“Lisboa Mulata” é o mais recente álbum que os Dead Combo apresentam em Braga a
22 de
Outubro (2130h).
Desta vez, em palco, Tó Trips
e Pedro Gonçalves
abandonam o formato duo e fazem-se acompanhar pela Royal Orquestra das
Caveiras.
A voz continua de fora, mas à guitarra e ao violoncelo fazem,
agora,
companhia um piano, um saxofone, um trompete, um trombone e uma bateria.
Ana Araújo, Alexandre Frazão,
João Marques, João Cabrita e Jorge Ribeiro são os cúmplices de uma
parceria que
começou em 2009 e que ainda não parou de dar intensidade ás já
inquestionavelmente completas composições dos Dead Combo.
Sucessor de
“Lusitânia Playboy”, “Lisboa Mulata”, trabalho que conta com a
participação de
Marc Ribot, Camané, Sérgio Godinho e Alexandre Frazão, assinala o
regresso da
dupla aos estúdios de gravação.
Com
um estilo
que se traduz na mistura da essência do fado com bandas sonoras de
western-spaghetty,
música da América do Sul, de África e Rock, os Dead Combo descrevem-se a
eles
próprios e ao som que produzem como «se a qualquer momento Clint
Eastwood
entrasse numa casa de fado e, no topo das escadas, Severa lhe apontasse a
porta
do quarto».
Os
Dead Combo
surgiram em 2002 aquando de um convite para gravar o tema “Paredes
Ambiance”,
incluído num álbum de homenagem a Carlos Paredes.
Em 2004, gravaram o
álbum de
lançamento “Vol.1”, considerado pela crítica como «um dos mais belos
e tocantes
discos concebidos sob o signo da melancolia».

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