09/12/2013

THE ROYAL BLASPHEMY | Discurso Direto


Da sequela dos Urban Tales, surge The Royal Blasphemy. Hoje no Portugal Rebelde recebemos o quarteto de metalheads, constituido  por Tiago Roque Borges aka The Red Baron (Lead Vocals & Bass); João Maia aka Mr. John Cyaegha (Guitars); João Corôa aka Johnny Pi (Guitars & Back Vocals) e João Coelho aka Jota (Drums). Heavy Rock - Metal com canções que ficam no ouvido e na consciência de cada os ouve, é desta que The Royal Blasphemy se apresentam.

Portugal Rebelde - Antes de mais, como e quando é que os The Royal Blasphemy, começam a dar os primeiros passos?

The Royal Blasphemy - Olá, bem, os The Royal Blasphemy nascem em 2011, fruto dum laço muito forte que une os 4 membros da banda que já tocavam juntos há alguns anos nos Urban Tales, que entretanto fizeram uma pausa e deram a oportunidade que Royal precisava para existir.

PR - O EP “Prelude for Idiocrazy” já se encontra à venda nas plataformas digitais. Qual tem sido o “feedback” que têm recebido do público?

TRB - Temos tido um feedback bastante interessante com pessoas a mandarem comentários e reviews bastante positivas, que vem do Brasil, UK, Polónia, Russia, Suécia, entre muitos outros. Não esperávamos chegar tão depressa aos quatro cantos do mundo, mas de facto as plataformas digitais permitem-nos fazer coisas que o formato físico tem mais dificuldade.

PR - “Corruption”, foi a canção escolhida para a apresentação do EP “Prelude for Idiocrazy”. Esta é a melhor porta de entrada para descobrir este disco?

TRB - O disco é composto de 9 temas (e mais algumas surpresas que não podemos aínda desvendar) que retratam 9 podres da sociedade actual, com especial destaque no que diz respeito à depressão sentida em Portugal. Qualquer um dos 9 temas sería um bom motivo para ouvir os restantes, são todos bastante diferentes e no todo completam-se de forma a retratar de uma forma bastante forte e vivida, a dor que muitos sentimos... “Corruption” é o tema que fale daquilo que será a génese do problema, que se desenvolve em todos os outros, daí ser a nossa aposta para nos apresentarmos.

PR - “Corruption Across Europe Tour”, foi o nome escolhido para a digressão de 2013. Queres falar-nos um pouco desta iniciativa?

TRB - A nossa tour de estreia, que antes de arrancar teve o seu primeiro contra, acabou por ser adiada para 2014 por decisão promotor britanico com quem estamos a trabalhar. Esperemos que 2014 seja o nosso ano de estrada fora de Portugal, já que em Portugal já nos demos a conhecer um pouco por todo o país.

PR - Numa frase - ou talvez duas - como caracterizarias o som dos The Royal Blasphemy?

TRB - Heavy Rock – Metal com canções que ficam no ouvido e na consciência de cada um que nos ouve.

PR - Para terminar, para quando a edição do álbum “Sanatorium:Freedom”?

TRB - O “Sanatorium:Freedom” está concluído e prontinho para ser editado, estamos nesta fase a analisar as propostas que temos recebido, fruto da curiosidade gerada pelo “Perulude For Idiocrazy EP” que apanhou de surpresa muita gente. Esperamos que 2014 marque a nossa viagem por palcos estrangeiros e que leve o álbum a ver a luz do dia com edição mundial.


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