Numa altura em que assistimos ao avanço dos populismos e das derivas autoritárias um pouco por todo o mundo, e em que a ordem do dia é desinformar, torna-se urgente intervir, informar e acordar consciências. E as artes, sobretudo a música, têm um papel fundamental no esclarecimento e mobilização dos cidadãos e na persecução de ideais que nos conduzam a sociedades mais evoluídas e mais justas.
É com este mote que o Parque Urbano do Seixal se prepara para receber a 3ª edição do Festival do Maio nos dias 27 e 28 de Maio.
Serão duas noites de espetáculos que têm como objectivo promover propostas artísticas que tenham como elemento central do seu discurso a intervenção: desde a política à crítica social, do ativismo ambiental às lutas contra a discriminação de raça e género, passando pelas questões relacionadas com a defesa das identidades culturais e dos direitos à autodeterminação.
A programação assenta em dois polos fundamentais: a preservação da memória, trazendo a palco o legado histórico da música de intervenção e protesto; e as lutas atuais, dando voz a novos artistas e novos géneros musicais.
27 de Maio
Bia Ferreira (Brasil)
Dillaz
Jorge Palma
28 de Maio
Luca Argel (Brasil)
Valete
Goran
Bregovic (Sérvia)


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