"Burning Hands” (Omnichord Records, 2015), é este o disco de estreia dos Few Fingers, projeto que junta Nuno Rancho e André Pereira.
Portugal Rebelde - “From Pale To Red”, tema que abre o disco “Burning Hands”, foi a canção que deu o mote para a gravação deste primeiro registo?
Nuno Rancho - Sim, foi a canção que gravamos para a colectânea Leiria Calling antes de começarmos a pensar em gravar o álbum, gostamos do resultado e decidimos arriscar e gravar um LP seguindo a mesma estética indie folk dessa canção.
PR - Canções simples e despretensiosas, embaladas pela lap steel guitar, que assumem um legado folk e uma escola indie. Esta é a melhor definição para o álbum “Burning Hands”?
NR - Sem dúvida, tentamos deixar as estruturas das canções o mais directas que conseguimos sem grandes truques, sempre com a lap steel guitar e as guitarras acústicas a procurar a sonoridade folk contrastando com canções que com outro tipo de instrumentos talvez soassem mais indie rock.
PR - Há algum tema deste disco que vos toque em particular? Porquê?
NR - Talvez o Forward March, a ultima canção a ser escrita e gravada. Com uma toada mais alegre e positiva, veio dar mais energia ao álbum.
PR - Depois da edição do disco, há intenções de apresentar as canções deste “Burning Hands” no palco? Onde poderemos ver e ouvir em breve os Few Fingers?
NR - Iremos tocar dia 17 de Outubro no Beat Club em Leiria e existem datas a ser fechadas para Lisboa e Porto que iremos divulgar brevemente.
PR - Numa frase apenas como caracterizariam este “Burning Hands”?
NR - Canções simples para embalar um final de tarde.
PR - Para terminar, a que se fica a dever a escolha de “Burning Hands” para título deste disco?
NR - Pareceu-nos um titulo forte mas não queremos entrar em pormenores em relação ao significado, deixamos isso para a imaginação de cada um que ouça o álbum.

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