17/11/2011

OS PASSOS EM VOLTA | "Até Morrer"

 
"Os Passos em Volta começaram quando o Éme e o Sar se conheceram e os dois se juntaram ao Junória, à Mary e à Jules, em Outubro de 2008. Na altura situavam-se entre os 15 e os 18 anos. 
 
A partir daí começaram a ensaiar em casa e a fazer algumas gravações tão ou mais caseiras que os ensaios, de onde nasceu a primeira música – Para uma Ptara (a primeira gravação ainda está no myspace). 
 
O Garage Band que havia no Mac do Sar foi o primeiro software que usaram e, desde aí, ficaram agarrados ao lo-fi. Consideram-se integrados nos estilos rock alternativo, indie, experimental, possivelmente com uns laivos de noise e pop.

Durante dois anos dedicaram-se a dar concertos onde quer que fosse. Ensaiaram em muitos sítios, e juntamente com os Kimo Ameba fundaram a Cafetra Records, na qual se incluem.

A Cafetra Records junta 12 pessoas que se rearranjam em 13 bandas, entre elas 100 Leio, Pega Monstro, Éme, Go Suck a Fuck.

No final deste terceiro ano de existência, com a ajuda do Filipe Palma Ferreira Sambado, empenharam-se nas gravações do seu primeiro álbum, feitas num computador que não é o do Sar e com um programa que não é o Garage Band.

Em Novembro sairá o primeiro disco d’Os Passos, a editar pela Cafetra Records – www.facebook.com/cafetrarecords – do qual já mostraram um tema, Santos Pop (www.bandcamp.com/ospassosemvolta).

“Os segundos são Os Passos em Volta (…) E só estão em segundos por só terem uma música cá fora. Juntam o Éme e as irmãs Reis e o não-Julian e ali mora uma cumplicidade poderosa. 
 
Jon Landau dizia que o bom de Bruce Springsteen era fazê-lo sentir-se como um jovem outra vez. Não é que eu já tenha estilo para ser considerado cota, mas sinto-me exactamente assim quando oiço Santos Pop: com a estranha e bonita sensação de adolescência explosiva que só os melhores trazem ao de cima. 
 
Admito que também já ouvi outras duas canções (os jovens estão se a mexer para a estreia próxima nas longas durações) com a mesma melodia embalada e espírito panque marcado — e pelo meio, uns coros maneiros que relembram os Arcade Fire de Haiti. Tudo de bom." (Martinho Lucas Pires in Aquele Grande Rio)
 
O concerto de apresentação é já no próximo no 22 de Novembro no Musicbox, em Lisboa!

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