De 5 a 7 de setembro, a Serra do Pilar recebe artistas de diferentes geografias e sonoridades, num cartaz que cruza tradição e contemporaneidade, sempre com a música como linguagem universal. De acordo com Paulo Preto, curador do festival, “o Gaia World Music tem vindo a afirmar-se como um espaço multicultural que reflete a enorme variedade de estilos, instrumentos e linguagens que se cruzam sob o chapéu da World Music”.
O festival começa a 5 de setembro diretamente da Hungria, pela energia contagiante dos Duckshell, prova viva de que o fenómeno pós-rock jazzy do sul de Londres encontrou o seu caminho para leste. Segue-se a voz de Ganna Gryniva, cantora ucraniana dedicada a reavivar e reinventar as músicas ancestrais do seu país.
O primeiro dia encerra com a poderosa presença de Mo’Kalamity, artista cabo-verdiana radicada em Paris, cuja voz marcante no reggae ecoa mensagens universais de resistência e esperança.
A segunda noite abre com a mestria de Óscar Ibáñez, gaiteiro e flautista galego que, a partir das suas raízes, constrói uma fusão musical atlântica de grande intensidade. A viagem continua com Syla Project, projeto de fusão africana que atravessa sonoridades do jazz, flamenco e música latina.
A noite termina em festa com a energia da banda colombiana La Chiva Gantiva, que transforma cada concerto numa celebração coletiva.
O encerramento, a 7 de setembro, fica a cargo de uma das maiores referências da música tradicional portuguesa, os Galandum Galundaina, grupo que tem levado ao mundo as raízes e a força da terra de Miranda do Douro, num concerto que promete emocionar e celebrar a portugalidade e a língua mirandesa.
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