que vieram do exterior. E que também mostrou-se na música em si. Mas os tempos estão mudando novamente. Um projeto como Dead Combo (guitarra e contrabaixo só) não aferrar-se a spaghetti western Ennio Morricone tipo de paisagens, mas há um sentimento muito sutil interior do som vindo de Português que, traçando a memórias comuns, como aqueles deixados pelo falecido grande guitarrista Carlos Paredes.
Também Norberto Lobo, um fingerpicker jovens, celebrada e artesanal traz algo evocando Paredes. De forma mais clara, grupos como Deolinda, que tomam o património Madredeus aos dias atuais, e O'Questrada também estão fazendo as pessoas perceberem que o fado - ou alguma de sua essência - não é só tristeza. Também pode significar festa, mas também pode significar a dançar com um sorriso brilhante feliz." (Vítor Junqueira)

Sem comentários:

/>