Lançado no passado mês de Maio, “Pelo Meu Relógio São Horas de Matar”, o aguardado álbum dos Mão Morta, está finalmente na estrada.
Depois do concerto de abertura da digressão, na terra natal da banda, Braga, os Mão Morta arrepiam agora caminho para Porto e Almada, cidades nas quais se preparam para confirmar o potencial explosivo do disco.
Os concertos – no Porto a 31 de outubro e em Almada a 1 de novembro – antecipam-se especiais não só por serem as primeiras apresentações ao vivo das canções de “Pelo Meu Relógio São Horas de Matar” naquelas cidades, como por representarem o regresso do grupo de Adolfo Luxúria Canibal a palcos estimados mas há muito não visitados.
À excepção da participação no Primavera Sound, em 2013, onde substituíram com sucesso o veterano Rodríguez, os Mão Morta não tocam no Porto desde 2011 e no Hard Club, uma das salas nobres da Invicta, desde 2010, altura em que defendiam as cores do álbum “Pesadelo em Peluche”.
Em Almada, a memória de uma visita dos Mão Morta é ainda mais remota – os bracarenses não regressaram à histórica sala de concertos desde, há 21 anos, que nela encerraram a digressão de “Mutantes S. 21”, considerado um dos álbuns mais importantes do rock português.
Revigorados pelo impacto, musical e contestatário, do novo disco – “Horas de Matar”, com o seu vídeo polémico, causou debate e controvérsia – os Mão Morta convidam o público a despir a sua nova pele, nos concertos do Hard Club e Incrível Almadense.
Os autores de “Budapeste” ou “Bófia” prosseguem em novembro com a sua digressão, tocando em Beja (dia 7), Faro (dia 8), Torres Vedras (dia 14), Ovar (dia 15) e Ílhavo (dia 29).
Hard Club, Porto
31 de Outubro, 21.30h
Bilhetes: 10 euros em venda antecipada e 12 euros no próprio dia
Incrível Almadense
01 de Novembro, Festival Mazefest
Bilhetes: 15 euros
www.facebook.com/maomorta
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