Gui Aly é o mais recente vencedor do EDP Live Bands. Logo depois assinou com a Sony Music Portugal e lançou o seu primeiro single “Away”. Seguiram-se os lançamentos de “Crush Me Down” e “Something More” que deram o mote para o primeiro álbum do artista. "White Walls" é este o nome do álbum de estreia de Gui Aly, que conta com 10 faixas e uma bónus track do tema "Away", em acústico. Gui Aly é hoje meu convidado em "Discurso Direto".
Portugal Rebelde - Guitarra, papel e caneta, foi desta forma simples que nasceram as canções deste disco de estreia?
Gui Aly - Sim, todas as canções desde álbum foram feitas no meu quarto com a minha guitarra. De vez em quando escrevia no meu caderno de canções outras vezes nas notas do telemóvel.
PR - De que é que nos falam as canções deste disco?
Gui Aly - Estas canções falam de um processo de separação, de recuperação e de aprendizagem. Muitas das vezes, são as coisas más da vida que nos fazem parar e pensar no que nos rodeia e pensar em nós próprios. Sofrer faz parte e eu aprendi a transformar a tristeza e a dor em canções, é muito terapêutico.
PR - Há algum tema deste disco que o toque em particular?
Gui Aly - A canção número 10, "White Walls". É o tema mais simples do álbum no que toca ao instrumental, sou só eu e uma guitarra elétrica, tudo gravado ao vivo. A letra tem um peso enorme, eu senti tudo o que disse.
PR - Desde 2020, ano em que ganhou o EDP live Bands, até à gravação deste “White Halls”, como é que jovem de 20 anos lida com este turbilhão de emoções?
Gui Aly - No primeiro mês foi um choque grande. Deixar de ser um rapaz desconhecido que tocava no quarto para tocar em palcos e conviver com artistas que eu ouvia todos os dias foi uma mudança grande. Apesar de não ser muito conhecido já recebo um nível de atenção muito diferente do que recebia antes de entrar no EDP Live Bands. No início foi estranho, agora já me habituei às interações do tipo “és o Gui Aly?”. A melhor parte disto tudo é o apoio que as pessoas me dão.
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