A terceira edição do Festival Língua Terra vai arrancar a 3 de Junho com uma programação diversificada: concertos, workshop e exibição de documentários irão ocupar nos meses de junho e julho, o Fórum Luísa Todi e o Cinema Charlot – Auditório Municipal, em Setúbal. Segundo a fundadora e organizadora Mônica Cosas “o Língua Terra nasceu com o intuito de promover o intercâmbio entre artistas dos países unidos pela língua portuguesa e fomentar conexões culturais e criações artísticas colaborativas, buscando visibilizar a diversidade cultural que compõe os diferentes territórios e contribuir com reflexões sobre um mundo mais justo e igualitário”.
Assim, esta terceira edição do Língua Terra volta a privilegiar as manifestações culturais do Brasil, dando ênfase à expressão artística feminina, sendo o cartaz composto na sua totalidade por mulheres que encontram na arte uma fonte de expressão.
A música está muito bem representada por dois grandes talentos da música brasileira: Adriana Calcanhotto, que convidou Salvador Sobral para participar do seu concerto no dia 5 de Junho, (bilhetes para esta apresentação já estão esgotados) e por Bia Ferreira que vai apresentar-se a 2 de Julho, ambas em digressão para promoção de seus novos álbuns. E mais: a artista educadora Dani Zulu vai ministrar o workshop "Iniciação à percussão corporal", abrindo o festival no dia 3 de junho, sábado próximo.
O cartaz completa-se com a exibição dos documentários "Aleluia: O Canto Infinito", dirigido pela cineasta Tenille Bezerra no dia 7 de Junho; "Filhos de João: O Admirável Mundo Novo Baiano", dirigido por Henrique Dantas , no dia 14 de Junho e "Aquilo que Eu Nunca Perdi", dirigido por Marina Thomé, no dia 21 de Junho.

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